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	<title>Fuga em Massa - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Fuga em Massa - Portal NDC</title>
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		<title>Número recorde de venezuelanos se arrisca em uma das travessias mais perigosas do mundo rumo aos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 14:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fuga em Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuelanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Nem a fome, sede e cansaço, o risco de contrair doenças ou de sofrer violência física ou sexual ao longo de uma jornada de 106 km no meio da selva entre o Panamá e a Colômbia impediram que, até o fim de setembro, mais de 151 mil migrantes, a grande maioria venezuelanos, se arriscassem pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3632787830" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Nem a fome, sede e cansaço, o risco de contrair doenças ou de sofrer violência física ou sexual ao longo de uma jornada de 106 km no meio da selva entre o Panamá e a Colômbia impediram que, até o fim de setembro, mais de 151 mil migrantes, a grande maioria venezuelanos, se arriscassem pela travessia do Tampão de Darién rumo aos EUA, uma das mais perigosas do mundo. O número já ultrapassa o recorde do ano passado, de mais de 133 mil pessoas — superior ao total acumulado em toda a década anterior. Não bastassem a selva densa e todos os obstáculos naturais, circulam por ali traficantes armados que levam grande parte da cocaína da América do Sul para os EUA.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="94" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além do número sem precedentes de migrantes que se arriscam na travessia, há ainda uma mudança de perfil. Se, até o ano passado, os <a href="https://oglobo.globo.com/mundo/tentando-chegar-aos-eua-milhares-de-haitianos-causam-crise-migratoria-em-cidade-da-colombia-1-25131960" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">haitianos eram maioria</a>, agora são os venezuelanos, correspondendo a mais de 70% do total. Segundo o Serviço de Migração do Panamá, houve um crescimento impressionante de 6.690% de venezuelanos atravessando o Darién quando comparados os dados de janeiro a setembro do ano passado e o mesmo período deste ano: de 1.586 para 107.692. No ano passado inteiro, os venezuelanos somaram 2.819. Já os haitianos totalizam 8.600 até agora neste ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="14" data-block-id="5">
<p>Desde 2015, mais de 6,8 milhões de venezuelanos deixaram o país, segundo a ONU, rumo, principalmente, a outros países sul-americanos. Mas o agravamento da instabilidade econômica em toda a região levou aqueles que já haviam conseguido se estabelecer financeiramente em países como Colômbia e Equador a tentar a sorte nos EUA. Não por acaso, o número de venezuelanos apreendidos na fronteira Sul dos EUA bateu níveis recordes nos últimos meses.</p>
<p><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 32px;font-weight: bold">Fuga em massa</span></p>
</div>
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<h2>Venezuelanos são 71% dos migrantes em Darién</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entre as causas citadas por Giuseppe Loprete, chefe da Missão da Organização Internacional para as Migrações (OIM) no Panamá, estão o impacto socioeconômico da <a href="https://oglobo.globo.com/economia/emprego/baixo-crescimento-pandemia-podem-prolongar-crise-do-emprego-na-america-latina-ate-2024-diz-oit-25376329" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pandemia</a> e as tensões nas cadeias de suprimentos globais, causadas pela guerra na Ucrânia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Um número crescente vem realizando travessias perigosas a pé, inclusive através do Tampão de Darién, no Panamá, passando pela América Central e México para chegar aos EUA em busca de melhores oportunidades — afirmou ao GLOBO. — Não podemos descartar que o forte uso das redes sociais para compartilhar vídeos de migrantes que atravessam a selva também influencie a decisão de seguir essa perigosa rota.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Publicado esta semana, um relatório da ONU mostra que cerca de 4,3 milhões de refugiados e migrantes da <a href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/pais/venezuela" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Venezuela</a> têm dificuldades de acesso a alimentação, moradia e emprego formal nos países onde vivem atualmente. Para comprar comida ou evitar viver nas ruas, muitos são obrigados a recorrer ao trabalho sexual, pedir esmolas e se endividar.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Equador, por exemplo, segundo o documento, 86% dos migrantes venezuelanos dizem não ter renda suficiente para suprir suas necessidades básicas, enquanto no Chile 13% deles vivem abaixo da linha da pobreza.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Da Venezuela, vim para a Colômbia, trabalhei e trabalhei — disse ao New York Times Félix Garvett, de 40 anos, esperando sob uma tenda em uma praia de uma cidade litorânea colombiana antes de começar sua jornada, no mês passado. — Preciso de um futuro para meus filhos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Colômbia, onde começa a travessia, é o país que mais recebe migrantes venezuelanos — dois milhões —, já que ambos os países compartilham uma fronteira terrestre extensa e porosa de mais de 2.219 km. Fechada desde 2019, a <a href="https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2022/06/petro-anuncia-que-reabrira-fronteira-da-colombia-com-a-venezuela-fechada-desde-2019.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">divisa acaba de ser reaberta</a>, uma das promessas do novo presidente colombiano, Gustavo Petro, o primeiro de esquerda a governar o país.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="16">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Rota mais perigosa do mundo</span></p>
<p>O Tampão de Darién, região que marca a fronteira entre a Colômbia e o Panamá, é uma das rotas escolhidas pelos migrantes em direção ao Norte do continente. E uma das mais perigosas do mundo. São 5 mil km² de matas tropicais, montanhas íngremes e rios. O trajeto começa na rodovia Panamericana, que liga a maioria dos países do continente americano. Mas, nesse trecho específico, onde a rodovia é interrompida, não há estradas pavimentadas nem caminhos sinalizados.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Tampão de Darién, região que marca a fronteira entre a Colômbia e o Panamá, é uma das rotas escolhidas pelos migrantes em direção ao Norte do continente. E uma das mais perigosas do mundo. São 5 mil km² de matas tropicais, montanhas íngremes e rios. O trajeto começa na rodovia Panamericana, que liga a maioria dos países do continente americano. Mas, nesse trecho específico, onde a rodovia é interrompida, não há estradas pavimentadas nem caminhos sinalizados.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="18">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/9-PDvjlifVRTZJkVUNK3W9BEfmE=/0x0:620x408/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/t/i/8KPKiOT1yRilXBO7aSXg/mapa-panama-colombia.jpg" alt="Tampão de Darién fica entre o Panamá e a Colômbia, rota de muitos imigrantes que tentam chegar à América do Norte — Foto: Arte O Globo" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Tampão de Darién fica entre o Panamá e a Colômbia, rota de muitos imigrantes que tentam chegar à América do Norte — Foto: Arte O Globo</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em média, os migrantes levam de quatro a seis dias para cruzar a pé a floresta pouco sinalizada, que separa o povoado de Acandí, na Colômbia, e Bajo Chiquito, no sul do Panamá. Contudo, alguns chegam a levar dez dias na trilha.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="80" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Sob o clima extremamente úmido da floresta, há rios nada tranquilos e extensos pântanos — muitos dos imigrantes são levados pelas águas ou acabam se contaminando. Para piorar, correm o risco de serem atacados por gangues, que roubam e violentam as mulheres. Segundo Helmer Charris, que atuou com Médicos Sem Fronteiras (MSF) no Panamá até março, 396 mulheres foram atendidas por violência sexual de abril de 2021 a março de 2022, 68 delas apenas de janeiro a março deste ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="70" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Estamos particularmente preocupados com a situação das mulheres abusadas sexualmente e que são incapazes de obter a profilaxia e o tratamento médico e psicológico de que precisam com rapidez suficiente — disse Charris, acrescentando: — As venezuelanas também se queixam de maus-tratos brutais, infligidos com a intenção de humilhar, quase como em busca de vingança. [Tudo] isso obviamente afeta sua saúde física e mental e causa sofrimento psicológico significativo.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="23">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/6MF80204wDwfMR_ViuvySjO1i-s=/0x0:3300x2200/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/c/X/M1LCUKSAefFIpDYpeF4g/venez-migrants-peril-3.jpg" alt="Olga Ramos, uma enfermeira venezuelana (esquerda), e sua família se arriscam na travessia do Tampão do Darién  — Foto: FEDERICO RIOS/AFP" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Olga Ramos, uma enfermeira venezuelana (esquerda), e sua família se arriscam na travessia do Tampão do Darién — Foto: FEDERICO RIOS/AFP</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="69" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo autoridades colombianas, mais de mil migrantes chegam diariamente ao Terminal de Transportes do Norte de Medellín, no Departamento de Antioquia — antes o fluxo era de menos de 200 por dia. De lá, seguem para a cidade fronteiriça de Acandí , onde começa a travessia. Na semana passada, o ministro da Segurança panamenho, Juan Pino, confirmou que aproximadamente 2.500 pessoas chegam diariamente na fronteira, a maioria venezuelanos.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Refugiados e migrantes de várias nacionalidades cruzam a região há décadas, mas o número disparou nos dois últimos anos. De 2010 a 2020, a média anual de travessias era de até 11 mil pessoas, segundo autoridades panamenhas. Na época, a maioria dos que se arriscavam eram cubanos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Agora, perante o crescente número de pessoas cruzando o Tampão de Darién, a OIM, o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur) e parceiros locais estão aumentando a resposta no Panamá, fornecendo abrigos temporários em centros de recepção do governo, bem como colchões, cobertores, lâmpadas.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— É necessário e urgente fortalecer a cooperação regional com todos os países afetados por esses fluxos migratórios, tanto os países de origem quanto os de trânsito e destino — afirma o chefe da missão da OIM no Panamá.</p>
</div>
<section id="gallery-9804c944-3321-49c3-bf42-5859426097ff" class="galeria-fotos">
<h3 class="gallery-mosaic-title ">Sem contraceptivos: o drama das venezuelanas em imagens</h3>
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<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-first-item landscape"><img fetchpriority="high" decoding="async" id="image-id-tumb-c8b97e90-fa88-4bf4-8caa-eac7076c4bb1" role="button" src="https://s2.glbimg.com/DUFDMGxCRVFNPL7ibeltZTo-ViQ=/0x0:4500x3004/648x248/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/8/D/Ofm1oSQkqZng4i4YF5Ow/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2021-3-10-10-1615383754182.jpg" alt="Mães, cujas famílias passam fome, esperam por uma refeição em Caracas, na Venezuela (08.12.2020). Contraceptivos não são acessíveis para a maioria das venezuelanas, o que as leva a gravidezes indesejadas em um momento em que mal conseguem alimentar os filhos que já têmNYT" width="4500" height="3004" data-posicao="1" /></div>
<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-seccond-item landscape"><img decoding="async" id="image-id-tumb-9f0eb254-ba65-4fba-abbf-f15daf9325b9" role="button" src="https://s2.glbimg.com/B6zs-LfMxiliSVPQZcyVmrTpg3A=/0x0:8500x5674/323x182/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/5/j/BY25MfSL2hgjqALKQl2Q/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2021-3-10-10-1615383859331.jpg" alt="Johanna Guzman, 25 anos, cuida dos filhos em sua casa nos arredores de Caracas (07.12.20). Contraceptivos não são acessíveis para a maioria das venezuelanas, o que as leva a gravidezes indesejadas em um momento em que mal conseguem alimentar os filhos que já têmNYT" width="8500" height="5674" data-posicao="2" /></div>
<div class="gallery-mosaic-last-item-overlay landscape" role="button"> </div>
<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-last-item landscape"><img decoding="async" id="image-id-tumb-1bf2d5f4-8d3d-486f-8d36-c1eed0796720" role="button" src="https://s2.glbimg.com/ZHwyhSmBHEjFT8XW-PdJ3CYkeEo=/0x0:4500x3004/323x182/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/Q/7/wCEfVFQR6uPx4mDJDgBQ/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2021-3-10-10-1615384430538.jpg" alt="Os quatro filhos de Johanna Guzman, 25 anos, comem com o irmão mais moço da mãe (07.12.2020). Contraceptivos não são acessíveis para a maioria das venezuelanas, o que as leva a gravidezes indesejadas em um momento em que mal conseguem alimentar os filhos que já têmNYT" width="4500" height="3004" data-posicao="3" /></div>
</div>
</div>
<div class="gallery-mosaic-subtitle">Sem contraceptivos: o drama das venezuelanas em imagens</div>
</section>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="31">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Doenças e estresse pós-traumático</span></p>
<p>A maioria dos atendidos pela MSF no país este ano chegava com doenças de pele e dores no corpo, infecções respiratórias e doenças do sistema digestivo. Também era comum encontrar pessoas com estresse pós-traumático, sintomas de ansiedade ou em situação de luto pela perda de um familiar na selva.</p>
<p>Há ainda o risco de os migrantes serem passado para trás pelos coiotes, que os conduzem em círculos na mata pouco sinalizada. O médico relata que alguns foram levados através da notória Loma de la Muerte, que é famosa pelas difíceis condições. Como a rota é mais longa, os guias também cobram mais. O custo triplicou: passou de US$ 300 (cerca de R$ 1.50) por pessoa para US$ 900 (cerca de R$ 4.570).</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="16" data-block-id="35">
<p>O número de mortos, por sua vez, é incerto, mas, segundo a OIM, pelo menos 30 pessoas perderam a vida no trajeto este ano. Destas, nove eram crianças — ao longo de 2022, 14.500 meninos e meninas cruzaram a rota.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— São famílias que deixam tudo para trás por desespero, em busca de uma vida melhor em outro lugar — contou Loprete. — Há poucas semanas, uma mulher chegou ao fim da trilha e não conseguiu encontrar o marido. Esses casos são frequentes, e muitas crianças chegam sem os pais também. Estamos testemunhando um número crescente dessas situações. Nossa prioridade ajudá-los o mais rapidamente possível.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas, apesar da dureza da jornada e dos riscos da travessia, a OIM no Panamá estima que até o final deste ano, pelo menos 200 mil pessoas, entre bebês e grávidas, terão atravessado a fronteira da selva entre Colômbia e Panamá. De lá, ainda terão de seguir até a fronteira com a Costa Rica, e, em seguida, passar por Nicarágua, Honduras, Guatemala, México até chegar aos <a href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/pais/estados-unidos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Estados Unidos</a>, em uma viagem que pode durar mais de dois meses.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Se eu tiver que vir mil vezes, virei mil vezes — disse ao New York Times a enfermeira venezuelana Olga Ramos, em um acampamento a vários dias de distância do fim da trilha, no meio da selva, ao lado de toda a família.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>*g1 Com New York Times</em></p>
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