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	<title>íon-lítio - Portal NDC</title>
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		<title>Descoberta acidental pode resultar em baterias com vida quase infinita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 13:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[baterias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1349333257" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Por melhor que seja a qualidade das baterias de íon-lítio disponíveis atualmente no mercado, fato é que elas têm ciclos de vida bastante delimitados. Após certo tempo de uso, é comum que smartphones, tablets e outros aparelhos não “segurem carga” da mesma forma que antes graças à degradação natural dos elementos químicos usados em sua produção.<br /><br />Uma descoberta feita acidentalmente por pesquisadores da UC Irvine não soluciona totalmente esse problema, mas faz com que ele seja bastante minimizado. Ao substituir o lítio usado em baterias por uma mistura de nanotubos de ouro banhados em gel eletrolítico, eles conseguiram fazer com que um componente do tipo perdesse somente 5% de sua capacidade total após mais de 200 mil ciclos de recarga.</p>
<p>Embora técnicas semelhantes já tivessem sido testadas no passado, pesquisadores ainda não haviam solucionado um problema recorrente. Apesar de nanotubos serem vistos como um “material do sonho” para a produção de baterias, eles se corroem com relativa facilidade após alguns milhares de ciclos em ambientes que usam lítio.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23606" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/03/25095025900081.jpg" alt="" width="1000" height="669" /></p>
<p>Nova bateria sobrevive a milhares de ciclos de recarga sem nenhuma degradação</p>
<h2>Surpresa bem-vinda</h2>
<p>A maneira de prevenir que isso aconteça surgiu de forma acidental, quando os cientistas da UC Irvine revestiram o ouro utilizado com dióxido de manganês e trocaram o lítio por um gel eletrolítico. O gel e o manganês se fundiram em uma camada protetora que revestiu os tubos, resultando em uma bateria capaz de sobreviver a milhares de ciclos de recarga realizados em um período de três meses sem sofrer nenhuma degradação notável.</p>
<p>O que dificulta um pouco o uso comercial da solução é o fato de que o ouro não é exatamente o metal mais barato disponível na atualidade. Assim, embora ainda não tenham testado essa possibilidade, os pesquisadores acreditam que o níquel pode servir como um substituto à altura caso a solução algum dia comece a ser produzida em escala massiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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