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	<title>Incêndios - Portal NDC</title>
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	<title>Incêndios - Portal NDC</title>
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		<title>Incêndios na Amazônia Legal aumentam 42% em 2024, mas desmatamento cai 30%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/incendios-na-amazonia-legal-aumentam-42-em-2024-mas-desmatamento-cai-30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 15:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
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					<description><![CDATA[Total de queimadas é o mais elevado desde 2007, refletindo a combinação de fatores como a seca prolongada e atividades humanas, especialmente a limpeza de áreas para a agricultura A Amazônia Legal registrou um número alarmante de incêndios em 2024, totalizando 140.328 ocorrências, o que representa um aumento de 42% em relação ao ano anterior, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2698942094" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Total de queimadas é o mais elevado desde 2007, refletindo a combinação de fatores como a seca prolongada e atividades humanas, especialmente a limpeza de áreas para a agricultura<br /><br />A Amazônia Legal registrou um número alarmante de incêndios em 2024, totalizando 140.328 ocorrências, o que representa um aumento de 42% em relação ao ano anterior, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Este total é o mais elevado desde 2007, refletindo a combinação de fatores como a seca prolongada e atividades humanas, especialmente a limpeza de áreas para a agricultura. Embora os incêndios tenham aumentado, o desmatamento na Amazônia apresentou uma queda significativa, com uma redução superior a 30% nos doze meses até agosto de 2024.<br /><br />Essa diminuição é a mais acentuada em quase uma década. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem enfatizado a importância de proteger a Amazônia, especialmente com a iminente Conferência Climática COP30 da ONU em Belém e acontece em novembro. As condições climáticas adversas, exacerbadas pelo fenômeno El Niño e pelas mudanças climáticas, têm contribuído para a severidade dos incêndios. Especialistas alertam que, se o desmatamento persistir, a Amazônia poderá se tornar uma fonte de emissão de carbono, superando sua capacidade de absorção.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<item>
		<title>Brasil tem 22,38 milhões de hectares atingidos pelo fogo em nove meses</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-tem-2238-milhoes-de-hectares-atingidos-pelo-fogo-em-nove-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 14:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Monitor do Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[Setembro concentrou mais da metade de toda área queimada em 2024 Entre janeiro e setembro de 2024 o Brasil teve 22,38 milhões de hectares queimados pelos focos de incêndio que avançaram por todo país, mostrou o MapBiomas, no Monitor do Fogo divulgado nesta sexta-feira (11). Apenas em setembro foram 10,65 milhões de hectares – quase [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2399411562" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Setembro concentrou mais da metade de toda área queimada em 2024<br /><br />Entre janeiro e setembro de 2024 o Brasil teve 22,38 milhões de hectares queimados pelos focos de incêndio que avançaram por todo país, mostrou o MapBiomas, no Monitor do Fogo divulgado nesta sexta-feira (11). Apenas em setembro foram 10,65 milhões de hectares – quase metade de toda a área atingida nos oito meses anteriores.<br /><br />O total equivale ao tamanho do estado de Roraima e é 150% maior que no mesmo período de 2023, quando o fogo atingiu 8,98 milhões de hectares. A vegetação nativa representa 73% da área queimada, principalmente formação florestal. Áreas de uso agropecuário também foram atingidas representando 20,5%.<br /><br />Os estados Mato Grosso, Pará e Tocantins somaram mais da metade do território queimado e tiveram respectivamente 5,5 milhões, 4,6 milhões e 2,6 milhões de hectares atingidos pelo fogo. O município paraense de São Félix do Xingu foi o que mais queimou, seguido de Corumbá, no Mato Grosso do Sul.</p>
<h2>Amazônia</h2>
<p>Dentre os biomas brasileiros, a Amazônia foi a mais afetada e representou 51% do total do que o fogo alcançou nos nove primeiros meses do ano. Foram 11,3 milhões de hectares queimados no período.</p>
<p>De acordo com a diretora de ciências do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Ane Alencar, que coordena o MapBiomas Fogo, a crise dos incêndios na região em 2024 foi agravada <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2024-09/incendios-e-seca-na-amazonia-e-no-pantanal-batem-marcas-historicas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">por uma seca mais severa</a> decorrente da intensificação das mudanças climáticas.</p>
<blockquote>
<p>“Isso se reflete nos números de setembro, onde metade da área queimada na região foi em formações florestais.”</p>
</blockquote>
<p>A exemplo do que ocorreu em todo o país, o bioma amazônico queimou mais em setembro. Foram 5,5 milhões de hectares, dos quais 2,8 milhões eram de formação florestal. Entre as áreas em que o solo já havia sido convertido anteriormente pelo homem, as pastagens foram as mais afetadas pelo fogo, tendo 1,8 milhão de hectares queimados.</p>
<h2>Cerrado</h2>
<p>Em nove meses, o Cerrado teve 8,4 milhões de hectares consumidos pelo fogo, dos quais 4,3 milhões queimaram em setembro, maior área afetada nos últimos cinco anos, para o mesmo mês.</p>
<p>“Setembro marca o pico da seca no Cerrado e isso torna o impacto do fogo ainda mais severo. Com a vegetação extremamente seca e vulnerável, o fogo se espalha rapidamente, resultando inclusive na baixa qualidade do ar nas cidades próximas”, explica Vera Arruda, pesquisadora no Ipam e coordenadora técnica do Monitor do Fogo.</p>
<h2>Pantanal</h2>
<p>Na média dos últimos cinco anos, o Pantanal foi o bioma que observou maior aumento de área queimada nos nove primeiros meses do ano. O crescimento foi de 2.306% em 2024, na comparação com a média.</p>
<p>Foram1,5 milhão de hectares consumidos pelo fogo, dos quais 318 mil hectares foram atingidos no mês de setembro, quando 92% da área queimada foram de vegetação nativa.</p>
<h2>Outros biomas</h2>
<p>De todo o território afetado pelo fogo, a Mata Atlântica queimou 896 mil hectares, sendo a maioria, 71%, de área agropecuária. Já a Caatinga e os Pampas tiveram redução na área atingida por incêndios de janeiro a setembro de 2024, com respectivamente 151 mil hectares e 3,1 mil afetados.</p>
<p><a href="https://docs.google.com/document/d/1QCJdJFxo3xH7ibwvQuyh5SjSYhzuig0ToC3EDcADgEQ/edit?tab=t.0" target="_top" rel="noopener noreferrer nofollow">Clique aqui e acesse o documento do MapBiomas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Registro de queimadas em setembro é 30% maior que a média do mês</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/registro-de-queimadas-em-setembro-e-30-maior-que-a-media-do-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 12:24:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Edição: Graça Adjuto queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsão é de que 2024 terá o maior número de focos desde 2010 Dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já colocam 2024 como um dos anos com maior quantidade de focos de queimada na última década. Setembro já contabilizou mais de 80 mil focos, cerca de 30% acima da média [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-732194345" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Previsão é de que 2024 terá o maior número de focos desde 2010<br /><br />Dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já colocam 2024 como um dos anos com maior quantidade de focos de queimada na última década. Setembro já contabilizou mais de 80 mil focos, cerca de 30% acima da média histórica, registrada desde 1998 pelo Inpe. Mesmo que a quantidade de focos não extrapole as médias históricas nos últimos três meses do ano, 2024 terá o maior número de focos desde 2010, quando o Brasil teve 319.383 registros.<br /><br />Os dados indicam que essa média pode ser superada, pois o mês de setembro teve aumento de 311%, passando de 18 mil focos em 2023 para 75 mil em 2024.</p>
<h2>Centro-Oeste puxa altas </h2>
<p>O levantamento do Inpe indica aumento consistente nos focos em todas as regiões do país, em relação a 2023, com destaque para o Centro-Oeste, que teve três unidades com mais aumentos neste ano: Mato Grosso do Sul, com 601% e 11.990 focos em 2024; o Distrito Federal, com 269%, ainda que com apenas 318 focos; e Mato Grosso, 217%, com 45 mil focos, tornando-se o estado com o maior número no país neste ano, ultrapassando o Pará. Os números em Mato Grosso são mais fortes em setembro, quando foi responsável até agora por 23,8% dos focos do país ou 19.439 registros. O Pará também teve grande quantidade de queimadas no mês: 17.297 focos, ou 21,2% de todos os registros.</p>
<p>Completam o <em>ranking</em> dos maiores aumentos dois estados do Sudeste, com números totais de queimadas menos representativos, porém com grande aumento: São Paulo e o Rio de Janeiro. O aumento para os paulistas foi de 428% em setembro, com 7855 focos ativos. No Rio, foi de 184%, ou 1074 focos.</p>
<p>Em São Paulo, grande parte dos focos esteve concentrada em setembro, quando o estado registrou 2.445 focos ativos, 3% das ocorrências em todo o território nacional. Nas últimas 48 horas, o estado registrou 65 focos ativos, de acordo com  o Inpe. A Defesa Civil estadual informou que quatro municípios registraram focos nesse domingo (29), entre eles Luiz Antônio, na região de Ribeirão Preto, onde o combate se concentra na Estação Ecológica do Jataí. Somente lá atuam 133 agentes, entre defesa civil, bombeiros, brigadistas e voluntários. São 42 veículos, entre caminhões pipa, tratores e camionetes 4×4. Usinas da região uniram-se à força-tarefa enviando brigadistas e veículos de apoio. Seis aeronaves, sendo quatro aviões e dois helicópteros, também foram mobilizados nessa frente. </p>
<p>Desde o começo das medições, o país teve mais de 300 mil focos apenas em seis anos: 2002, 2003, 2004, 2005, 2007 e 2010. Neste ano de 2024 caminha para a volta dessa marca. Com seus 208 mil focos registrados, está atrás somente dos totais de 2020, com 222.797 focos, e 2015, com 216.778, considerando apenas os últimos dez anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Marina Silva reconhece falhas do governo no enfrentamento da crise climática no Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/marina-silva-reconhece-falhas-do-governo-no-enfrentamento-da-crise-climatica-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 12:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministra também alertou que a estrutura atual do governo é insuficiente para enfrentar eventos climáticos extremos, evidenciando a vulnerabilidade do país às mudanças climáticas A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, admitiu que as medidas adotadas pelo governo Lula para lidar com a grave crise de seca e incêndios no Brasil não foram adequadas. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3346150493" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministra também alertou que a estrutura atual do governo é insuficiente para enfrentar eventos climáticos extremos, evidenciando a vulnerabilidade do país às mudanças climáticas<br /><br />A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, admitiu que as medidas adotadas pelo governo Lula para lidar com a grave crise de seca e incêndios no Brasil não foram adequadas. O país enfrenta a pior seca de sua história, enquanto nações como Peru, Bolívia e Portugal já declararam estado de emergência devido a queimadas.</p>
<p>Segundo Marina, a humanidade, incluindo o governo brasileiro, não está devidamente preparada para os desafios impostos pela crise climática. As críticas em relação à ineficácia das ações governamentais têm aumentado, gerando pressão sobre a administração petista.</p>
<p>Em resposta, Lula se comprometeu a estabelecer uma autoridade climática e a implementar um Plano de Enfrentamento aos Riscos Climáticos Extremos. Além disso, o governo decidiu aumentar as multas para incêndios florestais e facilitar os repasses financeiros aos estados para o combate às queimadas.<br /><br />Marina também ressaltou que uma parte dos incêndios no Brasil pode ter motivações criminosas e políticas, citando ataques a equipes do Ibama e da Polícia Federal.</p>
<p>Ela enfatizou a importância de investigar esses incêndios e responsabilizar os culpados, destacando a necessidade de uma ação mais rigorosa contra esses crimes. Apesar das dificuldades enfrentadas, alguns membros do governo acreditam que a gravidade da situação pode servir como um catalisador para a implementação de propostas ambientais.</p>
<p>No entanto, a aprovação dessas medidas no Congresso ainda representa um grande desafio. Marina reforçou que é essencial que todos, independentemente de suas ideologias políticas, se comprometam com a agenda da sustentabilidade. Ela também alertou que a estrutura atual do governo é insuficiente para enfrentar eventos climáticos extremos, evidenciando a vulnerabilidade do Brasil às mudanças climáticas. A ministra concluiu que é fundamental uma mobilização conjunta para que o país possa lidar de forma eficaz com os impactos da crise ambiental.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>VÍDEOS: incêndios naz zonas norte e leste obriga moradores a deixar suas casas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/videos-incendios-naz-zonas-norte-e-leste-obriga-moradores-a-deixar-suas-casas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 11:44:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Norte de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Outras zonas da cidade também registraram foco de incêndios: Morro da Liberdade, Flores, Alvorada, Ponta Negra, Compensa Manaus – Vários focos de incêndios foram registrados neste domingo (22) em diversas zonas da capital amazonense. No bairro Jorge Texeira, comunidade Coliseu, zona leste e comunidade Fazendinha, na zona norte, moradores da área precisaram abandonar suas próprias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-410897226" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Outras zonas da cidade também registraram foco de incêndios: Morro da Liberdade, Flores, Alvorada, Ponta Negra, Compensa<br /><br /><strong>Manaus</strong> – Vários focos de incêndios foram registrados neste domingo (22) em diversas zonas da capital amazonense. No bairro Jorge Texeira, comunidade Coliseu, zona leste e comunidade Fazendinha, na zona norte, moradores da área precisaram abandonar suas próprias casas.<br /><br />De acordo com informações, uma lixeira viciada em uma área de mata foi atingida pelo incêndio, na comunidade Coliseu, na área do Jorge Teixeira e se alastrou rapidamente preocupando os moradores. O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Amazonas (CBMAM), orientou uma família a sair da sua casa que era de madeira até que o rescaldo no incêndio fosse concluído.<br /><br />Já na comunidade Fazendinha, zona norte, o incêndio tomou conta de uma área de vegetação e moradores precisaram abandonar suas casas por conta da intensa fumaça que se espalhou pelo local.<br /><br />A maioria das ocorrências foi registrada no período da tarde, onde as temperaturas ficam ainda mais elevadas, em consequência do acúmulo de calor do período da manhã somado às ilhas de fumaça dos incêndios da região metropolitana.<br /><br />Outras zonas da cidade também registraram foco de incêndios: Morro da Liberdade, Flores, Alvorada, Ponta Negra, Compensa.<br /><br /><strong>Cuidados</strong><br /><br />A inalação de fumaça de queimadas representa um grave risco à saúde, especialmente durante períodos de incêndios florestais e de extrema seca. Segundo especialistas, essa fumaça contém uma mistura complexa de substâncias químicas tóxicas, incluindo monóxido de carbono, poluentes que podem causar uma variedade de problemas respiratórios e cardiovasculares.<br /><br />Dentro de casa, é importante manter portas e janelas fechadas e, se necessário, usar panos úmidos nos batentes das portas e janelas para ajudar a selar o ambiente contra a entrada de fumaça.<br /><br />Outra medida útil é o uso de purificadores de ar com filtro HEPA, que ajudam a remover as partículas finas presentes no ar interior. Se precisar sair, o uso de máscaras com boa vedação, como as do tipo PFF2 ou N95, é crucial, pois elas são capazes de filtrar partículas pequenas que uma máscara comum de tecido não consegue barrar. Manter-se bem hidratado é fundamental, pois a água ajuda a proteger e umedecer as vias aéreas, facilitando a eliminação de toxinas inaladas.<br /><br /><strong>Veja vídeos:</strong></p>
<div style="width: 474px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-44077-1" width="474" height="850" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Video-2024-09-22-at-20.49.58.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Video-2024-09-22-at-20.49.58.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Video-2024-09-22-at-20.49.58.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 478px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-44077-2" width="478" height="850" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Video-2024-09-22-at-20.50.00.mp4?_=2" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Video-2024-09-22-at-20.50.00.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Video-2024-09-22-at-20.50.00.mp4</a></video></div>
<div style="width: 474px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-44077-3" width="474" height="850" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Video-2024-07-30-at-19.48.09-6.mp4?_=3" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Video-2024-07-30-at-19.48.09-6.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Video-2024-07-30-at-19.48.09-6.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br />Fonte: D24am</p>
]]></content:encoded>
					
		
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		<item>
		<title>Brasil concentra 76% dos incêndios na América do Sul</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-concentra-76-dos-incendios-na-america-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 16:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[focos]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[País registrou mais de 5 mil focos nas últimas 24 horas Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 5.132 focos de incêndio, concentrando 75.9% das áreas afetadas pelo fogo em toda a América do Sul, informa o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O aumento no número de focos se deu no bioma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-22049517" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>País registrou mais de 5 mil focos nas últimas 24 horas</p>
<p>Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 5.132 focos de incêndio, concentrando 75.9% das áreas afetadas pelo fogo em toda a América do Sul, informa o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O aumento no número de focos se deu no bioma Cerrado, que ultrapassou a Amazônia nas frentes de fogo e registrou 2.489 focos ontem (9) e hoje.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1611322&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1611322&amp;o=node" /></p>
<p>Uma das maiores especialistas em fogo do país, a diretora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Ane Alencar, diz que o avanço dos incêndios em grande parte do país preocupa principalmente pela antecipação do período crítico. “A gente está numa situação muito difícil, até porque não sabe como serão os próximos meses. Não queremos que seja como foi o fim do ano passado, quando em outubro a situação piorou na Amazônia, principalmente em novembro e dezembro, e a chuva só começou em janeiro. Então, fico muito preocupada com será depois de setembro”.</p>
<p>Nestes primeiros dias de setembro, os focos distribuídos pelo país superam o dobro do que foi observado em 2023. Em apenas dez dias são 37.492 focos registrados, enquanto que no mesmo período do ano anterior haviam sido 15.613. Para Ane Alencar, este ano o fogo foi potencializado por uma confluência de fatores que vão desde fenômenos como o segundo ano de El Niño, seguido de La Niña, passando pelo aquecimento global e a ação humana. “Eu acho que no Brasil, normalmente, já tivemos secas muito fortes na Amazônia, em uma parte do Cerrado, na região central do país, mas pegando vários biomas ao mesmo tempo, eu acho que é uma das primeiras vezes. É quase uma tempestade perfeita, onde o clima é o motor para propagar o fogo que ocorre a partir das queimadas”, diz.</p>
<p>Além dos incêndios que avançam sobre a Amazônia e o Pantanal, São Paulo também passa por situação crítica.</p>
<h2>Turismo</h2>
<p>No Cerrado, duas importantes unidades de conservação também são alcançadas pelo fogo. No estado de Goiás. o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros teve 10 mil hectares atingidos pelos incêndios e em Mato Grosso, estado que lidera o número de focos, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) interditou, por tempo indeterminado, pontos turísticos da unidade concedida à iniciativa privada.</p>
<p>Segundo a Parquetur, administradora do uso público das duas unidades, não foi necessário interditar as atrações turísticas em Goiás, já que o incêndio ocorre em região que não afeta nem coloca em risco a área de visitação. “A Parquetur reforça que é importante que as visitações ao entorno continuem a ocorrer, para não gerar impactos negativos ao mercado turístico local.”, informou a empresa.</p>
<h2>Ignição</h2>
<p>Para a pesquisadora, embora a seca seja capaz de causar impactos na economia e no equilíbrio ambiental, com isolamento de comunidades, dificuldades de transporte e mortandade de espécies, ela não é capaz de causar fogo e a proporção de seu impacto ganha maiores dimensões pela ação humana. “Para que haja um fogo, tem que ter faísca, que é essa primeira fonte de ignição, e ela é iniciada pelo ser humano, por diversos motivos. Mas os principais, eu diria, porque a gente está falando de uma região muito grande, os principais são o uso do fogo para renovação de pastagem e o uso do fogo na prática de conversão do solo, na prática de desmatamento”, afirma Ane.</p>
<h2>Qualidade do ar</h2>
<p>O cenário de incêndios em grande parte do país faz com que os episódios críticos de poluição do ar também sejam mais frequentes e as doenças causadas pela fumaça impactem, inclusive, o sistema de saúde do país. Recentemente, o Ministério da Saúde acionou a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) para atuar no auxílio aos estados e municípios em busca de minimizar os efeitos das queimadas na saúde humana.</p>
<p>Ane Alencar explica que os efeitos regionais do fogo vão muito além das questões de saúde e afetam até a economia de um país. “Há um impacto para as pessoas que perdem suas matérias-primas, aquela árvore frutífera, aquela madeira que está ali na floresta; há um impacto na caça das pessoas. E também na agropecuária, uma área que não estava preparada para ser queimada, quando é queimada tem efeito na agricultura. Também o gado tem que sair daquele pasto queimado e ir para outro, que vai ser arrendado ou, às vezes, o gado até morre”.</p>
<p>As perdas não param por aí segundo a pesquisadora, que também aponta impactos na ciência, no meio ambiente e no bem-estar da humanidade. “Tem impactos que vão desde a perda de biodiversidade, de material genético que a gente até desconhece, a diminuição da capacidade de recuperação dessas áreas, que ficam mais suscetíveis a outros incêndios. Isso faz com que se tenha uma perda de serviço ecossistêmico, principalmente de água, mas também de retenção de carbono, por exemplo. Outra questão é do calor mesmo, sabemos que a floresta tem papel importante no conforto térmico”.</p>
<h2>Conscientização</h2>
<p>Embora em grande parte das áreas atingidas pelos incêndios o manejo do fogo esteja proibido, a pesquisadora considera que ainda é necessário melhorar a conscientização das pessoas. “Do jeito que estamos vivendo essa crise, os contingentes governamentais, sejam eles da esfera federal, estaduais, ou municipais, não serão suficientes para conter o que está ocorrendo, a não ser que haja o engajamento da sociedade”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Governo aciona PF com suspeita de novo “dia do fogo” em São Paulo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-aciona-pf-com-suspeita-de-novo-dia-do-fogo-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 12:41:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[Termo remete a ações de queimadas criminosas orquestradas em 2019 O governo federal acionou a Polícia Federal (PF) para investigar a possível origem criminosa das queimadas que se espalharam pelo estado de São Paulo nesta semana. A informação foi confirmada neste domingo (25) pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que esteve na sede do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3556016397" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Termo remete a ações de queimadas criminosas orquestradas em 2019<br /><br />O governo federal acionou a Polícia Federal (PF) para investigar a possível origem criminosa das queimadas que se espalharam pelo estado de São Paulo nesta semana. A informação foi confirmada neste domingo (25) pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que esteve na sede do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), em Brasília.<br /><br />A ministra disse que o governo trabalha com a suspeita de uma ação criminosa similar ao “dia do fogo”, numa referência ao 10 de agosto de 2019, quando uma ação orquestrada de criminosos ateou fogo em mais de 470 propriedades rurais. “Há uma forte suspeita de que está acontecendo de novo”, afirmou. <br /><br />“Nesse momento é uma verdadeira guerra contra o fogo e a criminalidade”, disse a ministra. “Tem uma situação atípica. Você começa a ter em uma semana, praticamente em dois dias, vários municípios queimando ao mesmo tempo. Isso não faz parte de nossa experiência de combate ao fogo.”<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também compareceu à sala de situação montada há dois meses no Prevfogo para acompanhar a situação dos focos de incêndio. Ele assegurou recursos e ações do governo federal para debelar as chamas, que disse serem difíceis de apagar. “A gente acaba de apagar o fogo você vira as costas e ele acende outra vez”.<br /><br />Também compareceram ao local o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Todos permaneceram cerca de uma hora na sala de situação, onde é possível acompanhar em tempo real os focos de incêndio em diferentes regiões do país, via imagens de satélite. <br /><br />“Em São Paulo, não é natural, em hipótese alguma, que em dois dias tenha diversas frentes de incêndio envolvendo concomitantemente vários municípios”, reiterou Marina sobre as suspeitas de ação criminosa. “É preciso parar de atear fogo”, apelou. “O fogo não é estadual nem municipal, é um fogo que prejudica o Brasil.&#8221;<br /><br />A ministra avalia que a situação poderia ser muito pior se o governo federal não tivesse se preparado desde o início do mandato de Lula para um possível aumento nas queimadas. Ela afirmou que &#8220;não é verdade que haja falha do governo federal&#8221;.<br /><br />Marina mencionou o envio da aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB) para auxiliar no rescaldo das chamas, mas relatou que o avião ainda não pode atuar por questões de segurança, devido à grande quantidade de fumaça.</p>
<h2>Investigações</h2>
<p>Ao lado da ministra, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, confirmou a existência de 31 inquéritos para apurar condutas criminosas ligadas aos incêndios florestais na Amazônia e mais 20 relacionadas ao Pantanal, além de duas investigações abertas para apurar a situação em São Paulo. “Mobilizamos as nossas 15 delegacias espalhadas pelo interior [de SP] para que a gente possa identificar essa questão que envolve essas queimadas no estado”. </p>
<p>Rodrigues também explicou que o governo dispõe de ferramentas que permitem retroceder as imagens de satélite, até a identificação da origem dos focos de calor, o que deve auxiliar em grande medida as investigações. A atuação da PF no caso se justifica devido ao impacto do problema em áreas de interesse da União, como o funcionamento dos aeroportos. </p>
<p>Neste domingo (25), o governo paulista informou que há 21 cidades de São Paulo com focos ativos, e outras 46 cidades em alerta máximo para uma possível aproximação das chamas. </p>
<h2>Fumaça </h2>
<p>A fumaça gerada pelas chamas no interior paulista e em outras regiões tem sido carregada por ventos favoráveis para as regiões centrais do país. Neste domingo, por exemplo, Brasília amanheceu com vários bairros encobertos pela fumaça. O fenômeno, facilitado pelo tempo seco, também foi registrado em outras capitais, como Goiânia e Belo Horizonte. </p>
<p>De acordo com o governo federal, um número recorde de brigadistas foi mobilizado para trabalhar no combate aos incêndios florestais neste ano, incluindo 1,4 mil na região amazônica e 800 no Pantanal. Helicópteros da Marinha e do Exército foram enviados nesta semana a São Paulo para auxiliar no combate aos incêndios no estado.</p>
<p>O presidente do Ibama esteve neste domingo na sede do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), estrutura que é ligada ao Ibama, em Brasília, junto com o presidente Luís Inácio Lula da Silva e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. No local, eles acompanharam a situação dos focos de incêndio nos monitores da sala de situação. </p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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