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	<title>gerente - Portal NDC</title>
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		<title>Casal e gerente de Ótica são indiciados por exercício ilegal de medicina e fraude em cartões de crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 03:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Cuiabá]]></category>
		<category><![CDATA[empresários]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
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		<category><![CDATA[pratica ilegal do uso da medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[Um casal de proprietários e a gerente de uma ótica, no centro de Cuiabá, foram indiciados suspeitos de exercício ilegal de medicina, fraude na contratação de cartões de créditos e venda casada. Segundo a Polícia Civil, o proprietário da loja, que é técnico em optometria, realizava consultas oftalmológicas. Conforme as...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um casal de proprietários e a gerente de uma ótica, no centro de Cuiabá, foram indiciados suspeitos de exercício ilegal de medicina, fraude na contratação de cartões de créditos e venda casada. Segundo a Polícia Civil, o proprietário da loja, que é técnico em optometria, realizava consultas oftalmológicas.</p>
<p>Conforme as investigações, os gestores da ótica orientavam os funcionários a fraudar o cadastro de empresas de cartão de crédito para contratar cartões e serviços em nome dos clientes, mas sem o conhecimento deles.</p>
<p>Ainda de acordo com a polícia, o casal constituiu um instituto de visão com o argumento de oferecer consultas gratuitas para pessoas de baixa renda, mas os atendimentos eram realizados por profissionais sem formação adequada e com o objetivo de promover a venda casada de consultas com armações e lentes da própria ótica do casal.</p>
<p>Os suspeitos foram indiciados por falsidade ideológica, venda casada e crime contra as relações de consumo. Os proprietários da ótica também responderão pelo crime de exercício ilegal da medicina, com penas que, somadas, podem chegar a 17 anos de prisão e multa, informou a polícia.</p>
<h3>Vítimas</h3>
<p>A primeira vítima ouvida pela Polícia Civil foi um senhor de 82 anos de idade, encaminhado por uma funcionária para consulta com o proprietário da ótica, que receitou o uso de lente de grau para o idoso.</p>
<p>Depois de passar pela consulta, que era gratuita desde que o paciente adquirisse as lentes de grau na própria ótica, a vítima escolheu a armação e quis efetuar o pagamento dos óculos, no valor de R$ 1,5 mil em dinheiro, mas a funcionária não aceitou e disse que o pagamento só poderia ser realizado em, no mínimo, duas parcelas e após a confecção dos óculos.</p>
<p>Alguns dias após a compra, o idoso recebeu em casa um cartão de crédito que não havia pedido e, quando retornou à ótica, descobriu que havia contratado um cartão de crédito com serviços pagos de mensagens, alerta e outros. Além disso, a primeira fatura do cartão já havia vencido e a multa e os juros haviam quase dobrado o seu valor.</p>
<p>Uma sobrinha auxiliou o idosos, que se recusou a retirar os óculos e procurou um médico oftalmologista. O especialista constatou que o idoso sofria de cataratas e não precisava de óculos de grau, mas sim de tratamento cirúrgico.</p>
<p>Na investigação, foi descoberto que a gerente da ótica, orientada pelos proprietários, cadastrou o número de telefone dela no contrato do cartão de crédito, fotografou o idoso e realizou a contratação do cartão e dos serviços pagos a partir do aparelho celular e sem o conhecimento e o consentimento do consumidor.</p>
<h3>Segunda vítima</h3>
<p>Outra vítima, uma mulher de 58 anos, foi abordada por um vendedor quando caminhava na rua e em frente à ótica, tendo sido levada para realizar consulta oftalmológica com a proprietária da ótica, que não possuía nenhuma formação na área, tendo adquirido armação e as lentes de grau na ótica do casal.</p>
<p>Assim como o idoso, a mulher disse que foi contratado no nome dela um cartão de crédito e serviços no valor de R$ 34,90 por mês e mensagens, alerta no valor mensal de R$ 4,99, sem o seu conhecimento dela.</p>
<h3>Consultas em bairros carentes</h3>
<p>Os suspeitos enganavam presidentes e representantes de bairros de Cuiabá para organizar ações sociais para pessoas de baixa renda e oferecer consultas de visão gratuitas, nas quais eles aproveitavam para vender lentes de grau alegando que a consulta e a armação eram grátis para os pacientes que comprassem na ótica dos investigados.</p>
<p>Conforme investigação, um homem, de 37 anos, passou por consulta com o optometrista proprietário da ótica, e teve o diagnostico de “grau avançado de miopia” de 1,50 grau no olho esquerdo e 1,0 grau no olho direito, com risco de “piorar” se não passasse a usar óculos.</p>
<p>A vítima pagou o valor de R$1,1 mil em um óculos na ótica dos investigados. Após começar a usar os óculos, a vítima começou a sentir dores de cabeça e procurou um médico oftalmologista, que constatou que o paciente possui a visão perfeita, sem a necessidade de usar óculos de grau. O médico também afirmou que as dores de cabeça estavam sendo causadas pelo uso desnecessário de óculos de grau, ainda conforme apurado pela polícia.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Exoneração de Gerente de Inteligência da SSP revela vínculo familiar com traficante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 16:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[envolvimento com trafico]]></category>
		<category><![CDATA[exoneração]]></category>
		<category><![CDATA[gerente]]></category>
		<category><![CDATA[SSP-AM]]></category>
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					<description><![CDATA[O irmão de um dos principais traficantes do Amazonas ocupava o cargo de gerente de inteligência na Secretaria de Segurança Pública do estado (SSP-AM). A informação veio à tona na segunda-feira (12) e resultou na exoneração de Lanalbert Nunes Obando. Lanalbert foi nomeado para o cargo em outubro e recebia...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O irmão de um dos principais traficantes do Amazonas ocupava o cargo de gerente de inteligência na Secretaria de Segurança Pública do estado (SSP-AM). A informação veio à tona na segunda-feira (12) e resultou na exoneração de Lanalbert Nunes Obando.</p>
<p>Lanalbert foi nomeado para o cargo em outubro e recebia R$ 5.564,67. Ele foi designado para atuar na pasta que apura informações sobre o crime organizado, corrupção e lavagem de dinheiro.</p>
<p>No entanto, Lanalbert é irmão de Sérgio Roberto Obando, apontado pela polícia como um traficante preso em 2011 com 1,5 toneladas de cocaína. Em 2017, ele foi novamente detido com 400 quilos de entorpecentes.</p>
<p>Segundo a Polícia Federal, Sérgio é um dos principais responsáveis pelo tráfico de drogas na tríplice fronteira do Brasil com a Colômbia e o Peru.</p>
<p>A última prisão de Sérgio, inclusive, ocorreu em outubro. No entanto, 15 dias depois, o irmão foi nomeado para o cargo na gerência de inteligência da SSP.</p>
<p>Em nota, o Governo do Amazonas afirmou que desconhecia o parentesco entre Lanalbert e Sérgio, e determinou a exoneração do comissionado. A SSP-AM também disse que vai apurar a nomeação.</p>
<p>O Ministério Público do Amazonas (MPAM) investiga o caso.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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