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	<title>IOF - Portal NDC</title>
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	<title>IOF - Portal NDC</title>
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		<title>Lula diz que Motta descumpriu acordo e derrubada do IOF foi absurda</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-diz-que-motta-descumpriu-acordo-e-derrubada-do-iof-foi-absurda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 19:05:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[“Interesses de poucos prevalecem no Congresso”, afirmou presidente O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (2) que os interesses de poucos grupos econômicos prevalecem no Congresso Nacional, em detrimento do conjunto da população brasileira. Lula defendeu a decisão do governo de recorrer à Justiça contra a derrubada, pelo parlamento, do decreto que aumentou alíquotas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2375342524" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>“Interesses de poucos prevalecem no Congresso”, afirmou presidente</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (2) que os interesses de poucos grupos econômicos prevalecem no Congresso Nacional, em detrimento do conjunto da população brasileira. <strong>Lula defendeu a decisão do governo de recorrer à Justiça contra a derrubada, pelo parlamento, do decreto que aumentou alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1649167&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1649167&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“Se eu não entrar com um recurso no Poder Judiciário, se eu não for à Suprema Corte, ou seja, eu não governo mais o país. Esse é o problema. Cada macaco no seu galho. Ele [Congresso] legisla, e eu governo”, disse em entrevista à <em>TV Bahia</em>, em Salvador (BA).</p>
</blockquote>
<p>“Nós não estamos propondo aumento de imposto, nós estamos fazendo um ajuste tributário nesse país para que os mais ricos paguem um pouco para que a gente não precise cortar dinheiro da educação e da saúde. Houve uma pressão das bets, das fintechs, eu não sei se houve pressão do sistema financeiro. O dado concreto é que os interesses de poucos prevaleceram dentro da Câmara e do Senado, o que eu acho um absurdo”, acrescentou.</p>
<p><strong>Lula afirmou que, ao pautar a derrubada do decreto do IOF, o presidente da Câmara, Hugo Motta, descumpriu um acordo que havia sido feito com o Executivo, sobre medidas compensatórias. A decisão foi anunciada por Motta horas antes da votação, em postagem nas redes sociais, na semana passada.</strong></p>
<p>Para o presidente Lula, essa decisão foi absurda; ainda assim, ele afirma que não há rivalidade com o Congresso. “O presidente da República não rompe com o Congresso, o presidente da República reconhece o papel que o Congresso tem. Eles têm os seus direitos, eu tenho os meus direitos. Nem eu me meto no direito deles nem eles se metem no meu direito. E, quando os dois não se entenderem, a Justiça resolve”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“O presidente da República tem que governar o país e decreto é uma coisa do presidente da República. Você pode ter um decreto legislativo quando você tem alguma coisa que fira muito a Constituição, o que não é o caso. O governo brasileiro tem o direito de propor IOF, sim”, defendeu na entrevista.</p>
</blockquote>
<p>Lula está em Salvador, onde cumpre agenda de celebração da Independência do Brasil na Bahia. De lá, ainda hoje, ele viajará a Buenos Aires, para participar da Cúpula do Mercosul, que ocorre nesta quinta-feira (3). Na sequência, o presidente segue para o Rio de Janeiro, onde preside a Cúpula do Brics.</p>
<p><strong>“Quando eu voltar, eu, tranquilamente, vou conversar com o Hugo, com o [presidente do Senado] Davi Alcolumbre e vamos voltar à normalidade política nesse país”, destacou.</strong></p>
<p>Nessa terça-feira (1º), a Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou ação declaratória de constitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido do presidente Lula e com base em estudo técnico e jurídico solicitado ao órgão na semana passada. O relator do caso será o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O decreto elaborado pelo Ministério da Fazenda aumentava o IOF para operações de crédito, de seguros e de câmbio, com o objetivo de reforçar as receitas do governo e atender às metas do arcabouço fiscal. A maioria dos parlamentares, entretanto, não concordou com a elevação das alíquotas e tem cobrado o corte de despesas primárias.</p>
<p>“Como é que você pode falar em corte de gasto, de despesa, querendo mexer na educação?”, questionou Lula, sobre a proposta de desvinculação dos pisos da saúde e da educação, que os valores mínimos que devem ser investidos nessas áreas.</p>
<p>O governo alegou que o aumento do IOF é necessário para evitar mais cortes em políticas sociais e maiores contingenciamentos que podem afetar o funcionamento da máquina pública. Além disso, segundo o Ministério da Fazenda, as regras do decreto corrigiam injustiças tributárias de setores que não pagam imposto sobre a renda.</p>
<blockquote>
<p>“Você sabe qual foi a proposta que eu fiz? É que a gente possa cortar 10% linear em todos os benefícios fiscais. Você sabe quanto que tem de isenção e desoneração nesse país? Sabe quanto que se deixa de pagar imposto nesse país? R$ 860 bilhões. Se você tirar 10% linear, o cara que tem 100% vai ficar com 90%. Ele vai continuar rico. Vai continuar tendo benefício. E você não precisa cortar dinheiro da educação ou da saúde”, argumentou Lula.</p>
</blockquote>
<p>“Nós temos que cortar em quem tem gordura, temos que fazer uma bariátrica em quem tem muita gordura para que a gente possa atender as pessoas mais necessitados”, acrescentou.</p>
<p>Entre as medidas propostas pelo governo no decreto estão o aumento da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) tanto das apostas eletrônicas, as chamadas bets, de 12% para 18%; quanto das fintechs, de 9% para 15%, igualando aos bancos tradicionais. Também há a previsão da taxação das Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), títulos que atualmente são isentos de Imposto de Renda.</p>
<p>Antes mesmo da derrubada do decreto, o governo editou, no início de junho, uma medida provisória (MP) com aumento de tributos para bets (empresas de apostas) e para investimentos isentos. A ideia da MP era atender uma pressão do próprio Congresso. A medida provisória também prevê o corte de R$ 4,28 bilhões em gastos obrigatórios neste ano. Em troca, o governo desidratou o decreto do IOF, mas o decreto foi derrubado pelo Congresso da mesma forma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Entenda como fica o IOF após derrubada de decreto</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/entenda-como-fica-o-iof-apos-derrubada-de-decreto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 16:55:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alíquotas]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
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					<description><![CDATA[Câmbio, crédito e previdência privada voltam a alíquotas anteriores A derrubada do decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)  provocou a terceira mudança nas alíquotas em pouco mais de um mês. As alíquotas que vigoravam até 22 de maio, quando o Ministério da Fazenda anunciou as mudanças, foram retomadas. A revogação do decreto cria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2168442938" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Câmbio, crédito e previdência privada voltam a alíquotas anteriores</p>
<p><strong>A derrubada do decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)  provocou a terceira mudança nas alíquotas em pouco mais de um mês. As alíquotas que vigoravam até 22 de maio, quando o Ministério da Fazenda anunciou as mudanças, foram retomadas.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1648756&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1648756&amp;o=node" /></p>
<p>A revogação do decreto cria um desafio para o governo, ao provocar perda de R$ 12 bilhões em arrecadação para 2025, segundo a Receita Federal. No entanto, para o cidadão, as mudanças aliviam o bolso, com alíquotas menores sobre as operações de câmbio, de empréstimo para empresas e da previdência privada do tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).</p>
<p><strong>Como não tinham sido objeto do decreto, o IOF de crédito para pessoas físicas, para o Pix e para modalidades isentas não foi alterado</strong>.</p>
<h2>Entenda os efeitos da derrubada do decreto sobre o seu bolso:</h2>
<p>Viagem ao exterior</p>
<p><strong>Como estava</strong></p>
<p>Unificação do IOF sobre operações de câmbio em 3,5%. A nova alíquota incidia sobre:</p>
<p>•     Transações de câmbio com cartões de crédito e débito internacional, compra de moeda em espécie, cartão pré-pago internacional, cheques de viagem para gastos pessoais;</p>
<p>•     Empréstimos externos para operações com prazo inferior a 365 dias, para tomadas de empréstimos feitas do Brasil no exterior;</p>
<p>•     Para operações não especificadas, a alíquota passou a ser de 0,38% na entrada (do dinheiro no país) e 3,5% na saída;</p>
<p>•     Isenção para retorno de investimentos estrangeiros diretos (que geram emprego) no Brasil. Saída de recursos pagava 3,5%.</p>
<h2>Como voltou a ficar</h2>
<p><strong>As alíquotas voltam a ser as mesmas de antes do decreto:</strong></p>
<p>•     1,1% para compra de moeda em espécie;</p>
<p>•     3,38% nas outras transações (cartões de crédito, débito, débito internacional e pré-pago);</p>
<p>•     Para operações não especificadas, alíquota voltou a 0,38%, sendo cobrada uma única vez;</p>
<p>•     Remessas ao exterior e empréstimo de curto prazo (inferior a um ano) voltam a ter alíquota de 1,1%.</p>
<p><strong>A versão mais recente do decreto não tinha alterado as seguintes operações cambiais:</strong></p>
<p>•     Operações interbancárias;</p>
<p>•     Importação e exportação;</p>
<p>•     Ingresso e retorno de recursos de investidor estrangeiro;</p>
<p>•     Remessa de dividendos;</p>
<p>•     Juros sobre capital próprio para investidores estrangeiros.</p>
<h2>Crédito para empresas</h2>
<p><strong>Como estava</strong></p>
<p><strong>A tomada de crédito por qualquer pessoa jurídica tinha passado a pagar mais imposto.</strong></p>
<p>•     Teto de IOF de operações de crédito para empresas em geral havia subido para 3,38% ao ano;</p>
<p>•     Para empresas do Simples Nacional, a cobrança havia aumentado para 1,95% ao ano;</p>
<p>•     Alíquota de 3% ao ano sobre risco sacado, operação de antecipação ou financiamento de pagamento a fornecedores.</p>
<p>•     Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC): alíquota de 0,38% sobre compra de cotas primárias, inclusive por bancos.</p>
<p><strong>Como voltou a ficar</strong></p>
<p>•     Teto de IOF de operações de crédito para empresas em geral voltou a 1,88% ao ano;</p>
<p>•     No caso de empresas do Simples Nacional, cobrança máxima retornou ao limite de 0,88% ao ano;</p>
<p>•     Risco sacado deixou de ser considerado operação de crédito e voltou a ficar isento;</p>
<p>•     Compra de cotas primárias do FIDC voltaram a ficar isentas.</p>
<h2>Previdência VGBL</h2>
<p><strong>Como estava</strong></p>
<p>•     Isenção para aportes de até R$ 300 mil ao ano (R$ 25 mil por mês) até o fim de 2025 e de aportes anuais de até R$ 600 mil (R$ 50 mil por mês) a partir de 2026. Acima desse valor, cobrança de 5%;</p>
<p>•     Isenção para a contribuição patronal (do empregador).</p>
<p><strong>Como voltou a ficar</strong></p>
<p>•     Alíquota zero para aportes mensais de qualquer valor.</p>
<h2><em>Bets</em>, fintechs e investimentos incentivados</h2>
<p>No início de junho, o governo reverteu parte das elevações do IOF, mas editou uma medida provisória (MP) que aumenta outros tributos &lt;https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/nova-mp-deve-reforcar-arrecadacao-em-r-105-bi-neste-ano&gt;. Embora enfrente resistências no Congresso Nacional, a MP continua em vigor pelos próximos quatro meses.</p>
<blockquote>
<p><strong>Caso a MP, que não trata do IOF, seja aprovada, o aumento da contribuição das <em>bets </em>de 12% para 18% entrará em vigor nos próximos três meses. Da mesma forma, a elevação de 9% para 15% da alíquota das <em>fintechs</em> (<em>startups</em> do setor financeiro) e o endurecimento das regras de compensações tributárias (ressarcimento de impostos supostamente pagos a mais) por grandes empresas.</strong></p>
</blockquote>
<p>Outras medidas de aumento de Imposto de Renda (IR) para a população mais rica só entrarão em vigor em 2026, caso a MP seja aprovada.</p>
<p><strong>Estão nessa situação o fim da isenção para títulos privados incentivados (LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures) e a elevação de 15% para 20% do Imposto de Renda dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), tipo de remuneração paga aos acionistas de empresa.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Após derrota no Congresso, governo Lula estuda recorrer ao STF para manter aumento do IOF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/apos-derrota-no-congresso-governo-lula-estuda-recorrer-ao-stf-para-manter-aumento-do-iof/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[davi alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[decreto do IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Palácio do Planalto avalia que derrubada do decreto é ilegal e estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025; caso a decisão seja levada para frente, crise com o Legislativo deve se acirrar Depois de sofrer uma derrota significativa no Congresso Nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-268810031" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Palácio do Planalto avalia que derrubada do decreto é ilegal e estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025; caso a decisão seja levada para frente, crise com o Legislativo deve se acirrar<br /><br />Depois de sofrer uma derrota significativa no Congresso Nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão que derrubou o decreto presidencial que aumentava as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A análise dentro do governo é de que a decisão do Congresso é “flagrantemente inconstitucional”. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, juristas ligados ao Executivo consideram que um decreto presidencial só pode ser sustado se houver extrapolação de competências, o que, na visão do governo, não ocorreu neste caso.<br /><br />“Saí de lá imaginando que estava tudo bem. Não só eu, todo mundo. Eu não sei o que mudou. O que mudou daquele domingo para hoje?”, questionou o ministro em entrevista à Folha de S.Paulo, referindo-se a uma reunião com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), realizada no último dia 8. Apesar da avaliação jurídica, Haddad afirmou que ainda não há manifestação oficial da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou da Advocacia-Geral da União (AGU), e que a decisão final caberá ao presidente Lula.<br /><br />A medida de levar o caso ao STF é apoiada por integrantes da base governista, como a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT). Em publicação nas redes sociais, Gleisi defendeu a legalidade do decreto e alertou que sua derrubada afetará diretamente as contas públicas e as emendas parlamentares. Com a rejeição do decreto e da medida provisória que tratava do mesmo tema, o governo estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025. Segundo a ministra, isso deve resultar em um contingenciamento adicional de R$ 2,7 bilhões nas emendas, somando-se aos R$ 7,1 bilhões já bloqueados, o que pode acirrar ainda mais a tensão com o Congresso.<br /><br />A derrubada do decreto, aprovada por ampla maioria na Câmara dos Deputados (383 votos a 98) e em votação simbólica no Senado, escancarou fragilidades na base aliada do governo. Parlamentares próximos ao Planalto reconhecem que a articulação política falhou e defendem que o presidente entre em campo pessoalmente para tentar recompor sua base no Legislativo. Durante a votação, Lula não fez contato com os presidentes Motta e Alcolumbre. A justificativa de assessores é que a derrota já era considerada inevitável. Agora, o presidente deve telefonar aos dois líderes para tentar reabrir o diálogo.<br /><br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula defende aumento do IOF como forma de financiar gastos públicos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-defende-aumento-do-iof-como-forma-de-financiar-gastos-publicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2025 19:12:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Gastos Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o presidente, proposta do governo promove “justiça tributária” O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu, nesta quinta-feira (19), a proposta do governo federal de promover mudanças nas regras do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), incluindo o aumento das alíquotas cobradas atualmente. “O IOF do Haddad [ministro da Fazenda], não tem nada demais”, disse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4173121837" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Para o presidente, proposta do governo promove “justiça tributária”</p>
<p><strong>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu, nesta quinta-feira (19), a proposta do governo federal de promover mudanças nas regras do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), incluindo o aumento das alíquotas cobradas atualmente.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1647785&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1647785&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“O IOF do Haddad [ministro da Fazenda], não tem nada demais”, disse Lula ao participar do <em>podcast</em> Mano a Mano, apresentado pelo músico e compositor Mano Brown e pela jornalista Semayat Oliveira, e disponibilizado nesta quinta-feira (19).</p>
</blockquote>
<p>“O Haddad quer que as bets paguem [mais] imposto de renda; que as fintechs paguem; que os bancos paguem. Só um pouquinho, para a gente poder fazer a compensação, porque toda vez que a gente vai ultrapassar o arcabouço fiscal, temos que cortar no Orçamento”, acrescentou o presidente, admitindo que o aumento do IOF “é um pouco para fazer esta compensação” e evitar cortes orçamentários.</p>
<p><strong>As declarações do presidente ocorrem em meio à forte resistência do Congresso Nacional a alterações no IOF.</strong> Na última segunda-feira (16), a Câmara dos Deputados <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-06/camara-aprova-urgencia-para-suspender-decreto-do-iof" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aprovou</a>, por 346 votos a 97, a urgência para a tramitação do projeto legislativo (PDL 314/25) que trata da possível suspensão dos efeitos do recente decreto do governo federal sobre mudanças nas regras do IOF.</p>
<blockquote>
<p>“A gente quer fazer justiça tributária. Queremos que as pessoas que ganham mais, paguem mais [impostos]. Que quem ganha menos, pague menos. E que as pessoas vulneráveis não paguem impostos”, declarou o presidente.</p>
</blockquote>
<p>A<strong> aprovação da urgência permite que o Plenário da Câmara dos Deputados vote o decreto do governo sem que este seja discutido nas comissões parlamentares.</strong> O decreto do governo foi apresentado no último dia 11, junto com uma Medida Provisória também relacionada ao IOF.</p>
<p>Com uma proposta de corte de gastos, as duas recentes medidas foram anunciadas como uma forma do governo recalibrar proposta anterior, de 22 de maio – quando a equipe econômica anunciou o contingenciamento de R$ 31,3 bilhões do Orçamento Geral da União a fim de assegurar o cumprimento da meta fiscal estabelecida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Na ocasião, o governo propôs elevar a alíquota de várias operações financeiras, incluindo o IOF, mas recuou no mesmo dia, diante das críticas de empresários e parlamentares, incluindo alguns da própria base governista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo publica conjunto de medidas alternativas ao IOF; veja mudanças</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-publica-conjunto-de-medidas-alternativas-ao-iof-veja-mudancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 12:47:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
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					<description><![CDATA[Pacote trata de apostas esportivas, aplicações e títulos O governo federal publicou, na noite desta quarta-feira (11), um conjunto de medidas relacionadas ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), via decreto e Medida Provisória, voltado para recalibrar o imposto e aumentar a arrecadação. De acordo com o Ministério da Fazenda, as medidas foram acertadas entre o ministro Fernando Haddad, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2052487186" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Pacote trata de apostas esportivas, aplicações e títulos</p>
<p>O <strong>governo federal publicou, na noite desta quarta-feira (11), um conjunto de medidas relacionadas ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)</strong>, via decreto e Medida Provisória, voltado para recalibrar o imposto e aumentar a arrecadação.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1646483&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1646483&amp;o=node" /></p>
<p>De acordo com o Ministério da Fazenda, as <strong>medidas foram acertadas entre o ministro Fernando Haddad, e os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), além de lideranças das Casas Legislativas</strong>.</p>
<h2>&gt;&gt; Veja abaixo algumas das medidas: </h2>
<ul>
<li> Fim da alíquota fixa do risco sacado. Fica apenas a diária, de 0,0082%, o que significa redução de 80% na tributação.</li>
<li> VGBL: até 31 de dezembro de 2025, o IOF nos aportes passa a incidir somente sobre o valor que exceder R$ 300 mil. Neste ano, fica flexibilizada a exigência de verificação global dos aportes em diferentes entidades, para evitar problemas operacionais nas entidades seguradoras. A partir de 1º de janeiro do ano que vem, o IOF nos aportes em VGBL passa a incidir sobre o valor que exceder R$ 600 mil. As contribuições patronais passam a ser isentas de IOF. </li>
<li>Alíquota de 5% de Imposto de Renda sobre  LCA, LCI, CRI, CRA e debêntures incentivadas, antes isentos.</li>
<li> Alíquota única de 17,5% de Imposto de Renda sobre os rendimentos de aplicações. Não há mudança para caderneta de poupança.</li>
<li>Tributação sobre o faturamento das bets será elevada de 12% para 18%. Não há mudança para os prêmios pagos ao apostador e para o imposto de renda e a CSLL cobrada da empresa. </li>
<li>Inserção do programa Pé-de-Meia no piso constitucional da educação, mudança nas regras do Atestmed (serviço digital do INSS para solicitação de benefícios por incapacidade temporária), sujeição à dotação orçamentária da compensação financeira entre o Regime Geral de Previdência Social e os regimes de previdência dos servidores públicos e, em relação ao Seguro Defeso, ajustes nos critérios de acesso e sujeição à dotação orçamentária</li>
</ul>
<p><strong>&gt;&gt; Acesse <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-12.499-de-11-de-junho-de-2025-635606820" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aqui</a> o Decreto 12.499</strong></p>
<p><strong>&gt;&gt; Acesse <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.303-de-11-de-junho-de-2025-635608558" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aqui</a> a Medida Provisória 1.303</strong></p>
<p>O governo anunciou, no final de maio, um bloqueio e um contingenciamento de cerca de R$ 30 bilhões para atingir a meta definida pela lei do arcabouço fiscal. Além disso, foi editado decreto com alta do IOF que previa arrecadar mais R$ 20 bilhões neste ano. </p>
<p>A medida sofreu resistência do mercado financeiro e do Congresso Nacional, o que levou o governo a negociar uma MP alternativa ao decreto do IOF. </p>
<p>Sem essa alternativa, o governo teria que contingenciar mais gastos federais neste ano, o que impactaria ainda mais o funcionamento da máquina pública, atingindo as emendas parlamentares dos deputados e senadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54929</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Governo prepara MP para recalibrar IOF e aumentar arrecadação</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-prepara-mp-para-recalibrar-iof-e-aumentar-arrecadacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
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					<description><![CDATA[Bets também serão tema da medida provisória, anunciada por Haddad O governo federal enviará ao Congresso Nacional uma medida provisória (MP) voltada para o mercado financeiro, anunciou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na noite deste domingo (8), depois de reunião com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2694806864" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bets também serão tema da medida provisória, anunciada por Haddad</p>
<p><strong>O governo federal enviará ao Congresso Nacional uma medida provisória (MP) voltada para o mercado financeiro, anunciou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na noite deste domingo (8), depois de reunião com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645966&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645966&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“É uma medida que corrige distorções no sistema de crédito, na cobrança de impostos de rendimentos sobre títulos e temas afins. Inclusive vai entrar um aspecto na questão das bets”, disse Haddad. “O que essa medida provisória vai nos permitir? Recalibrar o decreto do IOF [Imposto sobre Operações Financeiras], fazendo com que sua dimensão regulatória seja o foco da nova versão e possamos reduzir as alíquotas previstas no decreto original, que vai ser reformado conjuntamente”.</p>
</blockquote>
<p>Entre as mudanças, segundo Haddad, está o fim da parte fixa do risco sacado e a recalibração da parte diária. “Todos os itens [do decreto de mudança do IOF] vão ser revistos”, disse.</p>
<p>O ministro afirmou ainda que a MP passará a cobrar tributo de 18% sobre o Gross Gaming Revenue (GGR) das empresas de apostas (ou seja, sobre a diferença entre o que as bets arrecadam e aquilo que elas pagam de prêmio), em vez dos 12% cobrados atualmente. Além disso, a medida tributará títulos que hoje são isentos, como LCA e LCI, em 5%.</p>
<blockquote>
<p>“Eles [esses títulos] continuarão a manter uma distância grande em relação aos títulos públicos em geral [em termos de taxação], mas não permanecerão mais isentos, porque estão criando uma distorção no mercado de crédito no Brasil, inclusive com dificuldades para o Tesouro Nacional”.</p>
</blockquote>
<p><strong>A Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) cobrada de instituições financeiras passará a ser de 15% ou 20%. A taxa de 9% não existirá mais.</strong></p>
<p>Haddad explicou ainda que há um compromisso de reduzir gastos tributários em pelo menos 10% de natureza infraconstitucional e de conversar, com o Congresso, sobre gastos primários.</p>
<p>“A questão do gasto primário, tem muitas iniciativas que já mandamos para o Congresso. Algumas já estão em tramitação. O que nos dispusemos a fazer é fazer uma nova reunião sobre gasto primário, mas já tendo um feedback das bancadas sobre os temas que vão ser enfrentados”.</p>
<p>O ministro explicou que mostrou ao Congresso as evoluções de despesas obrigatórias, contratadas no passado por governos, que hoje estão pressionando as receitas da União.</p>
<blockquote>
<p>“São despesas contratadas quatro, cinco, seis anos atrás e que a conta está chegando sem que a fonte de financiamento dessa despesa tenha sido contratada no mesmo momento”, disse. “Às vezes eu vejo no jornal: ‘está tendo uma gastança’. Mas quando foi contratado o gasto? Qual era a previsibilidade que nós tínhamos?”</p>
</blockquote>
<h2>Congresso</h2>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que o decreto do IOF causou um grande incômodo no Congresso Nacional. “<strong>Tanto na Câmara como no Senado, o ambiente se tornou muito adverso a essa medida. E nós colocamos que essa medida precisaria ser revista. Com o governo, atendendo a posição do presidente do Senado e do presidente da Câmara, hoje trouxe essa alternativa, de que o decreto será refeito, com uma calibragem diminuindo de forma significativa seus efeitos”.</strong></p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Lula Marques/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/JqnlTJ-mQ74sl2HrFsWsSgvENx0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/05/29/lula5165.jpg?itok=YQI99jVu" alt="Brasília (DF), 29/05/2025  - Presidente da Câmara dos deputados, Hugo Motta, durante coletiva à imprensa após a reunião de lideres.  Foto: Lula Marques/Agência Brasil" width="754" height="488" /><p class="wp-caption-text">Brasília (DF), 29/05/2025 &#8211; Para o presidente da Câmara dos deputados, Hugo Motta, a MP traz uma compensação financeira para o governo, mas “muito menos danosa do que seria a continuidade do decreto do IOF&#8221;. Foto-arquivo:  Lula Marques/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>Segundo Motta, a MP traz uma compensação financeira para o governo, mas “muito menos danosa do que seria a continuidade do decreto do IOF, como foi proposto de forma inicial”.</p>
<p>O presidente da Câmara afirmou ainda que o Congresso fará, nos próximos dias, uma revisão das medidas de isenção fiscal, que segundo o governo federal, pode chegar a R$ 800 bilhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Haddad: medidas alternativas ao IOF terão impacto estrutural</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-medidas-alternativas-ao-iof-terao-impacto-estrutural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 15:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alternativa ao IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[ministro da Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Propostas propostas têm apoio de Motta e Alcolumbre, diz ministro A proposta do governo federal com alternativas para o cumprimento das metas fiscais para os próximos anos será apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda nesta terça-feira (3), até as 15h, antes do embarque à França. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a alternativa prevê, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3722314051" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Propostas propostas têm apoio de Motta e Alcolumbre, diz ministro</p>
<p>A proposta do governo federal com alternativas para o cumprimento das metas fiscais para os próximos anos será apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda nesta terça-feira (3), até as 15h, antes do embarque à França.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645192&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645192&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a alternativa prevê, uma emenda constitucional (PEC) e um projeto de lei (PL) “relativamente amplo”.</p>
<blockquote>
<p>“Serão dois diplomas legais, mas eu posso precisar, para questões tópicas, de uma medida provisória que entre em vigor imediatamente, para determinadas correções que eu possa ter que fazer. Mas isso ainda não está decidido. Será decidido depois da reunião [com Lula]”, disse Haddad ao chegar no ministério.</p>
</blockquote>
<p>A nova proposta substituirá a anterior, que prevê a elevação de alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para o crédito de empresas, para operações cambiais e para grandes investidores em previdência privada.</p>
<h2>Reuniões produtivas</h2>
<p>O ministro voltou a dizer que as reuniões que teve com os presidentes da Câmara, Hugo Motta; e do Senado, Davi Alcolumbre foram bastante produtivas.</p>
<p>“Nós conseguimos apresentar, ponto por ponto, aquilo que já tinha sido sugerido por alguns parlamentares, dentre os quais os próprios presidentes das duas casas, já com uma estimativa de impacto benéfico e estrutural sobre as contas públicas. Será uma coisa que tem impacto duradouro ao longo do tempo”, disse o ministro.</p>
<p>Haddad disse estar otimista também para a reunião de hoje com Lula. “Há ainda pequenos detalhes &#8211; de fato pequenos &#8211; para serem arbitrados, mas penso que o plano de voo está bem montado”, acrescentou.</p>
<h2>Agenda de Estado</h2>
<p>O ministro afirmou que sua equipe econômica está em posição confortável e otimista em relação ao respaldo político a ser obtido após a apresentação do novo plano. “Tecnicamente, ele é robusto. Politicamente, está amparado. Teremos oportunidade muito interessante de avançar naquilo que todo mundo está pedindo”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“Isso nos dá conforto, inclusive porque os governos duram quatro anos. Nós temos que fazer coisas para o país. Tem que ter uma agenda de Estado no Brasil. Tem uma agenda de governo, que cada um tem uma opinião, mas tem uma agenda que é de Estado, para colocar as coisas em ordem”, complementou.</p>
</blockquote>
<h2>Aval de Motta e Alcolumbre</h2>
<p>Na avaliação do ministro, o aval dado pelos presidentes da Câmara e do Senado ajudará no apoio e na tramitação da proposta. “Obviamente, isso vai depender agora de uma avaliação dos partidos políticos”, ponderou, ao considerar como “muito significativo” o apoio de Motta e Alcolumbre antes mesmo de a proposta ser oficialmente apresentada.</p>
<blockquote>
<p>“Agora nós vamos, evidentemente, negociar com as bancadas. Mas é um gesto que não pode deixar de ser considerado por parte dos dois presidentes”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<h2>Protocolo</h2>
<p>Perguntado sobre a possibilidade de a proposta incluir desvinculação do salário mínimo, Haddad disse que não poderia entrar em mais detalhes, em respeito ao protocolo que deve manter, tanto com Lula, quanto com os presidentes das duas casas legislativas.</p>
<p>“Vou primeiro fechar primeiro com o presidente das duas casas sobre o que é essa estruturação, respeitando o presidente da República, porque temos que primeiro apresentar a ele [antes de tornar as medidas públicas]. Vocês saberão da decisão em algumas horas, assim que ele validar as medidas”, disse.</p>
<p>Haddad criticou a circulação de muitas notícias que não têm correspondência com o que está sendo discutido. “Tem muita gente no mercado que fica especulando, e não é bom especular sobre temas sérios”, complementou ao garantir que o governo vai manter e cumprir as metas fiscais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54579</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Lula confirma discussão de alternativas para a alta do IOF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-confirma-discussao-de-alternativas-para-a-alta-do-iof/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 15:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[meta fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente concedeu coletiva de imprensa no Palácio do Planalto Ao comentar o anúncio de novas tarifas do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (3) que o governo está discutindo outras possibilidades. Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, Lula avaliou que, à época do anúncio, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-825725069" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Presidente concedeu coletiva de imprensa no Palácio do Planalto</p>
<p>Ao comentar o anúncio de novas tarifas do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (3) que o governo está discutindo outras possibilidades. Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, Lula avaliou que, à época do anúncio, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tentava fazer uma espécie de “reparo”.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645236&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645236&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“O Haddad, no afã de dar uma resposta logo à sociedade, apresentou uma proposta que ele elaborou na Fazenda. Ora, se houve uma reação de que há outras possibilidades, estamos discutindo essas outras possibilidades”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>“Era uma sexta-feira quando fizeram o anúncio. Eu já não estava mais aqui. Poderia ter feito uma discussão. Não aconteceu porque era uma sexta-feira e eles queriam anunciar rápido isso para dar tranquilidade à sociedade brasileira. Não acho que tenha sido um erro. Acho que foi o momento político. Em nenhum momento, o companheiro Haddad teve qualquer problema em rediscutir o assunto”, acrescentou.</p>
<p><strong>O presidente Lula confirmou o que foi dito mais cedo por Haddad, que uma nova proposta do governo federal com alternativas para o cumprimento das metas fiscais para os próximos anos será apresentada ainda nesta terça-feira, antes de seu embarque para a França.</strong></p>
<p>“Só para vocês saberem, não é segredo para ninguém, às 13h vai ter um almoço na minha casa, com todas as pessoas que estão participando dessa discussão, para a gente saber se o acordo está feito ou não. Para anunciar o que vai fazer a compensação que o Brasil precisa ter para colocar as nossas contas fiscais em ordem”.</p>
<h2>Diálogo</h2>
<p>O presidente ressaltou que  a proposta está sendo discutida com os presidentes do Senado [Davi Alcolumbre] e da Câmara dos Deputados [Hugo Motta], além de líderes do governo em ambas as Casas.</p>
<blockquote>
<p>“A apresentação do IOF foi o que eles tinham pensado naquele instante. Se aparece alguém com uma ideia melhor, e ele topa discutir, vamos discutir. É isso que a gente tem que fazer. Essa discussão que eu acho que a gente tem que fazer com as lideranças é porque nós precisamos dar um voto e um crédito aos nossos líderes”, disse.</p>
</blockquote>
<p>“Ninguém pode ser líder do governo e o governo mandar alguma coisa para lá sem conversar com eles. Essa é uma prática política que nós temos que aprender a fazer. Toda vez que a gente toma uma atitude sem conversar com as pessoas que vão ter que nos defender e defender a proposta, a gente pode cometer erros. Muitas vezes, gente nossa tem uma proposta de mudança”.</p>
<p><strong>O presidente lembrou que “o esforço que a Fazenda está fazendo é apenas para dar tranquilidade ao povo brasileiro, que a economia não tem mágica”.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“A gente não inventa as coisas. E quem pensa que tem mágica quebra a cara”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Entenda</h2>
<p>O Congresso Nacional deu um prazo de 10 dias LINK 1  para o governo federal apresentar uma alternativa ao aumento das alíquotas do IOF. E as lideranças parlamentares alertaram sobre a possibilidade de derrubar a medida por meio de projetos de decreto legislativo.</p>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, cobrou medidas de cortes de gastos consideradas mais estruturantes, e disse que o Parlamento está disposto a aprovar medidas antipáticas de corte de despesas para alcançar a meta de gastos definida pelo arcabouço fiscal. Entre as ações levantadas no Congresso, estão mudanças nos pisos da saúde e educação e desvinculação de benefícios previdenciários do salário mínimo.</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, conversou com os presidentes das duas Casas no fim de semana para buscar a uma solução estrutural visando o cumprimento das metas fiscais tanto de 2025 como dos anos seguintes. </p>
<p>Além de congelar R$ 31,3 bilhões do Orçamento deste ano, a equipe econômica padronizou as alíquotas do IOF e incluiu novos setores no tributo para reforçar o caixa do governo.</p>
<p>Segundo o Ministério da Fazenda, as medidas visam reforçar o caixa em R$ 20,5 bilhões este ano e em R$ 41 bilhões em 2026 com impactos apenas nas empresas e nos contribuintes mais ricos, evitando uma limitação do funcionamento da máquina pública. </p>
<p>Entidades de bancos e da indústria, entretanto, defenderam que a tributação traria prejuízos para a economia, como a inibição dos investimentos, o desestímulo ao crescimento e a elevação de custos. </p>
<p>Após as críticas, horas após a publicação do decreto, em 22 de maio, o governo revogou parte dos aumentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54574</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Haddad diz que alternativa ao aumento do IOF pode ser antecipada</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-diz-que-alternativa-ao-aumento-do-iof-pode-ser-antecipada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 17:53:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=54528</guid>

					<description><![CDATA[Ministro manifesta conforto para implantar soluções estruturais O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que as conversas com os presidentes das duas Casas legislativas durante o fim de semana deixaram a equipe econômica “muito confortável” para chegar a uma solução estrutural visando o cumprimento das metas fiscais tanto de 2025 como dos anos seguintes. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4029221366" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro manifesta conforto para implantar soluções estruturais</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que as conversas com os presidentes das duas Casas legislativas durante o fim de semana deixaram a equipe econômica “muito confortável” para chegar a uma solução estrutural visando o cumprimento das metas fiscais tanto de 2025 como dos anos seguintes.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645103&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645103&amp;o=node" /></p>
<p>A afirmação foi feita nesta segunda-feira (2) na chegada dele ao ministério, em meio a críticas vindas do mercado sobre a elevação de alíquotas do IOF para o crédito de empresas, para operações cambiais e para grandes investidores em previdência privada.</p>
<blockquote>
<p>“Quero deixar claro que as conversas [neste fim de semana com os presidentes da Câmara e do Senado] evoluíram e nos deixaram, nós, aqui da Fazenda e da área econômica, muito confortáveis”, disse Haddad.</p>
</blockquote>
<p>“Esse é o jogo que interessa ao país. Não simplesmente uma situação paliativa para resolver um problema de cumprimento da meta do ano, mas voltar para questões estruturais para dar conforto a qualquer governante. Tanto ao presidente Lula o ano que vem, como a quem for eleito o ano que vem, em uma perspectiva de mais longo prazo”, acrescentou.<br /><br /></p>
<h2>Acolhimento</h2>
<p>Segundo o ministro, tanto o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; como do Senado, Davi Alcolumbre, passaram uma impressão “de acolhimento” ao que foi apresentado pela equipe econômica durante a reunião.</p>
<p>Ele elogiou as agendas das duas casas tanto para resolver problemas estruturais, como para avançar em reformas mais amplas.</p>
<p><strong>Segundo o ministro, tanto Lula como os dois presidentes do Legislativo sabem da necessidade de se debruçar sobre essas questões e tomar uma decisão antes do embarque de Lula para a França.</strong></p>
<p>“Nós [da equipe econômica] já sabemos exatamente o que está na mesa. Vamos definir qual vai ser o recorte a ser feito nas medidas e apresentar para os três presidentes”, disse Haddad ao garantir que não abrirá mão de cumprir as metas estabelecidas em comum acordo entre Executivo e Legislativo.</p>
<p>A expectativa do ministro é de que tudo seja resolvido muito rapidamente. </p>
<blockquote>
<p>“Ninguém está aqui querendo postergar. Aliás, eu disse [a Motta e Alcolumbre] que não preciso dos 10 dias de prazo, como foi dado na reunião da semana passada”.</p>
</blockquote>
<h2>Soluções estruturais</h2>
<p>De acordo com Haddad, “sabemos o que precisa ser feito, mas precisa tomar a decisão política do que será feito. Mas diante do que eu ouvi, acredito que essa semana a gente possa resolver e melhorar tanto a regulação do IOF [Imposto sobre Operações Financeiras] como as questões estruturais. Não dá para dissociar mais uma coisa da outra”.</p>
<p>Haddad reiterou a preferência “deste e de todos ministros da Fazenda” por soluções estruturais. </p>
<p><strong>“Se o Congresso também está dizendo que prefere isso, por que eu vou dizer o contrário? É muito melhor para o país soluções estruturais”, acrescentou.</strong></p>
<p>“Se chegamos a uma boa definição, de 70%, 80% ou 90% daquilo que foi discutido, e se houver uma compreensão de avançar, acredito que teremos uma perspectiva muito mais sustentável, sem a necessidade de medidas apenas paliativas que, sabemos, que não seriam estruturais. Para nós, é muito melhor fazer as correções no atacado do que fazer no varejo”, argumentou o ministro.</p>
<p>Na avaliação do ministro, o que a Fazenda não pode fazer é perder a iniciativa de levantar essas discussões consideradas tão relevantes. </p>
<blockquote>
<p>“Se deixarmos a acomodação falar mais alto, nós não vamos avançar. Nós abrimos uma excelente oportunidade de voltar a falar do que importa”, disse.</p>
</blockquote>
<p>“[Queremos] fazer o debate voltar à mesa porque, caso contrário, em vez de conseguirmos grau de investimento, vamos ficar patinando. As agências [de classificação de risco] reagem à capacidade de iniciativa do país. Se elas percebem que o país deu uma parada e não está enfrentando os temas, elas também param e esperam para ver o que acontece”, complementou.</p>
<h2>Transparência</h2>
<p>Haddad lembrou que o governo, desde sempre, defendeu a correção de “benefícios fiscais injustificados que ainda existem”. </p>
<p><strong>Essas isenções e benefícios fiscais a determinados setores somarão, segundo projeções da Receita Federal, R$ 800 bilhões em gastos tributários.</strong></p>
<p>Haddad disse que a estratégia do governo federal é mostrar isso “de forma muito transparente”, colocando todas as informações disponíveis na internet. </p>
<p><strong>“Vocês conseguem fazer a consulta até por CNPJ das empresas que estão deixando de pagar seus impostos”, observou o ministro.</strong></p>
<p>Haddad disse que não faz parte dos objetivos do governo fazer uso de decretos para ampliar a agenda que está sendo posta.</p>
<blockquote>
<p>“O decreto foi para resolver um problema pontual, distorções pontuais. Se nós ficarmos de decreto em decreto, não vamos fazer o que o país precisa, que é apontar um horizonte de médio e longo prazo de sustentabilidade”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>Na quarta-feira (28), o governo anunciou o resgate de R$ 1,4 bilhão de dois fundos, o Fundo Garantidor de Operações (FGO) e o Fundo de Garantia de Operações do Crédito Educativo (FGEDUC), administrado pela Caixa Econômica Federal, para compensar a revogação de dois pontos do decreto que aumentou o IOF.</p>
<p><strong>A elevação de alíquotas do IOF para o crédito de empresas, para operações cambiais e para grandes investidores em previdência privada pretendia arrecadar R$ 20,5 bilhões neste ano para impedir a paralisação da máquina pública este ano. Com a retirada de dois pontos do decreto, a estimativa caiu para R$ 19,1 bilhões.</strong></p>
<p>Embora inicialmente o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tenha anunciado que a revogação parcial do decreto reduziria a arrecadação em R$ 2 bilhões este ano, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, confirmou que o impacto será menor e ficará em R$ 1,4 bilhão neste ano e R$ 2,8 bilhões em 2026. </p>
<p><strong>Segundo ele, as projeções foram reduzidas durante o recálculo das medidas.</strong></p>
<p><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Presidente do BNDES propõe taxar bets para aumentar arrecadação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 17:13:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aloizio Mercadante]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
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					<description><![CDATA[Para Mercadante, proposta seria uma alternativa ao aumento do IOF O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, defendeu nesta segunda-feira (26), o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), anunciado recentemente pelo governo federal. Em evento sobre a indústria brasileira, Mercadante reagiu às críticas feitas por setores como o empresarial, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1195821061" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Para Mercadante, proposta seria uma alternativa ao aumento do IOF</p>
<p><strong>O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, defendeu nesta segunda-feira (26), o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), anunciado recentemente pelo governo federal. Em evento sobre a indústria brasileira, Mercadante reagiu às críticas feitas por setores como o empresarial, dizendo que é preciso apresentar alternativas e não apenas criticar medidas. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1644168&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1644168&amp;o=node" /></p>
<p>No discurso, Mercadante afirmou que uma das alternativas seria aumentar os impostos sobre as apostas esportivas, as chamadas bets.</p>
<blockquote>
<p>“O ministro [da Fazenda, Fernando] Haddad tem que entregar o orçamento fiscal. É a responsabilidade dele. Então, tem que dizer qual é a alternativa. Eu já faço uma sugestão pública aqui: vamos aumentar os impostos das bets, que estão corroendo as finanças populares. A gente poderia, com isso, diminuir, por exemplo, o impacto do IOF e criar alternativa”, disse.</p>
</blockquote>
<p><strong>Em entrevista à imprensa, depois do evento, Mercadante explicou que o aumento da IOF, juntamente com a estabilização do dólar, para que o Banco Central faça uma redução “segura, progressiva e sustentável” da taxa básica de juros, a Selic.</strong></p>
<p>Na última quinta-feira, o governo federal anunciou mudanças nas alíquotas de IOF, entre elas o aumento do imposto sobre crédito para empresas, de 1,88% para 3,95% ao ano. Algumas das medidas anunciadas, foram posteriormente revistas pelo governo, como a decisão de aumentar de 1,1% para 3,5% a alíquota sobre a compra de moeda em espécie e remessa para conta de contribuinte brasileiro no exterior.</p>
<p><strong>Em entrevista nesta segunda-feira, no mesmo evento de Mercadante, Haddad afirmou que o governo definirá até o fim desta semana formas de compensar os recuos sobre o aumento de algumas alíquotas do IOF. </strong></p>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Valter Campanato/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/cxpsd9OWyRJCiL7vdCfl7tIQTZ0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/05/22/0d7a5776.jpg?itok=oXdnsbVm" alt="Brasília (DF), 22/05/2025 - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante divulgação dos dados do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 2º bimestre de 2025. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Brasília (DF), 22/05/2025 &#8211; O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que o governo definirá até o fim desta semana formas de compensar recuos sobre aumento de algumas alíquotas do IOF. Foto-arquivo: Valter Campanato/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<blockquote>
<p>“Temos até o final da semana para decidir como vamos compensar, se é com mais contingenciamento ou com alguma substituição”, disse Haddad.</p>
</blockquote>
<p>Sobre as críticas em relação ao aumento do custo do crédito devido à alta do IOF, <strong>Haddad disse que a elevação da taxa básica de juros também “aumenta o custo do crédito e nem por isso os empresários deixam de compreender a necessidade da medida”.</strong> Ele também fez uma comparação com o governo anterior, dizendo que as alíquotas, naquele momento, eram ainda maiores.</p>
<blockquote>
<p>“Queremos resolver isso o quanto antes, o fiscal e o monetário para voltar a patamares adequados tanto de tributação quanto de taxa de juros para o país continuar crescendo”, disse Haddad, ao deixar o evento, no BNDES.</p>
</blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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