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	<title>Haddad - Portal NDC</title>
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	<title>Haddad - Portal NDC</title>
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		<title>Haddad avalia como robusto processo do BC sobre o Banco Master</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-avalia-como-robusto-processo-do-bc-sobre-o-banco-master/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:33:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigações também levaram à prisão de Daniel Vorcaro, dono do banco O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou, nesta terça-feira (18), que as investigações sobre o Banco Master devem estar muito robustas para terem levado à prisão do seu proprietário, Daniel Vorcaro. Durante entrevista à imprensa, Haddad evitou comentar sobre...]]></description>
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<p>Investigações também levaram à prisão de Daniel Vorcaro, dono do banco</p>
<p><strong>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou, nesta terça-feira (18), que as investigações sobre o Banco Master devem estar muito robustas para terem levado à prisão do seu proprietário, Daniel Vorcaro</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1668393&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1668393&amp;o=node" /></p>
<p>Durante entrevista à imprensa, Haddad evitou comentar sobre a operação da Polícia Federal (PF), mas disse que a pasta está à disposição do Banco Central (BC), que vai lidar com os desdobramentos do caso.</p>
<blockquote>
<p>“O Banco Central é órgão regulador do sistema financeiro e eu tenho certeza que, para ter chegado a esse ponto, todo esse processo deve estar muito robusto”, disse, ao chegar à sede do Ministério da Fazenda nesta manhã.</p>
</blockquote>
<h2>Prisão</h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<figure style="width: 754px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Banco Master" src="https://imagens.ebc.com.br/Ii9CgRJBw6ZHpKfcp1ujZMEIH7k=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/11/18/banco_master.jpg?itok=llQ1MdGp" alt="Brasília (DF) 18/11/2025 – Daniel Vorcaro -  Banco Master.
Foto: Banco Master" width="754" height="468" /><figcaption class="wp-caption-text">Brasília (DF) 18/11/2025 – Daniel Vorcaro foi preso quando tentava deixar o país. Foto: Banco Master &#8211; Banco Master</figcaption></figure>
</div>
</div>
<p>​Vorcaro foi preso pela PF no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, enquanto tentava deixar o país. A prisão ocorre no âmbito da Operação Compliance Zero, deflagrada hoje, com o objetivo de combater a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional.}</p>
<h2>Liquidação</h2>
<p>O BC também comunicou, hoje, a liquidação extrajudicial da Master Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Imobiliários. A autarquia ainda decretou como indisponíveis os bens de controladores e ex-administradores do grupo.</p>
<blockquote>
<p>“Eu penso que o Banco Central vai dando as informações na medida das suas possibilidades, à medida do andamento do processo de liquidação. O que cabe à Fazenda é dar suporte para as consequências desse ato; se houver, nós estamos aqui prontos para colaborar”, afirmou o ministro Haddad.</p>
</blockquote>
<p>Com a liquidação da Master Corretora, umas das consequências, por exemplo, é o uso do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para ressarcir os investidores. “É uma coisa que diz respeito ao sistema financeiro como todo, mas aí nós vamos ver os desdobramentos e o impacto disso”, acrescentou Haddad.</p>
<p>Entidade privada gerida pelos bancos associados, mas regulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), o FGC garante os saldos em conta e os investimentos de pessoas físicas e jurídicas de até R$ 250 mil para cada instituição financeira, com limite global de até R$ 1 milhão em quatro anos. O dinheiro é pago aos investidores em caso de quebra ou liquidação da instituição financeira.</p>
<p>Em agosto, em reunião extraordinária, o CMN apertou as instituições financeiras para poderem se associar ao fundo. Previstas para entrarem em vigor em 1º de junho de 2026, as novas regras foram definidas após o Banco Master passar a ser investigado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, em meio ao anúncio de compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB), instituição financeira ligada ao governo do Distrito Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Medidas de corte de gastos serão inseridas em novo projeto, diz Haddad</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/medidas-de-corte-de-gastos-serao-inseridas-em-novo-projeto-diz-haddad/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 00:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
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					<description><![CDATA[Tema será incorporado em PL relatado pelo deputado Juscelino Filho As medidas de revisão de gastos públicos necessárias para recompor o Orçamento de 2026 serão incorporadas a um projeto que será relatado pelo deputado Juscelino Filho (União Brasil-MA), disse nesta terça-feira (28) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O texto, que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tema será incorporado em PL relatado pelo deputado Juscelino Filho</p>
<p><strong>As medidas de revisão de gastos públicos necessárias para recompor o Orçamento de 2026 serão incorporadas a um projeto que será relatado pelo deputado Juscelino Filho (União Brasil-MA), disse nesta terça-feira (28) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. </strong>O texto, que institui o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp), deve concentrar a parte “menos controversa” do pacote fiscal que o governo busca aprovar ainda neste ano.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1664886&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1664886&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Segundo Haddad, as propostas de limitação de despesas e de revisão de cadastros sociais representam cerca de 60% do esforço necessário para concluir o Orçamento de 2026. </strong></p>
<blockquote>
<p>“O presidente Hugo [Motta] me ligou várias vezes na semana passada e disse que dois ou três parlamentares estariam disponíveis para incorporar a parte incontroversa da MP [Medida Provisória 1.303], que responde por 60% do problema que temos que resolver até o fim do ano”, afirmou o ministro nesta manhã.</p>
</blockquote>
<p>Retirada de pauta pela Câmara no início do mês, a MP 1.303 elevava tributos sobre investimentos financeiros, bets (empresas de apostas virtuais) e fintechs e trazia medidas de corte de gastos para compensar a desidratação parcial do decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).</p>
<p>A parcela de revisão de gastos será inserida no projeto relatado por Juscelino Filho. Caso o Congresso aprove o texto, o governo economizará R$ 4,28 bilhões em 2025 e R$ 10,69 bilhões em de 2026.</p>
<h2>Ajustes</h2>
<p>Aprovado no Senado em 2021, o Projeto de Lei 458/2021, relatado por Juscelino Filho, cria o Rearp. O texto está no plenário da Câmara e deverá ser ajustado para incluir as novas medidas. Com as mudanças, a proposta precisará retornar ao Senado.</p>
<p>A decisão de utilizar o projeto de Juscelino ocorreu após o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sugerir que as medidas de controle de gastos fossem deslocadas de outro projeto em tramitação não relacionado a controle de gastos. Segundo Motta, isso garantiria “pertinência temática” e evitaria questionamentos regimentais.</p>
<blockquote>
<p>“Para nós, o que importa é votar. Essa parte da MP [de revisão de gastos] dá conforto para fechar o orçamento com tranquilidade, como fizemos nos últimos dois anos”, disse Haddad.</p>
</blockquote>
<h2>Medidas de economia</h2>
<p><strong>Entre as medidas a serem incorporadas ao texto de Juscelino estão:</strong></p>
<ul>
<li>Pé-de-Meia – inclusão dos gastos com o programa de incentivo a estudantes do ensino médio no piso constitucional de investimentos na educação, reduzindo despesas em R$ 4,8 bilhões em 2026;</li>
<li>Perícia médica (Atestmed) – limitação de 180 para 30 dias no prazo de concessão do benefício por incapacidade temporária sem perícia, gerando economia de R$ 1,2 bilhão em 2025 e R$ 2,6 bilhões em 2026. O Atestmed é o sistema de atestado médico digital do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);</li>
<li>Seguro-defeso – vinculação do pagamento a pescadores artesanais à verba no Orçamento e à homologação de registros de pesca pelas prefeituras, com economia de até R$ 1,7 bilhão;</li>
<li>Compensação previdenciária – teto para a compensação financeira que União paga a regimes de previdência dos servidores estaduais e municipais para incorporar o tempo de serviço no INSS, reduzindo gastos em cerca de R$ 1,5 bilhão por ano.</li>
</ul>
<p>Do lado da arrecadação, o governo pretende resgatar o dispositivo que restringe compensações tributárias do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), quando não houver relação direta com a atividade da empresa. A estimativa de receita adicional é de R$ 10 bilhões por ano entre 2025 e 2026. As compensações tributárias são descontos que compensam tributos pagos a mais pelas empresas ao longo da cadeia produtiva.</p>
<h2>Votação</h2>
<p><strong>O presidente da Câmara afirmou que pretende colocar a proposta em votação ainda nesta semana, medida que Haddad classificou como essencial para a montagem do Orçamento do próximo ano.</strong></p>
<p>“O importante é votar o tema e dar previsibilidade à peça orçamentária de 2026”, destacou o ministro.</p>
<p>Após a votação do projeto de corte de despesas, a equipe econômica deve retomar o envio de propostas de aumento de arrecadação, incluindo a tributação das <em>fintechs </em>e das casas de apostas online (<em>bets</em>).</p>
<blockquote>
<p>“Nós estamos avaliando como complementar [as medidas] depois dessa votação, para encontrar a melhor forma de equilibrar o orçamento”, disse Haddad. Ele afirmou contar com apoio de parte do PL para aprovar as novas regras de taxação. “O PL não é monolítico. Há uma parte grande que concorda em corrigir injustiças tributárias, como a baixa tributação das bets”, completou.</p>
</blockquote>
<p>A derrubada da MP 1.303 retirou do governo uma série de medidas de ajuste, entre elas a tributação sobre apostas eletrônicas, <em>fintechs</em>, rendimentos de LCI e LCA, e juros sobre capital próprio (JCP). Também foram anuladas regras que limitavam compensações tributárias e cortavam gastos em programas sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Haddad: isenção do IR até R$ 5 mil deve ser sancionada em outubro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-isencao-do-ir-ate-r-5-mil-deve-ser-sancionada-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 16:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Reforma é primeira tentativa de mexer com desigualdade social, diz O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse esperar que a nova faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais seja sancionada até outubro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao portal ICL...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Reforma é primeira tentativa de mexer com desigualdade social, diz</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse esperar que a nova faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais seja sancionada até outubro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1659846&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1659846&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Em entrevista ao portal ICL Notícias, nesta terça-feira (23), o ministro disse que o combate à desigualdade social é fator primordial para o desenvolvimento do Brasil, o que reforça o posicionamento do governo federal em favor da ampliação da faixa de isenção.</strong></p>
<p>Se tudo der certo, disse o ministro, “20 milhões vão deixar de pagar IR durante este mandato. Já atualizamos a faixa de isenção por três vezes neste governo. Em um mandato, passamos de uma faixa de R$ 1,9 mil [de isenção] para R$ 5 mil. Nunca houve isso”.</p>
<p><strong>Na avaliação de Haddad, a reforma do Imposto de Renda é a primeira real tentativa do Estado brasileiro para mexer no tema da desigualdade</strong>. “Além disso, a renda teve um aumento, em 3 anos, de 18% acima da inflação. Não sou eu quem está dizendo. São dados do IBGE. É o maior aumento de renda desde o Plano Real.”</p>
<blockquote>
<p>“Uma coisa é combater a miséria, e o presidente Lula está fazendo isso pela segunda vez, ao tirar o Brasil do mapa da fome. Agora, o tema da desigualdade, raramente foi tocado. Estamos entre os piores dez países em termos de distribuição de renda.”</p>
</blockquote>
<p><strong>O ministro destacou que, atualmente, o país ainda tem mais de R$ 600 bilhões em renúncias fiscais</strong>. “Na minha opinião, esse é o maior escândalo. Nós conseguimos reverter R$ 100 bilhões e foi essa crítica toda ao governo, uma renúncia que já estava batendo em R$ 700 ou R$ 800 bilhões&#8221;. Ele disse que o <strong>objetivo do governo é diminuir o imposto sobre o consumo ao cobrar mais imposto de renda dos ricos</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O Congresso Nacional tem, agora, uma oportunidade muito importante, de colocar o Brasil na rota da justiça social e do combate à desigualdade. Não podemos continuar sendo um dos dez piores países em termos de distribuição de renda. É muito difícil pensar em desenvolvimento com esse nível de desigualdade”, completou.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo adiará um dos projetos da regulamentação da reforma tributária</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-adiara-um-dos-projetos-da-regulamentacao-da-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 12:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Adiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
		<category><![CDATA[regulamentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto sobre comitê gestor ficará para próxima semana O governo adiará o envio ao Congresso de um dos projetos de lei complementar (PLC) que regulamentam a reforma tributária, anunciou na noite dessa segunda-feira (22) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Por falta de tempo, o PLC que trata do Comitê...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Projeto sobre comitê gestor ficará para próxima semana</p>
<p>O governo adiará o envio ao Congresso de um dos projetos de lei complementar (PLC) que regulamentam a reforma tributária, anunciou na noite dessa segunda-feira (22) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Por falta de tempo, o PLC que trata do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e de questões administrativas deverá ser enviado na próxima semana.</p>
<p>O Comitê Gestor será um órgão com representação dos estados e municípios que se encarregará de fixar as alíquotas do IBS, imposto a ser administrado pelos governos locais. O projeto que trata do assunto é mais simples que o texto a ser enviado nesta semana, que abrangerá toda a regulamentação de todos os tributos sobre o consumo, informou Haddad, terá quase 200 páginas e deverá ser enviado nesta quarta-feira (24).</p>
<p>Originalmente, os dois projetos tinham previsão de ser enviados nesta segunda. No entanto, a Casa Civil, disse Haddad, pediu ajustes de última hora em dois pontos que foram discutidos no fim da tarde dessa segunda entre os ministro da Fazenda e da Casa Civil, Rui Costa, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>“Fechamos com o presidente [Lula]. Não tem mais pendência com ele, agora é um trabalho braçal para fechar o texto com mais de 150 páginas, quase 200. Agora está indo o projeto mais robusto”, declarou Haddad. O ministro não detalhou os dois últimos pontos que teriam ajuste. Apenas disse que seriam “detalhes” sobre os produtos com alíquota zero, alíquota reduzida (para 40% da alíquota cheia) e alíquota cheia.</p>
<p>O projeto a ser enviado amanhã inclui a regulamentação do IBS; da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributo federal sobre o consumo; o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos com risco à saúde e ao meio ambiente; e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que incidirá sobre mercadorias concorrentes das produzidas na Zona Franca de Manaus.</p>
<p>Os temas mais polêmicos são a desoneração da cesta básica e a lista de produtos que terão a cobrança do Imposto Seletivo. A reforma aprovada no ano passado deixou para o projeto de lei complementar decidir se, por exemplo, alimentos processados e ricos em açúcar sofrerão a cobrança do imposto.</p>
<h2>Relatoria</h2>
<p>Sobre a relatoria do texto, Haddad disse ter recebido do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a indicação que o senador Eduardo Braga (MDB-AM) relatará o primeiro projeto de lei complementar da reforma tributária. Braga foi relator da proposta de emenda à Constituição no Senado.</p>
<p>Haddad afirmou que só não enviou o projeto de lei complementar principal na semana passada por causa da viagem aos Estados Unidos. Na semana passada, o ministro foi a Washington para as reuniões do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana), do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.</p>
<p>Segundo Haddad, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, pediu a entrega do primeiro projeto de lei complementar nesta quarta-feira. O ministro se disse otimista quanto à regulamentação da reforma tributária ainda este ano.</p>
<p>“Não acredito que não vote [a regulamentação] neste ano. Seria até injusto com os presidentes Lira e Pacheco que essa reforma não terminasse no mandato deles [como presidentes das duas casas legislativas]”, destacou.</p>
<h2>Perse</h2>
<p>Após retornar do Palácio do Planalto, Haddad reuniu-se com líderes da base aliada na Câmara dos Deputados para discutir o projeto de lei que restringe o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Serviços (Perse). Segundo o ministro, a proposta pode ser votada nesta terça-feira (23), se a reunião de líderes na Câmara, prevista para as 12h, der certo.</p>
<p>Segundo o ministro, há consenso sobre os pontos principais do projeto de lei do Perse: a limitação da renúncia fiscal em R$ 15 bilhões até 2026 e um pente-fino na habilitação das empresas a receberem o benefício. O Perse foi criado para socorrer empresas do setor de eventos afetadas pela pandemia de covid-19.</p>
<p>“Nós temos de ter clareza de que estamos beneficiando quem precisa, porque, do jeito que está aberto, está dando margem [para desvios]. Não é para isso que o Perse deveria servir, abrir a porta para o crime organizado ou para quem não foi prejudicado pela pandemia”, ressaltou Haddad.</p>
<p>O ministro disse que, se não houver impedimento por parte dos deputados, pretende participar da reunião de líderes na Câmara. Em referência a um discurso do presidente Lula, que nesta segunda disse para Haddad ler menos livros e conversar com parlamentares, o ministro brincou: &#8220;Esqueci meus livros em São Paulo e estou liberado [para negociar com os líderes]&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">39340</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Haddad diz que renúncias causam rombo de R$ 32 bilhões e se reúne com Lula para encaminhar proposta</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-diz-que-renuncias-causam-rombo-de-r-32-bilhoes-e-se-reune-com-lula-para-encaminhar-proposta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 00:02:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro também tem encontro marcado com o presidente da Câmara, Arthur Lira, entre quinta e sexta-feira O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou, nesta terça-feira (16), que renúncias não previstas na peça orçamentária de 2024, aprovada em dezembro do ano passado, causam um rombo de R$ 32 bilhões nas contas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ministro também tem encontro marcado com o presidente da Câmara, Arthur Lira, entre quinta e sexta-feira</p>
<p>O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou, nesta terça-feira (16), que renúncias não previstas na peça orçamentária de 2024, aprovada em dezembro do ano passado, causam um rombo de R$ 32 bilhões nas contas públicas.</p>
<p>Pelas contas do ministério, o custo das renúncias é estimado em:</p>
<ul>
<li>R$ 12 bilhões para a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia.</li>
<li>R$ 4 bilhões para desoneração da folha de pagamento de municípios com até 142,6 mil habitantes.</li>
<li>R$ 16 bilhões do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).</li>
</ul>
<p>A desoneração da folha foi mantida pelo Congresso após a derrubada do veto presidencial, em 14 de dezembro de 2023. Já o Perse foi um programa emergencial para incentivar o setor de eventos, criado durante a pandemia de Covid-19.</p>
<p>“A desoneração terminava em 31 de dezembro. Não estava na peça na orçamentária. Então, nós fizemos a proposta de fazer com o benefício fiscal o mesmo que foi feito na reforma tributária. Se pegar a reforma tributária, todos os benefícios foram extintos e diluídos no tempo, justamente para que os setores não fossem afetados no curto prazo”, afirmou Haddad.</p>
<p>O ministro comentou ainda que deve se reunir, nesta quarta-feira (17), com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para discutir as considerações feitas pelo Congresso sobre a MP 1.202, que acaba com benefícios a diversos setores da economia.</p>
<div data-google-query-id="CLffndCO44MDFWGKlQIdunQOFA">
<p>Haddad disse que negocia com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG),  o “formato e o mérito” de uma proposta para equilibrar as contas e negou que haja qualquer tensão entre o governo e o Congresso.</p>
<p>Haddad se reuniu com Pacheco, nesta segunda-feira (15), e também comentou que deve se encontrar com Lira até o fim desta semana para tratar o tema. O ministro reforçou que há compromisso dos presidentes do Congresso e do governo federal com a responsabilidade fiscal.</p>
<p>” O papel da equipe econômica é colocar as coisas no lugar. Nós estamos obviamente conversando com todos os interessados, mas sobretudo pensando no Brasil como um todo. Eu não posso prejudicar toda a sociedade brasileira, por causa de um setor. Tem que encontrar um equilíbrio. Vamos nos acomodar de maneira que a gente consiga um objetivo que é comum a todos”, disse Haddad.</p>
</div>
<p>Haddad disse que negocia com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG),  o “formato e o mérito” de uma proposta para equilibrar as contas e negou que haja qualquer tensão entre o governo e o Congresso.</p>
<p>Haddad se reuniu com Pacheco, nesta segunda-feira (15), e também comentou que deve se encontrar com Lira até o fim desta semana para tratar o tema. O ministro reforçou que há compromisso dos presidentes do Congresso e do governo federal com a responsabilidade fiscal.</p>
<p>” O papel da equipe econômica é colocar as coisas no lugar. Nós estamos obviamente conversando com todos os interessados, mas sobretudo pensando no Brasil como um todo. Eu não posso prejudicar toda a sociedade brasileira, por causa de um setor. Tem que encontrar um equilíbrio. Vamos nos acomodar de maneira que a gente consiga um objetivo que é comum a todos”, disse Haddad.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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