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	<title>indigenista e jornalista - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>indigenista e jornalista - Portal NDC</title>
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		<title>&#8216;Chego dia 6&#8217;, disse indigenista desaparecido em áudio obtido com exclusividade pelo podcast &#8216;O Assunto&#8217;</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/chego-dia-6-disse-indigenista-desaparecido-em-audio-obtido-com-exclusividade-pelo-podcast-o-assunto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 12:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[indigenista e jornalista]]></category>
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					<description><![CDATA[O servidor licenciado da Funai Bruno Pereira, que sumiu durante viagem pela Amazônia junto com o jornalista colaborador do jornal britânico “The Guardian” Dom Phillips, havia enviado um áudio informado que voltaria no dia 6 de junho, esta segunda-feira. O áudio foi obtido com exclusividade pelo podcast “O Assunto”  “Eu tô entrando no mato amanhã. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3338527905" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O servidor licenciado da Funai Bruno Pereira, que sumiu durante viagem pela Amazônia junto com o jornalista colaborador do jornal britânico “The Guardian” Dom Phillips, havia enviado um áudio informado que voltaria no dia 6 de junho, esta segunda-feira. O áudio foi obtido com exclusividade pelo podcast “O Assunto” <br /><br />“Eu tô entrando no mato amanhã. Daqui a uns 15 dias ou menos até eu tô por Atalaia do Norte. E chego dia 6”, disse o indigenista.</p>
<p>O sumiço de Bruno Pereira e de Dom Phillips ganhou repercussão internacional, chamando a atenção para o desastre em curso no território que abriga a maior concentração de povos indígenas isolados do mundo. A região vive <a href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/amazonia/noticia/2022/06/06/vale-do-javari-2a-maior-terra-indigena-do-pais-tem-historico-de-assassinato-de-agente-da-funai-e-e-palco-de-conflitos-tipicos-da-amazonia.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">conflitos de indígenas com garimpeiros, pescadores e caçadores ilegais</a>, além de tráfico de drogas e armas.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os dois homens têm larga experiência em transitar na região. Eles foram vistos pela última vez na manhã do domingo a caminho de Atalaia do Norte (AM), perto da fronteira com o Peru.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na viagem, Dom esperava colher depoimentos de moradores, permanentemente ameaçados por garimpeiros, madeireiros e todo tipo de atividade ilegal.</p>
<article>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="12">
<div class="content-intertitle">
<h2>Estado omisso e criminalidade</h2>
</div>
<p>Em entrevista a Renata Lo Prete em &#8220;O Assunto&#8221;, o procurador jurídico da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), Eliesio Marubo, afirmou que o estado brasileiro tem sido omisso com os povos indígenas.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="14">&#8220;A própria Funai é um reflexo disso. A Funai [está] desmantelada, sucateada e cada vez mais sofrendo com vários tipos de ações da parte do governo para desmantelar cada vez mais para retirar orçamento, todo tipo de negligência que o governo federal tem feito com a Funai&#8221;, disse Marubo.</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o representante da Unijava, a região tem ficado à mercê de todo tipo de crime. &#8220;Na região de fronteira, a caça e pesca ilegais têm servido para lavar dinheiro do narcotráfico. Já falei [isso] pras autoridades, já tive oportunidade de falar pros procuradores da República, que, aliás, não ficam aqui. Já falei com delegado da Polícia Federal aqui também.&#8221;</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O jornalista Rubens Valente, autor do livro “Os Fuzis e as Flechas”, sobre ataques a povos indígenas durante a ditadura, também destacou a &#8220;O Assunto&#8221; o aumento da criminalidade na região.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O que a gente tem sentido, e também esses servidores que atuam na ponta do sistema como representantes do estado brasileiro [tem sentido], é o crescente clima de insegurança justamente pela ausência do estado nessas regiões&#8221;, afirmou.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Sabemos que vários rios da Amazônia são tomados por facções criminosas que utilizam esses rios para transporte de cocaína e contrabando de armas. Hoje a Amazônia vem sendo ocupada pelo crime organizado, com destaque para o estado do Amazonas. O estado brasileiro tem se omitido&#8221;, completou.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="20">“Na ‘nova Funai’”, diz ele, usando expressão adotada no governo Bolsonaro, “o Estado encolheu”, ele resume. Na Amazônia em que o crime organizado ganha terreno, observa Rubens, “jornalistas e funcionários se tornaram mais um alvo”.</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="21">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por g1</p>
</div>
</div>
</div>
</article>
<div class="mc-column entities"> </div>
</div>
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		<title>Saiba quem é Bruno Pereira, indigenista e servidor da Funai dado como desaparecido no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/saiba-quem-e-bruno-pereira-indigenista-e-servidor-da-funai-dado-como-desaparecido-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 12:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[desaparecido no Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[indigenista e jornalista]]></category>
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					<description><![CDATA[Desaparecido há mais de 24 horas no município de Atalaia do Norte, no Amazonas, Bruno Araújo Pereira é servidor de carreira da Fundação Nacional do Índio (Funai) e reconhecidamente defensor das causas indígenas. O indigenista acompanhava o jornalista inglês Dom Phillips, colaborador do jornal The Guardian, em viagem pelo Vale do Javari, quando a equipe sumiu. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4243793093" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Desaparecido há mais de 24 horas no município de Atalaia do Norte, no Amazonas, Bruno Araújo Pereira é servidor de carreira da Fundação Nacional do Índio (Funai) e reconhecidamente defensor das causas indígenas.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O indigenista acompanhava o<strong><span class="highlight highlighted"> jornalista inglês Dom Phillips</span></strong>, colaborador do jornal The Guardian, em viagem pelo Vale do Javari, quando a equipe sumiu.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1842" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/06/whatsapp-image-2019-10-04-at-20.15.23.jpg" alt="" width="984" height="554" /></p>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="5">
<div class="mc-column content-media__container">
<p class="content-media__description ">O indigenista Bruno Pereira em missão realizada pela Funai — Foto: Divulgação/Funai</p>
</div>
</div>
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<div id="banner_materia2" class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia2 tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" data-id="banner_materia2" data-req="true" data-cid="138394142892" data-lid="6036334268" data-google-query-id="CLaZ9teqm_gCFXs0uQYd2AoJPw">Os dois foram vistos pela última vez nesse domingo (5), no trajeto entre a comunidade Ribeirinha São Rafael e a sede <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/cidade/atalaia-do-norte/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Atalaia do Norte</a>.</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), o servidor federal recebia constantes <strong><span class="highlight highlighted">ameaças. A entidade disse ao g1 que as ameaças vinham de madeireiros, garimpeiros e pescadores</span></strong>.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao longo da última década, Bruno Pereira foi coordenador regional da <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/funai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Funai</a> de <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/cidade/atalaia-do-norte/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Atalaia do Norte</a>, que compreende justamente a área onde ele foi visto pela última vez.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>O servidor deixou o cargo em 2016,</strong> durante um <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2016/01/indigenas-expulsam-coordenador-da-funai-em-atalaia-do-norte-no-am.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">intenso conflito registrado entre povos isolados </a>da região.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 2018, Pereira se tornou o coordenador-geral de Índios Isolados e de Recém Contatados da Fundação Nacional do Índio (<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/funai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Funai</a>), quando <a href="https://g1.globo.com/politica/blog/matheus-leitao/post/2019/03/07/funai-realiza-maior-expedicao-para-contato-com-indios-isolados-dos-ultimos-20-anos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">chefiou a maior expedição para contato com índios isolados</a> dos últimos 20 anos.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entretanto, <span class="highlight highlighted">foi exonerado do cargo em outubro de 2019, após pressão de setores ruralistas ligados ao governo do presidente </span><a href="https://g1.globo.com/politica/politico/jair-bolsonaro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><span class="highlight highlighted">Jair Bolsonaro</span></a><span class="highlight highlighted">.</span> Conforme a Univaja, nos últimos anos, ele atuava na sede do órgão, em Brasília.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O desparecimento de Pereira e do jornalista está sendo <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/06/06/pf-apura-caso-de-indigenista-e-jornalista-ingles-desaparecidos-na-amazonia.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">investigado pela Polícia Federal.</a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>Quem é Dom Phillips?</h2>
</div>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1839" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/06/e0aaan-9-400x400-1.jpg" alt="" width="984" height="984" /></p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="18">
<div class="mc-column content-media__container">
<div>Jornalista inglês Dom Phillips — Foto: Reprodução Twitter/@domphillips</div>
<div> </div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-media__container">
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O jornalista britânico é um veterano na cobertura internacional. Ele já foi colaborador dos jornais &#8221; Washington Post&#8221;, &#8220;The New York Times&#8221; e &#8220;Financial Times&#8221;, e está no Brasil há aproximadamente 15 anos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o jornal do qual era colaborador, ele é conhecido por seu amor pela região amazônica e viajou muito pela região a fim de relatar a crise ambiental brasileira e os problemas de suas comunidades indígenas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele é natural do condado de Merseyside, região onde fica a cidade de Liverpool, no noroeste inglês. Mudou-se para o Brasil em 2007.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além de seu trabalho como jornalista, o inglês está escrevendo um livro sobre a floresta amazônica. Segundo um colega de trabalho, este projeto é apoiado pela Fundação Alicia Patterson.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por g1 AM</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>PF ouve duas testemunhas sobre desaparecimento de indigenista e jornalista inglês na Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pf-ouve-duas-testemunhas-sobre-desaparecimento-de-indigenista-e-jornalista-ingles-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 03:14:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[indigenista e jornalista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=1901</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) ouviu, nesta segunda-feira (6), as duas últimas pessoas que se encontraram com o indigenista Bruno Araújo Pereira e com o jornalista inglês Dom Phillips antes do desaparecimento deles, no domingo (5), durante uma viagem por terras indígenas na Amazônia. Um dos homens é uma liderança indígena e o outro seria um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-455313461" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Polícia Federal (PF) ouviu, nesta segunda-feira (6), as duas últimas pessoas que se encontraram com o indigenista Bruno Araújo Pereira e com o jornalista inglês Dom Phillips antes do desaparecimento deles, no domingo (5), durante uma viagem por terras indígenas na Amazônia. Um dos homens é uma liderança indígena e o outro seria um pescador.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A PF não divulgou o nome das duas pessoas ouvidas, mas afirmou que <strong>eles não são suspeitos</strong>, que <strong>falaram na condição de testemunhas</strong> e que, depois, foram liberados. A <strong>TV Globo</strong> apurou <span class="highlight highlighted">esses dois homens conversaram com Bruno Araújo Pereira e com Dom Phillips no sábado (4)</span>, <a href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/amazonia/noticia/2022/06/06/vale-do-javari-2a-maior-terra-indigena-do-pais-tem-historico-de-assassinato-de-agente-da-funai-e-e-palco-de-conflitos-tipicos-da-amazonia.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">na região do Vale do Javari</a>.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="6">O servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/funai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Funai</a>) Bruno Araújo Pereira e o jornalista Dom Phillips, colaborador do jornal &#8220;<strong>The Guardian</strong>&#8220;, <span class="highlight highlighted">sumiram na região do município de Atalaia do Norte (AM)</span>. Nesta segunda, após os dois passarem 24 horas sem dar notícias, órgãos de investigação foram acionados.</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A viagem que eles fariam, ainda no sábado, entre a comunidade São Rafael e Atalaia do Norte, deveria durar cerca de duas horas.</p>
<h2>Quem são os desaparecidos</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1907" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/06/bruno-pereira-e-dom-phillips.jpg" alt="" width="984" height="554" /></p>
<p>Montagem com fotos do indigenista brasileiro Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips — Foto: Divulgação/Funai e Reprodução Twitter/@domphillips</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span class="highlight highlighted">Phillips e Bruno fazem expedições juntos na região desde 2018</span>, de acordo com o jornal britânico &#8220;The Guardian&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo uma nota da <strong>União dos Povos Indígenas do Vale do Javari</strong> (Univaja), Bruno é &#8220;experiente e profundo conhecedor da região, pois foi Coordenador Regional da <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/funai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Funai</a> de Atalaia do Norte por anos&#8221;.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="13">Já Phillips mora em Salvador e faz reportagens sobre o Brasil há mais de 15 anos para veículos como &#8220;Washington Post&#8221;, &#8220;New York Times&#8221; e &#8220;Financial Times&#8221;, além do &#8220;Guardian&#8221;. Ele está trabalhando em um livro sobre meio ambiente com apoio da Fundação Alicia Patterson.</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span class="highlight highlighted">Em uma rede social, Jonathan Watts, editor do Guardian, disse que o jornal está preocupado e procurando informações sobre o colaborador</span>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a Fundação Nacional do Índio (<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/funai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Funai</a>), Bruno Araújo Pereira é servidor da fundação, mas não estava no local a trabalho. O funcionário havia tirado uma licença.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="17">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Cumpre esclarecer que, embora o indigenista Bruno da Cunha Araújo Pereira integre o quadro de servidores da <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/funai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Funai</a>, ele não estava na região em missão institucional, dado que se encontra de licença para tratar de interesses particulares&#8221;, diz a <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/funai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Funai</a>.</blockquote>
<blockquote>
<h2>A terra indígena Vale do Javari</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1840" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/06/dragas-2.jpg" alt="" width="984" height="555" /></p>
<p>Vale do Javari, no Amazonas, onde desapareceram indigenista brasileiro e jornalista inglês — Foto: Univaja/ Reprodução</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A terra indígena Vale do Javari, região na qual estão desaparecidos Bruno Araújo Pereira, indigenista brasileiro e funcionário da Fundação Nacional do Índio (<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/funai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Funai</a>), e o jornalista inglês Dom Phillips, do jornal &#8220;The Guardian&#8221;, <strong>fica na fronteira com o Peru e a Colômbia</strong>.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">São<strong> 8,5 milhões de hectares demarcados</strong>, a segunda maior terra indígena do país – a primeira é a Yanomami, com 9,4 milhões de hectares. A região <span class="highlight highlighted">tem histórico de assassinato de um outro agente órgão federal e é palco de conflitos típicos da Amazônia: tráfico de drogas, roubo de madeira e avanço do garimpo</span>.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além disso, tem a maior concentração de povos isolados do mundo, com acesso restrito por vias fluviais e aéreas.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">or Isabela Camargo, Wellington Hanna e Vladimir Netto, TV Globo</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Leia outras notícias da região no <a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">g1 DF</a>.</p>
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