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	<title>Israel - Portal NDC</title>
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	<title>Israel - Portal NDC</title>
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		<title>Trump declara que cessar-fogo em Gaza é um ‘trunfo incrível para Israel e o mundo’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 14:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante discurso no Parlamento israelense, presidente dos Estados Unidos classifica o término da guerra como o ‘fim de uma era de terror e morte’ O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (13) que o acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, em vigor desde sexta-feira (10), é um “triunfo incrível para Israel e o mundo” [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-354258065" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Durante discurso no Parlamento israelense, presidente dos Estados Unidos classifica o término da guerra como o ‘fim de uma era de terror e morte’</p>
<p>O presidente dos <strong>Estad</strong><strong>os Unidos</strong>, <strong>Donald Trump</strong>, disse nesta segunda-feira (13) que o acordo de cessar-fogo na <strong>Faixa de Gaza</strong>, em vigor desde sexta-feira (10), é um “triunfo incrível para Israel e o mundo” e agradeceu a mediação dos países árabes para sua concretização.</p>
<p>Em um discurso no Parlamento israelense, Trump afirmou que o acordo entre Israel e o movimento islamista palestino Hamas “não é apenas o fim de uma guerra” e sim “o amanhecer histórico de um novo Oriente Médio”.</p>
<h3><strong>Trump declara que ‘é o fim de uma era de terror e morte’</strong></h3>
<div id="title" class="style-scope ytd-watch-metadata">
<p>Durante discurso no Parlamento de Israel, Donald Trump celebrou a libertação de reféns após o período de conflito e classificou o evento como o “fim de uma era de terror e morte”. Trump enfatizou o retorno da paz e a cooperação regional, o que ele chamou de “nascimento histórico de um novo Oriente Médio”.</p>
<p>Iniciando sua fala com um “dia de profunda alegria”, Trump expressou gratidão ao “Deus de Abraão”. Ele relatou que, após “2 anos horrendos de guerra, de escuridão e cativeiro”, os reféns puderam finalmente receber o “glorioso abraço de suas famílias”.</p>
</div>
<p>O presidente americano declarou que a libertação marca um novo capítulo para a região<b>. </b>“Todas as armas foram baixadas e as sirenes não tocam mais. Finalmente temos paz em um país e uma região que viverá, se Deus quiser, em paz por toda a eternidade”. Republicano ressalta que a paz não é apenas o fim da guerra, mas “o começo de uma era de fé e esperança sempre em Deus” e de “harmonia eterna entre Israel e seus vizinhos”. Trump projetou que este será o “período de ouro para Israel e a era de ouro para o Oriente Médio”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Israel anuncia ‘pausa tática’ em partes de Gaza para permitir distribuição de ajuda</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/israel-anuncia-pausa-tatica-em-partes-de-gaza-para-permitir-distribuicao-de-ajuda-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 18:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[anuncia]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meio à crise humanitária na Palestina, atividade militar israelense será interrompida a partir deste domingo (27) das ’10h às 20h nas áreas de Al Mawasi, Deir al Balah e Cidade de Gaza’ Israel declarou neste domingo (27) uma “pausa tática” em suas operações militares em partes da Faixa de Gaza por razões humanitárias e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-383451687" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em meio à crise humanitária na Palestina, atividade militar israelense será interrompida a partir deste domingo (27) das ’10h às 20h nas áreas de Al Mawasi, Deir al Balah e Cidade de Gaza’ <br /><br />Israel declarou neste domingo (27) uma “pausa tática” em suas operações militares em partes da Faixa de Gaza por razões humanitárias e anunciou a autorização da passagem de caminhões com ajuda para aliviar a fome no território palestino. O Exército israelense também indicou no sábado o lançamento aéreo de ajuda humanitária sobre Gaza e rejeitou as acusações de utilizar a fome como arma no território palestino, devastado por mais de 21 meses de guerra. No fim de maio, Israel suspendeu parcialmente o bloqueio total imposto a Gaza em março, que provocou severas carências de alimentos, medicamentos e outros produtos essenciais.<br /><br />A ONU e várias ONGs denunciaram um aumento da desnutrição infantil e o risco de uma fome generalizada entre os mais de dois milhões de habitantes. Israel divulgou na noite de sábado pelo Telegram imagens do lançamento em paraquedas de “sete lotes de ajuda contendo farinha, açúcar e conservas” sobre o território palestino, realizado “em coordenação com organizações internacionais e dirigido pelo Cogat”, um órgão do Ministério israelense da Defesa, responsável pelos assuntos civis nos Territórios Palestinos.<br /><br />Horas antes, o Ministério das Relações Exteriores de Israel havia anunciado “uma pausa humanitária nos centros civis e corredores humanitários para permitir a distribuição de ajuda”, responsabilizando a ONU pelo bloqueio. Esta “pausa tática” nos combates começará diariamente a partir deste domingo “das 10H00 às 20H00 (4H00 às 14H00 de Brasília)” nas áreas de Al Mawasi, Deir al Balah e Cidade de Gaza, onde as tropas israelenses não operam, especificou o Exército em um comunicado.<br /><br />Acrescentou, ainda, que serão designadas rotas “das 06H00 às 23H00 (00H00 às 17H00 de Brasília) para permitir a passagem com total segurança das caravanas da ONU e das organizações de ajuda humanitária que entregam e distribuem alimentos e medicamentos à população”. O diretor do Escritório de Assuntos Humanitários da ONU, Tom Fletcher, comemorou neste domingo o anúncio de que Israel abrirá rotas terrestres seguras para a entrada de comboios humanitários em Gaza.<br /><br />“Celebramos o anúncio das pausas humanitárias em Gaza para permitir a passagem de nossa ajuda. Estamos em contato com nossas equipes que estão lá, para que façam tudo o possível para alcançar o maior número possível de pessoas famintas”, escreveu no X.Antes de Israel anunciar a entrega de ajuda aérea, os Emirados Árabes Unidos indicaram no sábado que lançarão produtos essenciais pelo ar, assim como o Reino Unido, que também anunciou a retirada de “crianças que necessitam assistência médica”, em colaboração com “parceiros como a Jordânia”. Na sexta-feira, Paris, Berlim e Londres instaram Israel a “levantar imediatamente as restrições sobre o envio de ajuda”.<br /><br />“Nova dinâmica”<br />O diretor da agência da ONU para refugiados palestinos (UNRWA), Philippe Lazzarini, estimou no sábado, em publicação no X, que “o lançamento aéreo não acabará com a fome crescente. É caro, ineficaz e pode até matar civis famintos”. A ONU realizará na segunda e terça-feira uma conferência de alto nível em sua sede em Nova York para debater uma solução diplomática. Segundo o presidente da França, Emmanuel Macron, este encontro busca “abrir uma nova dinâmica em favor de um acordo justo e duradouro para o conflito israelense-palestino, baseado nos dois Estados, única solução capaz de garantir a paz e a segurança para todos na região”.<br /><br />A guerra foi desencadeada por um ataque sem precedentes realizado pelo movimento islamista Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, que causou, do lado israelense, a morte de 1.219 pessoas, a maioria civis, segundo levantamento da AFP baseado em dados oficiais. Em resposta, Israel lançou uma ofensiva que deixou pelo menos 59.733 mortos em Gaza, majoritariamente civis, de acordo com dados do Ministério da Saúde do Hamas, considerados confiáveis pela ONU.<br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Israel anuncia ‘pausa tática’ em partes de Gaza para permitir distribuição de ajuda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 18:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meio à crise humanitária na Palestina, atividade militar israelense será interrompida a partir deste domingo (27) das ’10h às 20h nas áreas de Al Mawasi, Deir al Balah e Cidade de Gaza’ Israel declarou neste domingo (27) uma “pausa tática” em suas operações militares em partes da Faixa de Gaza por razões humanitárias e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4254659980" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em meio à crise humanitária na Palestina, atividade militar israelense será interrompida a partir deste domingo (27) das ’10h às 20h nas áreas de Al Mawasi, Deir al Balah e Cidade de Gaza’ <br /><br />Israel declarou neste domingo (27) uma “pausa tática” em suas operações militares em partes da Faixa de Gaza por razões humanitárias e anunciou a autorização da passagem de caminhões com ajuda para aliviar a fome no território palestino. O Exército israelense também indicou no sábado o lançamento aéreo de ajuda humanitária sobre Gaza e rejeitou as acusações de utilizar a fome como arma no território palestino, devastado por mais de 21 meses de guerra. No fim de maio, Israel suspendeu parcialmente o bloqueio total imposto a Gaza em março, que provocou severas carências de alimentos, medicamentos e outros produtos essenciais.<br /><br />A ONU e várias ONGs denunciaram um aumento da desnutrição infantil e o risco de uma fome generalizada entre os mais de dois milhões de habitantes. Israel divulgou na noite de sábado pelo Telegram imagens do lançamento em paraquedas de “sete lotes de ajuda contendo farinha, açúcar e conservas” sobre o território palestino, realizado “em coordenação com organizações internacionais e dirigido pelo Cogat”, um órgão do Ministério israelense da Defesa, responsável pelos assuntos civis nos Territórios Palestinos.<br /><br />Horas antes, o Ministério das Relações Exteriores de Israel havia anunciado “uma pausa humanitária nos centros civis e corredores humanitários para permitir a distribuição de ajuda”, responsabilizando a ONU pelo bloqueio. Esta “pausa tática” nos combates começará diariamente a partir deste domingo “das 10H00 às 20H00 (4H00 às 14H00 de Brasília)” nas áreas de Al Mawasi, Deir al Balah e Cidade de Gaza, onde as tropas israelenses não operam, especificou o Exército em um comunicado.<br /><br />Acrescentou, ainda, que serão designadas rotas “das 06H00 às 23H00 (00H00 às 17H00 de Brasília) para permitir a passagem com total segurança das caravanas da ONU e das organizações de ajuda humanitária que entregam e distribuem alimentos e medicamentos à população”. O diretor do Escritório de Assuntos Humanitários da ONU, Tom Fletcher, comemorou neste domingo o anúncio de que Israel abrirá rotas terrestres seguras para a entrada de comboios humanitários em Gaza.<br /><br />“Celebramos o anúncio das pausas humanitárias em Gaza para permitir a passagem de nossa ajuda. Estamos em contato com nossas equipes que estão lá, para que façam tudo o possível para alcançar o maior número possível de pessoas famintas”, escreveu no X.Antes de Israel anunciar a entrega de ajuda aérea, os Emirados Árabes Unidos indicaram no sábado que lançarão produtos essenciais pelo ar, assim como o Reino Unido, que também anunciou a retirada de “crianças que necessitam assistência médica”, em colaboração com “parceiros como a Jordânia”. Na sexta-feira, Paris, Berlim e Londres instaram Israel a “levantar imediatamente as restrições sobre o envio de ajuda”.<br /><br />“Nova dinâmica”<br />O diretor da agência da ONU para refugiados palestinos (UNRWA), Philippe Lazzarini, estimou no sábado, em publicação no X, que “o lançamento aéreo não acabará com a fome crescente. É caro, ineficaz e pode até matar civis famintos”. A ONU realizará na segunda e terça-feira uma conferência de alto nível em sua sede em Nova York para debater uma solução diplomática. Segundo o presidente da França, Emmanuel Macron, este encontro busca “abrir uma nova dinâmica em favor de um acordo justo e duradouro para o conflito israelense-palestino, baseado nos dois Estados, única solução capaz de garantir a paz e a segurança para todos na região”.<br /><br />A guerra foi desencadeada por um ataque sem precedentes realizado pelo movimento islamista Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, que causou, do lado israelense, a morte de 1.219 pessoas, a maioria civis, segundo levantamento da AFP baseado em dados oficiais. Em resposta, Israel lançou uma ofensiva que deixou pelo menos 59.733 mortos em Gaza, majoritariamente civis, de acordo com dados do Ministério da Saúde do Hamas, considerados confiáveis pela ONU.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<item>
		<title>Parlamento do Irã solicita fechamento do estreito de Ormuz, trecho responsável por 20% do tráfego de petróleo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/parlamento-do-ira-solicita-fechamento-do-estreito-de-ormuz-trecho-responsavel-por-20-do-trafego-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2025 18:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão precisa ser aprovada pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional; desde sexta-feira (20), o preço do petróleo já registrava forte alta, com um salto de 8% devido ao conflito no Oriente Médio O Irã fez a primeira retaliação aos ataques dos Estados Unidos contra as instalações nucleares – Fordow, Natanz e Isfahan -, mas não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4213838614" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Decisão precisa ser aprovada pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional; desde sexta-feira (20), o preço do petróleo já registrava forte alta, com um salto de 8% devido ao conflito no Oriente Médio<br /><br />O Irã fez a primeira retaliação aos ataques dos Estados Unidos contra as instalações nucleares – Fordow, Natanz e Isfahan -, mas não foi uma resposta armamentista, pelo contrário, foi econômica. Isso porque o Parlamento do Irã solicitou, neste domingo (22), o fechamento do estreito de Ormuz, por onde transita 20% do tráfego mundial de petróleo por via marítima. A decisão, contudo, ainda não está valendo, pois depende da aprovação do Conselho Supremo de Segurança Nacional, órgão composto pelo presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, diversos ministros, três representantes do líder supremo e figuras das forças de segurança do país. Em entrevista a televisão estatal “Press TV”, o general Esmaeil Kousari, membro do Comitê de Segurança do Parlamento, afirmou que a câmara “alcançou um consenso” para bloquear o estratégico Estreito de Ormuz. Não ficou claro se a decisão de fechar a importante passagem marítima foi tomada por todo o Parlamento ou apenas pelo comitê do qual Kousari faz parte.</p>
<h3>Impacto mundial</h3>
<p>Cerca de 20% do petróleo mundial circula pelo estreito de Ormuz, uma passagem marítima estreita entre Irã e Omã, que as autoridades iranianas já ameaçaram várias vezes bloqueá-lo em resposta a tensões com os Estados Unidos e outras nações ocidentais. Desde sexta-feira (20), o preço do petróleo já registrava forte alta, com um salto de 8%. O barril tipo Brent, que é tido como referência globa, por exemplo, subiu 13,5%. Saiu de US$ 69,36 no dia 12 de junho, para US$ 78,74 no dia 19. Já o WTI, referência dos Estados Unidos, teve aumento de 10,9%, saltando de US$ 66,64 para US$ 73,88. Apesar de ficar entre o Irã e o Omã, são os Estados Unidos que são os responsáveis por proteger a navegação comercial no Estreito de Ormuz. A região é monitorada pela 5ª Frota da Marinha americana, com base no Bahrein.</p>
<div id="jp-truvid-ad">
<div> </div>
</div>
<div class="truvidPos truvidTagInternal"> </div>
<p>Conhecido do a artéria do trânsito mundial de petróleo, Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico (ao norte) com o Golfo de Omã (ao sul), e “deságua” no Mar da Arábia, e cerca de um quinto de todo o consumo mundial passa pelo estreito. Só do início de 2022 até maio deste ano, aproximadamente 17,8 a 20,8 milhões de barris por dia de petróleo bruto. Ormuz tem 33 km de largura, com canais de navegação de apenas 3 km em cada direção. Quando o conflito se escalou e o preço do petróleo subia, os analistas disseram que “os países da Opep+ dispõem de uma capacidade de produção de reserva considerável, estimada pela AIE em 5,5 milhões de barris por dia” que poderia permitir-lhes “compensar a perda de fornecimento de petróleo iraniano, mas não um bloqueio do estreito de Ormuz”.</p>
<h3><strong>Escalada do conflito</strong></h3>
<p><strong><a href="https://jovempan.com.br/tag/israel" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Israel</a></strong> e Irã têm trocado ataques diários com mísseis e drones desde a madrugada do último dia 13, quando o Estado judeu lançou bombardeios contra instalações militares e nucleares iranianas, resultando na morte de vários altos comandantes militares. A situação escalou com os os EUA bombardeando, na madrugada deste domingo, noite de sábado no horário de Brasília, três instalações nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Isfahan, nesses que são os primeiros bombardeios americanos em meio ao conflito entre Israel e Irã.</p>
<p>A ação deixou a tensão ainda maior e, somente neste domingo, foram registrados ataques israelenses contra dois alvos militares na província de Bushehr, que abriga a única usina nuclear iraniana, e uma usina elétrica em Yazd, enquanto que em Isfahan, foram ativados os sistemas de defesa com o objetivo de interceptar alvos hostis na região. O Estado judeu tem atacado instalações militares, civis e nucleares, além de hospitais e áreas residenciais. Nesses ataques, 430 pessoas morreram e cerca de 3,5 mil ficaram feridas, a maioria civis no Irã, enquanto em Israel foram registrados 24 falecimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan e EFE</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ataque à usina do Irã pode causar catástrofe nuclear, alerta agência</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ataque-a-usina-do-ira-pode-causar-catastrofe-nuclear-alerta-agencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 17:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Internacional de Energia Atômica da ONU alertou que impacto direto poderia causar liberação alta de radioatividade O chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, alertou, nesta sexta-feira (20/6), que um ataque à usina de Bushehr, no Irã, poderia causar catástrofe nuclear. Nessa quinta-feira (19/6), a AIEA, vinculada à Organização das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1815063124" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Agência Internacional de Energia Atômica da ONU alertou que impacto direto poderia causar liberação alta de radioatividade<br /><br />O chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, alertou, nesta sexta-feira (20/6), que um ataque à usina de Bushehr, no Irã, poderia causar catástrofe nuclear.<br /><br />Nessa quinta-feira (19/6), a AIEA, vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), informou que prédios importantes de outra usina nuclear, de Arak (foto em destaque), também conhecida como Khondab, foram danificados em consequência de ataques israelenses durante a noite.<br /><br />Segundo Grossi, impacto direto à usina nuclear de Bushehr poderia causar liberação muito alta de radioatividade no meio ambiente. Ele especificou que, até o momento, os ataques de Israel ao Irã “não causaram a liberação de radiação que afetaria a população”.</p>
<p><strong>Ofensiva israelense contra o Irã</strong></p>
<p>-Depois de diversas ameaças, Israel lançou em 13 de junho o que chamou de  “ataque preventivo” contra o Irã. O foco da operação foi o programa nuclear iraniano.<br />-O principal objetivo da ação, segundo o governo israelense, é impedir que o Irã consiga construir uma arma nuclear.<br />-Como resposta à operação israelense, o Irã lançou um exército de drones e mísseis contra o território de Israel.<br />-Em pronunciamento em 14 de junho, o premiê Benjamin Netanyahu afirmou que a ofensiva deve continuar. Ele prometeu ataques contra todas as bases iranianas.<br />-Até o momento, relatos indicam que parte do programa nuclear já foi afetada pelos ataques. Danos maiores, no entanto, dependem de bombas – ou da participação direta – dos EUA, o que tem sido solicitado pelo governo de Israel.</p>
<p>Nesta sexta-feira, o exército israelense informou que a Força Aérea atacou dezenas de instalações militares e um centro de pesquisa nuclear no Irã durante a madrugada. Um dos alvos foi a sede da Organização de Inovação e Pesquisa Defensiva do Irã (SPND), responsável pela pesquisa e desenvolvimento do programa nuclear iraniano.</p>
<p><em>“Dezenas de alvos foram atingidos, em particular áreas de produção de mísseis militares e a sede da SPND. [O centro é responsável pelo] desenvolvimento de tecnologias e armas avançadas a serviço das capacidades militares do regime”, detalhou o Exército israelense.</em></p>
<p>Os ataques aéreos israelenses foram realizados por mais de 60 caças, durante a madrugada, usando aproximadamente 120 munições para atingir alvos militares, incluindo “instalações de produção de componentes de mísseis e fábricas de matérias-primas utilizadas para a fabricação dos motores dos mísseis”, revelaram as Forças de Defesa de Israel.</p>
<p>Nessa quinta-feira, Israel classificou o ataque à instalação nuclear “inativa” de Arak como uma tentativa de impedir o potencial uso para o desenvolvimento de armas nucleares.</p>
<p>Depois dos ataques à usina nuclear, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que o bombardeio à usina era contrário à Carta das Nações Unidas e instou o Conselho de Segurança da ONU a responsabilizar Israel pelo ataque a uma usina nuclear.</p>
<p>“Se o Conselho não agir agora, deverá explicar à comunidade internacional porque seus princípios legais se aplicam apenas seletivamente a uma questão tão crucial. Também será o responsável final, juntamente com o regime israelense, caso o regime global de não proliferação nuclear um dia entre em colapso”, ressaltou Araghchi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Metrópoles</em></p>
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		<item>
		<title>Autoridades brasileiras são escoltadas sob sigilo em operação de evacuação em Israel</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/autoridades-brasileiras-sao-escoltadas-sob-sigilo-em-operacao-de-evacuacao-em-israel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 15:37:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com rota mantida em segredo, grupo parlamentar deixa Tel Aviv rumo à Jordânia em meio ao agravamento do conflito com o Irã; senador critica demora do governo brasileiro Um grupo de cerca de 12 autoridades brasileiras que estava em Tel Aviv, em Israel, iniciou nesta segunda-feira (16) uma operação de deslocamento terrestre em direção à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1093294768" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Com rota mantida em segredo, grupo parlamentar deixa Tel Aviv rumo à Jordânia em meio ao agravamento do conflito com o Irã; senador critica demora do governo brasileiro<br /><br />Um grupo de cerca de 12 autoridades brasileiras que estava em Tel Aviv, em Israel, iniciou nesta segunda-feira (16) uma operação de deslocamento terrestre em direção à Jordânia. A escolta, coordenada com apoio do governo israelense, visa garantir a segurança dos parlamentares e representantes do Brasil que estão no país em meio à escalada de tensões com o Irã. De acordo com o senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Israel, os horários e as rotas escolhidas estão sendo mantidos em sigilo por questões de segurança. A previsão é que o trajeto até a fronteira leve cerca de três horas.<br /><br />Ainda segundo o parlamentar, não há, até o momento, previsão para o resgate de um segundo grupo de autoridades brasileiras que permanece em solo israelense. “A operação está sendo organizada com extremo cuidado. Nossa prioridade é a segurança de todos”, afirmou Viana. O senador também solicitou ao governo de Israel um levantamento detalhado sobre o número de turistas brasileiros atualmente no país, a fim de dimensionar as ações necessárias para futuras operações de retirada.<br /><br />Em nota oficial divulgada neste domingo (15), o Ministério das Relações Exteriores de Israel confirmou que mantém contato direto com duas delegações brasileiras que estão no país a convite da pasta. Segundo o comunicado, o governo israelense está auxiliando as autoridades brasileiras “na busca pelas opções mais seguras para deixar Israel e retornar ao Brasil, em coordenação com a Embaixada do Brasil em Tel Aviv”. O ministério também destacou que as medidas de evacuação dependem diretamente da evolução do conflito na região.<br /><br />No fim de semana, o Grupo Parlamentar Brasil-Israel emitiu uma nota de repúdio à postura do governo brasileiro em relação ao conflito. No documento, o grupo expressou indignação e acusou o Brasil de se alinhar “aos que disseminam o terror”, ao invés de apoiar, segundo eles, “nações livres e democráticas”. Por sua vez, o Itamaraty reafirmou que segue em contato com as delegações brasileiras em Israel e com o Ministério das Relações Exteriores do país anfitrião para garantir que todos tenham segurança e possam retornar ao território brasileiro assim que as condições locais permitirem. A situação segue em acompanhamento pelas autoridades dos dois países.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Após atraso, cessar-fogo entre Israel e Hamas entra em vigor</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/apos-atraso-cessar-fogo-entre-israel-e-hamas-entra-em-vigor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jan 2025 15:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[Início da trégua foi atrasado em quase três horas após terroristas demorarem para divulgar lista de reféns que serão libertadas. Primeira fase do acordo deve durar seis semanas. O acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas entrou em vigor após um atraso de quase três horas, neste domingo (19). O início da trégua foi adiado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-649870380" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Início da trégua foi atrasado em quase três horas após terroristas demorarem para divulgar lista de reféns que serão libertadas. Primeira fase do acordo deve durar seis semanas.<br /><br />O acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas entrou em vigor após um atraso de quase três horas, neste domingo (19). O início da trégua foi adiado após o grupo terrorista demorar para divulgar a lista das primeiras reféns que serão libertadas.</p>
<div id="chunk-7fhv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Mais cedo, o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, divulgou um comunicado afirmando que o acordo não entraria em vigor até que o Hamas divulgasse a lista.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3kcoi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em seguida, o grupo terrorista declarou que não havia enviado os nomes ao governo de Israel por &#8220;razões técnicas&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c7o3i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O cessar-fogo deveria ter entrado em vigor às 8h30 pelo horário local (3h30 em Brasília). Com o atraso, as Forças de Defesa de Israel bombardearam algumas regiões de Gaza em uma operação aérea.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9fev">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Duas horas depois, o Hamas divulgou os nomes de três mulheres reféns que serão libertadas neste domingo. Veja a seguir:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-m91p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="55" data-block-id="14">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Romi Gonen, 24 anos: </strong>ela foi sequestrada em uma emboscada enquanto tentava deixar o festival Supernova.</li>
<li><strong>Emily Damari, 28 anos:</strong> a jovem possui nacionalidade britânica-israelense e foi sequestrada no Kibutz Kfar Aza, no sul de Israel.</li>
<li><strong>Doron Steinbrecher, 31 anos:</strong> enfermeira veterinária que também morava em Kfar Aza e foi rendida dentro do próprio apartamento.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-bt7cq">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="15">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure">
<div class="mceTemp"> </div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-732od">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Após receber a lista, o governo de Israel anunciou que o cessar-fogo começaria às 11h15, pelo horário local (6h15, em Brasília). Os detalhes dos nomes foram checados, e as famílias das reféns foram comunicadas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7pd87">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o governo israelense, o resgate das vítimas acontecerá às 16h, pelo horário local (11h, em Brasília). Outros quatro reféns devem ser libertados pelos terroristas nos próximos sete dias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bjaja">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O tratado, anunciado nos últimos dias, será implementado em três etapas. Nesta primeira fase, 33 reféns serão libertados gradualmente pelo Hamas. Em troca, as tropas de Israel irão recuar na <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/faixa-de-gaza/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/faixa-de-gaza/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Faixa de Gaza</a>. Além disso, prisioneiros palestinos também serão soltos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4d38o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Esta é a segunda vez que Israel e Hamas terão uma trégua, desde outubro de 2023. A primeira pausa no conflito aconteceu no fim de novembro daquele ano e durou apenas uma semana.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9ln1s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em Gaza, pessoas foram às ruas para comemorar o cessar-fogo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2nl36">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2>O acordo</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-86tsv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Israel e Hamas chegaram a um acordo que pode colocar um fim definitivo na guerra após mais de seis meses de negociações. As conversas foram mediadas por Estados Unidos, Catar e Egito. Confira a seguir o que prevê o texto.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1nikp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="8" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>🔵 1ª etapa: cessar-fogo e liberação de reféns</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1rmps">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="3" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Neste domingo (19):</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bau6a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="105" data-block-id="25">
<ul class="content-unordered-list">
<li>O cessar-fogo deveria começar às 8h30 no horário local (3h30 no de Brasília), mas atrasou após o Hamas não divulgar quais reféns seriam libertados.</li>
<li>A partir das 16h no horário local (11h de Brasília), o Hamas deve entregar reféns israelenses – são três mulheres vivas. O local não foi informado, mas Israel preparou locais para recebê-los em três cidades ao longo da fronteira com Gaza: Erez, Re&#8217;im e Kerem Shalom.</li>
<li>Na sequência, Israel entregará 95 prisioneiros palestinos. A lista não inclui nenhuma liderança do Hamas ou de outros grupos terroristas. Muitos são mulheres, crianças e outras pessoas que foram detidas recentemente e não foram julgadas.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-8ufja">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="5" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Ao longo da primeira semana</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7p56a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="111" data-block-id="27">
<ul class="content-unordered-list">
<li>No dia 25 de janeiro, Hamas entrega mais 5 mulheres israelenses vivas.</li>
<li>No mesmo dia, Israel, em troca, entrega até 250 palestinos (entre 30 e 50 para cada refém).</li>
<li>Os moradores do norte de Gaza poderão retornar a seus locais de origem, mas sem portar armas.</li>
<li>Tropas israelenses se retirarão do corredor Netzarim, a via principal de Gaza.</li>
<li>A travessia de Rafah, entre o Egito e Gaza, voltará gradualmente a operar, permitindo a passagem de pessoas doentes para tratamento fora do enclave.</li>
<li>Será permitido o aumento da entrada de ajuda humanitária a Gaza. A expectativa é que 600 caminhões possam entrar por dia, o triplo do máximo atingido durante o conflito.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-8102l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="3" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Nas semanas seguintes</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-55imb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="43" data-block-id="29">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Ocorrem liberações periódicas pelos dois lados, até um total de 33 reféns israelenses — vivos ou mortos — e quase 2 mil palestinos (1.167 detidos em Gaza desde o início da guerra e 737 remanescentes detidos antes de 8 de outubro de 2023).</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-cr8d0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>🔵 2ª etapa: liberação de mais reféns, fim das hostilidades e saída de Gaza</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6qrbd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="63" data-block-id="31">
<ul class="content-unordered-list">
<li>A expectativa é que os demais reféns israelenses vivos — em geral, soldados e civis jovens do sexo masculino —, e os corpos dos que morreram sejam devolvidos. Segundo o jornal israelense Haaretz, são 98 pessoas, 36 delas, mortas.</li>
<li>Em troca, Israel deve sair completamente da Faixa de Gaza, permanecendo ao longo da fronteira para proteger as cidades e vilarejos fronteiriços de Israel.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-dinnf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>🔵 3ª etapa: reconstrução de Gaza e devolução de corpos</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a5rdt">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="39" data-block-id="33">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Negociações sobre a reconstrução de Gaza, que poderia levar anos. Há, porém, um debate sobre quem governaria a região: Israel não aceita que seja o Hamas, que hoje controla o enclave.</li>
<li>Devolução de todos os demais corpos de reféns.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-4271q">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="34">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/KPNRsRu7QC3BBL_cbzr84V7wSDE=/0x0:650x820/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/B/7/eEpKr7SjmxGWyDYfDtfA/250118-info-cessar-fogo-gaza.png" sizes="auto, (max-width: 1536px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/5jVkF-kj_xv_2Lc4ArXw1CMyJNo=/0x0:650x820/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/B/7/eEpKr7SjmxGWyDYfDtfA/250118-info-cessar-fogo-gaza.png 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/KPNRsRu7QC3BBL_cbzr84V7wSDE=/0x0:650x820/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/B/7/eEpKr7SjmxGWyDYfDtfA/250118-info-cessar-fogo-gaza.png 984w, https://s2-g1.glbimg.com/9NdUptz7jvLO6WyfArk2ywC3hFE=/0x0:650x820/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/B/7/eEpKr7SjmxGWyDYfDtfA/250118-info-cessar-fogo-gaza.png 640w, https://s2-g1.glbimg.com/UYsk1qnh8RTNJ0ftCajOdxuvYwQ=/0x0:650x820/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/B/7/eEpKr7SjmxGWyDYfDtfA/250118-info-cessar-fogo-gaza.png 600w" alt="Libertação de reféns em Gaza — Foto: Editoria de Arte/g1" width="647" height="817" /><p class="wp-caption-text">Libertação de reféns em Gaza — Foto: Editoria de Arte/g1</p></div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p class="content-media__description  "> </p>
<p>Fonte: G1 </p>
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		<item>
		<title>Israel declara secretário-geral da ONU ‘persona non grata’ e proíbe sua entrada no país</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/israel-declara-secretario-geral-da-onu-persona-non-grata-e-proibe-sua-entrada-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 15:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Teerã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=44521</guid>

					<description><![CDATA[Ministro de Relações Exteriores do Estado judeu, Israel Katz, disse que António Guterres, das Nações Unidas, ‘presta apoio a terroristas, estupradores e assassinos’ O ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, anunciou nesta quarta-feira (2) que decidiu declarar o secretário-geral da ONU, António Guterres, como ‘persona non grata’ e proibir sua entrada no país, uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1656742857" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro de Relações Exteriores do Estado judeu, Israel Katz, disse que António Guterres, das Nações Unidas, ‘presta apoio a terroristas, estupradores e assassinos’<br /><br />O ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, anunciou nesta quarta-feira (2) que decidiu declarar o secretário-geral da ONU, António Guterres, como ‘persona non grata’ e proibir sua entrada no país, uma vez que considera que não condenou “de forma inequívoca” o ataque iraniano de terça-feira (1). “Qualquer pessoa que não possa condenar de forma inequívoca o ataque atroz do Irã contra Israel não merece pôr os pés em solo israelense.</p>
<p>Este é um secretário-geral anti-Israel que presta apoio a terroristas, estupradores e assassinos”, advertiu Katz no comunicado no qual fez o anúncio.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Novos bombardeios israelenses no Líbano deixam mais de 100 mortos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/novos-bombardeios-israelenses-no-libano-deixam-mais-de-100-mortos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 12:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra oriente medio]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=44458</guid>

					<description><![CDATA[Ministro da Defesa de Israel declarou que ‘nenhum lugar está longe demais’ para as forças armadas do país O exército israelense realizou novos ataques contra alvos do Hezbollah no Líbano neste domingo (29), resultando em mais de 100 mortos. A ofensiva ocorre dois dias após a morte de Hassan Nasrallah, líder do grupo islamista libanês, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1909075917" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro da Defesa de Israel declarou que ‘nenhum lugar está longe demais’ para as forças armadas do país<br /><br />O exército israelense realizou novos ataques contra alvos do Hezbollah no Líbano neste domingo (29), resultando em mais de 100 mortos. A ofensiva ocorre dois dias após a morte de Hassan Nasrallah, líder do grupo islamista libanês, em um bombardeio israelense que também matou dezenas de membros do Hezbollah. Em outra ação, Israel afirmou ter atingido alvos dos rebeldes huthis no oeste do Iêmen. Os insurgentes, apoiados pelo Irã, haviam reivindicado o lançamento de um míssil contra o aeroporto de Tel Aviv. Segundo a imprensa iemenita, quatro pessoas morreram nos bombardeios.<br /><br />Após os ataques, o ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, declarou que “nenhum lugar está longe demais” para as forças israelenses. O exército afirmou ter atingido 120 alvos no Líbano, incluindo áreas controladas pelo Hezbollah em Beirute. Segundo correspondentes locais, explosões foram ouvidas e colunas de fumaça podiam ser vistas nos subúrbios da capital libanesa. O Ministério da Saúde do Líbano atualizou o número de vítimas, relatando 105 mortos e 359 feridos. Em resposta aos ataques, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, alertou para a necessidade de evitar uma “guerra total” no Oriente Médio. O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, chegou ao Líbano para discutir a crise e oferecer ajuda humanitária.<br /><br />O Hezbollah, que continuou a lançar foguetes contra Israel, enfrenta agora o desafio de decidir como responder à morte de seu líder, Nasrallah, um dos homens mais influentes do Líbano. O Irã, aliado do grupo, também ameaçou retaliação. Especialistas indicam que o conflito coloca o Irã em um “difícil dilema”, já que a república islâmica, até o momento, tem evitado envolvimento direto no confronto. A crise também gerou um deslocamento em massa de civis. O primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, afirmou que cerca de 1 milhão de pessoas podem ser forçadas a deixar suas casas devido aos bombardeios israelenses, enquanto a ONU estima que mais de 250 mil já estão deslocadas dentro ou fora do país.<br /><br /><em>*Com informações da AFP</em><br /><em>Publicado por Felipe Cerqueira/Jovem Pan</em></p>
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		<title>Israel bombardeia o Líbano após discurso de Netanyahu na ONU</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/israel-bombardeia-o-libano-apos-discurso-de-netanyahu-na-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 17:27:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Beirute]]></category>
		<category><![CDATA[bombardeio]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-52630202" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Até o momento, não há confirmação do número de feridos. Bombardeio foi na sede do Hezbollah, no centro de Beirute<br /><br />Israel realizou um ataque no centro de Beirute, capital do Líbano, nesta sexta-feira (27/9). O bombardeio ocorreu logo após o discurso do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. De acordo com agências de notícias internacionais, esse foi o maior ataque contra o Líbano desde o início do conflito, há quase um ano.<br /><br />O secretário-geral do grupo Hezbollah, Hassan Nasrallah, teria sido o alvo de ataques aéreos israelenses. De acordo com o porta-voz israelense Daniel Hagari, os militares atacaram a sede do Hezbollah, que foi construída “sob prédios residenciais em Beirute para usá-los como escudos humanos”. Apesar dos esforços, a mídia internacional afirma que o líder do Hezbollah está vivo.<br /><br />Após o bombardeio, uma grande nuvem de fumaça foi vista saindo dos locais dos ataques. A fumaça podia ser vista da cidade de Batroun, a cerca de uma hora de carro do local. <br /><br />Equipes de emergência chegaram ao local, porém, até o momento, não há confirmação do número de feridos. Imagens do local mostraram vários prédios completamente destruídos, com incêndio sob os escombros. A Cruz Vermelha Libanesa informou ter enviado 10 equipes para o subúrbio de Dahiyeh, em Beirute, após o bombardeio.<br /><br />Najib Mikati, o primeiro-ministro interino do Líbano, disse que o ataque israelense a Beirute mostra que Israel “não se importa” com os apelos globais por um cessar-fogo no Líbano.</p>
<h4>Netanyahu na ONU</h4>
<p>Benjamin Netanyahu discursou, na manhã desta sexta-feira (27/9), na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.</p>
<p>Inicialmente, o primeiro-ministro israelense afirmou que “Israel busca a paz” e, se preciso, “conquistará a paz”. Logo em seguida, disse que seu país luta contra “inimigos selvagens” e disparou ameaças contra o Irã durante a fala: “Se vocês [Irã] nos atacarem, nós atacaremos. Não há lugar no Irã que nós não possamos alcançar. Isso é verdade para todo o Oriente Médio”.</p>
<p>Ainda durante o discurso, o primeiro-ministro disse que Israel “está comprometido a acabar com a maldição do terrorismo em toda a sociedade” e citou a atuação das forças armadas de Israel contra os grupos extremistas Hamas e Hezbollah. De acordo com Benjamin Netanyahu, o grupo xiita ataca Israel há cerca de uma ano.</p>
<p>Sobre os ataques ao Hezbollah, Netanyahu disse: “Israel deve derrotar o Hezbollah no Líbano. Israel vem tolerando essa situação por quase um ano e estou aqui hoje para dizer que chega. Israel não tem escolha e tem todo o direito de acabar com a ameaça e retomar a segurança dos nossos cidadãos. E é isso que estamos fazendo”, acrescentou.</p>
<p>Ainda no discurso, o primeiro-ministro acusou a ONU de ser uma entidade antissemita. “Não há nada de novo sob o sol […], não há nada de novo nas Nações Unidas. Na última década, houve mais ataques contra Israel aqui [na Assembleia da ONU] do que em todo o mundo. […] Desde 2014, Israel foi atacado mais de 100 vezes nesta tribuna. Isso é uma piada, é inconcebível. Sempre foi uma questão sobre a existência de Israel. Ataco esse antissemitismo na ONU”, discursou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
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