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	<title>interação inédita - Portal NDC</title>
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		<title>Pesquisadores fotografam interação inédita entre botos e sucuri em rio na Bolívia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2022 12:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Botos]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagine a seguinte cena: alguns botos, que em geral se alimentam de pequenos peixes, com uma sucuri-de-Beni (Eunectes beniensi) em seus bicos. Essa cena ocorreu em agosto de 2021 no rio Tijamuchin, na Bolívia, que é próximo ao Estado de Rondônia. Esse fenômeno virou tema de uma pesquisa publicada recentemente na revista científica internacional &#8216;Ecology&#8217;, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-38162660" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Imagine a seguinte cena: alguns botos, que em geral se alimentam de pequenos peixes, com uma sucuri-de-Beni (Eunectes beniensi) em seus bicos. Essa cena ocorreu em agosto de 2021 no rio Tijamuchin, na Bolívia, que é próximo ao Estado de Rondônia.<br /><br />Esse fenômeno virou tema de uma pesquisa publicada recentemente na revista científica internacional &#8216;Ecology&#8217;, que relatou a interação inédita entre os golfinhos-de-rio-bolivianos com uma sucuri. O estudo ainda ganhou mais popularidade após os pesquisadores comentarem o caso no jornal norte-americano The New York Times.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4710" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_medium_Captura-de-tela-2022-05-06-094228.png" alt="" width="640" height="350" /></p>
<h5>Foto: Alejandro dos Rios/Divulgação</h5>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Biólogo e mestrando em biologia animal na Universidade Federal da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o brasileiro Omar Machado Entiauspe Neto foi um dos autores do artigo, ajudando com o seu conhecimento sobre as cobras.</p>
<p>Os pesquisadores bolivianos Steffen Reichle e Alejandro dos Rios, de Santa Cruz de la Sierra, estavam no rio Tijamuchin, na região de Beni, próximo a Rondônia, quando registram o momento, em agosto de 2021.</p>
<p>A pesquisa de campo foi organizada por Steffen Reichle, que trabalha no <em data-redactor-tag="em" data-verified="redactor">Museo de Historia Natural Noel Kempff, </em>e a cobra só foi notada por meio dos registros fotográficos bem depois dos registros.</p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4>Por que isso ocorreu?</h4>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4711" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_medium_Captura-de-tela-2022-05-06-141805.png" alt="" width="640" height="414" /></p>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Apesar de consideradas interações difíceis de se encontrar, esses fenômenos possuem similaridades com comportamentos de outros cetáceos marinhos (golfinhos). Para os pesquisadores, a interação pode ter uma função social, como um método de aprendizagem para ensinar aos filhotes como capturar uma presa.</p>
<p>É provável, também, segundo os autores do artigo, que a cobra já estivesse morta no momento em que os botos estavam &#8220;brincando&#8221; com o animal. As cobras não  fazem parte da dieta alimentar dos botos, pois seus bicos são pequenos e sua alimentação consiste em crustáceos e pequenos peixes. </p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4>Inusitado</h4>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Na entrevista o jornal norte-americano, Reichle explicou que os golfinhos-de-rio-bolivianos &#8220;geralmente nadam abaixo da superfície, e os avistamentos geralmente capturam apenas uma barbatana ou uma cauda&#8221;. No entanto, alguns dos animais que estavam nadando juntos mantiveram as cabeças acima da água por um tempo maior que o comumente registrado. Por ser um animal semiaquático, a cobra pode ter morrido durante a &#8220;brincadeira&#8221; dos botos, mas não foi possível confirmar.</p>
<p>Outra possibilidade da interação é que a atividade &#8220;poderia ter sido sexualmente estimulante para eles&#8221;, de acordo com Diana Reiss, cientista de mamíferos marinhos e psicóloga cognitiva do Hunter College, em Nova York, na entrevista ao The New York Times. Isso porque um dos registros mostra os machos excitados sexualmente.</p>
<p>Foto: Alejandro dos Rios/Divulgação</p>
<p>Fonte: Portal Amazônia</p>
</div>
</div>
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