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	<title>IPCA - Portal NDC</title>
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	<title>IPCA - Portal NDC</title>
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		<title>Preços de alimentos caem, inflação perde força e fecha junho em 0,24%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/precos-de-alimentos-caem-inflacao-perde-forca-e-fecha-junho-em-024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 15:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[Bandeira vermelha na conta de luz pressionou IPCA para cima O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%. No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3605938773" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bandeira vermelha na conta de luz pressionou IPCA para cima</p>
<p>O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1650350&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1650350&amp;o=node" /></p>
<p>No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a conta de luz subir e ser o subitem que mais pressionou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em junho do ano passado, a inflação oficial havia sido de 0,21%. Desde fevereiro de 2025, quando marcou 1,31%, o IPCA perdeu força seguidamente nos meses de março (0,56%), abril (0,43%), maio (0,26%) e junho (0,24%).</p>
<p>Apesar da sequência de meses de desaceleração, ou seja, com inflação cada vez menor, o IPCA acumulado de 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta do governo, de até 4,5%. Esse período de 6 meses acima de 4,5% configura estouro da meta. Em abril, esse acumulado obteve o ponto mais alto do ano, 5,53%.</p>
<p><strong>Dos nove grupos de preços apurados pelo IBGE, apenas um apresentou queda de preços, alimentos e bebidas (0,18%), representando peso de 0,04 ponto percentual (p.p.).</strong></p>
<p>Veja o comportamento dos grupos:</p>
<ul>
<li>Índice geral: 0,24% (0,24 p.p.)</li>
<li>Alimentação e bebidas: -0,18% (-0,04 p.p.)</li>
<li>Habitação: 0,99% (0,15 p.p.)</li>
<li>Artigos de residência: 0,08% (0,00 p.p.)</li>
<li>Vestuário: 0,75% (0,04 p.p.)</li>
<li>Transportes: 0,27% (0,05 p.p.)</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,07% (0,01 p.p.)</li>
<li>Despesas pessoais: 0,23% (0,02 p.p.)</li>
<li>Educação: 0,00% (0,00 p.p.)</li>
<li>Comunicação: 0,11% (0,01 p.p.)</li>
</ul>
<h2>Alimentos</h2>
<p>Vilão da inflação nos últimos meses, o grupo alimentação foi influenciado pela alimentação no domicílio, que saiu de 0,02% em maio para menos 0,43% em junho. Os subitens que mais puxaram para baixo o grupo foram ovo de galinha (-6,58%), arroz (-3,23%) e frutas (-2,22%).</p>
<p><strong>De acordo com o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, bons números da safra atual aumentaram a oferta de alimentos, o que explica a queda de preços.</strong></p>
<p>O café subiu 0,56% em junho, bem abaixo de maio (4,59%) e acumula alta de 77,88% em 12 meses.</p>
<p>Já a alimentação fora do domicílio desacelerou para 0,46% em junho, depois de ter marcado 0,58% em maio.</p>
<h2>Conta de luz</h2>
<p><strong>O subitem que mais empurrou o IPCA para cima foi a energia elétrica, que subiu 2,96% no mês, representando impacto de 0,12 p.p.</strong> A explicação está principalmente na bandeira vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,46 a cada 100 quilowatt hora consumidos.<br />A bandeira tarifária vermelha é uma medida do governo no cenário de fim do período chuvoso. A previsão de geração de energia proveniente de hidrelétrica piorou, o que nos próximos meses pode demandar maior acionamento de usinas termelétricas, que fornecem energia mais cara.</p>
<p>Além da alteração tarifária, o IBGE apurou reajuste nas contas de luz nas cidades de Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>De acordo com Fernando Gonçalves, “se tirássemos a energia elétrica do cálculo, o IPCA ficaria em 0,13%”.</strong></p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O grupo dos transportes também teve alta relevante no mês (0,27% e impacto de 0,5 p.p). Dentro do grupo, os combustíveis caíram no mês (0,42%), mas houve alta no transporte por aplicativo (13,77%).</p>
<p>O índice de difusão no mês foi de 54%, isso significa que dos 377 produtos e serviços que tiveram os preços apurados, 54% tiveram alta de preço. Esse é o menor patamar desde julho de 2024 (47%). Em abril, o índice chegou a 67%.</p>
<h2>INPC</h2>
<p><strong>O IBGE divulgou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que ficou em 0,23% em junho e acumula 5,18% em 12 meses.</strong></p>
<p>A diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518.</p>
<p>O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam 25% do índice, mais que no IPCA (21,86%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.</p>
<p><strong>O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros, uma vez que o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado para cálculo do reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Mercado prevê inflação de 5,24% e PIB de 2,21 em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-preve-inflacao-de-524-e-pib-de-221-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 15:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Fcus Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Oficial]]></category>
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					<description><![CDATA[Focus projeta desvalorização do dólar, que fecharia o ano em R$ 5,72 O mercado financeiro melhora as expectativas de queda da inflação e alta do Produto Interno Bruto (PIB) para a economia do país. Projeta também dólar mais barato ao final de 2025. Os dados  constam do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central. Pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2852128210" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Focus projeta desvalorização do dólar, que fecharia o ano em R$ 5,72</p>
<p>O mercado financeiro melhora as expectativas de queda da inflação e alta do Produto Interno Bruto (PIB) para a economia do país. Projeta também dólar mais barato ao final de 2025. Os dados  constam do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1648019&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1648019&amp;o=node" /></p>
<p>Pela quarta semana consecutiva, o mercado demonstra otimismo crescente com relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país. A expectativa é de que a inflação feche 2025 em 5,24%.</p>
<p>Há uma semana, a expectativa era de que o IPCA do ano ficaria em 5,25%; e há quatro semanas projetava inflação de 5,5% em 2025. Com relação aos anos subsequentes, as expectativas de inflação estão estáveis há várias semanas, em 4,5% em 2026; e em 4% em 2027.</p>
<h2>Selic e PIB</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic, definida em 15% &#8211; percentual que, até a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) estava em 14,75%, mas que foi aumentado diante de “incertezas em relação à economia”.</p>
<p>Para os anos seguintes, as expectativas do mercado são de que a taxa básica de juros seja de 12,5% em 2026; e de 10,5% em 2027.</p>
<p>Com relação ao PIB, que é a soma de todas riquezas produzidas no país, as expectativas também estão melhorando. O mercado projeta que o PIB fechará 2025 com uma alta de 2,21%. Há quatro semanas, o crescimento projetado estava em 2,14%; e há uma semana estava em 2,2%.</p>
<p>Para 2026 e 2027, a expectativa do mercado é de que o Brasil cresça 1,85% e 2%, respectivamente</p>
<p>O mercado projeta ainda que o dólar custará R$ 5,72 ao final de 2025. Na semana anterior, as projeções indicavam que a moeda norte americana fecharia o ano cotada a R$ 5,77. Há quatro semanas, a expectativa é de que a cotação do dólar ao final de 2025 estaria em R$ 5,80.</p>
<p>Para os anos subsequentes, a projeção do mercado é de que o dólar estará cotado em R$ 5,80 ao final de 2026; e em R$ 5,75 ao final de 2027.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,46%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-546/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 18:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa para o PIB é de 2,13% este ano A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,5% para 5,46% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4133575890" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estimativa para o PIB é de 2,13% este ano</p>
<p>A <strong>previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,5% para 5,46% este ano.</strong> A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645093&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645093&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,85%, respectivamente.</strong></p>
<p>A <strong>estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC</strong>. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. <strong>Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</strong></p>
<p>Em abril, a inflação oficial fechou em 0,43%, <strong>pressionada principalmente pelos preços dos alimentos e de produtos farmacêuticos</strong>. O resultado mostra desaceleração pelo segundo mês seguido, após o IPCA ter marcado 1,31% em fevereiro e 0,56% em março. <strong>No acumulado em 12 meses, o índice divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) soma 5,53%</strong>.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano</strong>. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em 0,5 ponto percentual na última reunião, no início do mês, o sexto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Em comunicado, o Copom não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, na metade de junho. <strong>Afirmou apenas que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano.</strong></p>
<p>A <strong>estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica encerre 2025 neste patamar.</strong> Para o fim de 2026, a estimativa é de que a taxa básica caia para 12,5% ao ano. <strong>Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente, para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</strong></p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p><strong>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</strong></p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A <strong>projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano variou de 2,14% para 2,13%.</strong> <strong>Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,7% para 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</strong></p>
<p><strong>Puxada pela agropecuária, no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%</strong>, de acordo com o IBGE.</p>
<p><strong>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%</strong>. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A <strong>previsão da cotação do dólar está em R$ 5,80 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,90</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Medicamentos têm menor reajuste médio desde 2018</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/medicamentos-tem-menor-reajuste-medio-desde-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 14:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cmed]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste]]></category>
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					<description><![CDATA[Aumento máximo ficou em 5,06%, mas maior parte dos remédios sobe 2,6% Os medicamentos terão o menor reajuste médio desde 2018, conforme a resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), publicada nesta segunda-feira (31) no Diário Oficial da União. Embora o teto de reajuste tenha ficado em 5,06%, equivalente à inflação oficial acumulada em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1200570020" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Aumento máximo ficou em 5,06%, mas maior parte dos remédios sobe 2,6%</p>
<p>Os medicamentos terão o menor reajuste médio desde 2018, conforme a resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), publicada nesta segunda-feira (31) no <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cm-cmed-n-1-de-28-de-marco-de-2025-620757732" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>Diário Oficial da União</em></a>. Embora o <strong>teto de reajuste tenha ficado em 5,06%, equivalente à inflação oficial acumulada em 12 meses, </strong>esse<strong> percentual só incidirá sobre cerca de 7% dos remédios.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1636823&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1636823&amp;o=node" /></p>
<p>O <strong>aumento não é automático e depende de as empresas farmacêuticas enviar o relatório de comercialização à CMED.</strong> Após essa fase, o <strong>reajuste na prática só é cobrado à medida que os estoques das farmácias forem repostos.</strong></p>
<p>Como todos os anos, a <strong>resolução da Cmed divide os medicamentos em três níveis de reajuste</strong>, conforme o grau de concorrência. Os percentuais são os seguintes:</p>
<ul>
<li>Nível 1: 5,06%;</li>
<li>Nível 2: 3,83%;</li>
<li>Nível 3: 2,6%.</li>
</ul>
<p>Os <strong>remédios do nível 1, no entanto, só representam 7,8% do total de medicamentos. O nível 2 corresponde a 15%. O nível 3 representa 77,2%.</strong></p>
<p>Ao considerar a série histórica, os <strong>percentuais de aumento para os remédios de nível 2 e 3 são os mais baixos desde 2018, quando o nível 2 ficou em 2,47% e o nível 3, em 2,09%.</strong> Em relação aos medicamentos de nível 1, o aumento de 5,06% é superior ao reajuste de 4,5% de 2024, mas inferior à alta de 5,6% em 2023.</p>
<h2>Entenda o cálculo</h2>
<p>O aumento nos preços de medicamento ocorre sempre em 31 de março de cada ano. A <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2003/L10.742.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">prática é regulamentada pela Lei 10.742/2003</a>, que estabelece as diretrizes para a regulação de preços.</p>
<p>Para calcular o reajuste dos medicamentos, a Cmed considera primeiramente a <strong>inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de março do ano anterior a fevereiro do ano atual. </strong>Para chegar aos três níveis de reajuste, o órgão pega o IPCA e considera os seguintes parâmetros:</p>
<ul>
<li>subtração de um fator de produtividade (fator X);</li>
<li>acréscimo de fator de ajuste de preços relativos entre setores (fator Y);</li>
<li>acréscimo de fator de ajuste com base na concorrência dentro de um mesmo setor (fator Z), que mantém, reduz ou anula o desconto no fator X.</li>
</ul>
<p>Divulgado todos os anos por meio de nota técnica, o <strong>fator de produtividade é estabelecido com base em projeções de ganhos de produtividade da indústria farmacêutica.</strong> Se houver <strong>previsão de queda no Índice de Produtividade do Trabalho do Setor Farmacêutico, o fator X deve ser igual a zero.</strong></p>
<p>O <strong>fator Y representa custos de produção não medidos pelo IPCA</strong>, como <strong>tarifas de energia, variação cambial e preços de insumos</strong>. O <strong>fator Z corresponde a concorrência e custos não capitados pelo IPCA específicos de um setor.</strong></p>
<p>O <strong>percentual de reajuste de cada medicamento é calculado pegando o IPCA em 12 meses até fevereiro (5,06% em 2025)</strong>, subtraindo o fator X e somando os fatores Y e Z. <strong>Caso o fator X fique em zero, o fator Z também será zero.</strong></p>
<p>No fim de janeiro, a <strong>Cmed já divulgou que houve ganho de produtividade de 2,459% de 2024 para 2025</strong>. No fim de fevereiro, o órgão informou que o fator Y ficou negativo em -0,70904 e, portanto, ficará em 0 para este ano.</p>
<p>Usado para classificar <strong>os medicamentos em níveis 1, 2 e 3, o nível Z é definido da seguinte forma:</strong></p>
<ul>
<li>Nível 1: medicamentos em mercados mais competitivos e sem desconto do Fator X;</li>
<li>Nível 2: medicamentos em mercados moderadamente concentrados, com desconto de 50% do Fator X;</li>
<li>Nível 3: medicamentos em mercados muito concentrados, com desconto integral do Fator X.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Mercado eleva previsão do PIB para 3,39% em 2024</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-eleva-previsao-do-pib-para-339-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 17:32:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Expectativa é que Selic chegue a 12% neste ano, segundo Boletim Focus O mercado financeiro trabalha com expectativas de alta em todos os índices que compõem o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central. No caso do Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no Brasil), a previsão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3096324554" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Expectativa é que Selic chegue a 12% neste ano, segundo Boletim Focus</p>
<p>O mercado financeiro trabalha com expectativas de alta em todos os índices que compõem o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central. No caso do Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no Brasil), a previsão é de que a economia do país crescerá 3,39% em 2024.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1622932&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1622932&amp;o=node" /></p>
<p>Para os anos subsequentes (2025 e 2026), a expectativa é de crescimento de 2%. No boletim da semana passada, o mercado previa que o PIB brasileiro fecharia o ano corrente com um crescimento de 3,22%. Há quatro semanas, a previsão era de que o país cresceria 3,1%.</p>
<p>No segundo trimestre do ano, o PIB surpreendeu, subindo 1,4% em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta ficou em 3,3%.</p>
<h2>IPCA, dólar e Selic</h2>
<p>Expectativas de alta também para a inflação, para a Selic e para a cotação do dólar. Para o mercado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, considerado a inflação oficial do país) deve fechar 2024 em 4,84%, percentual acima da previsão divulgada na semana passada (4,71%) e há quatro semanas (4,62%). Para 2025 e 2026, e expectativa é de que a inflação do país fique em 4,59% e 4%, respectivamente.</p>
<p>Já a taxa básica de juros apresentou alta de 0,25 ponto percentual nas expectativas do mercado, passando de 11,75% para 12%. Quando o Copom aumenta a taxa Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>No entanto, os bancos consideram outros fatores, além da Selic, na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>Com relação à moeda norte-americana, as projeções do mercado financeiro para a cotação ao final do ano passaram de R$ 5,70, na semana passada, para R$ 5,95. Há quatro semanas, o mercado trabalhava com a expectativa de o dólar fechar o ano a R$ 5,55. Para 2025, o mercado projeta que a moeda feche o ano valendo R$ 5,77; e para 2026, as projeções são de que o dólar fique cotado a R$ 5,73.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>IPCA sobe 0,56% em outubro com aumento no preço das carnes e na conta de luz, diz IBGE</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ipca-sobe-056-em-outubro-com-aumento-no-preco-das-carnes-e-na-conta-de-luz-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 14:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[No acumulado do ano, o IPCA apresenta um crescimento de 3,88%, enquanto nos últimos 12 meses, a alta chega a 4,76%, ultrapassando o limite da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,5% Os dados econômicos de outubro revelam um aumento nos preços, impulsionado principalmente pelo setor de alimentos e pela energia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3279134714" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>No acumulado do ano, o IPCA apresenta um crescimento de 3,88%, enquanto nos últimos 12 meses, a alta chega a 4,76%, ultrapassando o limite da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,5%</p>
<p>Os dados econômicos de outubro revelam um aumento nos preços, impulsionado principalmente pelo setor de alimentos e pela energia elétrica. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<strong>IBGE</strong>), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (<strong>IPCA</strong>) registrou uma alta de 0,56% no mês passado, acima dos 0,44% de setembro. Trata-se da maior alta para um mês de outubro desde 2022. Essa é a maior elevação para um mês de outubro desde 2022.</p>
<p>No acumulado do ano, o IPCA apresenta um crescimento de 3,88%, enquanto nos últimos 12 meses, a alta chega a 4,76%, ultrapassando o limite da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,5%. O IPCA estava dentro desse limite, com alta de 4,42% até setembro. Os principais responsáveis por essa elevação dentre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados foram os setores de habitação e alimentação e bebidas, que tiveram variações de 1,49% e 1,06%, respectivamente.</p>
<p>Dentro do grupo de habitação, a energia elétrica residencial teve um aumento significativo de 4,74%. Já no setor de alimentação, a alta foi ainda mais acentuada, com os preços de alimentos consumidos em casa subindo de 0,56% em setembro para 1,22% em outubro. As maiores altas foram nos preços das<strong> carnes</strong>, com alta de 5,81%. O corte de acém subiu 9,09%; da costela, 7,40%; contrafilé, 6,07%; e alcatra, 5,79%. O IBGE também aponta aumentos no preço do tomate (9,82%) e café moído (4,01%). Já os preço da manga (-17,97%), do mamão (-17,83%) e da cebola (-16,04%) registraram queda.</p>
<p>Na área de Saúde e cuidados pessoais, a variação foi de 0,38%, com os planos de saúde subindo 0,53%. Esse aumento se deve a reajustes que foram autorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), refletindo a pressão sobre os custos nesse setor.</p>
<p>Regionalmente, Goiânia se destacou com a maior alta, atingindo 0,80%, influenciada pelo aumento nos preços da energia elétrica e do contrafilé. Em contraste, Aracaju apresentou a menor variação, com apenas 0,11%, resultado de quedas nos preços da gasolina e do transporte urbano. Essa disparidade entre as regiões evidencia como fatores locais podem impactar a inflação de maneira distinta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Jovem Pan</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Primeira deflação em um ano reduz pressão sobre BC para subir juro, dizem analistas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/primeira-deflacao-em-um-ano-reduz-pressao-sobre-bc-para-subir-juro-dizem-analistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 15:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[deflação]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[Inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desacelerou em agosto e apresentou primeira queda desde junho de 2023 A primeira deflação registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em mais de um ano abre caminho para uma política monetária menos agressiva por parte do Banco Central (BC), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3929208093" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desacelerou em agosto e apresentou primeira queda desde junho de 2023<br /><br />A primeira deflação registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em mais de um ano abre caminho para uma política monetária menos agressiva por parte do Banco Central (BC), na avaliação de economistas ouvidos pela CNN.<br /><br />Na avaliação de Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos, a surpresa positiva com o dado se soma ao direcionamento dos diretores da autarquia sobre a dependência de indicadores para a tomada de decisão. Dessa maneira, o economista entende que ainda não está cravada a necessidade de elevar os juros.<br /><br />“Todas as declarações de diretores do BC reafirmaram a dependência dos dados para a tomada de decisão, o que faz com que a surpresa baixista e estruturalmente benigna do IPCA deixe a possibilidade de manutenção da Selic bem viva, conforme projetamos”, escreveu Sanchez.<br /><br />A autoridade monetária se reúne na próxima semana para decidir sobre o futuro da taxa básica de jutos da economia (Selic). A taxa vem sendo mantida em 10,50% ao ano desde maio, quando o BC anunciou a última queda do atual ciclo.<br /><br />A inflação oficial desacelerou em agosto, com leve queda de 0,02%. No mês anterior, o índice havia registrado alta de 0,38%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A última vez que o IPCA havia registrado queda foi em junho de 2023, quando caiu 0,08%.<br /><br />Com o resultado do mês, o índice se distancia um pouco do teto da meta para a inflação, de 4,5%.<br /><br />Para o economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Nicolas Borsoi, ainda não é possível estabelecer se Comitê de Política Monetária (Copom) irá optar pela manutenção dos juros na reunião da próxima semana. No entanto, o especialista sinaliza: “vai ser bem estranho o Copom subir juros com essa melhora no IPCA. Provavelmente o IPCA vai fechar abaixo do teto da meta este ano”.<br /><br />O Inter, em seu comunicado, considera o resultado “bastante positivo”, tanto do ponto de vista qualitativo, quanto do qualitativo.<br /><br />A instituição financeira entende que uma alta dos juros não é necessária tendo em vista o cenário atual, mas reconhece que a desancoragem das expectativas inflacionárias nos últimos meses terá maior peso sobre o processo decisório do Copom.<br /><br />Apesar disso, o Inter pontua que o resultado desta terça-feira contribui para uma inflação mais comportada que, somada alívio externo com um provável corte de juros nos Estados Unidos, deve fortalecer argumentos para uma postura menos enérgica do BC.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-43788" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/CCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC.webp" alt="" width="519" height="401" /></p>
<p>“Com uma inflação bem-comportada, além do esperado alívio externo à medida que o Fed cortar juros, antecipamos que o ciclo de alta será curto, tanto em quantidade de altas, quanto na magnitude dessas altas”, diz o Inter.</p>
<h2>Mercado aquecido</h2>
<p>O número negativo visto em agosto ainda não consolida as leituras de que a inflação deverá seguir a tendência de queda. Para o economista da Fundação Getúlio Vargas, André Bráz, os preços subirão em setembro, impactados principalmente pela mudança na bandeira tarifária de energia elétrica.</p>
<p>“O cenário entre agosto e setembro mudou bastante e o IPCA passa a indicar uma grande aceleração, uma vez que a energia se tornou mais cara devido à bandeira vermelha patamar 1 e forte desaceleração na queda dos preços dos alimentos. Ambos ainda são afetados pela seca que afeta a geração de energia e a produção de alimentos”.</p>
<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) adotou a bandeira vermelha 1 para setembro, mais cara que a de agosto.</p>
<p>Bráz também diverge na leitura sobre os impactos do resultado na política monetária. O pesquisador ressalta que o aquecimento do mercado de trabalho, aumento da demanda e câmbio desvalorizado são outros fatores que irão contribuir para o aumento do IPCA de setembro.</p>
<p>Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research também cita o crescimento robusto da economia como fator importante de pressão sobre os preços. “Embora esse crescimento seja positivo para a atividade doméstica, pode gerar pressões inflacionárias ou retardar o ritmo de desaceleração”.</p>
<p>Para o especialista, soma-se a isso as expectativas de inflação desancoradas e uma taxa de câmbio acima de R$ 5,50. “O BC deverá iniciar um ciclo de ajuste gradual da taxa de juros na próxima reunião, de 0,25 p.p., levando a Selic para 11,25% a.a. até o final do ano”, diz em nota.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">43783</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Arrecadação federal cresce 9,55% e chega a R$ 231,04 bilhões em julho</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/arrecadacao-federal-cresce-955-e-chega-a-r-23104-bilhoes-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 16:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Federação]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
		<category><![CDATA[RS]]></category>
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					<description><![CDATA[No acumulado de janeiro a julho, valor arrecadado também foi recorde A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde para o mês de julho, alcançando R$ 231,04 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal. O resultado representa aumento real de 9,55%, ou seja, descontada a inflação, em valores corrigidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3658292785" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>No acumulado de janeiro a julho, valor arrecadado também foi recorde</p>
<p>A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde para o mês de julho, alcançando R$ 231,04 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal. O resultado representa aumento real de 9,55%, ou seja, descontada a inflação, em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em comparação com julho de 2023.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1608913&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1608913&amp;o=node" /></p>
<p>Também é o melhor desempenho arrecadatório para o acumulado de janeiro a julho. No período, a arrecadação alcançou o valor de R$ 1,53 trilhão, representando um acréscimo pelo IPCA de 9,15%.</p>
<p>Os dados sobre a arrecadação estão disponíveis no <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/relatorios/arrecadacao-federal" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>site</em> da Receita Federal</a>.</p>
<p>Quanto às receitas administradas pelo órgão, o valor arrecadado no mês passado ficou em R$ 214,79 bilhões, representando acréscimo real de 9,85%. No acumulado do ano, arrecadação da Receita alcançou R$ 1,45 trilhão, alta real de 9,07%.</p>
<p>Os resultados foram influenciados positivamente pelas variáveis macroeconômicas, resultado do comportamento da atividade produtiva e, de forma atípica, pela tributação dos fundos exclusivos, atualização de bens e direitos no exterior e pelo retorno da tributação do Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) sobre combustíveis.</p>
<p>Ainda, houve aumento da arrecadação no mês em razão da situação de calamidade ocorrida no Rio Grande do Sul, pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Por outro lado, a situação levou à perda de arrecadação no acumulado do ano. O estado foi atingido por enchentes nos meses de abril e maio, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/rio-grande-do-sul-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pior desastr</a>e climático da sua história, com a destruição de estruturas e impacto a famílias e empresas. Dos 497 municípios gaúchos, 478 foram afetados.</p>
<p>“Sem considerar os pagamentos atípicos, haveria um crescimento real de 6,77% na arrecadação do período acumulado e de 8,28% na arrecadação do mês de julho”, informou a Receita Federal.</p>
<h2>Receitas atípicas</h2>
<p>No acumulado do ano, a Receita Federal estima em R$ 7,3 bilhões a perda de arrecadação com o diferimento de tributos federais em razão dos decretos de calamidade pública dos municípios do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Considerando apenas o mês de julho, houve uma receita extra de R$ 700 milhões pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Contribuições previdenciárias com vencimentos em abril, maio e junho de 2024 foram postergadas para julho, agosto e setembro de 2024, respectivamente. Enquanto o Simples Nacional com vencimento em maio foi postergado para junho e o com vencimento em junho foi postergado para julho.</p>
<p>Contribuindo para melhorar a arrecadação, em julho, houve recolhimento extra de R$ 270 milhões do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) &#8211; Rendimentos de Capital, referente à tributação de fundos exclusivos, o que não ocorreu no mesmo mês de 2023. De janeiro a julho, essa arrecadação extra chegou a R$ 13 bilhões. A lei que muda o Imposto de Renda incidente sobre fundos de investimentos fechados e sobre a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/lula-sanciona-com-veto-lei-que-tributa-offshores-e-super-ricos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">renda obtida no exterior por meio de <em>offshores</em> foi sancionada</a> em dezembro do ano passado.</p>
<p>Ainda assim, no total do mês de julho, a arrecadação do IRRF-Rendimento de Capital teve redução de 1,11% em relação a julho de 2023, alcançando R$ 8,75 bilhões, resultado, principalmente, da queda de receitas de aplicações e fundos de renda fixa. Já no acumulado do ano, a arrecadação com esse item chega a R$ 81,93 bilhões, crescimento real de 17,83%, sendo R$ 13 bilhões decorrentes da tributação dos fundos exclusivos.</p>
<p>Com base na mesma lei das <em>offshores,</em> as pessoas físicas que moram no Brasil e mantêm aplicações financeiras, lucros e dividendos de empresas controladas no exterior tiveram até 31 de maio para atualizar seus bens e direitos no exterior. Com isso, no acumulado do ano, o Imposto de Renda Pessoa Física apresentou uma arrecadação de R$ 45,36 bilhões, com crescimento real de 18,14%. Só com a regularização, foram arrecadados R$ 7,49 bilhões.</p>
<p>A reoneração das alíquotas do PIS/Pasep (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) sobre combustíveis contribuiu para evitar a perda de arrecadação. Em julho de 2023, a desoneração com esses tributos foi de R$ 3 bilhões.</p>
<p>Por outro lado, em julho de 2023 houve receita de R$ 1,07 bilhão do imposto de exportação de óleo bruto, o que não houve em julho deste ano. No acumulado do ano de 2024, a perda de arrecadação com esse item chegou a R$ 3,57 bilhões do imposto de exportação sobre óleo bruto, a qual integrava essa agregação.</p>
<h2>Outros destaques</h2>
<p>Também foram destaque da arrecadação de julho o PIS/Pasep e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que apresentaram, no conjunto, uma arrecadação de R$ 45,26 bilhões no mês passado, representando crescimento real de 22,04%. No acumulado do ano, o PIS/Pasep e a Cofins arrecadaram R$ 302,46 bilhões. O desempenho é explicado, entre outros aspectos, pelo retorno da tributação incidente sobre os combustíveis e pela atividade produtiva, com aumento na venda de bens e serviços.</p>
<p>No mês passado, houve crescimento de recolhimentos do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incide sobre o lucro das empresas. A arrecadação somou R$ 52,15 bilhões, com crescimento real de 6,2% sobre o mesmo mês de 2023. O resultado é explicado pelo acréscimo real de 8,04% na arrecadação do balanço trimestral e de 9,67% do lucro presumido.</p>
<p>Já a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de R$ 53,559 bilhões em julho, com crescimento real de 6,04%. Esse resultado se deve à alta real de 5,81% da massa salarial e a postergação do pagamento para municípios gaúchos, além do crescimento de 15% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária, no período de janeiro a julho de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>No acumulado do ano, a Receita Previdenciária teve aumento real de 5,45%, chegando a R$ 371,69 bilhões.</p>
<h2>Indicadores macroeconômicos</h2>
<p>A Receita Federal apresentou os principais indicadores macroeconômicos que ajudam a explicar o desempenho da arrecadação no mês, todos positivos.</p>
<p>Entre eles, estão o crescimento da venda de bens e serviços, respectivamente, em 2% e 1,3% em junho (fator gerador da arrecadação de julho) e alta de 3,58% e 1,38% entre dezembro de 2023 e junho de 2024 (fator gerador da arrecadação do período acumulado).</p>
<p>A produção industrial também subiu 5,63% em junho passado e 2% no período acumulado. O valor em dólar das importações, vinculado ao desempenho industrial, teve alta de 18,39% em junho de 2024 e de 5,54% entre dezembro de 2023 e junho deste ano.</p>
<p>Também houve crescimento de 10,28% da massa salarial em junho e de 11,38% no acumulado encerrado no mês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Inflação acelera para 0,46% em maio com alta dos alimentos, diz IBGE</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inflacao-acelera-para-046-em-maio-com-alta-dos-alimentos-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 12:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[No ano, a inflação acumulada é de 2,27%; resultado veio acima das expectativas de analistas O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,46% em maio. O grupo que mais pressionou o índice foi de alimentos e bebidas, que subiram 0,62% na comparação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-968382895" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>No ano, a inflação acumulada é de 2,27%; resultado veio acima das expectativas de analistas<br /><br />O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,46% em maio. O grupo que mais pressionou o índice foi de alimentos e bebidas, que subiram 0,62% na comparação com abril, influenciados, sobretudo, pela alta dos tubérculos, raízes e legumes (6,33%).<br /><br />O resultado veio acima das expectativas de analistas consultados pela Reuters, que esperavam uma alta de 0,42% no período.<br /><br />No ano, a inflação acumulada é de 2,27% e, nos últimos 12 meses, de 3,93%.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: CNN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Deve subir para 4,5% o valor dos remédios a partir de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 03:02:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[elevação de valor]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Remédios]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço dos remédios deve ficar 4,5% mais caros a partir de abril. O reajuste anual dos medicamentos deve repor a inflação, segundo estimativa da Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos). O cálculo é baseado no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial, do período de março de 2023 a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3704203780" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O preço dos remédios deve ficar 4,5% mais caros a partir de abril. O reajuste anual dos medicamentos deve repor a inflação, segundo estimativa da Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos).<br />
O cálculo é baseado no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial, do período de março de 2023 a fevereiro de 2024.</p>
<p>O índice de reajuste anual dos medicamentos se baseia na fórmula de cálculo elaborada pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), ligada à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).</p>
<p>O governo federal ainda dará o aval até o fim desta semana ao índice de reajuste, que atinge 13 mil produtos.</p>
<p>Em nota, a Anvisa informa que índice ainda será anunciado pela CMED. “O valor das faixas de reajuste ainda não foi anunciado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). As informações serão disponibilizadas assim que a Resolução da CMED for publicada”, afirmou a pasta.</p>
<p>O setor farmacêutico é submetido ao controle de preços. Somente uma vez por ano as indústrias farmacêuticas estão autorizadas a reajustar os preços de seus produtos, para compensar os aumentos de custo de produção acumulados nos 12 meses anteriores.</p>
<p>De 2014 a 2024, a inflação geral (IPCA) somou 77,5% ante uma variação de preços dos medicamentos de 72,7%.</p>
<p>“Os medicamentos têm um dos mais previsíveis e estáveis comportamentos de preço da economia brasileira”, afirma Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos.</p>
<p>“Num ambiente altamente competitivo, a concorrência regula os preços; por isso, os produtos das classes terapêuticas com grande diversidade de marcas poderiam ser liberados do controle de preços, como já acontece com os medicamentos isentos de prescrição”, acrescenta.</p>
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<p>Fonte: Mix de Notícias</p>
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