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	<title>forças armadas - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>forças armadas - Portal NDC</title>
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		<title>Preservar a Amazônia é questão de segurança nacional, diz especialista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/preservar-a-amazonia-e-questao-de-seguranca-nacional-diz-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 16:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[especialista]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Mariana Plum destaca ameaças internas do narcotráfico A Amazônia é, historicamente, alvo de cobiça e interesse de estrangeiros. Europeus invadiram a região durante os séculos de colonização. Autoridades dos Estados Unidos cogitaram o mesmo em meados do século 19. No fim dos anos 1990, empresas japonesas chegaram a registrar patente do cupuaçu, fruto típico amazônico. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3878030798" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Mariana Plum destaca ameaças internas do narcotráfico</p>
<p><strong>A Amazônia é, historicamente, alvo de cobiça e interesse de estrangeiros. Europeus invadiram a região durante os séculos de colonização. Autoridades dos Estados Unidos cogitaram o mesmo em meados do século 19. No fim dos anos 1990, empresas japonesas chegaram a registrar patente do cupuaçu, fruto típico amazônico. Um caso de biopirataria</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1646652&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1646652&amp;o=node" /></p>
<p>Especialista em defesa e segurança nacional, Mariana Plum não nega esse histórico de ameaças externas. Mas entende que o foco quase exclusivo do Estado nelas ofuscou as crescentes ameaças internas à biodiversidade, aos povos e aos conhecimentos da região.</p>
<p>“Há inseguranças na Amazônia que afetam profundamente a nossa soberania e a de quem vive nela. Narcotráfico, tráfico ilegal, desmatamento, pesca ilegal e crime organizado transnacional. Esses são apenas alguns exemplos”, analisa a especialista.</p>
<p><strong>“Facções criminosas vêm se alastrando de maneira assustadora. Crimes contra a floresta e infrações ambientais cresceram mais de 50% no último ano. A devastação da Amazônia está andando de mãos dadas com a criminalidade. Crimes que não geram nenhuma riqueza, não trazem desenvolvimento e não geram emprego”, complementa</strong>.</p>
<p>Mariana conversou com a reportagem da <strong>Agência Brasil </strong>no Theatro da Paz, em Belém, onde se apresentou no <em>TEDxAmazônia 2025</em>. As falas acima fizeram parte da palestra. O evento reuniu lideranças indígenas, pesquisadores, ativistas ambientais e artistas, que apresentaram reflexões sobre emergência climática e defesa da floresta.</p>
<p>Ela é diretora-executiva do Centro de Soberania e Clima, uma instituição de pesquisa que defende a Amazônia como tema central da política de segurança nacional. Tem no currículo trabalhos no Ministério da Defesa, no exército e na Escola Superior de Guerra.</p>
<p>Na entrevista, ela reforçou a necessidade de atuação integrada entre governos, instituições militares e sociedade civil na Amazônia. O argumento central é de que a floresta deve ser tratada como uma infraestrutura essencial à segurança nacional, que presta serviços indispensáveis à vida, como regulação climática, segurança hídrica, produção de alimentos e equilíbrio ecossistêmico.</p>
<blockquote>
<p>“O que está em risco não é somente a floresta, é a capacidade do Estado de repetir os fundamentos constitucionais mais básicos de cidadania e dignidade humana. Todos esses dependentes do primeiro fundamento constitucional: a soberania. Onde o Estado não chega, o crime ocupa. E onde o crime se instala, a floresta, as pessoas e o futuro ficam sob ameaça”, disse Mariana.</p>
</blockquote>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Durante a palestra, você citou que um dos problemas na preservação e defesa da Amazônia é a atuação fragmentada de órgãos e profissionais responsáveis. O que seria exatamente essa fragmentação?</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-right">
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<div style="width: 473px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/hOOuJufSOOtWulkeBaj9WyHclaE=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/06/12/_rbr7158_0.jpg?itok=DGnJt-rz" alt="Belém (PA), 07/06/2025 - Mariana Plum, especialista em Defesa e Clima, e pensadora da segurança nacional, se apresenta no TEDx Amazônia, no Theatro da Paz, centro da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" width="463" height="309" /><p class="wp-caption-text">&#8220;Onde o Estado não chega, o crime ocupa. E onde o crime se instala, a floresta, as pessoas e o futuro ficam sob ameaça”, afirma Mariana Plum, especialista em Defesa e Clima. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>Mariana Plum: Usei o termo no sentido de que a gente precisa colocar todas as organizações que têm um papel na região para trabalhar de maneira conjunta. E isso significa estabelecer um plano nacional para a Amazônia, para que todos consigam estar na mesma página e trabalhar em prol dos mesmos objetivos. Quando a gente não tem um plano nacional para a região, acaba que cada ator vai fazendo aquilo que considera mais importante. Nesse processo de falta de escuta e de conversa, em vez de você caminhar para o mesmo objetivo, os caminhos seguem separados e essa não é a opção mais eficiente para resolver as questões na região.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: E quem são esses atores principais na Amazônia?</p>
<p><strong>Mariana Plum</strong>: A gente tem que falar primeiro do governo federal, dos diferentes governos estaduais e municipais que precisam estar todos articulados. Mas também da sociedade civil, porque ela é muito importante, porque ela também é capaz de ver e propor soluções que os tomadores de decisão muitas vezes não conseguem. Falamos também da academia, das universidades, que fazem pesquisas profundas embasadas em ciência, em metodologias que podem contribuir para formulação de políticas públicas. E a gente precisa dos indivíduos, de quem está na floresta, porque são eles que sentem e vivem diretamente o que acontece ali.</p>
<p>Então, não é possível a gente fazer uma política sem incluir as vozes locais, entender diferenças e complexidades da região pelos olhos deles. Só assim para implementar políticas públicas que façam sentido, não sejam desconectadas da realidade, não sejam perda de vida, de dinheiro e de tempo.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Você também citou as Forças Armadas como protagonistas importantes nesse processo, principalmente em questões de defesa do território.</p>
<p><strong>Mariana Plum</strong>: A gente normalmente não olha para as Forças Armadas como tendo um papel na preservação e proteção ambiental. Claro, o papel principal delas é proteger o nosso território, proteger de ameaças externas. Mas elas estão na Amazônia há tanto tempo, há tantos anos que essa parte de preservação ambiental já faz parte do dia a dia das Forças Armadas. Então, isso é uma coisa que a gente, quando criou o Centro de Soberania Climática, pensou: como é que a gente pode resolver os problemas da Amazônia sem incluir as Forças Armadas nessa tarefa? Infelizmente, o que a gente vê no Brasil hoje são divergências, polarizações. Temos que resgatar o que a gente sempre teve, que é a capacidade de dialogar criticamente mesmo com as divergências, porque a gente só cresce a partir dessas divergências.</p>
<p>A partir dessas diferentes percepções, construir convergências que façam a gente avançar no nosso propósito mais importante, que é preservar a Amazônia, garantir que as populações que vivem ali sejam respeitadas, tenham direitos humanos, cidadania, oportunidades e consigam crescer e acompanhar o desenvolvimento sustentável. </p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="TV Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/AoQDyUgkXvZJ5lpMxMnfbmSq5es=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/vice-presidente_da_republica_hamilton_mourao_carajas_missoes_diplomaticas_a_amazonia_oriental0809210163.jpg?itok=lmKuI-xA" alt="O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e os chefes de missões diplomáticas à Amazônia Oriental, fazem sobrevoo sobre a Floresta Nacional de Carajás e visita à mineradora Vale." width="754" height="424" /><p class="wp-caption-text">Mariana diz que a floresta deve ser tratada como infraestrutura essencial à segurança nacional &#8211; Foto &#8211; Agência Brasil</p></div>
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</div>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: E como integrar e reforçar essa atuação das Forças Armadas na Amazônia em um momento tão crítico para a instituição? Há uma crise de imagem e de confiança depois da tentativa recente de golpe de Estado, que teve participação de lideranças militares da ativa e da reserva.</p>
<p><strong>Mariana Plum</strong>: Essa questão está relacionada com o próprio tema do <em>TEDxAmazônia 2025</em>, que fala sobre resgate. É tentar resgatar mesmo as boas ações que são feitas com diferentes atores, o que inclui as Forças Armadas. Tentar focar no que é positivo.</p>
<p>Sem esquecer as coisas ruins, porque a gente aprende a partir do que é ruim, mas também focar naquilo que é positivo. Podemos crescer a partir das boas ações que já existem ali lideradas pelos militares. Mas para isso, a gente precisa voltar a conversar, a ter diálogo.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: A COP 30 pode ajudar a ampliar essa percepção de que é preciso ter mais investimentos na Amazônia nesse setor de defesa?</p>
<p><strong>Mariana Plum</strong>: Sem dúvida. Ano passado, a gente teve exemplos muito contundentes de como não se pode prescindir da participação das Forças Armadas em relação aos efeitos que a mudança do clima traz para o nosso país.</p>
<p>Vimos o que aconteceu no Rio Grande do Sul, as queimadas no Pantanal, a seca na Amazônia. Em todos esses exemplos, as Forças Armadas foram uma presença essencial, porque elas têm meios, porque elas têm capilaridade, porque elas têm um número grande de pessoas. A missão principal das Forças Armadas é proteger o país contra ameaças externas. Mas elas também têm um papel secundário, que tem se mostrado cada vez mais relevante de atuar nas questões climáticas e ambientais.</p>
<p>Então, precisamos incluí-las na conversa, até para que consigam se organizar melhor em conjunto com os outros atores, em conjunto com a defesa civil, que, no caso de desastres, é quem tem a liderança no processo.</p>
<p><em>*A equipe de reportagem da <strong>Agência Brasil </strong>viajou a convite da Motiva, umas das principais apoiadoras do TEDXAmazônia.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Alemanha desbloqueia bilhões de euros para investir nas Forças Armadas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/alemanha-desbloqueia-bilhoes-de-euros-para-investir-nas-forcas-armadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2025 19:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
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					<description><![CDATA[País aprovou grande reforma no freio constitucional da dívida para aumentar os gastos em defesa; entenda Enquanto o governo Trump continua buscando um acordo para acabar com a guerra na Ucrânia, os europeus, pela primeira vez em décadas, estão se concentrando em seu próprio poderio militar. Em nenhum lugar essa mudança é tão proeminente quanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3939666699" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>País aprovou grande reforma no freio constitucional da dívida para aumentar os gastos em defesa; entenda<br /><br />Enquanto o governo Trump continua buscando um acordo para acabar com a guerra na Ucrânia, os europeus, pela primeira vez em décadas, estão se concentrando em seu próprio poderio militar.<br /><br />Em nenhum lugar essa mudança é tão proeminente quanto na Alemanha. Suas Forças Armadas, conhecidas como Bundeswehr, foram vítimas de anos de sub investimento — mas isso deve mudar.<br /><br />O chanceler Friedrich Merz decidiu que agora é o momento para a Alemanha investir em suas Forças Armadas, em níveis não vistos desde a Guerra Fria.<br /><br />A Alemanha acaba de aprovar uma grande reforma em seu freio constitucional da dívida, desbloqueando bilhões de euros em financiamento.<br /><br />Um modelo compartilhado com a CNN sugeriu que, em um período de 10 anos, com a Alemanha gastando 3,5% do PIB, isso poderia chegar a € 600 bilhões (aproximadamente quase quatro trilhões de reais).<br /><br />A CNN passou o dia com a Bundeswehr em um local não revelado na Alemanha Central enquanto cinco aliados da Otan participavam de exercícios de treinamento.<br /><br />A simulação foi um ataque de um “adversário estrangeiro” a outro integrante da aliança.<br /><br />Falando na sede improvisada para a simulação, o brigadeiro-general alemão Ralf Hammerstein comentou à CNN: “A Alemanha é uma nação capaz na Europa e tem que ser parceira de outras nações. Somos um parceiro responsável na Europa e um grande país. Temos que dar um passo à frente e faremos isso.”<br /><br />A invasão em grande escala da Ucrânia em fevereiro de 2022 foi um momento sísmico para o continente. A guerra havia retornado e a distensão que existia desde a queda da Cortina de Ferro (divisão da Europa na Guerra Fria entre ocidental e oriental) havia acabado.<br /><br />Em Berlim, deu início ao período conhecido em alemão como “Zeitenwende” – ou “ponto de virada”. Na verdade, foi o início do esforço para aumentar os gastos militares mais uma vez.<br /><br />Olaf Scholz comentou que o país precisava de uma nova política de defesa e segurança – e que a Bundeswehr precisava de atenção especial.<br /><br />Ele estabeleceu um fundo único de € 100 bilhões (aproximadamente 620 bilhões de reais) para “investimento abrangente” nas Forças Armadas. Para isso, Scholz teve que alterar a Lei Básica – essencialmente, a constituição do país.<br /><br />Embora esse fundo tenha sido bem recebido, a implementação da política tem sido fraca, e as disputas e conflitos internos do governo acabaram levando Scholz a perder seu emprego.<br /><br />Agora, Merz está procurando turbinar o “Zeitenwende”.<br /><br />Sudha David-Wilp, pesquisadora sênior do German Marshall Fund of the United States, um grupo de reflexão, comentou à CNN que “Merz e (sua) coalizão precisam acelerar isso… Agora há muita competição de grande poder e o hard power é a moeda da política internacional”.<br /><br />Enquanto o ataque simulado se desenrolava, em Berlim, Merz estava delineando sua nova visão para as Forças Armadas. “Acreditamos em uma segurança enganosa em nossa sociedade por pelo menos uma década, provavelmente muito mais… Esta é agora a mudança de paradigma na política de defesa que está à nossa frente”.<br /><br />Desde meados da era da Guerra Fria, os gastos militares da Alemanha como porcentagem do PIB caíram drasticamente. Com pico de 4,9% em 1963, caiu para uma baixa histórica em 2005 de apenas 1,1%.<br /><br />Apenas em 2024 a Alemanha atingiu o limite da Otan de 2% de gastos em defesa — marcando a primeira vez em mais de 30 anos.<br /><br />Hammerstein reconhece que “todo exército do mundo, na história e também no futuro, sempre alegará não ter o suficiente”. Mas ele equipara a situação atual da Alemanha a uma dependência do “dividendo da paz” da década de 1990 que “foi uma redução para todos os militares do mundo, especialmente na Europa”.<br /><br />Ele acha que a Alemanha está no caminho certo agora. No ano passado, pela “primeira vez, (nós) fomos capazes de gastar os critérios de 2% do PIB da Otan, e também gastaremos dinheiro, como os € 100 bilhões (aproximadamente 620 bilhões de reais) que fizemos em 2022, e isso continuará, e o novo chanceler está absolutamente dedicado a isso”.<br /><br />Merz pode estar comprometido em reforçar o poder militar projetado da Alemanha e colocar sua defesa em uma base mais segura, mas um relatório da Comissária Parlamentar para as Forças Armadas, Eva Högl, sugeriu que o trabalho a ser feito era significativo.<br /><br />Divulgado na semana passada, o relatório destacou que a Bundeswehr não atingiu as metas de recrutamento, tinha uma força de combate envelhecida, com quartéis e infraestrutura básica faltando. Dirigindo-se a jornalistas em seu lançamento, ela disse: “a Bundeswehr ainda tem muito pouco de tudo”.<br /><br />Em 2018, a Alemanha se comprometeu a aumentar suas forças permanentes para 203 mil até 2025 — uma meta que foi posteriormente revisada para 2031.<br /><br />Como afirma o relatório, “a Bundeswehr mais uma vez falhou em atingir sua meta original”. Högl disse que a atual força de combate da Bundeswehr é de 181.174 pessoas.<br /><br />Questionado sobre como o número deveria ser alcançado, Hammerstein, que se juntou como recruta em 1992, sugeriu um período de serviço militar obrigatório. A Alemanha oficialmente suspendeu o recrutamento em 2011.<br /><br />“Fui convencido pela lei a me juntar ao exército. Então, acho que algum tipo de serviço obrigatório tem que estar em vigor para aumentar os números da maneira que queremos ver”, comentou Hammerstein. “Isso não vai acontecer da noite para o dia – mas o aumento veremos… começando este ano.”<br /><br />O relatório Högl também destacou a idade de serviço do exército, dizendo que homens e mulheres em serviço estão “ficando cada vez mais velhos”. A idade média em 2019 era 32,4, mas agora aumentou para 34.<br /><br />Talvez a seção mais condenatória do relatório tenha vindo com uma conta anexada. Ele disse que € 67 bilhões (aproximadamente 415 bilhões de reais) eram necessários para projetos de infraestrutura e descreveu quartéis e propriedades como “ainda em um estado desastroso”.<br /><br />Para Hammerstein, porém, nem sempre se trata de dinheiro.<br /><br />Ele insiste que a Alemanha tem uma plataforma sólida para lançar, dizendo: “É sobre a qualidade e o que vejo aqui durante o treinamento é que temos uma boa substância. Temos soldados realmente muito motivados… e isso me mantém muito otimista de que a substância é boa, e agora temos que aumentá-la.”<br /><br />Há também uma mudança na mentalidade nacional em direção à Bundeswehr.<br /><br />Embora os alemães geralmente sejam muito conscientes da imagem de suas Forças Armadas, principalmente devido à história do país, as pesquisas sugerem que muitos agora têm uma opinião mais positiva.<br /><br />Uma pesquisa conduzida pela emissora pública alemã ARD em março descobriu que 66% dos entrevistados acreditam que é certo aumentar os gastos com defesa e a Bundeswehr, enquanto 31% disseram que os gastos devem permanecer os mesmos ou ser cortados ainda mais.<br /><br />Também descobriu que 59% dos entrevistados concordaram que a Alemanha deve aumentar significativamente sua dívida para “lidar com as próximas tarefas, especialmente em defesa e infraestrutura”.<br /><br />Enquanto Merz embarca na reviravolta do rolo compressor alemão, ele está confiante de que está colocando a Alemanha no caminho certo para um futuro mais seguro e próspero.<br /><br />“A Alemanha está de volta”, ele declarou há uma semana em Berlim. “A Alemanha está fazendo uma contribuição significativa para a defesa da liberdade e da paz na Europa”.<br /><br /><br /><em>Fonte: CNN</em></p>
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		<title>Forças Armadas planejam grande ação militar próximo à fronteira com Venezuela</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/forcas-armadas-planejam-grande-acao-militar-proximo-a-fronteira-com-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 15:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos objetivos é treinar tropas para uma eventual nova escalada de tensão com o regime de Nicolás Maduro As Forças Armadas planejam seu maior exercício militar de 2025 próximo à fronteira com a Venezuela. Um dos objetivos da ação é justamente treinar suas tropas para o caso de haver uma nova escalada de tensão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3292167961" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Um dos objetivos é treinar tropas para uma eventual nova escalada de tensão com o regime de Nicolás Maduro</p>
<p>As Forças Armadas planejam seu maior exercício militar de 2025 próximo à fronteira com a Venezuela. Um dos objetivos da ação é justamente treinar suas tropas para o caso de haver uma nova escalada de tensão com o regime de Nicolás Maduro.</p>
<p>Oficiais com quem a <strong>CNN</strong> conversou relataram que o fato de Maduro ter diminuído sua retórica sobre invadir a região de Essequibo, na Guiana, não assegura a estabilidade da região.</p>
<p>Isso porque, na leitura de militares brasileiros, o rumo do país vizinho e em especial a estratégia militar é liderada pelo ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, e pelos militares venezuelanos de alta patente que, na prática, sustentam Maduro no poder.</p>
<p>A preocupação aumentou nas últimas semanas conforme chegaram às Forças brasileiras a informação de que, do lado venezuelano, tem havido movimentação militar nas fronteiras da Venezuela com o Brasil e com a Guiana, como a construção de pequenas pistas de pouso, ponte provisórias e acampamentos de lona entricheirados. Além disso, após a posse de Maduro, o país vizinho fechou a fronteira com o Brasil.</p>
<p>Batizada internamente de “Operação Atlas”, a ideia das Forças Armadas é que sejam deslocados já a partir do primeiro semestre grande parte do efetivo de veículos blindados e não blindados, além de estimados 8 mil oficiais.</p>
<p>O mês escolhido é o de novembro, o que coincidirá com a COP30, quando dezenas de autoridades brasileiras e mundiais estarão reunidas em Belém. Militares, porém, garantem que o objetivo da Operação Atlas é muito mais treinar as tropas e mostrar poder de dissuasão do que demonstrar presença militar próximo ao evento.</p>
<p>Tanto que o principal palco da operação será Roraima, estado brasileiro que faz fronteira com a Venezuela. O plano prevê, além do treinamento em si, que deve durar cerca de 15 dias, desenvolver a capacidade militar brasileira de logística e transporte em uma região de difícil acesso.</p>
<p>Uma graduada fonte do governo relatou à <strong>CNN</strong> que, na primeira vez em que Maduro ameaçou invadir Essequibo, no final de 2023, o Exército mandou tropas para Roraima.</p>
<p>Mas houve a leitura de que seria necessária uma maior agilidade caso houvesse real necessidade de utilização da Força. Aí que já nasceu a ideia de que Roraima fosse o palco de uma ampla operação deste ano.</p>
<p>Além disso, fontes civis e militares ligadas ao planejamento da Operação Atlas relataram à <strong>CNN</strong> que há também o interesse de setores do governo de demonstrar aos Estados Unidos — cujo novo presidente Donald Trump assume na semana que vem — e à Europa que o Brasil está comprometido com a estabilidade da região e não assistirá passivo qualquer ameaça. Tampouco que depende de apoio externo para resolver a situação.</p>
<p>Essa avaliação cresceu depois que os americanos ampliaram os sinais de apoio a Guiana. A agora ex-comandante militar do Sul, Laura Richardson, esteve na região em 2024, e os Estados Unidos encaminharam também grupos de militares para intercâmbios com oficiais do país.</p>
<p>Militares brasileiros enxergaram a movimentação como um sinal de que as potências ocidentais não confiam em Brasília para dissuadir Maduro caso ele avance sobre Essequibo.</p>
<p>Embora recentemente tenham se distanciado, o presidente Lula e o PT tem uma relação histórica com Maduro e o chavismo, e lideraram um frustrado movimento de acenos ao regime antes, durante e depois da eleição de Maduro em julho de 2024, apontada pela oposição e por diversos países como fraudada.</p>
<p>Por outro lado, a Guiana, onde fica a região de Essequibo, tem ligação histórica com os Estados Unidos e em especial com a Inglaterra, de quem foi colônia. A Operação Atlas é vista nas Forças como uma espécie de expansão da Operação Perseu, realizada neste ano pelo Exército brasileiro no vale do Paraíba e que contou com ampla mobilização da força terrestre.</p>
<p>No entanto, a ideia do Ministério da Defesa é de que, ao contrário da Perseu, a Operação Atlas seja feita com presença maciça das três Forças: Exército, Marinha e Aeronáutica. Até agora, a Marinha tem tido uma resistência maior a participar, por entender que o palco de ação não favorece suas tropas. Roraima é acessível pelo ar e pela terra, mas o acesso por água é feito somente por rios, já que o estado não é banhado pelo mar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: CNN</em></p>
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		<item>
		<title>Forças Armadas iniciam alistamento voluntário feminino</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/forcas-armadas-iniciam-alistamento-voluntario-feminino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 15:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Alistamento]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Militares alertam contra golpes para obtenção de certificados O alistamento militar voluntário feminino nas Forças Armadas foi aberto e o prazo para as inscrições facultativas vai até 30 de junho. Podem se candidatar, mulheres nascidas no ano de 2007, que completam 18 anos em 2025. A incorporação está prevista para ocorrer no primeiro semestre de 2026 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-556412954" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Militares alertam contra golpes para obtenção de certificados</p>
<p>O alistamento militar voluntário feminino nas Forças Armadas foi aberto e o prazo para as inscrições facultativas vai até 30 de junho. Podem se candidatar, mulheres nascidas no ano de 2007, que completam 18 anos em 2025.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1625634&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1625634&amp;o=node" /></p>
<p>A incorporação está prevista para ocorrer no primeiro semestre de 2026 (de 2 a 6 de março) ou no segundo semestre (de 3 a 7 de agosto). A duração do serviço militar será de 12 meses, podendo ser prorrogado por até oito anos.</p>
<p>As interessadas devem residir em um dos 28 municípios (de 14 estados) previstos no Plano Geral de Convocação, estabelecido em portaria do Ministério da Defesa: Águas Lindas de Goiás (GO), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Canoas (RS), Cidade Ocidental (GO), Corumbá (MS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Formosa (GO), Fortaleza (CE), Guaratinguetá (SP), Juiz de Fora (MG), Ladário (MS), Lagoa Santa (MG), Luziânia (GO), Manaus (AM), Novo Gama (GO), Pirassununga (SP), Planaltina (GO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santa Maria (RS), Santo Antônio do Descoberto (GO), São Paulo (SP) e Valparaíso de Goiás (GO).</p>
<p>O número de vagas para mulheres no serviço militar voluntário crescerá progressivamente até que atinja 20% das vagas. Este ano estão sendo oferecidas 1.465 vagas &#8211; 1.010 vagas para o Exército; 300 para a Aeronáutica e 155 para a Marinha. A expectativa é a de  que sejam aumentados progressivamente esses números, até que se atinja um índice de 20% das vagas do serviço militar.</p>
<h2>Entrevistas e testes</h2>
<p>As jovens que venham se candidatar deverão fazer seleção que inclui entrevista, testes físicos e exames de saúde. Conforme a cidade, elas poderão escolher a força que desejam integrar. Na Marinha, as mulheres serão incorporadas como marinheiros-recrutas, no Exército como soldados e na Aeronáutica como soldados de segunda-classe.</p>
<h2>Cuidado com golpes</h2>
<p><a href="http://www.alistamento.eb.mil.br/alistamento-feminino" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">O alistamento pode ser feito presencialmente nas juntas de serviço militar da Aeronáutica, Exército e  Marinha; ou pela internet</a>. Em aviso na página eletrônica, as Forças Armadas alertam contra golpes.</p>
<p><a href="http://www.alistamento.eb.mil.br/alistamento-feminino" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Segundo a informação</a>, “golpistas atraem o cidadão que deseja emitir certificados militares com sites fraudulentos que prometem facilidades na obtenção destes documentos.” O alerta orienta que pagamentos para o alistamento só deverão ser feitos na página do alistamento.</p>
<p>O alistamento de mulheres era inédito no Brasil, mas já havia o ingresso de mulheres nas carreiras militares desde a década de 1980. Atualmente, 37 mil mulheres trabalham nas Forças Armadas (10% do efetivo), após aprovação em concurso público ou como militares temporárias.</p>
<p>Segundo nota do Ministério da Defesa, elas são lotadas principalmente “nas áreas de saúde, ensino e logística ou têm acesso à área combatente por meio de concursos públicos específicos em estabelecimentos de ensino, como o Colégio Naval (CN), da Marinha, a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) e a Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR), da Aeronáutica.”</p>
<p>Entre os homens, cerca de 1,5 milhão de jovens se apresentam anualmente para o alistamento militar, mas menos de 10% são incorporados. O alistamento militar no Brasil foi regulamentado ainda no tempo do Império (1874).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>China reestrutura Forças Armadas pensando em como vencer guerras futuras</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/china-reestrutura-forcas-armadas-pensando-em-como-vencer-guerras-futuras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Apr 2024 17:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[Exército]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[guerras futuras]]></category>
		<category><![CDATA[líder]]></category>
		<category><![CDATA[Xi Jinping]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas falam em movimento de Xi Jinping para aumentar controle sobre exército A China realizou a maior reestruturação das suas Forças Armadas em quase uma década, abraçando tecnologia voltada para guerras modernas, enquanto Pequim vive tensão com Washington numa região repleta de tensões geopolíticas. Na semana passada, o líder chinês Xi Jinping desmantelou a Força [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2410521688" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Especialistas falam em movimento de Xi Jinping para aumentar controle sobre exército</p>
<p>A China realizou a maior reestruturação das suas Forças Armadas em quase uma década, abraçando tecnologia voltada para guerras modernas, enquanto Pequim vive tensão com Washington numa região repleta de tensões geopolíticas.</p>
<p>Na semana passada, o líder chinês Xi Jinping desmantelou a Força de Apoio Estratégico (SSF), um ramo militar que criou em 2015 para executar as funções de guerra espacial, cibernética, eletrônica e psicológica do Exército de Libertação Popular (ELP) como parte de uma revisão abrangente das Forças Armadas.</p>
<p>Em seu lugar, Xi inaugurou a Força de Apoio à Informação, que ele disse ser “um novo braço estratégico do ELP e um suporte fundamental para o desenvolvimento coordenado e a aplicação do sistema de informação em rede”.</p>
<p>A nova força desempenharia um papel importante para ajudar os militares chineses a “lutar e vencer na guerra moderna”, disse o presidente do país em cerimônia na sexta-feira (26).</p>
<figure id="attachment_7470978" class="wp-caption alignnone" aria-describedby="caption-attachment-7470978">
<div id="attachment_7470978" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7470978" class="wp-image-7470978 size-large" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2024/04/image-copy-20240425091827797.webp?w=1024" alt="O líder chinês Xi Jinping supervisiona a inauguração da Força de Apoio à Informação do Exército de Libertação Popular em uma cerimônia em Pequim em 19 de abril de 2024" width="1024" height="683" /><p id="caption-attachment-7470978" class="wp-caption-text">O líder chinês Xi Jinping supervisiona a inauguração da Força de Apoio à Informação do Exército de Libertação Popular em uma cerimônia em Pequim em 19 de abril de 2024 / Reprodução: Xinhua</p></div>
<figcaption id="caption-attachment-7470978" class="wp-caption-text"></figcaption>
Em coletiva de imprensa no mesmo dia, um porta-voz do Ministério da Defesa da China pareceu sugerir que a SSF estava efetivamente dividida em três unidades – a Força de Apoio à Informação, a Força Aeroespacial e a Força Ciberespacial – que responderão diretamente à Comissão Militar Central, órgão no topo da cadeia de comando militar chefiado por Xi.</figure>
<p>Sob a nova estrutura, o ELP agora consiste em quatro forças – o exército, a marinha, a força aérea e a força de foguetes – além de quatro braços: as três unidades desmembradas da SSF e da Força Conjunta de Apoio Logístico, de acordo com o porta-voz do ministério, Wu Qian.</p>
<p>Especialistas nas Forças Armadas chinesas dizem que a reorganização aumenta o controle direto de Xi sobre as capacidades estratégicas do ELP e sublinha as ambições da China em dominar melhor a IA e outras novas tecnologias para se preparar para o que chama de “guerra inteligente” do futuro.</p>
<p>A reestruturação vem após uma ampla <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/analise-o-proximo-alvo-de-xi-jinping-sao-os-militares/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">repressão à corrupção no ELP</a> promovida por Xi no ano passado, que atraiu generais poderosos e abalou a força de foguetes, um ramo de elite que supervisiona o arsenal em rápida expansão de mísseis nucleares e balísticos da China.</p>
<p>A Força de Apoio à Informação será liderada pelos principais generais da extinta SSF.</p>
<p>O vice-comandante da SSF, Bi Yi, foi nomeado comandante da nova unidade, enquanto Li Wei, o comissário político da SSF, assumirá o mesmo papel na Força de Apoio à Informação, segundo a agência de notícias estatal Xinhua.</p>
<p>Não houve menção de qualquer nova nomeação para o comandante da SSF Ju Qiansheng, que no ano passado foi o centro de especulações quando desapareceu em meio ao amplo escrutínio de militares, antes de reaparecer numa conferência no final de janeiro.</p>
<h2>Melhor visibilidade</h2>
<p>Observadores de longa data do ELP dizem que a última reorganização provavelmente não é o resultado da repressão à corrupção, mas sim um reflexo de que a SSF não era o formato organizacional ideal para os militares chineses.</p>
<p>“Isso mostra que a SSF não era um acordo satisfatório. Reduziu a visibilidade de funções importantes de Xi e não melhorou realmente a coordenação entre as forças espaciais, cibernéticas e de defesa de rede”, disse Joel Wuthnow, pesquisador da Universidade de Defesa Nacional, financiada pelo Pentágono.</p>
<p>Antes da sua dissolução, a SSF tinha duas unidades principais – o Departamento de Sistemas Aeroespaciais, que supervisionava as operações espaciais e o reconhecimento do ELP; e o Departamento de Sistemas de Rede, encarregado das capacidades de guerra cibernética, eletrônica e psicológica.</p>
<p>“Acho que a nova estrutura dará a Xi melhor visibilidade sobre o que está acontecendo no espaço, no ciberespaço e no gerenciamento de redes. Estas funções serão agora supervisionadas ao seu nível e não pela Força de Apoio Estratégico, que serviu como intermediário”, disse Wuthnow.</p>
<p>A falta dessa visibilidade pode acarretar riscos elevados, especialmente em tempos de maior tensão e profunda desconfiança entre Pequim e Washington.</p>
<p>No ano passado, os Estados Unidos abateram um <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/balao-espiao-chines-que-sobrevoou-eua-conseguiu-transmitir-informacoes-a-pequim/#:~:text=Bal%C3%A3o%20%E2%80%9Cespi%C3%A3o%E2%80%9D%20chin%C3%AAs%20que%20sobrevoou%20EUA%20conseguiu%20transmitir%20informa%C3%A7%C3%B5es%20a%20Pequim,-Fonte%20afirmou%20%C3%A0&amp;text=O%20bal%C3%A3o%20%E2%80%9Cespi%C3%A3o%E2%80%9D%20chin%C3%AAs%20que,com%20o%20assunto%20%C3%A0%20CNN." target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">balão de vigilância chinês</a> que entrou em território norte-americano para captar imagens e coletar alguns sinais de inteligência de locais militares.</p>
<figure id="attachment_2089737" class="wp-caption alignnone" aria-describedby="caption-attachment-2089737">
<div id="attachment_2089737" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2089737" class="wp-image-2089737 size-large" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/Reuters_Direct_Media/BrazilOnlineReportWorldNews/tagreuters.com2023binary_LYNXMPEJ1510Y-FILEDIMAGE.jpg?w=1024" alt="" width="1024" height="595" /><p id="caption-attachment-2089737" class="wp-caption-text">Suposto balão espião chinês cai no oceano após ser abatido na costa de Surfside Beach, no Estado norte-americano da Carolina do Sul / 04/02/2023 REUTERS/Randall Hill</p></div>
</figure>
<p>O incidente causou uma nova crise entre as duas potências e mergulhou as relações bilaterais num congelamento profundo durante meses.</p>
<p>Embora as autoridades de inteligência dos EUA tenham afirmado que o balão fazia parte de um extenso programa de vigilância executado pelos militares chineses, Xi pode não ter conhecimento da missão.</p>
<p>O presidente dos EUA, Joe Biden, disse em junho passado que o líder chinês não sabia sobre o balão e ficou “muito envergonhado” quando ele foi abatido depois de sair do curso para o espaço aéreo norte-americano.</p>
<p>James Char, pesquisador da Escola de Estudos Internacionais S. Rajaratnam, em Cingapura, disse que a condução do reconhecimento estratégico durante o incidente do balão espião estaria sob a alçada do Departamento de Sistemas Aeroespaciais da SSF.</p>
<p>“Esse era um dos papéis e responsabilidades da SSF”, disse ele.</p>
<p>Não está claro se o incidente do balão contribuiu para a decisão de Xi de dissolver a SSF.</p>
<p>Wuthnow, da Universidade de Defesa Nacional, disse que a recém-criada Força de Apoio à Informação provavelmente se encarregará das comunicações e da defesa da rede do ELP.</p>
<p>“Acertar estas coisas é de enorme importância para o ELP em qualquer conflito futuro, e eles têm prestado muita atenção a estas funções e provavelmente tirado lições da guerra na Ucrânia para a sua própria organização”, disse ele.</p>
<p>“Portanto, faz sentido que o presidente [da Comissão Militar Central] queira desempenhar um papel mais direto nessa área.”</p>
<h2>“Guerra inteligente”</h2>
<p>A última mudança é provavelmente o resultado de uma revisão contínua de como os militares podem cumprir os objetivos estratégicos do Partido Comunista Chinês, de acordo com Char, da Escola de Estudos Internacionais S. Rajaratnam.</p>
<p>“Suponho que a reorganização reflete melhor a importância que o ELP atribuiu à aceleração do desenvolvimento da guerra inteligente” trazida por uma nova ronda de avanço tecnológico e industrial, disse o pesquisador.</p>
<p>O conceito de “guerra inteligente” chamou a atenção num livro branco de defesa chinês de 2019, que destacou a aplicação militar de tecnologia de ponta, como IA, informação quântica, big data e computação em nuvem.</p>
<p>“O panorama da competição militar internacional está sofrendo mudanças históricas. Tecnologias militares novas e de alta tecnologia, com a tecnologia da informação como núcleo, estão avançando a cada dia que passa, e há uma tendência predominante para desenvolver armas e equipamentos de precisão de longo alcance, inteligentes, furtivos ou não tripulados”, afirma o livro branco.</p>
<p>“A guerra está evoluindo na forma de uma guerra informatizada, e a guerra inteligente está no horizonte.”</p>
<p>A criação da Força de Apoio à Informação como um novo ramo diretamente subordinado à Comissão Militar Central também sublinha a importância do domínio da informação na guerra moderna.</p>
<p>Um comentário no PLA Daily, porta-voz oficial dos militares chineses, descreveu a tecnologia de informação em rede como “a maior variável” no aumento da capacidade de combate.</p>
<p>“As guerras modernas são competições entre sistemas e estruturas, onde o controle sobre a informação equivale ao domínio sobre a iniciativa na guerra”, afirmou.</p>
<p>A ênfase no domínio da informação e na “guerra inteligente” também tem implicações significativas para qualquer potencial conflito futuro no Estreito de Taiwan.</p>
<p>O Partido Comunista da China vê Taiwan como parte do seu território, apesar de nunca o ter controlado, e prometeu assumir o controle da ilha – pela força, se necessário.</p>
<p>Char disse que no caso de um conflito em Taiwan, a Força de Apoio à Informação “provavelmente assumiria o papel de ponta de lança no apoio às tentativas do ELP de dominar o espaço da informação antes que os adversários de Pequim o possam fazer”.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">39567</post-id>	</item>
		<item>
		<title>&#8216;Não quero as Forças Armadas na favela brigando com bandido&#8217; disse Lula no Palácio do Planalto</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/nao-quero-as-forcas-armadas-na-favela-brigando-com-bandido-disse-lula-no-palacio-do-planalto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Oct 2023 00:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
		<category><![CDATA[GLO]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Milícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta sexta-feira (27), durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, que é contra o emprego das Forças Armadas nas comunidades do Rio de Janeiro dominadas pelas milícias. “Eu não quero as Forças Armadas na favela brigando com bandido. Não é esse o papel [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3865604481" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta sexta-feira (27), durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, que é contra o emprego das Forças Armadas nas comunidades do Rio de Janeiro dominadas pelas milícias.</p>
<blockquote><p>“Eu não quero as Forças Armadas na favela brigando com bandido. Não é esse o papel das Forças Armadas”, afirmou o presidente.</p></blockquote>
<p>Lula afirmou que, enquanto for presidente, o governo federal não acionará o dispositivo da Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Segundo ele, a Marinha, o Exército e a Força Aérea Brasileira (FAB) podem contribuir com ações de segurança de outra forma.</p>
<p>“Determinei é que a Aeronáutica pode reforçar o policiamento dos aeroportos. E que a Marinha pode reforçar o policiamento dos portos”, citou.</p>
<p>Lula reforçou ainda que não há qualquer intenção, por parte do governo federal, de intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro.</p>
<p>“A gente não vai fazer nenhuma intervenção, como já foi feita há pouco tempo, em que se gastou uma fortuna com o Exército do Rio de Janeiro e que não resolveu nada. Quando você faz uma intervenção abrupta, os bandidos tiram férias. Quando terminar a intervenção, eles voltam”, explicou.</p>
<p>Segundo Lula, o Ministério da Justiça firmou compromisso com o governo do Rio de enviar ajuda federal no que for preciso, porém dentro dos limites de atuação de cada órgão. A Polícia Rodoviária Federal (PRF), por exemplo, reforçará o efetivo nas rodovias. E a Força Nacional vai colaborar com as atividades da Polícia Militar do estado.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">31765</post-id>	</item>
		<item>
		<title>recursos com salgadinhos e picanha em vez de combate à Covid</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/recursos-com-salgadinhos-e-picanha-em-vez-de-combate-a-covid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 23:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
		<category><![CDATA[TCU]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma auditoria do Tribunal de Contas da União aponta que as Forças Armadas gastaram recursos que deveriam ser empregados em ações de combate à Covid-19 com salgadinhos, filé mignon e picanha. De acordo com o relatório, com salgados, diversos tipos de coquetel, sorvetes e refrigerantes foram gastos mais de R$ 255 mil. Para o TCU, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2587722053" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Uma auditoria do Tribunal de Contas da União aponta que as Forças Armadas gastaram recursos que deveriam ser empregados em ações de combate à Covid-19 com salgadinhos, filé mignon e picanha. De acordo com o relatório, com salgados, diversos tipos de coquetel, sorvetes e refrigerantes foram gastos mais de R$ 255 mil. Para o TCU, diante do baixo valor nutritivo e a finalidade habitual, muito provavelmente esses alimentos não foram utilizados para o reforço alimentar da tropa empregada na Operação Covid-19.<br /><br />Em outro trecho, a auditoria aponta que apenas duas organizações militares compraram 12 mil quilos de carnes bovinas de cortes nobres, filé mignon e picanha pelo valor de R$ 447 mil. A quantia representa 21% do total despendido por todas as unidades do Exército com carne bovina em geral, que foi de R$ 2 milhões, distribuído em 65 itens de compra, adquiridos por 45 organizações militares. Em análise sobre alimentação do Exercito, o TCU constatou ainda que cerca de 50% das despesas beneficiaram organizações que não possuem tropa, e que por essa condição não são habitualmente empregadas em ações de campo.<br /><br />A auditoria foi solicitada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara. A conclusão se baseou na análise das despesas das Forças Armadas, na casa dos R$ 15 milhões. Os recursos foram enviados nos anos de 2020 e 2021 pelo Ministério da Saúde para ações como atendimento a indígenas, apoio ao Plano Nacional de Imunização contra a Covid e Ressarcimento de apoio logístico Crise de Covid na Região Norte do País.<br /><br />O Ministério da Defesa e o Exército foram procurados, mas até o momento não se posicionaram.</p>
<p>*CBN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Forças Armadas aprovam compra de Viagra para Hipertensão Arterial Pulmonar; o remédio é indicado para a doença?</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/forcas-armadas-aprovam-compra-de-viagra-para-hipertensao-arterial-pulmonar-o-remedio-e-indicado-para-a-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2022 03:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
		<category><![CDATA[viagra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=348</guid>

					<description><![CDATA[RIO — As Forças Armadas aprovaram a compra de mais de 35 mil unidades de Sildenafila, substância geralmente utilizada para tratar disfunção erétil e conhecida pelo nome comercial de Viagra. A Marinha e a Aeronáutica informaram, no entanto, que as licitações são para o tratamento de pacientes com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP), uma doença rara [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4122807031" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>RIO — As Forças Armadas aprovaram a compra de mais de 35 mil unidades de Sildenafila, substância geralmente utilizada para tratar disfunção erétil e conhecida pelo nome comercial de Viagra. A Marinha e a Aeronáutica informaram, no entanto, que as licitações são para o tratamento de pacientes com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP), uma doença rara que eleva a pressão arterial e afeta os vasos dos pulmões. Mas, embora a Sildenafila de fato seja utilizado para a HAP, a dosagem das unidades encomendadas pelas FA não é orientada para essa finalidade, explica especialista e mostram informações da bula do remédio.<br /><br />Crise de ansiedade coletiva: Entenda episódio sofrido por estudantes em escola de Recife<br /><br />Primeiro brasileiro infectado pela variante Ômicron XE:Em entrevista exclusiva, paciente conta que está sem sequelas, 40 dias após a infecção<br /><br />Thank you for watching<br /><br />Os processos de compra foram revelados pela colunista do GLOBO Bela Megale. Informações obtidas pela coluna mostraram a compra de 28.320 comprimidos da Sildenafila para a Marinha, 5 mil para o Exército e 2 mil para a Aeronáutica. Todos eles nas dosagens de 25 mg ou 50 mg.<br /><br />À coluna, a Marinha e a Aeronáutica informaram que as licitações são para tratamento de pacientes com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP), e o Exército não respondeu. A Sildenafila é de fato utilizada para a HAP, porém apenas na dosagem de 20 mg, explica a coordenadora da Comissão de Circulação Pulmonar da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Veronica Amado.<br /><br />— A Sildenafila foi liberada em bula para hipertensão arterial pulmonar na dose de 20mg, que pode ser receitada de 8/8 horas até o máximo de quatro comprimidos de 8/8 horas. A programação terapêutica é feita com essa dose. Usar doses de 25mg (como a do Viagra) não traz impactos graves à saúde, porém, segue programação e posologias diferentes das estudadas, com doses excedentes ou inferiores às recomendadas — afirma a pneumologista.<br /><br />Segredo da Finlândia: Ciência mostra que pessoas honestas são mais felizes; entenda<br /><br />Segundo a bula do remédio, a substância comercializada nas dosagens de 25 mg ou 50 mg – como as das unidades encomendadas pelas FA – ou de 100 mg são indicadas apenas para “tratamento da disfunção erétil, que se entende como sendo a incapacidade de atingir ou manter uma ereção suficiente para um desempenho sexual satisfatório”. Nessas dosagens, não há menção na bula à HAP.<br /><br />PUBLICIDADE<br /><br />Já na versão em 20 mg, a bula informa ser indicado “para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar&#8221; por &#8220;melhorar a capcidade para realização de exercícios e reduzir a pressão arterial pulmonar média&#8221;.<br /><br />Veja as bulas:<br />Remédio na versão de 25 mg, 50 mg ou 100 mg é indicado para tratamento de disfunção erétil. Foto: Reprodução / EMS<br />Remédio na versão de 25 mg, 50 mg ou 100 mg é indicado para tratamento de disfunção erétil. Foto: Reprodução / EMS<br />Remédio na versão de 20 mg é indicado para tratamento de Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP). Foto: Reprodução / Medley<br />Remédio na versão de 20 mg é indicado para tratamento de Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP). Foto: Reprodução / Medley</p>
<p>Fonte: o globo</p>
<p>Viagra, fabricado pela Pfizer Foto:</p>
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