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	<title>INPC - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Thu, 10 Jul 2025 15:20:18 +0000</lastBuildDate>
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	<title>INPC - Portal NDC</title>
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		<title>Preços de alimentos caem, inflação perde força e fecha junho em 0,24%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/precos-de-alimentos-caem-inflacao-perde-forca-e-fecha-junho-em-024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 15:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[Bandeira vermelha na conta de luz pressionou IPCA para cima O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%. No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3181393948" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bandeira vermelha na conta de luz pressionou IPCA para cima</p>
<p>O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1650350&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1650350&amp;o=node" /></p>
<p>No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a conta de luz subir e ser o subitem que mais pressionou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em junho do ano passado, a inflação oficial havia sido de 0,21%. Desde fevereiro de 2025, quando marcou 1,31%, o IPCA perdeu força seguidamente nos meses de março (0,56%), abril (0,43%), maio (0,26%) e junho (0,24%).</p>
<p>Apesar da sequência de meses de desaceleração, ou seja, com inflação cada vez menor, o IPCA acumulado de 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta do governo, de até 4,5%. Esse período de 6 meses acima de 4,5% configura estouro da meta. Em abril, esse acumulado obteve o ponto mais alto do ano, 5,53%.</p>
<p><strong>Dos nove grupos de preços apurados pelo IBGE, apenas um apresentou queda de preços, alimentos e bebidas (0,18%), representando peso de 0,04 ponto percentual (p.p.).</strong></p>
<p>Veja o comportamento dos grupos:</p>
<ul>
<li>Índice geral: 0,24% (0,24 p.p.)</li>
<li>Alimentação e bebidas: -0,18% (-0,04 p.p.)</li>
<li>Habitação: 0,99% (0,15 p.p.)</li>
<li>Artigos de residência: 0,08% (0,00 p.p.)</li>
<li>Vestuário: 0,75% (0,04 p.p.)</li>
<li>Transportes: 0,27% (0,05 p.p.)</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,07% (0,01 p.p.)</li>
<li>Despesas pessoais: 0,23% (0,02 p.p.)</li>
<li>Educação: 0,00% (0,00 p.p.)</li>
<li>Comunicação: 0,11% (0,01 p.p.)</li>
</ul>
<h2>Alimentos</h2>
<p>Vilão da inflação nos últimos meses, o grupo alimentação foi influenciado pela alimentação no domicílio, que saiu de 0,02% em maio para menos 0,43% em junho. Os subitens que mais puxaram para baixo o grupo foram ovo de galinha (-6,58%), arroz (-3,23%) e frutas (-2,22%).</p>
<p><strong>De acordo com o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, bons números da safra atual aumentaram a oferta de alimentos, o que explica a queda de preços.</strong></p>
<p>O café subiu 0,56% em junho, bem abaixo de maio (4,59%) e acumula alta de 77,88% em 12 meses.</p>
<p>Já a alimentação fora do domicílio desacelerou para 0,46% em junho, depois de ter marcado 0,58% em maio.</p>
<h2>Conta de luz</h2>
<p><strong>O subitem que mais empurrou o IPCA para cima foi a energia elétrica, que subiu 2,96% no mês, representando impacto de 0,12 p.p.</strong> A explicação está principalmente na bandeira vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,46 a cada 100 quilowatt hora consumidos.<br />A bandeira tarifária vermelha é uma medida do governo no cenário de fim do período chuvoso. A previsão de geração de energia proveniente de hidrelétrica piorou, o que nos próximos meses pode demandar maior acionamento de usinas termelétricas, que fornecem energia mais cara.</p>
<p>Além da alteração tarifária, o IBGE apurou reajuste nas contas de luz nas cidades de Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>De acordo com Fernando Gonçalves, “se tirássemos a energia elétrica do cálculo, o IPCA ficaria em 0,13%”.</strong></p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O grupo dos transportes também teve alta relevante no mês (0,27% e impacto de 0,5 p.p). Dentro do grupo, os combustíveis caíram no mês (0,42%), mas houve alta no transporte por aplicativo (13,77%).</p>
<p>O índice de difusão no mês foi de 54%, isso significa que dos 377 produtos e serviços que tiveram os preços apurados, 54% tiveram alta de preço. Esse é o menor patamar desde julho de 2024 (47%). Em abril, o índice chegou a 67%.</p>
<h2>INPC</h2>
<p><strong>O IBGE divulgou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que ficou em 0,23% em junho e acumula 5,18% em 12 meses.</strong></p>
<p>A diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518.</p>
<p>O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam 25% do índice, mais que no IPCA (21,86%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.</p>
<p><strong>O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros, uma vez que o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado para cálculo do reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Inflação medida pelo INPC fecha fevereiro em 1,48%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inflacao-medida-pelo-inpc-fecha-fevereiro-em-148/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 15:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 12 meses, índice acumula 4,87%  O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), inflação que costuma reajustar anualmente salários, fechou fevereiro em 1,48%. Assim como a inflação oficial do país, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a conta de luz foi a vilã do mês.  O resultado do INPC de fevereiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1587607544" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em 12 meses, índice acumula 4,87%</p>
<p> O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), inflação que costuma reajustar anualmente salários, fechou fevereiro em 1,48%. Assim como a inflação oficial do país, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a conta de luz foi a vilã do mês. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1634251&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1634251&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O resultado do INPC de fevereiro é o maior desde março de 2022 (1,71%). Em relação aos meses de fevereiro, é o mais alto desde 2003 (1,46%).</strong> Em 12 meses, o INPC soma 4,87%.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). </p>
<p>A alta de fevereiro é explicada em grande parte pelo Bônus Itaipu, que concedeu desconto na conta de luz dos brasileiros em janeiro. No primeiro mês do ano, o índice apresentou variação nula (0%).</p>
<p><strong>Com o fim do desconto, o que já era previsto, a conta de energia elétrica subiu 16,96%</strong>, fazendo o grupo habitação – do qual faz parte a energia elétrica – subir 4,79%, impactando o INPC em 0,79 ponto percentual (p.p.).</p>
<blockquote>
<p>Em fevereiro, os produtos alimentícios subiram 0,75%, desaceleração em relação a janeiro (0,99%).</p>
</blockquote>
<p><strong>Variações e impactos dos grupos de produtos e serviços:</strong></p>
<ul>
<li>Habitação: 4,79% (0,79 p.p.)</li>
<li>Transportes: 1,11% (0,22 p.p.)</li>
<li>Alimentação e bebidas: 0,75% (0,19 p.p.)</li>
<li>Educação: 4,45% (0,19 p.p.)</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,54% (0,06 p.p.)</li>
<li>Artigos de residência: 0,44% (0,02 p.p.)</li>
<li>Comunicação: 0,17% (0,01 p.p.)</li>
<li>Despesas pessoais: 0,09% (0,01 p.p.)</li>
<li>Vestuário: -0,07% (-0,01 p.p.)</li>
</ul>
<h2>Reajuste de salários</h2>
<p><strong>O INPC impacta diretamente na vida de muitos brasileiros pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado para cálculo do reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.</strong></p>
<p>O salário mínimo, por exemplo, leva o dado de novembro no seu cálculo. O seguro-desemprego, o benefício e o teto do INSS são reajustados com base no resultado de dezembro.</p>
<h2>INPC x IPCA</h2>
<p>A principal diferença para o IPCA é que o INPC apura o custo de vida de famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já o IPCA, é o consumo de famílias com renda até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518.</p>
<p>O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam 25% do índice, mais que no IPCA (21,86%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A apuração do INPC tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, através da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”, diz o IBGE.</p>
</blockquote>
<h2>Abrangência</h2>
<p>A coleta de preços é feita nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agencia Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula sanciona regra que limita aumento do salário mínimo; veja valor</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-sanciona-regra-que-limita-aumento-do-salario-minimo-veja-valor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2024 16:24:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Piso para 2025 deve ficar em R$ 1.518 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que limita o reajuste do salário mínimo a 2,5% acima da inflação de 2025 a 2030. A medida faz parte do pacote de corte de gastos obrigatórios, proposto pelo governo federal e aprovado pelo Congresso Nacional há [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-918297979" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Piso para 2025 deve ficar em R$ 1.518<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que limita o reajuste do salário mínimo a 2,5% acima da inflação de 2025 a 2030. A medida faz parte do pacote de corte de gastos obrigatórios, proposto pelo governo federal e aprovado pelo Congresso Nacional há cerca de dez dias.<br /><br />Com a nova regra, o piso salarial para 2025 deve ficar em R$ 1.518, com aumento de R$ 106 em relação aos R$ 1.412 do salário mínimo atual. O valor só será oficializado nos próximos dias, por meio de decreto presidencial a ser editado.<br /><br />A nova regra de reajuste tem como objetivo adequar o crescimento do salário mínimo aos limites definidos pelo novo arcabouço fiscal. Dessa forma, o salário mínimo crescerá de 0,6% a 2,5% ao ano acima da inflação.<br /><br />A política atual de reajuste continua valendo. Desde 2023, o salário mínimo é corrigido pela soma da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até novembro, e do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores. A diferença é que haverá um teto de reajuste em 2,5% acima da inflação.<br /><br />Aprovada pelo Congresso no último dia do ano legislativo, a lei do salário mínimo deverá gerar economia de R$ 15,3 bilhões nos próximos cinco anos. Segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias, cada R$ 1 de aumento do salário mínimo eleva os gastos em R$ 392 milhões, principalmente por causa da Previdência Social e dos benefícios vinculados ao mínimo, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC).<br /><br />Pela regra anterior, o salário mínimo para 2025 ficaria em torno de R$ 1.528. Isso equivale à inflação pelo INPC de 4,84% nos 12 meses terminados em novembro, mais o crescimento de 3,2% do PIB em 2023. Com o novo teto, a parcela do crescimento do PIB estará limitada a 2,5%, levando ao novo valor de R$ 1.518.<br /><br />O novo salário só começará a ser pago no fim de janeiro ou início de fevereiro, referente aos dias trabalhados em janeiro de 2025.<br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Prefeitura de Manaus Atualiza Unidade Fiscal do Município para R$ 145,37 a Partir de 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/prefeitura-de-manaus-atualiza-unidade-fiscal-do-municipio-para-r-14537-a-partir-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 18:41:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[UFM]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade Fiscal do Município]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de 1º de janeiro de 2025, a Unidade Fiscal do Município (UFM), usada como base para o cálculo de tributos municipais, multas e penalidades, passará a valer R$ 145,37. A atualização, estabelecida pelo Decreto nº 6.021 e publicada no Diário Oficial do Município, foi ajustada com base na variação do Índice Nacional de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-223586486" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A partir de 1º de janeiro de 2025, a Unidade Fiscal do Município (UFM), usada como base para o cálculo de tributos municipais, multas e penalidades, passará a valer R$ 145,37.</p>
<p>A atualização, estabelecida pelo Decreto nº 6.021 e publicada no Diário Oficial do Município, foi ajustada com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 3,9% entre novembro de 2023 e setembro de 2024.</p>
<p><strong>Oportunidade para Quitar Débitos</strong></p>
<p>O subsecretário de Receita da Secretaria Municipal de Finanças e Tecnologia da Informação (Semef), Arminio Pontes, recomenda que contribuintes com dívidas em aberto regularizem sua situação até 30 de dezembro de 2024. A quitação até essa data evita que os valores devidos sofram reajustes em função da nova UFM.</p>
<p><strong>Consulta e Parcelamento de Dívidas</strong></p>
<p>Para consulta e pagamento de débitos, os contribuintes podem acessar o portal de serviços da Prefeitura de Manaus, disponível em <a href="http://manausatende.manaus.am.gov.br" target="_new" rel="noopener noreferrer nofollow" target="_blank">manausatende.manaus.am.gov.br</a>. Além disso, o atendimento presencial pode ser agendado pelo telefone 156, ativo de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Salário mínimo oficial passa a ser de R$ 1.412 a partir de fevereiro no Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/salario-minimo-oficial-passa-a-ser-de-r-1-412-a-partir-de-fevereiro-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jan 2024 23:48:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[6]]></category>
		<category><![CDATA[97% de acréscimo]]></category>
		<category><![CDATA[Aprovação Orçamento Geral da União de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última segunda-feira (1º), o salário mínimo oficial passou a ser de R$ 1.412. O valor, só será pago a partir de fevereiro, referente à folha de janeiro com o acréscimo de 6,97%, comparado ao valor de R$ 1.320, que vigorou de maio a dezembro de 2023. Aprovado no Orçamento Geral da União de 2024, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4290680125" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Na última segunda-feira (1º), o salário mínimo oficial passou a ser de R$ 1.412. O valor, só será pago a partir de fevereiro, referente à folha de janeiro com o acréscimo de 6,97%, comparado ao valor de R$ 1.320, que vigorou de maio a dezembro de 2023.</p>
<p>Aprovado no Orçamento Geral da União de 2024, o valor de R$ 1.412 corresponde à inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado nos 12 meses terminados em novembro, que totalizou 3,85%, mais o crescimento de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022. Enviada pelo governo em maio, a medida provisória com a nova política de valorização do salário mínimo foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado em agosto.</p>
<p>Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o reajuste do salário mínimo beneficiará 59,3 milhões de trabalhadores e resultará em um incremento da renda anual no montante de R$ 69,9 bilhões. A entidade estima que o governo – União, estados e municípios – arrecadará R$ 37,7 bilhões a mais por causa do aumento do consumo atrelado ao salário mínimo maior.</p>
<h3>Ganho real</h3>
<p>Ao descontar a inflação pelo INPC, o salário mínimo terá ganho real de 5,77% em relação a maio de 2023, quando passou a vigorar o mínimo de R$ 1.320. Se considerar o salário mínimo de R$ 1.302, que vigorou de janeiro a abril, o ganho seria menor, de 4,69%. Isso porque o INPC, índice que mede a inflação das famílias de menor renda (até cinco salários mínimos), estava mais alto no início de 2023.</p>
<p>De 2007 a 2019, vigorava a política semelhante à atual, em que o salário mínimo era corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Caso o PIB encolha, havia a reposição apenas pela inflação. De 2020 a 2022, o salário mínimo passou a ser corrigido apenas pelo INPC, sem ganhos reais.</p>
<p>o ano passado, houve dois aumentos. De janeiro a maio, o salário mínimo foi reajustado para R$ 1.302, com ganho real de 1,41%. A partir de maio, quando o governo editou a medida provisória retomando a política salarial anterior, o salário passou para R$ 1.320, com valorização real de 2,8% em relação ao mínimo de 2022.</p>
<h3>Orçamento</h3>
<p>O projeto de lei do Orçamento de 2024 estimava salário mínimo de R$ 1.421. No entanto, com a queda do INPC ao longo do segundo semestre, o valor final ficou em R$ 1.412, conforme a lei orçamentária aprovada pelo Congresso Nacional em 22 de dezembro.</p>
<p>Por causa dos benefícios da Previdência Social atrelados ao salário mínimo, o novo valor, de R$ 1.412, aumentará os gastos da União em R$ 35 bilhões neste ano. Segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), cada R$ 1 a mais no salário mínimo eleva as despesas do governo em R$ 389 milhões. Os cálculos, no entanto, não consideram os ganhos de arrecadação decorrentes do aumento do consumo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Decisão do STF sobre correção do FGTS pode dificultar acesso à moradia para os mais pobres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 00:42:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Abrainc]]></category>
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		<category><![CDATA[dificuldade no financiamento da casa própria]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para quarta-feira (18) o julgamento do processo que trata da correção das contas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A depender da decisão, o acesso à moradia aos mais pobres pode ser mais difícil, segundo especialistas. A Corte começou a analisar o tema em abril, mas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2124300434" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para quarta-feira (18) o julgamento do processo que trata da correção das contas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A depender da decisão, o acesso à moradia aos mais pobres pode ser mais difícil, segundo especialistas.</p>
<p>A Corte começou a analisar o tema em abril, mas um pedido de vista do ministro Kassio Nunes Marques interrompeu o julgamento. A ação foi proposta em 2014 pelo Solidariedade. Hoje o rendimento do FGTS é a TR (Taxa Referencial) mais 3% ao ano. Com a mudança, a correção seria de TR mais 6% ao ano, índice usado para a poupança.</p>
<p>Segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), caso a regra entre em vigor, os financiamentos do FGTS, que atendem as famílias beneficiárias do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), teriam aumento de até 3 pontos percentuais.</p>
<p>“O FGTS é super importante para a habitação popular. O impacto desta mudança seria dramático. Só para se ter uma ideia, isso impactaria três a cada quatro beneficiários do Minha Casa, Minha Vida”, afirma o presidente da Abrainc, Luiz Antônio França.</p>
<p>Ainda de acordo com França, as mudanças também seriam críticas para empregos gerados pelo programa. Ele indica que 1,3 milhão dos 2,7 milhões de postos poderiam ser impactados.</p>
<p>O FGTS é a principal fonte de recursos para o crédito imobiliário para famílias de baixa renda, como o MCMV, com taxas de juros mais baixas, o que deixa os valores das parcelas menores, permitindo que famílias mais pobres possam ter acesso ao programa.</p>
<p>Se o FGTS render mais, o custo dos recursos encarece, e os juros para o crédito imobiliário também ficarão mais caros. Assim, segundo estudos da Abrainc, a alteração tira o acesso à casa própria de 13 milhões de famílias de baixa renda.</p>
<p>“Dentre os cotistas do FGTS, 85% ganham menos do que quatro salários mínimos. Os 15% restantes, que ganham mais de quatro salários, são responsáveis por 83% das aplicações do fundo. Ou seja, o grande benefício é para os que ganham até quatro salários mínimos, que podem ter sua casa própria e viver dignamente”, diz França.</p>
<p>Ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola reiterou em entrevista à CNN que a mudança na correção do FGTS tornaria o crédito imobiliário mais caro e poderia “inviabilizar” a aquisição de moradia à população mais pobre.</p>
<p>“Com esse piso de juros, que o Supremo está indicando que vai colocar, o crédito fica mais caro, as prestações aumentam. Então haverá necessidade de uma renda familiar maior. Muitas famílias não terão como pagar e ficarão fora do crédito, justamente do programa Minha Casa, Minha Vida, que é destinado a essa classe de pessoas”, disse.</p>
<p>“Ao inviabilizar o financiamento, [a mudança] acaba inviabilizando a aquisição porque essas famílias não têm poupança própria para comprar o imóvel à vista ou mesmo com uma entrada mais alta”, diz o economista.</p>
<h3>Acesso à moradia</h3>
<p>A associação indica que essa alteração nas regras impactaria diretamente 75% dos atuais beneficiários do programa, que deixariam de ser elegíveis ao MCMV. Além disso, o PIB brasileiro pode sofrer um decréscimo de até 1 ponto percentual em 2024.</p>
<p>Luiz Antônio França dá um exemplo: a compra de uma residência de R$ 180 mil por uma família com renda de R$ 1.900. Ele aponta que, se a composição de custo do FGTS subir três pontos percentuais, essa família não conseguiria comprar uma casa de R$ 180 mil. Só teria acesso se tivesse uma renda bem maior, de R$ 4.250.</p>
<p>O governo é contra uma eventual mudança, e cita impactos bilionários no fundo, caso tenha que “reembolsar” valores do passado. Cálculos do então Ministério da Economia, de 2021, indicam que a União teria que colocar um montante de R$ 295,9 bilhões para manter o FGTS, se tivesse que atualizar pela inflação as contas desde 1999.</p>
<p>Para o governo, a ação deve ser rejeitada porque houve alteração posterior da legislação. A Advocacia-Geral da União (AGU) argumentou que leis de 2017 e 2019 mudaram a forma de remuneração das contas do FGTS.</p>
<p>Conforme o órgão, o fundo passou a distribuir parte dos seus lucros aos trabalhadores, “de modo que a remuneração das contas passou a ser influenciada não apenas pela correção monetária, calculada através da TR, como também pela capitalização de juros de 3% ao ano e pela distribuição dos resultados positivos auferidos”.</p>
<p>O novo cálculo, segundo a AGU, trouxe remunerações “superiores” às da TR e à inflação.</p>
<h3>A ação</h3>
<p>O argumento principal da ação do Solidariedade é o de que a TR não acompanha a variação da inflação e acaba prejudicando o trabalhador, ao fazer com que o dinheiro depositado nas contas do FGTS seja corroído pelo aumento dos preços.</p>
<p>Por isso, o partido entende que a TR não deveria ser usada como índice de correção monetária. A sigla sugere como alternativas o IPCA-E, o INPC calculado pelo IBGE ou “outro índice à escolha” da Corte “desde que inflacionário”.</p>
<p>Caso houvesse correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre 1999 e 2023, o ganho aos trabalhadores chegaria a R$ 720 bilhões, segundo estimativa do Instituto Fundo de Garantia, voltado a evitar perdas no FGTS por seus associados. Por isso a oposição do governo.</p>
<p>Além do FGTS, a TR também é um dos componentes que definem a rentabilidade da poupança. A taxa foi criada nos anos 1990, durante o governo Collor, com o objetivo de conter a tendência de indexação dos preços e salários e para combater a alta inflação no país durante o período.</p>
<p>Em 2022, a TR foi próxima de zero em todos os meses. Chegou a ficar zerada em fevereiro. No acumulado de janeiro do ano passado a janeiro de 2023, o valor foi de 1,63%. Para o mesmo período, por exemplo, a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) foi de 6,34%.</p>
<p>Na ação, o Solidariedade argumenta que a TR acompanhava a inflação, mas teve uma queda abrupta a partir de 1999.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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