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	<title>IBS - Portal NDC</title>
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	<title>IBS - Portal NDC</title>
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		<title>Reforma tributária: ZFM quer 100% do crédito presumido do IBS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 15:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Zona Franca de Manaus e as áreas de livre comércio foram temas da audiência na CCJ do Senado Os setores empresariais e do Governo do Amazonas cobram a inclusão de um inciso no projeto de lei complementar (28/2024) que regulamenta a reforma tributária. O propósito é garantir o crédito presumido de 100%, e não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-866454787" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Zona Franca de Manaus e as áreas de livre comércio foram temas da audiência na CCJ do Senado<br /><br />Os setores empresariais e do Governo do Amazonas cobram a inclusão de um inciso no projeto de lei complementar (28/2024) que regulamenta a reforma tributária. O propósito é garantir o crédito presumido de 100%, e não de dois terços, do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Zona Franca de Manaus (ZFM).<br /><br />A ZFM e as áreas de livre comércio foram temas da audiência pública realizada nesta terça-feira, 19 de novembro, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.<br /><br />Sob a relatoria do senador Eduardo Braga (MDB), o texto do projeto 28 regulamenta os três impostos criados pela reforma: o IBS, a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS).<br /><br />Na audiência, o secretário extraordinário da reforma tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, lembrou que a concessão de crédito presumido para os produtos da ZFM foi uma decisão da Câmara dos Deputados.<br /><br />“Introduziu-se um crédito presumido de IBS na saída da indústria incentivada correspondente a dois terços do valor correspondente aos seguintes percentuais do imposto apurado, ou seja, do IBS apurado, débitos menos créditos: 55% no caso de bens de consumo final; 75% no caso de bens de capital; 90,25% no caso de bens intermediários; e 100% no caso de bens de informática”.<br /><br />A avaliação do Ministério da Fazenda, de acordo com Appy, é que, “do ponto de vista do montante do benefício atual concedido para as saídas da ZFM”, esses percentuais mantêm ou até aumentam “um pouco” o valor do benefício concedido nas saídas dos produtos do polo industrial de Manaus.<br /><br />O auditor fiscal Nivaldo Mendonça, representante da Secretaria da Fazenda do Amazonas (Sefaz), disse ao secretário que houve entendimento entre o governador do Amazonas, Wilson Lima, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para fazer o ajuste do texto da lei complementar tanto na Câmara quanto no Senado.<br /><br />“A Câmara colocou esses créditos presumidos mais ou menos parecido com o que está na nossa lei estadual, com aquelas faixas. No entanto, nós entendemos que o modelo em si que foi adotado, que é o de cálculo sobre o valor apurado, traz uma série de dificuldades, se você considerar que o IBS é bem diferente do ICMS”.<br /><br />Thomaz Nogueira, especialista em direito tributário e ex-superintendente da ZFM (Suframa), demonstrou em números a perda das vantagens comparativas da ZFM e considerou crítica para a indústria a redução do crédito presumido nas saídas da produção industrial.<br /><br />“Isso reduz o diferencial competitivo e fere de morte o polo de informática e de componentes”.</p>
<h4 id="h-eletros" class="wp-block-heading"><strong>Eletros</strong></h4>
<p>O presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), José Jorge Nascimento, também discordou do entendimento do representante do governo.</p>
<p>“Nós entendemos que o pressuposto de manutenção da vantagem comparativa da ZFM numa regulamentação de reforma tributária não é alcançado quando se estabelecem esses dois terços. Até podemos concordar que nada mais deve ser dado à ZFM nessa regulamentação, mas nós atuamos com muita força para que também não possa ter nada a menos”.</p>
<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-187177" src="https://bncamazonas.com.br/wp-content/uploads/2024/11/PHOTO-2024-11-19-19-03-14-1.jpg" sizes="(max-width: 968px) 100vw, 968px" srcset="https://bncamazonas.com.br/wp-content/uploads/2024/11/PHOTO-2024-11-19-19-03-14-1.jpg 968w, https://bncamazonas.com.br/wp-content/uploads/2024/11/PHOTO-2024-11-19-19-03-14-1-300x185.jpg 300w, https://bncamazonas.com.br/wp-content/uploads/2024/11/PHOTO-2024-11-19-19-03-14-1-768x474.jpg 768w, https://bncamazonas.com.br/wp-content/uploads/2024/11/PHOTO-2024-11-19-19-03-14-1-150x93.jpg 150w" alt="" width="968" height="597" />
<figcaption class="wp-element-caption"><em>Presidente da Eletros, José Jorge Nascimento</em></figcaption>
</figure>
<p>Nascimento ainda alertou que não será possível perder essa vantagem comparativa sob o risco de haver “um esvaziamento da região, no que diz respeito a investimentos e a empregos, e uma afronta direta à Constituição”.</p>
<p>Na mesma linha, Jeanete Portela, advogado da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), disse que o texto atual reduz o crédito a dois terços sem considerar produtos hoje detentores da faixa de 100%.</p>
<p>“Além daqueles do setor de informática, que é mencionado no texto, assim como outros segmentos hoje detentores de créditos estímulos diferenciados, em decorrência dos adicionais de regionalização constantes na legislação de incentivos estadual”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
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		<item>
		<title>Câmara aprova urgência para criação do comitê gestor do IBS</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-aprova-urgencia-para-criacao-do-comite-gestor-do-ibs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 11:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta é o segundo texto de regulamentação da reforma tributária A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (12) o regime de urgência para o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS). O órgão será encarregado de administrar o IBS, tributo estadual a ser criado pela reforma tributária para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1203079826" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Proposta é o segundo texto de regulamentação da reforma tributária</p>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (12) o regime de urgência para o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1069501-segundo-projeto-de-regulamentacao-da-reforma-tributaria-cria-comite-gestor-de-imposto-de-estados-e-municipios" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei Complementar</a> (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS). O órgão será encarregado de administrar o IBS, tributo estadual a ser criado pela reforma tributária para substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1607618&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1607618&amp;o=node" /></p>
<p>O texto principal deverá ser votado nesta terça-feira. A proposta é o segundo texto de regulamentação da reforma tributária. O primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/24), que regulamenta o IBS e a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS), foi aprovado pela Câmara em julho e aguarda agora a análise do Senado.</p>
<p>O Comitê Gestor do IBS reunirá representantes de todos os entes federados para coordenar a arrecadação, a fiscalização, a cobrança e a distribuição desse imposto aos entes federados, elaborar a metodologia e o cálculo da alíquota; entre outras atribuições.</p>
<p>Segundo o texto, o CG-IBS será uma entidade pública sob regime especial, com  independência orçamentária, técnica e financeira, sem vinculação a nenhum outro órgão público.</p>
<h2>Hidrogênio Verde </h2>
<p>Os parlamentares também aprovaram o Projeto de Lei 3027/24, que estabelece regras para o Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono. O tema foi vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva quando sancionou o projeto do marco regulatório do hidrogênio de baixa emissão de carbono. A matéria será enviada ao Senado.</p>
<p>Segundo o texto, o total de crédito fiscal que poderá ser concedido de 2028 a 2032 continua em R$ 18,3 bilhões no total, com limites anuais. Os incentivos começariam no valor de 1,7 bilhão em 2028, com crescimento gradual a cada ano, até chegar a R$ 5 bilhões em 2032.</p>
<p>Com o novo projeto, os objetivos são redefinidos, prevendo-se o estabelecimento de metas objetivas para desenvolver o mercado interno de hidrogênio de baixa emissão de carbono.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Câmara de Notícias e Agencia Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Reforma Tributária no Senado entra em fase decisiva com apresentação do parecer na CCJ</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/reforma-tributaria-no-senado-entra-em-fase-decisiva-com-apresentacao-do-parecer-na-ccj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Oct 2023 00:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[DE 663 somente 183 foram acolhidas]]></category>
		<category><![CDATA[FDR]]></category>
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		<category><![CDATA[MDB-AM]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
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					<description><![CDATA[A reforma tributária no Senado entrou em uma fase decisiva com a apresentação, na quarta-feira (25), do parecer a ser votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Entregue pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da proposta, o texto deve ser votado até (7) de novembro na comissão, segundo as estimativas iniciais. O parecer manteve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3793426406" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A reforma tributária no Senado entrou em uma fase decisiva com a apresentação, na quarta-feira (25), do parecer a ser votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Entregue pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da proposta, o texto deve ser votado até (7) de novembro na comissão, segundo as estimativas iniciais.</p>
<p>O parecer manteve a maior parte da proposta para simplificar e reformular os tributos sobre o consumo, aprovada no início de julho pela Câmara dos Deputados, como a unificação de tributos federais na Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e dos tributos estaduais e municipais no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), e a cobrança no destino (local do consumo), com uma regra de transição longa para os tributos regionais e rápida para os tributos federais.</p>
<p>O texto, no entanto, trouxe alterações. De 663 emendas apresentadas no Senado, Braga acolheu, parcialmente ou totalmente, 183. As principais foram a criação de uma trava para a carga tributária (peso dos tributos sobre a economia), a revisão periódica dos setores incluídos em regimes específicos de tributação, a ampliação do Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR) e a inclusão de serviços de profissionais liberais na alíquota reduzida de CBS e de IBS.</p>
<p><strong>Confira as principais mudanças</strong>:</p>
<p><strong>Trava</strong></p>
<p>• Teto para manter constante a carga tributária sobre o consumo;</p>
<p>• Atualmente, esse teto corresponderia a 12,5% do PIB;</p>
<p>• A cada 5 anos, seria aplicada uma fórmula que considera a média da receita dos tributos sobre consumo e serviços entre 2012 e 2021;</p>
<p>• Fórmula será calculada com base na relação entre a receita média e o Produto Interno Bruto (PIB, bens e serviços produzidos no país);</p>
<p>• Caso o limite seja superado, a alíquota de referência terá de cair;</p>
<p>• Redução seria calculada pelo Tribunal de Contas da União, baseado em dados dos entes federativos e do futuro Comitê Gestor do IBS.</p>
<p><strong>Regimes diferenciados</strong></p>
<p>• Inclusão dos seguintes setores em regimes diferenciados de tributação:</p>
<p>– operações relativas a tratados internacionais;</p>
<p>– saneamento e concessão de rodovias;</p>
<p>– compartilhamento de serviços de telecomunicações;</p>
<p>– agências de viagem e turismo;</p>
<p>– transporte coletivo rodoviário (intermunicipal e interestadual), ferroviário, hidroviário e aéreo.</p>
<p>• Retomada dos benefícios fiscais ao setor automotivo até 2025:</p>
<p>– em julho, a Câmara havia rejeitado prorrogação de incentivos;</p>
<p>– benefícios seriam convertidos em crédito presumido da CBS, crédito que dá direito a desconto no pagamento de impostos futuros.</p>
<p>• Revisão a cada 5 anos dos regimes especiais:</p>
<p>– setores beneficiados deverão seguir metas de desempenho econômicas, sociais e ambientais;</p>
<p>– dependendo da revisão, lei determinará regime de transição para a alíquota padrão.</p>
<p>• Manutenção dos produtos e insumos agropecuários entre itens com alíquota reduzida.</p>
<p><strong>Profissionais liberais</strong></p>
<p>• Serviços prestados por profissionais liberais &#8211; como advogados, médicos, dentistas, arquitetos e demais profissionais do tipo &#8211; terão desconto de 30% na alíquota;</p>
<p>• Na prática, a mudança beneficia apenas empresas, escritórios e clínicas que faturem mais de R$ 4,8 milhões por ano. Isso porque a maior parte dos profissionais autônomos, que ganham abaixo desse valor, está incluída no Simples Nacional.</p>
<p><strong>Cesta básica</strong></p>
<p>• Restrição do número de produtos com alíquota zero, com desmembramento em duas listas:</p>
<p>– cesta básica nacional, com alíquota zero, e caráter de enfrentamento à fome;</p>
<p>– cesta básica estendida, com alíquota reduzida para 40% da alíquota padrão e mecanismo de cashback (devolução parcial de dinheiro);</p>
<p>– cesta nacional poderá ser regionalizada, com itens definidos por lei complementar.</p>
<p><strong>Cashback na conta de luz</strong></p>
<p>• Devolução obrigatória de parte dos tributos na conta de luz para família de baixa renda;</p>
<p>• Ressarcimento ocorreria no momento da cobrança, entrando como desconto na conta de luz;</p>
<p>• Detalhes a serem regulamentados por lei complementar.</p>
<p><strong>Imposto seletivo</strong></p>
<p>• Cobrança sobre produtos que gerem danos à saúde ou ao meio ambiente;</p>
<p>• Alíquotas definidas por lei;</p>
<p>• 60% da receita vai para estados e municípios;</p>
<p>• Princípio da anualidade: cobrança só poderá começar no ano seguinte à sanção da lei;</p>
<p>• Imposto regulatório: não tem objetivo de arrecadar, mas regular mercado e punir condutas prejudiciais;</p>
<p>• Produtos:</p>
<p>– possibilidade de cobrança sobre combustíveis;</p>
<p>– alíquota de 1% sobre extração de recursos naturais não renováveis, como minério e petróleo;</p>
<p>– cobrança armas e munições, exceto as usadas pela administração pública;</p>
<p>• Exclusão da incidência sobre:</p>
<p>– telecomunicações;</p>
<p>– energia;</p>
<p>– produtos concorrentes com os produzidos na Zona Franca de Manaus.</p>
<p><strong>Zona Franca de Manaus</strong></p>
<p>• A Câmara tinha incluído o imposto seletivo sobre produtos concorrentes de fora da região para manter competitividade da Zona Franca;</p>
<p>• Relator trocou o imposto seletivo por Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).</p>
<p><strong>Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional</strong></p>
<p>• Fundo que ajudará o desenvolvimento de regiões de menor renda;</p>
<p>• Aumento da verba de R$ 40 bilhões para R$ 60 bilhões anuais;</p>
<p>• Transição para o aumento:</p>
<p>– Fundo começaria com aportes de R$ 8 bilhões em 2029 até chegar a R$ 40 bilhões no início de 2034;</p>
<p>– Em 2034, aportes subiriam R$ 2 bilhões por ano até atingir R$ 60 bilhões em 2043.</p>
<p>• Divisão dos recursos:</p>
<p>– 70% pelos critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE);</p>
<p>– 30% para estados mais populosos.</p>
<p><strong>Limites a unidades da Federação</strong></p>
<p>• Mantido artigo incluído de última hora na Câmara que autoriza estados e Distrito Federal a criar contribuição sobre produtos primários e semielaborados para financiar infraestruturas locais;</p>
<p>• Restrições:</p>
<p>– Permissão apenas a fundos estaduais em funcionamento em 30 de abril de 2023</p>
<p>– Com a regra, apenas Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Pará poderão manter contribuição;</p>
<p>– Contribuição só poderá ser cobrada até 2032, para evitar nova guerra fiscal.</p>
<p><strong>Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais</strong></p>
<p>• Seguro-receita para compensação da perda de arrecadação dos entes federativos com o fim de incentivos fiscais sobe de 3% para 5% do IBS;</p>
<p>• Mudança atende a pedido dos estados;</p>
<p>• Critérios de repartição:</p>
<p>– estados e municípios com maior perda relativa (em termos percentuais) de arrecadação;</p>
<p>– receita per capita (por habitante) do fundo não pode exceder três vezes a média nacional, no caso dos estados, e três vezes a média dos municípios de todo o país, no caso das prefeituras.</p>
<p><strong>Comitê Gestor</strong></p>
<p>• Encarregado de gerir a cobrança e a arrecadação do IBS, Conselho Federativo foi rebatizado de Comitê Gestor;</p>
<p>• Órgão passará a ter caráter exclusivamente técnico, assegurando divisão correta dos recursos, sem capacidade de propor regulações ao Legislativo;</p>
<p>• Presidente do Comitê Gestor terá de ser sabatinado pelo Senado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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