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	<title>Irã - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Irã - Portal NDC</title>
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		<title>Dólar sobe e petróleo dispara com ataque militar ao Irã; entenda</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dolar-sobe-e-petroleo-dispara-com-ataque-militar-ao-ira-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 23:33:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ataque militar]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
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					<description><![CDATA[Analistas voltam atenção para situação no Estreito de Ormuz O preço do petróleo no mercado internacional disparou na manhã desta segunda-feira (2), primeiro dia útil após a ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que tem como saldo a morte de, ao menos, centenas de pessoas, incluindo o líder supremo do país, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2918126330" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Analistas voltam atenção para situação no Estreito de Ormuz</p>
<p><strong>O preço do petróleo no mercado internacional disparou na manhã desta segunda-feira (2), primeiro dia útil após a ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que tem como saldo a morte de, ao menos, centenas de pessoas, incluindo o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, e outras autoridades do primeiro escalão.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1680217&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1680217&amp;o=node" /></p>
<p>Pouco depois das 12h, o contrato futuro do petróleo tipo Brent, referência global da matéria-prima, era negociado em Londres perto de US$ 79 o barril, o que representa alta de cerca de 7,6%.</p>
<p>Já o WIT, negociado em Nova York, era cotado a pouco mais de US$ 71 o barril, o que representa salto de cerca de 6%.</p>
<p><strong>Os produtos são negociados 24h por dia nos dias úteis, e as cotações oscilam de acordo com humores do mercado. </strong></p>
<p>No Brasil, pouco antes das 13h, as ações da Petrobras negociavam na B3 (bolsa de valores de São Paulo) a R$ 44,39, alta de 3,90%. </p>
<h2>Estreito de Ormuz</h2>
<p><strong>De acordo com analistas, a alta do petróleo reflete preocupação com a situação do Estreito de Ormuz.</strong></p>
<p>A passagem marítima fica ao sul do Irã e liga os golfos Pérsico ou de Omã. Por lá, passam cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás.</p>
<p><strong>O economista Rodolpho Sartori, da agência classificadora de risco de crédito Austin Rating, explicou à Agência Brasil que o Estreito de Ormuz é a principal rota global para o transporte de petróleo vindo do Irã, Arábia Saudita, Iraque, grandes produtores da commodity (matéria-prima negociada em grandes quantidades e preços internacionais).</strong></p>
<blockquote>
<p>“É o principal fator que faz o preço do petróleo explodir. Com o Estreito de Ormuz fechado, a oferta cai muito e, consequentemente, os preços sobem quase que de forma imediata.”</p>
</blockquote>
<p><strong>No sábado, dia dos primeiros ataques, houve relatos de centenas de embarcações ancoradas, sem poder atravessar o estreito.</strong></p>
<p><strong>Sartori lembra que o barril do Brent chegou a bater 13% de alta nesta segunda, superando US$ 80. </strong>Segundo ele, a alta “é sintomática, pois expõe o quão volátil podem ser os preços em cenários de conflito”.</p>
<p>Para Sartori, enquanto o conflito seguir, e o Estreito de Ormuz seguir fechado, é esperado que os preços do petróleo sigam elevados “e até subam conforme os estoques disponíveis se reduzam”.</p>
<h2>Problema logístico</h2>
<p><strong>O gerente da tesouraria do Banco Daycoval, Otávio Oliveira, frisa que a preocupação global não é com a produção de petróleo, mas sim com a questão logística</strong>.</p>
<p>De acordo com Oliveira, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+) já anunciou no domingo (1º) o aumento da produção, como forma de garantir a oferta do combustível.</p>
<blockquote>
<p>“A Opep tem capacidade produtiva ociosa suficiente para poder suprir o Irã, se o país for retirado da equação produtiva do petróleo global”, avalia.</p>
</blockquote>
<p>No entanto, o gerente chama atenção para a logística do Estreito de Ormuz. “Realmente é estreito, com pouca coisa você conseguiria fechá-lo. Um conflito, então, nem se fala”, diz tesoureiro do banco especializado em crédito, investimento e mercado de câmbio.</p>
<p><strong>De acordo com Oliveira, a interrupção do tráfego de navios levaria a uma “bagunça” em todas as cadeias produtivas.</strong> Na visão dele, mesmo sendo exportador de petróleo, o Brasil poderia ser afetado por importar derivados do óleo bruto, que chegariam encarecidos ao país.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p><strong>O economista Rodolpho Sartori aponta que, caso a guerra dure bastante tempo, a alta do preço do petróleo pode levar à necessidade de repasse de preços ao consumidor, o que representaria um “repique na inflação”.</strong></p>
<p>O gerente da tesouraria do Banco Daycoval, Otávio Oliveira, não descarta que o conflito tenha como reflexo a diminuição da magnitude do corte de juros no país.</p>
<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central já anunciou que pretende <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/bc-confirma-corte-da-selic-em-marco-mas-mantera-juros-restritivos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">cortar a taxa básica de juros</a>, a Selic, na reunião do conselho em março. </p>
<blockquote>
<p>“Tem a possibilidade de esse corte de juros vir um pouco mais tímido. Talvez não 0,50 ponto percentual (p.p.), talvez 0,25 p.p.”, assinala.</p>
</blockquote>
<p>Atualmente, a Selic está em 15% ao ano. Quanto menor a taxa, maior o incentivo à atividade econômica e a geração de emprego.</p>
<h2>Dólar</h2>
<p>O dólar também apresenta alta nesta segunda-feira, interrompendo uma trajetória de queda das ultimas semanas, quando atingiu o menor valor em 21 meses. </p>
<p><strong>Pouco depois das 12h, a cotação da moeda estrangeira beirava R$ 5,20, alta perto de 1%</strong>.</p>
<p><strong>Otávio Oliveira, do Daycoval, explica que, em um primeiro momento, ocorre um movimento chamado de fuga do risco, quando investidores migram recursos de países emergentes, considerados investimento de risco, para economias mais consolidadas.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Tem a venda do real e a compra de outros ativos, tal qual o próprio dólar, que se fortalece globalmente, e outras moedas que são justamente utilizadas para momentos como esse, como o iene, japonês”, detalha.</p>
</blockquote>
<p>Quando uma moeda e muito procurada, o preço dela sobe. O inverso acontece quando uma moeda é muito vendida.</p>
<p><strong>Rodolpho Sartori, da Austin ratings, considera o cenário do dólar complexo. “Em outros períodos, incertezas globais gerariam um dólar mais forte, mas parece que estamos em uma mudança de paradigma”, diz.</strong></p>
<p>Ele avalia que a questão geopolítica que envolve a gestão do presidente Donald Trump leva a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/ouro-bate-recordes-na-cotacao-internacional-entenda-os-motivos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">incertezas</a> que “têm pesado contra a própria moeda”.</p>
<blockquote>
<p>“Parece-me natural que haja algum repique no dólar nesses primeiros dias de conflito, mas não temos mais o quadro do dólar se valorizar de forma abrupta por conta de conflitos, como antes ocorria. Imagino que a moeda americana siga oscilando na faixa de R$ 5,20 a R$ 5,25”, estima Sartori.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Embaixador do Irã diz que enriquecimento nuclear “nunca vai parar”</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/embaixador-do-ira-diz-que-enriquecimento-nuclear-nunca-vai-parar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 13:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[Embaixador do Irã na ONU afirmou que o Irã poderá, em questão de meses, voltar a produzir urânio enriquecido após os ataques O embaixador do Irã nas Nações Unidas, Amir-Saeid Iravani, alegou que o enriquecimento nuclear do país “nunca vai parar”, pois é permitido para fins de “energia pacífica” pelo Tratado de Não Proliferação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1814403277" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Embaixador do Irã na ONU afirmou que o Irã poderá, em questão de meses, voltar a produzir urânio enriquecido após os ataques<br /><br />O embaixador do Irã nas Nações Unidas, Amir-Saeid Iravani, alegou que o enriquecimento nuclear do país “nunca vai parar”, pois é permitido para fins de “energia pacífica” pelo Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares. A declaração foi feita nesse domingo (29/6), dias após o cessar-fogo com Israel.<br /><br />De acordo com Iravani, o enriquecimento nuclear é um direito do Irã.</p>
<h3>Enriquecimento de urânio pelo Irã</h3>
<ul>
<li>O Irã é um dos 191 países que fazem parte do<strong> Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP).</strong></li>
<li>O acordo visa impedir a disseminação de armas nucleares ao redor do mundo, mas não proíbe, ou impõe limites, ao enriquecimento de urânio para os Estados signatários. Eles, contudo, devem se submeter a inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) para garantir que seus<strong> programas nucleares sejam pacíficos.</strong></li>
<li>Apesar disso, o <strong>Irã passou a enriquecer urânio ao nível de 60%, nível muito acima do utilizado para fins civis,</strong> e próximo ao necessário para a construção de uma arma nuclear: 90%. Além disso, o país também dificultou inspeções da AIEA.</li>
<li>Com isso, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) aprovou uma resolução contra o país em 12 de junho de 2025, alegando que o Irã <strong>descumpriu obrigações firmadas no TNP.</strong></li>
<li>A resolução contra o Irã foi o ponto de partida para os ataques israelenses. O argumento de Israel foi o de que a retaliação da AIEA deixava claro que os iranianos buscavam uma arma nuclear. Teerã, no entanto, afirmou que seu<strong> programa nuclear é voltado para fins pacíficos.</strong></li>
</ul>
<hr />
<p>“O enriquecimento é nosso direito, um direito inalienável, e queremos implementar esse direito”, contou o embaixador à CBS News.</p>
<p>Ele acrescentou que o país estava disposto a negociar, mas ressaltou que uma rendição incondicional não pode ser considerada uma negociação.</p>
<div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle">
<blockquote>“[Teerã está] pronta para a negociação, mas, depois dessa agressão, não é uma condição adequada para uma nova rodada de negociações, e não há nenhum pedido de negociação e reunião com o presidente”, relata Iravani.</blockquote>
<p>O embaixador também relatou que inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (<a href="https://www.metropoles.com/mundo/ira-pode-voltar-a-enriquecer-uranio-em-questao-de-meses-diz-aiea" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">AIEA</a>) estão atualmente no Irã, mas não têm acesso às instalações nucleares do país. Ele negou que haja qualquer ameaça, por parte do governo iraniano, à segurança do diretor-geral da agência, Rafael Grossi, ou dos inspetores.</p>
<p>Ao citar os Estados Unidos, Iravani alegou que “estão ditando a política em relação a nós. Se eles estiverem prontos para negociar, nos encontrarão prontos para isso. Mas se quiserem nos ditar, é impossível qualquer negociação com eles”.</p>
<p>As declarações do embaixador ocorrem em um momento em que os Estados Unidos e outros países pressionam o Irã a retomar as negociações sobre o programa nuclear</p>
<p>Iravani acrescentou que o Irã poderá, em questão de meses, voltar a produzir urânio enriquecido após os ataques.</p>
<h4>Suspensão</h4>
<p>A AIEA, órgão nuclear das Nações Unidas (ONU), informou que ainda não recebeu comunicação oficial do Irã sobre a decisão do Parlamento e do Conselho dos Guardiões da Revolução Islâmica de suspender totalmente a cooperação com a entidade.</p>
<p>A medida, segundo autoridades iranianas, foi aprovada após os bombardeios de Israel e dos Estados Unidos contra instalações nucleares do país persa.</p>
<p>Em resposta à possibilidade de o Irã recusar o acesso dos inspetores da AIEA, o diretor da agência Rafael Mariano Grossi explica que a presença dela no Irã não é um gesto de generosidade, mas “uma responsabilidade internacional”.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Metrópoles </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55572</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Parlamento do Irã solicita fechamento do estreito de Ormuz, trecho responsável por 20% do tráfego de petróleo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/parlamento-do-ira-solicita-fechamento-do-estreito-de-ormuz-trecho-responsavel-por-20-do-trafego-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2025 18:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão precisa ser aprovada pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional; desde sexta-feira (20), o preço do petróleo já registrava forte alta, com um salto de 8% devido ao conflito no Oriente Médio O Irã fez a primeira retaliação aos ataques dos Estados Unidos contra as instalações nucleares – Fordow, Natanz e Isfahan -, mas não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1644711035" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Decisão precisa ser aprovada pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional; desde sexta-feira (20), o preço do petróleo já registrava forte alta, com um salto de 8% devido ao conflito no Oriente Médio<br /><br />O Irã fez a primeira retaliação aos ataques dos Estados Unidos contra as instalações nucleares – Fordow, Natanz e Isfahan -, mas não foi uma resposta armamentista, pelo contrário, foi econômica. Isso porque o Parlamento do Irã solicitou, neste domingo (22), o fechamento do estreito de Ormuz, por onde transita 20% do tráfego mundial de petróleo por via marítima. A decisão, contudo, ainda não está valendo, pois depende da aprovação do Conselho Supremo de Segurança Nacional, órgão composto pelo presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, diversos ministros, três representantes do líder supremo e figuras das forças de segurança do país. Em entrevista a televisão estatal “Press TV”, o general Esmaeil Kousari, membro do Comitê de Segurança do Parlamento, afirmou que a câmara “alcançou um consenso” para bloquear o estratégico Estreito de Ormuz. Não ficou claro se a decisão de fechar a importante passagem marítima foi tomada por todo o Parlamento ou apenas pelo comitê do qual Kousari faz parte.</p>
<h3>Impacto mundial</h3>
<p>Cerca de 20% do petróleo mundial circula pelo estreito de Ormuz, uma passagem marítima estreita entre Irã e Omã, que as autoridades iranianas já ameaçaram várias vezes bloqueá-lo em resposta a tensões com os Estados Unidos e outras nações ocidentais. Desde sexta-feira (20), o preço do petróleo já registrava forte alta, com um salto de 8%. O barril tipo Brent, que é tido como referência globa, por exemplo, subiu 13,5%. Saiu de US$ 69,36 no dia 12 de junho, para US$ 78,74 no dia 19. Já o WTI, referência dos Estados Unidos, teve aumento de 10,9%, saltando de US$ 66,64 para US$ 73,88. Apesar de ficar entre o Irã e o Omã, são os Estados Unidos que são os responsáveis por proteger a navegação comercial no Estreito de Ormuz. A região é monitorada pela 5ª Frota da Marinha americana, com base no Bahrein.</p>
<div id="jp-truvid-ad">
<div> </div>
</div>
<div class="truvidPos truvidTagInternal"> </div>
<p>Conhecido do a artéria do trânsito mundial de petróleo, Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico (ao norte) com o Golfo de Omã (ao sul), e “deságua” no Mar da Arábia, e cerca de um quinto de todo o consumo mundial passa pelo estreito. Só do início de 2022 até maio deste ano, aproximadamente 17,8 a 20,8 milhões de barris por dia de petróleo bruto. Ormuz tem 33 km de largura, com canais de navegação de apenas 3 km em cada direção. Quando o conflito se escalou e o preço do petróleo subia, os analistas disseram que “os países da Opep+ dispõem de uma capacidade de produção de reserva considerável, estimada pela AIE em 5,5 milhões de barris por dia” que poderia permitir-lhes “compensar a perda de fornecimento de petróleo iraniano, mas não um bloqueio do estreito de Ormuz”.</p>
<h3><strong>Escalada do conflito</strong></h3>
<p><strong><a href="https://jovempan.com.br/tag/israel" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Israel</a></strong> e Irã têm trocado ataques diários com mísseis e drones desde a madrugada do último dia 13, quando o Estado judeu lançou bombardeios contra instalações militares e nucleares iranianas, resultando na morte de vários altos comandantes militares. A situação escalou com os os EUA bombardeando, na madrugada deste domingo, noite de sábado no horário de Brasília, três instalações nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Isfahan, nesses que são os primeiros bombardeios americanos em meio ao conflito entre Israel e Irã.</p>
<p>A ação deixou a tensão ainda maior e, somente neste domingo, foram registrados ataques israelenses contra dois alvos militares na província de Bushehr, que abriga a única usina nuclear iraniana, e uma usina elétrica em Yazd, enquanto que em Isfahan, foram ativados os sistemas de defesa com o objetivo de interceptar alvos hostis na região. O Estado judeu tem atacado instalações militares, civis e nucleares, além de hospitais e áreas residenciais. Nesses ataques, 430 pessoas morreram e cerca de 3,5 mil ficaram feridas, a maioria civis no Irã, enquanto em Israel foram registrados 24 falecimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan e EFE</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ataque à usina do Irã pode causar catástrofe nuclear, alerta agência</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ataque-a-usina-do-ira-pode-causar-catastrofe-nuclear-alerta-agencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 17:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Internacional de Energia Atômica da ONU alertou que impacto direto poderia causar liberação alta de radioatividade O chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, alertou, nesta sexta-feira (20/6), que um ataque à usina de Bushehr, no Irã, poderia causar catástrofe nuclear. Nessa quinta-feira (19/6), a AIEA, vinculada à Organização das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2596756066" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Agência Internacional de Energia Atômica da ONU alertou que impacto direto poderia causar liberação alta de radioatividade<br /><br />O chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, alertou, nesta sexta-feira (20/6), que um ataque à usina de Bushehr, no Irã, poderia causar catástrofe nuclear.<br /><br />Nessa quinta-feira (19/6), a AIEA, vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), informou que prédios importantes de outra usina nuclear, de Arak (foto em destaque), também conhecida como Khondab, foram danificados em consequência de ataques israelenses durante a noite.<br /><br />Segundo Grossi, impacto direto à usina nuclear de Bushehr poderia causar liberação muito alta de radioatividade no meio ambiente. Ele especificou que, até o momento, os ataques de Israel ao Irã “não causaram a liberação de radiação que afetaria a população”.</p>
<p><strong>Ofensiva israelense contra o Irã</strong></p>
<p>-Depois de diversas ameaças, Israel lançou em 13 de junho o que chamou de  “ataque preventivo” contra o Irã. O foco da operação foi o programa nuclear iraniano.<br />-O principal objetivo da ação, segundo o governo israelense, é impedir que o Irã consiga construir uma arma nuclear.<br />-Como resposta à operação israelense, o Irã lançou um exército de drones e mísseis contra o território de Israel.<br />-Em pronunciamento em 14 de junho, o premiê Benjamin Netanyahu afirmou que a ofensiva deve continuar. Ele prometeu ataques contra todas as bases iranianas.<br />-Até o momento, relatos indicam que parte do programa nuclear já foi afetada pelos ataques. Danos maiores, no entanto, dependem de bombas – ou da participação direta – dos EUA, o que tem sido solicitado pelo governo de Israel.</p>
<p>Nesta sexta-feira, o exército israelense informou que a Força Aérea atacou dezenas de instalações militares e um centro de pesquisa nuclear no Irã durante a madrugada. Um dos alvos foi a sede da Organização de Inovação e Pesquisa Defensiva do Irã (SPND), responsável pela pesquisa e desenvolvimento do programa nuclear iraniano.</p>
<p><em>“Dezenas de alvos foram atingidos, em particular áreas de produção de mísseis militares e a sede da SPND. [O centro é responsável pelo] desenvolvimento de tecnologias e armas avançadas a serviço das capacidades militares do regime”, detalhou o Exército israelense.</em></p>
<p>Os ataques aéreos israelenses foram realizados por mais de 60 caças, durante a madrugada, usando aproximadamente 120 munições para atingir alvos militares, incluindo “instalações de produção de componentes de mísseis e fábricas de matérias-primas utilizadas para a fabricação dos motores dos mísseis”, revelaram as Forças de Defesa de Israel.</p>
<p>Nessa quinta-feira, Israel classificou o ataque à instalação nuclear “inativa” de Arak como uma tentativa de impedir o potencial uso para o desenvolvimento de armas nucleares.</p>
<p>Depois dos ataques à usina nuclear, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que o bombardeio à usina era contrário à Carta das Nações Unidas e instou o Conselho de Segurança da ONU a responsabilizar Israel pelo ataque a uma usina nuclear.</p>
<p>“Se o Conselho não agir agora, deverá explicar à comunidade internacional porque seus princípios legais se aplicam apenas seletivamente a uma questão tão crucial. Também será o responsável final, juntamente com o regime israelense, caso o regime global de não proliferação nuclear um dia entre em colapso”, ressaltou Araghchi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Metrópoles</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Irã diz que ‘apoia firmemente exército e governo’ da Síria após ofensiva rebelde</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ira-diz-que-apoia-firmemente-exercito-e-governo-da-siria-apos-ofensiva-rebelde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 17:02:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Síria]]></category>
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					<description><![CDATA[País persa é um forte aliado da nação governada por Bashar al Assad, onde Teerã está envolvido militarmente desde o início da guerra civil síria em 2011, enviando conselheiros a pedido das autoridades locais O Irã, aliado da Síria, “apoia firmemente o exército e o governo” deste país, disse o ministro das Relações Exteriores iraniano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1109978610" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>País persa é um forte aliado da nação governada por Bashar al Assad, onde Teerã está envolvido militarmente desde o início da guerra civil síria em 2011, enviando conselheiros a pedido das autoridades locais<br /><br />O Irã, aliado da Síria, “apoia firmemente o exército e o governo” deste país, disse o ministro das Relações Exteriores iraniano neste domingo (1), após uma ofensiva de uma coalizão de grupos rebeldes dominados por islamistas com a qual conseguiram tomar a cidade de Aleppo. O Irã é um forte aliado da Síria, onde Teerã está envolvido militarmente desde o início da guerra civil síria em 2011, enviando conselheiros a pedido das autoridades locais para apoiar o presidente Bashar al Assad.<br /><br />Uma coalizão de grupos rebeldes, dominada por islamistas, tomou o controle de grande parte de Aleppo, a segunda maior cidade da Síria, e de seu aeroporto, em uma ofensiva relâmpago que começou na quarta-feira (27) e deixou centenas de mortos. “Apoiamos firmemente o exército e o governo da Síria”, afirmou Abbas Araqchi antes de partir para Damasco. “O exército sírio vencerá novamente esses grupos terroristas, como no passado”, disse ele, citado pela agência de notícias oficial Irna.<br /><br />Araqchi declarou na sexta-feira (29) que estes incidentes na Síria faziam parte de “um plano americano-sionista para perturbar a estabilidade e a segurança na região”, informou seu ministério. O chefe da diplomacia iraniana, cuja última visita à Síria foi em outubro, viajará em seguida para a Turquia. A visita de Araqchi à Síria ocorre depois que as autoridades iranianas relataram no sábado um ataque ao consulado da República Islâmica em Aleppo por parte de “elementos terroristas”.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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		<title>Israel declara secretário-geral da ONU ‘persona non grata’ e proíbe sua entrada no país</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/israel-declara-secretario-geral-da-onu-persona-non-grata-e-proibe-sua-entrada-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 15:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Teerã]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro de Relações Exteriores do Estado judeu, Israel Katz, disse que António Guterres, das Nações Unidas, ‘presta apoio a terroristas, estupradores e assassinos’ O ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, anunciou nesta quarta-feira (2) que decidiu declarar o secretário-geral da ONU, António Guterres, como ‘persona non grata’ e proibir sua entrada no país, uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-118928197" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro de Relações Exteriores do Estado judeu, Israel Katz, disse que António Guterres, das Nações Unidas, ‘presta apoio a terroristas, estupradores e assassinos’<br /><br />O ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, anunciou nesta quarta-feira (2) que decidiu declarar o secretário-geral da ONU, António Guterres, como ‘persona non grata’ e proibir sua entrada no país, uma vez que considera que não condenou “de forma inequívoca” o ataque iraniano de terça-feira (1). “Qualquer pessoa que não possa condenar de forma inequívoca o ataque atroz do Irã contra Israel não merece pôr os pés em solo israelense.</p>
<p>Este é um secretário-geral anti-Israel que presta apoio a terroristas, estupradores e assassinos”, advertiu Katz no comunicado no qual fez o anúncio.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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		<item>
		<title>Presidente do Irã morre em queda de helicóptero, confirma mídia estatal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/presidente-do-ira-morre-em-queda-de-helicoptero-confirma-midia-estatal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 12:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[helicóptero]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Morre]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente do Irã]]></category>
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					<description><![CDATA[Outras oito pessoas estavam na aeronave, incluindo o ministro das Relações Exteriores do país, Hossein Amir Abdollahian A mídia iraniana confirmou a morte do presidente do Irã, Ebrahim Raisi, de 63 anos, e do ministro das Relações Exteriores, Hossein Amir Abdollahian, após um acidente de helicóptero na província montanhosa do Azerbaijão Oriental. A mídia estatal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3652919535" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Outras oito pessoas estavam na aeronave, incluindo o ministro das Relações Exteriores do país, Hossein Amir Abdollahian<br /><br />A mídia iraniana confirmou a morte do presidente do Irã, Ebrahim Raisi, de 63 anos, e do ministro das Relações Exteriores, Hossein Amir Abdollahian, após um acidente de helicóptero na província montanhosa do Azerbaijão Oriental.<br /><br />A mídia estatal iraniana Press TV e as agências de notícias semioficiais Tasnim e Mehr relataram que todos os que estavam a bordo foram mortos.<br /><br />Estavam na aeronave também o governador da província do Azerbaijão Oriental, Malek Rahmati; o condutor da oração de sexta-feira de Tabriz, Imam Mohammad Ali Alehashem; bem como comandante, copiloto, chefe de tripulação, chefe de segurança e outro guarda-costas.</p>
<p>Imagens de drones dos destroços tiradas pelo Crescente Vermelho e transmitidas pela agência de notícias estatal Fars mostraram o local do acidente em uma encosta íngreme e arborizada, com pouco resto do helicóptero, além de uma cauda azul e branca.</p>
<p>Pelo menos 73 equipes de resgate foram até o local, perto da vila de Tavil, na província iraniana do Azerbaijão Oriental, de acordo com Pir-Hossein Kolivand, chefe do Crescente Vermelho Iraniano, informou a Tasnim.</p>
<h2>Quem é Ebrahim Raisi?</h2>
<p>Nascido em 1960, o presidente Ebrahim Raisi começou sua carreira como promotor no início da década de 1980 e passou de procurador-geral de Teerã em 1994 para chefe de justiça do país em 2019.</p>
<p>Raisi assumiu o cargo de presidente em 19 de junho de 2021, depois de vencer uma eleição historicamente não competitiva.</p>
<p>Muitos iranianos se recusaram a participar de uma eleição amplamente vista como manipulada. Houve a adesão de 48,8% dos eleitores – menor número desde o estabelecimento da República Islâmica do Irã, em 1979.</p>
<p>O Departamento do Tesouro dos EUA sancionou Raisi em novembro de 2019, citando sua participação na “comissão da morte” de 1988 como promotor, e um relatório das Nações Unidas indicando que o judiciário do Irã aprovou a execução de pelo menos nove crianças entre 2018 e 2019.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<item>
		<title>Guerra Mundial: entenda riscos de conflito entre Israel e Irã</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/guerra-mundial-entenda-riscos-de-conflito-entre-israel-e-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2024 15:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[guerra mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Cenário de instabilidade pode levar à guerra global, diz especialista O risco de uma nova guerra mundial existe caso o conflito entre Israel e Irã se consolide, o que pode arrastar o planeta para uma crise econômica de grandes proporções, segundo especialistas entrevistados pela Agência Brasil. O mundo aguarda o desfecho do conflito após Israel [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3573838405" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Cenário de instabilidade pode levar à guerra global, diz especialista<br /><br />O risco de uma nova guerra mundial existe caso o conflito entre Israel e Irã se consolide, o que pode arrastar o planeta para uma crise econômica de grandes proporções, segundo especialistas entrevistados pela Agência Brasil.<br /><br />O mundo aguarda o desfecho do conflito após Israel ser atacado pelo Irã em seu próprio território. O Irã, por sua vez, revidou o ataque à sua embaixada em Damasco, na Síria. Os aliados de Tel Aviv apelam, publicamente, para que o país não amplie a guerra no Oriente Médio. <br /><br />O doutor em história pela Universidade de São Paulo (USP), José Arbex Junior, avalia que estamos caminhando para um cenário que, se não for contido, pode levar a uma guerra mundial.<br /><br />“Quando você engaja o Irã no conflito, você está mexendo com toda a estrutura geopolítica de poder e, historicamente, os Estados Unidos mantém uma relação bastante hostil com o Irã desde pelo menos 1979, quando teve a Revolução Iraniana”, comentou.<br />Para o especialista, os Estados Unidos (EUA) e seus aliados vivem agora um novo impasse. “Eles não têm como entrar com tudo em uma guerra contra o Irã. Afinal, isso arruinaria a economia mundial e arruinaria as chances do [Joe] Biden se reeleger presidente dos EUA”, destacou.<br /><br />Arbex lembrou que o Irã controla o Estreito de Hormuz, pequeno pedaço de oceano por onde passa boa parte do comércio mundial de petróleo. “Imagina se o Irã, em uma situação de conflito, resolve fechar o Estreito de Hormuz? O preço do barril do petróleo sobe, tranquilamente, para 150 dólares ou mais. Isso explode a economia europeia. Por isso que os europeus estão em pânico”, completou.<br /><br />O professor de jornalismo da USP, que foi correspondente internacional em Moscou e Nova Iorque, citou ainda que o Irã é fundamental para economia chinesa.<br /><br />“[O petróleo do Irã] é o sangue da economia chinesa. Então, se for interrompido o fornecimento de petróleo para a China, por força da guerra, não tenho dúvida nenhuma de que a China vai se alinhar com o Irã”, completou José, acrescentando que, diplomaticamente, Pequim já é próximo de Teerã.<br /><br />A professora de Relações Internacionais do Ibmec de São Paulo, Natalia Fingermann, também avaliou que a guerra, hoje regional, pode escalar para uma guerra global devido ao cenário de grande instabilidade, que vem se agravando desde a Guerra na Ucrânia.</p>
<p>“O risco existe. Não é uma coisa totalmente distante, louca ou sem sentido nenhum. O risco existe e acho que ele nunca foi tão possível, pelo menos nos últimos 40 anos”, destacou a professora, acrescentando que há ainda o risco do uso de armas nucleares.</p>
<p>Fingermann lembrou que a escalada do conflito pode aumentar a inflação global, afetando todo o mundo. “[Se o conflito aumentar], vamos ter um aumento do preço do petróleo e, consequentemente, um processo de inflação global porque, querendo ou não, o petróleo ainda é a principal fonte de energia e de transporte do alimento do mundo”, acrescentou</p>
<h2>Israel e EUA</h2>
<p>O professor José Arbex avaliou que Israel atacou a Embaixada do Irã, em Damasco, com objetivo de envolver Teerã no conflito para, com isso, tentar trazer os EUA para mais perto de Tel Aviv.</p>
<p>O especialista argumentou que Israel estava isolado internacionalmente e, internamente, o governo vinha sofrendo pressões pela saída do primeiro-ministro, Benjamim Netanyahu, que corre o risco ser preso se deixar o poder. Além disso, citou a econômica do país, parcialmente paralisada pela guerra, como outro fator preocupante para Israel.</p>
<p>“Netanyahu jogou todas as fichas no agravamento do conflito com o Irã para puxar apoio dos Estados Unidos, que ele estava perdendo por causa das eleições nos EUA.” Ele acrescentou que Gaza tem afetado a perspectiva eleitoral de Biden.</p>
<p>A professora Natalia Fingermann lembrou que, oficialmente, Israel justificou o ataque contra a embaixada do Irã para desarticular o apoio que o país dá ao Hezbollah, grupo do Líbano em conflito na fronteira Norte de Israel. Porém, ela avaliou que Netanyahu teve outros ganhos com o envolvimento direto do Irã.</p>
<p>“Primeiro, ele tira o foco sobre Gaza, que sai da pauta internacional, e ele volta a ter apoio internacional e doméstico. Então, em certa medida, ele consegue fazer a sua manutenção de poder”, resssaltou.</p>
<h2>Questão palestina</h2>
<p>Fingermann disse ainda que a entrada do Irã pode ter consequências negativas para causa palestina. Para a especialista, Netanyahu foi quem mais tirou vantagem na nova situação.</p>
<p>“Quando todos os grandes aliados de Israel, como Estados Unidos, França e Inglaterra, param de olhar para Gaza e focam mais no Irã, a gente tem, assim, o receio de que aquela população fique abandonada.”</p>
<p>Para o professor José Urbex, a questão palestina se fortalece, pois mostra que eles não estariam sozinhos contra Israel. Ele citou ainda a manifestação da presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, que, apesar de condenar o Irã, pediu que a questão palestina seja resolvida.</p>
<p>“Não é por acaso que ela faz uma declaração dessa. O Irã demonstrou que, se essa coisa prosseguir e a guerra prevalecer, a coisa vai ficar muito feia”, disse. Além disso, Arbex avaliou que o ataque do Irã revelou certa fragilidade de Israel, que precisou dos aliados para conter os drones de Teerã.</p>
<p>“[Ajudaram Israel] os Estados Unidos, Inglaterra, Jordânia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e a fragata francesa, que está estacionada lá perto. O que sobrou para Israel fazer? Sobrou pouquíssima coisa. Israel é integralmente dependente desses aliados externos”, acrescentou.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Homem é preso por suspeita de entrar com bomba na embaixada do Irã em Paris</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/homem-e-preso-por-suspeita-de-entrar-com-bomba-na-embaixada-do-ira-em-paris/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2024 14:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bomba]]></category>
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		<category><![CDATA[Irã]]></category>
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		<category><![CDATA[suspeita]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso acontece no mesmo dia em que Israel fez ataques contra o Irã; ainda não há confirmação se as ocorrências têm relação Um homem foi preso na manhã desta sexta-feira (19) por suspeita de entrar com uma bomba na embaixada do Irã em Paris, na França. Segundo a polícia, ele ameaçava se explodir. Testemunhas disseram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4047129785" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Caso acontece no mesmo dia em que Israel fez ataques contra o Irã; ainda não há confirmação se as ocorrências têm relação<br /><br />Um homem foi preso na manhã desta sexta-feira (19) por suspeita de entrar com uma bomba na embaixada do Irã em Paris, na França. Segundo a polícia, ele ameaçava se explodir.<br /><br />Testemunhas disseram que o homem foi visto por volta das 11h (6h de Brasília) entrando no consulado carregando o que parecia ser uma granada e um colete explosivo. Entretanto, após uma revista, ficou constatado que ele não carregava explosivos, disse uma fonte policial.<br /><br />De acordo com o Ministério Público em Paris, o homem que invadiu a embaixada é um iraniano de 61 anos que já teria participado de outras ações criminosas. Ele já havia sido preso por incendiar o consulado do Irã no ano passado.<br /><br />A polícia está fazendo buscas no carro que o indivíduo teria usado para chegar à embaixada.<br /><br />A circulação foi interrompida em três linhas do metrô da capital francesa por causa da ocorrência. A embaixada dos Estados Unidos na França emitiu um alerta para que os cidadãos evitem a área e sigam as orientações das autoridades de segurança.</p>
<p>https://twitter.com/USEmbassyFrance/status/1781301432345416053?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1781301432345416053%7Ctwgr%5E41444a53ea7bc2ef1ba0de2702fc86f5995ca19d%7Ctwcon%5Es1_&#038;ref_url=https%3A%2F%2Fwww.cnnbrasil.com.br%2Finternacional%2Fhomem-e-visto-com-bomba-no-consulado-do-ira-em-paris%2F</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a imprensa francesa, testemunhas disseram que o indivíduo carregava bandeiras e teria dito que seu objetivo era vingar a morte do irmão dele. Ainda não foram divulgadas informações sobre o contexto da morte desse irmão do suspeito.<br /><br />O caso acontece no mesmo dia em que Israel fez ataques contra o Irã, mas ainda não há confirmação se as ocorrências têm relação.<br /><br />Nesta sexta-feira, explosões ecoaram na cidade iraniana de Isfahan, no que fontes descreveram como um ataque israelense. Porém, Teerã minimizou o incidente e indicou que não tinha planos de retaliação –uma resposta que parecia avaliada no sentido de evitar uma guerra em toda a região.<br /><br />No sábado anterior (13), o Irã havia feito um ataque com drones a Israel.</p>
<h2>Preocupação com as Olimpíadas</h2>
<p>A ocorrência desta sexta-feira preocupa as autoridades locais por causa dos Jogos Olímpicos de Paris, cuja previsão de início é no dia 26 de julho.<br /><br /></p>
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<p>Fonte: CNN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Brasil pede esforço internacional para conter tensão no Oriente Médio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-pede-esforco-internacional-para-conter-tensao-no-oriente-medio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2024 13:46:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
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					<description><![CDATA[País manifesta preocupação com intensificação do conflito O Ministério das Relações Exteriores divulgou neste sábado à noite (13) nota no qual o governo brasileiro manifesta &#8220;grave preocupação&#8221; com relatos de envio de drones e mísseis do Irã em direção a Israel. De acordo com a nota, a ação militar deixou em alerta países vizinhos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1997221712" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>País manifesta preocupação com intensificação do conflito<br /><br />O Ministério das Relações Exteriores divulgou neste sábado à noite (13) nota no qual o governo brasileiro manifesta &#8220;grave preocupação&#8221; com relatos de envio de drones e mísseis do Irã em direção a Israel. De acordo com a nota, a ação militar deixou em alerta países vizinhos e exige que a comunidade internacional mobilize esforços para evitar um escalada no conflito.<br /><br />A tensão no Oriente Médio aumentou depois que o consulado iraniano em Damasco, na Síria, foi bombardeado em 1º de abril. Neste ataque, morreram sete membros da Guarda Revolucionária Iraniana, além de seis cidadão sírios. O Irã responsabilizou Israel pelo ataque e prometeu retaliar Tel Aviv pela agressão.<br /><br />Confira a íntegra da nota divulgada pelo Itamaraty:<br /><br />Governo brasileiro acompanha, com grave preocupação, relatos de envio de drones e mísseis do Irã em direção a Israel, deixando em alerta países vizinhos como Jordânia e Síria.<br /><br />Desde o início do conflito em curso na Faixa de Gaza, o Governo brasileiro vem alertando sobre o potencial destrutivo do alastramento das hostilidades à Cisjordânia e para outros países, como Líbano, Síria, Iêmen e, agora, o Irã.<br /><br />O Brasil apela a todas as partes envolvidas que exerçam máxima contenção e conclama a comunidade internacional a mobilizar esforços no sentido de evitar uma escalada.<br /><br />O Governo brasileiro recomenda que não sejam realizadas viagens não essenciais à região e que os nacionais que já estejam naqueles países sigam as orientações divulgadas nos sítios eletrônicos e mídias sociais das embaixadas brasileiras.<br /><br />O Itamaraty vem monitorando a situação dos brasileiros na região, em particular em Israel, Palestina e Líbano desde outubro passado.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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