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	<title>Isac - Portal NDC</title>
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		<title>Atraso no pagamento de médicos gera dívida de R$ 3 milhões em Goiás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 00:36:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A empresa responsável por pagamentos de médicos na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), Mansões Odisseia e no Hospital Bom Jesus, em Águas Lindas de Goiás, alega R$ 3 milhões em atrasos. Em nota, a HelpMed se manifestou após a reportagem do Metrópoles que denunciou,  que médicos estão há meses sem receber. A empresa alega que sofreu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3191053494" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A empresa responsável por pagamentos de médicos na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), Mansões Odisseia e no Hospital Bom Jesus, em Águas Lindas de Goiás, alega R$ 3 milhões em atrasos. Em nota, a HelpMed se manifestou após a reportagem do Metrópoles que denunciou,  que médicos estão há meses sem receber.</p>
<p>A empresa alega que sofreu calote e que conta com o Poder Público para equilibrar as contas.<br />
Os profissionais são contratados como pessoas jurídicas pela HelpMed, que presta serviço ao Instituto de Saúde e Cidadania (Isac) – a Organização Social que mantinha contrato com a Prefeitura de Águas Lindas para gerenciar a UPA e o hospital, até junho, quando suspendeu e não arcou com as despesas.</p>
<p>De acordo com a empresa de prestação de serviços, foram feitas várias tentativas de negociação com o Instituto de Saúde e Cidadania (Isac), todas sem sucesso.</p>
<p>“A HelpMed vem buscando com veemência o pagamento da Administração Pública e do Isac pelos serviços médicos prestados. A HelpMed nunca deixou de prestar os serviços e conta com mais de R$ 3 milhões em atraso”.</p>
<p>Segundo nota, a empresa tentou também responsabilizar o município “diante de seu papel subsidiário nos pagamentos”, novamente sem êxito. “Mesmo em relevante prejuízo, a Helpmed adiantou valores aos médicos envolvendo R$ 2 milhões, ainda que sem recebimento pelo Isac”, completa.</p>
<p>Em 2023, a prefeitura havia criado um fundo municipal com os restos a pagar da Secretaria de Saúde, para reconhecer e quitar as dívidas que o instituto tinha feito ao longo da execução. Em 15 de dezembro, a Secretaria de Economia Municipal publicou um chamamento público para que os profissionais e as empresas que estejam nessa situação possam solicitar o pagamento.</p>
<p>A empresa conta com esse fundo para receber os valores devidos. “A Helpmed se solidariza com a situação enfrentada pelos médicos e acredita na iminente resolução da questão, certa de que haverá bom senso pelo Poder Público em remediar esta crise na gestão da saúde pública”, completou.</p>
<p>“Tenho um total de R$ 16 mil para receber, com metade da minha fonte de renda sendo de lá. Fiquei mais dois meses usando o cheque especial e pagando juros de mais de R$ 10 mil, para não deixar atrasar a conta”, relatou um profissional.</p>
<h3>Conhecida no DF</h3>
<p>Atuando no Entorno do Distrito Federal, o Isac já era conhecido no DF. Em 2016, na gestão do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), o Governo do Distrito Federal tentava flexibilizar a contratação de organizações sociais para gerir a saúde da capital do país.</p>
<p>Na época, uma das entidades credenciadas era o Isac. A entidade, com sede em Brasília, deixou um rastro de problemas em Jacobina, na Bahia, onde tinha firmado contrato de gestão com a prefeitura no valor de R$ 15,6 milhões, conforme o Metrópoles revelou na época.</p>
<p>A crise foi tão grande na saúde pública local que o contrato de gestão firmado com o Instituto Saúde e Cidadania sofreu intervenção do município. A entidade foi acusada de deixar de abastecer o hospital e a clínica que administrava. O Isac ainda teria deixado dívidas com fornecedores, num total de R$ 3 milhões.</p>
<p>Em 2018, o Ministério Público de Contas do Distrito Federal publicou um parecer contrário ao Isac e com diversos apontamentos de irregularidades em contratos firmados pela Organização Social com outros municípios do país.</p>
<p>“Discordamos da proposta de manutenção do sobrestamento da análise de mérito dos presentes autos, porque como se vê não houve esforços efetivos para apurar as irregularidades e ilegalidades indicadas”, conclui o relatório.</p>
<p>A reportagem questionou o governo de Goiás se havia ciência da situação no município, mas o estado goiano respondeu apenas que não há gestão estadual em Águas Lindas.</p>
<p>O Metrópoles procurou a prefeitura, a Secretaria de Saúde e a Secretaria de Comunicação, mas não teve resposta. O espaço segue aberto caso queiram se manifestar.</p>
<p>A reportagem também procurou o Instituto Saúde e Cidadania. Inclusive, no site da Secretaria de Saúde, o contato com o Isac segue até então como para a população tirar dúvidas. Do mesmo modo, não houve resposta.</p>
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<p>Fonte: Metrópolis</p>
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