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	<title>indenizado - Portal NDC</title>
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		<title>Motorista de ônibus é indenizado em R$ 168 mil após sofrer 19 assaltos enquanto trabalhava em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/motorista-de-onibus-e-indenizado-em-r-168-mil-apos-sofrer-19-assaltos-enquanto-trabalhava-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 17:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[indenizado]]></category>
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		<category><![CDATA[Ônibus]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão da 1ª Turma do TRT-11 buscou a reparação da saúde mental do trabalhador que recebeu diagnóstico de transtornos mentais relacionados diretamente às condições de trabalho. A 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) condenou uma empresa de transporte coletivo de Manaus a pagar indenizações a um motorista de ônibus que desenvolveu transtornos psicológicos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2237557436" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Decisão da 1ª Turma do TRT-11 buscou a reparação da saúde mental do trabalhador que recebeu diagnóstico de transtornos mentais relacionados diretamente às condições de trabalho.</p>
<div id="chunk-f90tg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) condenou uma empresa de transporte coletivo de Manaus a <strong><span class="highlight highlighted">pagar indenizações a um motorista de ônibus que desenvolveu transtornos psicológicos após sofrer uma série de assaltos durante o trabalho</span></strong>. O valor chega a aproximadamente R$ 168 mil, sendo R$ 30 mil por danos morais e R$ 138 mil por danos materiais.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Na ação, ajuizada em abril de 2024, <strong><span class="highlight highlighted">o trabalhador alegou ter sido vítima de 19 assaltos à mão armada enquanto dirigia ônibus</span></strong> nas linhas do transporte urbano de Manaus, entre 2015 e 2023. Ele afirmou que as situações recorrentes de violência provocaram o desenvolvimento de diversos transtornos, incluindo síndrome do pânico, depressão, insônia e estresse pós-traumático.</p>
</div>
</div>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo ele, os primeiros sintomas apareceram em 2017. Ao longo dos anos seguintes, buscou atendimento médico especializado e recebeu diagnóstico de transtornos mentais relacionados diretamente às condições de trabalho.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Durante esse período, ficou afastado por auxílio-doença em vários momentos até dezembro de 2022, quando deixou de atuar como motorista e passou a trabalhar na garagem da empresa.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="11">
<div class="content-intertitle">
<h2>Decisão e recursos</h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Na primeira instância, a Justiça reconheceu o direito à indenização por danos morais e materiais, mas negou o pagamento de salários durante o afastamento previdenciário e a indenização substitutiva pela estabilidade.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Tanto a empresa quanto o trabalhador recorreram. A empresa tentava reverter a condenação ou reduzir os valores, enquanto o motorista buscava o aumento da indenização, o pagamento de salários durante os afastamentos e o reconhecimento da estabilidade provisória.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A 1ª Turma do TRT-11 decidiu, por maioria, <span class="highlight highlighted">manter a condenação e acolher parcialmente o recurso do trabalhador.</span> A decisão de segunda instância aumentou o valor da indenização por danos materiais, reconheceu o direito ao recebimento dos salários do período de afastamento e também concedeu indenização pela estabilidade não respeitada.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>Impactos na saúde mental</h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A decisão de segunda instância considerou boletins de ocorrência que comprovam ao menos 15 assaltos sofridos pelo trabalhador durante o expediente. A relatora, desembargadora Eulaide Lins, destacou os laudos médicos que documentam afastamentos por transtornos como ansiedade, depressão e síndrome do pânico, todos associados às experiências de violência vividas no trabalho.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2jpna">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com a magistrada, a empresa tem responsabilidade pela segurança dos seus empregados e pela adoção de medidas que garantam condições adequadas de saúde e segurança. Ela observou que os assaltos deixaram sequelas permanentes no trabalhador, que hoje depende de medicamentos controlados e acompanhamento psicológico contínuo.</p>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
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