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	<title>irregularidades - Portal NDC</title>
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		<title>Ação movida nos tribunais alemães por vítimas de Brumadinho recebe 300 novas adesões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 22:44:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação movida nos tribunais alemães por pessoas atingidas pela tragédia ocorrida em Brumadinho (MG) recebeu cerca de 300 adesões nos últimos dias. A informação foi divulgada pelo escritório anglo-americano Pogust Goodhead, que representa as vítimas. Dessa forma, chega a 1,4 mil o número de pessoas que pleiteiam uma indenização em torno de 600 milhões de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4119600806" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Ação movida nos tribunais alemães por pessoas atingidas pela tragédia ocorrida em Brumadinho (MG) recebeu cerca de 300 adesões nos últimos dias. A informação foi divulgada pelo escritório anglo-americano Pogust Goodhead, que representa as vítimas. Dessa forma, chega a 1,4 mil o número de pessoas que pleiteiam uma indenização em torno de 600 milhões de euros. O montante equivale a pouco mais R$ 3,2 bilhões.</p>
<p>O alvo da ação é a Tüv Süd, empresa alemã contratada pela Vale para avaliar a barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho. Segundo investigações policiais, a empresa assinou uma declaração de estabilidade falsa que permitiu à mineradora manter as atividades na estrutura, que se encontrava em situação precária.</p>
<p>A declaração de estabilidade de cada barragem, emitida por uma auditora especializada, deve ser apresentado à Agência Nacional de Mineração (ANM) duas vezes ao ano. O documento é obrigatório para a continuidade das operações da estrutura. Sem ele, as atividades devem ser paralisadas.</p>
<p>O rompimento da estrutura completa cinco anos nesta quinta-feira (25). A tragédia matou 270 pessoas – 272 na contagem das vítimas, incluindo os bebês de duas mulheres que morreram grávidas – e produziu impactos ambientais e socioeconômicos em diversas cidades mineiras.</p>
<p>O processo na Alemanha envolveu inicialmente um pequeno grupo de vítimas. Aos poucos, novos autores foram sendo incorporados. As prefeituras de Brumadinho e Mário Campos também buscam indenização. O caso tramita no Tribunal Regional Superior de Munique. O escritório Pogust Goodhead, que representa as vítmas, atua em parceria com o escritório alemão Manner Spangenberg.</p>
<p>Em audiências já realizadas, eles argumentaram haver provas que atestam a participação da Tüv Süd na tragédia. A empresa se defendeu sustentando não ter responsabilidade no episódio.</p>
<p>Em nota, a Tüv Süd manifestou solidariedade às vítimas, mas se disse segura de que não tem responsabilidade legal pelo rompimento da barragem e que as alegações dos autores da ação não têm base jurídica. &#8220;Apoiamos o fato de o tribunal alemão estar analisando em profundidade os pedidos, o que inclui o esclarecimento de questões legais que podem ser relevantes. As declarações de estabilidade foram emitidas de acordo com a legislação, estando em conformidade com a regulamentação brasileira em vigor na data de sua emissão&#8221;, diz o texto.</p>
<h3>Indiciamentos</h3>
<p>Em setembro de 2019, a Polícia Federal (PF) indiciou 13 pessoas por uso de documento falso – sete funcionários da Vale e seis da Tüv Süd. As investigações revelaram que a declaração de estabilidade da barragem era fruto de fraude, pois foram desconsiderados os parâmetros normativos. Uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais concluiu que os signatários do documento calcularam um fator de segurança incompatível com as boas práticas de engenharia internacional.</p>
<p>A denúncia formulada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com base em investigações conduzidas em parceria com a Polícia Civil, também concluiu que a declaração de estabilidade era fraudulenta. A empresa alemã foi apontada como corresponsável pela tragédia por assumir os riscos, junto com a Vale, já que ambas tinham conhecimento da situação crítica da barragem e esconderam as informações do Poder Público e da sociedade.</p>
<p>Como o caso foi posteriormente federalizado atualmente 16 réus respondem um processo criminal na Justiça Federal. São 11 funcionários da mineradora e cinco da Tüv Süd.</p>
<h3>Indenizações</h3>
<p>Na esfera cível, a reparação dos danos coletivos vem ocorrendo sobretudo a partir de um acordo judicial firmado em fevereiro de 2021 entre a Vale, o governo mineiro, o MPMG, o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública de Minas Gerais. Foram previstos diversos projetos que demandarão R$ 37,68 bilhões da mineradora.</p>
<p>As indenizações individuais e trabalhistas não foram abarcadas neste acordo e são discutidas em negociações específicas. Existem outros acordos firmados pela Vale com o Ministério Público do Trabalho (MPT), com a Defensoria Pública de Minas Gerais e também com sindicatos que fixaram parâmetros e procedimentos para pagamento de valores indenizatórios. Ainda assim, nem todas as vítimas se sentiram contempladas e algumas optaram por mover ações judiciais próprias.</p>
<p>A Tüv Süd, no entanto, tem ficado de fora de todas as decisões e negociações em torno das indenizações no Brasil. Ainda assim, a empresa alemã tem feito provisões anualmente.</p>
<p>Em 2021, o relatório financeiro da empresa indicou uma reserva de 28,5 milhões de euros para eventuais custos de defesa e consultorias judiciais em processos envolvendo a tragédia. Já em 2022, o último relatório disponível menciona provisões que somam 73,4 milhões de euros para vários riscos de responsabilidade, incluindo custos que podem surgir em decorrência do rompimento da barragem no Brasil.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Clínica de estética em shopping de luxo é interditada após fiscalização</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/clinica-de-estetica-em-shopping-de-luxo-e-interditada-apos-fiscalizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 01:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[clínica de estética]]></category>
		<category><![CDATA[Decon]]></category>
		<category><![CDATA[interdição]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[irregularidades]]></category>
		<category><![CDATA[PrimeSculp]]></category>
		<category><![CDATA[shopping de luxo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma clínica de estética foi interditada na manhã desta quarta-feira (27), em um shopping de luxo na zona oeste do Rio, após uma fiscalização da Polícia Civil, da Vigilância Sanitária e de Zoonoses identificar uma série de irregularidades, como medicamentos vencidos e de uso exclusivo para hospitais, como o Propofol, um potente anestésico que foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2606498782" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Uma clínica de estética foi interditada na manhã desta quarta-feira (27), em um shopping de luxo na zona oeste do Rio, após uma fiscalização da Polícia Civil, da Vigilância Sanitária e de Zoonoses identificar uma série de irregularidades, como medicamentos vencidos e de uso exclusivo para hospitais, como o Propofol, um potente anestésico que foi apontado como responsável pela morte do cantor Michael Jackson.</p>
<p>De acordo com a investigação, apesar de não ter licença sanitária para realizar procedimentos estéticos invasivos e de alta complexidade, a clínica PrimeSculp oferecia os serviços livremente pelas redes sociais.</p>
<p>Durante a fiscalização, policiais da Decon e demais agentes encontraram uma sala de cirurgia improvisada e evidências de que no local eram realizadas cirurgias como lipoaspiração, mamoplastia e mastopexia (implantes de silicone), além de procedimentos de instalação de balão intragástrico, o que demandaria equipamentos específicos de UTI, além de contrato com ambulância e hospital de retaguarda.</p>
<p>“O que de fato não havia e acabava por expor em risco a vida dos pacientes, além de contrariar as normas e autorizações vigentes para o local”, afirma a Polícia Civil.</p>
<p>Após a interdição do local, a gerente da clínica de estética foi encaminhada para a Delegacia Especial de Crimes Contra o Consumidor, onde prestou depoimento e foi liberada.</p>
<p>Segundo as investigações, os sócios da PrimeSculp são proprietários de outras clínicas na cidade do Rio de Janeiro e já são investigados por uma fraude milionária envolvendo reembolsos de operadoras de planos de saúde. De acordo com a polícia, eles não foram encontrados no local e vão responder por crimes contra as relações de consumo.</p>
<p>A CNN solicitou uma nota para o Shopping VillageMall, onde funciona a clínica, e também fez contato pelo número disponível nas redes sociais da PrimeSculp e aguarda um posicionamento.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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