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	<title>Governo Lula - Portal NDC</title>
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	<title>Governo Lula - Portal NDC</title>
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		<title>Paraná Pesquisas: Governo Lula é desaprovado por 58,2% dos eleitores em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 15:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[58.2%]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento realizado em 85 cidades do estado mostra que apenas 38,1% dos paulistas aprovam a gestão do petista, enquanto 3,7% não souberam ou preferiram não responder O último levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (27) revela um cenário desafiador para a administração do presidente Lula, especialmente no estado de São Paulo. De acordo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3894110119" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Levantamento realizado em 85 cidades do estado mostra que apenas 38,1% dos paulistas aprovam a gestão do petista, enquanto 3,7% não souberam ou preferiram não responder<br /><br />O último levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (27) revela um cenário desafiador para a administração do presidente Lula, especialmente no estado de São Paulo. De acordo com a pesquisa, realizada entre 21 e 24 de agosto de 2025, 58,2% dos paulistas desaprovam a gestão do presidente, enquanto apenas 38,1% a aprovam. Além disso, 3,7% dos entrevistados não souberam ou preferiram não opinar. A pesquisa ouviu 1.680 eleitores de 85 cidades do estado, apresentando um grau de confiança de 95% e uma margem de erro de 2,4 pontos percentuais.<br /><br />Os dados da pesquisa oferecem uma visão detalhada sobre a percepção dos eleitores paulistas em relação à administração de Lula. 11,6% dos entrevistados consideram a gestão ótima, enquanto 16,5% a avaliam como boa e 22% a classificam como regular. Em contrapartida, 8,5% dos participantes consideram a gestão ruim e 40,2% a veem como péssima.<br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan/Jornal da Manhã  </p>
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		<title>Após derrota no Congresso, governo Lula estuda recorrer ao STF para manter aumento do IOF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[davi alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[decreto do IOF]]></category>
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					<description><![CDATA[Palácio do Planalto avalia que derrubada do decreto é ilegal e estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025; caso a decisão seja levada para frente, crise com o Legislativo deve se acirrar Depois de sofrer uma derrota significativa no Congresso Nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-633183871" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Palácio do Planalto avalia que derrubada do decreto é ilegal e estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025; caso a decisão seja levada para frente, crise com o Legislativo deve se acirrar<br /><br />Depois de sofrer uma derrota significativa no Congresso Nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão que derrubou o decreto presidencial que aumentava as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A análise dentro do governo é de que a decisão do Congresso é “flagrantemente inconstitucional”. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, juristas ligados ao Executivo consideram que um decreto presidencial só pode ser sustado se houver extrapolação de competências, o que, na visão do governo, não ocorreu neste caso.<br /><br />“Saí de lá imaginando que estava tudo bem. Não só eu, todo mundo. Eu não sei o que mudou. O que mudou daquele domingo para hoje?”, questionou o ministro em entrevista à Folha de S.Paulo, referindo-se a uma reunião com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), realizada no último dia 8. Apesar da avaliação jurídica, Haddad afirmou que ainda não há manifestação oficial da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou da Advocacia-Geral da União (AGU), e que a decisão final caberá ao presidente Lula.<br /><br />A medida de levar o caso ao STF é apoiada por integrantes da base governista, como a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT). Em publicação nas redes sociais, Gleisi defendeu a legalidade do decreto e alertou que sua derrubada afetará diretamente as contas públicas e as emendas parlamentares. Com a rejeição do decreto e da medida provisória que tratava do mesmo tema, o governo estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025. Segundo a ministra, isso deve resultar em um contingenciamento adicional de R$ 2,7 bilhões nas emendas, somando-se aos R$ 7,1 bilhões já bloqueados, o que pode acirrar ainda mais a tensão com o Congresso.<br /><br />A derrubada do decreto, aprovada por ampla maioria na Câmara dos Deputados (383 votos a 98) e em votação simbólica no Senado, escancarou fragilidades na base aliada do governo. Parlamentares próximos ao Planalto reconhecem que a articulação política falhou e defendem que o presidente entre em campo pessoalmente para tentar recompor sua base no Legislativo. Durante a votação, Lula não fez contato com os presidentes Motta e Alcolumbre. A justificativa de assessores é que a derrota já era considerada inevitável. Agora, o presidente deve telefonar aos dois líderes para tentar reabrir o diálogo.<br /><br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Escândalo do Mensalão, que marcou o primeiro mandato de Lula, completa 20 anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/escandalo-do-mensalao-que-marcou-o-primeiro-mandato-de-lula-completa-20-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 17:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[josé dirceu]]></category>
		<category><![CDATA[mensalão]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Jefferson]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2005, julgamento no STF, transmitido ao vivo para todo o país, resultou em 24 condenações e 13 absolvições Há duas décadas, o cenário político brasileiro foi abalado por um dos maiores escândalos de corrupção da história do país: o Mensalão. Em 6 de junho de 2005, a Folha de S.Paulo publicou uma reportagem exclusiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1515734612" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em 2005, julgamento no STF, transmitido ao vivo para todo o país, resultou em 24 condenações e 13 absolvições<br /><br />Há duas décadas, o cenário político brasileiro foi abalado por um dos maiores escândalos de corrupção da história do país: o Mensalão. Em 6 de junho de 2005, a Folha de S.Paulo publicou uma reportagem exclusiva com o deputado Roberto Jefferson. Ele acusou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva de transferir recursos mensalmente a parlamentares em troca de votos favoráveis ao Executivo, em um esquema que envolvia figuras de alto escalão, como o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, e o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares. A denúncia levou à abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Correios, que investigou as alegações de corrupção.<br /><br />Em 2005, José Dirceu teve seu mandato cassado e deixou o cargo no governo para retornar à Câmara dos Deputados, onde defendeu sua inocência, alegando a falta de provas de uso de recursos públicos ou ilícitos. O publicitário Marcos Valério, apontado como operador do esquema, também negou qualquer irregularidade no financiamento de campanhas políticas.<br /><br />A situação se agravou com a prisão de um assessor de José Guimarães, irmão do presidente do PT na época, José Genoíno. José Adalberto Vieira foi flagrado com dólares escondidos na cueca, o que levou o presidente Lula a pedir desculpas à nação. Em 2007, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu abrir processo contra 40 denunciados, dos quais 38 se tornaram réus. O julgamento do Mensalão no STF, transmitido ao vivo para todo o país, resultou em 24 condenações e 13 absolvições.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Governo Lula deve receber enviado de Trump para tratar de sanções</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-lula-deve-receber-enviado-de-trump-para-tratar-de-sancoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 09:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Parlamentares de direita também se reúnem com coordenador para Sanções do governo dos EUA O coordenador para Sanções do governo de Donal Trump, David Gamble, visita o Brasil nesta segunda-feira (5). Ele tem encontros previstos com parlamentares de direita, além de reuniões no Itamaraty e no Ministério da Justiça, apurou a CNN. A embaixada dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4196163529" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Parlamentares de direita também se reúnem com coordenador para Sanções do governo dos EUA<br /><br />O coordenador para Sanções do governo de Donal Trump, David Gamble, visita o Brasil nesta segunda-feira (5). Ele tem encontros previstos com parlamentares de direita, além de reuniões no Itamaraty e no Ministério da Justiça, apurou a CNN.<br /><br />A embaixada dos Estados Unidos não divulgou detalhes da agenda do representante do governo norte-americano, mas afirmou, em nota, que “o Departamento de Estado dos Estados Unidos enviará uma delegação a Brasília, chefiada por David Gamble, chefe interino da coordenação de Sanções”.<br /><br />“Ele participará de uma série de reuniões bilaterais sobre organizações criminosas transnacionais e discutirá os programas de sanções dos EUA voltados ao combate ao terrorismo e ao tráfico de drogas”, disse a embaixadas.<br /><br />Segundo apuração da CNN, Gamble também deve se reunir com integrantes do governo brasileiro e ouvir parlamentares sobre a atuação de autoridades como o ministro Alexandre de Moraes (STF) e o procurador-geral Paulo Gonet.<br /><br />O objetivo seria avaliar se há ações no Brasil que, na visão do governo Trump, possam restringir a liberdade de expressão de jornalistas e políticos de direita. Uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro também está prevista, segundo o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro.</p>
<p>O representante do governo Trump também deve ir ao partido MDB.</p>
<h2>Frentes para punir Moraes</h2>
<p>Como a <strong>CNN</strong> mostrou em fevereiro, o trumpismo e o bolsonarismo criam três frentes para punir Moraes via EUA.</p>
<p>Uma delas seria pela Lei Magnitsky, aplicada mundialmente a quem for considerado, pelos Estados Unidos, violador dos direitos humanos em qualquer lugar do mundo.</p>
<p>Outra forma seria pelo instrumento da “No Censors on our Shores Act” (“Lei sem censores nas nossas costas”, em tradução livre), para punir, com a proibição de entrar em solo dos Estados Unidos, qualquer autoridade que, no exterior, atue contra a liberdade de expressão.</p>
<p>Por fim, haveria uma tentativa de união pela Foreign Corrupt Practices Act (em tradução livre, “Lei de Práticas Corruptas no Exterior”), que poderia ser aplicada a atos que envolvem benefícios políticos, manipulação institucional ou interferência ilegal que impacta interesses do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: CNN</em></p>
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		<item>
		<title>Cortes feitos pelo Governo Lula no AM revoltam Plínio Valério: “Quem faz isso não entende de Amazônia”; veja vídeo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cortes-feitos-pelo-governo-lula-no-am-revoltam-plinio-valerio-quem-faz-isso-nao-entende-de-amazonia-veja-video/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 15:01:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Plínio Valério]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus – O senador Plínio Valério (PSDB) criticou duramente, nesta quinta-feira (5), a decisão do Governo Federal de cortar R$ 32 milhões destinados a obras essenciais no Amazonas. Em pronunciamento, Valério afirmou que a medida demonstra desconhecimento sobre a importância estratégica da região e o impacto das obras para a conectividade, economia e qualidade de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2239308373" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p><strong>Manaus</strong> – O senador Plínio Valério (PSDB) criticou duramente, nesta quinta-feira (5), a decisão do Governo Federal de cortar R$ 32 milhões destinados a obras essenciais no Amazonas.<br /><br />Em pronunciamento, Valério afirmou que a medida demonstra desconhecimento sobre a importância estratégica da região e o impacto das obras para a conectividade, economia e qualidade de vida da população. “O governo acaba de cortar dinheiro para obras importantíssimas no estado do Amazonas. <br /><br />Quem faz isso não entende de Amazonas e de Amazônia”, disparou o parlamentar, destacando os cortes em projetos de infraestrutura em Manaus, Coari, Parintins e Jutaí. </p>
<div style="width: 740px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-47452-1" width="740" height="418" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Snapinsta.app_video_1747BB2E9EECE65931C014D5632A68A8_video_dashinit.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Snapinsta.app_video_1747BB2E9EECE65931C014D5632A68A8_video_dashinit.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Snapinsta.app_video_1747BB2E9EECE65931C014D5632A68A8_video_dashinit.mp4</a></video></div>
<h3><strong>Obras afetadas</strong></h3>
<p>Entre as intervenções mais relevantes atingidas pelos cortes estão:</p>
<ul>
<li><strong>Reforma do Aeroporto de Parintins</strong> – Corte de <strong>R$ 500 mil</strong>;</li>
<li><strong>Reforma do Aeroporto de Coari</strong> – Corte de <strong>R$ 17,1 milhões</strong>;</li>
<li><strong>Construção do Porto de Manaus Moderna</strong> – Corte de <strong>R$ 10,2 milhões</strong>;</li>
<li><strong>Construção de Terminais Fluviais em Jutaí e São Raimundo</strong> – Corte de <strong>R$ 3,7 milhões</strong>.</li>
</ul>
<p>Essas obras são consideradas fundamentais para a logística e transporte do estado, onde a dependência de transporte fluvial e aéreo é predominante, principalmente diante da precariedade rodoviária, como a falta de manutenção na <strong>BR-319</strong>.</p>
<h3><strong>Repercussão e críticas</strong></h3>
<p>O senador <strong>Plínio Valério (PSDB-AM)</strong> foi um dos mais contundentes ao criticar os cortes. Em discurso no Senado, ele destacou os prejuízos à conectividade e ao desenvolvimento econômico da região:</p>
<p><em>&#8220;Estamos falando de ligação entre comunidades, pessoas, mercadorias e turismo. Já não temos a BR-319, e agora querem impedir que melhoremos nossas orlas e aeroportos. Isso é um descaso.&#8221;</em></p>
<p>Plínio também questionou a postura do governo federal em relação ao Amazonas, declarando:</p>
<p><em>&#8220;Há quem diga que o presidente é amigo do Amazonas. Amigo? Não parece.&#8221;</em></p>
<h3><strong>Impactos regionais</strong></h3>
<p>Especialistas alertam que a suspensão dos investimentos pode ter efeitos devastadores na economia local. O <strong>Festival Folclórico de Parintins</strong>, por exemplo, que atrai milhares de visitantes anualmente, depende diretamente da infraestrutura aeroportuária para sua realização.</p>
<p>Além disso, em Manaus, o <strong>Porto da Orla Moderna</strong> e o <strong>Terminal Fluvial de São Raimundo</strong> são fundamentais para o escoamento de mercadorias e o transporte de passageiros, ligando comunidades ribeirinhas ao centro da capital.</p>
<h3><strong>Próximos passos</strong></h3>
<p>Lideranças políticas do estado prometem pressionar o governo federal para reverter os cortes e garantir que as obras no Amazonas sejam retomadas.</p>
<p><em>&#8220;Não vamos aceitar que nossas demandas sejam ignoradas. A Amazônia merece respeito,&#8221;</em> concluiu Plínio Valério.</p>
<p>Os cortes reforçam um antigo debate sobre a prioridade dada às necessidades da região amazônica no planejamento federal. A expectativa é que a mobilização das lideranças possa trazer respostas e possíveis mudanças na decisão do governo.</p>
<p><em>Com informações do Portal CM7</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
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		<item>
		<title>Governo corta R$ 5,5 bi no Orçamento; Educação é área mais atingida</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-corta-r-55-bi-no-orcamento-educacao-e-area-mais-atingida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 15:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Orçamento do Ministério da Educação será bloqueado em R$ 1,6 bilhão. Pastas das Cidades e Transportes também estão entre mais afetadas O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou, neste sábado (30/11), o decreto para cortar R$ 5,5 bilhões do Orçamento deste ano para conter as despesas públicas — a contenção é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-754154255" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Orçamento do Ministério da Educação será bloqueado em R$ 1,6 bilhão. Pastas das Cidades e Transportes também estão entre mais afetadas<br /><br />O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou, neste sábado (30/11), o decreto para cortar R$ 5,5 bilhões do Orçamento deste ano para conter as despesas públicas — a contenção é diferente do pacote anunciado nessa quinta-feira (28/11) pela equipe da Fazenda.<br /><br />O bloqueio é previsto no arcabouço fiscal, a nova regra de controle, para ajuste das contas e se torna necessário quando as despesas obrigatórias, como benefícios previdenciários e pagamentos de pessoal, crescem. Cabe à União decidir quais programas serão afetados por isso.<br /><br />Conforme o decreto, a pasta mais atingida por essa restrição é a da Educação, que perderá R$ 1,6 bilhão. Em seguida, aparece o Ministério das Cidades, com corte de R$ 1 bilhão; o dos Transportes, com R$ 956 milhões; e o da Integração e do Desenvolvimento Regional, com R$ 367 milhões.<br /><br />O governo federal conseguiu reduzir o bloqueio em R$ 1,7 bilhão. Inicialmente, o corte este ano somaria R$ 19 bilhões, pois haviam sido bloqueados R$ 13,3 bilhões em meses anteriores.<br /><br />A equipe econômica de Lula estima déficit primário de R$ 28,3 bilhões em 2024. O ideal, para a Fazenda, seria déficit zero, ou seja, igualar o valor de despesas e receitas e chegar em 2028 com superávit primário de 1% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<h4>Corte de gastos</h4>
<p>Ainda de olho nas contas públicas, o ministro Fernando Haddad, da Fazenda, anunciou nos últimos dias o novo pacote de corte de gastos. As medidas são fruto de mais de um mês de reuniões e tratativas com o Legislativo.</p>
<p>Com isso, o governo federal prevê economia de R$ 327 bilhões de 2025 a 2030. A curto prazo, a revisão deseja poupar R$ 70 bilhões nos próximos dois anos.</p>
<p>Agora, caberá ao Congresso Nacional avaliar a “tesourada”, enviada por uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e um Projeto de Lei Complementar (PLP).</p>
<p>As principais medidas envolvem pente-fino e novas regras para acessar o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que é pago a pessoas com deficiência de baixa renda e idosos; maior fiscalização do Bolsa Família; fim dos supersalários; e mudanças em benefícios de militares. Veja aqui o ponto a ponto do pacote fiscal.</p>
<p>Além disso, o governo Lula aproveitou para incluir uma promessa de campanha no pacote: a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil. Dessa forma, a perda na arrecadação seria compensada pela inclusão dos mais ricos na tributação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">47287</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Lula tenta mexer na segurança, mas governadores e Congresso resistem</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-tenta-mexer-na-seguranca-mas-governadores-e-congresso-resistem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Nov 2024 16:26:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da Justiça e Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Publica]]></category>
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					<description><![CDATA[PEC da Segurança, proposta pelo governo Lula, esbarra na resistência de governadores e parlamentares, e corre o risco de não avançar A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, apresentada na última semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo ministro Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), tem causado divergência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2456759203" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>PEC da Segurança, proposta pelo governo Lula, esbarra na resistência de governadores e parlamentares, e corre o risco de não avançar<br /><br />A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, apresentada na última semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo ministro Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), tem causado divergência entre aliados, opositores do governo federal e setores da sociedade. Diante da resistência, o texto corre o risco de não avançar.<br /><br />Entre seus principais pontos, o projeto amplia as atribuições da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), e constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública (Susp). O governo visa atribuir à União a competência de estabelecer uma política nacional de segurança pública, que deverá ser adotada por estados e municípios.<br /><br />Uma fonte aliada à gestão petista disse ao Metrópoles que a PEC da Segurança não resolve os problemas urgentes da questão, que a proposta seria uma forma de “enrolar”, e ressaltou que os estados não têm condição de enfrentar o crime organizado. Segundo aliados, há funcionários o suficiente para resolver os problemas, mas não existe vontade política para isso.<br /><br />O delegado Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, falou para jornalistas, na sexta-feira (1º/11), como se o assunto estivesse pacificado dentro da instituição.<br /><br />“É uma proposta do Ministério da Justiça, ao qual estamos subordinados. Mas, no que diz respeito à nossa instituição, no que nos compete, não há nenhuma divergência interna. Não vejo nenhum problema nessa medida”, afirmou.<br /><br />A Federação Nacional dos Peritos Oficiais em Identificação Humana (Fenappi), que envolve delegados e entidades militares, classificou a proposta como “inadequada e desnecessária”.<br /><br />“A redução dos índices de criminalidade não é alcançada com mudanças constitucionais, mas com soluções construídas pelo diálogo entre os entes federativos e órgãos envolvidos”, disse a federação em carta distribuída.<br /><br />Segundo a nota, a Fenappi irá trabalhar “democraticamente” para barrar o texto e evitar que o país “gaste energia em medida que não garanta efetividade no enfrentamento à criminalidade organizada”.</p>
<h4>Mais desafios</h4>
<p>Outra entidade que deseja barrar a PEC é a Frente Parlamentar da Segurança Pública. Membros disseram à coluna de Igor Gadelha, do <strong>Metrópoles</strong>, que pretendem levar o tema ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) na próxima semana.</p>
<p>O presidente da frente, deputado Alberto Fraga (PL-DF), afirmou que o governo federal não ouviu a opinião da bancada da bala sobre o texto.</p>
<p>Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás, falou ser “lógico” que tentará barrar a PEC. “Peguei um estado endividado. Vocês só viam Goiás nas páginas policiais, era somente escândalo. Hoje não veem mais. É um estado onde temos cada vez mais empresas e famílias migrando, devido à segurança pública”, falou.</p>
<p>Já o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), mostrou-se aberto à PEC e defendeu a maior integração dos estados com a União, durante a reunião de quinta-feira. No entanto, mostrou preocupação com pontos da proposta que podem interferir na autonomia dos estados.</p>
<p>Claudio Castro (PL), governador do Rio de Janeiro, também demonstrou receio com a possibilidade de ingerência nas atribuições dos estados, mas mostrou vontade de ouvir a União. “Tem que entender qual, na real, é a importância de uma PEC. Se ela for um trabalho de coordenação, de ajuda, ela é bem-vinda. Se ela for de controle, vai ter que ver o seguinte: quem vai pagar a conta?”, questionou na quinta.</p>
<h4>Avanços</h4>
<p>Para a diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo, a PEC da Segurança traz avanços importantes no sentido de definir o papel da União na segurança pública. “Ter isso constitucionalizado garante ou pelo menos diminui o risco de que políticas sejam feitas em determinado governo e descontinuadas no próximo”, pontua.</p>
<p>A especialista também manifesta preocupação de que haja um esvaziamento da proposta, diante da resistência do Congresso.</p>
<p>“A minha preocupação é que a PEC acabe sendo a grande resposta num momento em que a chance de se passar no Congresso é muito baixa, em que é preciso fazer muito mais articulação política com estados e governadores”, avalia. “[O receio é] Que, nessa negociação, a PEC perca elementos centrais e cabe sendo esvaziada para ser aprovada”, conclui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
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		<title>Veja qual trecho da BR-319 teve obra de repavimentação autorizada</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/veja-qual-trecho-da-br-319-teve-obra-de-repavimentacao-autorizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 14:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[BR-319]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[Dnit]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[repavimentação]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-761578577" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A repavimentação de um trecho da BR-319, assinada pelo governo Lula, corresponde a 20 quilômetros da rodovia, entre o quilômetro 198,2 e o 218,2, conhecido como trecho C.<br /><br />O contrato foi assinado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e o prazo para execução das obras será de 720 dias, contados a partir da ordem de serviço, que ocorreu nesta terça-feira (10) durante visita do presidente da República a Manaus.<br /><br />O Governo Federal também deve iniciar a licitação nos próximos 30 dias para pavimentação de mais 32 quilômetros da rodovia, além de ter assegurado a realização de novos estudos e discussões entre o ministério do Meio Ambiente, e demais órgãos da União, além do Governo do Amazonas.<br /><br />A ideia é garantir a pavimentação do chamado trecho do meio, ligando definitivamente o Amazonas, pelo município de Humaitá, a Porto Velho, em Rondônia.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: RealTime1</p>
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		<title>Lula cobra agilidade em R$ 318,5 milhões a ações na Amazônia: “É preciso passar por cima dos manuais”</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-cobra-agilidade-em-r-3185-milhoes-a-acoes-na-amazonia-e-preciso-passar-por-cima-dos-manuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 00:20:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva (Lula)]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Valor é o primeiro aporte de um total previsto de R$ 1,2 bilhão para o Plano Amazônia: Segurança e Soberania (AMAS) O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinou R$ 318,5 milhões do Fundo Amazônia a ações de segurança pública no bioma. A cerimônia para a assinatura do contrato entre o BNDES e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3585299930" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Valor é o primeiro aporte de um total previsto de R$ 1,2 bilhão para o Plano Amazônia: Segurança e Soberania (AMAS)<br /><br />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinou R$ 318,5 milhões do Fundo Amazônia a ações de segurança pública no bioma.<br /><br />A cerimônia para a assinatura do contrato entre o BNDES e o Ministério da Justiça aconteceu nesta segunda-feira (17) no Palácio do Planalto, em Brasília.<br /><br />Ao final do evento, em discurso rápido, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cobrou de ministros e demais autoridades presentes agilidade na aplicação dos recursos.<br /><br />“Estamos no meio de junho. Agora, temos que fazer a licitação para comprar as coisas que estão aí previstas no orçamento. Se levar mais um ano, a gente vai terminar o mandato sem colocar em prática o nosso plano”, comentou o presidente<br /><br />O presidente, então, fez um “apelo aos companheiros que vão executar isso”. Segundo Lula, “é preciso ser rápido, é preciso passar por cima dos manuais”. “É preciso tentar fazer as coisas acontecerem, porque senão daqui a pouco a gente tem uma reunião… está o governador do Amapá, do Amazonas, falando que o dinheiro não chegou, não chegaram os drones, os helicópteros, os barcos”.<br /><br />Lula pediu ainda “menos reunião, menos burocracia, menos papel e fazer as coisas acontecerem”. Ele falou que, “se não tinha plano, (agora) tem o plano”. “Não tinha dinheiro, tem o dinheiro”, continuou.<br /><br />Agora, é o seguinte: tem plano, tem o dinheiro e tem gente para executar. Nada mais pode retardar<br /><br />Luiz Inácio Lula da Silva<br /><br />Esses R$ 318,5 milhões são o primeiro aporte de um total previsto de R$ 1,2 bilhão para o Plano Amazônia: Segurança e Soberania (AMAS). O plano em si havia sido instituído há quase um ano.<br /><br />A iniciativa busca fortalecer as forças de segurança na região amazônica, como a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, para combater o crime organizado e o desmatamento ilegal.<br /><br />O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou que o foco será em ações de inteligência para identificar cadeias de crimes. O dinheiro também servirá para bancar policiais, viaturas, drones, lanchas blindadas e helicópteros, por exemplo, fora a implantação de bases terrestres e fluviais.<br /><br />A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse que “não há nenhum tipo de conivência com o crime e com a impunidade”.<br /><br />A ideia é ainda integrar melhor as ações dos nove estados da Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.<br /><br />O dinheiro servirá também para estruturar o Centro de Cooperação Policial Internacional, em Manaus, e um projeto da Polícia Federal de rastreamento da origem de minérios extraídos de forma ilegal. Nesta segunda, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, defendeu “estarmos em nova e promissora fase”.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: CNN</p>
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		<title>PF indicia Juscelino Filho em caso de suposto desvio de emendas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pf-indicia-juscelino-filho-em-caso-de-suposto-desvio-de-emendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 14:16:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Juscelino Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva (Lula)]]></category>
		<category><![CDATA[PF (Polícia Federal)]]></category>
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					<description><![CDATA[Juscelino é suspeito de ter cometido os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa A Polícia Federal (PF) indiciou o ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União-MA), por participação em suposto esquema de desvios de emendas parlamentares via Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Juscelino é suspeito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3680091740" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Juscelino é suspeito de ter cometido os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa<br /><br />A Polícia Federal (PF) indiciou o ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União-MA), por participação em suposto esquema de desvios de emendas parlamentares via Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).<br /><br />Juscelino é suspeito de ter cometido os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.<br /><br />As conclusões foram enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) na terça-feira (11). O relator é o ministro Flávio Dino, ex-colega de Juscelino no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).<br /><br />O documento será encaminhado para a Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o procurador-geral decida se denuncia, arquiva ou solicita novas diligências à PF.<br /><br />A CNN entrou em contato com o Ministério das Comunicações para comentar o indiciamento, mas não houve resposta até o momento. O espaço segue aberto.<br /><br />Na investigação, Juscelino prestou depoimento à PF em maio. Ele defendeu a regularidade da destinação de emendas e criticou a investigação e a condução do depoimento por um delegado da corporação. Chegou a fazer comparação com a Lava Jato.<br /><br />Em setembro de 2023, o então relator da investigação, ministro Luís Roberto Barroso, bloqueou R$ 835 mil do ministro.<br /><br />O magistrado também afastou do cargo a prefeita de Vitorino Freire (MA), Luanna Martins Bringel Rezende, irmã de Juscelino. Ela é investigada no caso. Barroso autorizou a volta dela ao cargo dias depois.</p>
<h2>“Modus operandi da Operação Lava Jato”</h2>
<p>Em nota depois do depoimento, Juscelino Filho disse que a investigação apura “convênios decorrentes de emendas parlamentares, que foram destinadas de forma legítima e transparente”.</p>
<p>Ele afirmou que o depoimento durou 15 minutos e que foi encerrado “abruptamente” pelo delegado do caso, quando seus advogados comunicaram que ele “responderia apenas perguntas relacionadas ao objeto da investigação autorizada pelo STF”.</p>
<p>“Infelizmente, o delegado optou por basear suas perguntas em informações que extrapolam o objeto da apuração, que sequer foram fornecidas a meus advogados, evidenciando que o propósito da investigação é devassar a minha vida e encontrar algo contra mim a qualquer custo. Esse método repete o modus operandi da Operação Lava Jato que, como sabemos, resultou em consequências danosas a pessoas inocentes”, afirmou.</p>
<p>Segundo Juscelino, ele se tornou “personagem principal” da investigação depois de se tornar ministro do governo.</p>
<p>“Quero reiterar que sempre estive e continuo à disposição das autoridades competentes para prestar os devidos esclarecimentos, desde que sejam respeitados os procedimentos legais e sem julgamentos prévios”, declarou.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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