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	<title>Governo Federal - Portal NDC</title>
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	<title>Governo Federal - Portal NDC</title>
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		<title>Governo Federal libera R$ 5,4 milhões para seis cidades do Amazonas em situação de emergência por inundações</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-federal-libera-r-54-milhoes-para-seis-cidades-do-amazonas-em-situacao-de-emergencia-por-inundacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 15:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Defesa Civil Nacional citou que os municípios beneficiados devem apresentar prestação de contas detalhada dos recursos aplicados. Seis cidades do Amazonas que tiveram situação de emergência por inundação reconhecida pelo Governo Federal receberão o repasse total de R$ 5,4 milhões por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). O valor será dividido entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-551961477" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Defesa Civil Nacional citou que os municípios beneficiados devem apresentar prestação de contas detalhada dos recursos aplicados.</p>
<div id="chunk-eh3ok">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Seis cidades do Amazonas que tiveram situação de emergência por inundação reconhecida pelo Governo Federal <strong><span class="highlight highlighted">receberão o repasse total de R$ 5,4 milhões</span></strong> por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). O valor será dividido entre as localidades, conforme autorização publicada na edição de sexta-feira (4) do Diário Oficial da União (DOU).</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-fgrmb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="5">
<div id="chunk-9v5t7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O ato administrativo indica que os valores serão usados em ações emergenciais como assistência humanitária, aquisição de alimentos e reparos em infraestrutura danificada. A Defesa Civil Nacional citou que os municípios beneficiados devem apresentar prestação de contas detalhada dos recursos aplicados.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ar6pp">
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</div>
<div id="chunk-b932f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="7" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Confira os cidades e os valores contemplados:</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-602ja">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="24" data-block-id="9">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Tefé</strong>: R$ 550.972,32 (Inundações)</li>
<li><strong>Tonantins</strong><strong>:</strong> R$ 692.428,00 (Inundações)</li>
<li><strong>Borba</strong>: R$ 1.136.925,00 (Inundações/Tempestade)</li>
<li><strong>Caapiranga</strong><strong>:</strong> R$ 163.872,00 (Inundações)</li>
<li><strong>Jutaí</strong><strong>:</strong> R$ 953.621,00 (Inundações)</li>
<li><strong>Urucurituba</strong> R$ 532.711,40 (Inundações)</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-5599u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Na decisão consta que, caso os municípios não apliquem as verbas de forma adequadas, podem haver a suspensão de novos repasses e responsabilização prevista na legislação.</p>
<div id="chunk-lisu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>Situação de emergência</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-c0rs5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No dia 2 de junho, o Governo Federal reconheceu 30 cidades amazonenses em situação de emergência por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2gguf">
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</div>
<div id="chunk-33kcf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Com o reconhecimento, as prefeituras podem solicitar recursos federais para ações de assistência, como distribuição de cestas básicas, água potável, kits de higiene e limpeza, além de refeições para equipes que atuam nas áreas atingidas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4m9su">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>Veja a lista completa abaixo:</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-1a6uo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="116" data-block-id="18">
<ol class="content-ordered-list theme-ordered-list-color-primary">
<li><strong>Amaturá &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Anamã &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Apuí &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Barreirinha &#8211; Chuvas intensas</strong></li>
<li><strong>Benjamin Constant &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Boa Vista do Ramos &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Boca do Acre &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Borba &#8211; Inundações/Chuvas intensas</strong></li>
<li><strong>Caapiranga &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Carauari &#8211; Erosão da Margem Fluvial</strong></li>
<li><strong>Careiro &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Careiro da Várzea &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Coari &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Eirunepé &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Fonte Boa &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Guajará &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Humaitá &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Ipixuna &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Itamarati &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Japurá &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Juruá &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Jutaí &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Manacapuru &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Manaquiri &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Manicoré &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Maraã &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Novo Aripuanã &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Santo Antônio do Içá &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>São Paulo de Olivença &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Tefé -Inundações</strong></li>
<li><strong>Tonantins &#8211; Inundações</strong></li>
<li><strong>Urucurituba &#8211; Inundações</strong></li>
</ol>
</div>
</div>
<div id="chunk-bppnb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Para acessar os recursos, os municípios precisam enviar um plano de trabalho por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Após a aprovação, o valor é oficializado em nova portaria publicada no DOU.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55742</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Após derrota no Congresso, governo Lula estuda recorrer ao STF para manter aumento do IOF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/apos-derrota-no-congresso-governo-lula-estuda-recorrer-ao-stf-para-manter-aumento-do-iof/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[davi alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[decreto do IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Palácio do Planalto avalia que derrubada do decreto é ilegal e estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025; caso a decisão seja levada para frente, crise com o Legislativo deve se acirrar Depois de sofrer uma derrota significativa no Congresso Nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-600520796" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Palácio do Planalto avalia que derrubada do decreto é ilegal e estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025; caso a decisão seja levada para frente, crise com o Legislativo deve se acirrar<br /><br />Depois de sofrer uma derrota significativa no Congresso Nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão que derrubou o decreto presidencial que aumentava as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A análise dentro do governo é de que a decisão do Congresso é “flagrantemente inconstitucional”. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, juristas ligados ao Executivo consideram que um decreto presidencial só pode ser sustado se houver extrapolação de competências, o que, na visão do governo, não ocorreu neste caso.<br /><br />“Saí de lá imaginando que estava tudo bem. Não só eu, todo mundo. Eu não sei o que mudou. O que mudou daquele domingo para hoje?”, questionou o ministro em entrevista à Folha de S.Paulo, referindo-se a uma reunião com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), realizada no último dia 8. Apesar da avaliação jurídica, Haddad afirmou que ainda não há manifestação oficial da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou da Advocacia-Geral da União (AGU), e que a decisão final caberá ao presidente Lula.<br /><br />A medida de levar o caso ao STF é apoiada por integrantes da base governista, como a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT). Em publicação nas redes sociais, Gleisi defendeu a legalidade do decreto e alertou que sua derrubada afetará diretamente as contas públicas e as emendas parlamentares. Com a rejeição do decreto e da medida provisória que tratava do mesmo tema, o governo estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025. Segundo a ministra, isso deve resultar em um contingenciamento adicional de R$ 2,7 bilhões nas emendas, somando-se aos R$ 7,1 bilhões já bloqueados, o que pode acirrar ainda mais a tensão com o Congresso.<br /><br />A derrubada do decreto, aprovada por ampla maioria na Câmara dos Deputados (383 votos a 98) e em votação simbólica no Senado, escancarou fragilidades na base aliada do governo. Parlamentares próximos ao Planalto reconhecem que a articulação política falhou e defendem que o presidente entre em campo pessoalmente para tentar recompor sua base no Legislativo. Durante a votação, Lula não fez contato com os presidentes Motta e Alcolumbre. A justificativa de assessores é que a derrota já era considerada inevitável. Agora, o presidente deve telefonar aos dois líderes para tentar reabrir o diálogo.<br /><br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo buscará retomar pauta de regulação das redes no Congresso</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-buscara-retomar-pauta-de-regulacao-das-redes-no-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 16:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[João Brandt]]></category>
		<category><![CDATA[PL das Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Principal projeto sobre o tema, PL das Fake News está parado na Câmara O governo federal vai tentar uma nova aproximação com o Congresso nas próximas semanas para que o tema da regulação das plataformas digitais volte à agenda dos legisladores, afirmou o Secretário de Politicas Digitais da Presidência da República, João Brant. &#8220;O governo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2125933386" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Principal projeto sobre o tema, PL das Fake News está parado na Câmara</p>
<p>O governo federal vai tentar uma nova aproximação com o Congresso nas próximas semanas para que o tema da regulação das plataformas digitais volte à agenda dos legisladores, afirmou o Secretário de Politicas Digitais da Presidência da República, João Brant.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1638714&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1638714&amp;o=node" /></p>
<p>&#8220;O governo está terminando de definir sua posição de mérito e de estratégia. Nossa compreensão é que essa regulação precisa equilibrar três coisas: primeiro, a responsabilidade civil das plataformas; segundo, o que a gente chama de dever de prevenção e precaução, que significa a necessidade de atuar preventivamente para que não haja disseminação de conteúdos ilegais e danosos a indivíduos ou a coletividades; e terceiro, que elas atuem na mitigação dos riscos sistêmicos da sua atividade&#8221;, defendeu Brant na última semana, em palestra na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>A principal proposta de regulação das plataformas digitais, o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2256735&amp;fichaAmigavel=nao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei 2.630 de 2020</a>, conhecido como PL das <em>Fake News</em>, já foi aprovado pelo Senado e está em análise na Câmara dos Deputados. A falta de um acordo, porém, impede que ele avance desde o ano passado.</p>
<p>Atualmente, essas empresas respondem ao <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Marco Civil da Internet</a>, aprovado em 2014. No seu Artigo 19, a lei diz que que as redes sociais só podem ser responsabilizadas por conteúdo ofensivo ou danoso postado por usuários caso descumpram uma ordem judicial de remoção, à exceção de conteúdo sexuais não autorizado ou casos que violam direitos autorais.</p>
<p>No dia-a-dia, a moderação dos conteúdos cabe às plataformas, que têm políticas próprias para decidir sobre a exclusão de conteúdos violentos ou mentirosos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Quando você vai discutir regulação ambiental, por exemplo, o tempo inteiro você olha para os riscos sistêmicos, aqueles riscos que são inerentes à atividade, que afetam direitos fundamentais ou outros marcos legais relevantes. E é preciso mitigar esses efeitos, impor responsabilidades e custos. E o que a gente tem é uma distorção do ambiente digital, sem que as plataformas assumam qualquer responsabilidade&#8221;, argumentou o secretário.</p>
</blockquote>
<p>O uso das redes sociais para cometer crimes continua no centro do debate público em meio às denúncias de violências cometidas contra crianças e adolescentes, e tem reacendido a discussão sobre a regulação das chamadas <em>big techs</em>, as empresas que controlam essas plataformas.</p>
<p>O coordenador do Centro de Referência para o Ensino do Combate à Desinformação da Universidade Federal Fluminense, Afonso Albuquerque, concorda que a regulação das redes se tornou uma questão fundamental e é preciso mais do que responsabilizar as plataformas por esses conteúdos.</p>
<p>&#8220;É preciso ter regras relativas ao financiamento dessas plataformas que, de alguma forma, estabeleçam princípios de transparência algorítmica. Nós temos um agente que tem uma capacidade imensa de intervir nos debates nacionais e, hoje, efetivamente, nós operamos no terreno da mais pura ilegalidade&#8221;</p>
<p>No entanto, ele não vê um cenário favorável a essa discussão, no Congresso Nacional, a princípio. Mas uma ajuda indireta e imprevista pode vir dos efeitos do governo de Donald Trump, nos Estados Unidos: &#8220;Nós estamos vivendo um momento muito caótico, no qual não é possível fazer análises muito claras. Algumas semanas atrás, nós tínhamos uma situação de fechamento das plataformas com os interesses do governo Trump. Mas, agora que as tarifas estão afetando o bolso dos bilionários que apoiaram o Trump, esse não é um cenário tão transparente assim&#8221;.</p>
<p>Para Afonso Albuquerque, <strong>as ações de Donald Trump também têm colocado os Estados Unidos em oposição a muitos países, incitando em muitos deles a necessidade de defender sua soberania em diversos campos, inclusive contra a influência das plataformas digitais americanas</strong>.</p>
<p>&#8220;Ele e os personagens envolvidos, particularmente o Elon Musk, mas o [Mark] Zuckerberg também, demonstraram pouca sutileza no seu interesse de intervir em assuntos internos de outros países, particularmente do Brasil. E, ao fazer isso, eles levantam a agenda da soberania. Eu acho que essa ameaça está presente desde que as plataformas existem, mas o comportamento agressivo dos integrantes do governo Trump, particularmente sua aliança com os setores da extrema direita anti-institucional do Brasil, tornam muito visível essa ameaça&#8221;, explica o especialista.</p>
<p>O Secretário de Politicas Digitais da Presidência da República, João Brant, acrescenta que os resultados dos embates entre Musk e o Supremo Tribunal Federal criaram um precedente positivo não só para o Brasil:</p>
<p>&#8220;É um momento em que se testa, se esgarça essa relação com os estados nacionais. O mundo inteiro fica olhando para ver o que que o Brasil vai fazer, e o Brasil toma uma decisão de suspender o serviço enquanto não cumprisse as ordens judiciais.</p>
<blockquote>
<p>O melhor dessa história é que ela termina com o Musk tendo que sucumbir ao Estado brasileiro, topando cumprir as regras para voltar ao ar. &#8220;Eu diria que ali foi um momento de virada em que vários países entenderam que a gente não pode lidar com naturalidade com o fato de que eles escolhem quais regras vão cumprir.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Brant também acredita que duas situações frequentes podem contribuir para que a população pressione os legisladores em direção à regulação: &#8220;A própria proteção de crianças e adolescentes, que eu acho que é um tema chave, em que fica mais explícito o problema, e também a quantidade de golpes e fraudes no ambiente digital, e uma parte das plataformas é inclusive sócia desses golpes, porque recebe dinheiro para veicular conteúdo fraudulento.&#8221;</p>
<p>Já o coordenador do Centro de Referência para o Ensino do Combate à Desinformação da UFF, Afonso Albuquerque, defende que <strong>é preciso ir além das regulações nacionais, com a criação de mecanismos transnacionais pactuados e instituições de governança que estabeleçam e fiscalizem o cumprimento de regras globais.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Manicoré vai receber cerca de R$ 8 milhões do Governo Federal para recuperação de áreas afetadas por desastres</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/manicore-vai-receber-cerca-de-r-8-milhoes-do-governo-federal-para-recuperacao-de-areas-afetadas-por-desastres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 18:38:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Manicoré]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=51311</guid>

					<description><![CDATA[Verba é destinada para a reconstrução de unidades habitacionais no município do interior do Amazonas. O município de Manicoré, no interior do Amazonas, vai receber aproximadamente R$ 8 milhões do Governo Federal para a recuperação de áreas afetadas por desastres. O repasse foi aprovado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) na última segunda-feira (10). Além de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3095250366" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Verba é destinada para a reconstrução de unidades habitacionais no município do interior do Amazonas.</p>
<div id="chunk-cgs7s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O município de <strong>Manicoré</strong>, no interior do Amazonas, <span class="highlight highlighted">vai receber aproximadamente </span><strong><span class="highlight highlighted">R$ 8 milhões</span></strong><span class="highlight highlighted"> do Governo Federal para a recuperação de áreas afetadas por desastres</span>. O repasse foi aprovado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) na última segunda-feira (10).</p>
</div>
</div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Além de Manicoré, outros municípios dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina também serão contemplados com os recursos.</p>
<div id="chunk-capnc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A verba será destinada para a <span class="highlight highlighted">reconstrução de unidades habitacionais no município amazonense</span>. Conforme o documento, os recursos serão transferidos de forma obrigatória e liberados em três parcelas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6qglh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A liberação das verbas está condicionada ao cumprimento das exigências previstas na Portaria nº 3.033/2020, que define as regras para repasses federais em situações de emergência ou calamidade pública.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aeb90">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">As portarias com os repasses foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). <strong>Confira abaixo</strong>:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d1ihr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="44" data-block-id="11">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>💰 Manicoré (AM) &#8211; R$ 7.949.879,40</strong></li>
<li>💰 Nova Laranjeiras (PR) &#8211; R$ 911.394,09</li>
<li>💰 Pitanga (PR) &#8211; R$ 636.500,00</li>
<li>💰 Pitanga (PR) &#8211; R$ 1.675.445,00</li>
<li>💰 Orleans (SC) &#8211; R$ 198.369,26</li>
<li>💰 Urussanga (SC) &#8211; R$ 363.953,77</li>
<li>💰 Sede Nova (RS) &#8211; R$ 194.800,00</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-dlk07">
<div class="bs-video-block mc-column   content-media content-video" data-block-type="backstage-video" data-block-id="12">
<div class="content-media__container">
<div class="content-video__bigger-player-description-fixer">
<article class="content-video" data-ts-view="1741718238199">
<section class="content-video__video-container">
<div class="content-video__video">
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<div class="media-control media-control-hide h720 w960">
<div class="media-control-position__right"><em>Fonte: G1</em></div>
</div>
<div class="media-control-panel__modal"> </div>
</div>
</div>
</section>
</article>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>André Mendonça, do STF, afirma que governo federal não cumpriu todas as determinações em plano sobre Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/andre-mendonca-do-stf-afirma-que-governo-federal-nao-cumpriu-todas-as-determinacoes-em-plano-sobre-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 14:18:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ANDRÉ MENDONÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro homologou parcialmente documento apresentado pela União com medidas contra desmatamento O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), considerou que o governo federal deixou de cumprir determinações do julgamento em que a Corte estabeleceu providências para a diminuição do desmatamento na Amazônia. Mendonça homologou parcialmente um plano apresentado pela União e determinou o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-41210906" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro homologou parcialmente documento apresentado pela União com medidas contra desmatamento<br /><br />O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), considerou que o governo federal deixou de cumprir determinações do julgamento em que a Corte estabeleceu providências para a diminuição do desmatamento na Amazônia. Mendonça homologou parcialmente um plano apresentado pela União e determinou o cumprimento dos pontos ausentes.<br /><br />&#8220;Diante do não cumprimento de vários aspectos da decisão deste Supremo Tribunal Federal por parte da União e diante dos graves e notórios problemas na gestão ambiental verificados, homologo apenas parcialmente o cumprimento do acórdão&#8221;, escreveu o ministro, em decisão desta segunda-feira.<br /><br />Em março do ano passado, o STF decidiu que o governo federal deveria apresentar um plano de combate e redução ao desmatamento na Amazônia. No julgamento, os ministros ainda rejeitaram a declaração de um &#8220;estado de coisas inconstitucional&#8221; na gestão ambiental.<br /><br />Entre os pontos que Mendonça apontou que não foram cumpridos estão a apresentação de um plano de reestruturação da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o estabelecimento de mecanismos de &#8220;ampla transparência&#8221; para &#8220;garantia do controle social das medidas, das metas e dos resultados&#8221; do Ministério do Meio Ambiente.<br /><br />O ministro ressaltou que, apesar de um plano de reestruturação ter sido apresentado para o Ministério do Meio Ambiente e para o Ibama e o ICMBio, o governo não garantiu que será possível cumpri-lo nos próximos anos.<br /><br />Isso porque a Advocacia-Geral da União (AGU) afirmou ao STF que realiza &#8220;nítido esforço&#8221; para cumprir as determinações, mas que &#8220;não há, até o momento, como se delimitar de forma objetiva, sob os prismas fático-jurídico, o quantitativo de vagas que poderão ser providas entre 2026 e 2027 para recomposição e fortalecimento da força de trabalho dos órgãos federais&#8221;.<br /><br />Mendonça também apontou que o Sistema de Informações do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm) precisa &#8220;deixar de modo claro e fácil as informações sobre quando e como as ações foram cumpridas&#8221; e que é necessário &#8220;fortalecer a divulgação institucional do Sistema, com fácil visualização, destaque e link para acesso&#8221; na página do Ministério do Meio Ambiente e de outros órgãos ambientais.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: O Globo</em></p>
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		<item>
		<title>Vídeo de Nikolas acusando Lula de querer taxar Pix viraliza. Entenda</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/video-de-nikolas-acusando-lula-de-querer-taxar-pix-viraliza-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 15:25:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Nikolas Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Deputado federal diz que mudança em monitoramento é para cobrar imposto. Governo federal reafirma que não haverá taxação Um vídeo produzido pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), no qual o governo federal é acusado de querer taxar transações via Pix, viralizou nesta terça-feira (14/1). Por causa do sucesso da publicação e da repercussão do vídeo, o nome do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3077117135" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Deputado federal diz que mudança em monitoramento é para cobrar imposto. Governo federal reafirma que não haverá taxação</p>
<p>Um vídeo produzido pelo deputado federal<strong> <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/209787" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Nikolas Ferreira</a> </strong>(PL-MG), no qual o governo federal é acusado de querer taxar transações via Pix, viralizou nesta terça-feira (14/1).</p>
<p data-gtm-vis-recent-on-screen104869357_94="241" data-gtm-vis-first-on-screen104869357_94="241" data-gtm-vis-total-visible-time104869357_94="100" data-gtm-vis-has-fired104869357_94="1">Por causa do sucesso da publicação e da repercussão do vídeo, o nome do deputado aparece entre os 10 assuntos mais comentados no X (antigo Twitter) e entre os 25 temas mais pesquisados no Google Trends nesta noite.</p>
<div style="width: 720px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-49126-1" width="720" height="1280" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Snapinst.app_video_AQMDtloHhF4bdq2An5kXQ6OvzqaMs4Rhmqunz0fVQ7kSYtFOtoCBMgKedkyVgoWYUqeStPtttml5xi6cELNaBbKJxCrVEIbsmAgX6uA.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Snapinst.app_video_AQMDtloHhF4bdq2An5kXQ6OvzqaMs4Rhmqunz0fVQ7kSYtFOtoCBMgKedkyVgoWYUqeStPtttml5xi6cELNaBbKJxCrVEIbsmAgX6uA.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Snapinst.app_video_AQMDtloHhF4bdq2An5kXQ6OvzqaMs4Rhmqunz0fVQ7kSYtFOtoCBMgKedkyVgoWYUqeStPtttml5xi6cELNaBbKJxCrVEIbsmAgX6uA.mp4</a></video></div>
<h4>Entenda a situação do Pix no Brasil:</h4>
<ul>
<li>O Pix é o sistema de pagamentos contínuo e em tempo real do Banco Central (BC), que está em funcionamento desde novembro de 2020.</li>
<li>Pix que somarem pelo menos R$ 5 mil por mês para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas (as empresas) serão declarados à Receita.</li>
<li>Fisco alega que regras sempre foram as mesmas, sendo apenas incluído o novo sistema de pagamentos.</li>
<li>Governo tem sido acusado de fechar o cerco à classe média, apesar de ter afirmado que iria “incluir o pobre no Orçamento e o rico no Imposto de Renda”. Fazenda diz que medida é direcionada aos grandes sonegadores.</li>
<li>Na última semana, o presidente Lula trocou o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência – dispensou o deputado Paulo Pimenta, que volta à Câmara, e designou o marqueteiro Sidônio Palmeira para assumir o posto.</li>
<li>Em nota, a Febraban alertou para as notícias falsas sobre o Pix. A federação esclareceu que a Receita Federal não passará a exigir nenhuma nova responsabilidade dos usuários do Pix (pagadores ou recebedores).</li>
</ul>
<p>Na gravação, Nikolas sugere que as mudanças no monitoramento de transações eletrônicas pela <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Receita Federal</a> teriam o objetivo de cobrar Imposto de Renda (IR) de quem movimenta valores que não tenham a origem comprovada. O governo federal nega qualquer relação do controle da Receita com a cobrança de IR.</p>
<p>Embora chegue a dizer que o Pix não será taxado, o deputado federal dá a entender em toda a narrativa que a medida estaria nos planos do governo federal. “Não, o Pix não será taxado, mas não duvido que possa ser.”</p>
<p>Na gravação, Nikolas está de camiseta preta em um fundo preto. Uma música de suspense é tocada ao fundo, sugerindo a sensação de apreensão e medo.</p>
<p>Nikolas também sugere que o governo federal estaria mais interessado no monitoramento financeiro do que com o bem-estar da população.</p>
<p>“O governo quer saber como você ganha R$ 5 mil e paga R$ 10 mil de cartão, mas não quer saber como uma pessoa que ganha um salário mínimo faz para sobreviver pagando luz, moradia, educação, compra do mês e gastos”, critica.</p>
<h4>Governo sob ataque</h4>
<p>A viralização acontece no mesmo momento em que o governo federal tenta melhorar a comunicação, sobretudo a digital. O ministro das Comunicações foi trocado. Paulo Pimenta deu lugar ao publicitário Sidônio Palmeira.</p>
<p>“A mentira nos ambientes digitais, fomentada pela extrema-direita, cria uma cortina de fumaça na vida real, manipula pessoas inocentes e ameaça a humanidade”, afirmou Sidônio nesta terça, durante a cerimônia de posse oficial dele.</p>
<p>O novo ministro destacou que a presença digital do governo precisa de aprimoramento e também enfatizou que não é possível haver cobrança de imposto em transações via Pix. “Não existe, pela Constituição, imposto sobre movimentação financeira.”</p>
<h4>O início da polêmica</h4>
<p>A Receita Federal editou, em setembro de 2024, a Instrução Normativa número 2.219, com mudanças no monitoramento de transações financeiras. Embora publicada no ano passado, ela entrou em vigor no dia 1º deste ano.</p>
<p>Com a alteração, além das “instituições financeiras tradicionais, as entidades como administradoras de cartão de crédito e instituições de pagamento devem enviar informações” para a Receita por meio de uma ferramenta específica de comunicação, a e-Financeira.</p>
<p>O texto da instrução normativa prevê que movimentações globais ou saldo, em cada mês, por tipo de operação, deverão ser informados à Receita quando superarem R$ 5 mil, no caso de pessoas físicas, e R$ 15 mil, quando se tratar de pessoa jurídica. Os limites anteriores eram menos restritivos, ou seja, respectivamente de R$ 2 mil e R$ 5 mil.</p>
<p>Desde o início do ano, publicações sobre o assunto têm levado desinformação ao dizer que as transações via Pix seriam cobradas. Além disto, a mudança tem sido usada pela oposição para dizer que o controle teria por objetivo cobrar Imposto de Renda. O governo nega as duas hipóteses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
]]></content:encoded>
					
		
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		<item>
		<title>Em 2024, Amazonas recebeu quase R$ 30 bilhões do Governo Federal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/em-2024-amazonas-recebeu-quase-r-30-bilhoes-do-governo-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2024 13:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Valores incluem repasses a Estado e prefeituras e benefícios sociais; Manaus foi contemplada com quase R$ 9 bilhões Com uma população de 4,2 milhões de habitantes e 1,3 milhão de domicílios espalhados em seus 62 municípios, o Governo do Estado do Amazonas e seus municípios receberam, entre janeiro e novembro de 2024, R$ 16,9 bilhões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1960183070" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Valores incluem repasses a Estado e prefeituras e benefícios sociais; Manaus foi contemplada com quase R$ 9 bilhões</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Com uma população de 4,2 milhões de habitantes e 1,3 milhão de domicílios espalhados em seus 62 municípios, o Governo do Estado do Amazonas e seus municípios receberam, entre janeiro e novembro de 2024, R$ 16,9 bilhões em transferências realizadas pelo Governo Federal.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Somam-se a isso R$ 12,9 bilhões em recursos federais transferidos para os cidadãos amazonenses, via Bolsa Família, Auxílio Gás, Benefício de Prestação Continuada, Seguro-Desemprego e Benefícios Previdenciários ao longo do ano.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Somando as transferências ao Governo do Amazonas  e os valores repassados diretamente aos cidadãos por meio de programas sociais em geral, o montante chega a R$ 29,9 bilhões.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h2 class="styled__HeadingTwo-sc-fdx3oi-1 ioEfpF">Capital contemplada</h2>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Deste total, R$ 8,8 bilhões foram para a capital Manaus.  A Prefeitura recebeu R$ 2,3 bilhões em transferências de janeiro ao fim de novembro. Enquanto isso, cidadãos da capital amazonense receberam mais de R$ 6,5 bilhões em repasses federais, via Bolsa Família, Auxílio Gás, Benefício de Prestação Continuada, previdência e seguro-desemprego ao longo do ano.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Entre as áreas contempladas de Manaus, o destaque está no PAC Seleções. São 25 empreendimentos em curso no município, entre escola em tempo integral, Unidade Odontológica Móvel, ambulâncias do SAMU, Centro de Atenção Psicossocial, policlínica, maternidade com Centro de Parto Normal, ações de contenção de encostas, urbanização de favelas, prevenção a desastres, abastecimento de água rural, obras de mobilidade urbana e restauração de patrimônio histórico, como o Teatro Amazonas, o Museu do Porto e a Casa Vermelha.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h2 class="styled__HeadingTwo-sc-fdx3oi-1 ioEfpF">Saúde</h2>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Na saúde, vários programas obtiveram resultados de destaque no Amazonas. O Mais Médicos conta atualmente com 957 médicos e médicas atuando no estado, dos quais 573 são novos profissionais que passaram a atuar a partir de 2023. Desse total, 119 atuam em Distrito Sanitário Indígena.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O programa Brasil Sorridente contabilizava, até outubro, 57 novas equipes de saúde bucal habilitadas a partir de 2023, chegando a 627 no estado. O Amazonas conta com 13 Centros de Especialidades Odontológicas e duas Unidades Odontológicas Móveis operando por meio de custeio federal.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Por meio do Programa Nacional de Redução de Filas de Cirurgias, foram realizadas 14,3 mil cirurgias entre fevereiro e setembro deste ano. Até novembro, o Farmácia Popular já havia beneficiado 26,9 mil pessoas no estado, das quais 76,2% eram mulheres. Do total, 26,3 mil pessoas retiraram medicamentos gratuitos para diabetes, hipertensão, asma, osteoporose e contraceptivos. Outras 1,4 mil pessoas adquiriram medicamentos com desconto, enquanto 14,2 mil pessoas beneficiárias do Bolsa Família retiraram todos os medicamentos de forma gratuita.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h2 class="styled__HeadingTwo-sc-fdx3oi-1 ioEfpF">Educação</h2>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Os investimentos federais permitiram avanços importantes no Amazonas no campo da educação. Neste ano, até novembro, o Pé-de-Meia já havia beneficiado 133,7 mil estudantes, fruto de um investimento de R$ 142 milhões. Já o Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE atendeu, entre janeiro e outubro, um milhão de estudantes, em mais de 5 mil escolas, com repasse de R$ 136,1 milhões.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Iniciativas como a Escola em Tempo Integral e o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tiveram adesão do estado e de seus 62 municípios. O Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate) beneficiou, entre janeiro e outubro, 131,3 mil estudantes do estado, por meio de um repasse federal de R$ 27,8 milhões, enquanto o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) beneficiou 941,6 mil estudantes em 4,9 mil escolas amazonenses via repasses de R$ 69,1 milhões que permitiram a aquisição de 5,8 milhões de exemplares de livros e materiais didáticos.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Além disso, o Prouni conta com 4,1 mil bolsistas no estado a partir de 2023, dos quais 3,2 mil são pessoas negras (78,7%) e 2,5 mil mulheres (62,9%). Do total, 3,8 mil são bolsas integrais (93,9%). Somam-se a isso as Bolsas de Pesquisa e Formação do CNPq, que até novembro deste ano asseguraram, por meio de repasses de R$ 27,3 milhões, 985 bolsas para instituições no estado, das quais 59,8% foram ocupadas por mulheres.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h2 class="styled__HeadingTwo-sc-fdx3oi-1 ioEfpF">Infraestrutura</h2>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O Programa Luz para Todos realizou 10,4 mil novas ligações no estado desde 2023. Já o Minha Casa, Minha Vida assegurou 6,5 mil moradias financiadas por meio do FGTS, com valor total de R$ 1 bilhão em 13 municípios amazonenses a partir de 2023. Desde o ano passado, foram selecionadas 9,9 mil moradias em 60 novos empreendimentos da Faixa 1 para receber investimento do Governo Federal em 35 municípios.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Já o PAC Seleções contabilizava, em dezembro deste ano, 188 empreendimentos selecionados em 59 municípios do estado, dos quais 61 estão voltados para a Educação – 16 Escolas em Tempo Integral, 17 Creches e 28 ônibus escolares.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Outros 79 estão voltados para o campo da Saúde: 28 Unidades Básicas de Saúde, 27 Unidades Odontológicas Móveis, duas Centrais de Regulação do SAMU, 12 Ambulâncias do SAMU, três Centros de Atenção Psicossocial, duas Policlínicas, duas Maternidades com Centro de Parto Normal, um Centro de Parto Normal, um Centro Especializado em Reabilitação e uma Oficina Ortopédica.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Quinze empreendimentos são destinados à Infraestrutura Social Inclusiva, com cinco Espaços Esportivos Comunitários, seis CEUs da Cultura, um Centro Comunitário pela Vida e Projetos de arquitetura e engenharia voltados ao Patrimônio Histórico.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Outros 16 projetos destinam-se ao setor de Cidades Sustentáveis e Resilientes, com obras como contenção de encostas, esgotamento sanitário e prevenção a desastres (drenagem), entre outras; enquanto 17 projetos são voltados ao abastecimento de água rural e urbano.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Temos uma missão nesse país. Temos o compromisso de melhorar a vida desse povo e de entregar esse país crescendo. O dado concreto é que o Brasil vive um momento excepcional do ponto de vista do crescimento econômico, do ponto de vista da geração de empregos, do ponto de vista do comércio”, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, num breve balanço de meio de gestão, na última sexta-feira, 20 de dezembro, em Brasília (DF).</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“É esse país que queremos entregar de volta para a sociedade brasileira: um país melhor economicamente, socialmente, do ponto de vista industrial, do ponto de vista da respeitabilidade, do ponto de vista da educação. Em 2025 o trabalho continua”, completou o presidente, ao lado de ministros e ministras, na confraternização de fim de ano.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: A Crítica </p>
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		<title>Isenção de IR proposta pelo governo federal pode custar R$ 20 bilhões aos municípios, alerta CNM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/isencao-de-ir-proposta-pelo-governo-federal-pode-custar-r-20-bilhoes-aos-municipios-alerta-cnm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 15:53:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[CNM]]></category>
		<category><![CDATA[Confederação Nacional dos Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Isenção de IR]]></category>
		<category><![CDATA[Municípios]]></category>
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					<description><![CDATA[A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) emitiu nota sobre a proposta do governo federal de ampliar a faixa de autorização do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para rendimentos de até R$ 5 mil mensais. Segundo a entidade, a medida, embora vise os beneficiários dos contribuintes, poderá resultar em uma perda significativa de receita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2502979660" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) emitiu nota sobre a proposta do governo federal de ampliar a faixa de autorização do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para rendimentos de até R$ 5 mil mensais.<br /><br />Segundo a entidade, a medida, embora vise os beneficiários dos contribuintes, poderá resultar em uma perda significativa de receita para os municípios, estimada em R$ 20 bilhões anuais.<br /><br />Atualmente, os municípios recebem recursos do IRRF de duas formas: diretamente, por meio da arrecadação do imposto sobre os trabalhadores de seus servidores, e indiretamente, através do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que é composto por uma parcela do IR arrecadado nacionalmente.<br /><br />A CNM estima que a perda direta na arrecadação própria dos municípios será de aproximadamente R$ 9 bilhões por ano, afetando principalmente aqueles que não possuem servidores com altos ganhos de energia que podem compensar a isenção.<br /><br />Além disso, a redução na arrecadação do IR no âmbito nacional poderá diminuir os repasses do FPM, resultando em uma queda adicional de R$ 11,6 bilhões para os municípios.<br /><br />A CNM destaca que cerca de 40% dos municípios brasileiros já enfrentam déficits financeiros. A implementação da nova faixa de isenção do IRRF, sem medidas compensatórias apropriadas, poderá agravar ainda mais a situação fiscal dessas administrações locais.<br /><br />A entidade ressalta que, embora o governo federal afirme que a medida não trará impacto fiscal significativo, os efeitos nos cofres municipais serão profundos e preocupantes.<br /><br />Além da questão do IRRF, a CNM aponta que outras medidas anunciadas pelo governo, como o perduramento das regras de acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e ao Bolsa Família, também terão impacto direto nas administrações municipais.<br /><br />Os servidores municipais são responsáveis ​​por atividades como a atualização cadastral e as visitas domiciliares permitidas para a manutenção desses benefícios.<br /><br />Com as novas exigências, os municípios terão que arcar com custos adicionais de pessoal, sem previsão de suplementação de recursos por parte da União.<br /><br />Atualmente, os municípios recebem apenas R$ 4 por cadastro do Bolsa Família, valor considerado insuficiente para cobrir os custos operacionais envolvidos.<br /><br />A CNM também expressou preocupação com as mudanças propostas nas emendas parlamentares, que podem resultar em menos recursos e maior burocratização para a liberação de repasses aos municípios.<br /><br />As alterações no abono salarial, que reduzem o número de pessoas elegíveis ao auxílio, podem aumentar a demanda por ações assistenciais por parte das prefeituras, enviando ainda mais os orçamentos municipais.<br /><br />Diante desse cenário, a CNM enfatiza a necessidade de o governo federal considerar os impactos de suas políticas nos entes federativos e respeitar o pacto federativo.<br /><br />A entidade defende que qualquer medida que afete as finanças municipais seja acompanhada de compensações adequadas, garantindo que os municípios possam continuar a prestar serviços essenciais à população sem comprometer a sua saúde fiscal.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Real Time1</p>
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		<title>Governo federal deve decidir nesta semana sobre volta do horário de verão</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-federal-deve-decidir-nesta-semana-sobre-volta-do-horario-de-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 14:46:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[crise hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Horário de Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério de Minas e Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo federal deve decidir nesta semana sobre volta do horário de verão O governo federal está considerando a possibilidade de reintroduzir o horário de verão, em meio à crise hídrica que afeta os reservatórios das usinas hidrelétricas no país. A medida, que costumava entrar em vigor no segundo domingo de outubro, ainda está em fase [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3901425220" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Governo federal deve decidir nesta semana sobre volta do horário de verão<br /><br />O governo federal está considerando a possibilidade de reintroduzir o horário de verão, em meio à crise hídrica que afeta os reservatórios das usinas hidrelétricas no país.</p>
<p>A medida, que costumava entrar em vigor no segundo domingo de outubro, ainda está em fase de avaliação e, se aprovada, deve demorar um pouco mais para ser implementada. Segundo o Ministério de Minas e Energia, são necessários pelo menos 45 dias para a preparação, devido ao impacto da mudança de horário em diversos setores da economia, como a indústria e o setor aéreo.</p>
<p>O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, é um defensor da medida e a considera muito positiva. No entanto, há divergências dentro do governo sobre os reais benefícios do horário de verão. O Operador Nacional do Sistema (ONS) foi convocado para dar sua opinião, e a questão deve ser discutida em uma reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico no Ministério de Minas e Energia. Após a análise dos prós e contras, a decisão será encaminhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que dará a palavra final.<br /><br />O governo federal está considerando a possibilidade de reintroduzir o horário de verão, em meio à crise hídrica que afeta os reservatórios das usinas hidrelétricas no país.</p>
<p>A medida, que costumava entrar em vigor no segundo domingo de outubro, ainda está em fase de avaliação e, se aprovada, deve demorar um pouco mais para ser implementada. Segundo o Ministério de Minas e Energia, são necessários pelo menos 45 dias para a preparação, devido ao impacto da mudança de horário em diversos setores da economia, como a indústria e o setor aéreo.</p>
<p>O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, é um defensor da medida e a considera muito positiva. No entanto, há divergências dentro do governo sobre os reais benefícios do horário de verão. O Operador Nacional do Sistema (ONS) foi convocado para dar sua opinião, e a questão deve ser discutida em uma reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico no Ministério de Minas e Energia. Após a análise dos prós e contras, a decisão será encaminhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que dará a palavra final.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Jovem Pan</p>
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		<item>
		<title>Governo federal manda máquinas para combater praga do cacau no AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-federal-manda-maquinas-para-combater-praga-do-cacau-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 18:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[cacau do amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[frutos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[Mas a União não tem servidores no estado, sequer, para entregá-las aos cacauicultores. O Pará se apavora com isso Cacauicultores do Pará estão apavorados com a iminente proliferação monilíase do cacaueiro (Moniliopthora roreri), que se aproxima do estado vizinho pelo Amazonas. A doença, um fogo, é considerada mais virulenta e mais letal do que a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3043489245" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Mas a União não tem servidores no estado, sequer, para entregá-las aos cacauicultores. O Pará se apavora com isso<br /><br />Cacauicultores do Pará estão apavorados com a iminente proliferação monilíase do cacaueiro (Moniliopthora roreri), que se aproxima do estado vizinho pelo Amazonas.<br /><br />A doença, um fogo, é considerada mais virulenta e mais letal do que a vassoura de bruxa. Isso porque, enquanto a vassoura de bruxa ataca os galhos, o fungo contamina os frutos.<br /><br />O fungo apareceu no Amazonas em 2023, no alto Solimões. Mas ele desceu o rio. Este ano, apareceu em Urucurituba. Ou seja: cada vez mais perto do Pará, maior produtor nacional de cacau.<br /><br />Contudo, as informações que os cacauicultores paraenses têm do Amazonas são de causar pavor.<br /><br />Recentemente, eles ajudaram o Ministério da Agricultura a enviar para o Amazonas máquinas, equipamentos e fertilizantes para combater a doença. <br /><br />Esse material incluem:<br /><br />– 10 motosserras,<br /><br />– 5 motopodas, <br /><br />– 3 pulverizadores costal motorizado, <br /><br />– 10 pulverizadores costal manual, <br /><br />– 30 mil folhetos, <br /><br />– 20 mil folders, <br /><br />– 400 cartazes, <br /><br />– 200 baners e<br /><br />– 1.500 kg de uréia. <br /><br />Além disso, material para proteção de operadores e peças de reposição do maquinário. Tudo custou R$ 240 mil.<br /><br />Mas, apesar dessas providências, veio a constatação: não há gente para entregar essas máquinas aos produtores. Muito menos técnicos para distribuir folhetos nem para pulverizar os pés de cacau.<br /><br />O escritório Manaus da Seplac (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira), vem sendo sucateado há décadas. A Superintendência de Agricultura nem consegue dar conta das liberações das mercadorias do Polo Industrial de Manaus. Faltam auditores agropecuários.<br /><br />Se o cenário não mudar, literalmente, o futuro poderá ser de lavoura perdida.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: BNC Amazonas</p>
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