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	<title>indígena - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>indígena - Portal NDC</title>
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		<title>Estado vai indenizar mulher indígena estuprada por PMs e guarda em R$300 mil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/estado-vai-indenizar-mulher-indigena-estuprada-por-pms-e-guarda-em-r300-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 14:14:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[O pedido inicial era de R$500 mil, mas com a negociação entre o Estado e a defesa da vítima, o acordo foi fechado e o caso encerrado pela Justiça O Estado do Amazonas pagará R$ 300 mil para mulher indígena de 29 anos que denunciou ter passado 10 meses sendo estuprada por três policiais militares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-153309258" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O pedido inicial era de R$500 mil, mas com a negociação entre o Estado e a defesa da vítima, o acordo foi fechado e o caso encerrado pela Justiça</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O Estado do Amazonas pagará R$ 300 mil para mulher indígena de 29 anos que denunciou ter passado 10 meses sendo estuprada por três policiais militares e um guarda municipal de Santo Antônio do Iça. Inicialmente o pedido da defesa era de R$500 mil, mas com o acordo o valor foi fechado entre as partes e o caso encerrado pela Justiça na terça-feira (29).</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Na audiência realizada na terça-feira, a juíza Etelvina Lobo Braga, responsável pelo julgamento da ação, determinou a expedição de precatório, já que o processo por danos morais, iniciado em 12 de fevereiro deste ano na 3.ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Manaus, recebeu acordo de conciliação entre as partes. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“O encerramento do processo, com a homologação do acordo de conciliação entre as partes e a remessa para precatório, encerra uma etapa importante do caso, no qual se priorizou o diálogo para a solução dessa demanda”, disse a juíza Etelvina.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Conforme matéria publicada pelo Tribunal de Justiça do Amazonas, a juíza explicou que com a conciliação, o caso se resolvia sem que definisse a resposta. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“O diferencial está no protagonismo das partes, que têm a oportunidade de construir conjuntamente as soluções para seus conflitos. Ganham as partes, que podem resolver rapidamente sua demanda; e ganha o Judiciário, que pode redirecionar seu foco e otimizar a estrutura para outras ações”, enfatizou</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h4 class="styled__HeadingFour-sc-fdx3oi-3 ilXYMe">Indígena teve pedido de semiliberdade concedido</h4>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Além da indenização, os quatro envolvidos foram presos após pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM). Na última terça-feira (29), o juiz Diego Cantoario da 1ª Vara de Execução Penal de Manaus, concedeu o regime de semiliberdade à indígena por ver “a necessidade de resguardar a dignidade, saúde e integridade física, psíquica e cultural”. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Também em resposta à violência sexual sofrida pela mulher há 2 anos e 10 meses atrás, a Corregedoria-geral de Justiça do Amazonas publicou diretrizes que estabelecem regras obrigatórias para inspeções judiciais em locais de privação de liberdade no estado. A medida, assinada pelo desembargador José Hamilton Saraiva, adota procedimentos rigorosos e uso de tecnologia para prevenir violações de direitos humanos, exigindo registros audiovisuais das visitas, formulários eletrônicos e criação de processos administrativos no sistema PJECor.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O provimento também prevê respostas imediatas em casos graves, com comunicação em até 24 horas às autoridades competentes. Um sistema de monitoramento em tempo real e relatórios trimestrais fortalecerão o controle. A iniciativa se alinha a tratados internacionais como as Regras de Mandela e entra em vigor com a publicação no Diário de Justiça Eletrônico.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: A Crítica </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>VÍDEOS: indígena isolado que fez contato com ribeirinhos retorna à floresta</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/videos-indigena-isolado-que-fez-contato-com-ribeirinhos-retorna-a-floresta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2025 19:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[O indígena isolado fez contato com a comunidade não indígena Bela Rosa, nas proximidades da Terra Indígena Mamoriá Grande Manaus – A Coordenação da Frente de Proteção Etnoambiental (FPE) Madeira-Purus da Funai recebeu na última quarta-feira (12) informações sobre a presença de um indígena isolado na comunidade não indígena Bela Rosa, nas proximidades da Base [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2868235350" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O indígena isolado fez contato com a comunidade não indígena Bela Rosa, nas proximidades da Terra Indígena Mamoriá Grande</p>
<p><strong>Manaus</strong> – A Coordenação da Frente de Proteção Etnoambiental (FPE) Madeira-Purus da Funai recebeu na última quarta-feira (12) informações sobre a presença de um indígena isolado na comunidade não indígena Bela Rosa, nas proximidades da Base de Proteção Etnoambiental (Bape) da Terra Indígena Mamoriá Grande, localizada entre os municípios de Pauini e Lábrea, no sudoeste do Amazonas. Na tarde de quinta-feira (13), o indígena que fez contato com os ribeirinhos, retornou à aldeira na floresta.</p>
<p>Durante o contato com o ribeirinhos, o indígena conheceu um isqueiro e ficou impressionado com as chamas do dispositivo. No registro, é possível perceber os esforços dos ribeirinhos para se comunicar com o indígena.</p>
<p>Ao ser avisada sobre a presença do indígena isolado, imediatamente, a equipe da Funai na base se deslocou até o local, acompanhando o jovem até a Bape para assegurar seu isolamento sanitário.</p>
<p>Simultaneamente, equipes da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), por meio dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) Médio Purus e Alto Juruá, se articularam com a FPE Madeira-Purus para viabilizar insumos médicos e profissionais necessários. Na madrugada de quinta-feira (13), equipes da Funai e da Sesai partiram do município de Lábrea em direção à Bape Mamoriá.</p>
<p>Seguindo os protocolos estabelecidos na Portaria Conjunta MS/Funai nº 4.094, de 20 de dezembro de 2018, duas reuniões de Sala de Situação foram realizadas ao longo da quinta-feira, com participação da Funai, Sesai e do Ministério dos Povos Indígenas (MPI). Nessas reuniões, as ações foram analisadas e definidas em conjunto. Além disso, houve um encontro extraordinário do Grupo Técnico de Localização de Povos Indígenas Isolados (GTLII), vinculado à Coordenação-Geral de Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato (CGiirc), para avaliar o caso.</p>
<p>Na tarde de quinta-feira (13), o indígena retornou à floresta. Dando continuidade ao plano de contingência, uma equipe multidisciplinar da Sesai e da Funai foi deslocada até a comunidade não indígena. Enquanto a Sesai avaliava a situação epidemiológica dos moradores, a Funai monitorava o território e orientava a população sobre medidas de proteção ao povo indígena isolado da Terra Indígena Mamoriá Grande.</p>
<p>Para reforçar a proteção ao indígena e sua comunidade, duas equipes da Funai estão a caminho da Bape Mamoriá: uma da Frente de Proteção Etnoambiental Madeira-Purus (CFPE-MP) e outra da CGiirc. Outra equipe da Sesai também irá somar ao grupo. Elas permanecerão no local por tempo indeterminado, monitorando e acompanhando a situação. A equipe da CGiirc contará com uma colaboradora indígena do povo Juma, experiente em monitoramento de povos isolados e falante da língua Kawahiva, que pode ser a mesma utilizada pelo povo em questão.</p>
<p><strong>Portaria de restrição de uso</strong></p>
<p>Em 11 de dezembro de 2024, foi publicada a portaria de restrição de uso referente à área de Mamoriá Grande. A medida foi um importante passo para proteger os povos indígenas isolados da região, cuja presença foi oficialmente confirmada pela Funai em 2021.</p>
<p>A área de Mamoriá Grande, além de abrigar esses grupos vulneráveis, apresenta cerca de 20% de sobreposição com a Reserva Extrativista (Resex) Médio Purus. A proposta de interdição é resultado dos trabalhos criteriosos e minuciosos de localização e monitoramento de povos indígenas isolados, por meio da Frente de Proteção Etnoambiental Madeira Purus (FPW MadPur). Tal proposta contou também com um intenso diálogo com os moradores da Resex e baseou-se no plano de manejo da reserva, garantindo o menor impacto possível para a população local enquanto garante a proteção dos povos isolados. Até o momento, a Funai já implementou duas Bases de Proteção Etnoambiental na região para monitorar e proteger o território.</p>
<p><strong>Principais ameaças enfrentadas pela área</strong></p>
<p>A área de Mamoriá Grande enfrenta uma série de desafios que tornam urgente a sua interdição legal. Entre as principais ameaças estão a especulação fundiária; os conflitos locais, sob a forma de ameaças provenientes de moradores da Resex Médio Purus contra indígenas e servidores da Funai; e a ausência de respaldo legal para fiscalização, tendo em vista que antes da publicação da portaria, a Funai não possuía previsão legal para realizar fiscalizações adequadas no território.</p>
<p>A interdição de Mamoriá Grande, em cumprimento à missão da Funai de proteger e promover os direitos dos povos indígenas do Brasil, respaldada por dispositivos legais como o artigo 231 da Constituição Federal e o Decreto nº 1.775/96, impede a exploração de recursos naturais e restringe o acesso de terceiros à área. A medida visa salvaguardar a vida dos indígenas isolados, extremamente vulneráveis a pressões externas e impactos ambientais.</p>
<p><strong>Veja o momento:</strong></p>
<div style="width: 740px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-50381-1" width="740" height="431" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/02/idosa-maquiagem-1.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/02/idosa-maquiagem-1.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/02/idosa-maquiagem-1.mp4</a></video></div>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-50381-2" width="480" height="856" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Video-2025-02-14-at-09.02.24.mp4?_=2" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Video-2025-02-14-at-09.02.24.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Video-2025-02-14-at-09.02.24.mp4</a></video></div>
<p><em>Fonte: D24am</em></p>
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		<item>
		<title>Manaus inaugura primeiro cinema indígena do Norte na Aldeia Inhaã-bé</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/manaus-inaugura-primeiro-cinema-indigena-do-norte-na-aldeia-inhaa-be/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2025 17:06:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste sábado, 1º/2, a Aldeia Indígena Inhaã-bé, localizada no Tarumã-Açu, zona Oeste de Manaus, recebeu a inauguração do primeiro cinema indígena do Norte do Brasil. A sala do projeto Cine Aldeia foi contemplada pelo edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), da Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), e representa um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3466578477" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Neste sábado, 1º/2, a Aldeia Indígena Inhaã-bé, localizada no Tarumã-Açu, zona Oeste de Manaus, recebeu a inauguração do primeiro cinema indígena do Norte do Brasil. A sala do projeto <em>Cine Aldeia</em> foi contemplada pelo edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), da Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), e representa um marco na valorização da cultura indígena na região.</p>
<h3><strong>História e impacto do projeto</strong></h3>
<p>O <em>Cine Aldeia</em> foi idealizado pela produtora indígena Thaís Kokama e teve início em 2019 com exibições de filmes para crianças da Aldeia Inhaã-bé. Nos últimos três anos, a aldeia também sediou oficinas de cinema e serviu como locação para produções nacionais e internacionais, fortalecendo a presença indígena no audiovisual.</p>
<p>Thaís Kokama celebrou a realização do projeto:<br /><em>&#8220;Eu estou me sentindo muito realizada em poder estar entregando esse projeto. Não foi fácil, tivemos desafios como a estiagem, que dificultou o transporte de materiais até a aldeia, mas conseguimos e agora estamos fazendo essa inauguração. Me sinto com um dever cumprido&#8221;,</em> afirmou.</p>
<p>O presidente do Concultura, Tony Medeiros, destacou a importância da iniciativa:<br /><em>&#8220;Para a nossa felicidade, esse é o primeiro cinema indígena dentro de uma aldeia. Quero reconhecer o esforço da Prefeitura de Manaus, através do Concultura e da Lei Paulo Gustavo, que premiaram essa iniciativa para valorizar os povos indígenas, parte fundamental da formação étnica do Brasil.&#8221;</em></p>
<h3><strong>Programação e exibições</strong></h3>
<p>Na inauguração, foram exibidos oito curtas-metragens, que permanecerão em cartaz nos primeiros meses de 2025. Além disso, o evento marcou o lançamento do documentário <em>Traços da Resistência</em>, dirigido e produzido por Thaís Kokama.</p>
<p>O <em>Cine Aldeia</em> foi um dos projetos selecionados pelo <strong>Concurso Prêmio Manaus Identidade Cultural – Audiovisual (Edital 004/2023)</strong>, por meio da Lei Paulo Gustavo (LPG), com apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal.</p>
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		<item>
		<title>VÍDEO: suspeito de envolvimento em estupro coletivo de indígena é preso no AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/video-suspeito-de-envolvimento-em-estupro-coletivo-de-indigena-e-preso-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 12:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[suspeito]]></category>
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					<description><![CDATA[A prisão do suspeito foi confirmada ainda nesta terça-feira pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) Manaus – Um homem, que ainda não teve o nome divulgado foi preso nesta terça-feira (7), como um dos principais autores envolvidos no estupro e assassinato da indígena Rosimar Santos de Oliveira, 44, no município de Barcelos (a 399 quilômetros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1651915299" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A prisão do suspeito foi confirmada ainda nesta terça-feira pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM)<br /><br /><strong>Manaus</strong> – Um homem, que ainda não teve o nome divulgado foi preso nesta terça-feira (7), como um dos principais autores envolvidos no estupro e assassinato da indígena Rosimar Santos de Oliveira, 44, no município de Barcelos (a 399 quilômetros a noroeste de Manaus).<br /><br />A prisão do suspeito foi confirmada ainda nesta terça-feira pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do Distrito Integrado de Polícia (DIP) de Barcelos, com o apoio da Polícia Militar, Guarda Municipal, Força Nacional e Funai.<br /><br />Mais detalhes sobre o caso serão repassados nesta quarta-feira (8) em coletiva de imprensa na Delegacia Geral (DG), avenida Pedro Teixeira, 180, bairro Dom Pedro, zona centro-oeste.<br /><br /><strong>Veja o momento da prisão</strong></p>
<div style="width: 720px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-48815-3" width="720" height="1280" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Snapinsta.app_video_AQPLlT7sLMo_CAUvtoqZvpzZTSooYvVIYwUjE9d9WwNJ6B60dyti7fTAB5tQs17nCWs-Db6BCObQT5uG1DPGnYt-sTSYkzQn9ljTsyY.mp4?_=3" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Snapinsta.app_video_AQPLlT7sLMo_CAUvtoqZvpzZTSooYvVIYwUjE9d9WwNJ6B60dyti7fTAB5tQs17nCWs-Db6BCObQT5uG1DPGnYt-sTSYkzQn9ljTsyY.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Snapinsta.app_video_AQPLlT7sLMo_CAUvtoqZvpzZTSooYvVIYwUjE9d9WwNJ6B60dyti7fTAB5tQs17nCWs-Db6BCObQT5uG1DPGnYt-sTSYkzQn9ljTsyY.mp4</a></video></div>
<p><br /><br /><br /><br />Fonte: D24am</p>
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		<item>
		<title>Mãe é presa em Manaus por explorar sexualmente a própria filha indígena de 12 anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mae-e-presa-em-manaus-por-explorar-sexualmente-a-propria-filha-indigena-de-12-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 20:48:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[filha indígena]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Parintins]]></category>
		<category><![CDATA[policia civil]]></category>
		<category><![CDATA[presa]]></category>
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					<description><![CDATA[Parintins, AM – Uma mulher indígena, de 31 anos, foi presa nesta quarta-feira (11) em Manaus, acusada de explorar sexualmente sua filha de apenas 12 anos. Segundo informações da Polícia Civil, a mãe cobrava valores entre R$ 15 e R$ 20 para que homens abusassem da menina. O caso veio à tona após a jovem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2948379310" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p><strong>Parintins, AM</strong> – Uma mulher indígena, de 31 anos, foi presa nesta quarta-feira (11) em Manaus, acusada de explorar sexualmente sua filha de apenas 12 anos. Segundo informações da <strong>Polícia Civil,</strong> a mãe cobrava valores entre R$ 15 e R$ 20 para que homens abusassem da menina.</p>
<p>O caso veio à tona após a jovem engravidar e revelar, na escola, que a gestação era resultado da exploração sexual promovida pela própria mãe. A adolescente está no sétimo mês de gravidez e, desde a denúncia, foi retirada do convívio familiar, sendo acolhida em um abrigo na capital amazonense.</p>
<h3>Histórico de violência</h3>
<p>As investigações também apontaram que a menina já havia sido vítima de abuso sexual pelo próprio pai quando tinha nove anos, enquanto a família morava em uma comunidade rural de Parintins. O pai, atualmente, responde por esse crime e segue sob investigação.</p>
<p>A delegada Juliana Tuma, responsável pelo caso, informou que a mãe tentou persuadir a filha a mudar seu depoimento e desistir da denúncia. Durante as investigações, o celular da suspeita foi apreendido para identificar possíveis transações financeiras e outros envolvidos nos abusos.</p>
<h3>Ações das autoridades</h3>
<p>A delegada Juliana Tuma, que lidera as investigações, destacou a gravidade do caso e reforçou a necessidade de proteger crianças e adolescentes em situações de vulnerabilidade. A adolescente, que está com sete meses de gestação, segue acolhida em um abrigo, recebendo apoio psicológico e social.</p>
<p><div class="fb-video" data-allowfullscreen="true" data-href="https://www.facebook.com/watch/?v=890567789915434" style="background-color: #fff; display: inline-block;"></div></p>
<p><em>Com informações do Portal CM7</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ianomâmis: PF prende financiadores de garimpeiros na terra indígena</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ianomamis-pf-prende-financiadores-de-garimpeiros-na-terra-indigena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 19:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[garimpeiros]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Ianomâmis]]></category>
		<category><![CDATA[ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Taurus Aureus]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal realiza a Operação Taurus Aureus para desarticular o garimpo ilegal. Nesta terça-feira (3/9), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Taurus Aureus, com o objetivo de combater a logística e o financiamento das organizações que favorecem o garimpo ilegal na Terra Indígena Ianomâmi. A ação resultou no cumprimento de 15 mandados de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3222290995" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Polícia Federal realiza a Operação Taurus Aureus para desarticular o garimpo ilegal.<br /><br />Nesta terça-feira (3/9), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Taurus Aureus, com o objetivo de combater a logística e o financiamento das organizações que favorecem o garimpo ilegal na Terra Indígena Ianomâmi. A ação resultou no cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão, além de 5 mandados de prisão preventiva nos estados de Roraima e Rondônia.<br /><br />A operação está diretamente ligada à Operação Libertação, iniciada em fevereiro de 2023, e faz parte de ações permanentes para expulsar garimpeiros invasores do território Ianomâmis.<br /><br /><br />Entre as medidas adotadas, a apreensão e o bloqueio de bens, incluindo veículos e uma fazenda, visam reparar os danos ambientais causados pelo garimpo ilegal e enfraquecer financeiramente as organizações criminosas envolvidas.<br /><br />A situação na Terra Indígena Ianomâmi<br /><br />A Terra Indígena Ianomâmi, localizada nos estados do Amazonas e de Roraima, enfrenta uma emergência de saúde desde janeiro de 2023.<br /><br />O governo federal tem implementado diversas ações para apoiar os cerca de 31 mil indígenas que vivem em 370 comunidades espalhadas pelos quase 10 milhões de hectares do território.<br /><br />Entre as ações, destacam-se o envio de profissionais de saúde e cestas básicas, além do reforço na segurança para conter a atuação de garimpeiros.<br /><br />O Ministério da Saúde informou que, desde o início das operações, sete polos de saúde foram reabertos, totalizando 37 unidades de saúde em funcionamento, com 1.497 profissionais atuando na região.<br /><br />Leia mais no <a href="https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2024/09/03/pf-deflagra-operacao-contra-financiadores-do-garimpo-ilegal-na-terra-yanomami.ghtml?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=share-bar-mobile&amp;utm_campaign=materias" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">g1</a></p>
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		<title>Amazonas empresta até R$ 21 mil para indígena empreender</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-empresta-ate-r-21-mil-para-indigena-empreender/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 21:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[empreender]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[O intuito é o crescimento e sustentabilidade das atividades econômicas, como forma de inclusão social Destinado aos povos indígenas, o programa +Crédito Indígena, da Agência de Fomento do Estado do Amazonas, beneficia com financiamento com juros subsidiados para artesãos, autônomos e MEI’S indígenas que desenvolvem atividade produtiva. O intuito é o crescimento e sustentabilidade das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2685079080" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O intuito é o crescimento e sustentabilidade das atividades econômicas, como forma de inclusão social<br /><br />Destinado aos povos indígenas, o programa +Crédito Indígena, da Agência de Fomento do Estado do Amazonas, beneficia com financiamento com juros subsidiados para artesãos, autônomos e MEI’S indígenas que desenvolvem atividade produtiva.<br /><br />O intuito é o crescimento e sustentabilidade das atividades econômicas, como forma de inclusão social.<br /><br />O intuito do programa é incentivar financeiramente, auxiliando com as principais despesas operacionais para a implantação, manutenção, ampliação e modernização da atividade produtiva. O +Crédito Indígena também possui investimento fixo, que serve para a aquisição de máquinas e equipamentos, móveis e utensílios.<br /><br />No momento do cadastro existem oito modalidades, sendo elas: cliente novo, especial, normal, regular e restritivo, em formação, impedido de operar e demais conceitos. A partir das modalidades, as pessoas físicas ou autônomas são classificadas para receber o financiamento<br /><br /><strong>MODALIDADES</strong><br />Os limites de financiamento variam . A modalidade especial, é para o cliente que liquidou dois ou mais financiamentos com pagamento das parcelas nos vencimentos. Nessas condições o empreendedor pode receber R$21.000 como limite de financiamento.<br /><br />Já o cliente normal é aquele que liquidou apenas um financiamento com pagamento das parcelas nos vencimentos. Nessas condições pode receber R$12.000 de financiamento.<br /><br />Para as pessoas físicas que se enquadram nos demais conceitos, que são clientes novos, clientes regulares e clientes com conceito em formação, tem direito a receber R$8.000.<br /><br />Para liberação do capital de giro é necessário criar uma Conta Corrente em nome do cliente em qualquer banco ou Conta Poupança no Bradesco. Por se tratar de financiamento para produção é obrigatório a comprovação da aplicação dos recursos.</p>
<p>Em seguida, para aderir o investimento o interessado deve comparecer presencialmente na Sede da Fundação Estadual dos Povos Indígenas do Amazonas (Fepiam), localizada na Avenida Torquato Tapajós, s/nº, bairro Colônia Terra Nova, zona Norte de Manaus. O local funciona de segunda a sexta-feira, de 8h às 14h.</p>
<p>Leia mais em <a href="https://segundoasegundo.com.br/2024/07/indigenas-podem-emprestar-ate-r21-mil-para-empreender-no-amazonas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Segundo a Segundo</a></p>
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<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Criança indígena de 3 anos morre queimada em incêndio no interior do Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/crianca-indigena-de-3-anos-morre-queimada-em-incendio-no-interior-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 15:51:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Interior do Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Outra criança também teve os braços e pernas queimadas na tragédia. Uma criança da etnia Ticuna, de apenas 3 anos, morreu queimada durante um incêndio em Tabatinga, no interior do Amazonas, na noite de quarta-feira (12). Outra criança também teve os braços e pernas queimadas na tragédia. As autoridades suspeitam que o fogo tenha começado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2985411621" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Outra criança também teve os braços e pernas queimadas na tragédia.<br /><br />Uma criança da etnia Ticuna, de apenas 3 anos, morreu queimada durante um incêndio em Tabatinga, no interior do Amazonas, na noite de quarta-feira (12). Outra criança também teve os braços e pernas queimadas na tragédia.<br /><br />As autoridades suspeitam que o fogo tenha começado em uma vela. Segundo os moradores do local, há constante falta de energia na comunidade.<br /><br />Em pouco tempo, as chamas destruíram a pequena casa de madeira da família. Móveis, roupas e documentos foram queimados.<br /><br />A criança chegou a ser socorrida por uma unidade hospitalar de Tabatinga, mas não resistiu aos ferimentos.<br /><br />A menina foi enterrada na manhã desta quinta-feira (13) no Cemitério da reserva do Umariaçu. Agora, em meios as cinzas o casal busca forças para recomeçar.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: G1 AM</p>
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		<title>Indígena é preso suspeito de estuprar própria filha e enteada no AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/indigena-e-preso-suspeito-de-estuprar-propria-filha-e-enteada-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 16:53:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[Filha]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[preso]]></category>
		<category><![CDATA[suspeito]]></category>
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					<description><![CDATA[Prisão aconteceu, na terça-feira (21), no local de trabalho do suspeito. Um indígena, de 40 anos, foi preso suspeito de estuprar a própria filha e a enteada no Amazonas. A prisão do homem aconteceu na manhã da terça-feira (21), no local onde trabalhava. À Rede Amazônica, a titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2125167840" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Prisão aconteceu, na terça-feira (21), no local de trabalho do suspeito.<br /><br />Um indígena, de 40 anos, foi preso suspeito de estuprar a própria filha e a enteada no Amazonas. A prisão do homem aconteceu na manhã da terça-feira (21), no local onde trabalhava.<br /><br />À Rede Amazônica, a titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), Joyce Coelho, disse que as investigações contra o indígena começaram após a denúncia da enteada, de 23 anos. A jovem procurou a polícia após a irmã, uma adolescente de 16 anos, filha biológica do homem, a procurar e contar que o pai a abusava.<br /><br />A adolescente contou que sofria abusos desde os sete anos de idade e que a última vez teria acontecido no dia 20 de abril deste ano, em Manaus. Dois dias após o crime, as irmãs foram até a Depca denunciar o crime.</p>
<div id="chunk-c0606">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A delegada contou que durante o relato, a filha do indígena, da etnia Tukano, disse que <span class="highlight highlighted">tanto a mãe quanto um irmão mais novo sabiam dos estupros</span>. Joyce ressaltou que apesar de ter conhecimento sobre o crime, a genitora da adolescente não a defendia.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-boso5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="71" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">&#8220;Segundo o relato da adolescente, a genitora sabia dos fatos e agredia fisicamente essa adolescente, então ainda tem a questão das agressões físicas que ela sofria por parte da mãe, que não a defendia e não a protegia. Ela cita até que o irmão, que hoje tem 17 anos, chegou a presenciar um dos abusos, contou para a mãe o que viu e mesmo assim a mãe continuava contra a adolescente&#8221;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-efj2b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ainda segundo a titular da Depca, a mãe da vítima chegava a culpá-la pelos abusos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9ef4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="71" data-block-id="15">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;O que fica claro nesse caso é justamente não só a conivência, a omissão da mãe, mas ela acabava se revoltando contra as próprias filhas, então é um depoimento muito doloroso em que a adolescente relata as agressões físicas, psicológicas, com xingamentos, até com uma certa rivalidade feminina, dizendo que a menina estava tomando o marido dela, sendo que ele é o pai biológico. Uma situação muito complicada&#8221;, disse Joyce Coelho.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-a99ak">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Após um mês de investigações, a polícia prendeu o suspeito no local em que trabalhava.</p>
</div>
</div>
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<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="17">
<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/hb3Q06iuorZzLcarDzqWLc_8PbU=/0x0:420x561/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/G/k/nGpxqGQ4Ouy8aUcXXHiw/local-onde-indigena-foi-preso-suspeito-de-estuprar-propria-filha-e-enteada-no-amazonas-foto-reproducao.png" alt="Local onde indígena foi preso suspeito de estupro — Foto: Reprodução" width="647" height="865" /><p class="wp-caption-text">Local onde indígena foi preso suspeito de estupro — Foto: Reprodução</p></div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="18">
<div class="content-intertitle">
<h2><strong>Abusos</strong></h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-6p9m4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em entrevista, a delegada Joyce Coelho contou ainda que após denunciar os abusos sofridos pela irmã, a jovem de 23 anos relatou que também havia sofrido abuso por parte do indígena. A vítima é enteada do suspeito.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3umf7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A mulher disse, em relato, que sofreu abusos por anos e que eles começaram quando ela tinha quatro anos de idade. Na época, a família morava no município de São Gabriel da Cachoeira.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-438ul">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Já os abusos contra a filha biológica iniciaram após a família mudar para Manaus.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1iitf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O homem passou por audiência de custódia e segue à disposição da Justiça. Já a mãe das meninas responderá por omissão de estupro de vulnerável e também pelas agressões físicas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-19td2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A polícia segue em investigação para identificar outras possíveis vítimas do indígena.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
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<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Fonte: G1 AM</p>
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		<item>
		<title>Homem é preso após agredir criança indígena no interior do Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/homem-e-preso-apos-agredir-crianca-indigena-no-interior-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2024 21:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[agredir]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Interior do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[policia civil]]></category>
		<category><![CDATA[preso]]></category>
		<category><![CDATA[São Gabriel da Cachoeira]]></category>
		<category><![CDATA[suspeito]]></category>
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					<description><![CDATA[Vítima tem apenas nove meses e é sobrinha do agressor. Suspeito confessou o crime. Um homem, de 37 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil do Amazonas no município de São Gabriel da Cachoeira após agredir brutalmente o próprio sobrinho, uma criança indígena de apenas nove meses. Segundo a delegada Grace Jardim, titular da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3176992864" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Vítima tem apenas nove meses e é sobrinha do agressor. Suspeito confessou o crime.<br /><br />Um homem, de 37 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil do Amazonas no município de São Gabriel da Cachoeira após agredir brutalmente o próprio sobrinho, uma criança indígena de apenas nove meses.<br /><br />Segundo a delegada Grace Jardim, titular da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de São Gabriel da Cachoeira, uma denúncia foi realizada na terça-feira (14), informando que o bebê estava internado em estado grave na unidade hospitalar do município.<br /><br />“Juntamente com o Conselho Tutelar, constatamos o fato. O bebê foi lesionado gravemente no crânio [&#8230;] Ouvimos a mãe e ela nos informou que o tio da vítima seria o autor do crime”, disse.<br /><br />Conforme a delegada, o homem ingeriu bebida alcoólica em excesso e discutiu com a mãe da criança. Ele tentou agredi-la, mas como não a alcançou, jogou uma tora de madeira que acabou acertando a vítima.<br /><br />“Nos dirigimos ao sítio onde o indivíduo estava e o conduzimos para a delegacia, onde ele confessou a prática criminosa e disse que o objetivo era ferir a mãe do bebê”, relatou a delegada.<br /><br />Ainda segundo a delegada, o homem também é suspeito de abusar sexualmente de seu outro sobrinho, uma criança de 3 anos.<br /><br />Ele responderá por lesão corporal grave e ficará à disposição da Justiça.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: G1 AM</p>
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