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	<title>inflação - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>inflação - Portal NDC</title>
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		<title>Mercado reduz previsão da inflação para 3,95% este ano</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-395-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 21:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[previsão]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa para o PIB é 1,8% em 2026 A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; referência oficial da inflação no país &#8211; passou de 3,97% para 3,95% em 2026. A estimativa está no boletim Focus desta quarta-feira (18), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1765382304" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estimativa para o PIB é 1,8% em 2026</p>
<p><strong>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; referência oficial da inflação no país &#8211; passou de 3,97% para 3,95% em 2026.</strong> A estimativa está no boletim Focus desta quarta-feira (18), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1678616&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1678616&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5% para os dois anos.</strong></p>
<p>Pela sexta semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e está dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.</p>
<p><strong>Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fizeram a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. </strong>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado fez o IPCA acumular alta de 4,44% em 2025, dentro da meta do CMN.</p>
<h2>Taxa Selic</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. </strong>Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida na última reunião, no fim de janeiro.</p>
<p><strong>A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. </strong>Em comunicado, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico.</p>
<p>A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica caia para 12,25% ao ano até o final de 2026, a mesma previsão do boletim Focus da semana passada. <strong>Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.</strong></p>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p><strong>Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 1,8%.</strong> Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>
<p>Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para 3 de março.</p>
<p>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p><strong>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,50 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique nesse mesmo patamar.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-reduz-para-405-expectativas-da-inflacao-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 16:52:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de Preços ao Consumidor Amplo]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[Demais índices do Boletim Focus permanecem estáveis O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%.  Na semana passada, este índice, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1574192631" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Demais índices do Boletim Focus permanecem estáveis</p>
<p>O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. <strong>De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1674764&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1674764&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Na semana passada, este índice, que serve de referência para a inflação oficial do país, estava em 4,06%. E há quatro semanas em 4,10%.</strong></p>
<p>Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente.</p>
<h2>Meta de inflação</h2>
<p><strong>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</strong> Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.</p>
<p><strong>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante ao 0,18% registrado no mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou em 4,26%, dentro da meta do governo.</strong></p>
<p>Segundo o IBGE, com exceção do grupo habitação, que registrou queda de 0,33%, os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro.</p>
<p><strong>A maior variação (0,74%) e o maior impacto (0,15 p.p.) vieram dos transportes, </strong>seguido, em termos de impacto, por saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,52% e 0,07 p.p.</p>
<h2>PIB</h2>
<p>Os demais índices do Boletim Focus divulgado hoje se mantiveram estáveis em relação às semanas anteriores.</p>
<p><strong>No caso do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil), o mercado projeta que a economia do país crescerá 1,80% em 2026 – percentual que vem sendo projetado há cinco semanas consecutivas, e o mesmo projetado para 2027.</strong></p>
<p>Para 2028, as expectativas são de que o PIB feche o ano com um crescimento de 2%.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p><strong>Com relação ao câmbio, as projeções do mercado permanecem estáveis há 13 semanas consecutivos, com uma expectativa de que o dólar feche 2026 cotado a R$ 5,50 – o mesmo valor projetado para 2027</strong>.</p>
<p>Para 2028, as expectativas são de que a moeda estadunidense termine o ano cotada a R$ 5,52.</p>
<h2>Selic</h2>
<p><strong>A taxa básica de juros (Selic) deverá ser reduzida dos atuais 15% para 12,25% até o final de 2026, segundo o mercado financeiro; e para 10,50% em 2027.</strong> Para o ano subsequente (2028), as expectativas são de que ela caia ainda mais, para 9,88%.</p>
<p>A Selic, atualmente, está em seu maior nível desde julho de 2006, quando registrou 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024.</p>
<p><strong>A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.</strong></p>
<h2>Variações da Selic</h2>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p><strong>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</strong></p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Inflação de 2025 ficará abaixo do teto da meta, em 4,46%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inflacao-de-2025-ficara-abaixo-do-teto-da-meta-em-446/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 14:23:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
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					<description><![CDATA[Boletim Focus manteve previsão de PIB fechando 2025 em 2,16%, diz BC Pela segunda semana consecutiva, as projeções para a inflação de 2025 no Brasil está abaixo do teto da meta. É o que mostra o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (24), com as previsões do mercado financeiro indicando que o ano fechará com o Índice [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-868951940" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Boletim Focus manteve previsão de PIB fechando 2025 em 2,16%, diz BC</p>
<p><strong>Pela segunda semana consecutiva, as projeções para a inflação de 2025 no Brasil está abaixo do teto da meta.</strong> É o que mostra o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (24), com as previsões do mercado financeiro indicando que o ano fechará com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, em 4,45%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1669215&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1669215&amp;o=node" /></p>
<p>Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas riquezas produzidas no país), o <strong>mercado manteve as projeções registradas nas semanas anteriores, de crescimento de 2,16% em 2025; de 1,78% em 2026; e de 1,88% em 2027.</strong></p>
<h2>Inflação</h2>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta para a inflação é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>A melhora na previsão veio após o resultado da inflação de outubro (0,09%), anunciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), ser a menor para o mês, desde 1998. Com isso, a inflação acumulada em 12 meses, findando em outubro, ficou em 4,68%.</p>
<p>Foi, portanto, a primeira vez, em oito meses, que o patamar apresentado ficou abaixo da casa de 5%.</p>
<p><strong>A revisão do Boletim Focus para o IPCA de 2025 estava em 4,56% há quatro semanas; e em 4,46% na semana passada. Para os anos subsequentes, as projeções inflacionárias apresentadas pelo mercado está em 4,18%, em 2026; e em 3,80% para 2027.</strong></p>
<h2>Selic</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic &#8211; definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela terceira vez seguida, na última reunião, no início deste mês.</p>
<p>No entanto, o Copom não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.</p>
<p>Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais.</p>
<p><strong>Já no Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima do centro da meta (3%), apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão alto por bastante tempo.</strong></p>
<p>A estimativa dos analistas de mercado é, há 22 semanas, de que a Selic encerre 2025 em 15% ao ano. <strong>No entanto, foi revista para baixo nas projeções para 2026, passando dos 12,25% projetados nas semanas anteriores, para 12% nesta edição do boletim. Para 2027, as projeções estão estáveis, em 10,50%.</strong></p>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p>Com relação ao câmbio, as projeções do mercado financeiro se manteve estável, indicando que o dólar fechará o ano cotado a R$ 5,40. O mercado manteve também as mesmas projeções divulgadas nas semanas anteriores para a moeda norte-americana, tanto para 2026 como 2027: R$ 5,50.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mudanças no vale-alimentação ajudam a combater inflação , diz Abras</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mudancas-no-vale-alimentacao-ajudam-a-combater-inflacao-diz-abras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 17:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[vale-alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Decreto do presidente traz novas regras sobre funcionamento do sistema A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) considerou como “um marco histórico” o novo decreto do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), assinado nesta terça-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a entidade, o decreto torna o programa mais justo, eficiente e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3799867446" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Decreto do presidente traz novas regras sobre funcionamento do sistema</p>
<p>A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) considerou como “um marco histórico” o novo decreto do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), assinado nesta terça-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a entidade, o d<strong>ecreto torna o programa mais justo, eficiente e acessível, “beneficiando diretamente o trabalhador brasileiro e fortalecendo toda a cadeia de abastecimento de alimentos”.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1667287&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1667287&amp;o=node" /></p>
<p>Em nota, a entidade diz que as mudanças propostas no programa, que trata do vale-alimentação e vale-refeição pagos aos trabalhadores, &#8220;eliminam cobranças abusivas e “penduricalhos” que elevavam os custos para o varejo e, consequentemente, para o consumidor”.</p>
<p>Entre as novidades, o decreto estabelece limites para taxas cobradas pelas operadoras: a taxa máxima dos estabelecimentos (MDR) será de 3,6%, e a tarifa de intercâmbio terá teto de 2%. Também reduz o prazo de repasse dos valores aos estabelecimentos para até 15 dias corridos, e determina que, em até 360 dias, qualquer cartão do programa funcione em qualquer maquininha de pagamento — medida que garante interoperabilidade entre bandeiras.</p>
<p>De acordo com a Abras, o novo decreto dará mais previsibilidade ao setor, diminuirá a intermediação, e “colocará mais comida na mesa do trabalhador”. A entidade ressaltou ainda que o <strong>novo PAT é uma medida de combate à inflação e de estímulo à concorrência</strong>. </p>
<blockquote>
<p>“Com custos menores e prazos mais curtos, todo comércio poderá aceitar o voucher alimentação e refeição, fortalecendo o pequeno varejo e ampliando o acesso da população. O resultado será uma cesta básica mais barata e um sistema mais justo para todos”, disse o presidente da entidade, João Galassi.</p>
</blockquote>
<h2>&gt;&gt; Veja as mudanças nas regras do sistema de vale-alimentação e vale-refeição:</h2>
<p><strong>Limites máximos para as taxas cobradas pelas operadoras:</strong></p>
<ul>
<li>A taxa cobrada dos estabelecimentos (MDR) não poderá ultrapassar 3,6%. A tarifa de intercâmbio terá teto de 2%, sendo vedada qualquer cobrança adicional. As empresas terão 90 dias para se adequar a essas regras.</li>
</ul>
<p><strong>Interoperabilidade plena entre bandeiras:</strong></p>
<ul>
<li>Em até 360 dias, qualquer cartão do programa deverá funcionar em qualquer maquininha de pagamento, com a implantação da interoperabilidade plena entre bandeiras. Essa medida amplia a liberdade de escolha de empresas, trabalhadores e estabelecimentos.</li>
</ul>
<p><strong>Redução do prazo de repasse financeiro:</strong></p>
<ul>
<li>O repasse aos estabelecimentos deverá ocorrer em até 15 dias corridos após a transação — norma que entra em vigor em até 90 dias.  Atualmente, restaurantes e similares recebem os valores 30 dias após as transações.</li>
</ul>
<p><strong>Abertura dos arranjos de pagamento:</strong></p>
<ul>
<li>Sistemas com mais de 500 mil trabalhadores deverão ser abertos em até 180 dias, de maneira que quaisquer facilitadoras que observarem as regras da bandeira poderão participar do arranjo. Isso amplia a concorrência e reduz a concentração de mercado, uma vez que, no arranjo fechado, as funções de instituidor, emissor e credenciador podem ser exercidas pela mesma empresa.</li>
</ul>
<p><strong>Regras de proteção:</strong></p>
<ul>
<li>Proibição de práticas comerciais abusivas, como deságios, descontos, benefícios indiretos, prazos incompatíveis com repasses pré-pagos e vantagens financeiras não relacionadas à alimentação. Essas regras têm vigência imediata, assim como a obrigação das empresas beneficiárias de orientar os trabalhadores e cumprir todas as normas do programa.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz para 4,72% previsão de inflação em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-para-472-previsao-de-inflacao-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 14:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Boletim Focus manteve projeções para PIB, dólar e Selic Dos quatro itens que compõem o Boletim Focus, três mantiveram suas projeções para 2025 estáveis: Produto Interno Bruto, câmbio e taxa básica de juros (Selic). A única variação apresentada nas expectativas do mercado financeiro foi relativa à inflação oficial do país, que recuou para 4,72%. Há uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1966578568" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Boletim Focus manteve projeções para PIB, dólar e Selic</p>
<p>Dos quatro itens que compõem o Boletim Focus, três mantiveram suas projeções para 2025 estáveis: Produto Interno Bruto, câmbio e taxa básica de juros (Selic). <strong>A única variação apresentada nas expectativas do mercado financeiro foi relativa à inflação oficial do país, que recuou para 4,72%.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1662427&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1662427&amp;o=node" /></p>
<p>Há uma semana, as expectativas eram de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, que mede a inflação do país) fecharia o ano em 4,80%. Há quatro semanas, as projeções estavam em 4,83%.</p>
<p><strong>Para os anos subsequentes, as projeções do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se mantêm estáveis há semanas tanto para 2026 (4,28%), como para 2027 (3,9%).</strong> O Boletim Focus foi divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central.</p>
<p><strong>A estimativa de inflação para 2025 se mantém acima do teto da meta que deve ser perseguida pelo BC.</strong></p>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<h2>IBGE</h2>
<p>Segundo a prévia da inflação oficial do país, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em setembro os preços aumentaram 0,48%. <strong>O resultado se deve principalmente à alta no preço da energia elétrica.</strong></p>
<p>Com isso, <strong>no acumulado de 12 meses (finalizado em setembro), o IPCA chegou a 5,17%, ainda que, no mês anterior, o índice tenha ficado negativo, em -0,14% – o que caracteriza situação de deflação, quando os preços recuam, ficando mais baratos.</strong></p>
<p>A prévia da inflação mostra que os preços dos alimentos caíram pelo quarto mês seguido. Em setembro, o recuo foi 0,35% e impacto de -0,08 p.p. Em agosto, a queda foi 0,53%.</p>
<h2>Selic</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Este é o mesmo percentual projetado pelo Focus há 16 semanas consecutivas.</p>
<p><strong>Para os anos de 2026 e 2027, o Boletim Focus projeta redução dessa taxa para 12,25% e 10,50%, respectivamente.</strong></p>
<h2>Incertezas</h2>
<p>As incertezas do cenário econômico externo e indicadores que mostram a moderação no crescimento interno estão entre os fatores que levaram à manutenção da Selic. <strong>De acordo com o Copom, a taxa de juros atual deverá ser mantida “por período bastante prolongado” para garantir que a meta da inflação seja alcançada.</strong></p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB</h2>
<p>Estabilidade também com relação às expectativas do mercado financeiro para a economia do país. <strong>Segundo o Boletim Focus, pela quinta semana consecutiva espera-se que o Produto Interno Bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos no país brasileiro feche o ano de 2025 com um crescimento de 2,16%.</strong></p>
<p><strong>Para 2026, há quatro semanas seguidas o mercado projeta um crescimento econômico de 1,80%.</strong> Já para o ano de 2027, as projeções de crescimento caíram de 1,90% para 1,83%, da semana passada para a atual.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p><strong>O dólar deverá custar R$ 5,43 ao final de 2025, segundo projeta o mercado. Há quatro semanas, as expectativas eram de que a moeda norte-americana estaria sendo comercializada a R$ 5,50.</strong></p>
<p>Para o final de 2026, as expectativas são, pela terceira semana consecutiva, de queda na cotação da moeda dos Estados Unidos. <strong>Há quatro semanas, as projeções do mercado estava em R$ 5.60. Já para 2027, as projeções são de que o dólar feche o ano a R$ 5,51. Há quatro semanas, as projeções estavam em R$ 5,60.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão de inflação para 4,8%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-de-inflacao-para-48/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 14:13:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Boletim Focus mantém estáveis projeções para PIB, em 2,16% Pela segunda semana consecutiva, o mercado financeiro revê para baixo as expectativas que tem com relação à inflação em 2025, passando dos 4,81 projetados há uma semana para 4,80%, segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Banco Central. Há quatro semanas, o mercado trabalhava com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3292197492" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Boletim Focus mantém estáveis projeções para PIB, em 2,16%</p>
<p>Pela segunda semana consecutiva, o <strong>mercado financeiro revê para baixo as expectativas que tem com relação à inflação em 2025, passando dos 4,81 projetados há uma semana para 4,80%, segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Banco Central.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1661498&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1661498&amp;o=node" /></p>
<p>Há quatro semanas, o mercado trabalhava com uma projeção de 4,85% no ano, para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país). <strong>Para os anos subsequentes, projeta inflação de 4,28% em 2026; e de 3,90% em 2027.</strong></p>
<p>A estimativa para 2025 ainda está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. <strong>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</strong></p>
<p>A prévia da inflação oficial de setembro ficou em 0,48%, impactada principalmente pelo preço da energia elétrica. Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) ficou em -0,14%. Em 12 meses, o IPCA-15 acumula 5,32%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>A prévia da inflação mostra que os preços dos alimentos caíram pelo quarto mês seguido. Em setembro, o recuo foi 0,35% e impacto de -0,08 p.p. Em agosto, a queda foi 0,53%.</strong></p>
<h2>Selic</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Este é o mesmo percentual projetado pelo Focus há 15 semanas consecutivas.</p>
<p>As incertezas do cenário econômico externo e indicadores que mostram a moderação no crescimento interno estão entre os fatores que levaram à manutenção da Selic, na última reunião</p>
<p>De acordo com a última ata divulgada, a taxa de juros atual deverá ser mantida “por período bastante prolongado” para garantir que a meta da inflação seja alcançada.</p>
<p><strong>Para os anos de 2026 e 2027, o mercado projeta redução dessa taxa para 12,25% e 10,50%, respectivamente.</strong></p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB</h2>
<p>Já com relação à economia, o mercado financeiro mantém, <strong>há quatro semanas a mesma projeção para 2025, de um Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas no país) em 2,16%.</strong></p>
<p><strong>Para os anos subsequentes, as projeções também se mantiveram estáveis, mas por três semanas consecutivas, em 1,80% para 2026; e em 1,90% em 2027.</strong></p>
<h2>Dólar</h2>
<p>Com relação ao câmbio, o Boletim Focus trabalha com a expectativa de queda na cotação do dólar. O <strong>mercado financeiro projeta que a moeda norte-americana fechará 2025 cotada a R$ 5,45.</strong></p>
<p>Na edição anterior do boletim, publicada há uma semana, a expectativa era de que o dólar fecharia o ano a R$ 5,48; e há quatro semanas a projeção estava em R$ 5,55. Para 2026, o mercado trabalha com uma cotação do dólar a R$ 5,53; e para 2024, a R$ 5,56.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Prévia da inflação sobe 0,48% em setembro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/previa-da-inflacao-sobe-048-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 14:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Alta é influenciada pelo fim do Bônus Itaipu A prévia da inflação oficial de setembro ficou em 0,48%, impactada principalmente pelo preço da energia elétrica. Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) ficou em -0,14%. Já em setembro de 2024 o indicador marcou 0,13%. Em 12 meses, o IPCA-15 acumula 5,32%. Os números foram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-439584210" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Alta é influenciada pelo fim do Bônus Itaipu</p>
<p>A <strong>prévia da inflação oficial de setembro ficou em 0,48%, impactada principalmente pelo preço da energia elétrica.</strong> Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) ficou em -0,14%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1660205&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1660205&amp;o=node" /></p>
<p>Já em setembro de 2024 o indicador marcou 0,13%.<strong> Em 12 meses, o IPCA-15 acumula 5,32%</strong>. Os números foram divulgado nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Pelos dados prévios, a inflação anual se mantém acima da meta do governo de 3% ao ano com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos, ou seja, indo no máximo a 4,5%.</p>
<p>A alta da conta de luz é explicada pela “devolução” do Bônus Itaipu, desconto na conta de agosto que beneficiou 80,8 milhões de consumidores. Em setembro, sem o bônus, a fatura fica mais alta na comparação com o mês anterior.</p>
<h2>Influências</h2>
<p>Dos cinco grupos de preços apurados pelo IBGE, cinco apresentaram alta na passagem de agosto para setembro:</p>
<p>&#8211; Habitação: 3,31</p>
<p>&#8211; Vestuário: 0,97</p>
<p>&#8211; Saúde e cuidados pessoais: 0,36</p>
<p>&#8211; Despesas pessoais: 0,20</p>
<p>&#8211; Educação: 0,03</p>
<p>&#8211; Comunicação: -0,08</p>
<p>&#8211; Artigos de residência: -0,16</p>
<p>&#8211; Transportes: -0,25</p>
<p>&#8211; Alimentação e bebidas: -0,35</p>
<p>A alta do grupo habitação respondeu por 0,5 p.p. do IPCA-15 de setembro. A energia elétrica residencial, que faz parte do grupamento, foi o maior impacto individual dos 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, subindo 12,17%, após a queda de 4,93% em agosto. O <strong>impacto só desse subitem ficou em 0,47 p.p.</strong><br /><br />Além do fim do bônus, a conta de luz sofre influência da vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2, que adicionou R$ 7,87 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos.</p>
<p>A <strong>cobrança extra é determinada pela Aneel para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas.</strong> O adicional é necessário, pois a energia gerada pelas termelétricas é mais cara que a hidrelétrica.</p>
<h2>Alimentos caem pelo 4º mês</h2>
<p>A prévia da inflação mostra que os <strong>preços dos alimentos caíram pelo quarto mês seguido. Em setembro, o recuo foi 0,35% e impacto de -0,08 p.p.</strong> Em agosto, a queda foi 0,53%.</p>
<p>A alimentação no domicílio (-0,63%) foi influenciada pelas quedas do tomate (-17,49%), cebola (-8,65%), arroz (-2,91%) e café moído (-1,81%). No sentido inverso, <strong>as frutas subiram 1,03%, em média.</strong></p>
<p>Em relação à alimentação fora do domicílio, o <strong>IPCA-15 mostra alta de 0,36%, abaixo do 0,71% de agosto, representando desaceleração.</strong></p>
<h2>IPCA-15 x IPCA</h2>
<p>O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo.</p>
<p>A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 15 de agosto a 15 de setembro.</p>
<p><strong>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente, o valor do mínimo é R$ 1.518.</strong></p>
<p>O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). <strong>O IPCA “cheio” de setembro será divulgado em 9 de outubro.</strong></p>
<p>A cobrança extra é determinada pela Aneel para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas. O adicional é necessário, pois a energia gerada pelas termelétricas é mais cara que a hidrelétrica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Inflação oficial recua 0,11% em agosto, menor resultado desde 2022</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inflacao-oficial-recua-011-em-agosto-menor-resultado-desde-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 14:45:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 12 meses, IPCA acumula 5,23% A inflação oficial ficou negativa no mês de agosto, ou seja, os preços ficaram mais baratos em média. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês em -0,11%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, o índice [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-447337572" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em 12 meses, IPCA acumula 5,23%</p>
<p>A inflação oficial ficou negativa no mês de agosto, ou seja, os preços ficaram mais baratos em média. O <strong>Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês em -0,11%</strong>. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1658006&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1658006&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Em julho, o índice tinha ficado em 0,26%. Essa deflação (inflação negativa) é a primeira desde agosto de 2024 (-0,02%) e a mais intensa desde setembro de 2022 (-0,29%).</strong></p>
<p>Com o resultado de agosto de 2025, o acumulado de 12 meses chega a 5,13%, abaixo dos 5,23% dos 12 meses terminados em julho, mas ainda acima da meta do governo, de até 4,5%.</p>
<p>A conta de luz recuou 4,21% no mês, representando impacto negativo de 0,17 ponto percentual (p.p.), figurando como o subitem que mais puxou a inflação para baixo. Com isso, o grupo habitação recuou 0,90%. <strong>Esse recuo nesse conjunto de preços foi o maior para um mês de agosto desde o início do Plano Real, em 1994.</strong></p>
<p>A explicação está no chamado Bônus de Itaipu, desconto na conta que beneficiou 80,8 milhões de consumidores. Conforme adiantou a<strong> Agência Brasil</strong>, <strong>a bonificação compensou a bandeira tarifária vermelha 2, que adiciona R$ 7,87 na conta e luz a cada 100 Kwh consumidos.</strong></p>
<p>No entanto, o gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, antecipou que haverá “devolução” dessa deflação na conta de luz em setembro, uma vez que as faturas não terão mais o desconto. “No mês que vem terá variação mais alta&#8221;.</p>
<p>O <strong>grupo alimentação e bebidas (-0,46%) caiu pelo terceiro mês seguido. O de transportes (-0,27%) também ajudou a deixar o IPCA negativo IPCA. </strong>Nesses três meses, os alimentos acumularam queda de -0,91%. O de transportes (-0,27%) também ajudou a deixar o IPCA negativo.</p>
<p>Fernando Gonçalves calcula que os grupos habitação, alimentação e transportes somados representam -0,30 p.p. na inflação. “Sem eles, o resultado do IPCA de agosto ficaria em 0,43%”, diz.</p>
<h2>Outros grupos</h2>
<p>Os <strong>grupos comunicação e artigos de residência também tiveram deflação, os dois com -0,09% de variação e impacto nulo (0 p.p.) no índice.</strong></p>
<p>Nos demais grupos, os preços subiram em média: educação (0,75%), saúde e cuidados pessoais (0,54%), vestuário (0,72%) e despesas pessoais (0,40%).</p>
<p>O índice de difusão, ou seja, o percentual dos 377 subitens que tiveram alta de preço ficou em 57% em agosto. Em julho, o índice tinha sido de 50%. Mas observados apenas os índices alimentícios, o índice de difusão caiu de 50% para 47% na passagem de julho para agosto.</p>
<h2>Alimentos</h2>
<p>A t<strong>erceira queda seguida no grupo alimentação foi influenciada pela alimentação dentro de casa, que recuou 0,83%</strong>. O IBGE explica que a maior disponibilidade de produtos provocou queda de preços, com destaque para tomate (-13,39%), manga (-18,40%), arroz (-2,61%), café moído (-2,17%), mamão (-10,9%), batata-inglesa (-8,59%) e cebola (-8,69%).</p>
<p>Segundo Gonçalves, não é possível calcular se o tarifaço americano, iniciado em agosto, ajudou na derrubada desses preços. O menor envio de frutas brasileiras para os Estados Unidos pode ter contribuído para oferta maior desses alimentos aqui no Brasil, ajudando a baixar preços.</p>
<p>Já a<strong> alimentação fora do domicílio, que tinha subido 0,87% em julho, desacelerou para 0,50% em agosto.</strong></p>
<h2>Transportes</h2>
<p>A <strong>deflação no grupo transporte (-0,27%) é explicada pelo preço das passagens aéreas, que ficaram 2,44% mais baratas em agosto</strong>, mês seguinte ao julho de férias escolares, quando a alta demanda joga os preços para cima.</p>
<p>Os <strong>combustíveis também recuaram (-0,89%).</strong> A gasolina, item com maior peso na cesta de produtos e serviços pesquisada pelo IBGE, baixou 0,94% em média, figurando como segundo subitem de maior impacto negativo (-0,05 p.p.) no IPCA.</p>
<p>O <strong>etanol (-0,82%) e o gás veicular (-1,27%) também caíram, enquanto o óleo diesel subiu 0,16%.</strong></p>
<p>O gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, explica que a queda no preço da gasolina pode ser explicada pela nova determinação de mistura do etanol na gasolina, que subiu de 27% para 30% do produto final a partir de agosto. </p>
<h2>Educação</h2>
<p>A <strong>alta de 0,75% do grupo educação em agosto é a maior para o mês desde 2016 (0,99%)</strong>. A explicação está no reajuste de mensalidades nos cursos regulares (0,80%), principalmente por conta do ensino superior (1,26%) e ensino fundamental (0,65%). A <strong>alta dos cursos diversos (0,91%) foi influenciada pelos cursos de idiomas (1,87%). </strong></p>
<p>Gonçalves explicou que é comum alta nesse grupo em agosto, assim como acontece nos meses de fevereiro, também marcado por reajustes anuais. <strong>Em fevereiro de 2025, o encarecimento foi 4,7%.</strong></p>
<h2>Serviços e preços controlados</h2>
<p>O IBGE separa os preços em dois grupos: serviços e preços monitorados. Os serviços são ligados a preços que acompanham a dinâmica da economia. Nesse grupo, o <strong>IPCA desacelerou de 0,59% para na passagem de julho para agosto.</strong></p>
<p>Nos preços monitorados, que costumam ter os reajustes controlados pelo governo ou por contratos e não refletem diretamente o aquecimento ou esfriamento da economia, a <strong>inflação passou de 0,67% para 0,61%.</strong></p>
<h2>Inflação oficial</h2>
<p>O <strong>IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.518.</strong></p>
<p>A coleta de preços do IPCA é feita em dez regiões metropolitanas &#8211; Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre &#8211; além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>&gt;&gt; <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/entenda-como-funciona-o-calculo-das-taxas-de-inflacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><strong>Entenda os diferentes índices de inflação</strong></a> </p>
<p>O índice é a principal métrica para acompanhamento da política de metas de inflação. <strong>A meta atual estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. </strong></p>
<p>Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta só é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos, o que aconteceu em <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/ipca-de-junho-faz-brasil-estourar-novo-modelo-de-metas-de-inflacao#" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">junho</a>. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Inflação do aluguel fecha julho em -0,77%, 3º mês seguido de queda</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inflacao-do-aluguel-fecha-julho-em-077-3o-mes-seguido-de-queda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 13:52:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Acumulado de 12 meses é o menor desde junho de 2024 O Índice Geral de Preços no Mercado (IGP-M), também conhecido como inflação do aluguel, fechou julho em -0,77%, marcando o terceiro mês seguido de deflação ─ quando os preços ficam, em média, mais baratos. Dos sete meses de 2025, esse foi o quarto com resultado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2768904753" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Acumulado de 12 meses é o menor desde junho de 2024</p>
<p>O <strong>Índice Geral de Preços no Mercado (IGP-M), também conhecido como inflação do aluguel, fechou julho em -0,77%, marcando o terceiro mês seguido de deflação ─ quando os preços ficam, em média, mais baratos. Dos sete meses de 2025, esse foi o quarto com resultado negativo. Em junho, a queda foi 1,67%.</strong> <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1652519&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1652519&amp;o=node" /></p>
<p>A última vez que o IGP-M apresentou sequência de mais de dois esses seguidos de deflação foi de abril a agosto de 2023. <strong>No acumulado de 12 meses, o IGP-M soma 2,96%, menor patamar desde junho de 2024 (2,45%). Em março de 2025, o indicador chegou a 8,58%,</strong> apontando, desde então, trajetória de queda. Em julho do ano passado, o índice tinha marcado 0,61%.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).</p>
<p>A FGV leva em conta três componentes para apurar o IGP-M. O maior peso é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a inflação sentida pelos produtores e responde por 60% do IGP-M cheio.</p>
<p><strong>Em julho, o IPA apresentou deflação de 1,29%, puxado para baixo principalmente pelo café em grão (-22,52%), minério de ferro (-1,86%), milhão em grão (-7,54%) e batata-inglesa (-29,63%).</strong></p>
<p>Outro componente do IGP-M é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do indicador. <strong>Em julho, o IPC subiu 0,27%. Os itens que mais pressionaram para cima foram a conta de luz (2,74%) e passagens aéreas (6,29%), que costumam ser mais procuradas em mês de férias escolares.</strong></p>
<p>Em julho, assim como no mês anterior, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/contas-de-luz-permanecem-com-bandeira-tarifaria-vermelha-em-julho" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">conta de energia teve a bandeira tarifária vermelha patamar 1</a>, determinada pelo governo para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas. A bandeira exerce cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.</p>
<p>O terceiro componente medido pela FGV é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que subiu 0,91% no mês. Dentro do INCC, materiais, equipamentos e serviços subiram 0,86%, enquanto o custo da mão de obra ficou 0,99% mais alto.</p>
<h2>Inflação do aluguel</h2>
<p>O IGP-M é conhecido como inflação do aluguel porque o acumulado de 12 meses costuma ser base para cálculo de reajuste anual de contratos imobiliários. Além disso, o <strong>indexador é utilizado para reajustar algumas tarifas públicas e serviços essenciais.</strong></p>
<p>A<strong> FGV faz a coleta de preços em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. O período de levantamento do IGP-M foi 21 de junho a 20 de julho.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,09%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-509/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 15:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa para o PIB é de 2,23% este ano, diz BC A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,1% para 5,09% este ano. É a nona redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (28). A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1608787199" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estimativa para o PIB é de 2,23% este ano, diz BC</p>
<p>A <strong>previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,1% para 5,09% este ano</strong>. É a nona redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (28). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1652252&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1652252&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Para 2026, a projeção da inflação foi reduzida de 4,45% para 4,44%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.</strong></p>
<p>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.<strong> Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</strong></p>
<p>Em junho, mesmo pressionada pela energia elétrica, a inflação oficial &#8211; divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; perdeu força e fechou em 0,24%, marcada pela primeira queda no preço dos alimentos depois de nove meses. Apesar da desaceleração nos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%.</p>
<p>Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024. Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao <a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/historicometas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">ministro da Fazenda</a>, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento, as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Apesar do recuo recente da inflação, as<strong> incertezas em relação à economia fizeram o colegiado elevar os juros em 0,25 ponto percentual na última reunião, no mês passado, sendo o sétimo aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</strong></p>
<p>Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba. <strong>O próximo encontro do colegiado ocorre nesta terça (29) e quarta-feira (30). </strong></p>
<p>A <strong>decisão surpreendeu parte do mercado financeiro, que não esperava um novo aumento e, nesse cenário, a estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano.</strong> Para o fim de 2026, a expectativa é de que a Selic caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. </p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,23% nesta edição do Boletim Focus. <strong>Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,88% para 1,89%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</strong></p>
<p>Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE. <strong>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%.</strong> O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,60 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,70.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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