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	<title>Jararaca - Portal NDC</title>
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		<title>Grupo de pesquisadoras desembarca em ilha com mais de mil Jararacas para estudar espécie que só existe lá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 01:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[cobra]]></category>
		<category><![CDATA[Jararaca]]></category>
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					<description><![CDATA[A 4 quilômetros da costa do Espírito Santo, existe uma ilha habitada por centenas de serpentes de uma espécie que até outro dia ninguém conhecia &#8211; e que já está ameaçada de extinção. Elas moram na Ilha dos Franceses, mas bem que poderia se chamar Ilha das Cobras. E é para lá que o Fantástico [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3998275031" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A 4 quilômetros da costa do Espírito Santo, existe uma ilha habitada por centenas de serpentes de uma espécie que até outro dia ninguém conhecia &#8211; e que já está ameaçada de extinção.<br /><br />Elas moram na Ilha dos Franceses, mas bem que poderia se chamar Ilha das Cobras. E é para lá que o Fantástico embarcou, acompanhado de uma equipe encabeçada por seis pesquisadoras.<br /><br /><span class="highlight highlighted">Estima-se que existam 1.200 cobras no lugar</span>. Se esta projeção se confirmar, esta seria a ilha com maior densidade de cobras do país.</p>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="6">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/fz9Xe93A6vniarftCOjGq5BYiuw=/0x0:801x451/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/H/X/lm1FdWQ2Gs2KEogOrwcA/ilha.jpg" alt="Ilha dos Franceses — Foto: Fantástico" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Ilha dos Franceses — Foto: Fantástico</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas ainda há muito o que se descobrir sobre elas. Um estudo que só está começando. E empolga a bióloga Jane de Oliveira.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="38" data-block-id="9">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Nada melhor que uma ilha para a gente encontrar desafios, né? Quando eu cheguei na ilha pela primeira vez, quando eu encontrei a Jararaca pela primeira vez, eu sabia que eu não ia sair daqui tão cedo”, diz.</blockquote>
<p><span class="highlight highlighted">A Bothrops sazimai é uma espécie exclusiva da ilha</span>. Há milhares de anos, no continente, existia apenas a Jararaca &#8211; uma serpente bem conhecida. Mas com a subida dos oceanos, algumas ficaram isoladas na pequena ilha que se formou.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Então ela foi sofrendo modificações até se tornar tão diferente da outra a ponto de ser uma outra espécie.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outras diferenças ainda precisam ser descobertas. <span class="highlight highlighted">As pesquisadoras querem tatuar todas as serpentes com uma tinta que brilha no escuro e acompanhar melhor a vida delas na ilh</span>a. E duas delas serão levadas para o continente.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="46" data-block-id="13">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Coletamos um macho e uma fêmea. Então nós vamos levar para o Instituto Butantan e lá no instituto eles vão fazer outros estudos que não são possíveis aqui no campo, né? Estudos de observação, de comportamento, que não dá pra gente fazer aqui”, explica a bióloga.</blockquote>
</div>
<p>*Fantástico</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
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