<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>G20 - Portal NDC</title>
	<atom:link href="https://noticiasdascomunidades.com.br/palavras-chaves/g20/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 Nov 2024 16:41:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-favicon-v2-1-32x32.png</url>
	<title>G20 - Portal NDC</title>
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">181767135</site>	<item>
		<title>Apesar de atritos, Argentina adere à Aliança Global Contra a Fome</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/apesar-de-atritos-argentina-adere-a-alianca-global-contra-a-fome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 16:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Milei]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=46600</guid>

					<description><![CDATA[A Argentina havia sinalizado, nos últimos dias, posições contrárias a pautas do G20, como taxação de super-ricos Rio de Janeiro – A Argentina aderiu, nesta segunda-feira (18/11), à Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza. A iniciativa foi idealizada pelo Brasil e lançada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta manhã, durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-596407290" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Argentina havia sinalizado, nos últimos dias, posições contrárias a pautas do G20, como taxação de super-ricos<br /><br />Rio de Janeiro – A Argentina aderiu, nesta segunda-feira (18/11), à Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza. A iniciativa foi idealizada pelo Brasil e lançada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta manhã, durante a abertura do G20, no Rio de Janeiro. Nos últimos dias, o país comandado por Javier Milei havia se posicionado de forma contrária a pautas caras ao Grupo dos 20, como a taxação dos super-ricos.<br /><br />Com a adesão da Argentina, são 82 nações no programa, mais a União Africana e a União Europeia. O objetivo da aliança é traçar planos e reunir fundos para erradicar a insegurança alimentar no mundo.<br /><br />Qualquer país ou entidade pode pedir para contribuir com a aliança.<br /><br />O tema é caro a Lula, que mais cedo fez um discurso no qual chamou a responsabilidade aos membros do G20 na questão da desigualdade.<br /><br />A aliança é a principal ação do Brasil na Presidência do G20. Na terça-feira</p>
<h4>G20</h4>
<p>Começou nesta segunda-feira a Cúpula de Líderes do G20, no Rio de Janeiro, com a participação de dezenas de chefes de Estado. Ao longo de dois dias, o grupo vai discutir os temas prioritários da presidência brasileira e, ao fim do evento, deve entregar declaração com os principais pontos acordados.</p>
<p>Entre as pautas prioritárias do governo Lula à frente do grupo, estão a taxação dos super-ricos e o combate à fome. A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa que visa ampliar políticas de transferência de renda para populações vulneráveis, tem como meta alcançar 500 milhões de pessoas até 2030.</p>
<div class="">
<div id="teads-ad-1"> </div>
</div>
<h4>Confira abaixo a lista dos países signatários da Aliança:</h4>
<p>Alemanha<br />Angola<br />Antígua e Barbuda<br />África do Sul<br />Arábia Saudita<br />Argentina<br />Armênia<br />Austrália<br />Bangladesh<br />Benin<br />Bolívia<br />Brasil<br />Burkina Faso<br />Burundi<br />Camboja<br />Chade<br />Canadá<br />Chile<br />China<br />Chipre<br />Colômbia<br />Dinamarca<br />Egito<br />Emirados Árabes Unidos<br />Eslováquia<br />Estados Unidos<br />Espanha<br />Etiópia<br />Federação Russa<br />Filipinas<br />Finlândia<br />França<br />Guatemala<br />Guiné<br />Guiné-Bissau<br />Guiné Equatorial<br />Haiti<br />Honduras<br />Índia<br />Indonésia<br />Irlanda<br />Itália<br />Japão<br />Jordânia<br />Líbano<br />Libéria<br />Malta<br />Malásia<br />Mauritânia<br />México<br />Moçambique<br />Myanmar<br />Nigéria<br />Noruega<br />Países Baixos<br />Palestina<br />Paraguai<br />Peru<br />Polônia<br />Portugal<br />Quênia<br />Reino Unido<br />República da Coreia<br />República Dominicana<br />Ruanda<br />São Tomé e Príncipe<br />São Vicente e Granadinas<br />Serra Leoa<br />Singapura<br />Somália<br />Sudão<br />Suíça<br />Tadjiquistão<br />Tanzânia<br />Timor-Leste<br />Togo<br />Tunísia<br />Turquia<br />Ucrânia<br />Uruguai<br />Vietnã<br />Zâmbia<br />União Africana<br />União Europeia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">46600</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Em 25 anos, G20 assistiu a crescimento de países emergentes no grupo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/em-25-anos-g20-assistiu-a-crescimento-de-paises-emergentes-no-grupo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2024 23:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia mundial]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[G7]]></category>
		<category><![CDATA[PIB mundial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=46516</guid>

					<description><![CDATA[China, Índia, Rússia e Indonésia deram grandes saltos Nos 25 anos de existência do G20, fórum que reúne as principais economias do mundo, os integrantes do grupo assistiram a grandes saltos de nações emergentes no ranking mundial de Produto Interno Bruto (PIB), métrica que corresponde ao conjunto de bens e serviços produzidos em um país [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1690945470" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>China, Índia, Rússia e Indonésia deram grandes saltos</p>
<p>Nos 25 anos de existência do G20, fórum que reúne as principais economias do mundo, os integrantes do grupo assistiram a grandes saltos de nações emergentes no ranking mundial de Produto Interno Bruto (PIB), métrica que corresponde ao conjunto de bens e serviços produzidos em um país e aponta o tamanho de uma economia.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1620078&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1620078&amp;o=node" /></p>
<p>Os dois países mais populosos do planeta, China e Índia, se destacam nesse cenário no último quarto de século e figuram no seleto recorte das cinco maiores economias mundiais.</p>
<p>Às vésperas da reunião de cúpula do G20, que acontece nesta segunda-feira (18) e terça-feira (19), no Rio de Janeiro, a <strong>Agência Brasil</strong> fez um levantamento de como as economias desses países se comportaram no ranking mundial desde a criação do bloco. O comparativo foi feito com base em dados de 2023 reunidos pelo Banco Mundial.</p>
<p>O G20 nasceu em 1999, se propondo a ser um fórum de discussões sobre cenários, dinâmicas e desafios da economia internacional, notadamente após uma série de crises econômicas que se espalharam pelo mundo com reflexos globais.</p>
<p>“Os anos 1990 foram marcados por uma série de crises econômicas graves, sendo a primeira vez em que algumas foram iniciadas na Ásia. Iniciaram-se já em 1992, com a crise do sistema monetário europeu, logo seguida por crises cambiais no México, em 1994, no sudeste asiático, em 1997, na Rússia, em 1998, e no Brasil, em 1999”, lista o coordenador da graduação em Relações Internacionais do Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (UFF), Fernando Roberto de Freitas Almeida.</p>
<p>Apesar de a criação ter sido ainda em 1999, ele lembra que no começo do século 21 houve uma crise iniciada na Argentina, “com tamanha gravidade que a quebra do país, em 2001, foi vista por diversos analistas como uma espécie de primeira ‘guerra’ do sistema financeiro internacional contra um Estado nacional”.</p>
<p>Diferentemente dos dias atuais em que chefes de Estado e de Governo participam das reuniões de cúpula, nos primeiros anos do G20 o protagonismo cabia a ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais.</p>
<h2>G7 + emergentes</h2>
<p>A escolha dos integrantes do G20 não é uma mera seleção com base no tamanho do PIB de cada nação, ou seja, não abrange exatamente os 20 países mais ricos do mundo. O fórum é uma extensão do G7, grupo que reunia os países tidos como os mais industrializados do mundo, e um conjunto de 12 economias emergentes.</p>
<p>O G7 é formado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá. Apesar de ter ficado de fora, a China era, em 1999, a sétima maior economia, superando o Canadá, mas não integra o G7.</p>
<p>Os 12 países emergentes que se uniram ao G7 para formar o G20 são África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coreia do Sul, Índia, Indonésia, México, Rússia e Turquia. O 20º integrante era a União Europeia. Mais recentemente, foi aceita a União Africana como 21º representante.</p>
<p>De acordo com dados de 1999, quatro países do G20 estavam fora do ranking das 20 maiores economias globais. A Rússia era a 22º; Arábia Saudita, 27ª; África do Sul, 28ª e Indonésia, 30ª.</p>
<p>Por outro lado, Espanha, Holanda, Suíça, Suécia e Bélgica estavam entre as 20 maiores economias, mas não foram incluídas no G20.</p>
<p>“A ideia era dar mais voz aos países emergentes”, afirma Fernando Almeida.</p>
<h2>Novo ranking</h2>
<p>Em 25 anos, o cenário econômico global sofreu alterações. Entre as mudanças de grande destaque, estão os saltos dados pelas gigantes populacionais China e Índia. Atualmente com 1,411 bilhão de habitantes, a China passou da sétima para a segunda posição. Com um PIB de US$ 17,79 trilhões, fica atrás apenas dos Estados Unidos, que detém um PIB de US$ 27,36 trilhões.</p>
<p>“Nenhum país pode rivalizar com a preeminência chinesa, após sua inclusão na Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001. O país, pela paridade do poder de compra, já é a maior economia do mundo”, contextualiza o professor Fernando Almeida, utilizando a métrica que leva em consideração o poder aquisitivo da população.</p>
<p>No caminho inverso, o Japão passou de segunda maior economia para quarta.</p>
<p>A Índia, que em 2023 ultrapassou a China como o país mais populoso do mundo, passou de 13º para o quinto maior PIB global. Com 1,429 bilhão de habitantes, é dona de uma economia de US$ 3,55 trilhões. Em 1999, era a 13ª. Em 2023, a Índia ocupou a presidência do G20.</p>
<p>“Apesar dos avanços, a Índia é o país do grupo com a maior quantidade de cidadãos vivendo abaixo da linha da pobreza”, registra Almeida, da UFF.</p>
<p>Outro emergente que alavancou a posição no ranking de PIB global é a Rússia, que galgou 11 posições, da 22ª para a 11ª.</p>
<p>Na comparação direta entre 1999 e 2023, o Brasil subiu duas posições, da nona para a 11ª. Dentro desse período, o Brasil já chegou a figurar como sétima economia, assim como já chegou a sair da lista das 10 maiores.</p>
<p>O quarto país mais populoso do mundo, a Indonésia, onde vivem 277 milhões de pessoas, foi outro gigante populacional a escalar a lista das maiores economias. Em 25 anos, pulou da 30ª para a 16ª posição.</p>
<p>Outro emergente que se destacou é a Arábia Saudita. O terceiro maior produtor de petróleo do mundo passou do 27º para a 19º maior PIB.</p>
<p>Apesar de a Coreia do Sul ter caído do 12º para o 14º posto, Fernando Almeida destaca que o país asiático teve avanços econômicos, se tornando “o único país subdesenvolvido que se tornou desenvolvido no século 21”.</p>
<p>A África do Sul, 28º maior PIB em 1999, é atualmente apenas o 40º maior. Diferentemente de 25 anos atrás, não é mais a maior economia africana, posto que coube ao Egito em 2023.</p>
<p>“A África do Sul passou por dificuldades econômicas, perdeu expressão e, durante a presidência indiana do G20, em 2023, o governo indiano, percebendo a vulnerabilidade da maior parte dos países do continente africano, propôs – e teve aceita – a inclusão da União Africana como membro permanente do G20”, explica Fernando Almeida.</p>
<p>A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-11/g20-saiba-mais-sobre-atuacao-de-brasil-argentina-e-mexico" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Argentina e o México – que ao lado do Brasil formam o trio</a> de latino-americanos no G20 – recuaram na classificação global. A Argentina saiu de 17ª e foi para a 22ª economia. O México mudou da 10ª para a 12ª posição.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Arte EBC" src="https://imagens.ebc.com.br/rXZC8J29ac10walVm0FtP65U26A=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/11/12/vale_esta_-_ranking-pib-no-g20_0.gif?itok=tva-y7RA" alt="Brasília (DF) 12/11/2024 -  lista de países do G20 e respectivas posições no ranking de PIB global
Arte EBC" width="754" height="1191" /><p class="wp-caption-text">Lista de países do G20 e respectivas posições no ranking de PIB global Arte EBC &#8211; Arte EBC</p></div>
</div>
</div>
<h2>Crescimento</h2>
<p>O professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Bruno De Conti explica que, no cenário econômico, o mundo está em um período complicado.</p>
<p>&#8220;São poucos países que têm crescido hoje. Na verdade, desde a pandemia, os países ainda não se recuperaram como se esperaria”, avalia.</p>
<p>&#8220;Os únicos países que parecem que crescem mais ou menos são os asiáticos. A China em primeiro lugar, mas, mesmo assim, já com um grau menor do que foi em outras épocas&#8221;, emenda.</p>
<p>Fernando Almeida, da UFF, destaca a Argentina como um dos países com perda de preeminência. “Envolta em crises sucessivas”.</p>
<p>De Conti aponta que a Rússia é uma das nações que chegam à reunião de líderes em situação política mais complicada, por causa do contexto de guerra com a Ucrânia. &#8220;O país com mais dificuldade atualmente nesse cenário geopolítico&#8221;.</p>
<p>O professor da Unicamp lembra que o próprio presidente russo, Vladimir Putin, não virá ao Rio de Janeiro, para evitar uma ordem de prisão emitida pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), motivada por acusações de crime de guerra na Ucrânia.</p>
<p>Em relação aos Estados Unidos, maior economia global, a passagem de poder do atual presidente, Joe Biden, para o eleito, Donald Trump, leva incertezas para o G20 sobre o cumprimento das decisões que serão pactuadas, de acordo com especialistas.</p>
<p>De Conti considera que o Brasil, por ocupar a presidência do G20, chega ao encontro de nações em preeminência, conseguindo colocar em prática algumas de suas ideias, sobretudo a Aliança Global Contra a Fome.</p>
<p>Em 2025, a África do Sul presidirá o fórum internacional. &#8220;Existe muita expectativa sobre a África do Sul dar continuidade a algumas coisas que foram começadas pelo Brasil ou até mesmo pela Índia, uma sequência de países do Sul Global”, diz De Conti, se referindo a um conjunto de países em desenvolvimento.</p>
<h2>Reunião de cúpula</h2>
<p>Desde o fim do ano passado, o Brasil ocupa a presidência temporária do G20, pelo período de um ano. Ao longo de 2024, foram feitos inúmeros encontros preparatórios, em áreas como economia, meio ambiente, energia, saúde, agricultura e relações internacionais. O ponto alto é a reunião de cúpula, segunda-feira e terça-feira agora, com chefes de Estado e de Governo, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Os integrantes do grupo representam cerca de 85% da economia mundial, mais de 75% do comércio global e cerca de dois terços da população do planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">46516</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Petrobras, BB, Caixa, BNDES e Itaipu apresentam propostas ao G20</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/petrobras-bb-caixa-bndes-e-itaipu-apresentam-propostas-ao-g20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 17:20:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Combate à Pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[energética]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[G20 Social]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[transição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=46493</guid>

					<description><![CDATA[Declaração do G20 Social será entregue ao presidente Lula neste sábado Cinco empresas estatais de peso na economia brasileira &#8211; Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica, BNDES e Itaipu Binacional &#8211; entregaram nesta sexta-feira (15), no Rio de Janeiro, à ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, uma carta com 32 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-148060707" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Declaração do G20 Social será entregue ao presidente Lula neste sábado</p>
<p>Cinco empresas estatais de peso na economia brasileira &#8211; Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica, BNDES e Itaipu Binacional &#8211; entregaram nesta sexta-feira (15), no Rio de Janeiro, à ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, uma carta com 32 propostas para os chefes de Estado que compõem o G20 avançarem em temas como a transição energética, a reforma da governança global e o combate à pobreza e à fome.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1619895&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1619895&amp;o=node" /></p>
<p>A carta fará parte da Declaração do G20 Social, que será entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no encerramento do fórum, paralelo ao G20, neste sábado (16). As propostas estão divididas nos três eixos principais: reforma da governança global; sustentabilidade, mudança do clima e transição justa; e combate à fome à pobreza e à desigualdade.</p>
<p>O objetivo das cinco empresas líderes de setores estratégicos no Brasil é contribuir para o cumprimento efetivo da agenda global de desenvolvimento sustentável.</p>
<p>“Acreditamos que a atuação coordenada das empresas públicas e sociedades de economia mista pode ser ação propulsora da transição justa, que fomente uma economia regenerativa e equitativa e que impacte positivamente a população, as cidades e cadeias produtivas brasileiras para uma economia de baixo carbono”, diz o texto.   </p>
<h2>Impacto</h2>
<p>O documento reafirma, ainda, a meta conjunta de impactar positivamente a sociedade brasileira, contribuindo, nos limites de suas atuações, para a ampliação do acesso da população às políticas públicas e para a superação da pobreza e das desigualdades.</p>
<p>A importância da troca de conhecimento entre países que enfrentam desafios similares e compartilham da mesma realidade geográfica e climática também é reforçada na carta, assim como as discussões para a justiça climática e a diversidade de povos.</p>
<p>“É urgente para a justiça climática e para aproximação de realidades mundiais tão distintas que as organizações multilaterais reflitam a diversidade de povos que habitam o planeta para que se entenda o real impacto dos conflitos e efeitos climáticos na vida das pessoas. É urgente que atuemos de forma intencional na promoção de práticas de Diversidade, Equidade e Inclusão, colocando no centro da construção das estratégias as mulheres, os afrodescendentes, os povos originários, as pessoas com deficiência e a população LGBTQIAPN+” (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer, Intersexo, Assexuais, Pansexuais, Não-binários, Outras Identidades), defendem as estatais. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">46493</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Inclusão Financeira é destaque nas reuniões do G20, afirma Diretor do Banco Central</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inclusao-financeira-e-destaque-nas-reunioes-do-g20-afirma-diretor-do-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 01:02:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[balanço]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=36433</guid>

					<description><![CDATA[O diretor de assuntos internacionais e gestão de riscos corporativos do Banco Central, Paulo Picchetti, fez na tarde desta quinta-feira (29) um balanço preliminar das reuniões da trilha de finanças do G20. Segundo ele, entre os assuntos que têm sido muito discutidos nas reuniões do G20 está a inclusão financeira. “Pegar as pessoas que estão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3412894428" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O diretor de assuntos internacionais e gestão de riscos corporativos do Banco Central, Paulo Picchetti, fez na tarde desta quinta-feira (29) um balanço preliminar das reuniões da trilha de finanças do G20. Segundo ele, entre os assuntos que têm sido muito discutidos nas reuniões do G20 está a inclusão financeira.</p>
<p>“Pegar as pessoas que estão à margem do sistema financeiro e conseguir incorporá-las, não só no sentido de quantidade, mas de qualidade. Você dar às pessoas acesso a crédito é um passo fundamental para garantir que elas tenham melhores condições de vida. E que isso seja sustentável”, disse.</p>
<p>A afirmação foi feita a jornalistas que acompanham a Reunião de Ministros de Finanças e presidentes de Banco Central do G20, evento que está sendo realizado no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.</p>
<p>O diretor do Banco Central falou que mecanismos brasileiros de pagamentos digitais como o PIX, que tem aumentado o acesso dos brasileiros ao mercado financeiro e a condições de crédito, foram citados durante as reuniões. “Isso está sendo muito discutido. E também questões tecnológicas. Estamos vendo vários esforços simultâneos – e o Brasil é um deles &#8211; para criar uma moeda digital, um sistema de tokenização de ativos [transformação de ativos físicos em digitais]”, falou.</p>
<p>Outro tema que tem permeado as discussões, citou, é a renegociação de dívidas de países mais vulneráveis. “Temos estabelecido inicialmente, dentro do arcabouço do G20, mas com apoio de bancos multilaterais e do FMI (Fundo Monetário Internacional), a questão da negociação de dívidas dos países menos favorecidos”.</p>
<p>Picchetti disse ainda que há um consenso entre os países que compõem o G20 sobre a necessidade de se implementar mecanismos financeiros para combater as mudanças climáticas e as desigualdades. “Estamos construindo um mundo mais justo e um planeta sustentável. Cada uma dessas duas afirmações tem muita coisa importante por trás. A parte do mundo mais justo é a preocupação de todos. Isso foi colocado pela presidência brasileira e foi, de forma muito enfática, apoiada por todos os participantes do G20. E a questão de se retomar o crescimento, mas com condições de igualdade”, disse ele.</p>
<h3>Inflação</h3>
<p>Questionado sobre a inflação, ele disse que há um consenso no G20 de que os programas de transferência de renda, feitos principalmente para combater a pandemia do novo coronavírus, aumentaram a procura, “contribuindo para a elevação dos preços no mundo inteiro”. Mas, segundo ele, o mundo está vivendo um processo de desinflação.</p>
<p>“Tivemos um processo de aumento da taxa de juros para combater o diagnóstico de inflação. Mas o momento que vivemos hoje é de sucesso: o mundo inteiro está vendo desinflação, embora em diferentes graus. Mas a direção é comum a todos os países. Estamos vivendo uma desinflação. Mas não chegamos lá ainda. Falta o último quilômetro da corrida. Não se ganha uma corrida, ficando em primeiro lugar antes de completar a última parte do trajeto. Nós temos que completar a última parte do trajeto. Isso é fundamental não só por uma questão de estabilidade macroeconômica, mas voltando à questão da desigualdade. O elemento mais perverso para a população menos favorecida é a inflação, principalmente a que vivemos nos últimos tempos, que foi a inflação de alimentos”, concluiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">36433</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Manaus recebe a 1° edição do evento Glocal Amazônia neste sábado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/manaus-recebe-a-1-edicao-do-evento-glocal-amazonia-neste-sabado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 15:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Águas de Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável da ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Eneva]]></category>
		<category><![CDATA[entrada gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Rede Amazônica e Dream Factory]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[Glocal Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Glocal Experience]]></category>
		<category><![CDATA[IPS]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=29960</guid>

					<description><![CDATA[Manaus recebe a partir deste sábado (26), a primeira edição da Glocal Amazônia. O encontro é inspirado na Glocal Rio de Janeiro, realizada em junho do ano passado na Marina da Glória, que reuniu 40 mil pessoas, tornando-se um dos maiores eventos de sustentabilidade do Brasil. A Glocal Amazônia tem entrada gratuita para o público. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2044762514" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Manaus recebe a partir deste sábado (26), a primeira edição da Glocal Amazônia. O encontro é inspirado na Glocal Rio de Janeiro, realizada em junho do ano passado na Marina da Glória, que reuniu 40 mil pessoas, tornando-se um dos maiores eventos de sustentabilidade do Brasil.</p>
<p>A Glocal Amazônia tem entrada gratuita para o público. A cerimônia de abertura será às 11h, no Juma Ópera, com a presença do governador do Amazonas, Wilson Lima, e representantes das secretarias estaduais de governo. O Hino Nacional será cantado pela cantora indígena Djuena Tikuana. A programação pode ser acessada aqui.</p>
<p>O diretor executivo da Glocal Rio, Rodrigo Baggio, exerce a mesma função na Glocal Amazônia. O objetivo é mobilizar as principais lideranças da região para pensar em ações concretas de construção de agendas e pactos, visando acelerar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) na região amazônica.</p>
<p>“Construímos a Glocal Amazônia, com 130 palestrantes, com programações diversas”, disse Rodrigo Baggio à Agência Brasil. Segundo ele, o que interessa à Glocal é essa diversidade, com tecnologia imersiva, debates, painéis, programações para as famílias, espaço para as crianças, feira da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), apresentando produtos criados por comunidades ribeirinhas e populações da floresta, além de espaço para shows.</p>
<h2>Ações</h2>
<p>No Palácio da Justiça, serão realizadas rodas de conversas sobre temas como empreendedorismo, por exemplo. “Uma agenda de construção de ações que levem à influência de políticas públicas”, destacou Rodrigo Baggio. No Fórum da Juventude da Amazônia, jovens da região serão convidados a pensar ações que possam produzir uma carta de mobilização para essa parcela da população. “Temos uma série de ações e eventos complementares que vão trazer a luz necessária e o dinamismo para esse tema tão importante que é a sustentabilidade na região da Amazônia e a mobilização para os grandes temas”.</p>
<p>Baggio destacou que o encontro trabalha de maneira complementar ao governo do Pará, a fim de elaborar uma agenda preparatória para a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), que será realizada em Belém em 2025, e também para a cúpula dos chefes de Estado dos países do G20, prevista para novembro de 2024 no Rio de Janeiro. “A gente está coordenando ações para gerar essas mobilizações”.</p>
<p>O diretor executivo da Glocal Amazônia afirmou que o evento, que se estenderá até o dia (28), está embasado em números da nova versão do Índice de Progresso Social (IPS). “É o indicador que melhor retrata os ODS, foi criado pelas universidades de Harvard e Oxford e é medido no Brasil pelo instituto de pesquisa Imazon”. A parceria entre a Glocal e o Imazon identificou os cinco maiores desafios da Amazônia, que serão discutidos durante o evento. São eles, por ordem de prioridade: segurança, saneamento, conectividade, saúde e educação.</p>
<h2>Glocal Experience</h2>
<p>A Glocal Amazônia faz parte da plataforma Glocal Experience, iniciativa do governo do Amazonas, Fundação Rede Amazônica e Dream Factory, cujo objetivo é estimular conexões e definir ações possíveis para garantia de um futuro possível para o planeta e para a sociedade. O patrocínio é da Águas de Manaus, com apoio da Eneva. Os governadores do Amazonas, Wilson Lima, e do Pará, Helder Barbalho, participarão da mesa COP30 e G20: O Brasil no Centro das Discussões Globais”, na segunda-feira (28).</p>
<p>As Rodas de Soluções, oficinas, workshops e o fórum ocorrerão no Palácio da Justiça, enquanto o Cine Glocal Impacto será realizado no Largo de São Sebastião, com shows, exposições e experiências regionais. No Juma Ópera haverá o Palco Glocal, aberto ao público que quer se familiarizar com os temas da sustentabilidade. O encerramento da Glocal Experiência Amazônia será no Teatro Amazonas, com grande encontro entre os Bois de Parintins e a Orquestra Filarmônica do Amazonas.</p>
<h2>Origem</h2>
<p>O nome Glocal significa a junção de interesses entre o que é global e o que é local. Rodrigo Baggio informou que o nome foi inspirado na Rio 92, que criou esse conceito e estilo de vida “glocal”, “que é pensar global e agir localmente”. Ou seja, integrar e coordenar as ações globais com as locais.</p>
<p>Ele observou que é difícil chegar a 2030 com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU sob impacto. Por isso, defendeu a criação de iniciativas que levem à mobilização territorial para aceleração desses objetivos. A Glocal é uma plataforma que combina eventos e ações que contribuam para esse fim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">29960</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
