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		<title>China se mantém imparcial à guerra entre Rússia e Ucrânia mas participa de negociações de paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 12:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O principal diplomata da China, Wang Yi, disse a seu colega russo que Pequim permanece “imparcial” na guerra na Ucrânia, um dia depois que uma delegação chinesa participou de negociações internacionais sobre o fim do conflito que incluíam Kiev, mas não Moscou. Em uma ligação na segunda-feira (7), Wang enfatizou ao ministro das Relações Exteriores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-214515730" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O principal diplomata da China, Wang Yi, disse a seu colega russo que Pequim permanece “imparcial” na guerra na Ucrânia, um dia depois que uma delegação chinesa participou de negociações internacionais sobre o fim do conflito que incluíam Kiev, mas não Moscou.</p>
<p>Em uma ligação na segunda-feira (7), Wang enfatizou ao ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, que a China e a Rússia são “bons amigos e parceiros confiáveis”.</p>
<p>“Na crise da Ucrânia, a China manterá uma posição independente e imparcial, emitirá uma voz objetiva e racional, promoverá ativamente as negociações de paz e se esforçará para buscar uma solução política em qualquer ocasião multilateral internacional”, disse Wang, de acordo com leitura divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores da China.</p>
<p>A ligação ocorreu após conversas de dois dias organizadas pela Arábia Saudita, onde cerca de 40 nações, incluindo os principais aliados da Ucrânia, Estados Unidos, Grã-Bretanha e Alemanha, bem como a Índia e várias nações do Oriente Médio, se reuniram para discutir a resolução do conflito, quase 18 meses desde o início da invasão da Rússia.</p>
<p>O grupo concordou com a importância do diálogo internacional para encontrar “um terreno comum que abra caminho para a paz”, segundo a mídia saudita oficial.</p>
<p>Lavrov “aprecia e saúda o papel construtivo desempenhado pela China” em direção a uma resolução política da “crise ucraniana”, disse o Ministério das Relações Exteriores da China na segunda-feira (7).</p>
<h2>O papel da China na construção da paz</h2>
<p>Antes das negociações em Jeddah, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, chamou a participação da China de “um super avanço e uma vitória histórica”.</p>
<p>A Ucrânia e seus aliados ocidentais há muito tempo expressam a esperança de que a China e seu líder, Xi Jinping, que se diz amigo do presidente russo, Vladimir Putin, possam desempenhar um papel importante em levar Moscou à paz.</p>
<p>Tanto Xi Jinping quanto Putin veem uns aos outros como parceiros importantes na reformulação do que consideram uma ordem mundial liderada pelos Estados Unidos e hostil a seus objetivos.</p>
<p>A China continuou a fortalecer seus laços econômicos, diplomáticos e de segurança com a Rússia, apesar da invasão da Ucrânia por Putin, que Pequim nunca condenou.</p>
<p>Não enviou uma delegação para as negociações internacionais anteriores na Dinamarca em junho, apesar de tentar se posicionar como um potencial mediador da paz no conflito nos últimos meses.</p>
<p>A participação da China nas negociações de Jeddah ocorre no momento em que o país fortaleceu seus laços com a Arábia Saudita e aumentou os esforços para reavivar seu relacionamento com os principais parceiros econômicos da Europa em meio a problemas econômicos e atritos contínuos com Washington.</p>
<p>A reputação de Pequim na Europa foi significativamente prejudicada por seu apoio à Rússia.</p>
<p>O enviado especial da China para Assuntos da Eurásia, Li Hui, que liderou a delegação, “teve amplo contato e comunicação com todas as partes sobre a solução política da crise na Ucrânia… ouviu as opiniões e propostas de todos os lados e consolidou ainda mais o consenso internacional”, disse o Ministério das Relações Exteriores da China à Reuters em um comunicado na segunda-feira. A CNN entrou em contato com o ministério para comentar.</p>
<p>No entanto, a participação da China nas negociações não parece alterar sua própria posição sobre o conflito.</p>
<p>Pequim continuará a fortalecer o diálogo com base em sua posição de 12 pontos sobre uma solução política para a crise, disse o ministério após as negociações, segundo a Reuters.</p>
<p>A proposta, apresentada por Pequim no início deste ano, pede negociações de paz para acabar com o conflito. Mas se afasta significativamente da própria visão da Ucrânia para a paz, na medida em que pede um cessar-fogo sem também pedir a retirada das tropas russas – um resultado que os críticos dizem que ajudaria Moscou a consolidar seus ganhos ilegais durante a guerra.</p>
<p>A Ucrânia e a Rússia continuam publicamente comprometidas com os pré-requisitos para negociações diretas que o outro lado considera inaceitáveis.</p>
<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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