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	<title>Fórum Brasileiro de Segurança Pública - Portal NDC</title>
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	<title>Fórum Brasileiro de Segurança Pública - Portal NDC</title>
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		<title>Taxa de homicídio cai, mas violência matou 45,7 mil no Brasil em 2023</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/taxa-de-homicidio-cai-mas-violencia-matou-457-mil-no-brasil-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 17:49:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas da Violência 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Brasileiro de Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea]]></category>
		<category><![CDATA[mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Violencia]]></category>
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					<description><![CDATA[De cada 100 casos, 71 foram por arma de fogo, revela Atlas No ano de 2023, a violência matou 45.747 pessoas no Brasil, uma média de 125 mortes por dia. O número, entretanto, registra uma pequena redução em relação ao ano anterior quando foram contabilizadas 46.409 mortes violentas.  O dado faz...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De cada 100 casos, 71 foram por arma de fogo, revela Atlas</p>
<p>No ano de 2023, a<strong> violência matou 45.747 pessoas no Brasil, uma média de 125 mortes por dia</strong>. O número, entretanto, registra uma pequena redução em relação ao ano anterior quando foram contabilizadas 46.409 mortes violentas. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1642192&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1642192&amp;o=node" /></p>
<p>O dado faz parte do <em>Atlas da Violência 2025</em>, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), vinculado ao governo federal, e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), uma organização sem fins lucrativos.</p>
<p>O estudo faz comparativos desde 2013, quando o número de mortes chegou a 57.396. Ou seja, de lá para cá, houve redução de 20,3% na quantidade de homicídios. </p>
<p><strong>O ano com mais casos foi 2017, com 65.602 homicídios.</strong> O menor, 2019, registrou 45.503 mortes. <strong>Na comparação com o ano que registrou mais casos, a queda em 2023 é de aproximadamente 30%.</strong></p>
<p>Os dados do <em>Atlas da Violência </em>são coletados de fontes oficiais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pela contagem da população, e o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.</p>
<h2>Taxa de homicídio</h2>
<p>Como a população brasileira aumentou ao longo dos últimos anos, uma forma de saber como se comporta a proporção de homicídios no país é por meio da taxa de homicídios registrados por 100 mil habitantes. </p>
<p><strong>Esse indicador revela que em 2023 foram 21,2 homicídios por 100 mil habitantes, a menor taxa já registrada </strong>no estudo, coordenado pelo pesquisador Daniel Cerqueira, do Ipea, e pela diretora executiva do FBSP, Samira Bueno.</p>
<p>Em 2022, a taxa era 21,7 homicídios por 100 mil habitantes – redução de 2,3% na taxa de um ano para o outro. <strong>O pico foi em 2017, quando alcançou 31,8 registros.</strong><br /> </p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" align="center">
<thead>
<tr>
<th colspan="2" scope="col">NÚMERO DE HOMICÍDIOS NO BRASIL</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>2013: 57.396</td>
<td>2019: 45.503</td>
</tr>
<tr>
<td>2014: 60.474</td>
<td>2020: 49.868</td>
</tr>
<tr>
<td>2015: 59.080</td>
<td>2021: 47.847</td>
</tr>
<tr>
<td>2016: 62.517</td>
<td>2022: 46.409</td>
</tr>
<tr>
<td>2017: 65.602</td>
<td>2023: 45.742</td>
</tr>
<tr>
<td>2018: 57.956</td>
<td> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" align="center">
<thead>
<tr>
<th colspan="2" scope="col">TAXA DE HOMICÍDIOS POR 100 MIL HABITANTES</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>2013: 28,8</td>
<td>2019: 21,7</td>
</tr>
<tr>
<td>2014: 30,1</td>
<td>2020: 23,6</td>
</tr>
<tr>
<td>2015: 29,1</td>
<td>2021: 22,5</td>
</tr>
<tr>
<td>2016: 30,6</td>
<td>2022: 21,7</td>
</tr>
<tr>
<td>2017: 31,8</td>
<td>2023: 21,2</td>
</tr>
<tr>
<td>2018: 27,9</td>
<td> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Motivos para a queda</h2>
<p>Apesar de o estudo trazer comparações a partir de 2013, o pesquisador Daniel Cerqueira afirmou à <strong>Agência Brasil</strong> que a redução na taxa de homicídios vai além desse período.</p>
<p>“Apesar do número exorbitante de mortes, trata-se da menor taxa de homicídios que o Brasil atingiu nos últimos 31 anos”, pontua.</p>
<p>Segundo ele, dois fatores principais explicam essa tendência decrescente. Um deles é o envelhecimento da população, uma vez que jovens são mais associados à violência.</p>
<blockquote>
<p>“O que nós sabemos das evidências científicas é que um ator importante, seja como vítima, seja como o perpetrador nesse drama da violência é o jovem. Quando a população envelhece, isso provoca uma maré a favor de redução de homicídios”.</p>
</blockquote>
<h2>Revolução invisível</h2>
<p>O outro fator, destaca Cerqueira, é uma “revolução invisível”, que pode ser explicada por uma mudança nas políticas públicas de segurança, em que a atuação das polícias conta com mais qualificação e inteligência.</p>
<p><strong>Ele aponta que tem havido uma troca da “segurança pública baseada simplesmente no policiamento ostensivo para uma política baseada em planejamento, em dados, em ciência”.</strong></p>
<p>“Uma polícia inteligente em vez da polícia da brutalidade”, completa. <strong>Cerqueira avalia que a qualificação do trabalho policial permite identificar e prender os criminosos.</strong></p>
<p>O coordenador do estudo percebe ainda que há “políticas multissetoriais de prevenção social para disputar cada jovem naquelas favelas, disputar com o crime organizado e desorganizado”.</p>
<h2>Estados</h2>
<p>O Atlas da Violência também apresenta os dados por unidades da federação (UF). <strong>Em 2023, 20 estados apresentaram taxa de homicídio por 100 mil habitantes superior à média nacional</strong>, com destaque negativo para Amapá (57,4), Bahia (43,9) e Pernambuco (38).</p>
<p>Das sete UFs abaixo da média nacional, as menores taxas foram registradas em São Paulo (6,4), Santa Catarina (8,8) e Distrito Federal (11).  </p>
<p>Ao fazer uma análise mais expandida, o documento ressalta que <strong>“há pelo menos oito anos, nada menos que 11 UFs têm conseguido reduzir sistematicamente a taxa de homicídios”</strong>.</p>
<p>São eles Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba e São Paulo.</p>
<p><strong>Na ponta contrária, nos últimos 11 anos o aumento das mortes no Amapá foi de 88,2%, mostra o levantamento.</strong></p>
<h2>Armas de fogo</h2>
<p>O <strong><em>Atlas da Violência</em> revela que 32.749 homicídios foram cometidos por arma de fogo no país.</strong> Em 2017, ano mais violento, esse número chegou a 49 mil.</p>
<p>O dado de 2023 equivale a 15,2 mortes por arma de fogo a cada 100 mil habitantes. Representa também que 71,6% das mortes violentas no país foram praticados com esse tipo de armamento.</p>
<p>Amapá (48,3), Bahia (36,6) e Pernambuco (30,8) são os estados com as maiores taxas. Por outro lado, se destacam positivamente São Paulo (3,4), Santa Catarina (4,4), Distrito Federal (5,3) e Minas Gerais (8,3).</p>
<p>O relatório aponta fragilidades na fiscalização de armas no país e afirma que “quanto maior a circulação e a prevalência de armas de fogo, maior tende a ser a taxa de homicídios”.</p>
<h2>Homicídios ocultos</h2>
<p>Os pesquisadores do Ipea e do FBSP chamam de “homicídios ocultos” os casos de violência que não foram adequadamente identificados pelos sistemas oficiais. Por meio de modelos matemáticos, eles chegam a uma taxa estimada de homicídios.</p>
<p>“No período compreendido entre 2013 e 2023, identificamos a ocorrência de 51.608 homicídios ocultos no Brasil, que passaram ao largo das estatísticas oficiais de violência no país, uma média anual de 4.692 homicídios que deixaram de ser contabilizados”, diz o texto.</p>
<p>Com o acréscimo desses dados, a <strong>taxa estimada de homicídios no país chega a 23 casos por 100 mil habitantes</strong>. Assim como a taxa de casos efetivamente registrados, trata-se também da menor desde 2013. </p>
<p>O ponto mais alto ocorreu em 2017, com 33,6 casos por 100 mil habitantes. Em 2022, o indicador marcou 24,5.</p>
<p>O <em>Atlas da Violência</em> nota que a inclusão dos homicídios ocultos faz mudar significativamente os indicadores dos estados.</p>
<p>São Paulo é o caso mais extremo: em 2023, o estado deixou de registrar 2.277 homicídios. Dessa forma, enquanto a taxa de homicídios registrados era de 6,4 para cada 100 mil habitantes, a estimada naquele ano era de 11,2.</p>
<p>“Com isso, o estado de São Paulo deixa de ser a UF menos violenta da nação, passando para a segunda posição, atrás de Santa Catarina [9 estimados por 100 mil habitantes]”, frisa o documento.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Rio precisa reduzir letalidade policial em 66%, diz Fórum de Segurança</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rio-precisa-reduzir-letalidade-policial-em-66-diz-forum-de-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Oct 2024 19:57:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Brasileiro de Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Militar]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo defende ADPF das favelas como fundamental Um estudo divulgado na última sexta-feira (25) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública recomenda que o estado do Rio de Janeiro reduza a letalidade policial em 66% para chegar a níveis aceitáveis em uma democracia e que sejam próximos da média nacional. As...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estudo defende ADPF das favelas como fundamental<br /><br />Um estudo divulgado na última sexta-feira (25) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública recomenda que o estado do Rio de Janeiro reduza a letalidade policial em 66% para chegar a níveis aceitáveis em uma democracia e que sejam próximos da média nacional.<br /><br />As mortes decorrentes de intervenção policial no Rio de Janeiro foram de 1.814 em 2019 para 871 em 2023. O estado tinha taxa de 11,3 mortes por 100 mil pessoas em 2019 e chegou a 5,4 mortes por 100 mil em 2023. A média nacional oscilou entre 3,2 e 3,1 nesse mesmo período. O que mostra que, apesar da queda na letalidade policial, o estado ainda tem números altos.<br /><br />Na última década, o estado apresentou, em números absolutos, o maior número de mortes em intervenções policiais por seis anos e nos quatro anos seguintes ficou em segundo lugar no ranking das Unidades da Federação.<br /><br />Sobre o perfil das vítimas, 99,6% eram do sexo masculino, 54,5% tinham entre 12 e 24 anos e o número de pessoas negras mortas era 6,4 vezes superior à de pessoas brancas em 2023.<br /><br />O documento analisa os principais números de segurança depois da chamada ADPF das Favelas, a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 635. Instaurada em novembro de 2019, a ADPF determinou medidas para reduzir a letalidade durante operações da Polícia Militar do Rio contra o crime organizado em comunidades do Rio.<br /><br />Entre essas medidas estão o uso de câmeras corporais nas fardas dos policiais e nas viaturas, além da determinação de aviso antecipado das operações para autoridades das áreas de saúde e educação para proteger escolas e unidades de saúde de tiroteios entre policiais e criminosos.<br /><br />A conclusão do Fórum Brasileiro de Segurança Pública é de que a ADPF “desempenha papel fundamental para consolidar mecanismos de controle, fiscalização e transparência na atividade policial”. O documento diz que ela reconheceu um “estado de coisas inconstitucional na política de segurança pública”, perceptível nas violações de direitos dos moradores de comunidades, assim como direitos à vida, integridade física e psíquica, educação e saúde.<br /><br />A publicação acontece um dia depois de uma operação policial no chamado Complexo de Israel, na Zona Norte da capital, que terminou com três mortes e três feridos na Avenida Brasil. Todos eles, sem qualquer envolvimento com o tráfico. O governador Claudio Castro citou a ADPF como um dos motivos que prejudicam as ações policiais e favorecem o crescimento do crime organizado. Argumentos rebatidos pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.<br /><br />“Mesmo com as medidas restritivas da ADPF, todos os indicadores criminais do estado caíram, em coerência com o que tem acontecido no país. Então, o argumento de que ADPF atrapalha a política de segurança não é verdade”, diz Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. “De fato precisamos combater o crime organizado, mas não da forma como vem sendo feito. Da maneira atual, os impactos são extremamente nocivos, altas taxas de mortalidade, não resolvem o problema, fortalecem o crime na medida em que não envolve investigação”.<br /><br />Segundo o especialista, o governo do estado precisa assumir a responsabilidade pela situação de violência no Rio e utilizar de forma mais estratégica o orçamento em segurança pública.<br /><br />“Enquanto 7% dos orçamentos estaduais são gastos com segurança pública, o Rio de Janeiro gasta 15%. E gasta mais do que em saúde e educação. Para fazer esse tipo de policiamento, para gerar essa quantidade de mortes, para colocar a população sob o fogo cruzado e o medo do tiroteio”, diz Renato Lima. “Diante de tudo isso, o relatório vai mostrar que o que está acontecendo no estado justifica o envolvimento do STF, porque, no limite, estamos muito longe do que seria o Estado democrático de direito. A gente hoje vive sob o domínio do medo, do arbítrio, de algo que é extremamente perverso”.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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