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	<title>Fundo Amazônia - Portal NDC</title>
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		<title>Dinamarca faz doação de R$ 127 milhões ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 16:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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<p>Sob gestão do banco e coordenação do MMA, fundo já apoiou 114 projetos, beneficiando 239 mil pessoas. Instrumento de promoção do desenvolvimento sustentável captou cerca de R$ 4,5 bi desde sua criação, em 2008<br /><br />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na manhã desta sexta-feira, 29, no hotel Manhattan Plaza, em Brasília, uma doação do Reino da Dinamarca ao Fundo Amazônia no valor de até 150 milhões de coroas dinamarquesas (cerca de R$ 127 milhões).<br /><br />O anúncio foi feito em reunião entre a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Marina Silva (por vídeo), a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, do vice-chefe de missão da Embaixada Real da Dinamarca em Brasília, Leif Kokholm, dos embaixadores Odd Magne Ruud (Noruega), Stephanie Al-Qaq (Reino Unido), Pietro Lazzeri (Suíça) e Teiji Hayashi (Japão), além de representantes da Alemanha e dos EUA.<br /><br />&#8220;Quero também agradecer aos colegas do BNDES pela cooperação para chegar a este importante acordo. Eu tive o prazer esse ano de viajar para a floresta amazônica, para Manaus, com sua majestade, a rainha Mary, e mostrar a ela a importante causa que nos une aqui hoje. Ano que vem, o Brasil sediará a Cop 30 aqui em Belém e a Dinamarca assumirá a presidência da União Europeia. Essa é uma oportunidade importante para aprofundar a cooperação entre Brasil e Dinamarca e os demais parceiros, que estão representados aqui hoje”, afirmou Leif Kokholm.<br /><br />“A formalização do contrato com o governo dinamarquês, por meio do Ministério das Relações Exteriores, permitirá ao BNDES avançar ainda mais nas agendas de clima e combate ao desmatamento, além de diversificar ainda mais a participação de outros países no Fundo Amazônia”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. Desde sua criação, em 2008, o Fundo Amazônia já recebeu cerca de R$ 4,5 bilhões em doações.<br /><br />A Noruega é a maior doadora do Fundo Amazônia, com aproximadamente R$ 3,5 bilhões. O segundo principal doador é o KfW, banco de desenvolvimento da Alemanha, com R$ 388 milhões. Em terceiro lugar estão os EUA, responsáveis por R$ 291 milhões. O Reino Unido aparece em quarto, com R$ 284 milhões. Em seguida vem a Suíça, que doou R$ 28 milhões. O sexto maior doador é a Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras), com R$ 17 milhões. Completa a lista o Japão, que doou R$ 15 milhões.<br /><br />Gerido pelo BNDES, sob coordenação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Fundo Amazônia tem por finalidade captar doações para investimentos não reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal. Também apoia o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento no restante do Brasil e em outros países tropicais.<br /><br />Desde o início das atividades, 652 organizações da sociedade civil acessaram os recursos do Fundo Amazônia, diretamente ou por meio de parceiros, beneficiando 239 mil pessoas com atividades produtivas sustentáveis e garantindo o manejo sustentável em 76 milhões de hectares de áreas de floresta. O fundo já apoiou 114 projetos, que totalizam R$ 2,5 bilhões em apoio, com desembolso de mais de R$ 1,6 bilhão.<br /><br /><br /><br />Fonte: Agência GOV</p>
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		<title>Programa federal &#8216;União com Municípios&#8217; receberá investimentos de R$ 600 milhões do Fundo Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 02:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[alinhamento do programa federal União]]></category>
		<category><![CDATA[combate a degradação ambiental]]></category>
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<p>O Governo do Amazonas e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) promoveram nesta quarta-feira (18) a primeira reunião de alinhamento em torno do novo programa federal União com Municípios, que terá investimentos de R$ 600 milhões do Fundo Amazônia para apoiar municípios de todo o país no controle de incêndios florestais e do desmatamento.</p>
<p>A estimativa é de que o Amazonas poderá receber, a partir de 2024, até R$ 34 milhões na primeira das três etapas do programa.</p>
<p>Anunciado em setembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o União com Municípios terá como condição para a transferência de repasses a redução das taxas de queimadas e desmatamento, com base nos dados do sistema Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os recursos federais deverão ser investidos em ações de regularização fundiária e ambiental e atividades produtivas sustentáveis.</p>
<p>“É um programa instituído pelo Ministério do Meio Ambiente, em que quase 70 municípios foram qualificados como prioritários e, dentro desse total, nove estão no Amazonas. Nos próximos três anos, há a previsão de repasse de recursos da ordem de R$ 600 milhões. Nesse primeiro momento, 2023 e 2024, serão disponibilizados em torno de R$ 34 milhões aos nove municípios”, explicou o vice-governador.</p>
<p>Considerados prioritários no combate aos incêndios florestais e desmatamento, os municípios amazonenses incluídos na listagem inicial do MMA foram: Apuí, Boca do Acre, Canutama, Humaitá, Itapiranga, Lábrea, Manicoré, Maués e Novo Aripuanã. Completam a lista outros 60 municípios localizados nos estados do Acre, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima.</p>
<p>De acordo com Tadeu de Souza, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) atuará junto aos municípios selecionados pelo programa para assegurar a redução dos indicadores. Segundo levantamento do MMA, entre janeiro e agosto deste ano, o Amazonas apresentou 64% de queda do desmatamento. Somente em agosto, o percentual foi ainda maior, chegando a 72% de redução no desmate.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-31442" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Vice-governador-Tadeu-de-Souza-em-reuniao-com-MMA-05_Foto-Ricardo-Machado_SGVG-e1697682263439.jpeg" alt="" width="700" height="467" /></p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>Durante a reunião, o secretário extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Territorial do MMA, André Lima, explicou as diretrizes do União com Municípios e apresentou o cronograma preliminar de implantação. Segundo ele, o investimento total nos municípios do Amazonas poderá alcançar a marca de R$ 150 milhões nos próximos quatro anos.</p>
<p>“Em 2025, se a gente continuar reduzindo o desmatamento, isso pode aumentar para até R$ 50 milhões. Em 2026, pode chegar a R$ 60 ou R$ 70 milhões. Ou seja, no total pode chegar a R$ 150 milhões investidos nos municípios do Amazonas em três anos. É um recurso que vem ajudar nessa agenda da regularização ambiental fundiária, que é base para que a produção agropecuária da região se legalize”, afirmou o secretário.</p>
<p>O programa está integrado à 5ª fase do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal (PPCDAm). A partir da publicação da portaria federal com o detalhamento dos critérios e forma de adesão, prevista para o fim deste mês, a próxima etapa será realizar uma oficina técnica para adequar as metodologias à realidade de cada localidade.</p>
<h3>Diálogo</h3>
<p>Um dos presentes aos debates, o prefeito de Novo Aripuanã, Jocione Souza, assegurou a adesão do município ao programa federal. Para o gestor, o diálogo viabilizado pelo Governo do Amazonas junto ao Governo Federal é fundamental para que a população do interior participe ativamente da construção de políticas públicas em sintonia com suas reais necessidades.</p>
<p>“Somos um estado continental que temos olhares do mundo inteiro sobre a floresta amazônica, os nossos rios, a nossa natureza de um modo geral. Mas aqui há povo. A população precisa viver e não quer a floresta desmatada. E nada melhor que o bom debate, a boa iniciativa do Governo Federal, a aliança do Governo do Estado, mas acima de tudo, convidar os municípios, nós, prefeitos, que estamos na ponta”, destacou o prefeito.</p>
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<p>Com informações da assessoria</p>
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		<title>STF forma maioria para obrigar governo a reativar o Fundo Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-forma-maioria-para-obrigar-governo-a-reativar-o-fundo-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 11:48:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-750641352" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Na quinta-feira 27, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou para obrigar o governo federal a reativar o Fundo Amazônia em 60 dias. O pedido foi feito por PT, PSB e Psol, em 2020. As siglas de esquerda querem que a Corte reconheça ainda a “omissão” do Poder Executivo no caso.<br /><br />A maioria do plenário da Corte determinou ainda a retomada do modelo anterior do Fundo Amazônia, que recebeu contribuições da Noruega e da Alemanha, para “esforços de preservação ambiental”, até ser interrompido em 2019. Segundo as legendas, há R$ 1,5 bilhão parado. Agora, a quantia será destinada a projetos de ONGs na Amazônia para a sua suposta preservação.<br /><br />Votaram a favor da esquerda a presidente do STF, Rosa Weber, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Luiz Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux. Faltam votar Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. Até o momento, Nunes Marques foi o único ministro a divergir da maioria.</p>
<p>Para o ministro, Bolsonaro agiu nas prerrogativas constitucionalmente asseguradas ao presidente, não cabendo ao STF fazer juízo sobre “a suficiência ou a insuficiência das medidas adotadas”. O ministro disse que um governante não pode “ficar preso” a normas elaboradas pelos seus antecessores — o Fundo Amazônia nasceu em 2008, durante o governo Lula.</p>
<p>“A desativação parcial do Fundo não se deu por puro capricho do governo ou com o objetivo de solapar a política pública”, observou Nunes Marques. “Na verdade, o que está havendo é uma revisão completa da governança, de modo a aumentar a transparência e a eficácia dos investimentos.”</p>
<h2>Fundo Amazônia</h2>
<p>Criado em 2008 durante a gestão Lula, com R$ 3,2 bilhões da Noruega e R$ 200 milhões da Alemanha, o Fundo Amazônia é uma iniciativa pioneira de REDD+. O instrumento foi desenvolvido pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.</p>
<p>Ao congelar recursos, em 2019, o Ministério do Meio Ambiente apresentou um relatório mostrando o que seriam irregularidades em contratos firmados pelo Fundo. Com base nas suspeitas que levantou, o governo federal extinguiu o Comitê Orientador do Fundo Amazônia, principal órgão de governança do fundo. Descontentes com as mudanças, as nações patrocinadoras suspenderam os repasses de novas parcelas de doação.</p>
<p>Foto: Felipe Sampaio/STF</p>
<p><strong>*Revista Oeste</strong></p>
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