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	<title>Gaza - Portal NDC</title>
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	<title>Gaza - Portal NDC</title>
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		<title>Trump declara que cessar-fogo em Gaza é um ‘trunfo incrível para Israel e o mundo’</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/trump-declara-que-cessar-fogo-em-gaza-e-um-trunfo-incrivel-para-israel-e-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 14:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante discurso no Parlamento israelense, presidente dos Estados Unidos classifica o término da guerra como o ‘fim de uma era de terror e morte’ O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (13) que o acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, em vigor desde sexta-feira (10), é um “triunfo incrível para Israel e o mundo” [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1788763276" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Durante discurso no Parlamento israelense, presidente dos Estados Unidos classifica o término da guerra como o ‘fim de uma era de terror e morte’</p>
<p>O presidente dos <strong>Estad</strong><strong>os Unidos</strong>, <strong>Donald Trump</strong>, disse nesta segunda-feira (13) que o acordo de cessar-fogo na <strong>Faixa de Gaza</strong>, em vigor desde sexta-feira (10), é um “triunfo incrível para Israel e o mundo” e agradeceu a mediação dos países árabes para sua concretização.</p>
<p>Em um discurso no Parlamento israelense, Trump afirmou que o acordo entre Israel e o movimento islamista palestino Hamas “não é apenas o fim de uma guerra” e sim “o amanhecer histórico de um novo Oriente Médio”.</p>
<h3><strong>Trump declara que ‘é o fim de uma era de terror e morte’</strong></h3>
<div id="title" class="style-scope ytd-watch-metadata">
<p>Durante discurso no Parlamento de Israel, Donald Trump celebrou a libertação de reféns após o período de conflito e classificou o evento como o “fim de uma era de terror e morte”. Trump enfatizou o retorno da paz e a cooperação regional, o que ele chamou de “nascimento histórico de um novo Oriente Médio”.</p>
<p>Iniciando sua fala com um “dia de profunda alegria”, Trump expressou gratidão ao “Deus de Abraão”. Ele relatou que, após “2 anos horrendos de guerra, de escuridão e cativeiro”, os reféns puderam finalmente receber o “glorioso abraço de suas famílias”.</p>
</div>
<p>O presidente americano declarou que a libertação marca um novo capítulo para a região<b>. </b>“Todas as armas foram baixadas e as sirenes não tocam mais. Finalmente temos paz em um país e uma região que viverá, se Deus quiser, em paz por toda a eternidade”. Republicano ressalta que a paz não é apenas o fim da guerra, mas “o começo de uma era de fé e esperança sempre em Deus” e de “harmonia eterna entre Israel e seus vizinhos”. Trump projetou que este será o “período de ouro para Israel e a era de ouro para o Oriente Médio”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Papamóvel será transformado em unidade de saúde para crianças em Gaza</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/papamovel-sera-transformado-em-unidade-de-saude-para-criancas-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 09:29:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Papa]]></category>
		<category><![CDATA[Papamóvel]]></category>
		<category><![CDATA[Vaticano]]></category>
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					<description><![CDATA[Desejo do próprio pontífice será providenciado pela Caritas Jerusalém O veículo utilizado pelo papa Francisco, popularmente conhecido como papamóvel, será transformado de forma que possa servir como uma unidade de saúde móvel para atender crianças na Faixa de Gaza. De acordo com o Vaticano, a adaptação foi um pedido feito pelo próprio pontífice. Em nota, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1686326869" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Desejo do próprio pontífice será providenciado pela Caritas Jerusalém<br /><br />O veículo utilizado pelo papa Francisco, popularmente conhecido como papamóvel, será transformado de forma que possa servir como uma unidade de saúde móvel para atender crianças na Faixa de Gaza. De acordo com o Vaticano, a adaptação foi um pedido feito pelo próprio pontífice.<br /><br />Em nota, a Santa Sé destacou que o legado de paz deixado por Francisco “continua a brilhar” em um mundo assolado por conflitos. “A proximidade que ele demonstrou aos mais vulneráveis ​​durante sua missão terrena continua irradiando mesmo após sua morte”, completou. O 266º papa, e o primeiro das Américas, morreu no último dia 21 de abril.<br /><br />“Foi seu último desejo para um povo a quem demonstrou tanta solidariedade ao longo do seu pontificado, sobretudo ao longo dos últimos anos”, destacou o Vaticano. De acordo com o comunicado, o pedido foi feito já em meio aos últimos meses de vida de Francisco, que confiou a iniciativa à organização humanitária Caritas Jerusalém.<br /><br />“Em meio à guerra terrível, à infraestrutura em colapso, a um sistema de saúde mutilado e à falta de educação, as crianças são as primeiras a pagar o preço, com a fome, as infecções e outras doenças evitáveis ​​colocando suas vidas em risco”, ressaltou a Santa Sé.<br /><br />“Papa Francisco costumava dizer: ‘Crianças não são números. São rostos. Nomes. Histórias. E cada uma delas é sagrada’ e, com este último presente, suas palavras se tornaram ações.”<br /><br />Ainda segundo o Vaticano, o papamóvel está sendo adaptado com equipamentos para diagnóstico, exame e tratamento – incluindo testes rápidos para infecções, instrumentos de diagnóstico, vacinas, kits de sutura e outros suprimentos considerados vitais para manter a saúde de crianças em zonas de conflito.<br /><br />A equipe que utilizará o veículo em Gaza será composta por médicos e paramédicos, “que alcançarão crianças aos cantos mais isolados de Gaza assim que o acesso humanitário à faixa for restabelecido”, concluiu o comunicado.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Guerra intensa em Gaza “está prestes a terminar” e foco deve ser no Líbano, diz Netanyahu</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/guerra-intensa-em-gaza-esta-prestes-a-terminar-e-foco-deve-ser-no-libano-diz-netanyahu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 11:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[BENJAMIN NETANYAHU]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeiro-ministro prometeu continuar operação no enclave até que o Hamas seja eliminado, enquanto enfrenta o Hezbollah na fronteira norte de Israel O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse neste domingo (23) que a “fase intensa da guerra com o Hamas [na Faixa de Gaza] está prestes a terminar”, e que o foco dos militares poderia então [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1749955394" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Primeiro-ministro prometeu continuar operação no enclave até que o Hamas seja eliminado, enquanto enfrenta o Hezbollah na fronteira norte de Israel<br /><br />O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse neste domingo (23) que a “fase intensa da guerra com o Hamas [na Faixa de Gaza] está prestes a terminar”, e que o foco dos militares poderia então mudar para a fronteira norte de Israel com o Líbano, onde os combates com o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, intensificou-se nas últimas semanas.<br /><br />Netanyahu, no entanto, prometeu que Israel continuaria a operar em Gaza até que o grupo militante Hamas fosse eliminado.<br /><br />“Isso não significa que a guerra vai acabar, mas a guerra na sua fase atual vai acabar em Rafah. Isto é verdade. Continuaremos cortando a grama mais tarde”, disse Netanyahu ao Canal 14 de Televisão em sua primeira entrevista individual à mídia local israelense desde 7 de outubro.<br /><br />Mais de um milhão de palestinos estavam abrigados em Rafah antes de Israel iniciar a sua operação aérea e terrestre na cidade do sul de Gaza, desafiando os apelos da comunidade internacional para não prosseguir.<br /><br />Desde então, cerca de 800 mil pessoas foram deslocadas de Rafah, onde as condições foram descritas pela agência alimentar das Nações Unidas como “apocalípticas”.<br /><br />A passagem fronteiriça da cidade com o Egito – um ponto de entrada vital para a ajuda humanitária – permaneceu fechada desde que os militares israelitas a tomaram no início do mês passado.<br /><br />E a pressão internacional sobre as ações de Israel em Gaza aumentou desde que o país iniciou a sua operação em Rafah.<br /><br />No mês passado, o tribunal superior da ONU ordenou que Israel suspendesse imediatamente a sua controversa operação militar naquele país, qualificando a situação humanitária de “desastrosa”.<br /><br />Na sua entrevista, Netanyahu disse que está pronto para fazer “um acordo parcial” com o Hamas para devolver alguns reféns ainda mantidos em cativeiro em Gaza, mas reiterou a sua posição de que a guerra ainda continuará após um cessar-fogo “para atingir o objectivo de eliminar” o Hamas.<br /><br />“Não estou pronto para desistir disso”, disse Netanyahu.<br /><br />O primeiro-ministro enfrentou protestos em todo o país em Israel pedindo um cessar-fogo em Gaza e o retorno de todos os reféns.<br /><br />No sábado, as famílias dos reféns participaram nos protestos antigovernamentais em curso, incluindo em Tel Aviv, Jerusalém, Herzliya, Cesareia, Raanana, Be’er Sheva, Kiryat Gat e na cidade de Pardes Hanna-Karkur. Muitos manifestantes exigiram que o governo aceitasse o acordo de libertação dos reféns.<br /><br />Um plano de cessar-fogo em três fases apoiado pelos EUA propõe “um fim permanente das hostilidades, em troca da libertação de todos os outros reféns que ainda estão em Gaza, e uma retirada total das forças israelitas de Gaza”.<br /><br />As fissuras também parecem estar se aprofundando entre o governo israelense e os seus militares.<br /><br />Netanyahu tem estado sob pressão crescente de membros do seu governo e dos aliados de Israel, incluindo os Estados Unidos, para conceber uma estratégia para o governo de Gaza no pós-guerra, após o devastador bombardeamento de Israel contra o enclave.<br /><br />Em resposta aos comentários do primeiro-ministro, o Hamas disse que as palavras usadas por Netanyahu mostram que ele procura apenas um acordo parcial e não o fim da guerra em Gaza.<br /><br />As posições de Netanyahu são “uma confirmação clara da sua rejeição da recente resolução do Conselho de Segurança e das propostas do presidente dos EUA, Joe Biden”, disse o Hamas num comunicado.<br /><br />O Hamas continua insistindo que qualquer acordo inclua “uma afirmação clara de um cessar-fogo permanente e uma retirada completa da Faixa de Gaza”.</p>
<h2>Mudando para o norte</h2>
<p>Netanyahu também disse ao Canal 14 de Televisão que “após o fim da fase intensa, teremos a possibilidade de transferir parte do poder para o norte, e faremos isso”.</p>
<p>“Em primeiro lugar, para fins de proteção e, em segundo lugar, para trazer também os nossos residentes para casa. Se pudermos fazer isso politicamente, isso seria ótimo. Se não, faremos de outra forma, mas vamos trazer todos de volta para casa – todos os moradores do norte e do sul”, acrescentou.</p>
<p>O Hezbollah, um movimento islâmico apoiado pelo Irã e com uma das forças paramilitares mais poderosas do Oriente Médio, tem concretizado ataques mortais a partir do sul do Líbano, visando áreas no norte de Israel, desde 8 de outubro, um dia após os ataques do Hamas a Israel.</p>
<p>Israel respondeu aos ataques do Hezbollah com bombardeios que mataram militantes do grupo, entre eles comandantes seniores.</p>
<p>Dezenas de milhares de israelenses foram evacuados de suas casas no norte de Israel devido ao conflito em curso. Aldeias no sul do Líbano também ficaram vazias.</p>
<p>O aumento dos ataques transfronteiriços nas últimas semanas intensificou as preocupações sobre a possível eclosão de outro conflito de pleno direito no Oriente Médio.</p>
<p>Autoridades israelenses disseram aos EUA que planejavam transferir recursos do sul de Gaza para o norte de Israel, em preparação para uma possível ofensiva contra o grupo, disseram autoridades dos EUA à CNN na quarta-feira.</p>
<p>As implicações de uma guerra mais ampla entre Israel e o Hezbollah podem ser devastadoras, disse anteriormente um alto funcionário dos EUA à CNN.</p>
<p>As autoridades norte-americanas têm sérias preocupações de que, no caso de uma guerra total entre Israel e o Hezbollah, o grupo militante apoiado pelo Irã possa sobrecarregar as defesas aéreas de Israel no norte – incluindo o muito alardeado sistema de defesa aérea “Iron Dome” (ou Domo de Ferro, em português).</p>
<p>Netanyahu também foi questionado na entrevista se a sua solução para acabar com o conflito com o Hezbollah seria através de um acordo ou da guerra.</p>
<p>O primeiro-ministro respondeu: “Olha, se houver um acordo, será um acordo conforme os nossos termos. Os nossos termos não são acabar com a guerra, abandonar Gaza e deixar o Hamas intacto. Recuso-me a deixar o Hamas intacto. Precisamos eliminá-los”.</p>
<p>Israel lançou a sua guerra em Gaza após os ataques do Hamas de 7 de outubro, quando militantes mataram cerca de 1.200 pessoas e fizeram mais de 250 reféns. Desde então, a campanha israelita matou mais de 37 mil pessoas, segundo o Ministério da Saúde de Gaza.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<item>
		<title>EUA apresentam resolução no Conselho de Segurança da ONU para cessar-fogo em Gaza</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/eua-apresentam-resolucao-no-conselho-de-seguranca-da-onu-para-cessar-fogo-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 21:37:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Antony Blinken]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Votação será realizada nesta sexta-feira (22), segundo porta-voz das Nações Unidas A resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre Gaza será votada nesta sexta-feira (22), disse o porta-voz das Nações Unidas à CNN. A resolução, que os Estados Unidos vêm trabalhando há semanas, pede “um cessar-fogo imediato e sustentado, além da libertação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2369469346" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Votação será realizada nesta sexta-feira (22), segundo porta-voz das Nações Unidas<br /><br />A resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre Gaza será votada nesta sexta-feira (22), disse o porta-voz das Nações Unidas à CNN. A resolução, que os Estados Unidos vêm trabalhando há semanas, pede “um cessar-fogo imediato e sustentado, além da libertação de todos os reféns.”<br /><br />O diplomata disse que o trabalho está em andamento para tentar garantir a aprovação da medida, mas a Rússia ameaçou vetar.<br /><br />A resolução dos EUA vem depois que os americanos vetaram várias propostas anteriores que pediam por um cessar-fogo imediato. A embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield, disse depois de vetar uma resolução argelina no final de fevereiro que “colocaria negociações sensíveis em perigo.”<br /><br />O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse em uma entrevista na quarta-feira que espera “muito que os países apoiem” a proposta americana.<br /><br />“Acho que isso enviaria uma mensagem forte, um sinal forte”, disse ele ao canal de notícias saudita Al Hadath, de acordo com uma transcrição do Departamento de Estado.<br /><br />“Claro, estamos com Israel e seu direito de se defender, para garantir que o 7 de outubro nunca mais aconteça, mas ao mesmo tempo, é imperativo que os civis que estão em perigo e que estão sofrendo – que nos concentremos neles, que os tornemos uma prioridade, protegendo os civis, obtendo-lhes assistência humanitária”, acrescentou.<br /><br /></p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<item>
		<title>Número de crianças mortas em Gaza supera conflitos globais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/numero-de-criancas-mortas-em-gaza-supera-conflitos-globais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 00:39:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[UNRWA]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais crianças foram mortas durante quatro meses de guerra na Faixa de Gaza do que em quatro anos de conflitos em todo o mundo, de acordo com a Agência das Nações Unidas de Assistência e Obras aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente (UNRWA). O comissário-geral da UNRWA, Philippe Lazzarini, chamou o número de “impressionante” [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2184767034" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Mais crianças foram mortas durante quatro meses de guerra na Faixa de Gaza do que em quatro anos de conflitos em todo o mundo, de acordo com a Agência das Nações Unidas de Assistência e Obras aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente (UNRWA).</p>
<p>O comissário-geral da UNRWA, Philippe Lazzarini, chamou o número de “impressionante” em uma postagem no X, antigo Twitter, na terça-feira (12).</p>
<p>Lazzarini compartilhou um gráfico que compara o número de crianças mortas em conflitos em todo o mundo entre os anos de 2019 e 2022 com o número de crianças mortas entre outubro de 2023 e fevereiro de 2024 em Gaza, citando como fonte a ONU e o Ministério da Saúde em Gaza, controlado pelo Hamas.</p>
<div class="embed-twitter">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="en" dir="ltr">Staggering. The number of children reported killed in just over 4 months in <a href="https://twitter.com/hashtag/Gaza?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">#Gaza</a> is higher than the number of children killed in 4 years of wars around the world combined.</p>
<p>This war is a war on children. It is a war on their childhood and their future.<a href="https://twitter.com/hashtag/ceasefireNow?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">#ceasefireNow</a> for the… <a href="https://t.co/tYwSNHecpy" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pic.twitter.com/tYwSNHecpy</a></p>
<p>&mdash; Philippe Lazzarini (@UNLazzarini) <a href="https://twitter.com/UNLazzarini/status/1767618985397272831?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">March 12, 2024</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></div>
<p>De acordo com os números, um total de 12.193 crianças foram mortas entre 2019 e 2022 em todo o mundo, e um total de 12.300 crianças foram mortas na Faixa de Gaza entre outubro de 2023 e fevereiro de 2024.</p>
<p>Segundo os dados publicados pelas autoridades de saúde palestinas, a quantidade de crianças mortas em Gaza desde 7 de outubro é maior do que a compartilhada por Lazzarini.</p>
<p>O Ministério da Saúde de Ramallah divulgou um relatório nesta quarta-feira (13), que mostra que o número de crianças mortas atingiu 13.450. O Ministério da Saúde de Gaza disse, por sua vez, que 72% de um total de 31.272 mortes são de mulheres e crianças.</p>
<p>A CNN não pôde confirmar os números de forma independente devido à falta de acesso da mídia internacional a Gaza.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">37151</post-id>	</item>
		<item>
		<title>ONU se pronuncia e informa que Israel está deixando palestinos com fome propositalmente</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/onu-se-pronuncia-e-informa-que-israel-esta-deixando-palestinos-com-fome-propositalmente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 02:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[palestinos]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) acusaram Israel, em um comunicado divulgado nesta terça-feira (5), de “deixar intencionalmente o povo palestino de fome” na Faixa de Gaza. “Israel tem intencionalmente feito o povo palestino passar fome em Gaza desde (8) de outubro. Agora, eles têm como alvo civis que procuram ajuda humanitária e comboios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-506053537" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) acusaram Israel, em um comunicado divulgado nesta terça-feira (5), de “deixar intencionalmente o povo palestino de fome” na Faixa de Gaza.</p>
<p>“Israel tem intencionalmente feito o povo palestino passar fome em Gaza desde (8) de outubro. Agora, eles têm como alvo civis que procuram ajuda humanitária e comboios humanitários”, afirmaram vários especialistas da ONU no documento.</p>
<p>“Israel deve acabar com a sua campanha de fome e parar de atacar civis.” Israel negou consistentemente ter civis como alvo, alegando que a sua guerra é contra o Hamas. As autoridades israelenses dizem regularmente que “não há limite para a quantidade de ajuda humanitária para os civis em Gaza”.</p>
<p>Mas um porta-voz do Ministério da Saúde palestino disse, no último domingo (3), que o número de crianças que morreram de desidratação e desnutrição no norte de Gaza aumentou para 15.</p>
<p>A CNN não pode confirmar de forma independente as mortes das crianças ou as suas causas devido à falta de acesso da mídia internacional a Gaza, mas tem havido avisos cada vez mais urgentes sobre a fome na faixa por parte de agências internacionais que entram.</p>
<p>Especialistas da ONU também condenaram a “violência desencadeada pelas forças israelenses” depois que mais de 100 palestinos foram mortos tentando obter ajuda alimentar na Cidade de Gaza, na quinta-feira.</p>
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<p>Fonte:  CNN</p>
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		<title>Lula não se retrata e acusa Israel de genocídio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-nao-se-retrata-e-acusa-israel-de-genocidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Feb 2024 12:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra de Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Lula termina a semana falando da guerra de Israel sem repetir o absurdo, mas sem se retratar e volta a dizer que &#8220;o que está acontecendo em Gaza é um genocídio&#8221; O presidente Lula começou a semana comparando a guerra de Israel contra o Hamas com o Holocausto. Teve que lidar com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2063782888" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O presidente Lula termina a semana falando da guerra de Israel sem repetir o absurdo, mas sem se retratar e volta a dizer que &#8220;o que está acontecendo em Gaza é um genocídio&#8221;</p>
<p>O presidente Lula começou a semana comparando a guerra de Israel contra o Hamas com o Holocausto. Teve que lidar com a reação veemente dentro e fora do Brasil ao improviso absolutamente equivocado, para dizer o mínimo.</p>
<p>Teve que lidar com a resposta virulenta de Israel que ultrapassou os limites da diplomacia e até hoje provoca o governo petista nas redes sociais. O presidente Lula termina a semana falando da guerra em Israel sem repetir o absurdo, mas sem se retratar e voltou a dizer que o que está acontecendo em Gaza é “um genocídio, se isso não é genocídio, eu não sei o que é”, completou.</p>
<p>Lula reclamou que houve interpretação de sua declaração e que está sendo julgado pelo que disse Netanyahu, primeiro-ministro israelense. A comparação das mortes em Gaza com o que Hitler fez com os judeus saiu da boca do presidente brasileiro.</p>
<p>A campanha militar de Israel em Gaza tem sido brutal, atingindo alvos civis e, sim, matando mulheres e crianças. O governo de extrema-direita israelense perde apoio dentro do país e é alvo de críticas até de seu maior aliado, os Estados Unidos.</p>
<p>Mas a ofensiva contra o Hamas não se encaixa na definição da convenção internacional sobre genocídio, o que o presidente Lula insiste em desconsiderar.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<title>Ataques no Mar Vermelho ameaçam rota comercial global aumentando risco de colapso econômico</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ataques-no-mar-vermelho-ameacam-rota-comercial-global-aumentando-risco-de-colapso-economico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jan 2024 15:58:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
		<category><![CDATA[crise global]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas s]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Mar Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[mercadorias em atraso]]></category>
		<category><![CDATA[super taxas]]></category>
		<category><![CDATA[transporte marítimo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ataques de rebeldes Houthi no Mar Vermelho fecharam uma das principais rotas comerciais do mundo à maioria dos cargueiros. Um encerramento prolongado da via, que se liga ao Canal de Suez, poderia complicar as cadeias de abastecimento globais e fazer subir os preços dos bens manufaturados num momento crucial na batalha para derrotar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1042622199" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Os ataques de rebeldes Houthi no Mar Vermelho fecharam uma das principais rotas comerciais do mundo à maioria dos cargueiros.</p>
<p>Um encerramento prolongado da via, que se liga ao Canal de Suez, poderia complicar as cadeias de abastecimento globais e fazer subir os preços dos bens manufaturados num momento crucial na batalha para derrotar a inflação.</p>
<p>O Canal de Suez é responsável por 10-15% do comércio mundial, incluindo as exportações de petróleo; e por 30% dos volumes globais de transporte de contêineres.</p>
<p>Os combatentes Houthi, baseados no Iêmen e apoiados pelo Irã, dizem que estão se vingando da guerra de Israel contra o Hamas em Gaza.</p>
<p>Em meados de dezembro, os Estados Unidos anunciaram uma operação internacional para reforçar a segurança no Mar Vermelho. Contudo, os Houthis continuam na ofensiva – 21 mísseis e drones foram abatidos na terça-feira (9).</p>
<p>As forças dos EUA e do Reino Unido “subiram a banca” na quinta-feira (11), ao realizar um bombardeio no Iêmen para atingir alvos Houthi.</p>
<p>O presidente norte-americano Joe Biden classificou o ataque como uma resposta direta à ameaça representada à “liberdade de navegação numa das vias marítimas ​​mais vitais do mundo”.</p>
<p>E à medida que a crise aumenta, as ramificações para a economia global também se expandem.</p>
<h3>Impacto no mercado</h3>
<p>A Tesla está interrompendo a maior parte da produção de sua fábrica de carros elétricos na Alemanha, uma vez que os ataques interromperam o fornecimento de peças.</p>
<p>Soa pelo mundo um alerta para atrasos nas remessas e encarecimento do custo do transporte marítimo.</p>
<p>Os preços do petróleo também estão em alta – o Brent e o petróleo dos EUA subiram cerca de 4% na sexta-feira (12) – devido ao receio de uma guerra mais ampla no Oriente Médio que possa afetar o abastecimento.</p>
<p>Os mercados de energia já estavam nervosos depois que o Irã apreendeu um navio petroleiro no Golfo de Omã na quinta-feira.</p>
<p>Em relatório divulgado na terça-feira, o Banco Mundial alertou que a interrupção das principais rotas marítimas estava “corroendo a folga nas redes de abastecimento e aumentando a probabilidade de ‘estrangulamentos’ inflacionários”.</p>
<p>Seis das 10 maiores empresas de transporte de carga – como Maersk, MSC, Hapag-Lloyd, CMA CGM, ZIM e ONE – estão evitando em grande parte ou completamente o Mar Vermelho devido à ameaça dos Houthi.</p>
<p>O perigo para a tripulação, a carga e os navios forçou os transportadores a redirecionar os navios ao redor do Cabo da Boa Esperança, na África do Sul, resultando em atrasos de até três semanas.</p>
<p>O CEO da Maersk, Vincent Clerc, disse ao Financial Times na quinta-feira que o restabelecimento da passagem segura através do Mar Vermelho pode levar “meses”.</p>
<p>“Isso poderia ter consequências bastante significativas no crescimento [econômico] global”, acrescentou.</p>
<p>O comércio global caiu 1,3% entre novembro e dezembro, informou na quinta-feira o Instituto Kiel para a Economia Mundial da Alemanha, citando “as consequências dos ataques a navios de carga no Mar Vermelho”.</p>
<p>Os custos de envio já aumentaram, o que poderá, em última análise, refletir nos preços ao consumidor.</p>
<p>“Quanto mais tempo persistirem as perturbações, mais fortes serão os efeitos estagflacionários para a economia global”, escreveu o economista-chefe da Allianz, Mohamed A. El Erian, na semana passada no X, referindo-se a uma combinação de crescimento econômico baixo ou nulo e inflação elevada.</p>
<p>Se a guerra entre Israel e o Hamas se transformar num conflito regional mais amplo ou se os Houthis decidirem redirecionar os seus ataques para petroleiros e graneleiros, – que transportam matérias-primas cruciais como minério de ferro, cereais e madeira – as consequências para a economia global seriam totalmente mais severas.</p>
<p>“Num cenário de conflitos crescentes, o fornecimento de energia também poderá ser substancialmente perturbado, levando a um aumento nos preços da energia”, acrescenta o relatório do Banco Mundial. “Isso teria repercussões significativas nos preços de outras commodities.”</p>
<p>A ameaça aos preços da energia é o maior risco, segundo a Capital Economics.</p>
<p>“Embora as atuais perturbações no transporte marítimo não sejam suscetíveis de perturbar a tendência global de queda da inflação, uma escalada acentuada do conflito militar subjacente poderia aumentar os preços da energia, o que seria transferido para os consumidores”, escreveram Simon MacAdam e Lily Millard, economistas da empresa de consultoria em uma nota na semana passada.</p>
<p>A Oxford Economics também espera que a inflação continue a diminuir, mas ainda vê um risco ascendente para os preços.</p>
<p>Se os custos do transporte de contêineres se mantiverem em torno dos níveis atuais, – quase o dobro do registrado no início de dezembro – isso poderá aumentar a inflação mundial em cerca de 0,6 pontos percentuais, escreveu Ben May, diretor de investigação macroeconômica global da empresa, numa nota de 4 de janeiro.</p>
<h3>Crise total</h3>
<p>Além do aumento nas taxas de frete devido aos ataques no Mar Vermelho, as transportadoras estão aplicando sobretaxas de emergência.</p>
<p>Os “preços totais” de US$ 5.000 (R$ 24.374) a US$ 8.000 (R$ 38.998,40) por contêiner para as principais rotas comerciais com origem na Ásia são 2,5 a 4 vezes os “níveis normais” para esta época do ano, de acordo com estimativas de Judah Levine, chefe de investigação da empresa de logística Freightos.</p>
<p>No entanto, isso ainda está 45%-75% abaixo do “pico pandêmico” no final de 2021, observou Levine.</p>
<p>À época, a crescente procura de bens por parte dos consumidores domésticos colidiu com estrangulamentos de abastecimento, que iam desde a escassez de contêineres até ao congestionamento dos portos.</p>
<p>O desastre do Canal de Suez soma-se aos problemas existentes no transporte marítimo, com o tráfego através do vital Canal do Panamá já restrito devido a uma seca.</p>
<p>“Para as empresas que tentam transportar mercadorias em todo o mundo, há uma crise total neste momento – não se pode confiar no Canal do Panamá [e] não se pode confiar no Canal de Suez”, disse Carolina Klint, diretora comercial para a Europa da Marsh McLennan, uma empresa de serviços profissionais.</p>
<p>Algumas transportadoras marítimas que normalmente transitam pelo Canal do Panamá foram redirecionadas para o Canal de Suez antes da escalada dos ataques no Mar Vermelho, segundo a empresa de logística CH Robinson.</p>
<p>Matthew Burgess, vice-presidente de serviços oceânicos globais da empresa, disse que a capacidade global de transporte marítimo ainda será limitada por um tempo.</p>
<p>“Haverá uma escassez de espaço entre a Ásia e a Europa, no mínimo, nas próximas oito semanas devido ao tempo adicional necessário para utilizar a rota do Cabo da Boa Esperança”, disse ele à CNN.</p>
<p>“Como vimos em interrupções anteriores no transporte global, a escassez de equipamentos vazios provavelmente ocorrerá rapidamente, o que aumenta ainda mais os atrasos porque as empresas podem precisar esperar duas a três semanas adicionais por um contêiner vago.”</p>
<p>Pelo menos por agora, os principais portos da Europa e dos Estados Unidos – incluindo o Porto de Roterdã, o Porto de Los Angeles e o Porto de Nova Iorque e Nova Jersey – tiveram um impacto limitado da crise do Mar Vermelho. Mas eles estão em alerta máximo para possíveis consequências.</p>
<p>“É mais uma interrupção na cadeia de abastecimento”, disse Gene Seroka, diretor executivo do Porto de Los Angeles, à CNN. “Isso não vai desaparecer em três ou quatro semanas.”</p>
<p>E mesmo que os ataques parassem hoje, permitindo que a maioria dos navios transitassem pelo Mar Vermelho, os impactos anteriores ainda poderiam repercutir durante algum tempo, de acordo com Burgess da CH Robinson.</p>
<p>“As interrupções e atrasos já existentes levarão um tempo significativo para serem resolvidos.”</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<item>
		<title>Ataques aéreos em hospitais de Gaza dificultam evacuação de brasileiros e estrangeiros</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ataques-aereos-em-hospitais-de-gaza-dificultam-evacuacao-de-brasileiros-e-estrangeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 23:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[confronto em hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[Egito]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[PRCS]]></category>
		<category><![CDATA[saída de brasileiros]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques aéreos de Israel atingiram ao menos três hospitais na Faixa de Gaza nesta sexta-feira (10), segundo informes do Ministério da Saúde local e da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS). Como a saída dos brasileiros e demais estrangeiros está condicionada à transferência dos feridos da Faixa de Gaza ao Egito, os confrontos em torno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-129251170" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Ataques aéreos de Israel atingiram ao menos três hospitais na Faixa de Gaza nesta sexta-feira (10), segundo informes do Ministério da Saúde local e da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS). Como a saída dos brasileiros e demais estrangeiros está condicionada à transferência dos feridos da Faixa de Gaza ao Egito, os confrontos em torno dos hospitais podem dificultar a logística para saída das ambulâncias.</p>
<p>Entre os hospitais atacados nesta sexta-feira está o maior da Faixa de Gaza, o Al-Shiva, que fica na cidade de Gaza. “As forças de ocupação israelenses atacaram o Complexo Médico Al-Shifa cinco vezes consecutivas e ainda têm como alvo as proximidades do hospital”, informou a entidade palestina.</p>
<p>Em uma rede social, o secretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, Martin Griffiths, comentou sobre os “relatos horríveis” que estão chegando sobre o ataque ao Al-Shiva e destacou que as vidas de milhares de pacientes, funcionários e civis deslocados, estão em risco.</p>
<p>“Ao abrigo do direito humanitário internacional, os hospitais devem ser protegidos. Como já disse antes, os atos de guerra em lugares protegidos devem parar. Na verdade, eles nunca devem acontecer”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o direito humanitário internacional, atacar unidades de saúde configura crime de guerra.</p>
<p>Também nesta sexta-feira, a PRCS informou em uma rede social que “as forças de ocupação israelenses abriram fogo contra a unidade de terapia intensiva do hospital Al-Quds”. O hospital Al-Quds, na cidade de Gaza, está sob os cuidados dessa organização.</p>
<p>“Um mártir e 28 feridos entre os deslocados no Hospital Al-Quds, a maioria crianças, com dois deles em estado crítico devido aos atiradores de elite da ocupação que visavam o hospital. Além disso, há ferimentos causados ​​por estilhaços de artilharia a oeste do hospital”, publicou hoje o PRCS.</p>
<p>Israel tem defendido que o grupo Hamas constrói túneis embaixo das unidades da saúde, colocando os civis em risco. Todos esses hospitais ficam na parte norte do enclave palestino, onde Israel informa que tem concentrado as batalhas contra o Hamas. A Embaixada de Israel no Brasil foi procurada para comentar as informações, mas não respondeu aos questionamentos.</p>
<p>Além do hospital Al-Shiva, há relatos de confrontos em torno dos hospitais infantis Al-Rantisi e Al-Nasr, ambos no centro da cidade de Gaza, o que teria levado a incêndios no Al-Rantisi e a suspensão de serviços prestados pelas unidades. “As forças de ocupação israelitas sitiam os hospitais infantis Al-Rantisi e Al-Nasr, expondo as vidas de milhares de pacientes, pessoal médico e pessoas deslocadas”, diz a comunicado do Ministério da Saúde de Gaza.</p>
<p>Além disso, o Escritório de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) informou que o único hospital psiquiátrico de Gaza deixou de funcionar “depois de sofrer danos devido a um ataque do dia 5 de novembro”.</p>
<h3>Brasileiros em Gaza</h3>
<p>Os 34 brasileiros ou familiares foram autorizados a deixar a Faixa de Gaza, mas não conseguiram atravessar a fronteira de Rafah com o Egito porque há um entendimento entre os atores responsáveis pela evacuação dos estrangeiros de que as pessoas de outras nacionalidades só podem sair da zona de guerra depois dos feridos, segundo informou nesta sexta-feira o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Viera.</p>
<p>Hoje passaram ao menos 12 crianças com câncer ou outras doenças para o Egito e Jordânia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Porém, ainda há dezenas de feridos retidos no norte de Gaza, segundo o Escritório da Representação do Brasil em Ramala, na Cisjordânia ocupada. O embaixador do Brasil no local, Alessandro Candeas, disse que a forte presença militar israelense e os combates ao redor de hospitais impedem ou dificultam a saída das ambulâncias.</p>
<p>“Se ambulâncias puderem sair amanhã, os estrangeiros também sairão, inclusive nossos brasileiros. Estamos todos mobilizados. Assim que sair a notícia da abertura da fronteira, levaremos em poucos minutos todos de novo para lá”, informou.</p>
<p>Em nota, a Embaixada de Israel no Brasil disse que, “apesar dos muitos esforços de Israel e do Brasil, o Hamas impediu hoje a abertura da passagem de Rafah e impediu que os cidadãos brasileiros saíssem da Faixa de Gaza”.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Lula busca apoio da autoridade Palestina para evacuação de brasileiros na Faixa de Gaza</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-busca-apoio-da-autoridade-palestina-para-evacuacao-de-brasileiros-na-faixa-de-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Oct 2023 00:35:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Mahmoud Abbas]]></category>
		<category><![CDATA[mediações]]></category>
		<category><![CDATA[repatriados]]></category>
		<category><![CDATA[zona de conflito]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por telefone, neste sábado (14), com o presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, em busca de apoio para a saída dos brasileiros da Faixa de Gaza. Uma das alternativas é a criação de um corredor humanitário, próximo à fronteira com o Egito, para saída de civis. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3481123167" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por telefone, neste sábado (14), com o presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, em busca de apoio para a saída dos brasileiros da Faixa de Gaza. Uma das alternativas é a criação de um corredor humanitário, próximo à fronteira com o Egito, para saída de civis.</p>
<p>De acordo com comunicado divulgado pelo Palácio do Planalto, Lula disse que os inocentes em Gaza não podem pagar o preço da insanidade daqueles que querem a guerra. Ambos reafirmaram a importância da busca por uma solução política e pela paz para a região.</p>
<p>O presidente brasileiro lembrou ainda o reconhecimento brasileiro do Estado palestino, e ressaltou a disposição do Brasil em ajudar na busca da paz.</p>
<p>Segundo as últimas informações do Itamaraty, cerca de 30 brasileiros que estão na Faixa de Gaza e desejam ser repatriados já estão próximos da fronteira com o Egito. A informação foi confirmada pela brasileira Shahed al-Banna, que está no grupo.</p>
<p>Os brasileiros conseguiram embarcar no ônibus fretado pelo governo brasileiro na manhã deste sábado e foram em um primeiro momento à cidade de Khan Yunis, distante cerca de 10 quilômetros de Rafah.</p>
<h3>Conversa com Israel</h3>
<p>Na quinta-feira (12), Lula conversou, também por telefone, com o presidente de Israel, Isaac Herzog. O petista disse ter feito apelo por corredor humanitário que permita aos civis deixar Gaza rumo ao Egito.</p>
<p>“Não é possível que os inocentes sejam vítimas da insanidade daqueles que querem a guerra. Transmiti meu apelo por um corredor humanitário para que as pessoas que queiram sair da Faixa de Gaza pelo Egito tenham segurança”, escreveu na ocasião. “Solicitei ao presidente todas as iniciativas possíveis para que não falte água, luz e remédios em hospitais”.</p>
<p>Lula escreveu ainda ter reafirmado no telefonema “condenação brasileira aos ataques terroristas” do Hamas em 7 de outubro. Afirmou ter agradecido ao presidente israelense pelo apoio na operação de retirada de brasileiros da região do confronto.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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