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	<title>indigenista - Portal NDC</title>
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	<title>indigenista - Portal NDC</title>
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		<title>Jânio Freitas de Souza envolvido na morte de jornalista e indigenista, é transferido para a Sede da PF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 22:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[acusação de assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[esquema]]></category>
		<category><![CDATA[indigenista]]></category>
		<category><![CDATA[jornalista morto]]></category>
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					<description><![CDATA[Jânio Freitas de Souza, apontado como braço direito do mandante dos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, foi transferido para a sede da Polícia Federal, em Manaus. A transferência aconteceu na noite do domingo (21), após ele ser preso, em Tabatinga, interior do Amazonas, no dia (18) de janeiro. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3999136339" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Jânio Freitas de Souza, apontado como braço direito do mandante dos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, foi transferido para a sede da Polícia Federal, em Manaus. A transferência aconteceu na noite do domingo (21), após ele ser preso, em Tabatinga, interior do Amazonas, no dia (18) de janeiro.</p>
<p>Segundo a Polícia Federal, o homem será indiciado pelo duplo homicídio e por ocultação de cadáveres. Jânio estava cumprindo regime semiaberto há três meses.</p>
<p>Segundo a PF, Jânio foi preso em Tabatinga, no interior do estado. No dia 5 de agosto de 2022, um mês após os assassinatos de Bruno e Dom, ele chegou a ser preso por pesca ilegal e há três meses respondia pelo crime em liberdade.</p>
<p>O pedido de prisão de Jânio foi feito após a PF identificar que ele estava coagindo testemunhas do caso e estar interferindo no andamento do processo contra ele e &#8220;Colômbia&#8221;.</p>
<p>Em setembro de 2022, dois meses depois dos crimes, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) publicou que o pescador era funcionário temporário da Prefeitura de Secretaria de Interior de Atalaia do Norte, onde ocupava a função de auxiliar de serviços gerais.</p>
<p>De acordo com a entidade, que investiga crimes contra jornalistas, mesmo preso, Jânio continuava recebendo salário da prefeitura. Ainda segundo a reportagem, em julho daquele ano, o pescador recebeu salário de R$ 1.212,00.</p>
<div id="attachment_34236" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-34236" class="size-full wp-image-34236" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/01/dd36c3ff-3a46-4840-b543-e6705cc8018c-e1705960547509.jpg" alt="" width="600" height="397" /><p id="caption-attachment-34236" class="wp-caption-text">Jânio aparece em uma das últimas fotos feitas de Dom Phillips com vida, segundo a investigação. Foto: Reprodução/Globoplay</p></div>
<p>O nome de Jânio de Freitas aparece em uma outra investigação da PF: o assassinato de Maxciel Pereira dos Santos, agente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) executado por um pistoleiro em 2019, em Tabatinga. A cidade fica próxima a Atalaia do Norte.</p>
<p>Na época em que esteve preso em 2022, Jânio chegou dar depoimento na nona sessão da audiência de instrução e julgamento do caso Bruno e Dom.</p>
<p>Ele contou que no dia da morte de Bruno e Dom, o indigenista afirmou que mandaria a Polícia Federal prender os pescadores ilegais que estavam invadindo lagos de manejo das comunidades ribeirinhas.</p>
<p>Porém, as investigações da Polícia Federal identificaram que Jânio agia além da pesca ilegal, ele é braço direto e de confiança de &#8220;Colômbia&#8221;, que ordenou a morte do indigenista Bruno Pereira, que comandava uma série de apreensões de carregamentos de peixes capturados de áreas indígenas.</p>
<p>Ainda segundo as investigações, o jornalista Dom Phillips foi morto porque acompanhava o indigenista.</p>
<p>A Polícia Federal informou que pediu a transferência para presídio federal de Jânio e &#8220;Colômbia&#8221;, por conta do risco de fuga e risco à integridade física e psíquica dos investigados.</p>
<p>Ainda segundo a polícia federal, Jânio e &#8220;Colômbia&#8221; foram indiciados pelo duplo homicídio e ocultação de cadáveres do indigenista brasileiro e do jornalista britânico.</p>
<h3>Investigações</h3>
<p>No inquérito policial que apura o homicídio de Bruno Pereira e Dom Phillips, já foram indiciados os executores, e os ocultadores dos cadáveres das vítimas.</p>
<p>Durante as investigações foi indiciado como mandante dos homicídios, Rubem Dario da Silva Villar, conhecido como “Colômbia”, bem como outros envolvidos no esquema criminoso.</p>
<p>&#8220;Registre-se que Colômbia se encontra preso em Manaus, por motivo de falsificação de documentos de identidade, bem como também por ser chefe de uma organização criminosa transnacional armada, em outro inquérito que apurou pesca ilegal e contrabando&#8221;, disse a PF.</p>
<p>Com o prosseguimento das investigações, ficou constatado em diversos documentos, que ele possuía um segurança armado. Ainda de acordo com o apurado, Colômbia dirigia sua organização criminosa por meio de informações recebidas por este segurança.</p>
<h3>Entenda o caso</h3>
<p>Bruno e Dom desapareceram quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia. Eles foram vistos pela última vez no dia 5 de junho de 2022, quando passavam em uma embarcação pela comunidade de São Rafael, em Atalaia do Norte, no Amazonas.</p>
<p>De São Rafael, seguiriam para a sede de Atalaia do Norte. A viagem de 72 quilômetros deveria durar apenas duas horas, mas eles nunca chegaram ao destino.</p>
<p>As buscas pelos dois começaram no mesmo dia, por integrantes União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), que acionaram as autoridades.</p>
<p>Após dias de buscas, os restos mortais de Bruno e Dom foram encontrados enterrados, em uma área de mata de difícil acesso, no dia 15 de junho de 2022.</p>
<p>As investigações concluíram que as vítimas foram mortas a tiros e os corpos, esquartejados, queimados e enterrados. Segundo laudo de peritos da Polícia Federal, Bruno foi atingido por três disparos, dois no tórax e um na cabeça. Já Dom foi baleado uma vez, no tórax.</p>
<p>Amarildo da Costa Oliveira, o &#8220;Pelado&#8221;, Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como “Dos santos”, e Jefferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”, foram presos suspeitos de cometerem os assassinatos.</p>
<p>Além dos três acusados, no fim de janeiro de 2023, a Polícia Federal (PF) apontou Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como &#8220;Colômbia&#8221;, como o mandante dos homicídios.</p>
<p>Colômbia está preso desde dezembro de 2022. Ele chegou a ser solto após pagar uma fiança de R$ 15 mil, em outubro. A prisão foi decretada novamente pela Justiça Federal após ele descumprir condições impostas quando obteve liberdade provisória. Colômbia também é investigado por pesca ilegal e tráfico de drogas.</p>
<p>Segundo as investigações, &#8220;Colômbia&#8221; tinha relação direta com Amarildo. No processo, o Ministério Público Federal denunciou Amarildo, Oseney e Jefferson pelo assassinato das vítimas.</p>
<p>As buscas pelos dois começaram no mesmo dia, por integrantes União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), que acionaram as autoridades.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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		<title>PF divulga resultado de laudo da exumação de indigenista morto em Tabatinga, no Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Oct 2022 12:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[indigenista]]></category>
		<category><![CDATA[Maxciel Pereira dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal divulgou hoje (27) o resultado do novo laudo pericial, após a exumação do corpo do indigenista Maxciel Pereira dos Santos, morto a tiros em 2019, no município de Tabatinga, interior do Amazonas. O servidor e Bruno Pereira eram parceiros no combate a delitos praticados no Vale do Javari. Três anos se passaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2966197535" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Polícia Federal divulgou hoje (27) o resultado do novo laudo pericial, após a exumação do corpo do indigenista Maxciel Pereira dos Santos, morto a tiros em 2019, no município de Tabatinga, interior do Amazonas. O servidor e Bruno Pereira eram parceiros no combate a delitos praticados no Vale do Javari. Três anos se passaram desde o assassinato e nínguem foi preso.<br /><br />De acordo com a PF, a exumação do corpo foi solicitada após ser constatado que algumas incompletudes na perícia realizada na época, sendo solicitado um novo exame. O corpo de Maxciel foi exumado no ínicio deste mês e enviado para o Instituto de Criminalística da Polícia Federal em Brasília, onde foi submetido pelo exame de imagem de tomografia computadorizada e por exame antropológico forense, o segundo ainda será conluído.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Na tomografia foi constatado que o crânio da vítima foi atingido por um único disparo que atingiu a região têmpora-parietal. A causa da morte foi, portanto, devido a traumatismo cranioencefálico decorrente de um disparo de projétil de arma de fogo transfixante, o que segundo a PF também embasada em um croqui da pérícia de 2019, ainda não pode ser descartado um possível segundo disparo, como foi pela esposa da vítima, que estava presente no momento do ocorrido.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Ainda segundo a nota, esse segundo disparo pode ter atingido somente tecidos moles da vítima, não sendo viável a constatação no exame realizado no início deste mês, já que o material analisado foram fragmentos ósseos.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Entenda o caso</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O servidor da Fundação Nacional do Índio (Funai) Maxciel Pereira dos Santos foi morto com dois tiros na cabeça no dia 6 de setembro de 2019, em Tabatinga, interior do Amazonas. O servidor dirigia uma motocicleta quando foi atingido, sendo socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital do Exército, mas não resistiu aos ferimentos.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A família de Maxciel é de que o homicídio tenha sido uma retaliação pelo trabalho que ele desenvolvia com indígenas na região do Vale do Javari, mesma região que Bruno Pereira e Dom Phillips também foram mortos neste ano. Maxciel Pereira chefiou por cinco anos o Serviço de Gestão Ambiental e Territorial da Coordenação Regional do Vale do Javari, segundo informações da associação de servidores da Funai.</p>
<p>*Acritica.com</p>
</div>
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