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	<title>Iphan - Portal NDC</title>
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	<title>Iphan - Portal NDC</title>
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		<title>Forró é oficialmente reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 09:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[forró]]></category>
		<category><![CDATA[gêneros musicais]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; O gênero musical forró foi reconhecido como manifestação da cultura nacional O projeto de lei que já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira (7). Segundo o projeto de lei, o forró é um dos mais autênticos gêneros musicais brasileiros. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-815014210" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>&nbsp;</p>
<p>O gênero musical forró foi reconhecido como manifestação da cultura nacional O projeto de lei que já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira (7).</p>
<p>Segundo o projeto de lei, o forró é um dos mais autênticos gêneros musicais brasileiros. Nascido a partir da mistura de ritmos tradicionais da Região Nordeste como baião, xaxado, coco, arrasta-pé e xote, existe há cerca de sete décadas. Em 2021, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) declarou as matrizes tradicionais do forró como Patrimônio Cultural do Brasil.</p>
<p>Participaram da assinatura a ministra da Cultura, Margareth Menezes, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e o deputado federal Zé Neto (PT-BA), autor da proposta, e a senadora Teresa Leitão (PT-PE), que foi relatora do projeto no Senado.</p>
<p>“Um passo gigantesco para o nosso forró nordestino, e que passará a ter muito mais grandeza, respeito e possibilidade de fazer parte das políticas públicas em nosso país”, disse o deputado nas redes sociais.</p>
<div id="attachment_32121" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-32121" class="size-full wp-image-32121" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/11/imagem_do_whatsapp_de_2023-11-07_as_21.03.11_44ae3303-e1699434865424.webp" alt="" width="700" height="442" /><p id="caption-attachment-32121" class="wp-caption-text">Presidente Lula assina PL que reconhece o forró como manifestação da cultura nacional. Foto: Ricardo Stuckert/ PR</p></div>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Seca histórica revela &#8216;caretas&#8217; milenares: Gravuras rupestres ressurgem em Manaus devido ao baixo nível do Rio Negro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/seca-historica-revela-caretas-milenares-gravuras-rupestres-ressurgem-em-manaus-devido-ao-baixo-nivel-do-rio-negro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 20:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[1000 a 2000 anos atrás]]></category>
		<category><![CDATA[alerta SGB]]></category>
		<category><![CDATA[caricaturas desenhadas em pedras]]></category>
		<category><![CDATA[CNSA]]></category>
		<category><![CDATA[Iphan]]></category>
		<category><![CDATA[Praia das Lajes]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Solimões]]></category>
		<category><![CDATA[Seca Histórica]]></category>
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					<description><![CDATA[Conhecidas popularmente como &#8220;caretas&#8221;, por terem semelhanças com expressões humanas, gravuras rupestres esculpidas em paredes rochosas há mais de mil anos voltaram a aparecer, em Manaus, devido à seca histórica do Rio Negro, que registra o nível mais baixo em 121 anos de medição. As gravuras estão localizadas dentro da área urbana da capital amazonense, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-291367971" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Conhecidas popularmente como &#8220;caretas&#8221;, por terem semelhanças com expressões humanas, gravuras rupestres esculpidas em paredes rochosas há mais de mil anos voltaram a aparecer, em Manaus, devido à seca histórica do Rio Negro, que registra o nível mais baixo em 121 anos de medição.</p>
<p>As gravuras estão localizadas dentro da área urbana da capital amazonense, em uma região conhecida como &#8220;Praia das Lajes&#8221;, de onde se tem uma vista privilegiada para o Encontro das Águas. O local foi o primeiro de Manaus a ser registrado no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos (CNSA) do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>Os primeiros registros dessas gravuras milenares, que por muito tempo ficaram submersas, foram feitos em 2010, quando as águas escuras do rio baixaram até 13,63 metros. Até então, aquela era a seca mais severa que a capital do Amazonas tinha enfrentado.</p>
<p>Agora, 13 anos depois, o Rio Negro segue quebrando recordes de estiagem e revelando surpresas. E com o mundo cada vez mais conectado, as “caretas” ganharam ainda mais evidência.</p>
<p>O g1 visitou o espaço na quarta-feira (18), junto com o arqueólogo Jaime Oliveira e uma equipe da Rede Amazônica.</p>
<p>De acordo com o arqueólogo, as gravuras são pré-históricas e trazem representações antropomorfas de civilizações que habitavam a região.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-31490" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/10/20231018-101954-e1697746285479.webp" alt="" width="700" height="933" /></p>
<blockquote><p>&#8220;A região é um sítio pré-colonial que tem testemunho de ocupações bem antigas, algo que a gente poderia mensurar de 1000 a 2000 anos atrás. O que estamos vendo aqui são representação de figuras antropomorfas, ou seja, figuras humanas&#8221;, explicou Jaime.</p></blockquote>
<p>Ao apresentar as gravuras, o arqueólogo esclareceu que elas remontam sociedades que viveram naquele local e que os desenhos esculpidos nas pedras representavam uma forma de comunicação entre os remanescentes dessas civilizações.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-31491" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/10/20231018-101945-e1697746268205.webp" alt="" width="700" height="525" /></p>
<p><em>&#8220;Os sítios arqueológicos que a gente tem observado aqui representam testemunhos de ocupação que nos trazem pontos importantes sobre as sociedades que viveram no lugar. Esses grupos também passaram por períodos de secas mais rigorosos do que estamos vivendo agora. Como podemos perceber? Basta visualizar onde nós estamos, no nível normal da água, isso aqui fica submerso. Podemos concluir que para fazer essas gravuras o rio estava seco, ou nem existia&#8221;,</em> esclareceu.</p>
<h3>Como foram feitas?</h3>
<p>Questionado sobre como eram feitas as gravuras, Jaime respondeu que as antigas civilizações usavam ferramentas como machados, feitos a partir de pedra lascada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-31492" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/10/20231018-101939.webp" alt="" width="1600" height="1200" /></p>
<p>&#8220;As ferramentas eram feitas em locais de polimento. Ali eles produziam as ferramentas de pedra. A partir daí, eles fabricavam materiais mais próximos de uma machadinha, com um formato pontiagudo e era possível esculpir essas gravuras, era uma forma de comunicação. É um grafismo complexo de ser realizado&#8221;, disse Jaime Oliveira.</p>
<h3>Expressões faciais</h3>
<p>As &#8220;caretas&#8221; que estão gravadas nas pedras da &#8220;Praia da Lajes&#8221; possuem diferentes expressões faciais. O g1 perguntou ao arqueólogo o que elas representavam.</p>
<div id="attachment_31489" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-31489" class="size-full wp-image-31489" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/10/20231018-093121-e1697746048207.webp" alt="" width="700" height="525" /><p id="caption-attachment-31489" class="wp-caption-text">Praia das Lajes durante a seca histórica em Manaus. Foto: Hariel Fontenelle/ g1 AM</p></div>
<p>&#8220;Essas figuras humanas passam emoções, tanto de felicidade quanto de tristeza. Como podemos analisar, algumas sorrindo e outras desanimadas. Podemos até afirmar que as gravuras representam um estado de espírito, e representam também um pouco do que eles vivenciaram naquele período&#8221;, completou o arqueólogo.</p>
<h3>Seca histórica</h3>
<p>De acordo com informações do Porto de Manaus, a seca de 2023 já é a pior da história em Manaus, em 121 anos de medição do Rio Negro. O rio atingiu a marca histórica na segunda-feira (16), baixando para 13,59 metros.</p>
<p>O nível das águas continua baixando e, nesta quinta-feira (19), a cota do Rio Negro está em 13,29 metros.</p>
<p>Em quase toda a orla da capital, o cenário é o mesmo: o rio &#8220;se afastou&#8221; de Manaus e deu lugar a bancos de areia e pequenos filetes de água.</p>
<p>E conforme o Serviço Geológico Brasileiro (SGB), o Rio Negro pode estabilizar e voltar a subir apenas em novembro.</p>
<h3>Rio Solimões</h3>
<p>O Rio Solimões é uma das principais bacias do Amazonas e banha 24 cidades do estado. Todas elas estão em situação de emergência por causa da seca histórica de 2023, segundo a Defesa Civil do Amazonas.</p>
<p>No Amazonas, ele é separado em Baixo, Médio e Alto Solimões. A partir do Encontro das Águas, em Manaus, junto com o Rio Negro, o Rio Solimões forma o Rio Amazonas.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Manaus é vista como &#8216;exemplo de revitalização&#8217; pelo Presidente do Iphan</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/manaus-e-vista-como-exemplo-de-revitalizacao-pelo-presidente-do-iphan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 12:34:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[área cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Centro da Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Iphan]]></category>
		<category><![CDATA[Revitalização]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; “Manaus é um caso de sucesso, um bom exemplo, uma boa referência para que a gente possa inspirar outros municípios”. A frase do presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Leandro Grass, resume a impressão do gestor após fazer um tour, na terça-feira (8), pelas obras do programa “Nosso Centro”, lançado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-685336589" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>&nbsp;</p>
<p>“Manaus é um caso de sucesso, um bom exemplo, uma boa referência para que a gente possa inspirar outros municípios”. A frase do presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Leandro Grass, resume a impressão do gestor após fazer um tour, na terça-feira (8), pelas obras do programa “Nosso Centro”, lançado na gestão do prefeito David Almeida, que estão a pleno vapor na avenida 7 de Setembro, no Centro.</p>
<p>Os visitantes conheceram mais detalhes, in loco, do programa realizado com recursos do tesouro municipal, que está reabilitando uma área importante da região central da cidade, com projetos desenvolvidos pelo Implurb.</p>
<p>“É de interesse da gestão do prefeito David se aproximar cada vez mais dos órgãos, em especial, da autarquia que é o Iphan, para que possamos trabalhar de forma colaborativa. Quanto maior a interação, mais ágeis serão as ações e as obras que pretendemos executar. A cidade de Manaus foi elogiada pelo presidente nacional do Iphan, como uma cidade que tem se preocupado com a questão da política de ocupação ordenada e revitalização dos centros históricos, estamos contentes por estarmos no caminho certo”, disse Rotta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29310" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/08/9f1a980a-1b26-456a-a9aa-a7d3e2ecda13.jpg" alt="" width="799" height="533" /></p>
<p>Durante a visita técnica e institucional, o presidente do Iphan passou por áreas emblemáticas culturais e patrimoniais de Manaus, como o antigo Museu do Porto e o Museu da Cidade (Paço Municipal), onde conheceu uma exposição sobre o “Nosso Centro”, os eixos do programa, projetos em obras e em desenvolvimento, além de conferir parte das mostras permanentes do Paço, como a sala “Anéis de Crescimento” e o espaço de arqueologia, onde estão fragmentos arqueológicos e uma urna funerária.</p>
<h3>Valor cultural</h3>
<p>Para o presidente do Iphan, a recuperação dos centros históricos é um dos maiores desafios do Brasil, uma vez que são áreas com grande valor cultural, com população habitando, trabalhando, mas que carecem de intervenções.</p>
<p>“Manaus está apostando numa boa solução, numa boa iniciativa, no sentido de garantir a ocupação dos imóveis, tanto do ponto de vista habitacional como comercial. E a ocupação cultural também para dar vida. O centro histórico precisa de vida, precisa da população ocupando esses espaços para que se possa reduzir os índices de vulnerabilidade, de violência, para que se torne um local, de fato, de presença, não só dos turistas que vêm aqui conhecer e saber o que tem aqui, mas para a própria população da cidade, que tem que ter este lugar como local de carinho e de afeto”, explanou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29309" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/08/d4383a97-3a83-4944-abc6-f4c458d847dd.jpg" alt="" width="799" height="533" /></p>
<p>O “Nosso Centro” tem três eixos focais: “Mais Vida”, “Mais Negócios” e “Mais História”, e se soma a um conjunto arquitetônico de grande relevância para a capital.</p>
<p>“O programa de Manaus combina habitação, revitalização, patrimônio, mas também tem questões para garantir que as pessoas que morem no Centro tenham acesso a direitos como ao trabalho, à cultura, ao transporte, à acessibilidade, fazendo com que o centro histórico seja um lugar de cidadania e não só um espaço de turismo para quem chega, visita e vai embora”, disse Leandro Grass.</p>
<h3>Habitação</h3>
<p>A ênfase na habitação, especialmente de interesse social, foi um dos pontos da visita e apresentação do programa in situ, e o Iphan nacional pretende lançar um plano para o Brasil de incentivo às prefeituras a adotarem modelos de ocupação.</p>
<p>“Ao longo do tempo houve uma certa expulsão das comunidades dos centros históricos para as áreas mais periféricas. Os próprios programas habitacionais acabaram também fortalecendo isso. Então, quando a prefeitura, por exemplo, decide adotar alguns imóveis para esta finalidade, o Iphan vem apoiando, vem fortalecendo essa iniciativa. Estamos moldando um programa em nível nacional em parceria com as prefeituras para a ocupação dos centros históricos e Manaus está de parabéns pelo programa urbano e que tenho certeza que vai ser bem-sucedido”, comentou Grass.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29312" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3f6ad071-f3d5-4030-947b-7de25e2f4976.jpg" alt="" width="799" height="533" /></p>
<p>Com o programa “Nosso Centro”, a Prefeitura de Manaus tem como objetivo aumentar a população da área central de 30 mil para até 200 mil pessoas. Atualmente, há cerca de 100 mil postos de trabalho no Centro, que funciona principalmente no horário comercial. Estão contempladas 38 intervenções e há três obras em curso na região: o Mirante Lúcia Almeida, o Casarão Thiago de Mello e o Largo de São Vicente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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