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	<title>impostos - Portal NDC</title>
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	<title>impostos - Portal NDC</title>
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		<title>Argentina elimina impostos sobre compras no exterior e amplia limite de importações</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/argentina-elimina-impostos-sobre-compras-no-exterior-e-amplia-limite-de-importacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 19:55:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[compras no exterior]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de dezembro, os consumidores argentinos poderão aproveitar uma nova medida econômica: o governo do presidente Javier Milei anunciou a isenção de impostos sobre produtos adquiridos no exterior. A decisão, alinhada à política de liberalização comercial promovida pelo novo governo, também eleva o limite para importações eventuais de US$ 1.000 para US$ 3.000. Impacto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2577562735" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A partir de dezembro, os consumidores argentinos poderão aproveitar uma nova medida econômica: o governo do presidente <strong>Javier Milei</strong> anunciou a isenção de impostos sobre produtos adquiridos no exterior. A decisão, alinhada à política de liberalização comercial promovida pelo novo governo, também eleva o limite para importações eventuais de <strong>US$ 1.000 para US$ 3.000</strong>.</p>
<h3><strong>Impacto nas compras internacionais</strong></h3>
<p>A iniciativa beneficia especialmente as compras realizadas em plataformas populares como Shein, Shopee e Amazon, oferecendo aos argentinos preços mais acessíveis para roupas, eletrônicos, jogos e eletrodomésticos. O ministro da Economia, Luis Caputo, destacou a medida como um passo para proporcionar <strong>&#8220;mais liberdade de escolha ao consumidor&#8221;</strong> e enfrentar o desafio da inflação elevada no país.</p>
<h3><strong>Comparação com o Brasil</strong></h3>
<p>A decisão contrasta diretamente com o cenário brasileiro. Recentemente, o Brasil implementou a chamada <strong>&#8220;taxa das blusinhas&#8221;</strong>, que aplica uma alíquota de <strong>20% sobre compras internacionais de até US$ 50</strong>. A medida gerou insatisfação entre consumidores e debates no Congresso. Enquanto o governo brasileiro justificou a taxa como forma de combater a concorrência desleal e aumentar a arrecadação, a Argentina caminha na direção oposta, buscando estimular o poder de compra e reduzir barreiras comerciais.</p>
<h3><strong>Reflexos econômicos e políticos</strong></h3>
<p>A medida de Milei reforça sua postura liberal, com foco na abertura comercial e desburocratização econômica. Analistas veem a decisão como uma tentativa de aliviar a pressão inflacionária e oferecer um respiro ao bolso dos argentinos, que sofrem com o aumento constante do custo de vida.</p>
<p>Já no Brasil, a postura mais protecionista, sancionada pelo presidente Lula, reflete pressões de setores varejistas locais que lutam contra a concorrência estrangeira.</p>
<h3><strong>O que esperar?</strong></h3>
<p>Enquanto o governo argentino busca atrair apoio popular com maior liberdade de consumo, a medida representa um desafio fiscal em um país já marcado por dificuldades econômicas. Por outro lado, para os consumidores, representa uma oportunidade de acesso a produtos mais competitivos e diversificados no mercado global.</p>
<p>Essa abertura comercial poderá atrair atenção de outros países da região e impulsionar debates sobre estratégias econômicas no Mercosul e na América Latina.</p>
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		<title>Reforma tributária: relator fala em travar impostos e não recuar na ZFM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/reforma-tributaria-relator-fala-em-travar-impostos-e-nao-recuar-na-zfm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 16:06:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Constituição e Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[ZFM]]></category>
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					<description><![CDATA[A CCJ do Senado começa a discutir o principal projeto de regulamentação da reforma tributária. O relator Eduardo Braga apresentou um cronograma de audiências para embasar o parecer. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado iniciou, nesta quarta-feira (23/10), a discussão sobre o projeto de regulamentação da reforma tributária, após a chegada do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-579264647" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A CCJ do Senado começa a discutir o principal projeto de regulamentação da reforma tributária. O relator Eduardo Braga apresentou um cronograma de audiências para embasar o parecer.<br /><br />A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado iniciou, nesta quarta-feira (23/10), a discussão sobre o projeto de regulamentação da reforma tributária, após a chegada do texto à Casa. O relator Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou um cronograma de audiências públicas para embasar seu parecer sobre o texto, aprovado pela Câmara dos Deputados em julho de 2023.<br /><br />Braga destacou que o Senado buscará aprimorar o texto sem causar retrocessos em áreas como o Simples Nacional e a Zona Franca de Manaus (ZFM).<br /><br />Além disso, ele defende uma “trava” para evitar aumentos de impostos e assegurar a neutralidade da carga tributária e não prejudicar o modelo econômico do Amazonas.<br /><br />A proposta também inclui um mecanismo que reduzirá as cobranças caso a arrecadação supere a média anterior à reforma, garantindo que o consumidor não sofra com elevações excessivas.<br /><br />O plano de trabalho prevê 11 audiências, entre 29 de outubro e 14 de novembro, envolvendo especialistas e setores da economia, além de dois debates com governadores e prefeitos.<br /><br />O objetivo é viabilizar a votação do projeto até o fim de 2024, em sintonia com o compromisso do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).<br /><br />A proposta trata da regulamentação dos três impostos sobre consumo (IBS, CBS e Imposto Seletivo), que foram criados pela reforma aprovada em 2023, e também define isenções, como a alíquota zero para carnes.<br /><br />O projeto será analisado primeiramente pela CCJ e, posteriormente, pelo plenário do Senado. Caso sofra alterações, deverá retornar à Câmara, que dará a palavra final.<br /><br />A expectativa é que, com as modificações feitas, a alíquota padrão dos novos tributos sobre o consumo fique em 27,97%, de acordo com o Ministério da Fazenda.<br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: BNC Amazonas</p>
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		<title>Arrecadação federal cresce 9,55% e chega a R$ 231,04 bilhões em julho</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/arrecadacao-federal-cresce-955-e-chega-a-r-23104-bilhoes-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 16:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Federação]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
		<category><![CDATA[RS]]></category>
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					<description><![CDATA[No acumulado de janeiro a julho, valor arrecadado também foi recorde A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde para o mês de julho, alcançando R$ 231,04 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal. O resultado representa aumento real de 9,55%, ou seja, descontada a inflação, em valores corrigidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-208692925" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>No acumulado de janeiro a julho, valor arrecadado também foi recorde</p>
<p>A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde para o mês de julho, alcançando R$ 231,04 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal. O resultado representa aumento real de 9,55%, ou seja, descontada a inflação, em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em comparação com julho de 2023.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1608913&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1608913&amp;o=node" /></p>
<p>Também é o melhor desempenho arrecadatório para o acumulado de janeiro a julho. No período, a arrecadação alcançou o valor de R$ 1,53 trilhão, representando um acréscimo pelo IPCA de 9,15%.</p>
<p>Os dados sobre a arrecadação estão disponíveis no <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/relatorios/arrecadacao-federal" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>site</em> da Receita Federal</a>.</p>
<p>Quanto às receitas administradas pelo órgão, o valor arrecadado no mês passado ficou em R$ 214,79 bilhões, representando acréscimo real de 9,85%. No acumulado do ano, arrecadação da Receita alcançou R$ 1,45 trilhão, alta real de 9,07%.</p>
<p>Os resultados foram influenciados positivamente pelas variáveis macroeconômicas, resultado do comportamento da atividade produtiva e, de forma atípica, pela tributação dos fundos exclusivos, atualização de bens e direitos no exterior e pelo retorno da tributação do Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) sobre combustíveis.</p>
<p>Ainda, houve aumento da arrecadação no mês em razão da situação de calamidade ocorrida no Rio Grande do Sul, pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Por outro lado, a situação levou à perda de arrecadação no acumulado do ano. O estado foi atingido por enchentes nos meses de abril e maio, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/rio-grande-do-sul-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pior desastr</a>e climático da sua história, com a destruição de estruturas e impacto a famílias e empresas. Dos 497 municípios gaúchos, 478 foram afetados.</p>
<p>“Sem considerar os pagamentos atípicos, haveria um crescimento real de 6,77% na arrecadação do período acumulado e de 8,28% na arrecadação do mês de julho”, informou a Receita Federal.</p>
<h2>Receitas atípicas</h2>
<p>No acumulado do ano, a Receita Federal estima em R$ 7,3 bilhões a perda de arrecadação com o diferimento de tributos federais em razão dos decretos de calamidade pública dos municípios do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Considerando apenas o mês de julho, houve uma receita extra de R$ 700 milhões pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Contribuições previdenciárias com vencimentos em abril, maio e junho de 2024 foram postergadas para julho, agosto e setembro de 2024, respectivamente. Enquanto o Simples Nacional com vencimento em maio foi postergado para junho e o com vencimento em junho foi postergado para julho.</p>
<p>Contribuindo para melhorar a arrecadação, em julho, houve recolhimento extra de R$ 270 milhões do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) &#8211; Rendimentos de Capital, referente à tributação de fundos exclusivos, o que não ocorreu no mesmo mês de 2023. De janeiro a julho, essa arrecadação extra chegou a R$ 13 bilhões. A lei que muda o Imposto de Renda incidente sobre fundos de investimentos fechados e sobre a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/lula-sanciona-com-veto-lei-que-tributa-offshores-e-super-ricos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">renda obtida no exterior por meio de <em>offshores</em> foi sancionada</a> em dezembro do ano passado.</p>
<p>Ainda assim, no total do mês de julho, a arrecadação do IRRF-Rendimento de Capital teve redução de 1,11% em relação a julho de 2023, alcançando R$ 8,75 bilhões, resultado, principalmente, da queda de receitas de aplicações e fundos de renda fixa. Já no acumulado do ano, a arrecadação com esse item chega a R$ 81,93 bilhões, crescimento real de 17,83%, sendo R$ 13 bilhões decorrentes da tributação dos fundos exclusivos.</p>
<p>Com base na mesma lei das <em>offshores,</em> as pessoas físicas que moram no Brasil e mantêm aplicações financeiras, lucros e dividendos de empresas controladas no exterior tiveram até 31 de maio para atualizar seus bens e direitos no exterior. Com isso, no acumulado do ano, o Imposto de Renda Pessoa Física apresentou uma arrecadação de R$ 45,36 bilhões, com crescimento real de 18,14%. Só com a regularização, foram arrecadados R$ 7,49 bilhões.</p>
<p>A reoneração das alíquotas do PIS/Pasep (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) sobre combustíveis contribuiu para evitar a perda de arrecadação. Em julho de 2023, a desoneração com esses tributos foi de R$ 3 bilhões.</p>
<p>Por outro lado, em julho de 2023 houve receita de R$ 1,07 bilhão do imposto de exportação de óleo bruto, o que não houve em julho deste ano. No acumulado do ano de 2024, a perda de arrecadação com esse item chegou a R$ 3,57 bilhões do imposto de exportação sobre óleo bruto, a qual integrava essa agregação.</p>
<h2>Outros destaques</h2>
<p>Também foram destaque da arrecadação de julho o PIS/Pasep e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que apresentaram, no conjunto, uma arrecadação de R$ 45,26 bilhões no mês passado, representando crescimento real de 22,04%. No acumulado do ano, o PIS/Pasep e a Cofins arrecadaram R$ 302,46 bilhões. O desempenho é explicado, entre outros aspectos, pelo retorno da tributação incidente sobre os combustíveis e pela atividade produtiva, com aumento na venda de bens e serviços.</p>
<p>No mês passado, houve crescimento de recolhimentos do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incide sobre o lucro das empresas. A arrecadação somou R$ 52,15 bilhões, com crescimento real de 6,2% sobre o mesmo mês de 2023. O resultado é explicado pelo acréscimo real de 8,04% na arrecadação do balanço trimestral e de 9,67% do lucro presumido.</p>
<p>Já a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de R$ 53,559 bilhões em julho, com crescimento real de 6,04%. Esse resultado se deve à alta real de 5,81% da massa salarial e a postergação do pagamento para municípios gaúchos, além do crescimento de 15% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária, no período de janeiro a julho de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>No acumulado do ano, a Receita Previdenciária teve aumento real de 5,45%, chegando a R$ 371,69 bilhões.</p>
<h2>Indicadores macroeconômicos</h2>
<p>A Receita Federal apresentou os principais indicadores macroeconômicos que ajudam a explicar o desempenho da arrecadação no mês, todos positivos.</p>
<p>Entre eles, estão o crescimento da venda de bens e serviços, respectivamente, em 2% e 1,3% em junho (fator gerador da arrecadação de julho) e alta de 3,58% e 1,38% entre dezembro de 2023 e junho de 2024 (fator gerador da arrecadação do período acumulado).</p>
<p>A produção industrial também subiu 5,63% em junho passado e 2% no período acumulado. O valor em dólar das importações, vinculado ao desempenho industrial, teve alta de 18,39% em junho de 2024 e de 5,54% entre dezembro de 2023 e junho deste ano.</p>
<p>Também houve crescimento de 10,28% da massa salarial em junho e de 11,38% no acumulado encerrado no mês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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