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	<title>jacaré - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>jacaré - Portal NDC</title>
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		<title>VÍDEO: jacaré é visto durante ‘passeio’ pela Ponta Negra em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/video-jacare-e-visto-durante-passeio-pela-ponta-negra-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2025 15:33:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[O animal foi visto próximo à margem, nadando calmamente, e a cena rapidamente viralizou nas redes sociais Manaus –Um jacaré foi flagrado na tarde deste sábado (7) nas águas da praia da Ponta Negra, na zona Oeste de Manaus, surpreendendo banhistas e visitantes. O animal foi visto próximo à margem,...]]></description>
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<p>O animal foi visto próximo à margem, nadando calmamente, e a cena rapidamente viralizou nas redes sociais<br /><br /><strong>Manaus</strong> –Um jacaré foi flagrado na tarde deste sábado (7) nas águas da praia da Ponta Negra, na zona Oeste de Manaus, surpreendendo banhistas e visitantes.<br /><br />O animal foi visto próximo à margem, nadando calmamente, e a cena rapidamente viralizou nas redes sociais.<br /><br />Vídeos feitos por frequentadores mostram o réptil boiando tranquilamente próximo à faixa de areia, enquanto agentes do Corpo de Bombeiros observam.<br /><br />“Para garantir a segurança tanto do jacaré quanto das pessoas, foi feito o isolamento de uma área de cerca de 40 metros da faixa de areia”, informou o Corpo de Bombeiros.<br /><br />Nas redes sociais, o episódio virou até meme com internautas comentando que o “lacoste só queria curtir o sábado e estava dando um mergulho na Ponta Negra”.<br /><br />As autoridades ambientais reforçam que, em situações como essa, é fundamental manter distância e acionar imediatamente os bombeiros ou o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam).<br /><br /><strong>Veja vídeo:</strong></p>
<div style="width: 800px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-54750-1" width="800" height="466" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/06/jacare_manaus_d24am.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/06/jacare_manaus_d24am.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/06/jacare_manaus_d24am.mp4</a></video></div>
<div style="width: 320px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-54750-2" width="320" height="564" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/06/jacare_ponta_negra_d24am.mp4?_=2" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/06/jacare_ponta_negra_d24am.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/06/jacare_ponta_negra_d24am.mp4</a></video></div>
<p><br /><br /><em>Fonte: D24am</em></p>
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		<title>Menino de 7 anos desaparece no interior do AM; população acredita que ele foi levado por jacaré</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/menino-de-7-anos-desaparece-no-interior-do-am-populacao-acredita-que-ele-foi-levado-por-jacare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 20:37:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Interior do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[jacaré]]></category>
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					<description><![CDATA[O pai do menino ouviu os gritos e quando chegou ao local onde ele estava, às margens do rio, só viu a água agitada Uma criança de 7 anos de idade está desaparecida na comunidade Cuia Grande, na cidade de Anamã (a 162 quilômetros de Manaus) desde as 17h de...]]></description>
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<p>O pai do menino ouviu os gritos e quando chegou ao local onde ele estava, às margens do rio, só viu a água agitada<br /><br />Uma criança de 7 anos de idade está desaparecida na comunidade Cuia Grande, na cidade de Anamã (a 162 quilômetros de Manaus) desde as 17h de quarta-feira (30). Informações iniciais passadas por populares é que a criança pode ter sido tirada da rede onde dormia e levada para o rio, provavelmente por um grande jacaré, que desapareceu nas águas barrentas do rio Solimões. <br /><br />As Informação foram repassadas pela Polícia Militar do município.<br /><br />De acordo com os militares, o pai da criança foi pescar e levou e a levou para ajudá-lo. No local, deixou o menino em uma rede que armou em árvores na margem do rio, olhando uma malhadeira e foi verificar outra há uns vinte metros de distância. <br /><br />Momento que ouviu os gritos da criança e voltou para ver o que estava acontecendo, quando ele chegou lá onde estava a criança ele só viu a água agitada e a criança havia desaparecido.<br /><br />A Defesa Civil está no local e até o momento a vítima não foi encontrada. A comunidade está auxiliando nas buscas, mas até o momento não foi encontrado nenhum vestígio do menino.<br /><br /><br /><em>Fonte: A Crítica</em></p>
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		<title>Homem é atacado por jacaré enquanto pescava no Rio Madeira e expõe dificuldades da região</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/homem-e-atacado-por-jacare-enquanto-pescava-no-rio-madeira-e-expoe-dificuldades-da-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 13:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Um pescador do distrito de Calama, em Porto Velho (RO), viveu momentos de desespero no último domingo (5) ao ser atacado por um jacaré no Rio Madeira, próximo à região do Baixo Madeira, a cerca de 140 km da capital rondoniense. De acordo com relatos, o ataque ocorreu quando o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um pescador do distrito de Calama, em Porto Velho (RO), viveu momentos de desespero no último domingo (5) ao ser atacado por um jacaré no Rio Madeira, próximo à região do Baixo Madeira, a cerca de 140 km da capital rondoniense.</p>
<p>De acordo com relatos, o ataque ocorreu quando o homem acidentalmente pisou na cabeça do animal, que reagiu mordendo sua perna. Apesar do ferimento, o pescador conseguiu escapar e iniciou uma longa e exaustiva viagem de cerca de quatro horas até o município de Humaitá (AM) para receber atendimento médico.</p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-48867-3" width="480" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IZPmADvr4dpy.mp4?_=3" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IZPmADvr4dpy.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IZPmADvr4dpy.mp4</a></video></div>
<h3><strong>Falta de infraestrutura na região</strong></h3>
<p>O caso também trouxe à tona as dificuldades enfrentadas pelos moradores do distrito de Calama. Durante o trajeto, o homem gravou um vídeo onde denunciou a precariedade dos serviços de saúde e a falta de infraestrutura local.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Estou em uma situação difícil, sendo levado para Humaitá. São quatro horas de viagem para atravessar o rio Madeira. Isso é a situação de Calama&#8221;, desabafou ele no vídeo.</p>
</blockquote>
<h3><strong>Riscos para a população local</strong></h3>
<p>Incidentes envolvendo animais selvagens, como jacarés, são comuns na região do Baixo Madeira, onde a população muitas vezes depende do rio para sustento e transporte. Entretanto, a distância de centros médicos e a falta de suporte emergencial agravam os riscos para os moradores.</p>
<p>A situação reforça a necessidade de investimentos em infraestrutura básica e serviços de saúde para atender comunidades ribeirinhas isoladas, como Calama, reduzindo o tempo de resposta em emergências e oferecendo maior segurança à população.</p>
]]></content:encoded>
					
		
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		<title>Jacaré é flagrado na Ponta Negra e comissão aciona órgão ambiental para resgate</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/jacare-e-flagrado-na-ponta-negra-e-comissao-aciona-orgao-ambiental-para-resgate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 22:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[Um jacaré de aproximadamente 1 metro foi um visitante inesperado na praia da Ponta Negra, nesta segunda-feira, 29/5, em uma área de areia perto do mirante do complexo turístico, na zona Oeste. A comissão que atua no parque acionou o Batalhão Ambiental da Polícia Militar para fazer o resgate do animal,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="x_MsoNormal">Um jacaré de aproximadamente 1 metro foi um visitante inesperado na praia da <a title="Protegido pelo Outlook: https://www.manaus.am.gov.br/noticias/alerta/jacare-e-flagrado-na-ponta-negra-e-comissao-aciona-orgao-ambiental-para-resgate/. Clique ou toque para seguir o link." href="https://emea01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fwww.manaus.am.gov.br%2Fnoticias%2Falerta%2Fjacare-e-flagrado-na-ponta-negra-e-comissao-aciona-orgao-ambiental-para-resgate%2F&amp;data=05%7C01%7C%7C2ce1a95b2bef4781444b08db6082d5e3%7C84df9e7fe9f640afb435aaaaaaaaaaaa%7C1%7C0%7C638209887358701809%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000%7C%7C%7C&amp;sdata=ssdW4DGHJKMrzw4977NrYecuLzgmFaHgX6AuDKd5qac%3D&amp;reserved=0" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="Verified" data-linkindex="0">Ponta Negra</a>, nesta segunda-feira, 29/5, em uma área de areia perto do mirante do complexo turístico, na zona Oeste.</p>
<p class="x_MsoNormal">A comissão que atua no parque acionou o Batalhão Ambiental da Polícia Militar para fazer o resgate do animal, que apareceu no local com um ferimento. Este é o primeiro aparecimento de um jacaré, identificado na praia, neste ano.</p>
<p class="x_MsoNormal">É provável que o animal tenha vindo dos rios Tarumã-Mirim e Tarumã-Açu, afluentes do rio Negro, que banha o balneário. Outro fator de alerta é que a área de faixa de areia está mais estreita, em razão da subida das águas.</p>
<p class="x_MsoNormal">O Corpo de Bombeiros, que faz parte da comissão com salva-vidas, também foi acionado para fazer buscas nas águas, para garantir a segurança dos usuários. Equipes vão monitorar o local para verificar se outro animal aparece. O comum é ocorrer avistamento de jacarés longe das margens neste período de enchente, mas não na praia.</p>
<p class="x_MsoNormal">O jacaré apareceu em uma área de menor fluxo de banhistas e frequentadores, por baixo dos mirantes. “O rio está cheio e a praia nivelada. Este é o primeiro jacaré que aparece na área este ano. Os salva-vidas estão no local para prevenção e possível necessidade de resgate nas águas”, explicou o subcoordenador da Comissão do Parque, Cesar Freitas.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>Texto &#8211; </b>Claudia do Valle / Implurb</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>Fotos</b> – Divulgação</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Jacaré que mordeu Muda, comeu tucano e sucuri em Mato Grosso do Sul é o mesmo?</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/jacare-que-mordeu-muda-comeu-tucano-e-sucuri-em-mato-grosso-do-sul-e-o-mesmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2022 12:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Jacarés de Mao Grosso do Sul têm repercutido como bons predadores no Pantanal &#8211; (Fotos: Reprodução, GNT e Edir Alves)Jacarés têm sido bons predadores e seus ataques têm repercutido com frequência em Mato Grosso do Sul. Em especial, três casos chamaram a atenção dos sul-mato-grossenses: a atriz Bella Campos, que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Jacarés de Mao Grosso do Sul têm repercutido como bons predadores no Pantanal &#8211; (Fotos: Reprodução, GNT e Edir Alves)<br />Jacarés têm sido bons predadores e seus ataques têm repercutido com frequência em Mato Grosso do Sul. Em especial, três casos chamaram a atenção dos sul-mato-grossenses: a atriz Bella Campos, que interpreta Muda na novela &#8220;Pantanal&#8221; foi mordida por um deles, um tucano também foi atacado e até uma sucuri virou comida de um jacaré.<br /><br />Seria o mesmo jacaré o responsável por esses três ataques? Apesar dessa pergunta praticamente ser praticamente impossível de ser respondida, os bichos (ou o bicho) responsáveis pelas mordidas vivem (ou vive) no Pantanal de Mato Grosso do Sul.<br /><br />Os ataques fatais a um tucano e uma sucuri aconteceram no pantanal sul, na Fazenda San Francisco Pantanal, em Miranda, e foram fotografados pelo guia Edir Alves.</p>
<p>Já a atriz Bella Campos levou uma mordida de um animal da região do pantanal de Aquidauana, muito próxima de Miranda, fato que pode representar uma pista e indicar que, sim, há probabilidades de que seja o mesmo jacaré nos três casos famosos. Relembre cada episódio:</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-1355353" title="Jacaré que mordeu Muda, comeu tucano e sucuri em Mato Grosso do Sul é o mesmo? 2" src="https://midiamax.uol.com.br/wp-content/uploads/2022/09/tucano.jpg" alt="Imagem de jacaré comendo tucano viralizou no país - (Fotos: Edir Alves)" width="396" height="206" data-eio="p" />
<figcaption>Imagem de jacaré comendo tucano viralizou no país &#8211; (Fotos: Edir Alves)</figcaption>
</figure>
</div>
<h2>Tucano morto por jacaré</h2>
<p>As imagens podem ser até comoventes para os seres humanos, mas &#8220;a lei da natureza é implacável e todo cuidado é pouco com os predadores de plantão&#8221;, já avisa o fotógrafo que fez o registro deste jacaré se alimentando de um tucano que &#8220;deu bobeira&#8221; no Rio Miranda, em Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Responsável pelas imagens, o guia local Edir Alves, que vive e trabalha no <a href="https://midiamax.uol.com.br/tag/pantanal/">Pantanal</a> Sul há 15 anos, comenta o momento em que fez as fotos.</p>
<p>&#8220;Foi durante um passeio de lancha voadeira no Rio Miranda. Foi bem legal porque já é bem difícil conseguir uma foto de tucano bebendo água como mostra na imagem, e ver o jacaré predando e registrar a cena é mais raro ainda&#8221;, diz ele ao <strong>Jornal Midiamax</strong>.</p>
<p>Raríssima, a situação aconteceu na <a href="https://midiamax.uol.com.br/tag/fazenda/">Fazenda</a> San Francisco Pantanal. As fotos são motivo de orgulho para Edir. &#8220;Jacarés predam basicamente peixes, então isto é muito incomum. Muito azar dele tentar saciar a sede justamente onde estava o jacaré&#8221;, acrescenta o fotógrafo.</p>
<p>&#8220;Sorte minha de estar no lugar certo e no momento certo&#8221;, finaliza o guia local.</p>
<h2>Jacaré mordeu atriz</h2>
<p>Bella Campos, intérprete da personagem Muda, da <a href="https://midiamax.uol.com.br/tag/novela-pantanal/">novela Pantanal</a>, revelou que passou por um “perrengue pantaneiro” enquanto esteve no bioma para gravar cenas do folhetim. A atriz contou, em participação no programa &#8220;Que história é essa, Porchat?&#8221;, que foi mordida na perna por um jacaré enquanto tomava banho de rio. </p>
<p>A jovem voltava para a margem do rio, por volta das 16 horas, em um dia de folga, quando sentiu uma forte pressão na perna. &#8220;Por instinto, eu dei um tapa. Tudo em um milésimo de segundo. Quando a minha mão encostou, eu senti que era um jacaré&#8221;, contou. De acordo com a atriz, era um animal de tamanho grande. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" class="wp-image-1355354" title="Jacaré que mordeu Muda, comeu tucano e sucuri em Mato Grosso do Sul é o mesmo? 3" src="https://midiamax.uol.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Atriz-de-Pantanal-e-mordida-por-jacare_Foto-por-Reproducao_Divulgacao-UFMS-1024x576-1.jpg" alt="Bella mostrou as marcas da mordida de jacaré em sua perna - (Fotos: Reprodução GNT e UFMS" width="1024" height="576" data-eio="p" />
<figcaption>Bella mostrou as marcas da mordida de jacaré em sua perna &#8211; (Fotos: Reprodução GNT e UFMS)</figcaption>
</figure>
</div>
<p>A atriz foi atendida por um médico com experiência em tratar feridas de jacaré. A mordida, por sorte, foi superficial e não atingiu nenhuma veia ou músculo, apesar de ter deixado marcas na parte da frente e de trás das coxas, que Bella mostrou no programa. </p>
<p>Caso o ferimento fosse grave, seria preciso ir até a cidade em busca de tratamento. Bella contou que na época das gravações da novela já estava vacinada e seguia os protocolos sanitários da TV Globo para viajar ao Pantanal.</p>
<h2>Sucuri virou lanche de jacaré</h2>
<p>Esta semana o guia local Edir Alves, o mesmo que registrou o tucano acima, conseguiu captar o momento exato em que um jacaré se alimentava de uma sucuri, no pantanal sul, em Miranda. O flagra aconteceu na Fazenda San Francisco Pantanal, onde ele trabalha como guia em Mato Grosso do Sul.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" class="wp-image-1355355" title="Jacaré que mordeu Muda, comeu tucano e sucuri em Mato Grosso do Sul é o mesmo? 4" src="https://midiamax.uol.com.br/wp-content/uploads/2022/09/sucuri-5-346x188-1.jpg" alt="Jacaré devorando sucuri em MS - (Foto: Edir Alves)" width="346" height="188" data-eio="p" />
<figcaption>Jacaré devorando sucuri em MS &#8211; (Foto: Edir Alves)</figcaption>
</figure>
</div>
<p>Edir também ficou impressionado com a situação inusitada no bioma. &#8220;E agora? Anaconda x Jacaré! Ao meu ver, deu ruim pra sucuri. Famoso boca a boca&#8221;, disse o guia, ao publicar o registro em suas redes sociais.</p>
<p>Ver uma sucuri sendo alimento para outro animal é tão incomum que Edir tem uma teoria para o fato. Quem diria que um &#8220;erro de matemática&#8221; poderia fazer uma majestosa do pantanal virar alimento. &#8220;Acho que ela calculou mal o tamanho da presa&#8221;: e acabou se dando mal, acredita Edir.</p>
<p>Na sua opinião, é o mesmo jacaré?</p>
<p>*MidiaMais</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Turistas flagram momento em que onça-pintada caça jacaré no Pantanal; veja</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/turistas-flagram-momento-em-que-onca-pintada-caca-jacare-no-pantanal-veja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 11:50:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[onça-pintada]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de turistas vivenciou uma experiência única durante um passeio ecológico na região pantaneira. A bordo de um carro preparado para avistamentos da vida selvagem no Refúgio Ecológico Caiman, em Miranda (MS), e monitorados pelo jornalista e guia de ecoturismo Fábio Paschoal, os participantes puderam apreciar o raro momento...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um grupo de turistas vivenciou uma experiência única durante um passeio ecológico na região pantaneira. A bordo de um carro preparado para avistamentos da vida selvagem no Refúgio Ecológico Caiman, em Miranda (MS), e monitorados pelo jornalista e guia de ecoturismo Fábio Paschoal, os participantes puderam apreciar o raro momento em que uma onça-pintada caçava um jacaré em um açude.</p>
<p>As imagens foram captadas em vídeo pelo turista norte-americano Kurt Zelnak, que mora na Geórgia. O momento da caça também acabou registrado em fotografias por Paschoal. Segundo ele, foi um momento de rara beleza, em plena luz do dia.</p>
<p>&#8220;Essa época do ano é período de seca no Pantanal. Saímos cedo para fazer o passeio e paramos num açude que estava repleto de água. O local ideal para fazermos avistamento de vida selvagem, pois é onde os animais param para se refrescar e beber água&#8221;, contou o guia, que também é biólogo.</p>
<p>No tempo em que ficou parado no açude, o grupo pôde avistar tucanos, macacos-prego, papagaios e outros animais que chegavam para matar a sede. Depois de uns 40 minutos, Paschoal decidiu seguir caminho, contornou a lagoa e voltou para a estrada. Foi quando ele avistou um filhote de onça, a Oriba, cruzando a estrada. Logo depois, surgiu sua mãe, chamada Isa. Paschoal pediu para que o carro parasse e fizesse a volta.</p>
<p>&#8220;Na hora percebi que elas estavam indo para o açude. Então retornamos ao local. Chegando lá, havia uma terceira onça. Pelo binóculo, identifiquei a Aracy, que é uma onça que perdeu uma parte da orelha. Nisso a Isa e a Oriba chegaram e a Isa fez uma demonstração de domínio territorial. A Aracy rolou no chão para demonstrar submissão e elas não brigaram&#8221;, descreveu o guia.</p>
<p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Cg7Xo3XDUGf/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/Cg7Xo3XDUGf/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/Cg7Xo3XDUGf/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Fábio Mitsuka Paschoal (@fabio_paschoal)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></p>
<p>Depois, ele diz que Isa deitou de um lado do lago e Aracy, do outro. Num dado momento, Aracy se aproximou novamente do açude e acabou pisando num jacaré. Ela mergulhou e, quando emergiu, já saiu da água com o animal na boca.</p>
<p>&#8220;As onças são os felinos com a mordida mais forte&#8221;, afirmou o guia, que já trabalhou como jornalista para a National Geographic durante cinco anos. &#8220;Ela não sufoca os animais ou busca a veia jugular. Ela simplesmente morde a cabeça, para quebrar o osso do crânio ou então morde o pescoço, para quebrar a medula espinhal. E foi o que ela fez com o jacaré&#8221;.</p>
<h2>Olhando no fundo da alma</h2>
<p>Segundo Paschoal, essa foi a primeira vez em 14 anos que conseguiu obter uma imagem tão próxima e tão rara de uma onça-pintada em seu hábitat natural. &#8220;Ela estava a apenas quatro metros de nós e caminhou ao sair do açude em nossa direção&#8221;.</p>
<p>Para o guia, essa será uma cena que ele nunca mais se esquecerá.</p>
<p>&#8220;É como se tudo parasse no momento em que uma onça surge no ambiente, como se a floresta inteira parasse para vê-la passar. Na gente, a sensação que dá é que os músculos ficam tensos, o coração acelera e a respiração quase para. É nesse momento que você tem a sensação que algo mágico está acontecendo. Quando uma onça olha no seu olho, parece que ela está olhando no fundo da sua alma&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Refúgio Ecológico Caiman, um santuário da vida selvagem em pleno Pantanal, é o cenário para um projeto de conservação e turismo ecológico chamado Onçafari. Uma associação criada para promover a conservação do meio ambiente e contribuir com o desenvolvimento socioeconômico das regiões em que está inserida por meio do ecoturismo e de estudos científicos. O projeto trabalha com a biodiversidade em diversos biomas brasileiros, com ênfase em onças-pintadas e lobos-guarás.</p>
<p>Imagem: Arquivo Pessoal/Fabio Paschoal</p>
<p>*UOL</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vídeo: Jacaré &#8216;salta&#8217; de rio e abocanha drone de R$ 7 mil no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 15:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Drone]]></category>
		<category><![CDATA[jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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<p>Luciano Souza, 47, usava o drone pela primeira vez quando foi surpreendido por um jacaré na rota de filmagem do equipamento. A ideia era fazer vídeos do rio Javaés, no Tocantins, mas, ao ver dois grandes jacarés nas imagens, o homem quis aproximar a câmera para captar imagens mais detalhadas e acabou surpreendido pelo &#8220;bote&#8221; do animal.</p>
<p>O vídeo mostra o momento exato em que um dos animais sai da água e abocanha o aparelho.</p>
<p>&#8220;Foi um tiro: primeiro ele levantou a cabeça e depois pulou uns dois metros. Fiquei sem reação&#8221;, contou Luciano.</p>
<p>Com a alta qualidade da câmera, é possível ver detalhes do interior da boca e dos dentes do réptil.</p>
<p>O aparelho, de valor de mercado de R$ 7 mil, não foi recuperado. Ao procurar pelo equipamento, Luciano afirmou ter encontrado o jacaré com partes do drone na boca e nem sinal do restante.</p>
<p>&#8220;Só fiquei com o controle, com o carregador e com as outras hélices reserva&#8221;, lamentou.</p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="Vídeo: Jacaré &#039;salta&#039; de rio e abocanha drone de R$ 7 mil no Tocantins" width="1400" height="788" src="https://www.youtube.com/embed/0CVs6T23nHE?start=40&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Foto: Reprodução</p>
<p>Leia mais no UOL</p>
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		<title>Purussaurus brasiliensis: o jacaré com a mordida mais potente do mundo viveu na Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/purussaurus-brasiliensis-o-jacare-com-a-mordida-mais-potente-do-mundo-viveu-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jul 2022 18:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[Purussaurus brasiliensis]]></category>
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					<description><![CDATA[Considerado o rei do pântano, o Purussaurus brasiliensis foi um super jacaré que viveu na Amazônia no período Mioceno Superior. Acredita-se que a Amazônia como a conhecemos hoje, surgiu há cerca de 5 milhões de anos, quando o Rio Amazonas passou a desaguar na região de Belém, no Pará. De...]]></description>
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<p>Considerado o rei do pântano, o Purussaurus brasiliensis foi um super jacaré que viveu na Amazônia no período Mioceno Superior. Acredita-se que a Amazônia como a conhecemos hoje, surgiu há cerca de 5 milhões de anos, quando o Rio Amazonas passou a desaguar na região de Belém, no Pará. De 10 há 5 milhões de anos, a floresta tropical que antecedeu a Amazônia era marcada por grandes rios, lagos e pântanos, ainda maiores do que é possível encontrar na região hoje em dia. E o super jacaré foi descoberto no Estado do Amazonas, na região do Rio Purus, pelo botânico brasileiro Barbosa Rodrigues em 1882.<br /><br />O Portal Amazônia conversou com a paleontóloga doutora Lucy Souza, professora na faculdade Estácio do Amazonas, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e ex-paleontóloga do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) para saber mais sobre esse &#8220;rei da selva&#8221;.<br /><br />&#8220;Foi descoberto [&#8230;] pelo botânico brasileiro Barbosa Rodrigues e diretor do Museu Botânico da Amazônia, que foi extinto, na época do Brasil Império. Após essas descobertas muitos outros materiais foram encontrados a partir de 1950 com o auxílio do Departamento Nacional de Produção Mineral e da Universidade Federal do Acre. Os fósseis são de um pacote de rochas chamado &#8216;formação Solimões&#8217;, de 5 a 10 milhões de anos atrás&#8221;,<br /><br />conta a paleontóloga.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3993" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Purussaurus_divulgao_com-aveDesprevenida.jpg" alt="" width="1080" height="719" /></p>
<h6>Foto: Reprodução / Tito Aureliano, 2015.</h6>
<p>De acordo com Lucy, durante o Mioceno, o norte da América do Sul era banhado pelo Mar de Pebas &#8211; onde é atualmente o Mar do Caribe -, que recebia também um fluxo de água dos rios. Com o soerguimento da Cordilheira dos Andes, esses rios acabaram criando um ambiente de planície com dezenas de pântanos, lagos e lagoas muito extensas.</p>
<p>Ela explica que o <em data-redactor-tag="em" data-verified="redactor">Purussaurus brasiliensis </em>era um predador de topo generalista, que se alimentava de qualquer organismo que coubesse em sua boca ou que conseguisse arrancar um pedaço. Estimativas indicam que ele media cerca de 13 metros, sendo que apenas o seu crânio chegava a 1,40m. É caracterizado por ter dentes pontiagudos na parte da frente da boca para capturar e arrancar pedaços e dentes baixos e arredondados na parte de trás para quebrar coisas duras como tartarugas e ossos. </p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3994" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_large_pone.0117944.g001.png" alt="" width="1080" height="476" /></p>
<h6>Local onde foram encontrados os fósseis. Foto: Reprodução/Artigo &#8216;The history, importance and anatomy of the specimen that validated the giant Purussaurus brasiliensis Barbosa-Rodrigues 1892&#8217;</h6>
<p>Por conta disso, o que mais chama a atenção é a potência da sua mordida. Estima-se que a mordida tinha uma força aproximada a sete toneladas, graças ao formato do seu crânio: robusto, largo e com narinas grandes, capaz de matar apenas com uma dentada. Para sustentar o seu corpo, esse super jacaré tinha que consumir cerca de 40 kg de alimentos por dia. </p>
<p>Até o momento, foram encontrados três tipos de <em data-redactor-tag="em" data-verified="redactor">P</em><em data-redactor-tag="em" data-verified="redactor">urussaurus</em>: <em data-redactor-tag="em" data-verified="redactor">Purussaurus neivensis</em>, <em data-redactor-tag="em" data-verified="redactor">Purussaurus mirandai </em>e <em data-redactor-tag="em" data-verified="redactor">Purussaurus brasiliensis</em>, sendo o último considerado o maior do gênero.</p>
<p>Essa espécie supostamente afogava suas vítimas para depois arrancar pedaço a pedaço com um giro, engolindo inteiro sem mastigar. Provavelmente, também ficava às margens tomando sol e com a boca aberta, para que pássaros realizassem a limpeza de seus dentes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3995" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_large_48a6d0e7b7e260eede831978e1c09a0f925fd7b0.jpg" alt="" width="1061" height="1280" /></p>
<h6>Foto: Reprodução/Artigo &#8216;The history, importance and anatomy of the specimen that validated the giant Purussaurus brasiliensis Barbosa-Rodrigues 1892&#8217;</h6>
<p>A região onde foi encontrado, na &#8216;formação Solimões&#8217;, abrange principalmente ao longo dos rios Purus, Acre e Juruá. O maior local onde foi possível encontrar a maior parte dos fósseis foi no Estado do Acre.</p>
<p>&#8220;Em 2019, em uma parceria entre a Universidade Federal do Acre e o Museu da Amazônia, foi feita a descoberta do <em data-redactor-tag="em" data-verified="redactor">Purussaurus brasiliensis </em>mais completo até então conhecido. Ele não é completo, mas tem vértebras, ossos da cintura, braços etc., partes do corpo até então desconhecidas. Esse material se encontra no <a class="" title="" href="https://portalamazonia.com/amazonia-az/museu-da-amazonia-o-musa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MUSA</a> [Museu da Amazônia, em Manaus, no Amazonas] e está em exposição lá&#8221;, destaca a especialista.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3996" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_large_b2ap3_medium_20210904105641_IMG_2780-_20220714-225326_1.jpg" alt="" width="640" height="426" /></p>
<h6>Foto: Isabelle Lima / Portal Amazônia</h6>
<p>Uma das descobertas desses fósseis foi de uma criança de 11 anos, em 2019. O pescador José Militão, de 58 anos, e seu filho Robson, de 11 anos, estavam pescando quando a criança encontrou parte de um objeto diferente no fim da tarde do dia 11 de julho.  O caso aconteceu na cidade Brasiléia, no Acre. </p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3997" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_large_66753136_10212249106657817_5338559845446451200_n.jpg" alt="" width="640" height="960" /></p>
<h6>Foto: Reprodução / Raylanderson Frota</h6>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4>Extinção </h4>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>A extinção do gigante predador se deu devido ao surgimento da Cordilheira dos Andes. De acordo com Lucy, no final do Mioceno e início do Plioceno, os Andes estavam terminando de soerguer na região norte da América do Sul, o que causou impactos na distribuição dos rios e no clima da região amazônica.</p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="quotes">
<blockquote class="eb-quote style-default">
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Somado a isso, esse período também foi marcado por uma queda nas temperaturas globais. Todos esses fatores unidos resultaram em uma redução dos ambientes adequados para sua existência e em um clima não favorável culminando assim na extinção da espécie&#8221;,</p>
<p>&nbsp;</p>
<cite>completa a paleontóloga.</cite></blockquote>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4> Referências </h4>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p><a title="" href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0117944#references" target="_blank" rel="noopener noreferrer">AURELIANO, Ghilardi AM, Guilherme E, Souza-Filho JP, Cavalcanti M, Riff D (2015) Morphometry, Bite-Force, and Paleobiology of the Late Miocene Caiman <em>Purussaurus brasiliensis</em>. PLoS ONE 10(2): e0117944. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0117944</a></p>
<p><a title="" href="https://www.scielo.br/j/aabc/a/yCnbRDxHpQfDgMn6yhtGvcT/?lang=en#" target="_blank" rel="noopener noreferrer">SOUZA, LUCY G. DE et al. The history, importance and anatomy of the specimen that validated the giant Purussaurus brasiliensis Barbosa-Rodrigues 1892 (Crocodylia: Caimaninae). Anais da Academia Brasileira de Ciências [online]. 2021, v. 93, suppl 2 [Accessed 14 July 2022] , e20200369. Available from: &lt;https://doi.org/10.1590/0001-3765202120200369&gt;. Epub 16 June 2021. ISSN 1678-2690. https://doi.org/10.1590/0001-3765202120200369.</a></p>
<p>Fonte: Portal  Amazônia</p>
</div>
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