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	<title>Gaeco - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Gaeco - Portal NDC</title>
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		<title>MPAM denuncia seis policiais militares por suspeita de tortura a moradora do Educando</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mpam-denuncia-seis-policiais-militares-por-suspeita-de-tortura-a-moradora-do-educando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Feb 2024 02:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[MPAM]]></category>
		<category><![CDATA[policia]]></category>
		<category><![CDATA[SEAOP]]></category>
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		<category><![CDATA[tortura]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público do Amazonas (MPAM) denunciou, na quinta-feira (22), seis policiais militares suspeitos de torturarem uma moradora do Educandos, Zona Sul de Manaus, durante uma operação policial. O caso aconteceu em agosto do ano passado. Na época, segundo o órgão, os policiais militares, armados com fuzis chegaram à casa da vítima, que também funciona [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3512891181" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O Ministério Público do Amazonas (MPAM) denunciou, na quinta-feira (22), seis policiais militares suspeitos de torturarem uma moradora do Educandos, Zona Sul de Manaus, durante uma operação policial.</p>
<p>O caso aconteceu em agosto do ano passado. Na época, segundo o órgão, os policiais militares, armados com fuzis chegaram à casa da vítima, que também funciona como distribuidora de bebidas, e arrombaram o gradil, iniciando uma sessão de tortura contra ela à procura de drogas e armas que, supostamente seriam do namorado da mesma.</p>
<p>Logo após o caso, o MP chegou a pedir a prisão preventiva de dois dos policiais.</p>
<p>À Rede Amazônica, o órgão disse que denunciou seis policiais militares, integrantes da Secretária Executiva Adjunta de Operações (SEAOP) pelos crimes de abuso de autoridade, lesão corporal, furto qualificado e falsidade ideológica.</p>
<p>&#8220;A denúncia é resultado da investigação na qual ocorreu a Operação Tertium Genus do MP, em agosto de 2023, que obteve na Justiça a prisão preventiva de dois integrantes da SEAOP&#8221;, disse o MP.</p>
<p>Ainda conforme o órgão, após as prisões dos agentes, a investigação passou a contar com a participação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), com a oitiva de testemunhas e análises de provas produzidas.</p>
<p>O g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) para saber quais providências o órgão vai tomar contra os agentes, e aguarda resposta.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<item>
		<title>Influenciador fitness Renato Cariani quebra o silêncio e se pronuncia sobre investigação de desvio de produtos químicos pela PF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/influenciador-fitness-renato-cariani-quebra-o-silencio-e-se-pronuncia-sobre-investigacao-de-desvio-de-produtos-quimicos-pela-pf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 00:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Famosos e Tv]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[investigações]]></category>
		<category><![CDATA[mandado de busca e apreensão]]></category>
		<category><![CDATA[MPSP]]></category>
		<category><![CDATA[policia]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Cariani]]></category>
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					<description><![CDATA[Após todo o turbilhão que virou sua vida de ponta-cabeça, Renato Cariani, o influenciador fitness que foi alvo de busca a apreensão pela Polícia Federal (PF), na manhã desta terça-feira (12), resolveu se pronunciar sobre o caso. No Instagram, ele deu detalhes sobre a sua empresa, que é uma das investigadas pela corporação por desvio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3001309383" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Após todo o turbilhão que virou sua vida de ponta-cabeça, Renato Cariani, o influenciador fitness que foi alvo de busca a apreensão pela Polícia Federal (PF), na manhã desta terça-feira (12), resolveu se pronunciar sobre o caso.</p>
<p>No Instagram, ele deu detalhes sobre a sua empresa, que é uma das investigadas pela corporação por desvio de produtos químicos para produção de drogas, e contou que não tem muitas informações sobre as acusações.</p>
<p>“Pessoal, tô vindo aqui pra poder esclarecer pra vocês, afinal de contas, tá rodando tanta notícia aí, tantas mensagens e eu preciso dividir com vocês o que realmente aconteceu. Bom, pela manhã eu fui surpreendido com o cumprimento de mandado de busca e apreensão da polícia na minha casa, onde eu fui informado que não só a minha empresa, mas várias empresas estão sendo investigadas em um processo”, começou ele, antes de afirmar que tudo corre em segredo, e, por isso, ele não tem mais informações.</p>
<p>Renato Cariani relatou, ainda, que seus representantes legais já estão tentando acesso: “Meus advogados agora vão dar entrada, pedindo pra ver esse processo. E, aí sim, eu vou entender o que consta nessa investigação. Eu sofri busca e apreensão porque eu sou um dos sócios. Então, todos os sócios sofreram busca e apreensão”, garantiu.</p>
<p>Em seguida, o influenciador fitness falou sobre a companhia da qual é sócio: “Uma dessas empresas da qual eu sou sócio, que é a empresa que está sofrendo investigação, ela foi fundada em 1981. Então, ela tem mais de 40 anos de história. É uma empresa onde a minha sócia, com 71 anos de idade, ainda é a grande administradora, a grande gestora da empresa e quem conduz a empresa. Uma empresa de sede própria, que tem todas as licenças, todas as certificações nacionais e internacionais, que trabalha totalmente regulada”, afirmou.</p>
<p>E continuou seu desabafo: “Então, pra mim, pra minha sócia e pra todas as pessoas, foi uma surpresa, como foi pra você também. Mas eu também quero agradecer, do fundo do coração, o carinho e a mensagem de cada um de vocês. De você, que conhece a minha história, que sabe o quanto eu trabalho, que eu divido todo dia aqui no meu Instagram, nos meus podcasts, como eu fui construindo cada uma das empresas, como eu trabalho todo dia. Muito obrigado pela mensagem de cada um de vocês, por cada mensagem, por todas as postagens, obrigado de verdade”.</p>
<p>No fim, Renato Cariani afirmou que assim que tiver mais informações sobre o processo, vai compartilhar com seus seguidores: “E logo que eu tiver acesso a esse processo, eu divido com vocês o que realmente foi, porque eu não tenho acesso por enquanto, tá bom? Mas eu tinha que dividir aqui com vocês o que foi”, encerrou.</p>
<h3>A operação contra Renato Cariani</h3>
<p>O influencer fitness Renato Cariani é alvo da Polícia Federal (PF) em operação com objetivo reprimir e desarticular uma organização criminosa que desviou produtos químicos para produção de drogas. As equipes cumprem mandados de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (12/12), na Anidrol, indústria química na Grande São Paulo que tem Carinani como sócio.</p>
<p>A ação, batizada de Operação Hinsberg, tem apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo (MPSP), e da Receita Federal.</p>
<p>Mais de 70 policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão em endereços situados em São Paulo, Paraná e Minas Gerais. As investigações revelaram que o esquema abrangia a emissão fraudulenta de notas fiscais por empresas licenciadas a vender produtos químicos em São Paulo, usando “laranjas” para depósitos em espécie, como se fossem funcionários de grandes multinacionais, vítimas que figuraram como compradoras.</p>
<p>Foram identificadas 60 transações dissimuladas vinculadas à atuação da organização criminosa, totalizando, aproximadamente, 12 toneladas de produtos químicos (fenacetina, acetona, éter etílico, ácido clorídrico, manitol e acetato de etila), o que corresponde à mais de 19 toneladas de cocaína e crack prontas para consumo.</p>
<p>As investigações revelaram, ainda, que os envolvidos empregavam diversas metodologias para ocultar e dissimular a procedência ilícita dos valores recebidos, tais como interpostas pessoas e constituição de empresas fictícias.</p>
<p>As pessoas relacionadas aos fatos investigados responderão, cada qual dentro da sua esfera de responsabilidade, pelos crimes de tráfico equiparado, associação para fins de tráfico, bem como pelo crime de lavagem de dinheiro. As penas cominadas podem ultrapassar 35 anos de reclusão.</p>
<p>O nome da operação faz alusão a Oscar Hinsberg, químico que percebeu a possibilidade de converter compostos químicos em fenacetina. Tal substância foi o principal insumo químico desviado.</p>
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<p>Fonte: Metrópoles</p>
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		<item>
		<title>Um dos chefes da maior milícia do Rio, que subornava policiais é solto por engano</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/um-dos-chefes-da-maior-milicia-do-rio-que-subornava-policiais-e-solto-por-engano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 01:05:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[BNMP]]></category>
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		<category><![CDATA[erro no banco de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[liberação de Peterson Luiz de Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[milícia]]></category>
		<category><![CDATA[MPRJ]]></category>
		<category><![CDATA[Seap]]></category>
		<category><![CDATA[soltura por engano]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; &#160; Um inquérito policial foi instaurado, nesta terça-feira (31), para apurar a liberação de Peterson Luiz de Almeida, o Pet ou Flamengo, um dos chefes da maior milícia do estado, comandada por Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho. Ele saiu pela porta da frente do Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4213720266" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>&nbsp;</p>
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<p>Um inquérito policial foi instaurado, nesta terça-feira (31), para apurar a liberação de Peterson Luiz de Almeida, o Pet ou Flamengo, um dos chefes da maior milícia do estado, comandada por Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho. Ele saiu pela porta da frente do Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte, no domingo (29). A Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) alega que a soltura teria ocorrido por engano, devido a um erro da Justiça, após a pasta não ter sido comunicada da conversão da prisão temporária do preso para preventiva.</p>
<p>A Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Sistema Prisional, do Ministério Público do Rio, até o momento, apontou falha no funcionamento do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP) administrado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Além disso, reconheceu restrições de acesso ao banco por parte de órgãos de segurança pública do Rio, e a inexistência de um protocolo institucional que estabeleça procedimentos e fluxos de comunicação entre os órgãos do Poder Judiciário e a Seap.</p>
<p>Na ausência de protocolos de comunicação, diz o MP, a investigação observa a adoção de práticas informais que geram inconsistências, insegurança jurídica e até mesmo espaço para práticas ilícitas por serem apuradas, ora promovendo a soltura indevida, ora acarretando retenção injustificada de pessoas privadas de liberdade.</p>
<h3>Relembre a prisão</h3>
<p>Peterson foi preso em agosto deste ano, numa ação conjunta do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), e da Polícia Federal.</p>
<p>Ele foi denunciado pelos crimes de milícia privada e comércio ilegal de arma de fogo. As penas máximas podem atingir 20 anos de prisão.</p>
<p>A participação de Peterson na milícia foi revelada a partir da continuidade das investigações sobre o grupo criminoso integrado por ele — as provas foram coletadas na Operação Dinastia, deflagrada pela PF e o Gaeco em agosto de 2022. De acordo com a denúncia do MP, além de negociar armas, o criminoso planejava execuções de criminosos rivais, em prol de Zinho. Peterson teria, ainda, ligações com o também miliciano Rodrigo dos Santos, o Latrell, e com o miliciano Matheus Rezende, o Faustão, morto em 23 de outubro deste ano. Peterson atua, principalmente, nos bairros de Sepetiba e Nova Sepetiba, na Zona Oeste do Rio.</p>
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<p>Fonte: Extra</p>
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		<item>
		<title>Prefeito e primeira-dama de Borba estão foragidos após operação contra desvio milionário</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/prefeito-e-primeira-dama-de-borba-estao-foragidos-apos-operacao-contra-desvio-milionario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 11:48:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[Municipio de Borba]]></category>
		<category><![CDATA[Simão Peixoto]]></category>
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					<description><![CDATA[Com mandados de prisão expedidos pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), o prefeito de Borba (a 150 quilômetros de Manaus) Simão Peixoto e a primeira-dama, Aldine Mirella de Souza, estão foragidos. Eles e mais nove pessoas, entre familiares, servidores públicos e empresários, foram alvos da Operação ‘Garrote’ do Grupo de Atuação Especial de Repressão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3681192062" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Com mandados de prisão expedidos pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), o prefeito de Borba (a 150 quilômetros de Manaus) Simão Peixoto e a primeira-dama, Aldine Mirella de Souza, estão foragidos. Eles e mais nove pessoas, entre familiares, servidores públicos e empresários, foram alvos da Operação ‘Garrote’ do Grupo de Atuação Especial de Repressão do Crime Organizado (Gaeco), na terça-feira (24).<br /><br />A reportagem teve acesso aos Boletins de Ocorrência da Polícia Civil que registraram no 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP) a prisão de 9 dos 11 suspeitos de integrarem uma organização criminosa que teria desviado pelo menos R$ 29 milhões em recursos públicos no município de Borba. Não constam no registro as prisões do prefeito e da primeira-dama.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Até o momento a cunhada de Simão, Aldonira Rolim de Assis (40), as sobrinhas dele Keliany de Assis Lima (19) e Kaline de Assis Lima (21) e o enteado Adan de Freitas da Silva (20) já foram presos em cumprimento aos mandados de prisão autorizados pelo desembargador João de Jesus Abdala Simões. Todas as prisões dos familiares do prefeito de Borba foram feitos em endereços localizados em Manaus. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Também foram registradas as prisões dos sócios do Mercadinho Du Primo, Edival das Graças Guedes (63) e Ione Azevedo Guedes (45), da prestadora de serviços da prefeitura Maria Suely da Silva Mendonça (52), da secretária de finanças Michele de Sá Dias (45) e do pregoeiro Kleber Reis Mattos (57). Ainda ontem, os suspeitos participaram das audiências de custódia e realizaram exame de corpo de delito. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Questionada sobre a prisão do prefeito, a assessoria do MP-AM disse que ainda não tem confirmação. A assessoria da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) disse que “até o momento as prisões estão a cargo da polícia judiciária”. No âmbito do Judiciário, o processo está sob segredo de Justiça absoluto.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A reportagem entrou em contato com a advogada do prefeito, Gina Moraes. Questionada se Simão ainda estava em liberdade, respondeu: as medidas judiciais estão sendo cumpridas”. Perguntada a previsão para que ele se apresente a Justiça, ela ainda não respondeu.  </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A Operação ‘Garrote’ aponta indícios de um esquema de fraude em procedimentos licitatórios em pelo menos 13 contratos da gestão municipal, onde o principal beneficiário seria o prefeito. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Conforme as investigações preliminares, agentes públicos simulavam uma licitação direcionada para que os empresários participantes do esquema ganhassem o contrato e transferisse para parentes de Simão Peixoto os recursos públicos logo após o pagamento feito pela prefeitura.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Os suspeitos são investigados por fraude em licitação, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva. São 11 mandados de prisão preventiva, 28 mandados de busca domiciliar, 28 mandados de busca pessoal e 28 mandados de busca veicular.</p>
<p>Foto: reprodução</p>
<p>*Acritica.com</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">26743</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Prefeito de Borba tem prisão decretada por suspeita de fraude em licitações</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/prefeito-de-borba-tem-prisao-decretada-por-suspeita-de-fraude-em-licitacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 14:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[Municipio de Borba]]></category>
		<category><![CDATA[Simão Peixoto]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito de Borba Simão Peixoto é alvo de mandato de prisão em operação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Ele e mais 10 agentes públicos e empresários do município tiveram mandados de prisão expedidos sob suspeita de fraude em licitações. Quinze mandados de busca e apreensão também são realizados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2603773737" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O prefeito de Borba Simão Peixoto é alvo de mandato de prisão em operação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Ele e mais 10 agentes públicos e empresários do município tiveram mandados de prisão expedidos sob suspeita de fraude em licitações. Quinze mandados de busca e apreensão também são realizados realizados na manhã desta terça-feira (23). <br /><br />Conforme decisão do desembargador João de Jesus Abdala Simões do Tribunal de Justo do Amazonas (TJAM), que autorizou as prisões, há indícios de um esquema de fraude em procedimentos licitatórios de pelo menos 13 contratos da prefeitura de Borba, além da ocultação de bens. Os suspeitos são acusados de associação criminosa, fraude em licitação, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O principal contrato é do Mercadinho Du Primo EPP que mesmo sendo uma empresa de pequeno porte, faturou um licitação de R$ 4 milhões para compra de materiais para pavimentação em concreto dos sistemas viários de Axinim e Foz de Canumã. A obra é fruto de convênio com o governo do estado, administro pela prefeitura e Secretaria de Infraestrutura (Seinfra). </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A empresa fez transferências para a primeira-dama Aldine Mirella que recebeu R$ 50 mil do Marcadinho Du Primo. O dinheiro teria sido repassado pela irmã dela Aldonira Rolim. As movimentações que mais chamam atenção são das contas das sobrinhas do prefeito Kelliany e Kaline de Assis Lima que acionaram o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). As movimentações financeiras chegam a  R$ 1,5 milhão e R$ 462 mil, respectivamente, o que segundo as investigações seriam incompatíveis com a capacidade econômica delas. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">As empresas investigadoras são suspeitas de realizarem também transferências em para servidores públicos. Um deles foi o pregoeiro Kleber Reis que recebeu R$ 7,6 mil e R$ 6 mil do prestador de serviços Emanuel Lopes. A secretaria de finanças, Michele de Sá, também recebeu R$ 100 mil da prestadora de serviço Maria Suely da Silva. As investigações indicaram a existência de contratos de fachada para que os recursos públicos fosse repassado para os servidores e que também beneficiariam o prefeito. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“A apuração, até então empreendida, sinalizada que o prefeito Simão Peixoto Lima, seria o principal beneficiário da organização. Assim, para assegurar o vultuoso resultado financeiro do crime o Prefeito se utiliza de funcionários públicos da Prefeitura e, principalmente, de parentes próximos, responsáveis por blinda-lo, assumindo encargo das movimentações financeiras”, diz um trecho da decisão. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em março deste ano, a pedido da Gaeco, Simão passou alguns dias preso e teve o mandato suspenso por por ordem do desembargador Ernesto Anselmo Queiroz Chíxaro, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM). Ele foi acusado de violência política contra a vereadora, Tatiana Franco. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A prisão e o afastamento foram revertidos pelo ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribuna Federal (STF). Ainda no ano passado,Simão foi  investigado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) por descumprir limite de gasto com pessoal ao longo dos exercícios 2019, 2020 e 2021.</p>
<p>Foto: Reprodução</p>
<p>*Leia mais em <a href="https://www.acritica.com/politica/prefeito-de-borba-tem-pris-o-decretada-por-suspeita-de-fraude-em-licitac-es-1.305465" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Acritica.com</a></p>
</div>
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		<title>Cinco policiais militares são presos em operação do Gaeco no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cinco-policiais-militares-sao-presos-em-operacao-do-gaeco-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 18:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Gaeco]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1878297137" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Cinco policiais militares do Amazonas foram presos durante a Operação “Espólio”, deflagrada nesta sexta-feira (29) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Amazonas (MP-AM). Segundo o MP, os militares são suspeitos de integrar uma organização criminosa envolvida em crimes de extorsão, cárcere privado, roubo e invasão de domicílio.<br /><br />Do total de presos, um é oficial e quanto são soldados. Os nomes e os locais onde os policiais trabalhavam não foram divulgados pelo MP.<br /><br />Segundo o promotor de Justiça do MP, Iranilson Ribeiro, a investigação começou há alguns dias, após uma das vítimas denunciar o caso na Auditoria da Justiça Militar do MP.</p>
<p>“Os alvos da organização eram pessoas que eles sabiam que já tinha algum problema com a Justiça. Diante disso, eles procuravam as vítimas e praticavam os crimes”, afirmou Iranilson Ribeiro.</p>
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<p>O subdiretor de Justiça e Disciplina da Polícia Militar do Amazonas (DJD-PMAM), major PM, Marcos Antônio Almeida, informou que os militares vão continuar presos em um quartel da corporação, e que um inquérito administrativo disciplinar foi instaurado para apurar a conduta dos agentes.</p>
<p>Fonte e Foto: g1</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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