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	<title>Intolerância Religiosa - Portal NDC</title>
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	<title>Intolerância Religiosa - Portal NDC</title>
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		<title>Anitta compartilha fotos no candomblé e anuncia clipe novo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/anitta-compartilha-fotos-no-candomble-e-anuncia-clipe-novo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 19:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Famosos e Tv]]></category>
		<category><![CDATA[anitta]]></category>
		<category><![CDATA[Candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[Intolerância Religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Cantora disse ter perdido 100 mil seguidores após postar fotos de divulgação do videoclipe de &#8220;Aceita&#8221; Anitta postou algumas fotos mostrando sua rotina no candomblé e aproveitou para divulgar o lançamento do clipe de “Aceita”, que vai trazer referências à religião da cantora. A música faz parte do novo álbum de Anitta, “Funk Generation“, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1286781925" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Cantora disse ter perdido 100 mil seguidores após postar fotos de divulgação do videoclipe de &#8220;Aceita&#8221;<br /><br />Anitta postou algumas fotos mostrando sua rotina no candomblé e aproveitou para divulgar o lançamento do clipe de “Aceita”, que vai trazer referências à religião da cantora.<br /><br />A música faz parte do novo álbum de Anitta, “Funk Generation“, e o videoclipe estreia na quarta-feira, 15 de maio.<br /><br />Na legenda do post, a artista colocou o texto sinopse do enredo da Unidos da Tijuca para o Carnaval 2025, que será dedicado ao orixá Longun Edé.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/C66PtOPOL5x/?utm_source=ig_embed&#038;ig_rid=2fea4f24-3e92-4775-a8b6-18584d07bedc</p>
<p>Em coletiva de imprensa no final de abril, Anitta já havia revelado que pretendia colocar referências ao candomblé no clipe de “Aceita”.</p>
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<p>No início de 2023, a cantora relembrou, em entrevista à revista americana <em>Harper’s Bazaar</em>, a decisão de deixar o catolicismo e começar a frequentar o candomblé depois que seu padre favorito foi expulso da igreja por homenagear as religiões afro-brasileiras no dia da Consciência Negra.</p>
<p>“Fiquei muito frustrada e não queria voltar para a igreja”, explicou.</p>
<p>Desde então, ela se voltou para a religião praticada pelo pai, o candomblé, e passou a expressar sua fé publicamente também nas redes sociais.</p>
<h2>Intolerância religiosa</h2>
<p>Poucos minutos após postar fotos suas no candomblé na manhã desta segunda-feira (13), Anitta disse ter<strong> perdido mais de 100 mil seguidores</strong> no Instagram.</p>
<p>“Perdi 100k de seguidores depois de anunciar o clipe em que vou mostrar minha religião. Laroyê Exu tirando dos meus caminhos tudo que já não me serve mais. Nessa minha nova fase escolhi qualidade e não quantidade. Axé”, escreveu a artista nos stories.</p>
<p>Nos comentários, Anitta recebeu o apoio de diversos fãs e personalidades famosas, como Silvero Pereira, Gaby Amarantos, Adriane Galisteu e outros. No entanto, o post também recebeu alguns comentários com intolerância religiosa.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<title>Cantora do Caprichoso é vítima de agressão e intolerância religiosa no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cantora-do-caprichoso-e-vitima-de-agressao-e-intolerancia-religiosa-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2024 17:47:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agressão]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[boi caprichoso]]></category>
		<category><![CDATA[Cantora]]></category>
		<category><![CDATA[Intolerância Religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[vítima]]></category>
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					<description><![CDATA[A cantora do boi Caprichoso, Mara Lima, relatou em vídeo divulgado nas redes sociais que foi agredida por um homem e sofreu intolerância religiosa, na noite de quarta-feira (17). Segundo a cantora, o suspeito a feriu com uma chave de carro e com um soco porque ela usava uma blusa do boi-bumbá. O local onde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3052015162" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A cantora do boi Caprichoso, Mara Lima, relatou em vídeo divulgado nas redes sociais que foi agredida por um homem e sofreu intolerância religiosa, na noite de quarta-feira (17). Segundo a cantora, o suspeito a feriu com uma chave de carro e com um soco porque ela usava uma blusa do boi-bumbá. O local onde aconteceu o caso não foi divulgado pela vítima.<br /><br />Na denúncia, Mara afirma que o agressor disse palavras em tons de intolerância religiosa. “Tira essa camisa. Ela só traz desgraça, camisa do demônio. O boi é do demônio. O boi é do inimigo. Eu carrego o demônio comigo e está repreendido em nome de Jesus”, relatou a cantora.<br /><br />Em vídeo, a levantadora mostra os ferimentos deixados pelo religioso com marcas pelo rosto e queixo. Mara afirma que o agressor disse palavras com tom de intolerância religiosa. Ele foi preso pela Polícia Militar, de acordo com a levantadora de toadas.<br /><br />“Eu fui pega de surpresa. Eu peguei um soco no nariz e essas escoriações aqui foram com chave de carro, quase atinge meu olho, faltou poucos centímetros. Isso aqui a pessoa tentou morder e mordeu meus seios. Eu tentei me defender sim porque eu não ia apanhar de graça”, desabafou.<br /><br />O boi-bumbá Caprichoso se apresenta no Festival Folclórico de Parintins, que acontece anualmente em Parintins, interior do Amazonas. O boi disputa contra o Garantido, boi de cor vermelho e branco. Na arena do Bumbódromo, as duas agremiações defendem um tema, apresentando alegorias gigantes e danças ao som de toadas, ritmo musical tipicamente amazonense.<br /><br />Em nota, o boi Caprichoso demonstrou apoio e solidariedade à amazonense. &#8220;Mara foi agredida apenas por andar com uma camisa de boi-bumbá, tendo sua vida e o próprio bumbá associados ao demônio&#8221;, disse.<br /><br />A equipe do boi-bumbá também se manifestou sobre o crime de intolerância religiosa praticado contra Mara Lima.<br /><br />&#8220;A intolerância mata. Somos cultura e resistência. Respeitamos toda e qualquer forma de manifestação religiosa e a liberdade de exercê-la, lembrando sempre a laicidade do Estado: o respeito precisa ser bandeira de todos e todas. O que deve ser repreendido é tida e qualquer forma de violência, especialmente contra nossas mulheres! Força, Mara!&#8221;, completou.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: G1 AM</p>
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		<title>Intolerância religiosa representa um terço dos processos de racismo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/intolerancia-religiosa-representa-um-terco-dos-processos-de-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 14:56:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Combate à Intolerância Religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[Intolerância Religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A intolerância religiosa representa um terço (33%) dos processos por racismo em tramitação nos tribunais brasileiros, segundo levantamento da startup JusRacial. A organização identificou 176 mil processos por racismo em todo o país. No Supremo Tribunal Federal (STF), a intolerância religiosa corresponde, de acordo com o levantamento, a 43% dos 1,9 mil processos de racismo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2793469286" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A intolerância religiosa representa um terço (33%) dos processos por racismo em tramitação nos tribunais brasileiros, segundo levantamento da startup JusRacial. A organização identificou 176 mil processos por racismo em todo o país.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1577107&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1577107&amp;o=node" /></p>
<p>No Supremo Tribunal Federal (STF), a intolerância religiosa corresponde, de acordo com o levantamento, a 43% dos 1,9 mil processos de racismo em tramitação na corte. Nos tribunais estaduais foram identificados 76,6 mil processos relacionados ao tema, sendo que 29,5 mil envolvem religião.</p>
<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo, com quase 6,5 mil processos, tem o maior número de casos de racismo religioso. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais tem o maior número de casos de racismo &#8211; 14,1 mil -. Desses, 6,3 mil envolvem a espiritualidade de matriz africana. Os tribunais regionais do trabalho reúnem 19,7 mil processos relacionados ao racismo religioso.</p>
<h2>Perda de guarda</h2>
<p>A vendedora Juliana Arcanjo perdeu a guarda da filha, na época com 11 anos, após levar a menina para receber iniciação no candomblé. “O pai dela, não muito contente com a feitura dela, foi no conselho tutelar e me denunciou por violência doméstica por causa das curas do candomblé e cárcere privado por causa do recolhimento”, conta a moradora de Campinas que chegou a enfrentar um processo criminal.</p>
<p>Mesmo absolvida das acusações, Juliana está há praticamente três anos sem poder ver a filha. “Eles não me concederam nenhuma visita assistida. Nada”, conta a mãe, que se sente injustiçada. “Foi preconceito puro. Porque toda mãe, todo pai tem o direito de levar seus filhos onde se cultua a religião. O crente leva o filho na igreja. O católico leva o filho na igreja e batiza a criança. Agora, o candomblecista não pode levar seus filhos ao candomblé”, reclama.</p>
<p>A última audiência a respeito da guarda da adolescente foi há cerca de três meses. Juliana diz que aguarda que a jovem seja ouvida por uma psicóloga para embasar a decisão do juiz sobre as visitas à filha.</p>
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<p>Foto: Eric Ty Odé</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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