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	<title>insegurança - Portal NDC</title>
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		<title>Amazonas tem mais da metade da população vivendo em insegurança alimentar, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 22:26:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Desse total, mais de 400 mil enfrentam o quadro mais grave do problema, que pode chegar, inclusive, à fome. O Amazonas tem dois milhões de amazonenses vivendo em insegurança alimentar. É o que aponta a Pesquisa sobre Segurança Alimentar no Brasil, divulgada nesta quinta-feira (25), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desse total, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2684343190" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Desse total, mais de 400 mil enfrentam o quadro mais grave do problema, que pode chegar, inclusive, à fome.<br /><br />O Amazonas tem dois milhões de amazonenses vivendo em insegurança alimentar. É o que aponta a Pesquisa sobre Segurança Alimentar no Brasil, divulgada nesta quinta-feira (25), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desse total, mais de 400 mil enfrentam o quadro mais grave do problema, que pode chegar, inclusive, à fome.</p>
<div id="chunk-cnb5p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="18" data-block-id="7">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">De acordo com o levantamento feito pelo IBGE, a população total do Amazonas em 2022 é de 3.941.175.</blockquote>
<p>Segundo o IBGE, a segurança alimentar significa o pleno acesso dos moradores dos domicílios aos alimentos, tanto em quantidade suficiente como em qualidade adequada. Nessas circunstâncias de acesso pleno, a pessoa entrevistada sequer relata preocupação ou iminência de sofrer qualquer restrição alimentar no futuro próximo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b9c50">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Já a Insegurança Alimentar grave significa que, além dos membros adultos, as crianças, quando presentes, também passaram por privação severa no consumo de alimentos, podendo chegar a sua expressão mais aguda, a fome.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-530aq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Com grau de insegurança alimentar leve são 1,2 milhão; com o grau de insegurança moderada 266 mil; e com o grau grave são 437 mil pessoas. Outros 2,2 milhões de moradores vivem com segurança alimentar.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-20s1q">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="50" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Em relação ao quadro mais grave da insegurança alimentar, no ano passado, no ranking das Unidades da Federação, o Amazonas (9,1%) foi o segundo onde os domicílios apresentaram maior percentual. O Pará ficou como o primeiro no ranking (9,5%), em seguida vieram os Estados do Amapá (8,4%) e Maranhão (8,1%).</blockquote>
<p>Já os Estados com o menor percentual de Insegurança Alimentar grave foram Santa Catarina (1,5%) e Espírito Santo (2,2%). No Brasil a insegurança alimentar grave atingiu 4,1% dos 27,6% de domicílios que notificaram insegurança alimentar. Isso alcançou 3,2 milhões de domicílios e 8,6 milhões de pessoas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9hrs3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Historicamente, segundo o IBGE, as regiões Norte e Nordeste continuam apresentando as menores proporções de domicílios com Segurança Alimentar, enquanto as regiões Sul e Sudeste têm apresentado as maiores prevalências no tempo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5evnk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">&#8220;No que se refere a situação de Insegurança Alimentar (IA) existente nos domicílios, quando o foco é a sua manifestação mais intensa, a I.A. grave, observa-se que ela está presente ao longo da série histórica em maior frequência nas regiões Norte e Nordeste. Em contrapartida, nas regiões Sul e Sudeste, no mesmo período, esta prevalência não chegou a 5%&#8221;, explicou o órgão.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
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<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Fonte: G1 AM</p>
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