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	<title>Historia - Portal NDC</title>
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	<title>Historia - Portal NDC</title>
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		<title>Dia da Consciência Negra é reivindicação social desde a ditadura</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dia-da-consciencia-negra-e-reivindicacao-social-desde-a-ditadura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 15:03:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20 de Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[feriado nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento começou em 1971 com a formação do Grupo Palmares Teve longa gestação o reconhecimento do Dia de Zumbi e da Consciência Negra em 20 de novembro como feriado civil em todo o país: 53 anos. O intervalo é maior do que o espaço de tempo entre a Lei Eusébio de Queiroz (1850), que proibiu em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1102823506" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Movimento começou em 1971 com a formação do Grupo Palmares</p>
<p>Teve longa gestação o reconhecimento do Dia de Zumbi e da Consciência Negra em 20 de novembro como feriado civil em todo o país: 53 anos. O intervalo é maior do que o espaço de tempo entre a Lei Eusébio de Queiroz (1850), que proibiu em definitivo a importação de pessoas escravizadas para o Brasil, e a Lei Áurea (1888), que declarou “extinta” a escravidão no país: 38 anos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1620621&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1620621&amp;o=node" /></p>
<p>A preferência pelo 20/11 se manifesta pela primeira vez em 1971, em plena ditadura cívico-militar, e partiu de um grupo de estudantes e militantes negros de Porto Alegre, interessados em literatura e artes. Eles não achavam adequadas as celebrações em torno do 13 de maio, dia da assinatura da abolição da escravatura pela princesa Isabel, princesa imperial regente &#8211; que formalmente pôs fim a cerca de 350 anos de escravidão negra no Brasil.</p>
<p>O coletivo de rapazes negros, formado em julho daquele ano, depois se denominou Grupo Palmares e era composto por Oliveira Ferreira da Silveira, Ilmo Silva, Vilmar Nunes e Antônio Carlos Cortes. Cortes, hoje experiente advogado especializado em direito civil e criminal e a única pessoa viva daquela formação original. Segundo ele, também pertenciam ao “grupo informal” Luiz Paulo Axis Santos e Jorge Antônio dos Santos, que tiveram atuação mais discreta.</p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Instituto Oliveira Silveira/Div" src="https://imagens.ebc.com.br/qGNx7o8b_eOns-m3VcBCInLT8ZQ=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/grupo_palmares_-_20.11.71.jpg?itok=dAh7pvBE" alt="O poeta Oliveira Silveira foi um dos pensadores e era fichado pela ditadura - Grupo Palmares, 20 de novembro de 1971. Foto: Instituto Oliveira Silveira/Divulgação" width="754" height="521" /><p class="wp-caption-text"> O poeta e pensador Oliveira Silveira, no Grupo Palmares &#8211; Foto Instituto Oliveira Silveira/Divulgação</p></div>
</div>
</div>
<p>Nós éramos seis, mas quatro botaram a cara para bater e dois ficaram ocultos, como estratégia nossa, porque se a ditadura nos eliminasse, esses outros dois dariam sequência”, lembra Antônio Carlos Cortes em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>. Ao longo do tempo, a composição do grupo mudou, inclusive com a entrada de mulheres.</p>
<p>“O grupinho de negros se reunia costumeiramente em alguns fins de tarde na Rua da Praia (oficialmente, dos Andradas), quase esquina com Marechal Floriano, em frente à Casa Masson”, descreveu o poeta Oliveira Silveira, já formado em Letras na época, em artigo assinado em 17 de outubro de 2003 e publicado no livro <em>Educação e ações afirmativas: entre a injustiça simbólica e a injustiça econômica</em>.</p>
<p>Conforme o texto, no grupo Jorge Antônio dos Santos era “o crítico mais veemente” ao 13 de maio, mas havia na roda unanimidade contra ter aquela data como referência histórica de luta pela liberdade para os negros brasileiros.</p>
<p>“O 13 não satisfazia, não havia por que comemorá-lo. A abolição só havia ocorrido no papel; a lei não determinara medidas concretas, práticas, palpáveis em favor do negro. E sem o 13 era preciso buscar outras datas, era preciso retomar a história do Brasil”, anotou Oliveira Silveira.</p>
<h2>Referências</h2>
<p>Segundo ele, que também se tornou autor de teatro, o grupo conhecia a peça <em>Arena conta Zumbi,</em> de Gianfrancesco Guarnieri e musicada por Edu Lobo (1965). Zumbi dos Palmares também estava nas bancas de revista, no fascículo nº 6 da série <em>Grandes Personagens da Nossa História</em>, editado pela Abril Cultural. Na publicação constava o dia 20 de novembro de 1695 como data da morte de Zumbi.</p>
<p>Na Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul, o então estudante Antônio Carlos Cortes localiza o livro <em>Quilombo de Palmares </em>(1947), do historiador Edison Carneiro. O livro corroborava a data de 20/11, assim outros livros consultados posteriormente pelo grupo como <em>As guerras nos Palmares</em> (1938), do historiador português Ernesto José Bizarro Ennes, e <em>Palmares – la guerrilla negra</em> (1965), do historiador gaúcho Décio Freitas e editado inicialmente no Uruguai.</p>
<p>Além da data de Zumbi dos Palmares, o grupo previu realizar homenagens ao advogado Luiz Gama em 24 de agosto, e ao jornalista José do Patrocínio em 9 de outubro, datas de nascimento dos dois abolicionistas negros. “Estava delineada uma precária, mas deliberada ação política no sentido de apresentar, à comunidade negra e à sociedade em geral, alternativas de datas, fatos e nomes, em contestação ao oficialismo do 13 de maio”, explicou em artigo Oliveira Silveira.</p>
<h2>Censura prévia</h2>
<p>A primeira homenagem articulada pelo Grupo Palmares a Zumbi ocorreu no 20/11, um sábado à noite, no Clube Náutico Marcílio Dias, com o evento <em>Zumbi, a homenagem dos negros do teatro</em>. Antes da apresentação, no dia 18, o grupo foi chamado à sede da Polícia Federal para detalhar a programação do ato e obter liberação da censura.</p>
<p>“Todas as nossas manifestações tinham que passar pela Polícia Federal, pela censura, para que eles carimbassem autorizando aquele ato que a gente ia fazer em função do 20 de novembro de Zumbi dos Palmares. Mais do que isso, eu e o Oliveira chegamos a ser detidos”, lembra Antônio Carlos Cortes sobre depoimento forçado que tiveram de prestar.</p>
<p>A repressão política queria averiguar se o Grupo Palmares tinha ligações com a organização Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), que atuava na luta armada.</p>
<p>Liberados para fazerem a homenagem, no dia do evento os componentes do Grupo Palmares e a audiência no Clube Náutico Marcílio Dias formaram um círculo para conhecer e discutir a história de Palmares e seus quilombos com base nos estudos feitos pelos estudantes e militantes, defendendo a opção pelo 20 de novembro, em vez do 13 de maio, como data histórica para os negros brasileiros.</p>
<p>A partir de então, “Oliveira nunca deixou um ano de fazer alguma atividade no 20 de novembro”, recorda-se a atriz gaúcha Vera Lopes – desde jovem atuante no movimento negro de Porto Alegre. Para ela, a data da morte de Zumbi dos Palmares “é uma referência que remete para aquilo que a gente sempre, desde sempre viveu, que é a luta por vida digna. Em nenhum momento da história, as pessoas negras aceitaram ser escravizadas de bom grado. O tempo inteiro, houve resistência.”</p>
<h2>Conjunto de quilombos </h2>
<p>O historiador e professor mineiro Marcos Antônio Cardoso, especialista em movimento negro, avalia que Zumbi e o quilombo de Palmares carregam outros atributos importantes. “Essa foi a primeira forma coletiva de organização de africanos no Brasil contra o regime de escravização. Foi uma experiência cultural, política e social.”</p>
<p>Palmares, na verdade um conjunto de quilombos que existiu por cerca de um século na Serra da Barriga na capitania de Pernambuco, hoje em União dos Palmares (AL), ia além do cultivo predominante de apenas uma cultura agrícola, como acontecia nos engenhos de cana de açúcar, e tinha formas mais horizontais de comando e de liderança do que o modelo escravagista.</p>
<p>Zumbi, nascido em Palmares, mas criado no Recife por um padre missionário, retorna à região e posteriormente assume a liderança do quilombo sucedendo, por volta de 1680, Ganga Zumba &#8211; que havia aceitado uma proposta de rendição e paz da coroa portuguesa.</p>
<p>Quinze anos após Zumbi ter assumido a liderança do Quilombo de Palmares, mantendo a resistência, o bandeirante paulista Domingos Jorge Velho invade e destrói em 1694 o principal assentamento do quilombo (Mocambo do Macaco). Zumbi sobrevive por cerca de mais dois anos em outro reduto, até ser morto em 20 de novembro pelo capitão Furtado de Mendonça. Com o corpo esquartejado, Zumbi teve sua cabeça cortada exposta no Pátio do Carmo no Recife.</p>
<h2>Utopia da igualdade </h2>
<p>Para Marcos Antônio Cardoso, apesar da derrota e morte de Zumbi “o processo de resistência, de guerrilha, de organização, é muito importante do ponto de vista de pensar a história do Brasil a partir do olhar dos chamados vencidos. O quilombo de Palmares é ressignificado na memória negra brasileira. Se transforma na utopia de construção de uma sociedade baseada na igualdade.”</p>
<p>O gesto do Grupo Palmares em Porto Alegre em defender a substituição das comemorações do 13 de maio para o 20 de novembro, no auge da repressão, não teve propósito imediato de mobilização política. Mas, em 1978, quando a sociedade civil volta a se articular em meio à abertura “lenta, gradual e segura” da ditadura cívico-militar, a bandeira de 1971 do pequeno coletivo gaúcho será abraçada Movimento Negro Unificado (MNU),</p>
<p>“Graças ao empenho do MNU, ampliando e aprofundando a proposta do Grupo Palmares, o 20 de novembro transformou-se num ato político de afirmação da história do povo negro, justamente naquilo em que ele demonstrou sua capacidade de organização e de proposta de uma sociedade alternativa”, descreveu a intelectual e ativista Lélia Gonzalez no artigo <em>O Movimento Negro Unificado Contra a Discriminação Racial</em>.</p>
<p>Na sua opinião, “Palmares foi o autêntico berço da nacionalidade brasileira, ao se constituir efetiva democracia racial, e Zumbi, o símbolo vivo da luta contra todas as formas de exploração.”</p>
<p>Causas propostas, articuladas e abraçadas pelo MNU, como o 20/11, pautaram a redemocratização do Brasil e até se tornaram políticas públicas atuais, como o ensino da história da África nas escolas brasileiras, reivindicado desde o final dos anos 1970.</p>
<p>Em 2003, o 20 de novembro foi incluído por lei nos calendários escolares. Em 2011, a data é instituída oficialmente. No ano passado, também por lei, torna-se feriado nacional &#8211; após os estados de Alagoas, do Amazonas, Amapá, de Mato Grosso e do Rio de Janeiro e cerca de 1.200 municípios já terem acolhido a data como dia sem trabalho, mas com reflexão social.</p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Antonio Cruz/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/SsVSrwszNmqMxKAlYXfnQMTHHpQ=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/1022823-31052016-dsc_7263_1.jpg?itok=KD49XCkB" alt="Brasília - Senador Paulo Paim participa do lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social, no auditório Petrônio Portela (Antonio Cruz/Agência Brasil)" width="754" height="501" /><p class="wp-caption-text">Brasília &#8211; Senador Paulo Paim &#8211; Antonio Cruz/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>“É um feriado fundamental para que a gente sonhe um dia em ser um país de primeiro mundo. Nós só seremos um país de primeiro mundo quando pusermos fim a essa chaga do racismo, do preconceito e da discriminação”, afirma o senador Paulo Paim (PT-RS), relator do projeto de lei que transformou o Dia de Zumbi e da Consciência Negra em feriado cívico nacional.</p>
<p>Os negros são a maioria dos brasileiros. Pretos e pardos representam 55,5% da população – 112,7 milhões de pessoas em um universo 212,6 milhões. Conforme o Censo 2022 (IBGE), 20,6 milhões (10,2%) se reconhecem como “pretos” e 92,1 milhões (45,3%) se identificam como “pardos”.</p>
<p>De acordo com Paulo Paim, “toda pessoa negra tem que entender que é descendente de quilombola, e o princípio dos quilombos é esse: uma nação para todos.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Projeto de xadrez ensina história, matemática e até educação física para estudantes de escola pública no ES</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/projeto-de-xadrez-ensina-historia-matematica-e-ate-educacao-fisica-para-estudantes-de-escola-publica-no-es/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 May 2024 14:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudantes de colégio em São Mateus, no Norte do Espírito Santo, participam da projeto &#8216;Xadrez na Escola&#8217;, que relaciona o esporte com diversas disciplinas da grade curricular. &#8216;Ajuda na nossa concentração e no nosso aprendizado. A gente passou a prestar mais atenção nas aulas&#8217;. Esta é a afirmação de Rhyane Coelho, aluna da Escola Municipal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-731235314" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estudantes de colégio em São Mateus, no Norte do Espírito Santo, participam da projeto &#8216;Xadrez na Escola&#8217;, que relaciona o esporte com diversas disciplinas da grade curricular.<br /><br />&#8216;Ajuda na nossa concentração e no nosso aprendizado. A gente passou a prestar mais atenção nas aulas&#8217;. Esta é a afirmação de Rhyane Coelho, aluna da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Doutor Arnóbio Alves de Holanda, localizada em São Mateus, no Norte do Espírito Santo. O colégio utiliza o esporte para ensinar narrativas de história, raciocínio lógico da matemática e até fundamentos básicos da educação física.<br /><br />O projeto &#8216;Xadrez na Escola&#8217; foi implantado em 2024 e é destinados a alunos do 6º ao 9°. Ao todo, 40 estudantes participam das atividades que acontecem na biblioteca da escola.</p>
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/F6jlUtv3OxGuBsvCyHM0VBrVX00=/0x0:1557x876/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/1/I/6bRSi5SAatvh7gD7lxXg/bdes-pgm-vix-2024-xadrez-sala-d-aula.mp4-snapshot-00.34.501.jpg" alt="Estudantes de escola do Norte do Espírito Santo disseram que melhoram o desempenho nas disciplinas após aulas de xadrez — Foto: Reprodução/TV Gazeta" width="647" height="364" /><p class="wp-caption-text">Estudantes de escola do Norte do Espírito Santo disseram que melhoram o desempenho nas disciplinas após aulas de xadrez — Foto: Reprodução/TV Gazeta</p></div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Miguel afirmou que uma das melhorias que percebeu foi no próprio racíocinio lógico.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="11" data-block-id="18">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Eu tô gostando muito. O meu desempenho já melhorou &#8220;, destacou.</blockquote>
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<h2>Além das estratégias de jogo</h2>
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<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/l06p4GxbetyjFP4kJ-gpGC7AedQ=/0x0:1561x877/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/Q/I/pnXS5qScySmEMdekMeLw/bdes-pgm-vix-2024-xadrez-sala-d-aula.mp4-snapshot-03.04.913.jpg" alt="Xadrez cotribui para melhoria do desempenho de estudantes do escola do Norte do Espírito Santo — Foto: Reprodução/TV Gazeta" width="648" height="363" /><p class="wp-caption-text">Xadrez cotribui para melhoria do desempenho de estudantes do escola do Norte do Espírito Santo — Foto: Reprodução/TV Gazeta</p></div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">De acordo com o professor de história, Ytalo Pimenta, além do tempo dedicado a pensar nas estratégias de jogo, o xadrez já melhorou o desempenho dos adolescentes como estudantes.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="50" data-block-id="22">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Existe uma ideia de que o xadrez pertence somente a lógica da matemática, mas, na verdade, ele tem uma gama de conhecimentos vinculados à história. Se você reparar, o xadrez é um jogo feudal, com reis, rainhas, bispos e, através das aulas, os estudantes perceberam essa relação&#8221;, explicou o professor.</blockquote>
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<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/Vx8yKkpnhL17J_ExyUhFHTpFehI=/0x0:1550x872/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/b/5/PBpu8ARlaF5x4iTvAiyQ/bdes-pgm-vix-2024-xadrez-sala-d-aula.mp4-snapshot-00.15.247.jpg" alt="Estudantes de escola do Norte do Espírito Santo dizem que perceberam melhoria no raciocínio lógicc após aulas de xadrez — Foto: Reprodução/TV Gazeta" width="648" height="365" /><p class="wp-caption-text">Estudantes de escola do Norte do Espírito Santo dizem que perceberam melhoria no raciocínio lógicc após aulas de xadrez — Foto: Reprodução/TV Gazeta</p></div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ytalo, que também é coordenador de história, divide a instrução de xadrez para os alunos com o professor de educação física.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">É desta forma que o Cleber Caliman ensina sobre fundamentos de vitória e derrotas dentro da prática esportiva.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="26">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Você amadurece a partir do momento que você perde no xadrez. A gente aprender com os erros. Você perdeu por quê? Porque você errou. Então, o aluno consegue fazer uma avaliação para melhorar o próprio desempenho&#8221;, disse o professor Caliman.</blockquote>
<p><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Fundamentos da matemática com o xadrez</span></p>
</div>
</div>
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<p class="content-media__description  ">Professora de Matemática de escola do Norte do Espírito Santo usa xadrez para ensinar conceitos da disciplina — Foto: Reprodução/TV Gazeta</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O projeto também ensina fundamentos da matemática por meio do xadrez. De acordo com a professora Luysa Freitas, o esporte e a matéria caminham juntas e essa relação em sala de torna o aprendizado mais dinâmico.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="30">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A gente trabalha a concentração, o raciocínio lógico e os conceitos do conteúdos. Mas também tudo que a gente pode ensinar ao aluno que vai contribuir para a sua vida, como respeito ao próximo, a gente ensina&#8221;, pontuou a professora.</blockquote>
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<div class="content-intertitle">
<h2>Ampliação do projeto</h2>
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<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/vgPMA9mGXAC08_rzKKUDXDPVoIk=/0x0:1517x853/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/u/b/uYoaw8ShyMc5i2Vu0dKQ/bdes-pgm-vix-2024-xadrez-sala-d-aula.mp4-snapshot-03.17.163.jpg" alt="Demanda aumenta e escola do Norte do Espírito quer ampliar projeto de xadrez para mais estudantes — Foto: Reprodução/TV Gazeta" width="648" height="363" /><p class="wp-caption-text">Demanda aumenta e escola do Norte do Espírito quer ampliar projeto de xadrez para mais estudantes — Foto: Reprodução/TV Gazeta</p></div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="35">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">De acordo com a diretora Eliane Roncatto, a adesão dos alunos ao projeto &#8216;Xadrez na Escola&#8217; cresce a cada dia e, por isso, o colégio já estuda a possibilidade de expandir a área em que os estudantes jogam.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="31" data-block-id="36">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A biblioteca já está ficando pequena. A demanda e o interesse dos alunos está aumentando a cada dia. As famílias também estão amando e apoiando o projeto na escola&#8221;, disse Eliane.</blockquote>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="37">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A secretária de Municipal de Educação Simone Cassini destacou que estudantes e familiares passaram a enxergar o projeto de forma diferente.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="17" data-block-id="38">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;É uma atividade diferente que envolve uma disciplina da escola e também a família&#8221;, comentou a secretária</blockquote>
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<div data-block-type="raw" data-block-weight="17" data-block-id="38">Veja mais em <a href="https://g1.globo.com/es/espirito-santo/educacao/noticia/2024/05/04/projeto-de-xadrez-ensina-historia-matematica-e-ate-educacao-fisica-para-estudantes-de-escola-publica-no-es.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">G1</a></div>
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		<title>Conheça a história de Airão Velho e a lenda das formigas de fogo, no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/conheca-a-historia-de-airao-velho-e-a-lenda-das-formigas-de-fogo-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 18:11:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Airão Velho]]></category>
		<category><![CDATA[formigas de fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
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					<description><![CDATA[Airão Velho ou Velho Airão, antiga sede do município de Novo Airão, no Amazonas, é uma vila que foi abandonada no meio da floresta amazônica e que, aparentemente, ficou assim após um ataque de formigas de fogo. Essa é uma das principais lendas do local, uma vez que não existe comprovação de tal acontecimento. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2672678628" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Airão Velho ou Velho Airão, antiga sede do município de Novo Airão, no Amazonas, é uma vila que foi abandonada no meio da floresta amazônica e que, aparentemente, ficou assim após um ataque de formigas de fogo. Essa é uma das principais lendas do local, uma vez que não existe comprovação de tal acontecimento.</p>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>De acordo com o historiador Victor Leonardi (1998), &#8220;na confluência do Rio Jaú com o Negro existem ruínas de uma pequena cidade chamada Airão, antiga Santo Elias do Jaú, fundada por missionários em 1694. Depois veio o processo de arruinamento definitivo do Airão, após rápido e não sustentável crescimento econômico gerado nos seringais entre 1880 e 1914. A velha cidade de Airão é hoje uma cidade morta às margens do rio Negro, 250 quilômetros a noroeste de Manaus&#8221;.</p>
<p>A vila foi, no passado, uma das mais importantes no Médio Rio Negro, desde a época dos colonizadores portugueses até a Segunda Guerra Mundial, quando os aliados encontravam sua maior fonte de borracha para a fabricação de pneus e materiais cirúrgicos no látex da Amazônia.</p>
<p><b data-redactor-tag="b"><span data-redactor-tag="span" data-verified="redactor" data-redactor-style="font-size: 16px">Decadência</span></b></p>
<p><b data-redactor-tag="b"></b>Airão concentrava toda a produção de borracha do Alto Rio Negro, do Rio Jaú e seus afluentes, e do Rio Branco, trazendo a produção de vilarejos próximos à Boa Vista (Roraima). Com o fim da guerra, os ingleses passaram a comprar látex de sua colônia na Malásia. Os produtores amazonenses não estavam preparados para isso e como Airão era um ponto de captação e distribuição, a cidade faliu.</p>
<p>Com a decadência do ciclo da borracha, seus moradores passaram a abandoná-la, até ser deixada pelo último morador em 1985. Boa parte de sua população mudou-se para vilarejos mais próximos à capital do Estado, Manaus, mas a maioria (108 pessoas) foi transferida para a vila de Itapeaçu, que passou a se chamar Novo Airão.</p>
<p><b data-redactor-tag="b"><span data-redactor-tag="span" data-verified="redactor" data-redactor-style="font-size: 16px">Lenda das formigas</span></b></p>
<p>Com o abandono da cidade surgiu a lenda das formigas de fogo. Um político da época divulgou que a população estava sendo atacada por formigas e pediu ajuda para mudar a sede do município. Verdade ou mentira, o fato é que a partir de 1950 a população começou a ser transferida para onde hoje é Novo Airão.</p>
<p><strong data-redactor-tag="strong" data-verified="redactor">Leia também: </strong><a class="" title="" href="https://portalamazonia.com/amazonia/conheca-7-especies-de-formigas-raras-encontradas-na-amazonia" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conheça 7 espécies de formigas raras encontradas na Amazônia</a></p>
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<div class="eb-image-figure is-responsive"><a class="eb-image-viewport"> <img decoding="async" src="https://d1c51fywilmmrx.cloudfront.net/images/p/34755/b2ap3_medium_Formiga-de-fogo-2.jpeg" /></a></div>
<div class="eb-image-caption">Formiga de fogo, a vilã de Velho Airão. Foto: Divulgação</div>
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<div class="eb-image-figure is-responsive"><a class="eb-image-viewport"> <img decoding="async" src="https://d1c51fywilmmrx.cloudfront.net/images/p/34755/b2ap3_small_shigueru-nakayama-velho-airao-foto-rede-amazonica-am.jpg" /></a></div>
<div class="eb-image-caption">Shigeru Nakayama. Foto: Reprodução/Rede Amazônica AM</div>
</div>
</div>
<p><span data-redactor-tag="span" data-verified="redactor" data-redactor-style="font-size: 16px"><strong data-redactor-tag="strong" data-verified="redactor">Ruínas </strong></span></p>
<p>A partir de 1985, a Marinha do Brasil começou a usar a cidade abandonada como alvo para treino de tiros de seus navios até o ano de 2005, quando a cidade foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Mas apenas em 2010 técnicos do IPHAN começaram a levantar dados no lugar.</p>
<p>Desde 2005, cerca de sete famílias retornaram ao lugar, fazendo suas casas em volta das ruínas e auxiliando na condução dos turistas que visitam o antigo vilarejo. Entre os moradores, há uma pessoa que ganhou notoriedade: trata-se de Shigeru Nakayama, um japonês que chegou ao Brasil na década de 1960 junto com o grande fluxo migratório japonês.</p>
<p>Ele chegou em Velho Airão em 2001, encontrou ruínas e o matagal tomando conta do patrimônio e decidiu limpar a área para restaurar a história do local. Com o decorrer do tempo, Nakayama passou a ser conhecido como guardião da cidade fantasma. </p>
<p>De acordo com a prefeitura de Novo Airão, &#8220;a extração do látex (borracha nativa) era o que movimentava a economia entrou em declínio. Com o fim das atividades as pessoas iniciaram o processo de abandono. Os últimos a saírem foram os Bezerra, família lusitana que ocupou a administração do município e comercializava a borracha&#8221;.</p>
<p>Hoje, apesar do processo de deterioração, ainda se vê uma série de ambientes que antes serviram como igreja, escola, casas coloniais, cemitério e prédios municipais. Abandonada, a cidade tornou-se apenas ruínas, com a vegetação ameaçando encobrir todo o local que, antes, guardava uma cidade próspera, e ainda aguarda iniciativas que superem os fantasmas do abandono e devolvam a glória do passado. </p>
<p>Foto: Montagem: Portal Amazônia</p>
<p>Fonte: Portal Amazônia</p>
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		<title>A MENINA DO NAPALM: OS 50 ANOS DA FOTO QUE ETERNIZOU O HORROR DA GUERRA DO VIETNÃ</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/a-menina-do-napalm-os-50-anos-da-foto-que-eternizou-o-horror-da-guerra-do-vietna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2022 14:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[GUERRA DO VIETNÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de toda a barbaridade e destruição que uma guerra pode causar, o horror ocasionado pela Guerra do Vietnã só foi assimilado pelo público depois de uma foto tirada Nick Ut, da agência Associated Press. Apesar da fotografia ser premiada com o World Press Photo em 1972 e o Pulitzer em 1973, a imagem gerou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1002670932" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Apesar de toda a barbaridade e destruição que uma guerra pode causar, o horror ocasionado pela Guerra do Vietnã só foi assimilado pelo público depois de uma foto tirada Nick Ut, da agência Associated Press.<br /><br />Apesar da fotografia ser premiada com o World Press Photo em 1972 e o Pulitzer em 1973, a imagem gerou enorme debate dentro das redações jornalísticas e, anos mais tarde, no Facebook.<br /><br />O contexto da foto<br />Em 8 de junho de 1972, Nick estava do lado de fora da aldeia de Trang Bang, cerca de 40 quilômetros de Saigon, quando a força área do Vietnã do Sul, por engano, bombardeou a região com napalm &#8211; uma substância altamente inflamável produzida à base de gasolina gelificada.</p>
<p>Quando Ut olhou para a estrada, ele viu um grupo de moradores fugindo do ataque. Entre eles, estava a jovem <strong>Kim Phuc Phan Thi</strong>, um jovem de 9 anos que corria nua e que gritava desesperadamente “Nóng quá, nóng quá” (muito quente, muito quente).</p>
<p>Após o clique, ele e outro <a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/ims-paulista-inaugura-retrospectiva-do-fotografo-walter-firmo.phtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">fotógrafo</a> socorreram a menina com a água de seus cantis. Imediatamente, <strong>Kim</strong> e algumas outras crianças da foto foram levadas pelo fotógrafo para um hospital a meio caminho de Saigon, o Cu Chi General Hospital.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2330" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/vietna3.jpg" alt="" width="1280" height="720" /></p>
<p>O registro /Crédito: Divulgação/Vídeo/Youtube/DW</p>
<p>Na época, a imagem teve um impacto brutal, destacando que a guerra estava fazendo mais mal do que bem. Além do mais, ela provocou uma série de debates dentro das redações jornalísticas, que, assim como o New York Times, anularam suas políticas e decidiram que a nudez da criança era só um dos pormenores de todo o contexto histórico da fotografia.</p>
<h2>O debate</h2>
<p>Apesar da foto não ser censurada em jornais, quase quatro décadas depois, em 2016, a imagem chegou a ser banida do Facebook, por poder ser categorizada como pornografia infantil.</p>
<p>&#8220;Embora reconheçamos que esta foto é icônica, é difícil criar uma distinção entre permitir a fotografia de uma criança nua em um caso e não em outros&#8221;, dizia uma nota liberada à imprensa.</p>
<p>Porém, horas depois, a decisão foi revogada: “Depois de ouvir nossa comunidade, analisamos novamente como nossos padrões comunitários foram aplicados neste caso. Presume-se que uma imagem de uma criança nua viole nossos padrões da comunidade e, em alguns países, pode até se qualificar como pornografia infantil. Nesse caso, reconhecemos a história e a importância global dessa imagem ao documentar um momento específico no tempo&#8221;. </p>
<div id="attachment_2331" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2331" class="size-full wp-image-2331" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/gettyimages-1097899386.jpg" alt="" width="1024" height="667" /><p id="caption-attachment-2331" class="wp-caption-text">DRESDEN, GERMANY &#8211; FEBRUARY 11: Phan Thi Kim Phuc, known as the napalm girl, arrives to a meeting with the Dresden lord mayor on February 11, 2019, in Dresden, Germany. Kim Phuc Phan Thi will receive the 10th International Dresden Peace Prize during a ceremony tonight. (Photo by Matthias Rietschel/Getty Images)</p></div>
<p>Questionada sobre toda a situação, <strong>Kim Phuc</strong> declarou: “Estou triste com aqueles que se concentrariam na nudez na imagem histórica e não na poderosa mensagem que ela transmite. Apoio inteiramente a imagem documental tomada por <strong>Nick Ut</strong> como um momento de verdade que captura o horror da guerra e seus efeitos sobre vítimas inocentes. ”</p>
<p>A foto se tornou uma abreviação cultural para as atrocidades da Guerra do Vietnã e juntou-se ao ‘Monge em Chamas’, de Malcolm Browne, e a ‘Execução em Saigon’, de Eddie Adams, como imagens definidoras desse conflito brutal.</p>
<p>imagem em entrevista &#8211; Divulgação/Vídeo/Youtube/DW</p>
<p>Fonte: AH</p>
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