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	<title>Gabriel Galípolo - Portal NDC</title>
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		<title>Haddad defende BC e diz que país enfrenta sua ‘maior fraude bancária’</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 18:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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<p>Ministro também afirmou que fala com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, ‘quase diariamente’<br /><br />O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a atuação do Banco Central (BC) durate a liquidação do banco Master. Ele também chamou o caso de “maior fraude bancária” do país e afirmou que conversou com Gabriel Galípolo, presidente do BC, que determinou a liquidação. “O caso inspira muito cuidado, podemos estar diante da maior fraude bancária do país. Temos que tomar todas cautelas devidas, com as formalidades, garantindo todo espaço para a defesa se explicar, mas ao mesmo tempo sendo bastante firmes em relação àquilo que tem de ser defendido pelo interesse público”. A liquidação ocorreu depois que investigadores descobriram a venda de carteiras de crédito com suspeita de fraudes do Master para o Banco de Brasília (BRB). Os valores são de R$ 12 bilhões.<br /><br />“Tenho falado com o presidente do BC quase que diariamente, dando todo respaldo institucional da Fazenda. Penso que temos feito um trabalho conjunto muito importante, porque envolve a Fazenda também, o caso Reag. Tem uma conexão que está sendo apurada entre os dois casos”, disse a jornalistas. A Reag é um dos fundos investigados na Operação Carbono Oculto, que foi deflagrada em 28 de agosto de 2025 pela Polícia Federal para desarticular o envolvimento do Primeiro Comando da Capital (PCC) com o setor de combustíveis.<br /><br />Haddad também afirmou que mantém contato com Vital do Rêgo, presidente do Tribunal de Contas da União. Vital teve uma reunião nesta segunda-feira (12) com o presidente do Banco Central para discutir a competência do tribunal na fiscalização da liquidação.<br /><br />“Falei com o presidente do TCU algumas vezes ao telefone na semana passada. Eu penso que houve uma convergência como ajudar, como fazer o melhor para o país conhecer a verdade, apurar responsabilidades, eventualmente obter ressarcimento dos prejuízos causados. Penso que as coisas vão caminhar para o lado certo”, disse Haddad.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em><br /><br /></p>
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		<title>Copom inicia última reunião de 2024 com expectativa de aumento da taxa de juros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 16:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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<p>Encontro marca o fim da gestão de Roberto Campos Neto, que deixará a presidência do Banco Central para Gabriel Galípolo, que assumirá o cargo a partir de 1º de janeiro<br /><br />O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) deu início à sua última reunião do ano, com a expectativa de um aumento na taxa de juros de 0,75 ponto percentual, elevando-a para 12%. Entretanto, alguns analistas acreditam que a alta pode ser ainda maior, chegando a 1 ponto percentual. Esta reunião marca o fim da gestão de Roberto Campos Neto, que deixará a presidência do Banco Central no dia 31 de dezembro. Gabriel Galípolo assumirá o cargo a partir de 1º de janeiro, e outros diretores, como Otávio Damaso e Carolina de Assis Barros, também participarão pela última vez deste encontro.<br /><br />Desde a última reunião do Copom, o mercado financeiro demonstrou descontentamento com o pacote de cortes de gastos do governo, o que resultou em uma valorização do dólar. As expectativas em relação à inflação também se elevaram, com a mediana do relatório Focus para a inflação em 2026 passando de 3,86% para 4,16%. A economia, por sua vez, mostrou resiliência, com um crescimento de 0,9% do PIB no terceiro trimestre e uma taxa de desemprego de 6,2%.<br /><br />A deterioração do cenário econômico gerou divergências nas previsões sobre a alta dos juros. Enquanto instituições como Itaú Unibanco e BTG Pactual projetam um aumento de 1 ponto percentual, outras, como Santander, Goldman Sachs e Citi, acreditam que a elevação será de 0,75 ponto. A inflação acumulada em 12 meses também apresentou um leve aumento, passando de 4,76% para 4,87%.<br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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