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	<title>inclusão Social - Portal NDC</title>
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	<title>inclusão Social - Portal NDC</title>
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		<title>Modelo masculino causa polemica ao posar de maiô cavado para loja de roupa</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/modelo-masculino-causa-polemica-ao-posar-de-maio-cavado-para-loja-de-roupa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 23:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[críticas]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão Social]]></category>
		<category><![CDATA[Modelo]]></category>
		<category><![CDATA[polemica]]></category>
		<category><![CDATA[vestimenta voltada as mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma empresa de moda praia causou polêmica ao usar um modelo masculino para promover um maiô bem cavado da sua coleção. A Moana Bikini, de propriedade da influenciadora australiana de positividade corporal Karina Irby, compartilhou um vídeo no Instagram no sábado do modelo masculino Jake Young posando em um maiô rendado de uma peça no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2088946802" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Uma empresa de moda praia causou polêmica ao usar um modelo masculino para promover um maiô bem cavado da sua coleção.</p>
<p>A Moana Bikini, de propriedade da influenciadora australiana de positividade corporal Karina Irby, compartilhou um vídeo no Instagram no sábado do modelo masculino Jake Young posando em um maiô rendado de uma peça no valor de US$ 99 (R$ 492).</p>
<p>O vídeo provocou reação imediata. Muitas pessoas deixaram de seguir a Moana Bikini após a postagem.</p>
<p>&#8220;Isso é um homem? Achei que você quisesse empoderar as mulheres!&#8221;, reclamou uma usuária do Instagram. &#8220;Os homens parecem estar tentando assumir tudo o que as mulheres consideram sagrado. Nossos espaços seguros, nossa identidade e agora nossa moda&#8221;, completou ela.</p>
<p>&#8220;Desculpa, Moana, mas não é assim que você empodera as mulheres. Isso é mais uma vez dar aos homens o poder sobre nós e dizer que eles fazem isso melhor&#8221;, escreveu outra.</p>
<p><strong>Uma terceira opinou:</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;Um homem usando uma peça desenhada para mulheres… não vai fazer a maioria das mulheres querer comprá-la.&#8221;</p></blockquote>
<p>Mas outros seguidores defenderam a empresa pela sua &#8220;dedicação à inclusão&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Obrigado por sempre ser inclusivo em seus tamanhos e modelos! Principal razão pela qual sempre apoiarei sua marca!&#8221;, disse uma pessoa na rede social.</p></blockquote>
<p>O próprio modelo defendeu a sua escolha para a propaganda da peça, &#8220;existem muitos tipos diferentes de mulheres. Mulheres com anatomia diferente do que você considera &#8216;normal. Não sou mulher nem nunca afirmei ser. Esta postagem está simplesmente capacitando uma minoria e serei eternamente grato por isso. Seu ódio é um reflexo de suas próprias inseguranças, não das minhas.&#8221;</p>
<p>A Moana Bikini também se pronunciou após a controvérsia, &#8220;se Jake em nosso maiô o incomoda tanto, sentimos que isso pode ser um problema de &#8216;você&#8217;. Achamos um absurdo que as pessoas escolham a dedo esta postagem individual de nossos 13 anos de negócios para fazer uma declaração selvagem sobre não sermos empoderadoras para as mulheres.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Extra</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla finaliza na próxima semana</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/semana-nacional-da-pessoa-com-deficiencia-intelectual-e-multipla-finaliza-na-proxima-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 20:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[atividades educativas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Lutas]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol do Sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão Social]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla]]></category>
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					<description><![CDATA[O “Futebol dos Sonhos” e o “Festival de Lutas”, foram realizadas nesta quinta-feira (24) na quadra da escola municipal de Educação Especial André Vidal de Araújo. As ações fazem parte da programação da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, que finaliza na segunda-feira (28), com a realização de várias atividades alusivas à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1393967925" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O “Futebol dos Sonhos” e o “Festival de Lutas”, foram realizadas nesta quinta-feira (24) na quadra da escola municipal de Educação Especial André Vidal de Araújo. As ações fazem parte da programação da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, que finaliza na segunda-feira (28), com a realização de várias atividades alusivas à temática.</p>
<p>A iniciativa da Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), é reunir pais e alunos para reforçar a importância da inclusão social. Além disso, as unidades de ensino, em toda a rede, realizaram ações recreativas, como passeios, cinemas, festival de sorvete, gincanas, show de talentos, entre outras atividades.</p>
<p>Com o tema “Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças”, a semana iniciou na segunda-feira (21), para promover a conscientização sobre a importância da inclusão de pessoas com deficiência em todos os aspectos da sociedade, incentivando a igualdade de oportunidades, o respeito e a valorização das diferenças.</p>
<p>Para o subsecretário de Gestão Educacional, Júnior Mar, o projeto apresentado na quadra da escola tem uma relevância muito grande, pois contribui para o desenvolvimento dos alunos.</p>
<p>De acordo com o coordenador do ensino fundamental dos anos iniciais da Semed e do projeto “Aprender lutando”, Alexandre Romano,” essa atividade é fundamental para os alunos dessa modalidade de ensino, tanto no ambiente escolar quanto em casa.</p>
<p>“Esse projeto está dentro de um guarda-chuva do “Aprender lutando”, e tem várias ações, como jiu-jítsu, futebol dos sonhos, canoagem, em que as crianças com paralisia cerebral, entre outras, participam. Hoje, no caso, estamos fazendo o futebol dos sonhos, que é uma metodologia de Manaus, onde a gente usa o avatar. Nós estamos com jogadores do Nacional para conduzir as cadeiras das crianças, porque elas podem estar nas cadeiras, mas a imaginação delas não está, pois estão presentes mentalmente, cognitivamente e afetivamente no jogo”, disse.</p>
<h3>Projeto</h3>
<p>O Futebol dos Sonhos é uma iniciativa integrante do projeto “Aprender Lutando”. O objetivo principal é proporcionar às crianças e jovens com paralisia cerebral e autismo um espaço inovador para vivenciar experiências psicomotoras. O projeto utiliza a técnica do “Avatar”, que envolve um diálogo tônico e afetivo, bem como o jogo simbólico. Mesmo que as crianças estejam fisicamente limitadas nas cadeiras de rodas, as mentes têm uma capacidade ilimitada de imaginação e cognição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da Assessoria</p>
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		<title>Cafeteria em São Paulo é comandada por pessoas com síndrome de Down</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cafeteria-em-sao-paulo-e-comandada-por-pessoas-com-sindrome-de-down/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 13:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão Social]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome de Down]]></category>
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					<description><![CDATA[O sonho de Jéssica Pereira da Silva, de 31 anos, era abrir um restaurante. A ideia se consolidou com o Bellatucci Café, localizado em Pinheiros, na capital paulista. Dessa forma, ela se tornou a primeira empreendedora com síndrome de Down a se formalizar no Brasil. Nesta terça-feira (21) é celebrado o Dia Mundial da Síndrome de Down. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1295438567" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O sonho de Jéssica Pereira da Silva, de 31 anos, era abrir um restaurante. A ideia se consolidou com o Bellatucci Café, localizado em Pinheiros, na capital paulista. Dessa forma, ela se tornou a primeira empreendedora com síndrome de <em>Down</em> a se formalizar no Brasil. Nesta terça-feira (21) é celebrado o Dia Mundial da Síndrome de <em>Down</em>. A data é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 2012 e faz referência aos três cromossomos no par 21, que caracterizam a condição genética. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1517647&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1517647&amp;o=node" /></p>
<p>“Meu sonho era abrir um restaurante, mas minha irmã e minha mãe disseram que restaurante era muito difícil e resolvemos abrir um café. O café mudou minha vida. Ficava muito em casa, assistia muita televisão. Agora chego em casa 7h da noite, trabalho de segunda a sábado”, contou Jéssica.</p>
<p>O gosto por cozinhar veio ao observar a própria mãe e se tornou profissão com o curso de Técnico em Gastronomia no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Já formada, Jéssica teve a certeza de que queria ter um empreendimento na área de alimentação. Nas redes sociais, Jéssica conta sua rotina no café</p>
<p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CpS-drmpKYt/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CpS-drmpKYt/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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<p>“Gostava de ver a minha mãe mexendo com as panelas, as facas e comecei a ajudar a arrumar a mesa, fazer suco, sobremesa, salada e aí apaixonei”, disse. Na cafeteria, Jéssica serve doces, tortas e cafés. “Faço bolo de pote, brigadeiro, pão de mel, crepe. Cozinhamos todos os dias, vendemos tudo fresco e trabalhamos juntos, minha família toda me ajuda com o café”.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Fernando Frazão/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/jzThnePsOQlD_fbf7SSaVCS2IpQ=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_mg_3060.jpg?itok=4VVehw1a" alt="São Paulo (SP), 20/03/2023 - O barista Philippe Tavares, 31 anos, que tem síndrome de Down, trabalha na Bellatucci Café, uma cafeteria inclusiva. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" /></div>
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<h6 class="meta">O barista Philippe Tavares, 31 anos, trabalha na Bellatucci Café, uma cafeteria inclusiva &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></h6>
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<p>No local, trabalham outras pessoas com síndrome de <em>Down</em>, inclusive Philippe Tavares, de 31 anos, o barista. “Ele era meu amigo e é barista aqui. E agora, meu namorado”, revelou Jéssica.</p>
<p>O jovem fez curso de barista e de garçom. “Eu amo estar aqui. Sou barista e faço cafés, cappuccino, café mocha. Sou um barista show. Conheci a Jéssica na Apae, aos 6 anos. Agora, ela é minha namorada”, contou orgulhoso.</p>
<h2>Confiança</h2>
<p>A mãe da Jéssica, Ivânia Della Bella da Silva, é uma das facilitadoras do empreendimento e está diariamente com os trabalhadores do café. Ela faz o treinamento e os acompanha, além de driblar os contratempos e a desconfiança dos clientes.</p>
<p>“Os obstáculos que a gente encontra, como passar para as pessoas a confiança que eles devem ter em contratar o serviço é árduo. É um trabalho de persistência, mas verdadeiro”.</p>
<p>Além de servir o café no local, a cafeteria também realiza eventos empresarias, oferecendo <em>coffee breaks</em> e coquetéis.</p>
<p>“Desde pequena, a Jéssica mostrou sinais de que queria trabalhar com comidas. Ela fez curso de técnica em gastronomia e começou a gostar muito, a procurar receitas, então quis abrir um restaurante. Sugerimos abrir um café e ela ficou super feliz”, contou.</p>
<p>A irmã de Jéssica, Priscila, junto do marido, Douglas Batetucci, investiram no espaço. Com a pandemia, o Café mudou de lugar. Agora, funciona anexo ao Restaurante Como Assim?!, cujo o dono, um investidor social, apoiou o empreendimento de impacto social da Jéssica. “A família toda ajuda e a gente não quer parar, queremos ver o resultado dela que está sendo muito bacana”.</p>
<p>Ivânia aconselha pais e mães a incentivar e a estimular filhos com síndrome de Down. Sua expectativa é que, assim, a sociedade se torne mais acolhedora e aprenda a conviver melhor com pessoas diferentes.</p>
<p>“Os nossos filhos jovens estão abrindo caminho para esses bebês [pessoas com <em>Down</em>] com um leque de possibilidades. Desejo que as mães estimulem seus filhos e deixem eles serem o que eles quiserem porque eles podem, basta você confiar. Se ele gosta de uma coisa, trabalhe em cima disso que ele vai dar certo e acreditar. Tenho a experiência viva e espero que um dia a sociedade deixe de falar inclusão e fale apenas em convivência, que a gente saiba conviver com os diferentes”, argumentou Ivânia.</p>
<h2>Barreiras</h2>
<p>O empreendimento da Jéssica é um exemplo da capacidade das pessoas com síndrome de <em>Down</em>. No entanto, a inserção no mercado de trabalho ainda enfrenta dificuldades, explicou a psicóloga Paula Cardoso Tedeschi, que atua na Fundação Síndrome de Down, com sede em Campinas (SP).</p>
<p>“As barreiras são alguns estigmas e preconceitos, uma superinfantilização das pessoas. Então há barreiras físicas, atitudinais e comunicacionais que dificultam a inclusão. São esses preconceitos de imaginar que [a pessoa com <em>Down</em>] não pode fazer e que não tem capacidade”, disse.</p>
<p>Para a psicóloga, mudanças nas posturas dos colegas e dos líderes de organizações podem melhorar a inclusão das pessoas com <em>Down</em> no mercado de trabalho.</p>
<p>“É preciso mudar esse olhar muito infantilizado, de imaginar que o colega de trabalho é uma criança, de não visualizá-lo como uma pessoa adulta que tem os seus direitos e os seus deveres. É uma pessoa que está lá para fazer um tipo de serviço e a postura do colega ou do líder deve ser de apoiá-lo como a todos os funcionários. Há questões em que são necessárias de adaptações, mas essas questões não impedem que essa pessoa seja tratada como um trabalhador, que tem horários, deveres e direitos, assim como os demais”, afirmou.</p>
<p>A Fundação Síndrome de <em>Down</em> oferece, desde 1999, o Serviço de Formação e Inclusão no Mercado de Trabalho. https://www.fsdown.org.br/o-que-fazemos/formacao-e-inclusao-no-mercado-de-trabalho/ O curso é composto por quatro programas: Iniciação ao Trabalho, Vivência Prática Profissional, Contratação CLT e Sócio Laboral.</p>
<p>“Esse serviço é oferecido a população com síndrome de <em>Down</em> e deficiência intelectual, através do Serviço Único de Saúde (SUS). As famílias podem procurar os centros de saúde, que encaminham para a fundação”, explica a psicóloga.</p>
<h2>Legislação</h2>
<p>A contratação desse público está prevista na Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência (8.213/91). A legislação determina que a empresa com 100 e 200 empregados está obrigada a preencher 2% dos seus cargos com pessoas com deficiência. Empresas com 201 a 500, são 3%; de 501 a 1000, são 4% e de 1001 em diante são 5%. A multa para o descumprimento pode chegar a mais de R$ 200 mil.</p>
<p>Já o Estatuto da Pessoa com Deficiência veda a restrição ao trabalho da pessoa com deficiência e qualquer discriminação em razão de sua condição, inclusive nas etapas de recrutamento, seleção, contratação, admissão, exames admissional e periódico, permanência no emprego, ascensão profissional e reabilitação profissional, bem como exigência de aptidão plena.</p>
<p>Na opinião da psicóloga, é necessário que a sociedade e as empresas sejam mais inclusivas para que de fato as pessoas com <em>Down</em> tenham oportunidades.</p>
<p>“Desde a questão arquitetônica para uma adaptação e locomoção até as questões das informações para as mudanças nas barreiras atitudinais. As empresas também precisam estar mais dispostas a conhecer, a ter vivências, para que tenhamos mais possibilidades de inclusão, inclusive com planos de carreira nas empresas. É preciso uma série de mudanças para que um trabalho de fato inclusivo”, afirmou Paula.</p>
<h2>Inclusão</h2>
<p>Na visão da fundadora da ONG <a href="https://nossoolhar.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Nosso Olhar</a>, Thaissa Alvarenga, a socialização e inclusão desses indivíduos deve ser trabalhada desde o berço familiar até a vida adulta. E quem convive também deve aprender mais sobre as pessoas com <em>Down</em>.</p>
<p>“No Brasil, temos a Lei de Cotas. Porém, para várias pessoas, essa realidade ainda é distante. Pessoas sem deficiência também devem ter a disposição de aprenderem para que a diversidade seja colocada em prática, assim a inclusão pode ser de fato trabalhada em todos os ambientes. Devemos promover e orientar. Para inclusão acontecer, devemos mobilizar o setor público e privado, unido com o terceiro setor”, avaliou. Thaissa atua pela garantia da capacitação, inserção no mercado de trabalho, independência financeira e autonomia das pessoas com deficiência e responsável pelo portal de conteúdos <a href="https://chicoesuasmarias.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Chico e Suas Marias</a> e <a href="https://nossoolhar.org/espaco-redet21/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Espaço Rede T21</a>.</p>
<p>Foto: Fernando Frazão</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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