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	<title>isenção - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>isenção - Portal NDC</title>
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		<title>Câmara aprova isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-aprova-isencao-do-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 16:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta precisa agora ser votada no Senado A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º), com 493 votos favoráveis e nenhum contrário, o texto-base do projeto de Lei (PL) 1.087/2025, que prevê isenção de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas com renda mensal de até R$ 5 mil e desconto para quem ganha até R$ 7.350 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1169849904" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Proposta precisa agora ser votada no Senado</p>
<p><strong>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º), com 493 votos favoráveis e nenhum contrário, o texto-base do projeto de Lei (PL) 1.087/2025, que prevê isenção de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas com renda mensal de até R$ 5 mil </strong>e desconto para quem ganha até R$ 7.350 mensais. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1661087&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1661087&amp;o=node" /></p>
<p>A proposta, encaminhada pelo governo federal, ainda <strong>terá que ser aprovada no Senado, antes da sanção pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para entrar em vigor</strong>.</p>
<p>A redução do IR foi uma promessa de campanha de Lula em 2022. Enviado para a Câmara em março, o texto foi aprovado em uma comissão especial que analisou o texto.</p>
<p><strong>Atualmente, são isentos do imposto quem ganha até R$ 3.036</strong>. O projeto determina que, <strong>em 2026, as pessoas que ganham até R$ 5 mil, terão um desconto mensal de até R$ 312,89, de modo que o imposto devido seja zero.</strong> Já quem ganha de R$ 5.000,01 até R$ 7.350,00, o desconto será de R$ 978,62.</p>
<p>Segundo o governo, com a aprovação da proposta,<strong> serão beneficiados com a isenção mais de 26,6 milhões de contribuintes</strong>, em 2026.</p>
<p>Após a aprovação unânime, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), destacou que a aprovação é um dia histórico para o país e para o Parlamento.</p>
<p>&#8220;Aqui demonstramos que quando o tema é o bem-estar das famílias brasileiras, não há lados, nem divisões. É interesse do país acima de qualquer diferença&#8221;, disse. &#8220;A Câmara dos Deputados sabe ouvir, decidir e estar ao lado do Brasil&#8221;, acrescentou.</p>
<h2>Compensação</h2>
<p>Para compensar a isenção, cujo custo está estimado será de R$ 25,8 bilhões aos cofres públicos, o projeto prevê a tributação das pessoas com rendimentos acima de R$ 600 mil por ano, com uma alíquota progressiva de até 10%.</p>
<p>A alíquota máxima incidirá para quem recebe anualmente a partir de R$ 1,2 milhão. Além disso, ela não será aplicada para quem já paga a alíquota máximo do IR, que é de 27,5%.</p>
<p>Segundo o Ministério da Fazenda, a medida atingirá cerca de 140 mil pessoas, 0,13% dos contribuintes, que hoje pagam, em média, apenas 2,54% de Imposto de Renda.</p>
<p>O relator do projeto, deputado Arthur Lira (PP-AL), estima que haverá uma sobra de R$ 12,7 bilhões até 2027 com a taxação. Em seu parecer, Lira destinou esses recursos para compensar a redução da alíquota da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), instituída pela Reforma Tributária.</p>
<p>“É importante ressaltar que esse projeto vai atender diretamente a 15,5 milhões de pessoas no país. Esse projeto é fruto de uma base de cálculo de quase R$ 227 bilhões, que é apurado no imposto de renda no Brasil. E estamos discutindo uma renúncia de receita, no primeiro ano de, R$ 25,4 bilhões, portanto 10% do valor total do imposto de renda pago por todos os brasileiros”, disse.</p>
<h2>Justiça tributária</h2>
<p>O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) disse que com o projeto, o país começa a fazer justiça tributária.</p>
<p>“Nosso país é um país da desigualdade, é um país onde uma ínfima minoria detém a maior parte da riqueza enquanto a maioria do povo brasileiro vive em difíceis condições. A justiça tributária precisa ser feita e esse projeto que mira na justiça tributária. Uma justiça que pode reduzir as desigualdades, que pode fazer com que as pessoas de menor renda e a classe média brasileira possam ter uma capacidade de consumo melhor, uma capacidade de viver melhor a sua vida”, afirmou.</p>
<p>A deputada Fernanda Melchiona (PSOL-RS) lembrou que a iniciativa foi pautada após as manifestações de setembro contra a proposta de Emenda à Constituição (PEC) das prerrogativas, a chamada PEC da Blindagem e o projeto de anistia aos presos pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>“Esse projeto é muito importante, milhões de brasileiros serão impactados com a redução imediata do imposto de renda e com a redução para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7 mil e, ao mesmo tempo, um imposto mínimo que vai ser cobrado dos super-ricos”, completou.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>A iniciativa foi objeto de críticas de alguns parlamentares. O deputado Gilson Marques (Novo-SC) disse que os recursos não irão para os mais pobres e criticou a tributação de lucros e dividendos. </p>
<p>“Vamos cobrar dos mais ricos, são só 140 mil pessoas para dar para os mais pobres. Isso é mentira! Esse dinheiro não vai para os mais pobres, vai para os políticos. E é melhor que esse dinheiro ficasse ainda que com os mais ricos, porque são eles que empregam, compram as máquinas, fazem os produtos”, argumentou.</p>
<p>O texto determina que o emprego ou a entrega de lucros e dividendos por uma mesma pessoa jurídica a uma mesma pessoa física residente no Brasil em montante superior a R$ 50 mil mensal ficará sujeito à retenção na fonte do IRPF à alíquota de 10% sobre o total do valor pago, creditado, empregado ou entregue.</p>
<p>Não ficarão sujeitos à incidência do imposto sobre a renda na fonte, os lucros e dividendos relativos a resultados apurados até o ano-calendário de 2025, e cuja distribuição tenha sido aprovada até 31 de dezembro de 2025.</p>
<p>Mais cedo, o deputado Bibo Nunes (PL-RS) classificou a medida como &#8220;populista&#8221;, apesar de concordar que seja necessária. &#8220;É só jogada política, clientelismo, por que Lula não apresentou isso no primeiro ano [de governo]?”, questionou.</p>
<p>Para o deputado Luiz Carlos Hauly (Pode-PR), a proposta é uma medida eleitoral, mas sem reparo estrutural. “Isso resolveu o problema do imposto dos pobres? Não. O pobre continua pagando a mais alta carga tributária do mundo. Isso é enganação. Não tem nada a ver com a reestruturação do sistema de carga tributária sobre os pobres”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Haddad: isenção do IR até R$ 5 mil deve ser sancionada em outubro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-isencao-do-ir-ate-r-5-mil-deve-ser-sancionada-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 16:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Reforma é primeira tentativa de mexer com desigualdade social, diz O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse esperar que a nova faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais seja sancionada até outubro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao portal ICL Notícias, nesta terça-feira (23), o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1701739671" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Reforma é primeira tentativa de mexer com desigualdade social, diz</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse esperar que a nova faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais seja sancionada até outubro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1659846&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1659846&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Em entrevista ao portal ICL Notícias, nesta terça-feira (23), o ministro disse que o combate à desigualdade social é fator primordial para o desenvolvimento do Brasil, o que reforça o posicionamento do governo federal em favor da ampliação da faixa de isenção.</strong></p>
<p>Se tudo der certo, disse o ministro, “20 milhões vão deixar de pagar IR durante este mandato. Já atualizamos a faixa de isenção por três vezes neste governo. Em um mandato, passamos de uma faixa de R$ 1,9 mil [de isenção] para R$ 5 mil. Nunca houve isso”.</p>
<p><strong>Na avaliação de Haddad, a reforma do Imposto de Renda é a primeira real tentativa do Estado brasileiro para mexer no tema da desigualdade</strong>. “Além disso, a renda teve um aumento, em 3 anos, de 18% acima da inflação. Não sou eu quem está dizendo. São dados do IBGE. É o maior aumento de renda desde o Plano Real.”</p>
<blockquote>
<p>“Uma coisa é combater a miséria, e o presidente Lula está fazendo isso pela segunda vez, ao tirar o Brasil do mapa da fome. Agora, o tema da desigualdade, raramente foi tocado. Estamos entre os piores dez países em termos de distribuição de renda.”</p>
</blockquote>
<p><strong>O ministro destacou que, atualmente, o país ainda tem mais de R$ 600 bilhões em renúncias fiscais</strong>. “Na minha opinião, esse é o maior escândalo. Nós conseguimos reverter R$ 100 bilhões e foi essa crítica toda ao governo, uma renúncia que já estava batendo em R$ 700 ou R$ 800 bilhões&#8221;. Ele disse que o <strong>objetivo do governo é diminuir o imposto sobre o consumo ao cobrar mais imposto de renda dos ricos</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O Congresso Nacional tem, agora, uma oportunidade muito importante, de colocar o Brasil na rota da justiça social e do combate à desigualdade. Não podemos continuar sendo um dos dez piores países em termos de distribuição de renda. É muito difícil pensar em desenvolvimento com esse nível de desigualdade”, completou.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dólar bate R$ 6 pela primeira vez na história, com propostas de isenção de IR, taxação dos mais ricos e cortes de gastos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dolar-bate-r-6-pela-primeira-vez-na-historia-com-propostas-de-isencao-de-ir-taxacao-dos-mais-ricos-e-cortes-de-gastos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[B3]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
		<category><![CDATA[taxação]]></category>
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					<description><![CDATA[Na véspera, a moeda norte-americana teve alta de 1,80%, cotado a R$ 5,9124, cotação recorde. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, fechou em queda de 1,73%, aos 127.669 pontos. O dólar abriu em alta e bateu R$ 6 pela primeira vez na história nesta quinta-feira (28), com investidores atentos ao detalhamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-141933331" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Na véspera, a moeda norte-americana teve alta de 1,80%, cotado a R$ 5,9124, cotação recorde. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, fechou em queda de 1,73%, aos 127.669 pontos.<br /><br />O dólar abriu em alta e bateu R$ 6 pela primeira vez na história nesta quinta-feira (28), com investidores atentos ao detalhamento do pacote de corte de gastos e da isenção do Imposto de Renda para contribuintes que ganham até R$ 5 mil.</p>
<div id="chunk-46oro">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Já o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em baixa.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5omjl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Nesta manhã, os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, do Planejamento, Simone Tebet, e da Casa Civil, Rui Costa, realizaram uma coletiva com jornalistas para explicar mais detalhes do pacote anunciado na véspera.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8mud1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">As medidas, anunciadas por Haddad em um pronunciamento em rede nacional, preveem um corte de gastos de R$ 70 bilhões em 2025 e 2026. Entre as ações, estão uma limitação para o crescimento do salário mínimo, restrição para o abono salarial e uma alíquota de até 10% de imposto para pessoas que ganham mais de R$ 600 mil por ano.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7lngn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Além do pacote de corte, o governo também propôs isentar o Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (<a class="" href="https://g1.globo.com/politica/partido/pt/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/politica/partido/pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">PT</a>). Atualmente, o limite de isenção é de R$ 2.824.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-53epi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O anúncio, no entanto, teve sabor agridoce para o mercado financeiro. Isso porque apesar de ter cumprido com a economia esperada, a isenção do IR ainda pode ter um alto custo para o governo. <em>(entenda mais abaixo)</em></p>
<div id="chunk-boc4d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="6" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto"><strong>Veja abaixo o resumo dos mercados.</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-51ro8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="22" data-block-id="16">
<div id="chunk-3rlf9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>Dólar</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-80hi1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Às 12h34, o dólar subia 1,37%, cotado a R$ 5,9934. <strong>Na máxima do dia, chegou a R$ 6,009.</strong> <strong>Veja mais cotações.</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fbm46">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Na véspera, a moeda norte-americana fechou em alta de 1,80%, cotado a R$ 5,9124.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-clhqe">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="4" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto"><strong><span class="highlight highlighted">Com o resultado, acumulou:</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fn8t7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="21">
<ul class="content-unordered-list">
<li>alta de 1,70% na semana;</li>
<li>ganho de 2,27% no mês;</li>
<li>alta de 21,84% no ano.</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47051" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Captura-de-tela-2024-11-28-115233.webp" alt="" width="800" height="463" /></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7psms">
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<div id="chunk-f7cfs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="22">
<div class="content-intertitle">
<h2>Ibovespa</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-9imk2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">No mesmo horário, o Ibovespa caía 1,37%, aos 125.925 pontos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-qifo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Na véspera, o índice encerrou em queda de 1,73%, aos 127.669 pontos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2p7gj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="4" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto"><strong><span class="highlight highlighted">Com o resultado, acumulou:</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6f2h1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="26">
<ul class="content-unordered-list">
<li>queda de 1,12% na semana;</li>
<li>perdas de 1,57% no mês;</li>
<li>recuo de 4,85% no ano.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47052" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Captura-de-tela-2024-11-28-115333.webp" alt="" width="800" height="466" /></p>
<div id="chunk-638nf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="28">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que está mexendo com os mercados?</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-4cosj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O real tem sofrido uma desvalorização acentuada há semanas, conforme aumenta a cautela dos investidores com a condução das contas públicas brasileiras. Quando os gastos públicos estão elevados, o mercado passa a desconfiar da capacidade do país de arcar com suas dívidas no médio e longo prazo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-druq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Havia uma grande expectativa do mercado financeiro de que a equipe econômica do governo federal apresentasse algum pacote de cortes nos gastos públicos logo após o segundo turno das eleições municipais no Brasil. Foram vários adiamentos desde então.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-62ps6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Nesta quarta-feira, porém, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez um pronunciamento à nação anunciando o pacote de cortes nos gastos, com estimativa de poupar R$ 70 bilhões entre 2025 e 2026.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a6mk3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Com uma grande espera do mercado pelo anúncio de um novo pacote de cortes de gastos pelo governo, a notícia, que tinha tudo para ser bem recebida pelos investidores, se mostrassem um comprometimento do governo em cumprir com o arcabouço fiscal (conjunto de regras de equilíbrio orçamentário). Mas o efeito foi o contrário.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b350a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Haddad também anunciou a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês a partir de 2026, os agentes entendem que o pacote de cortes pode perder a força, e até comprometer a trajetória da dívida pública no futuro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3apof">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Segundo a economista-chefe da B.Side Investimentos, Helena Veronese, a medida, que era uma promessa de campanha de Lula (PT), será considerada uma vitória da ala política do governo, já que tudo indica que a equipe econômica foi contra o anúncio neste momento.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9apfk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="35">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">De acordo com a economista, a estimativa é que a medida, se aprovada, poderá custar R$ 40 bilhões por ano aos cofres públicos.</p>
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<div id="chunk-behtr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="63" data-block-id="36">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Ou seja, o dia, que deveria ser marcado pelo esperado pacote de contenção de despesas, poderá contar também com um aumento considerável nos gastos do governo. Na dúvida sobre se o anúncio será conjunto ou não, e sobre se o financiamento da isenção do IR será outro além do pacote de gastos, o mercado, claro, se posicionou de forma bastante defensiva&#8221;, explicou Veronese.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-epes5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="37">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Segundo Haddad, porém, o impacto estimado é de R$ 35 bilhões. O ministro disse que esse impacto deve ser compensado por medidas de taxação dos mais ricos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-54ii6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="38">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Na última sexta-feira (22), o governo já havia anunciado também um bloqueio de R$ 6 bilhões no Orçamento deste ano. Com isso, o governo totaliza R$ 19,3 bilhões já bloqueados nos últimos meses para tentar compensar o avanço das despesas obrigatórias, como gastos com a previdência.</p>
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<div id="chunk-8vk7j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="39">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Mesmo assim, o mercado ainda aguarda as demais medidas para entender como o governo pretende lidar com as contas públicas nos próximos anos.</p>
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<div id="chunk-e2ne1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="40">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">A ideia é que, com os cortes, o governo consiga equilibrar a situação das contas públicas e honrar o arcabouço fiscal. <span class="highlight highlighted">Contas mais controladas são bem vistas por investidores porque aumentam a confiança de que o país será capaz de arcar com suas dívidas.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9ce6s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="41">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">A decisão de atrelar o anúncio ao pacote de cortes tem como objetivo passar a mensagem de que o governo Lula não está fazendo o ajuste fiscal apenas em cima dos mais pobres.</p>
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<div id="chunk-47q17">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="42">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Segundo Matheus Pizzani, economista da CM Capital, o mercado recebe negativamente a notícia da isenção porque &#8220;não tem como pensar em um cenário em que essa isenção vá beneficiar o consumo das famílias em um nível suficiente para compensar o que seria ganho através da cobrança do imposto de renda para essa população&#8221;.</p>
</div>
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<div id="chunk-dl0df">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="43">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Assim, os investidores esperam maior previsibilidade e clareza sobre como o governo pretende fazer essa compensação de gastos e receitas, para avaliar se a medida será sustentável.</p>
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<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Fonte: G1</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">47046</post-id>	</item>
		<item>
		<title>MP solicita suspensão do concurso da Câmara Municipal de Manaus por ausência de cotas raciais e isenção parcial de taxa de inscrição</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mp-solicita-suspensao-do-concurso-da-camara-municipal-de-manaus-por-ausencia-de-cotas-raciais-e-isencao-parcial-de-taxa-de-inscricao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 14:21:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[AM]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[cotas raciais]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus, AM – O Ministério Público do Amazonas (MPAM) pediu a suspensão imediata do concurso da Câmara Municipal de Manaus (CMM), alegando ausência de cotas raciais e de isenção parcial da taxa de inscrição para candidatos. A ação civil pública foi apresentada pelo promotor Antônio Mancilha, que considera que o certame, ao não contemplar essas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1294136587" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p><strong><em>Manaus, AM</em></strong> – O Ministério Público do Amazonas (MPAM) pediu a suspensão imediata do concurso da Câmara Municipal de Manaus (CMM), alegando ausência de cotas raciais e de isenção parcial da taxa de inscrição para candidatos. A ação civil pública foi apresentada pelo promotor Antônio Mancilha, que considera que o certame, ao não contemplar essas políticas de inclusão, fere a Convenção Interamericana contra o Racismo, assinada pelo Brasil.</p>
<p>Em nota, a <strong>CMM</strong> afirmou que o edital foi aprovado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) sem apontamentos de irregularidades e que atendeu às demandas anteriores do MPAM. O concurso está mantido para o próximo domingo (17), com provas em Manaus, e é esperado que reúna mais de 20 mil candidatos. Até o momento, a Câmara ainda não foi oficialmente notificada sobre a ação civil.</p>
<p><strong>Base legal e pedido de suspensão</strong></p>
<p>O promotor Mancilha destacou que a ação foi motivada por uma denúncia de um candidato e se baseia em um tratado internacional que o Brasil ratificou, o qual assegura a inclusão de cotas raciais. &#8220;Apesar de não haver uma legislação municipal específica sobre cotas, fundamentamos a ação com base na Convenção Interamericana contra o Racismo, para garantir o direito à reserva de vagas para pessoas negras, indígenas e quilombolas&#8221;, explicou o promotor.</p>
<p>Na ação, o MPAM requer a inclusão imediata de cotas raciais no edital e a isenção da taxa de inscrição para candidatos que realizarem provas em horários diferentes, promovendo maior acessibilidade aos inscritos.</p>
<p><strong>Impacto da decisão e expectativas</strong></p>
<p>Caso a Justiça atenda ao pedido, o MPAM solicita a suspensão do concurso e a reabertura do prazo de inscrição para que os candidatos possam se registrar sob as novas diretrizes. A intenção é que o edital seja retificado em tempo hábil, considerando que a prova já está agendada para o dia 17 de novembro.</p>
<p>O promotor Antônio Mancilha reforçou a importância das denúncias e destacou o papel do MPAM na defesa da inclusão e dos direitos dos candidatos. &#8220;Estamos aguardando uma decisão judicial que respeite o interesse social e atenda à legislação de inclusão, promovendo equidade e respeito às normas de igualdade racial&#8221;, finalizou.</p>
<p>A medida do MPAM ressalta a necessidade de observância das políticas de inclusão e equidade em processos seletivos, trazendo à tona a importância de garantir direitos a todos os candidatos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">46312</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Isenção de compras de até US$ 50 na Shein e AliExpress vai acabar? Entenda a discussão no Câmara</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/isencao-de-compras-de-ate-us-50-na-shein-e-aliexpress-vai-acabar-entenda-a-discussao-no-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 18:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[AliExpress]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[discussão]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
		<category><![CDATA[Shein]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto esteve na pauta da Câmara dos Deputados nos últimos dias, mas não foi colocado para votação pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL) A discussão em torno do imposto de importação para compras de até US$ 50 em sites internacionais, como Shein e AliExpress, ganhou novos capítulos nas últimas semanas. O relator do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4194528852" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O projeto esteve na pauta da Câmara dos Deputados nos últimos dias, mas não foi colocado para votação pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL)<br /><br />A discussão em torno do imposto de importação para compras de até US$ 50 em sites internacionais, como Shein e AliExpress, ganhou novos capítulos nas últimas semanas. O relator do projeto que cria o Mover, o deputado Átila Lira, incluiu em seu relatório um trecho que determina o fim da faixa de isenção para o varejo internacional.<br /><br />O projeto esteve na pauta da Câmara dos Deputados nos últimos dias, mas não foi colocado para votação pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). Existe a expectativa que a proposta, que tramita em regime de urgência, seja apreciada pelos parlamentares na próxima semana. Caso seja aprovado na Câmara, o projeto ainda terá que tramitar no Senado. <br /><br />principal argumento de Átila para acabar com a faixa de isenção ao varejo estrangeiro é o “desequilíbrio com os produtos fabricados no Brasil, que pagam todos os impostos”.<br /><br />Em entrevista à EXAME, o deputado afirmou que a mudança é uma demanda do governo, na figura do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Geraldo Alckmin.<br /><br />“Acredito que temos votos para aprovar a matéria sem o apoio do PT. Estamos conversando e negociando”, disse. &#8220;Só vamos votar o Mover com a inclusão dessa medida que resolve a questão da indústria e varejo nacional&#8221;, concluiu o relator.<br /><br />O PT se divide sobre a questão. Uma ala do partido, liderada pelo deputado Paulo Guedes, autor de um projeto que sugere a manutenção da isenção para compras de até US$ 50 e diminuição da alíquota, defende que o fim da isenção não seja votado dentro do programa Mover. Outros deputados da sigla, alinhados ao Ministério da Fazenda, avaliam que a retomada da taxação é necessária não só para igualar os sites estrangeiros ao varejo nacional, mas também como instrumento de arrecadação.<br /><br />Varejistas chinesas falam em maior imposto do mundo e empresas brasileiras defendem o fim da isenção<br />As varejistas internacionais, principalmente Shein e AliExpress, se movimentam nos bastidores de Brasília para retirar o fim da isenção do texto. As empresas argumentam que o assunto não deve ser discutido via “jabuti” e que a carga tributária total, somando 60% do imposto de importação, 17% de ICMS e outros custos, pode chegar à 92%.<br /><br />O varejo e indústria nacional, por sua vez, soltaram um manifesto com mais de 60 entidades defendendo que os deputados aprovem o fim da isenção das compras na Shein e Aliexpress. O principal argumento é que a concorrência com as chinesas é “desleal” e vai custar os empregos dos setores.<br /><br />Desde agosto de 2023, as empresas inscritas no programa Remessa são isentas do imposto para compras de até US$ 50. A única tributação paga para aquisições até o valor limite é de 17% de ICMS. Compras acima dessa faixa pagam 60% de imposto de importação e a alíquota de ICMS.<br /><br />Hoje, sete empresas habilitadas no programa: Aliexpress, Shopee, Shein, Sinerlog Store, Amazon, Magazine Luiza e Mercado Livre.<br /><br />Governo discute imposto de 28% como alternativa ao fim da isenção<br />Em meio as discussões, a Fazenda tem como uma “solução” a redução da alíquota do tributo para 28%. O tema é caro ao Planalto em um momento que pesquisas de avaliação mostram queda da aprovação da gestão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No ano passado, diferentes membros do governo falaram sobre o tema, defendendo o fim ou a manutenção da isenção.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Exame</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">40606</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Reforma tributária: veja quais itens e atividades devem ter isenção, desconto ou imposto seletivo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/reforma-tributaria-veja-quais-itens-e-atividades-devem-ter-isencao-desconto-ou-imposto-seletivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 13:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[desconto]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=39668</guid>

					<description><![CDATA[Texto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo foi entregue pelo governo ao Congresso Nacional na última quarta-feira (24). O governo enviou ao Congresso Nacional o primeiro projeto de lei para regulamentar a reforma tributária sobre o consumo. O texto traz as regras para todos os produtos sujeitos aos novos Impostos sobre Valor Agregado (IVA) criados pela Proposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2752611897" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Texto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo foi entregue pelo governo ao Congresso Nacional na última quarta-feira (24).</p>
<div id="chunk-48a90">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O governo enviou ao Congresso Nacional o primeiro projeto de lei para regulamentar a reforma tributária sobre o consumo. O texto traz as regras para todos os produtos sujeitos aos novos Impostos sobre Valor Agregado (IVA) criados pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada no ano passado.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-endun">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A reforma tributária altera o atual sistema de cobrança de impostos para um formato de <strong>IVA Dual</strong>. Serão dois impostos que vão unir, de um lado, <strong>três tributos federais</strong> e, do outro, <strong>um estadual e um municipal:</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fkqi4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="31" data-block-id="12">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>o <strong>Imposto sobre Bens e Serviços (IBS</strong>) irá unificar o <strong>ICMS</strong> e o <strong>ISS</strong> (estadual e municipal);</li>
<li>a <strong>Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)</strong> vai unir <strong>PIS</strong>, <strong>Cofins</strong> e <strong>IPI </strong>(federais).</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-2tp0q">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Essa divisão já havia sido definida pela PEC do ano passado. Agora, a lei complementar define quais grupos de produtos terão regimes de cobrança diferenciada. Há setores da economia e categorias profissionais que podem ter isenções completas, descontos ou regimes específicos de tributação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5opvv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="3" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><strong><span class="highlight highlighted">Os principais são:</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9s8s0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="42" data-block-id="15">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>desconto de 30% das alíquotas do IBS e da CBS;</li>
<li>desconto de 60% das alíquotas do IBS e da CBS;</li>
<li>isentos das alíquotas do IBS e da CBS;</li>
<li>regime específico de tributação;</li>
<li>imposto seletivo (ou &#8220;imposto do pecado&#8221;, com cobranças mais altas).</li>
</ul>
<div id="chunk-b0gdc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Para todos os demais grupos, as estimativas apontam que o IBS e a CBS, somados, devem chegar a um percentual médio de 26,5% — isso se os parlamentares não mudarem o texto para adicionar novos grupos com descontos ou isentos durante a tramitação da lei complementar.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1usgc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A fase de transição da reforma tributária prevê um &#8220;período de testes&#8221; que ainda irá calibrar a alíquota dos IVAs. Segundo o governo, a ideia é manter a carga tributária atual.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a6c7i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><strong><span class="highlight highlighted">Veja abaixo quais são os produtos que estão enquadrados em cada uma das categorias de exceção.</span></strong></p>
<div id="chunk-4h0nm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2>Desconto de 30%</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-dq81o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">De acordo com o projeto enviado pelo governo, terão redução de 30% nas alíquotas do IBS e da CBS <strong><span class="highlight highlighted">profissões intelectuais de natureza científica, literária ou artística, submetidas à fiscalização por conselho profissional.</span></strong> Os trabalhadores liberais com esse desconto nos impostos serão:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8qiih">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="35" data-block-id="22">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>administradores;</li>
<li>advogados;</li>
<li>arquitetos e urbanistas;</li>
<li>assistentes sociais;</li>
<li>bibliotecários;</li>
<li>biólogos;</li>
<li>contabilistas;</li>
<li>economistas;</li>
<li>economistas domésticos;</li>
<li>profissionais de educação física;</li>
<li>engenheiros e agrônomos;</li>
<li>estatísticos;</li>
<li>médicos veterinários e zootecnistas;</li>
<li>museólogos;</li>
<li>químicos;</li>
<li>profissionais de relações públicas;</li>
<li>técnicos industriais;</li>
<li>técnicos agrícolas;</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-d5650">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">De acordo com o projeto, <strong>as alíquotas reduzidas se aplicam às seguintes regras</strong>:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-akbce">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="97" data-block-id="24">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>à prestação de serviços efetuada por <strong><span class="highlight highlighted">pessoa física</span></strong>, desde que os serviços prestados estejam <strong>vinculados à habilitação dos profissionais</strong>; e</li>
<li>à prestação de serviços efetuada por <strong><span class="highlight highlighted">pessoa jurídica</span></strong> que cumpra, cumulativamente, os seguintes requisitos:</li>
</ul>
<ol class="content-ordered-list theme-ordered-list-color-primary">
<li>os sócios devem possuir <strong><span class="highlight highlighted">habilitações profissionais diretamente relacionadas com os objetivos da sociedade</span></strong> e devem estar submetidos à fiscalização de conselho profissional;</li>
<li>não tenha como sócio pessoa jurídica;</li>
<li>não seja sócia de outra pessoa jurídica;</li>
<li><strong><span class="highlight highlighted">não exerça atividade diversa</span></strong> das habilitações profissionais dos sócios; e</li>
<li>os serviços relacionados à atividade-fim devem ser prestados <strong><span class="highlight highlighted">diretamente pelos sócios</span></strong>, admitido o concurso de auxiliares ou colaboradores.</li>
</ol>
<div id="chunk-lg8b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="26">
<div class="content-intertitle">
<h2>Desconto de 60%</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-agpc2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O projeto também estabelece a <strong><span class="highlight highlighted">redução em 60% das alíquotas do IBS e da CBS</span></strong> sobre operações com os seguintes bens e serviços:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-815fu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="85" data-block-id="28">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>serviços de educação;</li>
<li>serviços de saúde;</li>
<li>dispositivos médicos;</li>
<li>dispositivos de acessibilidade próprios para pessoas com deficiência;</li>
<li>medicamentos;</li>
<li>produtos de cuidados básicos à saúde menstrual;</li>
<li>alimentos destinados ao consumo humano;</li>
<li>produtos de higiene pessoal e limpeza majoritariamente consumidos por famílias de baixa renda;</li>
<li>produtos agropecuários, aquícolas, pesqueiros, florestais e extrativistas vegetais in natura;</li>
<li>insumos agropecuários e aquícolas;</li>
<li>produções nacionais artísticas, culturais, de eventos, jornalísticas e audiovisuais;</li>
<li>comunicação institucional;</li>
<li>atividades desportivas; e</li>
<li>bens e serviços relacionados a soberania e segurança nacional, segurança da informação e segurança cibernética.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-a6oom">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">De acordo com o projeto, os impostos reduzidos só serão aplicados caso se enquadrem em definições e regras específicas para cada um deles. As particularidades, nesse caso, vão do tipo de serviço prestado até listas específicas de medicamentos, por exemplo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6kgni">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><strong>Entre os alimentos, terão descontos de 60% das alíquotas:</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d0tgs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="140" data-block-id="31">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>carnes bovina, suína, ovina, caprina e de aves e produtos de origem animal (exceto foies gras), carne caprina e miudezas comestíveis de ovinos e caprinos;</li>
<li>peixes e carnes de peixes (exceto salmonídeos, atuns, bacalhaus, hadoque, saithe e ovas e outros subprodutos);</li>
<li>crustáceos (exceto lagostas e lagostim) e moluscos;</li>
<li>leite fermentado, bebidas e compostos lácteos;</li>
<li>queijos tipo mozarela, minas, prato, queijo de coalho, ricota, requeijão, queijo provolone, queijo parmesão, queijo fresco não maturado e queijo do reino;</li>
<li>mel natural;</li>
<li>mate;</li>
<li>farinha, grumos e sêmolas, grãos esmagados ou em flocos e amido de milho;</li>
<li>tapioca e seus sucedâneos;</li>
<li>óleos vegetais e óleo de canola;</li>
<li>massas;</li>
<li>sal de mesa iodado;</li>
<li>sucos naturais de fruta ou de produtos hortícolas sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes e sem conservantes;</li>
<li>polpas de frutas sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes e sem conservantes.</li>
</ul>
<div id="chunk-6m2v2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="33">
<div class="content-intertitle">
<h2>Isentos</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-ap7dv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Os bens e serviços que terão alíquotas do IBS e da CBS reduzidas a zero, observando definições e classificações, são:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fajju">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="69" data-block-id="35">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>dispositivos médicos;</li>
<li>dispositivos de acessibilidade para pessoas com deficiência;</li>
<li>medicamentos;</li>
<li>produtos de cuidados básicos à saúde menstrual;</li>
<li>produtos hortícolas, frutas e ovos;</li>
<li>automóveis de passageiros adquiridos por pessoas com deficiência ou com transtorno do espectro autista;</li>
<li>automóveis de passageiros adquiridos por motoristas profissionais que destinem o automóvel à utilização na categoria de aluguel (táxi); e</li>
<li>serviços prestados por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação – ICT sem fins lucrativos.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-d4iil">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="36">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ainda de acordo com o projeto, entre os <strong><span class="highlight highlighted">itens destinados à alimentação</span></strong> e classificados com <strong>imposto zero</strong> são:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-87jqa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="94" data-block-id="37">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>arroz;</li>
<li>leite fluido pasteurizado ou industrializado, na forma de ultrapasteurizado, leite em pó, integral, semidesnatado ou desnatado; e fórmulas infantis definidas por previsão legal específica;</li>
<li>manteiga;</li>
<li>margarina;</li>
<li>feijões;</li>
<li>raízes e tubérculos;</li>
<li>coco;</li>
<li>café;</li>
<li>óleo de soja;</li>
<li>farinha de mandioca;</li>
<li>farinha, grumos e sêmolas, de milho, e grãos esmagados ou em flocos, de milho;</li>
<li>farinha de trigo;</li>
<li>açúcar;</li>
<li>massas;</li>
<li>pão do tipo comum (contendo apenas farinha de cereais, fermento biológico, água e sal);</li>
<li>produtos hortícolas, exceto cogumelos e trufas;</li>
<li>ovos;</li>
<li>frutas frescas ou refrigeradas e frutas congeladas sem adição de açúcar ou de outros corantes.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-evj2l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="38">
<div class="content-intertitle">
<h2>Regime específico de tributação</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-5itgj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="39">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O projeto entregue pelo governo ao Congresso Nacional também prevê <strong><span class="highlight highlighted">regimes específicos de tributação</span></strong>, que vão variar de acordo com cada setor ou operação. Entre os itens e atividades com cobranças específicas estão <strong><span class="highlight highlighted">combustíveis</span></strong><span class="highlight highlighted">, </span><strong><span class="highlight highlighted">bares</span></strong><span class="highlight highlighted">, </span><strong><span class="highlight highlighted">restaurantes</span></strong><span class="highlight highlighted"> e </span><strong><span class="highlight highlighted">transporte coletivo</span></strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-394hv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="40">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">No caso dos combustíveis, o texto determina, entre outros pontos, que o IBS e o CBS incidirão uma única vez sobre as operações, ainda que iniciadas no exterior, sobre gasolina, etanol, diesel, gás natural.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2eupf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="41">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">As regras também incluem alíquotas uniformes em todo o território nacional, especificações por unidade de medida e diferenciações por tipo de produto. Além disso, as alíquotas serão reajustadas anualmente, observando o prazo mínimo de 90 dias entre sua fixação e início de vigência.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2e5vf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="42">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Os itens e atividades enquadrados em regimes específicos de tributação são:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4j365">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="52" data-block-id="43">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>combustíveis;</li>
<li>serviços financeiros;</li>
<li>planos de assistência à saúde;</li>
<li>concursos de prognósticos (loterias, por exemplo);</li>
<li>bens imóveis;</li>
<li>sociedades cooperativas;</li>
<li>bares, restaurantes, hotéis, parques de diversão e temáticos, transporte coletivo de passageiros e agências de viagem e de turismo;</li>
<li>Sociedade Anônima do Futebol (SAF);</li>
<li>missões diplomáticas, repartições consulares e operações alcançadas por tratado internacional.</li>
</ul>
<div id="chunk-b837o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="45">
<div class="content-intertitle">
<h2>Imposto seletivo</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-6cps9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="46">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O governo também propôs, junto com os estados, que o imposto seletivo, chamado de &#8220;imposto do pecado&#8221;, seja cobrado sobre alguns produtos e atividades específicos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b4qo3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="47">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O objetivo é que bens e serviços que sejam <strong><span class="highlight highlighted">prejudiciais à saúde</span></strong><strong><span class="highlight highlighted">e ao meio ambiente</span></strong> tenham um <strong>imposto maior</strong> do que o restante da economia. Os itens classificados como imposto seletivo são:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a62jv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="21" data-block-id="48">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>veículos poluentes;</li>
<li>embarcações e aeronaves;</li>
<li>cigarros;</li>
<li>bebidas alcoólicas;</li>
<li>bebidas açucaradas;</li>
<li>bens minerais extraídos, como minério de ferro, petróleo e gás natural.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-5glr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="49">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">&#8220;O presente projeto especifica os produtos sobre os quais o imposto seletivo incidirá, bem como a forma pela qual se dará a tributação sobre cada categoria de produto. As alíquotas a serem aplicadas serão definidas posteriormente por lei ordinária&#8221;, conclui o texto do projeto.</p>
</div>
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</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Fonte: G1 </p>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-9s8s0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="42" data-block-id="15">
<div id="chunk-a6c7i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="18">
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="52" data-block-id="43">
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		<title>Senado aprova PEC que Isenta IPVA de carros com mais de 20 anos de fabricação</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/senado-aprova-pec-que-isenta-ipva-de-carros-com-mais-de-20-anos-de-fabricacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 03:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[carros]]></category>
		<category><![CDATA[IPVA]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
		<category><![CDATA[mais de 20 anos]]></category>
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					<description><![CDATA[O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (13) uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que isenta o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) de carros com mais de 20 anos de fabricação. Atualmente, os critérios para isenção de impostos variam nos estados. Enquanto alguns estados não oferecem isenção, em outros ela começa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2950500523" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (13) uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que isenta o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) de carros com mais de 20 anos de fabricação. Atualmente, os critérios para isenção de impostos variam nos estados. Enquanto alguns estados não oferecem isenção, em outros ela começa a valer a partir dos 30 anos de idade. A proposta agora será analisada pela Câmara dos Deputados.</p>
<p>O ponto central da PEC é a inclusão dos carros de passeio na lista de veículos que já são beneficiados pela isenção, como aeronaves agrícolas e tratores. De autoria do senador Cleitinho (Republicanos-MG), a PEC, caso seja aprovada, será uniformizada, com validade em todo o território nacional.</p>
<p>Atualmente, três estados brasileiros cobram IPVA de veículos com mais de 20 anos de fabricação: Santa Catarina, Minas Gerais e Pernambuco. Já outras unidades da federação, como Acre, Amapá e Rio Grande do Norte, beneficiam os automóveis antigos com isenção do imposto a partir do 10º ano de fabricação.</p>
<p>No relatório sobre a proposta, o senador Marcos Rogério (PL-RO) menciona as perdas de arrecadação que alguns estados teriam se a PEC for aprovada. Mas ele também diz que é importante ter uma regra justa que trate os estados da mesma forma, com benefícios iguais para todos.</p>
<p>Uma pesquisa recente realizada pelo Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) revelou que a frota de carros em circulação no Brasil é a mais velha desde 1995.</p>
<p>De 2020 para 2021, o número de veículos com mais de 20 anos aumentou de 2,5 milhões para 3,6 milhões (+44%). Esse aumento foi causado, principalmente, pela pandemia da Covid-19, que elevou os preços dos veículos, inclusive dos usados, e reduziu o poder de compra das pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: R7</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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