<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>julgamento - Portal NDC</title>
	<atom:link href="https://noticiasdascomunidades.com.br/palavras-chaves/julgamento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Mon, 01 Sep 2025 15:07:31 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-favicon-v2-1-32x32.png</url>
	<title>julgamento - Portal NDC</title>
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">181767135</site>	<item>
		<title>STF tem segurança reforçada para julgamento de trama golpista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-tem-seguranca-reforcada-para-julgamento-de-trama-golpista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 14:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=57185</guid>

					<description><![CDATA[Polícia vai monitorar quem transita pela Praça dos Três Poderes O entorno do Supremo Tribunal Federal (STF) amanheceu com reforço de segurança nesta segunda-feira (1º), véspera do início do julgamento sobre uma trama golpista que teria tentado manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.  O efetivo extra de homens e viaturas da Polícia Militar do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4052963572" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Polícia vai monitorar quem transita pela Praça dos Três Poderes</p>
<p><strong>O entorno do Supremo Tribunal Federal (STF) amanheceu com reforço de segurança nesta segunda-feira (1º), véspera do início do julgamento sobre uma trama golpista que teria tentado manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1656603&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1656603&amp;o=node" /></p>
<p>O efetivo extra de homens e viaturas da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) deve ficar de prontidão ao menos até 12 de setembro, quando o julgamento já deverá ter sido encerrado, conforme o cronograma estipulado pelo Supremo. </p>
<p>A partir desta segunda-feira, começou a operar também uma Célula Presencial Integrada de Inteligência, instalada na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Distrito Federal. A estrutura reúne órgãos de segurança locais e nacionais, que fazem o monitoramento da movimentação de pessoas em Brasília e nas redes sociais com objetivo de lançar ações preventivas, se necessário. </p>
<p><strong>A partir desta terça-feira (2), os arredores do tribunal estarão submetidos a um esquema de segurança integrado entre a Polícia Judicial Federal e a SSP-DF.</strong> Aglomerações que caracterizem manifestações e qualquer tipo de acampamento nas proximidades estão proibidos. </p>
<p>Policiais farão o monitoramento de quem transita pela Praça dos Três Poderes e nas vias de acesso ao Supremo, incluindo abordagens e revista de mochilas e bolsas. Uma das preocupações maiores é com ações solitárias por parte de algum apoiador do ex-presidente. Serão feitas também varreduras diurnas e noturnas com drones de imagem térmica.</p>
<p><strong>Ainda que não sejam permitidas manifestações nas proximidades, o julgamento deve alterar a rotina da região central de Brasília, uma vez que mais de três mil pessoas se inscreveram para acompanhar o julgamento presencialmente, em vagas limitadas abertas ao público. Entre jornalistas nacionais e estrangeiros, mais de 501 profissionais pediram credenciamento. </strong></p>
<p>O principal alvo do julgamento é o próprio Bolsonaro, que não está obrigado a comparecer, mas pode acompanhar o caso em pessoa, caso queira. Para isso, contudo, é necessário autorização do ministro Alexandre de Moraes para o deslocamento, uma vez que o presidente foi colocado em prisão domiciliar pelo relator da ação penal. </p>
<p>Também têm o direito de comparecer ao julgamento os demais sete réus, entre militares e civis, todos ex-assessores próximos de Bolsonaro que foram acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de tentarem romper com a ordem democrática no Brasil. </p>
<p><strong>Não estão previstas interdições na Esplanada dos Ministérios durante a semana, somente para o desfile de 7 de setembro, que ocorre no sábado. Nesse caso, o fechamento da via ocorre a partir das 17h do dia 6, na altura da Catedral de Brasília e às 23hs, a partir da alça leste, logo após a Rodoviária do Plano Piloto.</strong></p>
<p>O acesso ao público estará aberto a partir das 6h do 7 de setembro. Estão proibidos itens como armas, objetos cortantes, substâncias inflamáveis, recipientes de vidro, fogos de artifício, mochilas de grande porte, barracas e drones sem autorização. </p>
<h2>Outras medidas</h2>
<p><strong>O Supremo Tribunal Federal se prepara &#8211; desde meados de agosto &#8211; para a realização do julgamento sobre a trama golpista bolsonarista. Desde o mês passado, cerca de 30 agentes da Polícia Judiciária foram enviados de diversos estados e outros dormem na sede do tribunal, em dormitórios montados para que fiquem de prontidão. </strong></p>
<p>Entre as precauções, houve também varreduras repetidas no edifício do Supremo e também na casa dos ministros da Primeira Turma, que, além de Moraes, é composta por Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino. </p>
<p><strong>Os réus do núcleo 1 da trama golpista respondem por cinco crimes, cuja pena somada pode ultrapassar os 40 anos de prisão. São eles: integrar organização criminosa armada, atentar violentamente contra o Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado por violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado da União. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57185</post-id>	</item>
		<item>
		<title>STF retoma julgamento sobre responsabilização das redes sociais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-retoma-julgamento-sobre-responsabilizacao-das-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 11:53:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilização]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=54873</guid>

					<description><![CDATA[Tribunal vai definir responsabilidade de plataformas por postagens O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (10), às 10h, o julgamento que vai definir se plataformas que operam as redes sociais podem ser responsabilizadas pelas postagens ilegais feitas por seus usuários. O julgamento foi suspenso na semana passada, após o ministro André Mendonça proferir voto contra a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2718756422" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Tribunal vai definir responsabilidade de plataformas por postagens</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (10), às 10h, o julgamento que vai definir se plataformas que operam as redes sociais podem ser responsabilizadas pelas postagens ilegais feitas por seus usuários.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1646315&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1646315&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O julgamento foi suspenso na semana passada, após o ministro André Mendonça proferir voto contra a responsabilização direta das empresas.</strong></p>
<p>A Corte julga a constitucionalidade do artigo 19 do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Marco Civil da Internet</a> (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 12.965/2014</a>), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.</p>
<p><strong>De acordo com o dispositivo, &#8220;com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura&#8221;, as plataformas só podem ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo.</strong></p>
<p>Mendonça apresentou o primeiro voto divergente sobre a questão. Para o ministro, o artigo 19 não representa imunidade para as plataformas, que têm a condição de intermediárias das mensagens. Segundo ele, de maneira geral, as pessoas que fazem postagens ilegais é que devem ser responsabilizadas.  </p>
<blockquote>
<p>“Excetuados os casos autorizados em lei, as plataformas digitais não podem ser responsabilizadas diretamente pela ausência da remoção de conteúdo veiculado por terceiro, ainda que posteriormente venha o Judiciário determinar a necessidade da remoção, incluídos os ilícitos relacionados à manifestação de opinião ou de pensamento&#8221; afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Os ministros e Luiz Fux e Dias Toffoli votaram para permitir a exclusão de determinadas postagens ilegais por meio de notificações extrajudiciais, ou seja, pelos próprios atingidos, sem decisão judicial prévia.</p>
<p><strong>Luís Roberto Barroso diz que a ordem judicial é necessária para a remoção somente de postagens de crimes contra a honra (calúnia, difamação e injúria&#8221;).</strong> Nos demais casos, a notificação extrajudicial é suficiente para a remoção de conteúdo, mas cabe às redes o cuidado de avaliar as mensagens que estão em desacordo com as políticas de publicação. </p>
<h2>Casos julgados</h2>
<p><strong>O STF julga dois casos concretos que envolvem o Marco Civil da Internet e que chegaram à Corte por meio de recursos.</strong></p>
<p>Na ação relatada pelo ministro Dias Toffoli, o tribunal julga a validade da regra que exige ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores por atos ilícitos. O caso trata de um recurso do Facebook para derrubar decisão judicial que condenou a plataforma por danos morais pela criação de perfil falso de um usuário.</p>
<p>No processo relatado pelo ministro Luiz Fux, o STF discute se uma empresa que hospeda um <em>site</em> na internet deve fiscalizar conteúdos ofensivos e retirá-los do ar sem intervenção judicial. O recurso foi protocolado pelo Google.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54873</post-id>	</item>
		<item>
		<title>STF começa a julgar mais um núcleo da tentativa de golpe de Estado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-comeca-a-julgar-mais-um-nucleo-da-tentativa-de-golpe-de-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 14:54:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=53491</guid>

					<description><![CDATA[Ministros da Primeira Turma julgam trechos de denúncia feita pela PGR O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta terça-feira (6) mais um trecho da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre uma trama golpista cujo objetivo era manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder mesmo após derrota nas eleições de 2022.  Desta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3523993130" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministros da Primeira Turma julgam trechos de denúncia feita pela PGR</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta terça-feira (6) mais um trecho da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre uma trama golpista cujo objetivo era manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder mesmo após derrota nas eleições de 2022. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1641563&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1641563&amp;o=node" /></p>
<p>Desta vez, os <strong>cinco ministros que compõem a Primeira Turma do Supremo &#8211; Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Luiz Fux</strong> &#8211; julgam se recebem o trecho  da denúncia relativa a sete acusados do núcleo 4 do golpe. </p>
<p><strong>Conforme o fatiamento da denúncia, feito pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, os integrantes do núcleo 4 foram responsáveis por ações estratégicas de desinformação</strong>, com o objetivo de desacreditar as urnas eletrônicas e o processo eleitoral, gerando instabilidade social favorável ao golpe. </p>
<p><strong>O núcleo 4 também foi acusado de praticar atos para constranger o comandante do Exército à época, general Freire Gomes, a aderir ao complô golpista.</strong> Segundo a denúncia, para isso foram mobilizadas “milícias digitais” a fim de atacar o militar e sua família. </p>
<p>A PGR também indicou o uso das estruturas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para avançar nos objetivos golpistas de gerar instabilidade social e intimidar quem se colocasse como contrário ao plano. De acordo com a denúncia, equipamentos do órgão foram utilizados para monitorar opositores. </p>
<p>O sete denunciados do núcleo 4 respondem a cinco crimes: </p>
<ul>
<li>organização criminosa armada,</li>
<li>tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito,</li>
<li>golpe de Estado,</li>
<li>dano qualificado pela violência,</li>
<li>grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado</li>
</ul>
<p>A maior parte desse núcleo é composto por militares. Também foram denunciados um policial federal e um engenheiro que teria respaldado os ataques à urna eletrônica. São eles: </p>
<ul>
<li>Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército)</li>
<li>Ângelo Martins Denicoli (major da reserva)</li>
<li>Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente)</li>
<li>Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel)</li>
<li>Reginaldo Vieira de Abreu (coronel)</li>
<li>Marcelo Araújo Bormevet (policial federal)</li>
<li>Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do presidente do Instituto Voto Legal)</li>
</ul>
<h2>Demais núcleos</h2>
<p>Pelo regimento interno do Supremo, cabe às duas turmas do tribunal julgar os processos criminais que chegam ou são abertos na Corte. Como o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, faz parte da Primeira Turma, a acusação é julgada por este colegiado.</p>
<p>Se a maioria dos ministros aceitar a denúncia, os acusados viram réus e passam a responder à ação penal no STF, na qual as defesas poderão ter acesso mais amplo ao material utilizado pela acusação e pedir a produção de novas provas, bem como arrolar testemunhas. </p>
<p>Em 25 março, a Primeira Turma já aceitou por unanimidade o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-03/por-unanimidade-turma-do-stf-torna-bolsonaro-e-mais-7-reus-por-golpe" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">trecho da denúncia relativo ao núcleo 1</a>, tornando réus oito denunciados apontados como cabeças da trama golpista. O próprio Bolsonaro foi acusado pela PGR de liderar a organização criminosa. Entre os réus estão generais da reserva do Exército que foram integrantes do alto escalão de seu governo, entre outros assessores. </p>
<p>Em 22 de abril, o colegiado, também por unanimidade, aceitou a parte da denúncia contra outros seis envolvidos do núcleo 2, que reúne os acusados de terem prestado o assessoramento jurídico e intelectual para o golpe. </p>
<p>Com isso, chegam a 14 os réus pelo golpe de Estado fracassado. Caso seja aceita a parte da denúncia relativa ao núcleo 4, serão 21 réus. O julgamento de 12 denunciados do núcleo 3 foi marcado para 20 de maio. </p>
<p>O fatiamento da denúncia em seis núcleos foi autorizado pelos ministros da Primeira Turma. O procurador-geral, Paulo Gonet, justificou o procedimento como um meio de facilitar a tramitação do caso sobre o golpe, que tem como alvo, ao todo, 34 pessoas. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">53491</post-id>	</item>
		<item>
		<title>STF tem maioria para manter condenação de Collor na Lava Jato</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-tem-maioria-para-manter-condenacao-de-collor-na-lava-jato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2024 18:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Collor]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=46168</guid>

					<description><![CDATA[Plenário virtual tem 6 votos a 2 para rejeitar recurso da defesa O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta sexta-feira (8) maioria de votos para manter a condenação do ex-presidente Fernando Collor a oito anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos processos da Operação Lava Jato. Até o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2942171498" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Plenário virtual tem 6 votos a 2 para rejeitar recurso da defesa</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta sexta-feira (8) maioria de votos para manter a condenação do ex-presidente Fernando Collor a oito anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos processos da Operação Lava Jato.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1618899&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1618899&amp;o=node" /></p>
<p>Até o momento, o plenário virtual da Corte tem placar de 6 votos a 2 para rejeitar um recurso da defesa contra a condenação.</p>
<p>O placar foi obtido com voto do relator, ministro Alexandre de Moraes. Para o ministro, não há irregularidades na decisão que condenou Collor.</p>
<p>&#8220;A decisão recorrida analisou com exatidão a integralidade da pretensão jurídica deduzida, de modo que, no presente caso, não se constata a existência de nenhuma dessas deficiências&#8221;, argumentou o ministro.</p>
<p>Além de Moraes, votaram para manter a condenação os ministros Edson Fachin, Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux.</p>
<p>Dias Toffoli e Gilmar Mendes votaram pela redução da pena de Collor para quatro anos por entenderem que houve erro na dosimetria da pena. Cristiano Zanin se declarou impedido para julgar o caso.</p>
<p>Em maio do ano passado, o tribunal entendeu que Collor, como antigo dirigente do PTB,  foi responsável por indicações políticas para a BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras, e recebeu R$ 20 milhões em vantagens indevidas em contratos da empresa. Segundo a denúncia, os crimes ocorreram entre 2010 e 2014.</p>
<p>Dois ex-assessores de Collor também foram condenados, mas poderão substituir as penas por prestação de serviços à comunidade.</p>
<p>O julgamento virtual está previsto para terminar na segunda-feira (11).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">46168</post-id>	</item>
		<item>
		<title>STF retoma julgamento sobre descriminalização do porte de drogas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-retoma-julgamento-sobre-descriminalizacao-do-porte-de-drogas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2024 15:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Descriminalização]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Porte]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=41411</guid>

					<description><![CDATA[Até agora, há maioria para descriminalizar o porte para uso pessoal O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira (20) o julgamento sobre a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal. Em março deste ano, a análise do caso foi interrompida por um pedido de vista feito pelo ministro Dias Toffoli. Antes da interrupção, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3916132379" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Até agora, há maioria para descriminalizar o porte para uso pessoal<br /><br />O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira (20) o julgamento sobre a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal. <br /><br />Em março deste ano, a análise do caso foi interrompida por um pedido de vista feito pelo ministro Dias Toffoli. Antes da interrupção, o julgamento contava com placar de 5 votos a 3 para a descriminalização somente do porte de maconha para uso pessoal.<br /><br />Conforme os votos proferidos até o momento, há maioria para fixar uma quantidade de maconha que caracterize uso pessoal e não tráfico de drogas, que deve ficar entre 25 e 60 gramas ou seis plantas fêmeas de cannabis. A quantidade será definida ao fim do julgamento.<br /><br />O Supremo julga a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei das Drogas (Lei 11.343/2006), que criou a figura do usuário, diferenciado do traficante, que é alvo de penas mais brandas. Para diferenciar usuários e traficantes, a norma prevê penas alternativas de prestação de serviços à comunidade, advertência sobre os efeitos das drogas e comparecimento obrigatório a curso educativo para quem adquirir, transportar ou portar drogas para consumo pessoal.<br /><br />A lei deixou de prever a pena de prisão, mas manteve a criminalização. Dessa forma, usuários de drogas ainda são alvos de inquérito policial e processos judiciais que buscam o cumprimento das penas alternativas.<br /><br />No caso concreto que motivou o julgamento, a defesa de um condenado pede que o porte de maconha para uso próprio deixe de ser considerado crime. O acusado foi detido com três gramas de maconha.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">41411</post-id>	</item>
		<item>
		<title>TRE inicia julgamento que pode cassar mandato de Sergio Moro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/tre-inicia-julgamento-que-pode-cassar-mandato-de-sergio-moro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2024 18:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Senador]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Moro]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-PR]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=38306</guid>

					<description><![CDATA[Senador é acusado de abuso de poder econômico na pré-campanha em 2022 O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná iniciou, há pouco, em Curitiba, o julgamento dos processos que podem levar à cassação do mandato do senador Sergio Moro (União-PR), ex-juiz da Operação Lava Jato. Serão julgadas duas ações protocoladas pelo PT e pelo PL [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2033442071" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Senador é acusado de abuso de poder econômico na pré-campanha em 2022<br /><br />O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná iniciou, há pouco, em Curitiba, o julgamento dos processos que podem levar à cassação do mandato do senador Sergio Moro (União-PR), ex-juiz da Operação Lava Jato.<br /><br />Serão julgadas duas ações protocoladas pelo PT e pelo PL na Justiça Eleitoral. Os partidos acusam Moro de abuso de poder econômico por supostos gastos irregulares no período de pré-campanha em 2022.<br /><br />Em dezembro ao ano passado, o Ministério Público Eleitoral (MPE) do Paraná defendeu a cassação do mandato do senador. No entendimento dos procuradores, houve uso &#8220;excessivo de recursos financeiros&#8221; no período que antecedeu a campanha eleitoral oficial em 2022.<br /><br />Em 2021, Moro estava no Podemos e realizou atos de pré-candidatura à Presidência da República. Em seguida, deixou o partido e passou a fazer campanha para o Senado. Segundo a acusação, houve &#8220;desvantagem ilícita&#8221; em favor dos demais concorrentes ao cargo de senador diante dos &#8220;altos investimentos financeiros” feitos antes de Moro se candidatar ao Senado.<br /><br />Foram citados gastos de aproximadamente R$ 2 milhões com o evento de filiação de Moro ao Podemos e com a contratação de produção de vídeos e consultorias.<br /><br />Caso o mandato de Sergio Moro seja cassado, caberá recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. No entanto, se a possível condenação for mantida, novas eleições para o Senado deverão ser convocadas no Paraná.<br /><br />Durante a tramitação do processo, a defesa do senador negou as irregularidades e ressaltou que as acusações têm “conotação política”. Para a defesa, gastos de pré-campanha à Presidência não podem ser contabilizados na campanha para o Senado, uma vez que um cargo é de votação nacional e o outro somente no Paraná.<br /><br /></p>
<p><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38306</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Terrorista acusado de matar e filmar a execução de uma criança durante confronto entre países é julgado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/terrorista-acusado-de-matar-e-filmar-a-execucao-de-uma-crianca-durante-confronto-entre-paises-e-julgado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 03:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[Criminoso]]></category>
		<category><![CDATA[filmagem]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[terrorista]]></category>
		<category><![CDATA[X]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=38165</guid>

					<description><![CDATA[Imagens que circulam na internet mostram um homem sentado em uma cadeira, em uma cabine transparente, com os olhos fechados, imóvel e com um saco de urina. O vídeo trata do terrorista Muhammad Sobir Faizov de apenas 19 anos, sentenciado pelo ato criminoso de filmar e matar uma menina de 10 anos, com um tiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2644955950" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Imagens que circulam na internet mostram um homem sentado em uma cadeira, em uma cabine transparente, com os olhos fechados, imóvel e com um saco de urina.</p>
<p>O vídeo trata do terrorista Muhammad Sobir Faizov de apenas 19 anos, sentenciado pelo ato criminoso de filmar e matar uma menina de 10 anos, com um tiro na cabeça, durante um ataque em Moscou.</p>
<p>Durante o julgamento, Muhammad parecia estar morto, além de terem retirado-lhe os olhos, também foi cortado o pênis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://twitter.com/mspbra/status/1772371169288536371?s=48</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: MSP-Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38165</post-id>	</item>
		<item>
		<title>STJ irá transmitir a sentença do ex-atacante Robinho que ocorre na Itália por estupro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stj-ira-transmitir-a-sentenca-do-ex-atacante-robinho-que-ocorre-na-italia-por-estupro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Mar 2024 00:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[ex-atacante]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
		<category><![CDATA[Robinho]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=37297</guid>

					<description><![CDATA[Na próxima quarta-feira (20), ocorre na Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) o julgamento do pedido de homologação da sentença na Itália que condenou o ex-atacante Robinho à pena de nove anos de prisão por estupro. O país europeu pede que o atleta cumpra a pena pelo crime no Brasil. A sessão terá [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2472297772" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Na próxima quarta-feira (20), ocorre na Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) o julgamento do pedido de homologação da sentença na Itália que condenou o ex-atacante Robinho à pena de nove anos de prisão por estupro. O país europeu pede que o atleta cumpra a pena pelo crime no Brasil.</p>
<p>A sessão terá transmissão do canal oficial do STJ no YouTube e será aberta para imprensa, com espaço para 36 lugares. A Corte Especial tem capacidade para receber até 188 pessoas no total. No entanto, não será permitida a entrada de cinegrafistas ou de fotógrafos. As imagens serão fornecidas pela SCO/STJ.</p>
<p>Robinho foi condenado em última instância, na Itália, a nove anos de prisão por estupro, em 2020. Porém, Robinho deixou o país e veio para o Brasil. Ele está em liberdade, pois não há extradição de cidadãos brasileiros para outros países.</p>
<p>A Corte Especial é formada pelos 15 ministros mais antigos do STJ. Para que ocorra a homologação e Robinho cumpra a pena no Brasil, é necessária formação de maioria simples entre os ministros presentes. O julgamento tem previsão de começar às 14h.</p>
<h3>Extradição</h3>
<p>A Itália havia pedido a extradição de Robinho para cumprir a pena. No entanto, a Constituição veda a extradição de brasileiros natos. Assim, foi solicitada a homologação da pena na Justiça do Brasil para o cumprimento da pena no país sul-americano.</p>
<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público (MP) já defenderam que a pena seja homologada e Robinho a cumpra no Brasil. Segundo a PGR, todos os pressupostos legais e regimentais adotados pelo Brasil para o prosseguimento da transferência de execução penal foram cumpridos.</p>
<h3>O caso Robinho</h3>
<p>Robinho recebeu, em dezembro de 2020, a pena de nove anos de prisão no caso que investigava a violência sexual contra uma jovem de origem albanesa, em 2013. O episódio teria ocorrido em uma boate na Itália.</p>
<p>Em janeiro do ano passado, o atleta teve a condenação confirmada pela mais alta instância da Justiça italiana. Quase um mês depois, em 16 de fevereiro, foi emitido um mandado de prisão internacional.</p>
<p>A acusação utilizou áudio gravado a partir de uma escuta instalada em um carro, que flagrou uma conversa entre Robinho e seus amigos, o que possibilitou confirmar a versão da vítima sobre o estupro coletivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">37297</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Pela 1ª vez, Moraes vota por absolver réu envolvido no 8 de janeiro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pela-1a-vez-moraes-vota-por-absolver-reu-envolvido-no-8-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 14:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[moraes]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=36855</guid>

					<description><![CDATA[Defesa alegou que ele é morador de rua e não participou de atos O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (8), pela primeira vez, pela absolvição de um dos réus pelos atos golpistas de 8 de janeiro do ano passado, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-932484940" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Defesa alegou que ele é morador de rua e não participou de atos<br /><br />O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (8), pela primeira vez, pela absolvição de um dos réus pelos atos golpistas de 8 de janeiro do ano passado, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas, em Brasília. <br /><br />Moraes seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) que, após a instrução da ação penal, mudou o entendimento em relação à denúncia e opinou pela absolvição de Geraldo Filipe da Silva, preso no dia dos atos perto do Congresso Nacional. <br /><br />A defesa do réu alegou que ele é um morador de rua que se viu cercado pelos vândalos, mas que não participou de atos violentos. <br /><br />Vídeos da prisão em flagrante do réu mostram que ele foi agredido pelos vândalos, sendo acusado de “petista” e “infiltrado”, responsável por vandalizar viaturas para tumultuar a manifestação. As investigações não foram capazes de demonstrar que ele, de fato, praticou atos violentos. <br /><br />Na decisão, Moraes diz que “não há elementos probatórios suficientes que permitam afirmar que o denunciado uniu-se à massa, aderindo dolosamente aos seus objetivos, com intento de tomada do poder e destruição do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal”. <br /><br />O caso é julgado no plenário virtual, em que os votos dos ministros são registrados no sistema do Supremo, sem deliberação presencial. Moraes foi o único a votar até o momento. A sessão de julgamento começou hoje (8) e segue até a próxima sexta (15). <br /><br />Outros 14 réus são também julgados a partir desta sexta. Em relação a esses, Moraes votou pela condenação, com penas que variam de 11 a 17 anos de prisão.<br /><br />Todos foram denunciados pela PGR por cinco crimes: abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">36855</post-id>	</item>
		<item>
		<title>STF suspende julgamento da descriminalização do porte de Maconha para consumo próprio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-suspende-julgamento-da-descriminalizacao-do-porte-de-maconha-para-consumo-proprio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 22:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de maconha]]></category>
		<category><![CDATA[critérios de uso]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[legalização]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[suspensão]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=36763</guid>

					<description><![CDATA[&#160; O ministro Dias Toffoli pediu vista (mais tempo para análise) na sessão desta quarta-feira (6). Ele pode ficar com o processo por até 90 dias. Ainda não há data para o caso ser retomado. Até o momento, o placar está 5 a 3 para descriminalizar o porte só da maconha para consumo próprio. Votaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1867639196" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>&nbsp;</p>
<p>O ministro Dias Toffoli pediu vista (mais tempo para análise) na sessão desta quarta-feira (6). Ele pode ficar com o processo por até 90 dias. Ainda não há data para o caso ser retomado. Até o momento, o placar está 5 a 3 para descriminalizar o porte só da maconha para consumo próprio.</p>
<p>Votaram pela inconstitucionalidade de enquadrar como crime o porte de maconha para uso pessoal os ministros Gilmar Mendes (relator), Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber (já aposentada).</p>
<p>Até o momento, Cristiano Zanin, André Mendonça e Nuens Marques divergiram, votando para manter como crime a posse de maconha para uso pessoal.</p>
<p>Ainda faltam os votos do próprio Toffoli, e dos ministros Luiz Fux e Cármen Lúcia.</p>
<h3>Critérios</h3>
<p>Já há maioria de votos pela necessidade de a Corte definir um critério objetivo, como quantidade de droga, para diferenciar usuário de traficante. Todos os oito ministros que se manifestaram, foram a favor de fixar esse parâmetro.</p>
<p>Até o momento, a proposta com mais adesões (quatro votos) estabelece um critério de até 60 gramas para se presumir o consumo.</p>
<p>Essa sugestão foi feita no voto de Alexandre de Moraes. Aderiram a ela os ministros Gilmar Mendes, Roberto Barroso e Rosa Weber.</p>
<p>Cristiano Zanin e Nunes Marques propuseram como critério 25 gramas de maconha. André Mendonça sugeriu 10 gramas, mas isso até o Congresso deliberar sobre a diferenciação. Ele votou para dar prazo de 180 dias para essa definição pelo Legislativo.</p>
<p>Já Edson Fachin votou pela necessidade de fixar objetivamente e diferenciação entre usuário e traficante, mas propôs que essa medida seja tomada pelo Congresso.</p>
<p>O julgamento do caso se arrasta no STF desde 2015. A discussão do tema foi retomada pelos ministros em 2023, e tem provocado ruídos e divergências com o Congresso. Uma proposta de emenda à Constituição (PEC) foi apresentada no Senado com objetivo de criminalizar a posse e o porte de quaisquer entorpecentes e drogas.</p>
<h3>O que se discute</h3>
<p>A discussão no STF gira em torno da constitucionalidade do artigo 28 da Lei de Drogas, de 2006. A norma estabelece que é crime adquirir, guardar ou transportar drogas para consumo pessoal.</p>
<p>Pela lei, a punição para esse crime envolve penas alternativas, como medidas educativas, advertência e prestação de serviços, e não leva à prisão.</p>
<p>Ocorre que, como não há uma diferenciação clara e objetiva na norma entre usuário e traficante, polícias e o sistema de Justiça acabam tratando de formas diferentes pessoas de acordo com a cor da pele, classe social ou local de residência.</p>
<p>O caso analisado pelo STF tem repercussão geral, ou seja, o entendimento que vier a ser tomado pela Corte deverá ser adotado em processos semelhantes em toda a Justiça.</p>
<h3>Votos de hoje</h3>
<p>A sessão desta quarta (6) teve os votos de André Mendonça e de Nunes Marques.</p>
<p>Primeiro a votar foi Mendonça, que havia pedido vista quando a Corte julgou o caso em 2023.</p>
<p>Em seu voto, Mendonça fez uma descrição de informações obtidas com professores e pesquisadores sobre os prejuízos do consumo de maconha para a saúde.</p>
<p>O magistrado associou o ato de fumar maconha a um “primeiro passo para o precipício”.</p>
<blockquote><p>“Se fala em uso recreativo da maconha. [Mas] causa dano, e danos sérios e maiores que o cigarro. Ao mesmo tempo, entendo que isso é importantíssimo para melhor delimitarmos a quantidade, conforma a gradação dos riscos à saúde”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Entendo em síntese que a questão da descriminalização, que é o que estamos tratando, é uma tarefa do legislador. Vamos jogar para um ilícito administrativo qual autoridade? Não é para conduzir para a delegacia? Quem vai aplicar a pena, ainda que seja medida restritiva? Na prática, estamos liberando o uso</p>
<h3>André Mendonça</h3>
<p>Manifestação semelhante foi feita pelo próximo a votar, o ministro Nunes Marques. Ele disse que uso de drogas implicam em “danos severos” ao usuário e que familiares e a sociedade “sofrem danos indiretos”.</p>
<p>Ele criticou a proposta de descriminalizar o porte para consumo com a manutenção de penas administrativas, como medidas educativas e prestação de serviços.</p>
<p>“A solução de descriminalizar e manter a sanção administrativa é contraditória”, afirmou. Segundo Nunes, outra contradição é o fato de o tráfico continuar sendo considerado crime. “Vender droga constitui ilícito criminal grave, mas comprar para uso próprio, não”.</p>
<p>O ministro também entendeu como possível “interferência desproporcional” do Judiciário uma decisão sobre a descriminalização. Para ele, esse tipo de discussão demanda “profunda reflexão e debates” que são próprios do Legislativo.</p>
<h3>Votos anteriores</h3>
<p>O relator do processo é o ministro Gilmar Mendes. Ele apresentou seu voto há oito anos e meio, em agosto de 2015. Na época, foi favorável à descriminalização do porte para consumo pessoal de todas as drogas.</p>
<p>Na avaliação do ministro na época, a criminalização estigmatiza o usuário e compromete medidas de prevenção e redução de danos, além de gerar uma punição desproporcional ao usuário.</p>
<p>Na retomada da análise, em 2023, Gilmar reajustou o voto para restringir a descriminalização ao porte de maconha para consumo e pela fixação de parâmetros diferenciando tráfico de consumo próprio.</p>
<p>Também em 2015 votaram Edson Fachin e Roberto Barroso. O primeiro votou para descriminalizar só o porte da maconha para consumo próprio, já que o caso concreto analisado na ação trata dessa droga.</p>
<p>Fachin explicou ser favorável a um caminho de “autocontenção” da Corte em temas penais para justificar a restrição do entendimento só à maconha. O ministro entendeu que cabe ao Congresso definir os parâmetros de diferenciação entre usuários e traficantes. Contudo, o ministro entendeu que o Judiciário deve atuar até que haja lei preenchendo o vácuo normativo.</p>
<p>Enquanto não houver lei aprovada sobre o tema, o ministro propôs que órgãos do Poder Executivo, como o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária e a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, estabeleçam parâmetros provisórios.</p>
<p>Já Barroso também votou a favor de descriminalizar o porte de maconha para consumo próprio, e avançou ao propor a fixação de parâmetros de diferenciação entre traficantes e usuários.</p>
<p>A proposta estabeleceu o porte de 25 gramas de maconha ou o plantio de até seis mudas fêmeas. Acima disso, a princípio, o caso seria de tráfico. A proposta de parâmetros também é provisória, até que o Congresso decida sobre o tema.</p>
<p>O julgamento foi suspenso depois de pedido de vista do ministro Teori Zavascki (que morreu em janeiro de 2017, em um acidente aéreo em Paraty).</p>
<p>Sucessor de Teori, o ministro Alexandre de Moraes apresentou seu voto em agosto de 2023, a favor da descriminalização da maconha para consumo próprio.</p>
<p>Ele propôs a fixação de uma faixa entre 25 e 60 gramas ou de seis plantas fêmeas para considerar consumo, em conjunto com outros critérios.</p>
<p>Conforme o ministro, policiais podem fazer a prisão em flagrante de pessoas que estejam portando uma quantidade menor do que a prevista, desde que, de maneira fundamentada, comprovem a presença de outros critérios caracterizadores do tráfico.</p>
<p>Esses critérios complementários levam em conta o contexto da apreensão, como a forma em que a droga estiver guardada, a diversidade de entorpecentes, a apreensão de outros instrumentos, como balança e cadernos de anotação.</p>
<p>A ministra Rosa Weber, à época presidente do STF, acompanhou o voto de Moraes.</p>
<p>Cristiano Zanin foi o primeiro a votar a favor da constitucionalidade de norma da Lei de Drogas. Ele entendeu que a regra foi feita pelo Legislativo no sentido de despenalizar (não prever mais a pena de prisão) o porte da droga, e não descriminalizar.</p>
<p>Por isso, segundo o ministro, uma mudança judicial nesse quesito não seria possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">36763</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
