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	<title>Golpe de Estado - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Golpe de Estado - Portal NDC</title>
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		<title>Confira as penas de Bolsonaro e mais sete condenados pelo Supremo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/confira-as-penas-de-bolsonaro-e-mais-sete-condenados-pelo-supremo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 14:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo]]></category>
		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeira Turma finalizou julgamento da ação da trama golpista A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) finalizou nesta quinta-feira (11) o julgamento da ação da trama golpista. Por 4 votos a 1, os ministros condenaram o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1266267017" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Primeira Turma finalizou julgamento da ação da trama golpista</p>
<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) finalizou nesta quinta-feira (11) o julgamento da ação da trama golpista.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1658371&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1658371&amp;o=node" /></p>
<p>Por 4 votos a 1, os ministros condenaram o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. </p>
<p><strong>A maioria dos réus foi condenada a mais de 20 anos de prisão em regime fechado.</strong></p>
<p>Apesar da definição do tempo de condenação, Bolsonaro e os demais réus não vão ser presos imediatamente. Eles ainda podem recorrer da decisão e tentar reverter as condenações. Somente se os eventuais recursos forem rejeitados, as prisões poderão ser efetivadas.</p>
<h2>Confira as penas definidas para os condenados: </h2>
<p>&#8211; Jair Bolsonaro – ex-presidente da República: 27 anos e três meses;</p>
<p>&#8211; Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro de Bolsonaro e candidato a vice-presidente na chapa de 2022: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/supremo-condena-braga-netto-26-anos-de-prisao-pela-trama-golpista" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">26 anos</a>;</p>
<p> &#8211; Almir Garnier &#8211; ex-comandante da Marinha: 24 anos; </p>
<p>&#8211; Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal: 24 anos;</p>
<p>&#8211; Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos; </p>
<p>&#8211; Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa: 19 anos; </p>
<p>&#8211; Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. 2 anos em regime aberto e garantia de liberdade pela delação premiada;</p>
<p>&#8211; Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 16 anos, um mês e 15 dias.</p>
<p>Ramagem foi condenado somente pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.</p>
<p>Ele é deputado federal e teve parte das acusações suspensas. A medida vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, ambos relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Fux cita incompetência do STF para julgar ação contra Bolsonaro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fux-cita-incompetencia-do-stf-para-julgar-acao-contra-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 14:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Fux]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Julgamento entrou no quarto dia Ao abrir seu voto no julgamento contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (10), o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que não cabe à Corte fazer julgamento político, mas agir com cautela e responsabilidade ao decidir o que é legal sob o ponto de vista criminal.  [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2343641669" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Julgamento entrou no quarto dia</p>
<p>Ao abrir seu voto no julgamento contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (10), o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que não cabe à Corte fazer julgamento político, mas agir com cautela e responsabilidade ao decidir o que é legal sob o ponto de vista criminal. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1658009&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1658009&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“Não compete ao Supremo Tribunal Federal realizar um juízo político do que é bom ou ruim, conveniente ou inconveniente, apropriado ou inapropriado. Compete a este tribunal afirmar o que é constitucional ou inconstitucional, legal ou ilegal”, disse Fux. </p>
</blockquote>
<p><strong>O ministro acrescentou que “trata-se de missão que exige objetividade, rigor técnico e minimalismo interpretativo. A fim de não se confundir o papel do julgador com o do agente político”. </strong></p>
<p>&#8220;Com a mesma cautela e responsabilidade que orientam a jurisdição constitucional, deve também o Poder Judiciário exercer sua atuação de igual maneira na esfera criminal”, afirmou Fux. </p>
<p>A Primeira Turma do Supremo retoma nesta quarta, com o voto de Fux, o julgamento sobre uma trama golpista que teria atuado para manter Bolsonaro no poder mesmo com derrota nas eleições de 2022. </p>
<h2>Acompanhe ao vivo<br /><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/7Fv9efyr0fw?si=EqYY41Nd_cBMDPy3" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></h2>
<p>Fux é o terceiro a votar, depois que os ministros Alexandre de Moraes, relator da ação penal, e o ministro Flávio Dino votaram pela condenação de todos os oito réus pelos cinco crimes imputados pela Procuradoria-Geral da República (PGR). </p>
<p>Luiz Fux já indicou que vai divergir em questões preliminares e também sobre o mérito do caso. Entre as divergências está a opinião de que a competência para julgar o caso não é do Supremo, mas da primeira instância da Justiça Federal. O ministro alertou que seu voto será longo. </p>
<p>Quem são os réus</p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;</li>
<li>Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
<li>Almir Garnier &#8211; ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;</li>
<li>Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;</li>
<li>Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro da Defesa e candidato a vice de Bolsonaro na chapa de 2022;</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</li>
</ul>
<h2>Crimes </h2>
<p>Todos os réus respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>A exceção é o caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A regra está prevista na Constituição. </p>
<p>A suspensão vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Entenda os próximos passos do julgamento de Bolsonaro no STF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/entenda-os-proximos-passos-do-julgamento-de-bolsonaro-no-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 13:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Votos começarão na sessão de terça-feira (9); confira ordem A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma na terça-feira (9) o julgamento do núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados.  O julgamento começou na semana passada, quando foram ouvidas as sustentações das defesas do ex-presidente e dos demais acusados, além [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2405065729" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Votos começarão na sessão de terça-feira (9); confira ordem</p>
<p><strong>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma na terça-feira (9) o julgamento do núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1657284&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1657284&amp;o=node" /></p>
<p>O julgamento começou na semana passada, quando foram ouvidas as sustentações das defesas do ex-presidente e dos demais acusados, além da manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, favorável à condenação de todos os réus.</p>
<p><strong>Nesta semana, o colegiado vai iniciar a votação que pode condenar Bolsonaro e os outros réus a mais de 30 anos de prisão.</strong></p>
<p><strong>Foram reservadas as sessões dos dias 9,10,11 e 12 de setembro para finalização do julgamento. </strong></p>
<p>Pesam contra os acusados a suposta participação na elaboração do plano &#8220;Punhal Verde e Amarelo&#8221;, com planejamento voltado ao sequestro e assassinato do ministro Alexandre de Moraes, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente, Geraldo Alckmin.</p>
<p>Também consta na denúncia da PGR a produção da chamada “minuta do golpe”, documento que seria de conhecimento de Jair Bolsonaro e serviria para a decretação de medidas de estado de defesa e de sítio no país para tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse de Lula.  A denúncia também cita o suposto envolvimento dos acusados com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023</p>
<h2>Quem são os réus?</h2>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;</li>
<li>Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
<li>Almir Garnier &#8211; ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;</li>
<li>Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;</li>
<li>Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022;</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</li>
</ul>
<h2>Próximos passos</h2>
<p><strong>Na terça-feira (9), às 9h, a sessão será aberta pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin. Em seguida, será passada a palavra ao relator, ministro Alexandre de Moraes, que será o primeiro a votar.</strong></p>
<p>Em sua manifestação, Moraes vai analisar questões preliminares suscitadas pelas defesas de Bolsonaro e dos demais acusados, como pedidos de nulidade da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e um dos réus, alegações de cerceamento de defesa, pedidos para retirar o caso do STF, além das solicitações de absolvição.</p>
<p>Moraes poderá solicitar que a turma delibere imediatamente sobre as questões preliminares ou deixar a análise desses quesitos para votação conjunta com o mérito. Após a abordagem das questões preliminares, Moraes se pronunciará sobre o mérito do processo, ou seja, se condena ou absolve os acusados e qual o tempo de cumprimento de pena.</p>
<h2>Sequência de votação</h2>
<p>Após o voto do relator, os demais integrantes da turma vão proferir seus votos na seguinte sequência:</p>
<ul>
<li>Flávio Dino;</li>
<li>Luiz Fux;</li>
<li>Cármen Lúcia;</li>
<li>Cristiano Zanin.</li>
</ul>
<p><strong>A maioria de votos pela condenação ou absolvição ocorrerá com três dos cinco votos do colegiado.</strong></p>
<h2>Prisão</h2>
<p><strong>A eventual prisão dos réus que forem condenados não vai ocorrer de forma automática após o julgamento e só poderá ser efetivada o após a análise dos recursos contra a condenação.</strong></p>
<h2>Recursos</h2>
<p>Em caso de condenação com um voto a favor da absolvição, Bolsonaro e os demais réus terão direito a mais um recurso para evitar a prisão, a ser analisado também pela Primeira Turma. A condição pode ser obtida com placar de 4 votos a 1, por exemplo.</p>
<p>Com a publicação do acórdão com o eventual placar desfavorável, as defesas poderão apresentar os chamados<strong> embargos de declaração</strong>, recurso que tem objetivo de esclarecer omissões e contradições no texto final do julgamento. <strong>Em geral, esse tipo de recurso não tem poder para rever o resultado do julgamento e costuma ser rejeitado. </strong></p>
<p><strong>Para conseguir que o caso seja julgado novamente e levado a plenário, os acusados precisam obter pelo menos dois votos pela absolvição, ou seja, placar mínimo de 3 votos a 2.  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57334</post-id>	</item>
		<item>
		<title>STF tem segurança reforçada para julgamento de trama golpista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-tem-seguranca-reforcada-para-julgamento-de-trama-golpista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 14:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[Polícia vai monitorar quem transita pela Praça dos Três Poderes O entorno do Supremo Tribunal Federal (STF) amanheceu com reforço de segurança nesta segunda-feira (1º), véspera do início do julgamento sobre uma trama golpista que teria tentado manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.  O efetivo extra de homens e viaturas da Polícia Militar do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1771106941" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Polícia vai monitorar quem transita pela Praça dos Três Poderes</p>
<p><strong>O entorno do Supremo Tribunal Federal (STF) amanheceu com reforço de segurança nesta segunda-feira (1º), véspera do início do julgamento sobre uma trama golpista que teria tentado manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1656603&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1656603&amp;o=node" /></p>
<p>O efetivo extra de homens e viaturas da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) deve ficar de prontidão ao menos até 12 de setembro, quando o julgamento já deverá ter sido encerrado, conforme o cronograma estipulado pelo Supremo. </p>
<p>A partir desta segunda-feira, começou a operar também uma Célula Presencial Integrada de Inteligência, instalada na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Distrito Federal. A estrutura reúne órgãos de segurança locais e nacionais, que fazem o monitoramento da movimentação de pessoas em Brasília e nas redes sociais com objetivo de lançar ações preventivas, se necessário. </p>
<p><strong>A partir desta terça-feira (2), os arredores do tribunal estarão submetidos a um esquema de segurança integrado entre a Polícia Judicial Federal e a SSP-DF.</strong> Aglomerações que caracterizem manifestações e qualquer tipo de acampamento nas proximidades estão proibidos. </p>
<p>Policiais farão o monitoramento de quem transita pela Praça dos Três Poderes e nas vias de acesso ao Supremo, incluindo abordagens e revista de mochilas e bolsas. Uma das preocupações maiores é com ações solitárias por parte de algum apoiador do ex-presidente. Serão feitas também varreduras diurnas e noturnas com drones de imagem térmica.</p>
<p><strong>Ainda que não sejam permitidas manifestações nas proximidades, o julgamento deve alterar a rotina da região central de Brasília, uma vez que mais de três mil pessoas se inscreveram para acompanhar o julgamento presencialmente, em vagas limitadas abertas ao público. Entre jornalistas nacionais e estrangeiros, mais de 501 profissionais pediram credenciamento. </strong></p>
<p>O principal alvo do julgamento é o próprio Bolsonaro, que não está obrigado a comparecer, mas pode acompanhar o caso em pessoa, caso queira. Para isso, contudo, é necessário autorização do ministro Alexandre de Moraes para o deslocamento, uma vez que o presidente foi colocado em prisão domiciliar pelo relator da ação penal. </p>
<p>Também têm o direito de comparecer ao julgamento os demais sete réus, entre militares e civis, todos ex-assessores próximos de Bolsonaro que foram acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de tentarem romper com a ordem democrática no Brasil. </p>
<p><strong>Não estão previstas interdições na Esplanada dos Ministérios durante a semana, somente para o desfile de 7 de setembro, que ocorre no sábado. Nesse caso, o fechamento da via ocorre a partir das 17h do dia 6, na altura da Catedral de Brasília e às 23hs, a partir da alça leste, logo após a Rodoviária do Plano Piloto.</strong></p>
<p>O acesso ao público estará aberto a partir das 6h do 7 de setembro. Estão proibidos itens como armas, objetos cortantes, substâncias inflamáveis, recipientes de vidro, fogos de artifício, mochilas de grande porte, barracas e drones sem autorização. </p>
<h2>Outras medidas</h2>
<p><strong>O Supremo Tribunal Federal se prepara &#8211; desde meados de agosto &#8211; para a realização do julgamento sobre a trama golpista bolsonarista. Desde o mês passado, cerca de 30 agentes da Polícia Judiciária foram enviados de diversos estados e outros dormem na sede do tribunal, em dormitórios montados para que fiquem de prontidão. </strong></p>
<p>Entre as precauções, houve também varreduras repetidas no edifício do Supremo e também na casa dos ministros da Primeira Turma, que, além de Moraes, é composta por Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino. </p>
<p><strong>Os réus do núcleo 1 da trama golpista respondem por cinco crimes, cuja pena somada pode ultrapassar os 40 anos de prisão. São eles: integrar organização criminosa armada, atentar violentamente contra o Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado por violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado da União. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ao STF, Bolsonaro nega ter cogitado plano de golpe de Estado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ao-stf-bolsonaro-nega-ter-cogitado-plano-de-golpe-de-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 20:21:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-presidente afirma que nunca tomou medidas contra a Constituição O ex-presidente Jair Bolsonaro negou nesta terça-feira (10) ter cogitado dar um golpe de Estado no Brasil durante o governo dele. Durante depoimento ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente também disse que a medida seria danosa para o Brasil. O ex-presidente está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1496269479" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ex-presidente afirma que nunca tomou medidas contra a Constituição</p>
<p><strong>O ex-presidente Jair Bolsonaro negou nesta terça-feira (10) ter cogitado dar um golpe de Estado no Brasil durante o governo dele.</strong> Durante depoimento ao ministro<strong> Alexandre de Moraes,</strong> do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente também disse que a medida seria danosa para o Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1646242&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1646242&amp;o=node" /></p>
<p>O ex-presidente está sendo ouvido nesta tarde na condição de réu da ação de uma trama golpista e foi confrontado com as acusações de que teria planejado medidas inconstitucionais para tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p><strong>Bolsonaro afirmou que a possibilidade de golpe de Estado nunca foi discutida em seu governo.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Da minha parte, nunca se falou em golpe. Golpe é abominável. O golpe até seria fácil começar. O afterday é imprevisível e danoso para todo mundo. O Brasil não poderia passar por uma experiência dessa. Não foi sequer cogitada essa hipótese de golpe no meu governo&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Minuta do golpe</h2>
<p>Bolsonaro também negou ter feito uma minuta de golpe para justificar a intervenção militar após as eleições de 2022.</p>
<p>Nesta segunda-feira (9), o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro,<strong> tenente-coronel Mauro Cid,  foi interrogado por Moraes na condição de delator e disse que o ex-presidente presenciou a apresentação do documento golpista</strong>, enxugou o texto original e propôs alterações para constar a possibilidade de prisão de ministros.</p>
<p>&#8220;Não procede o enxugamento. As informações que eu tenho é de que não tem cabeçalho nem o fecho [parte final]&#8221;, comentou</p>
<p>O ex-presidente também reiterou que nunca tomou medidas contra a Constituição.</p>
<p>&#8220;Da minha parte, eu sempre tive o lado da Constituição. Refuto qualquer possibilidade de falar em minuta de golpe e uma minuta não esteja enquadrada na Constituição&#8221;, completou.</p>
<p>O interrogatório de Bolsonaro deve prosseguir até às 20h. Durante a oitiva, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e as defesas dos demais acusados também poderão fazer perguntas ao ex-presidente.</p>
<p>O ex-presidente e mais sete réus fazem parte do núcleo 1 da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os acusados pela trama golpista. </p>
<p><em>Fonte: Agência  Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cid confirma que Bolsonaro presenciou apresentação de minuta golpista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cid-confirma-que-bolsonaro-presenciou-apresentacao-de-minuta-golpista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 18:58:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[golpista]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Cid]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[tentativa de golpe]]></category>
		<category><![CDATA[trama]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-ajudante de ordens diz que presenciou mas não participou dos fatos O tenente-coronel do Exército Mauro Cid confirmou nesta segunda-feira (9) que esteve presente em uma reunião na qual foi apresentado ao ex-presidente Jair Bolsonaro um documento que previa a decretação de medidas de estado de sítio e prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1681121092" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ex-ajudante de ordens diz que presenciou mas não participou dos fatos</p>
<p><strong>O tenente-coronel do Exército Mauro Cid confirmou nesta segunda-feira (9) que esteve presente em uma reunião na qual foi apresentado ao ex-presidente Jair Bolsonaro um documento que previa a decretação de medidas de estado de sítio e prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de outras autoridades, em 2022.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1646044&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1646044&amp;o=node" /></p>
<p>Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Cid foi o primeiro réu do núcleo 1 da trama golpista a ser interrogado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal do golpe. O militar também está na condição de delator nas investigações.</p>
<p>Durante o depoimento, <strong>Cid confirmou que foram realizadas pelo menos duas reuniões em que Felipe Martins, o ex-assessor de assuntos internacionais de Bolsonaro, levou ao ex-presidente um documento com a proposta golpista para reverter o resultado das eleições de 2022.</strong></p>
<p><strong>No encontro, Bolsonaro leu a minuta e propôs alterações no documento, segundo o militar. </strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Foi levado esse documento ao presidente. O documento consistia em duas partes. A primeira parte eram os considerandos. Dez, onze, doze páginas, muito robusto. Esses considerandos listavam as possíveis interferências do STF e TSE no governo Bolsonaro e nas eleições. Na segunda parte, entrava em uma área mais jurídica, estado de defesa, estado de sítio e prisão de autoridades&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Mauro Cid também confirmou o conteúdo dos depoimentos de delação premiada prestados à Polícia Federal (PF) e negou ter sofrido qualquer tipo de pressão para assinar o acordo de delação premiada.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Presenciei grande parte dos fatos, mas não participei deles&#8221;, declarou.</p>
</blockquote>
<p>Durante o interrogatório, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e as defesas dos demais acusados também poderão fazer perguntas aos réus. O depoimento deve prosseguir até as 20h.</p>
<h2>Interrogatórios</h2>
<p>Entre os dias 9 e 13 de junho, Alexandre de Moraes vai interrogar o ex-presidente Jair Bolsonaro, Braga Netto e mais seis réus acusados de participarem do &#8220;núcleo crucial&#8221; de uma trama para impedir a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após o resultado das eleições de 2022.</p>
<p>Confira a ordem dos depoimentos:</p>
<p>Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;</p>
<p>Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</p>
<p>Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;</p>
<p>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;</p>
<p>Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;</p>
<p>Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;</p>
<p>Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;</p>
<p>Walter Braga Netto, general do Exército e ex-ministro de Bolsonaro. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>STF começa a julgar mais um núcleo da tentativa de golpe de Estado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-comeca-a-julgar-mais-um-nucleo-da-tentativa-de-golpe-de-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 14:54:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministros da Primeira Turma julgam trechos de denúncia feita pela PGR O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta terça-feira (6) mais um trecho da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre uma trama golpista cujo objetivo era manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder mesmo após derrota nas eleições de 2022.  Desta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-142363621" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministros da Primeira Turma julgam trechos de denúncia feita pela PGR</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta terça-feira (6) mais um trecho da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre uma trama golpista cujo objetivo era manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder mesmo após derrota nas eleições de 2022. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1641563&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1641563&amp;o=node" /></p>
<p>Desta vez, os <strong>cinco ministros que compõem a Primeira Turma do Supremo &#8211; Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Luiz Fux</strong> &#8211; julgam se recebem o trecho  da denúncia relativa a sete acusados do núcleo 4 do golpe. </p>
<p><strong>Conforme o fatiamento da denúncia, feito pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, os integrantes do núcleo 4 foram responsáveis por ações estratégicas de desinformação</strong>, com o objetivo de desacreditar as urnas eletrônicas e o processo eleitoral, gerando instabilidade social favorável ao golpe. </p>
<p><strong>O núcleo 4 também foi acusado de praticar atos para constranger o comandante do Exército à época, general Freire Gomes, a aderir ao complô golpista.</strong> Segundo a denúncia, para isso foram mobilizadas “milícias digitais” a fim de atacar o militar e sua família. </p>
<p>A PGR também indicou o uso das estruturas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para avançar nos objetivos golpistas de gerar instabilidade social e intimidar quem se colocasse como contrário ao plano. De acordo com a denúncia, equipamentos do órgão foram utilizados para monitorar opositores. </p>
<p>O sete denunciados do núcleo 4 respondem a cinco crimes: </p>
<ul>
<li>organização criminosa armada,</li>
<li>tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito,</li>
<li>golpe de Estado,</li>
<li>dano qualificado pela violência,</li>
<li>grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado</li>
</ul>
<p>A maior parte desse núcleo é composto por militares. Também foram denunciados um policial federal e um engenheiro que teria respaldado os ataques à urna eletrônica. São eles: </p>
<ul>
<li>Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército)</li>
<li>Ângelo Martins Denicoli (major da reserva)</li>
<li>Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente)</li>
<li>Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel)</li>
<li>Reginaldo Vieira de Abreu (coronel)</li>
<li>Marcelo Araújo Bormevet (policial federal)</li>
<li>Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do presidente do Instituto Voto Legal)</li>
</ul>
<h2>Demais núcleos</h2>
<p>Pelo regimento interno do Supremo, cabe às duas turmas do tribunal julgar os processos criminais que chegam ou são abertos na Corte. Como o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, faz parte da Primeira Turma, a acusação é julgada por este colegiado.</p>
<p>Se a maioria dos ministros aceitar a denúncia, os acusados viram réus e passam a responder à ação penal no STF, na qual as defesas poderão ter acesso mais amplo ao material utilizado pela acusação e pedir a produção de novas provas, bem como arrolar testemunhas. </p>
<p>Em 25 março, a Primeira Turma já aceitou por unanimidade o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-03/por-unanimidade-turma-do-stf-torna-bolsonaro-e-mais-7-reus-por-golpe" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">trecho da denúncia relativo ao núcleo 1</a>, tornando réus oito denunciados apontados como cabeças da trama golpista. O próprio Bolsonaro foi acusado pela PGR de liderar a organização criminosa. Entre os réus estão generais da reserva do Exército que foram integrantes do alto escalão de seu governo, entre outros assessores. </p>
<p>Em 22 de abril, o colegiado, também por unanimidade, aceitou a parte da denúncia contra outros seis envolvidos do núcleo 2, que reúne os acusados de terem prestado o assessoramento jurídico e intelectual para o golpe. </p>
<p>Com isso, chegam a 14 os réus pelo golpe de Estado fracassado. Caso seja aceita a parte da denúncia relativa ao núcleo 4, serão 21 réus. O julgamento de 12 denunciados do núcleo 3 foi marcado para 20 de maio. </p>
<p>O fatiamento da denúncia em seis núcleos foi autorizado pelos ministros da Primeira Turma. O procurador-geral, Paulo Gonet, justificou o procedimento como um meio de facilitar a tramitação do caso sobre o golpe, que tem como alvo, ao todo, 34 pessoas. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Por unanimidade, STF torna réus mais 6 denunciados por trama golpista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/por-unanimidade-stf-torna-reus-mais-6-denunciados-por-trama-golpista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 13:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
		<category><![CDATA[réus]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[tentativa de golpe]]></category>
		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[Placar pelo recebimento da denúncia foi obtido com o voto de Moraes Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (22) tornar réus seis denunciados do núcleo 2 da trama golpista. São eles: Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do então presidente Jair Bolsonaro; Marcelo Câmara, também ex-assessor de Bolsonaro; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4285001796" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Placar pelo recebimento da denúncia foi obtido com o voto de Moraes</p>
<p>Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (22) tornar réus seis denunciados do núcleo 2 da trama golpista. São eles:<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1639829&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1639829&amp;o=node" /></p>
<ul>
<li>Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do então presidente Jair Bolsonaro;</li>
<li>Marcelo Câmara, também ex-assessor de Bolsonaro;</li>
<li>Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal;</li>
<li>Mário Fernandes, general da reserva;</li>
<li>Marília de Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça;</li>
<li>Fernando de Sousa Oliveira, ex-diretor de Operações do Ministério da Justiça.</li>
</ul>
<p>Com a decisão, os acusados do núcleo passam a responder a uma ação penal pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p><strong>O placar de 5 votos a 0 pelo recebimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) foi obtido com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes</strong>. Ele foi acompanhado pelos ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin.</p>
<p>Durante o julgamento, Alexandre de Moraes apresentou seu voto por tópicos e concordou com as acusações da PGR.</p>
<p>O ministro citou a participação dos denunciados na elaboração da minuta do golpe, documento no qual justificam a decretação de estado de sítio, a operação de Garantia da Lei e de Ordem (GLO) pelas Forças Armadas, além do plano &#8220;Punhal Verde Amarelo&#8221; para matar Alexandre de Moraes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e as ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para dificultar a circulação de eleitores do Nordeste durante as eleições de 2022.</p>
<p><strong>Ações da PRF nas eleições:</strong> O ministro concordou com a acusação da PGR e disse que Silvinei Vasques, Marília de Alencar e Fernando de Sousa atuaram para viabilizar as operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para dificultar a circulação de eleitores do Nordeste no segundo turno do pleito de 2022.</p>
<p>Segundo o ministro, Marília e Fernando produziram informações sobre os locais onde Bolsonaro obteve baixa votação no primeiro turno das eleições. Com base nas planilhas, a PRF realizou as operações.</p>
<p><strong>Plano Punhal Verde Amarelo:</strong> Moraes também citou que o plano foi apreendido com  o general da reserva Mário Fernandes e previa &#8220;ações para neutralizar&#8221; e matar o próprio ministro, além de Lula e Alckmin. Segundo as investigações, o plano foi impresso no Palácio do Planalto para iniciar as tratativas com Bolsonaro.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Não há dúvida sobre a violência praticada. Cada um dos denunciados terá toda a ação penal para provar que eles não participaram, mas não é possível negar que houve, no dia 8 de janeiro de 2023, a tentativa de golpe de Estado&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Minuta do golpe: </strong>O relator também destacou que Bolsonaro tinha conhecimento da minuta do golpe, que foi apreendida pela Polícia Federal na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O próprio réu, Jair Bolsonaro, logo após o recebimento da denúncia por esta turma, em entrevista coletiva, disse que recebeu a minuta do golpe, manuseou e analisou porque iria pensar sobre a decretação de um estado de sítio ou de defesa. O que importa é que não há mais dúvida de que essa minuta passou a mão em mão, chegando ao presidente da República&#8221;, disse.</p>
</blockquote>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>Com a abertura do processo criminal, os acusados passam a responder pelos seguintes crimes:</p>
<ul>
<li>organização criminosa armada,</li>
<li>tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito,</li>
<li>golpe de Estado,</li>
<li>dano qualificado pela violência,</li>
<li>grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</li>
</ul>
<p>A ação penal também marca o início da instrução processual, fase na qual os advogados poderão indicar testemunhas e pedir a produção de novas provas para comprovar as teses de defesa. Os acusados também serão interrogados ao final dessa fase. Os trabalhos serão conduzidos pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Após o fim da instrução, o julgamento será marcado e os ministros vão decidir se os acusados serão condenados à prisão ou absolvidos. <strong>Não há data definida para o julgamento.</strong></p>
<p>Até o momento, somente as denúncias contra os núcleos 1 e 2 foram julgadas, totalizando 14 réus. <strong>No mês passado, por unanimidade, o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete acusados viraram réus. Ainda serão analisadas as denúncias contra os núcleos 3,4 e 5</strong>.</p>
<h2>Defesas</h2>
<p>Durante a primeira parte do julgamento, realizada nesta manhã, os advogados dos denunciados negaram as acusações e qualquer ligação com a trama golpista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>STF confirma Moraes, Dino e Zanin em julgamento de Bolsonaro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-confirma-moraes-dino-e-zanin-em-julgamento-de-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 16:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-presidente havia pedido o afastamento dos ministros O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou nesta quinta-feira (20) que os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin vão participar do julgamento da denúncia sobre a trama golpista, que será realizado na próxima terça-feira (25). A Corte finalizou o julgamento virtual dos recursos do ex-presidente Jair Bolsonaro e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3169490098" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ex-presidente havia pedido o afastamento dos ministros</p>
<p><strong>O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou nesta quinta-feira (20) que os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin vão participar do julgamento da denúncia sobre a trama golpista, que será realizado na próxima terça-feira (25).</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1635460&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1635460&amp;o=node" /></p>
<p>A Corte finalizou o julgamento virtual dos recursos do ex-presidente Jair Bolsonaro e dos generais Braga Netto e Mário Fernandes para afastar os ministros do julgamento.</p>
<p><strong>O placar contra o impedimento de Moraes e Dino foi de 9 votos a 1. O afastamento de Zanin foi rejeitado por unanimidade (10&#215;0). </strong></p>
<p>O único voto contrário foi proferido pelo ministro André Mendonça. No entendimento do ministro, Moraes não pode continuar na relatoria de denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) por ser vítima da suposta de tentativa de assassinato pelo plano golpista.</p>
<p>No caso de Dino, André Mendonça entendeu que o ministro entrou com uma ação contra Bolsonaro antes de chegar ao STF e não pode julgá-lo.</p>
<p>Mendonça se manifestou a favor da continuidade de Cristiano Zanin no julgamento por entender que o fato de o ministro ter atuado como advogado da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não quebra a imparcialidade para julgar a causa.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>No mês passado, o presidente do STF,<strong> Luís Roberto Barroso, negou os pedidos da defesa de Jair Bolsonaro para declarar impedidos os ministros Zanin e Dino</strong>. Em seguida, os advogados do ex-presidente recorreram da decisão e pediram que o caso fosse analisado pelo plenário.</p>
<p>Os advogados apontaram que Flávio Dino entrou com uma queixa-crime contra Bolsonaro quando ocupou o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública nos primeiros meses do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e antes de chegar ao Supremo. </p>
<p><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/zanin-diz-que-nao-vai-se-declarar-impedido-para-julgar-bolsonaro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">No caso de Zanin</a>, a defesa do ex-presidente diz que, antes de chegar à Corte, o ministro foi advogado da campanha de Lula e entrou com ações contra a chapa de Bolsonaro nas eleições de 2022. </p>
<p>Da mesma forma, <strong>o presidente do STF negou solicitação da defesa de Braga Netto para afastar o relator da denúncia, ministro Alexandre de Moraes,</strong> do caso. Para os advogados, o ministro é apontado como uma das vítimas da trama e não pode julgar o caso.</p>
<h2>Julgamento</h2>
<p>A denúncia contra Bolsonaro, Braga Netto e mais seis acusados do núcleo 1 da trama golpista será julgada no dia 25 deste mês pela Primeira Turma do STF. <strong>Se maioria dos ministros aceitar a denúncia, o ex-presidente e os outros acusados viram réus e passam a responder a uma ação penal no STF. </strong></p>
<p>A turma é composta pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.</p>
<p>Pelo regimento interno da Corte, cabe às duas turmas do tribunal julgar ações penais. Como o relator faz parte da Primeira Turma, a acusação deve ser julgada pelo colegiado. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Congresso e Judiciário retomam sessões após feriado de Carnaval</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/congresso-e-judiciario-retomam-sessoes-apos-feriado-de-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 16:43:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Crime da 113]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[golpista]]></category>
		<category><![CDATA[idade mínima]]></category>
		<category><![CDATA[Laqueadura]]></category>
		<category><![CDATA[Sul]]></category>
		<category><![CDATA[trama]]></category>
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					<description><![CDATA[Pautas incluem LOA, trama golpista, laqueadura e posse no STM O Congresso e o Judiciário retomam nesta semana os trabalhos dos plenários e comissões após o feriado de Carnaval. Com a retomada das votações, os parlamentares devem destravar a tramitação do Orçamento de 2025, que ainda não foi votado por causa de divergências políticas. No Judiciário, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2170504675" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Pautas incluem LOA, trama golpista, laqueadura e posse no STM</p>
<p>O Congresso e o Judiciário retomam nesta semana os trabalhos dos plenários e comissões após o feriado de Carnaval. Com a retomada das votações, os <strong>parlamentares devem destravar a tramitação do Orçamento de 2025, que ainda não foi votado por causa de divergências políticas</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1633858&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1633858&amp;o=node" /></p>
<p>No Judiciário, continua a expectativa pela marcação da data do julgamento da denúncia sobre a trama golpista envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p>Na terça-feira (11), a Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional começará a discutir o relatório final do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano. A lei deveria ter sido aprovada em dezembro do ano passado, mas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo a suspensão do pagamento das emendas parlamentares travaram a tramitação da proposta.</p>
<p>No final do mês passado, o ministro do STF, Flávio Dino, e a cúpula do Congresso chegaram a um acordo para garantir a transparência e a rastreabilidade na aplicação dos recursos das emendas.</p>
<p><strong>Com o acordo aprovado pela Corte,  a partir do exercício financeiro deste ano, não será mais possível empenhar emendas sem a identificação de parlamentar que fez a indicação dos recursos e da entidade que vai receber o dinheiro</strong>. </p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/ysuFoW-QaPgTQsMbjOnWmZ_3dXw=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/manifestacao1_mcamgo_abr_080120231818-8.jpg?itok=0bXBexg2" alt="Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto." width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto. &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</p></div>
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<h2>Trama golpista</h2>
<p>Nesta semana, a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve se manifestar sobre os argumentos apresentados pelos advogados dos denunciados pela tentativa de golpe durante o governo de Jair Bolsonaro.</p>
<p>O Supremo já recebeu as defesas de 28 dos 34 denunciados. A procuradoria tem até sexta-feira (14) para se manifestar sobre as questões apontadas pelos advogados dos acusados.</p>
<p>Após receber as manifestações da PGR, o julgamento deve ser marcado pela Primeira Turma da Corte, colegiado que será responsável pelo julgamento que vai decidir se Bolsonaro e dos demais acusados vão se tornar réus.<br /> </p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="José Cruz/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/Iga7sEAK7h7Oa8q_9rSun4Mpicw=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/950660-09032015-stmdsc_9246.jpg?itok=qgN0fdbN" alt="A presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministra Maria Elizabeth Rocha inaugura a exposição “Vozes da Defesa” (José Cruz/Agência Brasil)" width="754" height="502" /><p class="wp-caption-text">A presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministra Maria Elizabeth Rocha(José Cruz/Agência Brasil)</p></div>
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<h2>Posse</h2>
<p>Na terça-feira (11), a ministra do Superior Tribunal Militar (STM) Maria Elizabeth Rocha será empossada na presidência da Corte.</p>
<p>A ministra compõe o STM desde 2007, quando foi indicada durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela é a primeira mulher nomeada para o tribunal militar em 216 anos de funcionamento do órgão.</p>
<p>De 2013 a 2015, a ministra chegou a assumir temporariamente a presidência do STM, mas para um mandato-tampão.</p>
<h2>Crime da 113 Sul</h2>
<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) também marcou para terça-feira (11) o julgamento de dois recursos envolvendo o assassinato do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, a esposa dele, Maria Carvalho Villela, e a empregada da família, Francisca Nascimento da Silva. O crime ficou conhecido como Crime da 113 Sul, quadra residencial de Brasília onde o casal morava, e ocorreu em 2009, quando as vítimas foram mortas a facadas.</p>
<p>Em 2019, a filha do ex-ministro, Adriana Vilela, foi condenada a 60 anos de prisão pelo Tribunal do Júri de Brasília sob acusação de atuar como mandante dos assassinatos.</p>
<p><strong>O STJ vai julgar um recurso da defesa da arquiteta para anular a condenação e outro do Ministério Público para que a prisão de Adriana seja determinada imediatamente.</strong></p>
<p>Segundo os promotores, a acusada não pode mais recorrer em liberdade após a decisão do Supremo que validou prisões imediatas de condenados pelo Tribunal do Júri. Com a decisão, proferida em setembro de 2024, criminosos que forem condenados por homicídio passarão a cumprir a pena imediatamente, sem o direito de recorrer em liberdade.</p>
<h2>Laqueadura</h2>
<p>Na quarta-feira (12), o plenário do STF retoma o julgamento sobre a constitucionalidade da lei que estabeleceu a idade mínima de 21 anos e número mínimo de dois filhos para realização de vasectomia e laqueadura.  A análise do caso foi suspensa em novembro do ano passado por um pedido de vista do ministro Cristiano Zanin.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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