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	<title>IBGE - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>IBGE - Portal NDC</title>
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		<title>Amazonas tem 4,3 milhões de habitantes, diz IBGE</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-tem-43-milhoes-de-habitantes-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 16:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[O número indica um aumento de 0,94%, em relação ao mesmo período de 2024, que registrava 4.281.209 milhões. O número de habitantes do Amazonas chegou a 4.321.616 milhões de habitantes segundo novos dados divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número, que revela o total de habitantes em estados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3580617877" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O número indica um aumento de 0,94%, em relação ao mesmo período de 2024, que registrava 4.281.209 milhões.</p>
<div id="chunk-n2qg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O número de habitantes do Amazonas chegou a 4.321.616 milhões de habitantes segundo novos dados divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-4go4r">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O número, que revela o total de habitantes em estados e municípios, considera a contagem de pessoas até o dia 1º de julho de 2025.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-11fno">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Com os novos dados, <strong><span class="highlight highlighted">o estado ocupa a 13ª posição entre as unidades da federação com mais habitantes.</span></strong><strong> </strong>O número indica um aumento de 0,94%, em relação ao mesmo período de 2024, que registrava 4.281.209 milhões.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7sg8b">
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</div>
<div id="chunk-fmlf9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O consolidado do IBGE, também aponta que o Amazonas é o segundo estado do norte com mais população, ficando atrás do Pará que registrou 8.711.196.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-78mog">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Censo é uma contagem de pessoas e domicílios, enquanto as estimativas englobam outros indicadores, como taxas de nascimento e mortalidade. Os dados servem como referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos do país.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-65hsc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Além disso, são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo dos fundos de participações de estados e municípios — por meio dos quais a União distribui recursos.</p>
<div id="chunk-7tj0c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>População no restante do país</h2>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3195f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o IBGE, <a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/08/28/brasil-habitantes-ibge.ghtml" data-mrf-link="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/08/28/brasil-habitantes-ibge.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">a população brasileira é estimada em 213.421.037 de habitantes.</a> A estimativa populacional do ano passado indicava 212.583.750 habitantes, o que representa um aumento de 0,39%.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bb4ia">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Apesar do avanço populacional, o IBGE projeta que o número de brasileiros irá começar a encolher em 2042, seis anos antes do que era previsto até 2018.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cvmhh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A pesquisa do instituto, divulgada em 2024, prevê que, até 2041, a população deve continuar crescendo e atingir a marca de 220 milhões de pessoas. Porém, a partir do ano seguinte, esse número passará a encolher, devendo chegar a 199,2 milhões de pessoas em 2070.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4bmeg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Assim, 2042 é o novo ponto de inflexão calculado pelo IBGE. Esta é uma medida que estima quando a população de um local deixará de crescer e passará a encolher.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-et7m9">
<div class="show-flourish-embed-block" data-mrf-recirculation="Matéria - Flourish">
<div class="show-flourish-embed-block__container show-flourish-embed-block__container--visualization" data-flourish-embed="" data-flourish-content-type="visualization"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-57079" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-28-125035.webp" alt="" width="780" height="500" /></div>
</div>
</div>
<div id="chunk-cd3sl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="22">
<div class="content-intertitle">
<h2>Veja os principais destaques por estado:</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-1q2qj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="105" data-block-id="23">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>São Paulo</strong> continua como a unidade da Federação com mais habitantes: 46.081.801 milhões de pessoas — 21,59% do total do país. No ano passado, a população paulista era de 45,9 milhões;</li>
<li>Na sequência, os estados mais populosos são<strong> Minas Gerais (21.393.441 milhões) e Rio de Janeiro (17.223.547 milhões);</strong></li>
<li>O estado com a menor população é <strong>Roraima, com 738.772 habitantes;</strong></li>
<li>Já o maior crescimento populacional foi observado em <strong>Roraima onde o número de pessoas saltou de 716.793 para 738.772, uma alta de 3,07%;</strong></li>
<li>Enquanto isso, os menores crescimentos foram registrados <strong>no Rio de Janeiro e em Alagoas, com 0,02%, seguidos pelo Rio Grande do Sul (0,03%).</strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Preços de alimentos caem, inflação perde força e fecha junho em 0,24%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/precos-de-alimentos-caem-inflacao-perde-forca-e-fecha-junho-em-024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 15:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[Bandeira vermelha na conta de luz pressionou IPCA para cima O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%. No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4294352611" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bandeira vermelha na conta de luz pressionou IPCA para cima</p>
<p>O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1650350&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1650350&amp;o=node" /></p>
<p>No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a conta de luz subir e ser o subitem que mais pressionou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em junho do ano passado, a inflação oficial havia sido de 0,21%. Desde fevereiro de 2025, quando marcou 1,31%, o IPCA perdeu força seguidamente nos meses de março (0,56%), abril (0,43%), maio (0,26%) e junho (0,24%).</p>
<p>Apesar da sequência de meses de desaceleração, ou seja, com inflação cada vez menor, o IPCA acumulado de 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta do governo, de até 4,5%. Esse período de 6 meses acima de 4,5% configura estouro da meta. Em abril, esse acumulado obteve o ponto mais alto do ano, 5,53%.</p>
<p><strong>Dos nove grupos de preços apurados pelo IBGE, apenas um apresentou queda de preços, alimentos e bebidas (0,18%), representando peso de 0,04 ponto percentual (p.p.).</strong></p>
<p>Veja o comportamento dos grupos:</p>
<ul>
<li>Índice geral: 0,24% (0,24 p.p.)</li>
<li>Alimentação e bebidas: -0,18% (-0,04 p.p.)</li>
<li>Habitação: 0,99% (0,15 p.p.)</li>
<li>Artigos de residência: 0,08% (0,00 p.p.)</li>
<li>Vestuário: 0,75% (0,04 p.p.)</li>
<li>Transportes: 0,27% (0,05 p.p.)</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,07% (0,01 p.p.)</li>
<li>Despesas pessoais: 0,23% (0,02 p.p.)</li>
<li>Educação: 0,00% (0,00 p.p.)</li>
<li>Comunicação: 0,11% (0,01 p.p.)</li>
</ul>
<h2>Alimentos</h2>
<p>Vilão da inflação nos últimos meses, o grupo alimentação foi influenciado pela alimentação no domicílio, que saiu de 0,02% em maio para menos 0,43% em junho. Os subitens que mais puxaram para baixo o grupo foram ovo de galinha (-6,58%), arroz (-3,23%) e frutas (-2,22%).</p>
<p><strong>De acordo com o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, bons números da safra atual aumentaram a oferta de alimentos, o que explica a queda de preços.</strong></p>
<p>O café subiu 0,56% em junho, bem abaixo de maio (4,59%) e acumula alta de 77,88% em 12 meses.</p>
<p>Já a alimentação fora do domicílio desacelerou para 0,46% em junho, depois de ter marcado 0,58% em maio.</p>
<h2>Conta de luz</h2>
<p><strong>O subitem que mais empurrou o IPCA para cima foi a energia elétrica, que subiu 2,96% no mês, representando impacto de 0,12 p.p.</strong> A explicação está principalmente na bandeira vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,46 a cada 100 quilowatt hora consumidos.<br />A bandeira tarifária vermelha é uma medida do governo no cenário de fim do período chuvoso. A previsão de geração de energia proveniente de hidrelétrica piorou, o que nos próximos meses pode demandar maior acionamento de usinas termelétricas, que fornecem energia mais cara.</p>
<p>Além da alteração tarifária, o IBGE apurou reajuste nas contas de luz nas cidades de Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>De acordo com Fernando Gonçalves, “se tirássemos a energia elétrica do cálculo, o IPCA ficaria em 0,13%”.</strong></p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O grupo dos transportes também teve alta relevante no mês (0,27% e impacto de 0,5 p.p). Dentro do grupo, os combustíveis caíram no mês (0,42%), mas houve alta no transporte por aplicativo (13,77%).</p>
<p>O índice de difusão no mês foi de 54%, isso significa que dos 377 produtos e serviços que tiveram os preços apurados, 54% tiveram alta de preço. Esse é o menor patamar desde julho de 2024 (47%). Em abril, o índice chegou a 67%.</p>
<h2>INPC</h2>
<p><strong>O IBGE divulgou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que ficou em 0,23% em junho e acumula 5,18% em 12 meses.</strong></p>
<p>A diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518.</p>
<p>O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam 25% do índice, mais que no IPCA (21,86%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.</p>
<p><strong>O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros, uma vez que o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado para cálculo do reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Preços de alimentos caem e prévia da inflação de junho fica em 0,26%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/precos-de-alimentos-caem-e-previa-da-inflacao-de-junho-fica-em-026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[É o 1º recuo do grupo alimentação em nove meses, aponta IBGE Depois de nove meses seguidos de alta, os preços dos alimentos apresentaram queda em junho e ajudaram a fazer o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – também conhecido como prévia da inflação oficial – fechar em 0,26%. Os dados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2960269460" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>É o 1º recuo do grupo alimentação em nove meses, aponta IBGE</p>
<p><strong>Depois de nove meses seguidos de alta, os preços dos alimentos apresentaram queda em junho e ajudaram a fazer o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – também conhecido como prévia da inflação oficial – fechar em 0,26%.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1648486&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1648486&amp;o=node" /></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse resultado representa o quarto mês seguido de desaceleração, ou seja, a inflação está perdendo força.</p>
<p>Veja o comportamento do IPCA-15 desde fevereiro, quando foi apurado o maior índice do ano:</p>
<p>Fevereiro: 1,23%</p>
<p>Março: 0,64%</p>
<p>Abril: 0,43%</p>
<p>Maio: 0,36%</p>
<p>Junho: 0,26%</p>
<p>O resultado de junho também deixa o IPCA-15 abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado (0,39%). <strong>No acumulado de 12 meses, o índice soma 5,27%.</strong></p>
<h2>Influências</h2>
<p>Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, sete apresentaram alta em junho. <strong>Além da alimentação, o outro grupamento com recuo nos preços foi educação (-0,02%)</strong>.</p>
<p><strong>Entre os que tiveram alta, a maior pressão veio da habitação, que subiu 1,08%, representando impacto de 0,16 ponto percentual (p.p.) no IPCA-15.</strong></p>
<p>&#8211; Habitação: 1,08%</p>
<p>&#8211; Vestuário: 0,51%</p>
<p>&#8211; Saúde e cuidados pessoais: 0,29%</p>
<p>&#8211; Despesas pessoais: 0,19%</p>
<p>&#8211; Artigos de residência: 0,11%</p>
<p>&#8211; Transportes: 0,06%</p>
<p>&#8211; Comunicação: 0,02%</p>
<p>&#8211; Alimentação e bebidas: -0,02%</p>
<p>&#8211; Educação: -0,02%</p>
<p><strong>O grupo habitação foi influenciado pelo subitem energia elétrica residencial – o que mais contribuiu para a inflação dentre todos os 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE.</strong></p>
<p><strong>A conta de luz nos lares ficou 3,29% mais cara (impacto de 0,13 p.p.) por causa da incorporação da bandeira tarifária vermelha patamar 1,</strong> com a cobrança adicional de R$ 4,46 na fatura a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, que passou a vigorar em junho. </p>
<h2>Impactos negativos</h2>
<p>Dos quatro principais impactos negativos no índice, três são subitens do grupo alimentação:</p>
<p>Tomate: -7,24% (-0,02 p.p.)</p>
<p>Ovo de galinha: -6,95% (-0,02 p.p.)</p>
<p>Arroz: -3,44% (-0,02 p.p.)</p>
<p>As frutas ficaram 2,47% mais baratas. <strong>A cebola (9,54%) e o café moído (2,86%), por outro lado, subiram.</strong></p>
<p><strong>A deflação dos alimentos em junho é a primeira desde agosto de 2024, quando os preços tinham caído 0,80%.</strong> Desde então, foram nove meses de alta, tendo o pico sido atingido em dezembro (1,47%). Em maio, a elevação foi 0,39%.</p>
<p>A gasolina, subitem que tem o maior peso na cesta de preços apurada pelos pesquisadores, recuou 0,52%, tirando 0,03 p.p. do IPCA-15. O grupo combustíveis como um todo recuou 0,69%.</p>
<p>&#8211; óleo diesel (-1,74%)</p>
<p>&#8211; etanol (-1,66%)</p>
<p>&#8211; gasolina (-0,52%)</p>
<p>&#8211; gás veicular (-0,33%)</p>
<h2>O índice</h2>
<p>O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos. </p>
<p>A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa e feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. <strong>Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 16 de maio a 13 de junho.</strong></p>
<p><strong>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.518.</strong></p>
<p>O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). <strong>O IPCA cheio de junho será divulgado em 10 de julho.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Brasil bate recorde de evangélicos e vê número de católicos cair para menor nível da história</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-bate-recorde-de-evangelicos-e-ve-numero-de-catolicos-cair-para-menor-nivel-da-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 17:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados do Censo 2022, divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (6); protestantes representam hoje 26,9% da população com 10 anos ou mais de idade, o equivalente a 47,4 milhões de pessoas Os dados do Censo 2022, divulgados pelo IBGE, revelam um crescimento significativo da população evangélica no Brasil. De acordo com a pesquisa, os evangélicos representam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-729670806" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Dados do Censo 2022, divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (6); protestantes representam hoje 26,9% da população com 10 anos ou mais de idade, o equivalente a 47,4 milhões de pessoas<br /><br />Os dados do Censo 2022, divulgados pelo IBGE, revelam um crescimento significativo da população evangélica no Brasil. De acordo com a pesquisa, os evangélicos representam hoje 26,9% da população com 10 anos ou mais de idade — o equivalente a 47,4 milhões de pessoas — e seguem como o grupo religioso que mais cresce no país, ainda que em ritmo mais moderado do que em décadas anteriores. Os católicos, embora ainda sejam maioria, passaram de 65% da população em 2010 para 56,7% em 2022 — uma queda contínua observada desde o primeiro Censo, em 1872, quando representavam 99,7% dos brasileiros. Atualmente, o país tem cerca de 100,2 milhões de católicos, mas esse é o menor percentual já registrado na série histórica.<br /><br />Embora os evangélicos tenham crescido 5,3 pontos percentuais desde o último Censo, o ritmo de expansão desacelerou. Entre 2000 e 2010, o avanço foi de 6,5 pontos. Já entre 2010 e 2022, o crescimento foi de 35,3% — ainda significativo, mas menor do que os 69,2% registrados no período anterior. O fenômeno evangélico, que se intensificou a partir da década de 1980, vem moldando o cenário religioso nacional. Em 1980, os evangélicos representavam apenas 6,5% da população. Hoje, são maioria em 58 municípios brasileiros, com destaque para cidades do Sul, Sudeste e Norte do país.<br /><br />A distribuição etária mostra que os evangélicos são mais numerosos entre os jovens: 31,6% dos brasileiros entre 10 e 14 anos se identificam com essa fé, contra 52% de católicos. Entre os que têm mais de 80 anos, o percentual de católicos chega a 72%, enquanto o de evangélicos cai para 19%. Do ponto de vista racial, indígenas são os que mais se declaram evangélicos (32,2%), seguidos por pretos (30%) e pardos (29,3%). Já entre os brancos, a maioria ainda é católica (60,2%). Regionalmente, o Norte concentra a maior proporção de evangélicos (36,8%), com destaque para o Acre (44,4%). No Nordeste, onde os católicos ainda predominam, o Piauí registra a menor proporção de evangélicos (15,6%).<br /><br />O número de pessoas que se declaram sem religião também aumentou: de 7,9% em 2010 para 9,3% em 2022. Esse grupo inclui ateus, agnósticos e pessoas que se consideram espiritualizadas, mas sem vínculo institucional. As religiões de matriz africana, como umbanda e candomblé, triplicaram sua presença, passando de 0,3% para 1% da população. Segundo o IBGE, o crescimento pode estar ligado a uma maior disposição dos fiéis em se declararem publicamente, em um contexto de combate à intolerância religiosa. Religiões como judaísmo, islamismo, budismo e tradições esotéricas passaram de 2,7% para 4% da população. Já os espíritas diminuíram, de 2,1% para 1,8%.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<item>
		<title>IBGE: taxa de desemprego cresce em 12 estados no primeiro trimestre</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ibge-taxa-de-desemprego-cresce-em-12-estados-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2025 02:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad-C]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Indicador se mantém estável nas outras 15 unidades A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, cresceu em 12 das 27 unidades da federação brasileiras no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre de 2024. Nas outras 15 unidades, o indicador manteve-se estável. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1857448855" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Indicador se mantém estável nas outras 15 unidades</p>
<p>A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, cresceu em 12 das 27 unidades da federação brasileiras no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre de 2024. <strong>Nas outras 15 unidades, o indicador manteve-se estável.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1642918&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1642918&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</strong>. O maior aumento foi observado no Piauí, que passou de 7,5% para 10,2%.</p>
<p><strong>Em seguida, aparecem os estados do Amazonas (que subiu de 8,3% para 10,1%), Pará (de 7,2% para 8,7%) e Ceará (de 6,5% para 8%).</strong> Pernambuco subiu de 10,2% para 11,6% e manteve-se como a unidade da federação com maior taxa de desemprego do país.</p>
<p>Outros estados com alta na taxa foram: Minas Gerais (de 4,3% para 5,7%), Maranhão (de 6,9% para 8,1%), Rio Grande do Norte (de 8,5% para 9,8%), Rio de Janeiro (de 8,2% para 9,3%), Mato Grosso (de 2,5% para 3,5%), Paraná (de 3,3% para 4%) e Rio Grande do Sul (de 4,5% para 5,3%).<br /><br /><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p><strong>Com estabilidade de um trimestre para outro, Santa Catarina (3%) e Rondônia (3,1%) foram os estados que apresentaram menor taxa de desemprego.</strong></p>
<p>Já na comparação com o primeiro trimestre de 2024, 21 das 27 unidades da federação mantiveram taxas estáveis, enquanto seis tiveram queda: Bahia (de 14% para 10,9%), Espírito Santo (de 5,9% para 4%), São Paulo (de 7,4% para 5,2%), Rio de Janeiro (de 10,3% para 9,3%), Santa Catarina (de 3,8% para 3%) e Paraná (de 4,8% para 4%).</p>
<p>A taxa de desocupação nacional, divulgada em 30 de abril, ficou em 7%, a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/desemprego-de-7-no-1o-trimestre-e-o-menor-ja-registrado-desde-2012" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> menor registrada para o período</a> desde o início da pesquisa, em 2012. </p>
<p>O rendimento médio real mensal subiu apenas em três estados do último trimestre de 2024 para o primeiro trimestre deste ano: Rio de Janeiro (6,8%), Santa Catarina (5,8%) e Pernambuco (4,7%). Nas demais unidades da federação, permaneceu estável.</p>
<p>Já na comparação com o primeiro trimestre de 2024, o rendimento médio real em sete estados: Pernambuco (23,4%), Alagoas (13,4%), Sergipe (13,2%), Santa Catarina (1,25%), Rio Grande do Sul (6,8%), Paraná (6,4%) e Espírito Santo (4,9%). Nas demais unidades da federação, ficou estável.</p>
<h2>Cor, idade e sexo</h2>
<p><strong>A pesquisa do IBGE mostrou ainda que a taxa de desemprego é maior entre os jovens: 26,4% entre aqueles de 14 a 17 anos e 14,9% entre os que têm de 18 a 24 anos.</strong> Nas demais faixas etárias, as taxas são: de 25 a 39 anos (6,5%), 40 a 59 anos (4,7%) e de 60 anos ou mais (3,1%).</p>
<p>Na comparação por sexo, as mulheres enfrentam uma taxa de desemprego maior (8,7%) que os homens (5,7%). No recorte por cor ou raça, os pretos têm uma taxa de 8,4% e os pardos, de 8%, enquanto entre os brancos, o índice é de apenas 5,6%.</p>
<p>Em relação ao nível de instrução, as taxas são menores entre aqueles com superior completo (3,9%) e sem instrução (5,6%). A maior taxa é observada entre aqueles com ensino médio incompleto (11,4%). As demais taxas são: fundamental incompleto (6,8%), fundamental completo (7,9%), médio completo (8%) e superior incompleto (7,9%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Juros do cartão de crédito rotativo avançam e chegam a 445% ao ano</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/juros-do-cartao-de-credito-rotativo-avancam-e-chegam-a-445-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 17:42:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Juros do cartão crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[rotativo]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxas médias cobradas pelos bancos sobem para família e empresas As taxas médias de juros cobrados pelos bancos subiram para famílias e empresas em março, tanto no crédito livre quanto nas concessões de empréstimos direcionados. Nas operações de crédito livre para pessoas físicas, o destaque foi o avanço de 2,5 pontos percentuais (pp) na taxa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2592777216" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Taxas médias cobradas pelos bancos sobem para família e empresas</p>
<p><strong>As taxas médias de juros cobrados pelos bancos subiram para famílias e empresas em março, tanto no crédito livre quanto nas concessões de empréstimos direcionados. Nas operações de crédito livre para pessoas físicas, o destaque foi o avanço de 2,5 pontos percentuais (pp) na taxa média do cartão de crédito rotativo, chegando a 445% ao ano.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1641041&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1641041&amp;o=node" /></p>
<p>A modalidade é uma das mais altas do mercado. Mesmo com a limitação de cobrança dos juros do rotativo, em vigor desde janeiro do ano passado, os juros seguem variando sem uma queda expressiva ao longo dos meses.</p>
<p>Isso porque a medida visa reduzir o endividamento, mas não afeta a taxa de juros pactuada no momento da concessão do crédito, aplicando-se apenas a novos financiamentos. <strong>Nos 12 meses encerrados em março, os juros da modalidade subiram 23,7 pp para as famílias</strong>.</p>
<p> Os dados são das <a href="https://www.bcb.gov.br/estatisticas/estatisticasmonetariascredito" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas nesta quarta-feira (30)</a>, pelo Banco Central (BC). <strong>O crédito rotativo dura 30 dias e é tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão de crédito. Ou seja, contrai um empréstimo e começa a pagar juros sobre o valor que não conseguiu quitar.</strong></p>
<blockquote>
<p>Após os 30 dias, as instituições financeiras parcelam a dívida do cartão de crédito. Nesse caso do cartão parcelado, os juros subiram 0,1 pp no mês e caíram 9,6 pp em 12 meses, indo para 181,1% ao ano.</p>
</blockquote>
<h2>Crédito livre</h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Cristina Indio do Brasil/Arquivo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/E_jxq0rqfZ6rh2S71uZdrY9R8NY=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/fgts_rio_3.jpg?itok=36yBwdGn" alt="Muita gente uso ou caixa eletrônico para sacar o dinheiro das contas inativas do FGTS" width="754" height="566" /><p class="wp-caption-text">No crédito livre, bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros. Foto-arquivo: Cristina Indio do Brasil/Arquivo/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p><strong>No total, a taxa média de juros das concessões de crédito livre para famílias teve aumento de 0,3 pp em março, acumulando alta de 3 pp em 12 meses, chegando a 56,4% ao ano</strong>.</p>
<p>Compensando os aumentos no mês, estão os juros do cheque especial, que caíram 8 pp em março, mas têm alta de 6,1 pp em 12 meses, alcançando 134,2% ao ano.<strong> Desde 2020, a modalidade tem os juros limitados em 8% ao mês (151,82% ao ano).</strong></p>
<p><strong>No caso das operações com empresas, os juros médios nas novas contratações de crédito livre tiveram incremento de 0,8 pp no mês e 3,5 pp em 12 meses, alcançando 24,6%. Destaca-se, nesse cenário, a alta de 9 pp na taxa média das operações de cheque especial, que chegou a 349,2% ao ano</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Em março, o efeito da alteração na composição dos saldos (efeito saldo) [das diversas modalidades de crédito] mostrou-se determinante para a elevação das taxas médias de juros do crédito livre, atenuado, em parte, pelo efeito da variação das taxas de juros (efeito taxa)”, explicou o BC.</p>
</blockquote>
<h2>Taxa média</h2>
<p>No crédito livre, os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado ─ com regras definidas pelo governo ─ é destinado basicamente aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito.</p>
<p><strong>No caso do crédito direcionado, a taxa para pessoas físicas ficou em 11,4% ao ano em março, com aumento de 0,9 pp em relação ao mês anterior e de 1,6 pp em 12 meses. Para empresas, a taxa teve alta de 4,7 pp no mês e de 4,9 pp em 12 meses, indo para 18,4% ao ano.</strong></p>
<p>Com isso, considerando recursos livres e direcionados, para famílias e empresas, a taxa média de juros das concessões em março aumentou 0,9 pp no mês e 3,1 pp em 12 meses, alcançando 31,3% ao ano.</p>
<p><strong>A elevação dos juros bancários acompanha um momento de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, definida em 14,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC</strong>. A Selic é o principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação.</p>
<blockquote>
<p>Ao aumentar a taxa, o órgão visa esfriar a demanda e conter a inflação, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, fazendo com que as pessoas consumam menos e os preços caiam. Até o fim do ano, a previsão dos analistas é que a Selic suba para 15%.</p>
</blockquote>
<p> As estatísticas mostram ainda que a taxa de captação de recursos pelos bancos (o quanto é pago pelo crédito) subiu 0,8 pp no mês e 3,1 pp em 12 meses, chegando a 11,9% em março.</p>
<p><strong>Já o spread bancário, que mede a diferença entre as taxas médias de juros das operações de crédito e o custo de captação, aumentou 0,1 pp no mês e manteve-se estável na comparação com março de 2024, situando-se em 19,4 pp. </strong>O spread é uma margem que cobre custos operacionais, riscos de inadimplência, impostos e outros gastos e resulta, então, no lucro dos bancos.</p>
<h2>Saldos das operações</h2>
<p><strong>Em março, as concessões de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) tiveram alta de 2,7%, chegando a R$ 600,5 bilhões, resultado da redução de 0,1% para as pessoas físicas e aumento de 6,3% para empresas. As concessões de crédito direcionado caíram 4,4% no mês, enquanto no crédito livre houve alta de 3,5%.</strong></p>
<p>Com isso, o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos do SFN ficou em R$ 6,483 trilhões, um crescimento de 0,6% em relação a fevereiro. Na comparação interanual, com março do ano passado, o crédito total cresceu 9,9%. <strong>O resultado refletiu aumento de 0,5% no saldo das operações de crédito pactuadas com pessoas jurídicas (R$ 2,455 trilhões) e o incremento de 0,7% no de pessoas físicas (R$ 4,028 trilhões).</strong></p>
<p>Já o crédito ampliado ao setor não financeiro ─ que é o crédito disponível para empresas, famílias e governos, independentemente da fonte (bancário, mercado de título ou dívida externa) ─ alcançou R$ 18,782 trilhões, com aumento de 0,2% no mês, refletindo, principalmente, os acréscimos de 0,5% nos títulos públicos de dívida e de 1,6% nos títulos de dívida securitizados, compensados pelo decréscimo de 2% nos empréstimos externos, impactado pela apreciação cambial no mês.</p>
<blockquote>
<p>Em 12 meses, o crédito ampliado cresceu 13,3%, com avanços de 16,3% nos títulos de dívida e de 9,3% nos empréstimos do sistema financeiro nacional.</p>
</blockquote>
<h2>Endividamento das famílias</h2>
<p><strong>Segundo o Banco Central, a inadimplência ─ atrasos acima de 90 dias ─ se mantém estável há bastante tempo, com pequenas oscilações. Ela registrou 3,2% em março, sendo 3,8% nas operações para pessoas físicas e 2,2% com pessoas jurídicas.</strong></p>
<p>O endividamento das famílias ─ relação entre o saldo das dívidas e a renda acumulada em 12 meses ─ ficou em 48,2% em fevereiro, redução de 0,3% no mês e aumento de 0,4% em 12 meses. <strong>Com a exclusão do financiamento imobiliário, que pega um montante considerável da renda, o endividamento ficou em 30,1% no segundo mês do ano.</strong></p>
<blockquote>
<p>Já o comprometimento da renda ─ relação entre o valor médio para pagamento das dívidas e a renda média apurada no período ─ ficou em 27,2% em fevereiro, aumento de 0,1% na passagem do mês e 1,3% em 12 meses.</p>
</blockquote>
<p>Esses dois últimos indicadores são apresentados com uma defasagem maior do mês de divulgação, pois o Banco Central usa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Desemprego de 7% no 1º tri é o menor já registrado para o período</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desemprego-de-7-no-1o-tri-e-o-menor-ja-registrado-para-o-periodo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 17:37:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro Trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[IBGE mostra também recorde no rendimento do trabalhador O Brasil fechou o primeiro trimestre de 2025 com taxa de desocupação de 7%. Esse patamar fica acima do registrado no trimestre anterior, encerrado em dezembro (6,2%), no entanto, é o menor para os meses de janeiro a março em toda a série histórica do Instituto Brasileiro de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4163838773" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>IBGE mostra também recorde no rendimento do trabalhador</p>
<p>O Brasil fechou o primeiro trimestre de 2025 com taxa de desocupação de 7%. Esse patamar fica acima do registrado no trimestre anterior, encerrado em dezembro (6,2%), no entanto, é o menor para os meses de janeiro a março em toda a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1640997&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1640997&amp;o=node" /></p>
<p>O<strong> recorde anterior era de 2014, quando a taxa de desocupação no período marcou 7,2%. Em 2024, o índice era de 7,9%.</strong></p>
<p><strong>Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quarta-feira (30)</strong>. O IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>
<p>Na metodologia do IBGE, pessoas que não trabalham, mas que também não buscam vagas não entram no cálculo de desempregados.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a alta da desocupação na passagem do quatro trimestre de 2024 para o primeiro de 2025 é explicada pelo aumento no número de pessoas que buscaram emprego, que cresceu 13,1%, representando 7,7 milhões à procura de vaga (891 mil a mais que no período terminado em dezembro). No entanto, quando a comparação é com o mesmo período de 2024, houve redução de 10,5% nesse contingente.</p>
<p><strong>De acordo com a coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, o resultado revela comportamento sazonal, &#8220;de modo geral, observado nos primeiros trimestres de cada ano&#8221;.</strong></p>
<h2>Setores</h2>
<p>Em relação ao número de ocupados, as reduções mais significativas entre o fim de 2024 e o dado apurado em março pertencem aos seguintes setores:</p>
<p>&#8211; construção (menos 397 mil pessoas);</p>
<p>&#8211; alojamento e alimentação (menos 190 mil pessoas);</p>
<p>&#8211; administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (menos 297 mil pessoas);</p>
<p>&#8211; serviços domésticos (menos 241 mil pessoas);</p>
<h2>Carteira assinada</h2>
<p>Adriana Beringuy considera que a redução da ocupação no primeiro trimestre (menos 1,3 milhão de pessoas) não comprometeu negativamente o cenário do mercado de trabalho brasileiro.</p>
<blockquote>
<p>“Embora tenha havido retração da ocupação, essa retração não comprometeu o contingente de empregados com carteira assinada”.</p>
</blockquote>
<p><strong>O número de trabalhadores com carteira assinada não teve variação significativa na comparação com o trimestre encerrado em dezembro e chega a 39,4 milhões, renovando um recorde.</strong></p>
<p><strong>Segundo Adriana, o patamar é sinal de “sustentabilidade” do mercado de trabalho</strong>. De acordo com a pesquisadora, o panorama do emprego é mais resistente a sofrer efeitos do cenário macroeconômico, como os<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1425-ao-ano#:~:text=Copom%20eleva%20juros%20b%C3%A1sicos%20da,25%25%20ao%20ano%20%7C%20Ag%C3%AAncia%20Brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> </a>juros altos, utilizados para esfriar a economia em momentos de inflação alta. </p>
<p>A taxa de informalidade, que contempla a população sem carteira assinada, marcou 38% no trimestre encerrado em março – a menor desde o terceiro trimestre de 2020 (também 38%). A mais baixa já registrada foi de 36,5% no segundo trimestre de 2020.</p>
<h2>Rendimento</h2>
<p>A<strong> pesquisa mostra ainda que o rendimento médio mensal dos trabalhadores foi de R$ 3.410, renovando recorde que pertencia ao trimestre encerrado em fevereiro (R$ 3.401).</strong> Esses valores são reais, ou seja, já aplicados os efeitos da inflação. </p>
<p>A massa de rendimentos, o conjunto de dinheiro que os trabalhadores recebem para girar a economia ou poupar, ficou em R$ 345 bilhões, bem perto do maior já registrado (R$ 345,2 no último trimestre de 2024).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Desemprego sobe para 6,8%, mas é o menor do trimestre desde 2014</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desemprego-sobe-para-68-mas-e-o-menor-do-trimestre-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 16:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[IBGE diz que trabalho com carteira assinada atinge recorde A taxa de desocupação no trimestre encerrado em fevereiro é de 6,8%. O resultado fica 0,7 ponto percentual acima do registrado no trimestre móvel anterior, terminado em novembro de 2024 (6,1%). No entanto, é a menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde 2014, quando marcou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1799693897" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>IBGE diz que trabalho com carteira assinada atinge recorde</p>
<p>A taxa de desocupação no trimestre encerrado em fevereiro é de 6,8%. O resultado fica 0,7 ponto percentual acima do registrado no trimestre móvel anterior, terminado em novembro de 2024 (6,1%). No entanto, é a menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde 2014, quando marcou 6,8%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1636573&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1636573&amp;o=node" /></p>
<p>Os dados do mercado de trabalho fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (28), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>De acordo com a coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, a elevação da desocupação em relação ao trimestre móvel anterior é um comportamento comum nesta época do ano.</p>
<p>&#8220;É um movimento esperado porque no período de transição do encerramento de um ano para os primeiros meses do ano seguinte, há, de fato, esse movimento de queda na ocupação&#8221;, garante.</p>
<p>O número de pessoas sem trabalho alcançou 7,5 milhões no período, elevação de 10,4% ante o trimestre móvel anterior. Entretanto, esse contingente está 12,5% menor que o anotado no mesmo trimestre de 2024.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>Dos dez grupamentos de atividade pesquisados pelo IBGE, três apresentaram recuo no número de ocupados, construção (-4,0%, ou menos 310 mil pessoas), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-2,5%, ou menos 468 mil pessoas) e serviços domésticos (-4,8%, ou menos 290 mil pessoas).</p>
<p>De acordo com Beringuy, a redução de vagas no grupo de administração pública também é sazonal e tem a ver com o fim de vínculo de trabalhadores temporários.</p>
<p>A pesquisadora afirma, ainda, que esse comportamento sazonal do mercado de trabalho faz com que não seja possível afirmar que há efeitos recessivos da escalada da taxa de juros, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1425-ao-ano" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">medida adotada pelo Banco Central (BC) para conter a inflação</a>.</p>
<p>“Não atribuiria nesse momento efeito dessa variável juros e afetação do consumo de famílias no mercado de trabalho”, diz.</p>
<p>No trimestre encerrado em janeiro de 2025, a taxa ficou em 6,5%, abaixo dos 6,8% do período terminado em fevereiro. Mas o IBGE não faz a comparação entre os intervalos imediatamente seguidos, pois há meses que se repetem nos dois períodos (dezembro e janeiro), o que distorce a comparação.</p>
<h2>Ocupados e carteira assinada</h2>
<p>No trimestre encerrado em fevereiro, a população ocupada no país era de 102,7 milhões de pessoas. O contingente é 1,2% menor que o do período terminado em novembro (1,2 milhão de pessoas a menos), mas 2,4% maior que o do mesmo período do ano passado (2,4 milhões de pessoas a mais).</p>
<p>A pesquisa do IBGE aponta ainda que o país alcançou recorde no número de trabalhadores com carteira assinada. Eram 39,6 milhões de contratos, o maior volume desde o início da série histórica, em 2012. Em um ano, foram 1,6 milhões de pessoas a mais (+4,1%) com a carteira assinada.  </p>
<p>O estudo do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>
<p>A taxa de informalidade &#8211; trabalhadores que não têm garantidos direitos como férias, contribuição para a Previdência Social e 13º salário &#8211; teve “ligeira redução”, indo a 38,1% da população ocupada, o que representa 39,1 milhões de trabalhadores informais. Tanto no trimestre encerrado em novembro e no mesmo período de 2024, a taxa estava em 38,7%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Inflação medida pelo INPC fecha fevereiro em 1,48%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inflacao-medida-pelo-inpc-fecha-fevereiro-em-148/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 15:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 12 meses, índice acumula 4,87%  O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), inflação que costuma reajustar anualmente salários, fechou fevereiro em 1,48%. Assim como a inflação oficial do país, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a conta de luz foi a vilã do mês.  O resultado do INPC de fevereiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1316280785" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em 12 meses, índice acumula 4,87%</p>
<p> O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), inflação que costuma reajustar anualmente salários, fechou fevereiro em 1,48%. Assim como a inflação oficial do país, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a conta de luz foi a vilã do mês. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1634251&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1634251&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O resultado do INPC de fevereiro é o maior desde março de 2022 (1,71%). Em relação aos meses de fevereiro, é o mais alto desde 2003 (1,46%).</strong> Em 12 meses, o INPC soma 4,87%.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). </p>
<p>A alta de fevereiro é explicada em grande parte pelo Bônus Itaipu, que concedeu desconto na conta de luz dos brasileiros em janeiro. No primeiro mês do ano, o índice apresentou variação nula (0%).</p>
<p><strong>Com o fim do desconto, o que já era previsto, a conta de energia elétrica subiu 16,96%</strong>, fazendo o grupo habitação – do qual faz parte a energia elétrica – subir 4,79%, impactando o INPC em 0,79 ponto percentual (p.p.).</p>
<blockquote>
<p>Em fevereiro, os produtos alimentícios subiram 0,75%, desaceleração em relação a janeiro (0,99%).</p>
</blockquote>
<p><strong>Variações e impactos dos grupos de produtos e serviços:</strong></p>
<ul>
<li>Habitação: 4,79% (0,79 p.p.)</li>
<li>Transportes: 1,11% (0,22 p.p.)</li>
<li>Alimentação e bebidas: 0,75% (0,19 p.p.)</li>
<li>Educação: 4,45% (0,19 p.p.)</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,54% (0,06 p.p.)</li>
<li>Artigos de residência: 0,44% (0,02 p.p.)</li>
<li>Comunicação: 0,17% (0,01 p.p.)</li>
<li>Despesas pessoais: 0,09% (0,01 p.p.)</li>
<li>Vestuário: -0,07% (-0,01 p.p.)</li>
</ul>
<h2>Reajuste de salários</h2>
<p><strong>O INPC impacta diretamente na vida de muitos brasileiros pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado para cálculo do reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.</strong></p>
<p>O salário mínimo, por exemplo, leva o dado de novembro no seu cálculo. O seguro-desemprego, o benefício e o teto do INSS são reajustados com base no resultado de dezembro.</p>
<h2>INPC x IPCA</h2>
<p>A principal diferença para o IPCA é que o INPC apura o custo de vida de famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já o IPCA, é o consumo de famílias com renda até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518.</p>
<p>O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam 25% do índice, mais que no IPCA (21,86%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A apuração do INPC tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, através da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”, diz o IBGE.</p>
</blockquote>
<h2>Abrangência</h2>
<p>A coleta de preços é feita nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agencia Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Brasil é o sétimo em ranking de crescimento econômico com 40 países</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com-40-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 14:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[PIB brasileiro expandiu 3,4% em 2024 O Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo. Em 2024, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1680529605" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>PIB brasileiro expandiu 3,4% em 2024</p>
<p>O <strong>Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024</strong>. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1633595&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1633595&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, </strong>conforme divulgou nesta sexta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h2>Países</h2>
<p><strong>A <a href="https://www.oecd.org/en.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">OCDE</a> tem 38 países, e o Brasil não está entre os membros efetivos</strong>, mas iniciou processo de adesão.</p>
<p>A organização lista informações sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – conjunto de bens e serviços produzidos no país) de 39 países, entre eles os não membros Brasil, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e África do Sul. A <strong>Agência Brasil</strong> acrescentou o dado da Rússia, que cresceu 4,1% em 2024.</p>
<p>Chile, Grécia, Luxemburgo e Nova Zelândia fazem parte da OCDE, mas não foram listados pois ainda não terem divulgado dados relativos a 2024.</p>
<h2>Comparação</h2>
<p>País mais populoso do mundo, com mais de 1,4 bilhão de habitantes, a <strong>Índia lidera o ranking de crescimento, com taxa anual de 6,7%.</strong> Em seguida aparecem China e Indonésia, ambos com expansão de 5%.</p>
<p>O primeiro país das Américas a figurar no ranking é a Costa Rica, que cresceu 4,3% em 2024. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, têm a 11ª maior alta (2,8%).</p>
<p>O salto do PIB do Brasil foi superior à média dos países da OCDE, da União Europeia e do Grupo dos 7 (G7, países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido).</p>
<p>Já entre os primeiros países a formarem o Brics (grupo de nações emergentes: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), o Brasil fica na frente apenas da África do Sul.</p>
<p>Cinco países apresentam queda no PIB, incluindo a Alemanha (-0,2%), maior economia da Europa.</p>
<h2>Confira o ranking:</h2>
<p>1) Índia: 6,7% </p>
<p>2) Indonésia: 5% </p>
<p>3) China: 5% </p>
<p>4) Costa Rica: 4,3% </p>
<p>5) Rússia: 4,1% </p>
<p>6) Dinamarca: 3,6% </p>
<p>7) Brasil: 3,4% </p>
<p>8) Espanha: 3,2% </p>
<p>9) Turquia: 3,2% </p>
<p>10) Polônia: 2,9% </p>
<p>11) Estados Unidos: 2,8% </p>
<p>12) Lituânia: 2,7% </p>
<p>13) Noruega: 2,1% </p>
<p>14) Eslováquia: 2% </p>
<p>15) Coreia: 2% </p>
<p>16) Portugal: 1,9% </p>
<p>17) Colômbia: 1,7% </p>
<p>18) Eslovênia: 1,6% </p>
<p>19) Canadá: 1,5% </p>
<p>20) México: 1,5% </p>
<p>21) Suíça: 1,3% </p>
<p>22) Arábia Saudita: 1,3% </p>
<p>23) França: 1,2% </p>
<p>24) República Tcheca: 1,1% </p>
<p>25) Austrália: 1,1% </p>
<p>26) Bélgica: 1% </p>
<p>27) Suécia: 1% </p>
<p>28) Países Baixos: 0,9% </p>
<p>29) Reino Unido: 0,9% </p>
<p>30) Itália: 0,7% </p>
<p>31) África do Sul: 0,6% </p>
<p>32) Hungria: 0,5% </p>
<p>33) Islândia: 0,5% </p>
<p>34) Israel: 0,1% </p>
<p>35) Japão: 0,1% </p>
<p>36) Finlândia: -0,2% </p>
<p>37) Alemanha: -0,2% </p>
<p>38) Estônia: -0,3% </p>
<p>39) Letônia: -0,4% </p>
<p>40) Áustria: -1,2% </p>
<h2>Comparação com grupo de países:</h2>
<p>Brasil: 3,4%</p>
<p>G7: 1,7%</p>
<p>OCDE: 1,7%</p>
<p>União Europeia (27 países): 1%</p>
<p>Zona do Euro (20 países): 0,9%</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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