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	<title>Fome - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Fome - Portal NDC</title>
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		<title>Lula: multilateralismo é único caminho para superar urgência climática</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-multilateralismo-e-unico-caminho-para-superar-urgencia-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 21:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[79ª Assembleia Geral da ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[multilateralismo]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
		<category><![CDATA[urgência climática]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente abriu debate hoje na 79ª Assembleia Geral da ONU O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira (24), que os países são interdependentes na questão da mudança climática e que o planeta “está farto” de acordos não cumpridos. Ao abrir o debate de chefes de Estado da 79ª Assembleia Geral das Nações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-806475943" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Presidente abriu debate hoje na 79ª Assembleia Geral da ONU<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira (24), que os países são interdependentes na questão da mudança climática e que o planeta “está farto” de acordos não cumpridos. Ao abrir o debate de chefes de Estado da 79ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Lula afirmou que o Brasil não vai tolerar crimes ambientais e prometeu a fim do desmatamento ilegal até 2030.<br /><br />“O planeta já não espera para cobrar da próxima geração e está farto de acordos climáticos não cumpridos. Está cansado de metas de redução de emissão de carbono negligenciadas e do auxílio financeiro aos países pobres que não chega. O negacionismo sucumbe ante as evidências do aquecimento global”, disse, citando tragédias como furacões no Caribe, tufões na Ásia, secas e inundações na África, chuvas torrenciais na Europa, além da tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul, no Brasil.<br /><br />Ainda assim, Lula acredita que o multilateralismo – que pressupõe igualdade soberana entre as nações – é o único caminho para superar a urgência climática. Para ele, o Brasil desponta como “celeiro de oportunidades neste mundo revolucionado pela transição energética”, com iniciativas em energias limpas e alternativas.<br /><br />“É hora de enfrentar o debate sobre o ritmo lento da descarbonização do planeta e trabalhar por uma economia menos dependente de combustíveis fósseis”, afirmou.<br /><br />Lula lembrou ainda que a Amazônia está atravessando a pior estiagem em 45 anos e que os incêndios florestais que alastraram pelo país já devoraram 5 milhões de hectares, apenas no mês de agosto. “O meu governo não terceiriza responsabilidades nem abdica da sua soberania”, disse.<br /><br />“Além de enfrentar o desafio da crise climática, lutamos contra quem lucra com a degradação ambiental. Não transigiremos com ilícitos ambientais, com o garimpo ilegal e com o crime organizado. Reduzimos o desmatamento na Amazônia em 50% no último ano e vamos erradicá-lo até 2030”, prometeu.<br /><br />Para o presidente é preciso pensar em soluções para as florestas tropicais ouvindo os povos indígenas e comunidades tradicionais, explorando o potencial da bioeconomia. O Brasil sediará a conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, a COP 30, em 2025, e, segundo Lula, ainda este ano o governo apresentará os compromissos do país nesse tema.<br /><br />O discurso de Lula na ONU reflete os temas prioritários do Brasil no G20: o combate às desigualdades e à fome, o enfrentamento às mudanças climáticas e a reforma das instituições de governança global. Até novembro deste ano, o país está na presidência do bloco que reúne 19 países e duas entidades regionais – União Europeia e União Africana.</p>
<h2>Pobreza</h2>
<p>Lula voltou a defender que a dívida externa dos países mais pobres precisa ser equacionada e que instituições de financiamento como o Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) precisam de uma representação mais adequada dos países em desenvolvimento.  A presidência brasileira no G20 tem insistido na cooperação internacional para desenvolver padrões mínimos de tributação global, como a taxação dos super-ricos.</p>
<p>“As condições para acesso a recursos financeiros seguem proibitivas para a maioria dos países de renda média e baixa. O fardo da dívida limita o espaço fiscal para investir em saúde e educação, reduzir as desigualdades e enfrentar a mudança do clima. Países da África tomam empréstimo a taxas até 8 vezes maiores do que a Alemanha e 4 vezes maior que os Estados Unidos. É um Plano Marshall às avessas, em que os mais pobres financiam os mais ricos”, disse Lula, citando o plano de ajuda econômica dos Estados Unidos para a reconstrução da Europa após a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>“Enquanto os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ficam para trás, as 150 maiores empresas do mundo obtiveram, juntas, lucro de 1,8 trilhão de dólares nos últimos dois anos. A fortuna dos cinco principais bilionários mais que dobrou desde o início desta década, ao passo que 60% da humanidade ficou mais pobre. Os super-ricos pagam proporcionalmente muito menos impostos do que a classe trabalhadora”, acrescentou.</p>
<p>Para o presidente, os <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-07/fao-uma-em-cada-11-pessoas-no-mundo-pode-ter-passado-fome-em-2023" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">dados sobre o estado da insegurança alimentar no mundo</a> são estarrecedores, com 9% da população mundial (733 milhões de pessoas) em subnutrição e o aumento da fome. “Pandemias, conflitos armados, eventos climáticos e subsídios agrícolas dos países ricos ampliam o alcance desse flagelo”, disse.</p>
<p>Ele reafirmou que o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-07/combate-fome-e-escolha-politica-diz-lula" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">combate à fome</a> é uma escolha política dos governantes e que é preciso criar condições de acesso aos alimentos. No G20, o Brasil também propõe uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, que será lançada oficialmente na cúpula de líderes, no Rio de Janeiro, em novembro, mas que já está aberta a adesão de todos os países.</p>
<p>O presidente brasileiro também pediu um olhar especial para a América Latina, onde, segundo ele, a combinação de baixo crescimento econômico e altos níveis de desigualdade resulta em “efeitos nefastos sobre a paisagem política”. “Tragada por disputas, muitas vezes alheias à região, nossa vocação de cooperação e entendimento se fragiliza”, disse.</p>
<p>Ainda nesta terça-feira, Lula coordena o evento &#8220;Em defesa da democracia, combatendo os extremismos”, em conjunto com o presidente espanhol Pedro Sanchez. A iniciativa busca o fortalecimento das instituições no combate à desigualdade, à desinformação e ao radicalismo.</p>
<p>“A democracia precisa responder às legítimas aspirações dos que não aceitam mais a fome, a desigualdade, o desemprego e a violência. No mundo globalizado não faz sentido recorrer a falsos patriotas e isolacionistas. Tampouco há esperança no recurso a experiências ultraliberais que apenas agravam as dificuldades de um continente depauperado”, lamentou.</p>
<p>“O futuro de nossa região passa, sobretudo, por construir um Estado sustentável, eficiente, inclusivo e que enfrenta todas as formas de discriminação. Que não se intimida ante indivíduos, corporações ou plataformas digitais que se julgam acima da lei. A liberdade é a primeira vítima de um mundo sem regras. Elementos essenciais da soberania incluem o direito de legislar, julgar disputas e fazer cumprir as regras dentro de seu território, incluindo o ambiente digital”, acrescentou.</p>
<p>Nesse sentido, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-06/lula-propoe-governanca-global-para-inteligencia-artificial" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lula propõe uma governança global</a> para inteligência artificial, para que seus benefícios sejam compartilhados e fortaleçam a diversidade cultural.</p>
<p>“Vivenciamos a consolidação de assimetrias que levam a um verdadeiro oligopólio do saber. Avança a concentração sem precedentes nas mãos de um pequeno número de pessoas e de empresas, sediadas em um número ainda menor de países. Interessa-nos uma inteligência artificial emancipadora [&#8230;], que respeite os direitos humanos, proteja dados pessoais e promova a integridade da informação. E, sobretudo, que seja ferramenta para a paz, não para a guerra”, disse.</p>
<h2>Conflitos armados</h2>
<p>Durante sua fala, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-09/onu-lula-critica-incapacidade-de-negociacao-e-dialogo-entre-lideres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lula ainda defendeu a reforma da ONU</a> para fazer frete aos desafios atuais. “Vivemos momento de crescentes angústias, frustrações, tensões e medo. Testemunhamos alarmante escalada de disputas geopolíticas e de rivalidades estratégicas”, disse, citando o aumento dos gastos militares pelo nono ano consecutivo, atingindo US$ 2,4 trilhões.</p>
<p>“Esses recursos poderiam ter sido utilizados para combater a fome e enfrentar a mudança do clima. O que se vê é o aumento das capacidades bélicas. O uso da força, sem amparo no Direito Internacional, está se tornando a regra”, lembrou.</p>
<p>Entre outros “conflitos esquecidos”, como no Sudão e no Iêmen, o presidente brasileiro falou sobre as duas divergências com maior visibilidade e que, para ele, têm potencial de se tornarem confrontos generalizados: a guerra da Rússia na Ucrânia e os conflitos no Oriente Médio, em especial, a crise humanitária na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, resultado da guerra entre o Hamas, que controla Gaza, e Israel.</p>
<p>Ao iniciar seu discurso, Lula se dirigiu à delegação palestina, que integrou pela primeira vez a abertura da sessão de debates na condição de membro observador, e saudou o presidente da Autoridade Palestina, Mahmmoud Abbas, que administra parte da Cisjordânia ocupada por Israel.</p>
<p>“O que começou como ação terrorista de fanáticos contra civis israelenses inocentes, tornou-se punição coletiva de todo o povo palestino. São mais de 40 mil vítimas fatais, em sua maioria mulheres e crianças. O direito de defesa transformou-se no direito de vingança, que impede um acordo para a liberação de reféns e adia o cessar-fogo”, disse.</p>
<p>O presidente brasileiro também manifestou pesar sobre a falta de perspectiva de paz na Ucrânia. Ainda no âmbito da Assembleia Geral, os representantes diplomáticos do Brasil devem divulgar aos demais países a proposta construída em conjunto com a China para promover o diálogo entre russos e ucranianos e colocar fim às hostilidades.</p>
<p>“Já está claro que nenhuma das partes conseguirá atingir todos os seus objetivos pela via militar. O recurso a armamentos cada vez mais destrutivos traz à memória os tempos mais sombrios do confronto estéril da Guerra Fria. Criar condições para a retomada do diálogo direto entre as partes é crucial neste momento”, disse.</p>
<h2>Debate geral</h2>
<p>A Assembleia Geral das Nações Unidas é um dos principais órgãos da ONU e reúne os 193 estados que fazem parte da organização, com cada nação tendo o direito a um voto. Por tradição, cabe ao governo brasileiro fazer o primeiro discurso do debate geral, seguido do presidente dos Estados Unidos.</p>
<p>Este ano, o tema do debate geral da Assembleia Geral da ONU é “não deixar ninguém para trás: agir em conjunto para o avanço da paz, do desenvolvimento sustentável e da dignidade humana para as gerações presentes e futuras”. Nesta sessão de trabalho, os chefes dos Estados-membros são convidados a discursar em uma oportunidade para apontar suas visões e preocupações diante do sistema multilateral.</p>
<p>Esta é a nona vez que o presidente Lula abre o debate geral dos chefes de Estado. Ao longo de seus dois mandatos anteriores, ele participou do evento em todos os anos entre 2003 e 2009. Em 2010, foi representado pelo então ministro das Relações Exteriores e atual assessor especial da Presidência, Celso Amorim. No ano passado, em seu terceiro mandato, Lula também abriu a sessão de debates.</p>
<p>O presidente desembarcou em Nova York no sábado (21). No domingo (22), discursou na Cúpula para o Futuro, um evento paralelo à Assembleia Geral da ONU. Segundo ele, o Pacto para o Futuro, documento sobre cooperação assinado pelos líderes mundiais, aponta uma direção a seguir, mas falta “ambição e ousadia” para que as Nações Unidas consigam cumprir seu papel.</p>
<p>Ontem (23), o presidente brasileiro participou de reuniões bilaterais, com o chanceler da Alemanha, Olaf Scholz; com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; e com o primeiro-ministro do Haiti, Garry Conille.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>FAO: uma em cada 11 pessoas no mundo pode ter passado fome em 2023</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fao-uma-em-cada-11-pessoas-no-mundo-pode-ter-passado-fome-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 13:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anemia]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Mundo está longe do objetivo de erradicar a fome até 2030 Uma em cada 11 pessoas pode ter passado fome no mundo em 2023. segundo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado na manhã desta quarta-feira (24). Há uma prevalência global de subnutrição em nível semelhante por três anos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2546168639" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Mundo está longe do objetivo de erradicar a fome até 2030</p>
<p>Uma em cada 11 pessoas pode ter passado fome no mundo em 2023. segundo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado na manhã desta quarta-feira (24). Há uma prevalência global de subnutrição em nível semelhante por três anos consecutivos depois de ter aumentado acentuadamente após a pandemia de covid-19. O documento afirma que o mundo está longe de alcançar o objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS-2) de erradicar a fome até 2030,  <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1605119&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1605119&amp;o=node" /></p>
<p>“Entre 713 e 757 milhões de pessoas podem ter enfrentado a fome em 2023 – uma em cada 11 pessoas no mundo, e uma em cada cinco em África”. São diferentes motivos que impactam os povos em maior vulnerabilidade, como conflitos, mudanças climáticas, desacelerações econômicas e as recessões. </p>
<p>No ano passado, a estimativa era que 28,9% da população mundial (ou 2,33 bilhões de pessoas) estava em moderada ou grave insegurança alimentar.</p>
<p>“O aumento da fome é maior nos países pobres afetados por mais do que um grande impulsionador. Isso porque o sistema agroalimentar nestes países não são resilientes a essas forças externas”. Um alerta é que a fome, a insegurança alimentar e a desnutrição continuam a aumentar “e afetam desproporcionalmente as crianças”.</p>
<p>Outros públicos mais vulneráveis têm sido as mulheres, os jovens e os povos indígenas, de acordo com o documento.</p>
<h2>Obesidade</h2>
<p>Tendências crescentes de obesidade de adultos e também de anemia entre mulheres de 15 a 49 anos são consideradas preocupantes, segundo a FAO.</p>
<p>O documento mostra que a prevalência de obesidade entre adultos teve um aumento constante ao longo das últimas décadas, de 12,1% (591 milhões de pessoas, em 2012) para 15,8% (881 milhões de pessoas, em 2022). “A previsão é do número aumentar para mais de 1,2 bilhão até 2030. Sobre a anemia de mulheres de 15 a 49 anos, aumentou de 28,5%, em 2012, para 29,9%, em 2019 e há uma projeção para atingir 32,3% até 2030.</p>
<p>Por outro lado, o documento identificou que haveria menos crianças afetadas pelo atraso no crescimento. Aliás, o relatório aponta que o atraso no crescimento infantil pode ter diminuído em um terço nas últimas duas décadas, o que mostraria uma mudança positiva global. Na avaliação da FAO, são mudanças positivas, como o “direito à alimentação adequada e um padrão de vida que garanta a dignidade, saúde e bem-estar de todas as pessoas, especialmente para gerações futuras”.</p>
<h2>Financiamento</h2>
<p>A FAO avalia que um problema grave é a falta de uma solução comum em relação ao financiamento para a segurança alimentar e nutricional. &#8220;No caso de financiamento para a segurança alimentar e nutricional, não é possível avaliar adequadamente os níveis existentes, muito menos monitorar progressos ou retrocessos (para cumprir as metas)”.</p>
<p>A entidade explica que existe uma necessidade urgente de avançar para uma ação comum para o financiamento da segurança alimentar. Uma análise de 10 países de baixa e média renda (que inclui o Brasil) mostra que os gastos públicos com segurança alimentar e nutrição estavam crescendo antes da pandemia de covid-19. </p>
<p>Na avaliação da FAO, governos em alguns países de renda média também parecem estar gastando relativamente mais parte do seu orçamento para resolver as principais causas da insegurança alimentar e da desnutrição em comparação com países de baixa renda. A FAO argumenta que o relatório é um apelo “forte e urgente” à ajuda global e também às ações nacionais para resolver este problema como parte da agenda global de ação dos objetivos de desenvolvimento sustentável. “Há desigualdades no acesso ao financiamento para segurança alimentar e nutrição entre países e dentro dos países”. </p>
<p>O estudo identifica que cerca de 63% dos países com alta ou crescente fome, insegurança alimentar e desnutrição lutam para obter financiamento para a segurança alimentar e nutrição. “A maioria destes países (82%) são afetados por um ou mais dos principais impulsionadores da fome (&#8230;). E, por isso, é importante aumentar o financiamento para países com níveis mais elevados de fome&#8221;. </p>
<h2>Parcerias</h2>
<p>O relatório argumenta que somente fontes oficiais e públicas de financiamento não serão suficientes para preencher a lacuna de financiamento para acabar com a fome. “Aumentar o financiamento privado, através de parcerias público-privadas, também será essencial para complementar os esforços”. A FAO argumenta que não atender à agenda de 2030 acarreta custos sociais, econômicos e ambientais incomensuráveis. “Não há tempo a perder, já que o custo da inação excede em muito o custo da ação”.</p>
<p>Os dados do relatório servirão de base para discussões, segundo a FAO, na Cúpula do Futuro, em setembro deste ano, e na Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento, no ano que vem. </p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Lula defende taxação dos super-ricos e combate à fome na OIT</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-defende-taxacao-dos-super-ricos-e-combate-a-fome-na-oit/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 21:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade Social]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[OIT]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente participa na Suíça de evento sobre Justiça Social O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (13), que o bem-estar da população está ligado aos compromissos de preservação do meio ambiente e defendeu a relação entre capital e trabalho para minimizar as desigualdades sociais. Lula discursou na sessão de encerramento do fórum [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-473904344" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Presidente participa na Suíça de evento sobre Justiça Social</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (13), que o bem-estar da população está ligado aos compromissos de preservação do meio ambiente e defendeu a relação entre capital e trabalho para minimizar as desigualdades sociais. Lula discursou na sessão de encerramento do fórum inaugural da Coalizão Global para a Justiça Social no âmbito da 112ª Conferência da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, na Suíça.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1599549&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1599549&amp;o=node" /></p>
<p>Ao listar diversos problemas que precisam ser enfrentados para melhorar a qualidade do trabalho no mundo, o brasileiro afirmou que a OIT é ainda mais relevante diante dos desafios que existem hoje. O fórum é iniciativa do diretor-geral da OIT, Gilbert Houngbo, ao lado de quem Lula exercerá a co-presidência da coalizão.</p>
<p>“Não há democracia com fome, nem desenvolvimento com pobreza, nem justiça na desigualdade. Por isso, aceitei o convite do diretor-geral Gilbert para co-presidir a Coalizão Global para a Justiça Social. Ela será instrumental para implementar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. O ODS 8 [Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 8] sobre Trabalho Decente para Todos não está avançando na velocidade e na escala necessárias para o cumprimento de seus indicadores”, disse Lula, lembrando que “a informalidade, a precarização e a pobreza são persistentes”.</p>
<h2>Empregos informais</h2>
<p>“O número de pessoas em empregos informais saltou de aproximadamente 1,7 bilhão, em 2005, para 2 bilhões neste ano. A renda do trabalho segue em queda para os menos escolarizados. As novas gerações não encontram espaço no mercado. Muitos não estudam, nem trabalham e há elevado desalento. Quase 215 milhões, mais do que a população do Brasil, vivem em extrema pobreza, mesmo estando empregados. As desigualdades de gênero, raça, orientação sexual e origem geográfica são agravantes desse cenário”, destacou.</p>
<p>Para Lula, a relação entre capital e trabalho é importante para minimizar as desigualdades sociais. “Recuperar o papel do Estado como planejador do desenvolvimento é uma tarefa urgente. A mão invisível do mercado só agrava desigualdades. O crescimento da produtividade não tem sido acompanhado pelo aumento dos salários, gerando insatisfação e muita polarização. Não se pode discutir economia e finanças sem discutir emprego e renda. Precisamos de uma nova globalização, uma globalização de face humana”, disse.</p>
<p>O presidente defendeu a taxação dos super-ricos e lembrou que a justiça social e a luta contra as desigualdades são prioridades da presidência do Brasil no G20, grupo das 20 maiores economias do mundo. “Estamos discutindo como promover uma transição justa e utilizar as tecnologias emergentes para melhorar o universo laboral. Nossa iniciativa prioritária, a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, busca acelerar os esforços para eliminar essas chagas. O Brasil está impulsionando a proposta de taxação dos super-ricos nos debates do G20”, afirmou.</p>
<p>“Nunca antes o mundo teve tantos bilionários. Estamos falando de 3 mil pessoas que detêm quase US$ 15 trilhões em patrimônio. Isso representa a soma das riquezas do Japão, da Alemanha, da Índia e do Reino Unido. É mais do que se estima ser necessário para os países em desenvolvimento lidarem com a mudança climática. A concentração de renda é tão absurda que alguns indivíduos possuem seus próprios programas espaciais. Não precisamos buscar soluções em Marte. É a Terra que precisa do nosso cuidado”, acrescentou o presidente, em referência ao bilionário Elon Musk, dono da empresa de exploração espacial Space X.</p>
<h2>Transição ecológica e digital</h2>
<p>Lula ainda lembrou que o bem-estar dos cidadãos está diretamente ligado ao compromisso, “que deve ser de todos”, com a preservação do meio ambiente. Para o presidente, o enfrentamento das mudanças climáticas deve ter o foco na transição energética na promoção do desenvolvimento sustentável em suas dimensões econômica, social e ambiental.</p>
<p>“As florestas tropicais não são santuários para o deleite da elite global, tampouco podem ser tratadas como depósitos de riquezas a serem exportadas. Debaixo de cada árvore vivem trabalhadoras e trabalhadores que precisam de emprego e renda. A sociobioeconomia, a industrialização verde e as energias renováveis são grandes oportunidades para ampliar o bem-estar coletivo e efetivar a transição justa que defendemos”, disse Lula, destacando ainda que a transição ecológica deve ser pensada junto com a transição digital.</p>
<p>“Ações e políticas voltadas para o desenvolvimento de habilidades digitais e sustentáveis serão fundamentais em uma economia global cada vez mais descarbonizada e intensiva em tecnologia [&#8230;]. A inteligência artificial transformará radicalmente nosso modo de vida. Teremos que atuar para que seus benefícios cheguem a todos e não apenas aos mesmos países que sempre ficam com a parte melhor. Do contrário, tenderá a reforçar vieses e hierarquias geopolíticas, culturais, sociais e de gênero”, afirmou.</p>
<p>Por fim, o presidente destacou a importância do lançamento da coalizão e voltou a defender a participação mais igualitária dos países em desenvolvimento nos organismos de governança global.</p>
<p>“A coalizão que estamos lançando hoje será uma ferramenta central para construir uma transição com justiça social, trabalho decente e igualdade. Isso será particularmente importante neste contexto de transição para uma ordem multipolar, que exigirá mudanças profundas nas instituições. Por isso o Brasil vai trabalhar pela ratificação da Emenda de 1986 à Constituição da OIT, que propõe eliminar os assentos permanentes dos países mais industrializados no conselho da organização”, disse.</p>
<p>“Não faz sentido apelar aos países em desenvolvimento para que contribuam para a resolução das crises que o mundo enfrenta hoje sem que estejam adequadamente representados nos principais órgãos de governança global. Nossas decisões só terão legitimidade e eficácia se tomadas e implementadas democraticamente”, acrescentou o presidente.</p>
<h2>Coalizão Global</h2>
<p>Lançada no ano passado, a Coalizão Global pela Justiça Social já conta com mais de 250 membros, incluindo governos, organizações de trabalhadores e empregadores, organizações multilaterais e nacionais e instituições financeiras, organizações acadêmicas e organizações não governamentais internacionais.</p>
<p>A Conferência Internacional do Trabalho é a reunião anual dos 187 Estados-membros da OIT e, neste ano, ocorre de 3 a 14 de junho.<br /><br />A delegação brasileira conta com integrantes do Executivo, Legislativo e Judiciário, além de representantes da sociedade civil e de sindicatos ligados a trabalhadores e a empresas. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, juntou-se a eles na segunda-feira (10).</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Fome: 1,5 mi de casas são chefiadas por pessoas sem ensino fundamental</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fome-15-mi-de-casas-sao-chefiadas-por-pessoas-sem-ensino-fundamental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2024 16:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Fundamental]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
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					<description><![CDATA[Por outro lado, apenas 92.916 casas em situação de fome são chefiadas por pessoas com ensino superior completo, segundo a Pnad Contínua 2023 Dos 3,2 milhões de domicílios em situação de insegurança alimentar grave no Brasil, quase metade (46% — que corresponde a 1,5 milhão) é chefiada por pessoas com ensino fundamental incompleto. Esses dados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3438166105" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Por outro lado, apenas 92.916 casas em situação de fome são chefiadas por pessoas com ensino superior completo, segundo a Pnad Contínua 2023<br /><br />Dos 3,2 milhões de domicílios em situação de insegurança alimentar grave no Brasil, quase metade (46% — que corresponde a 1,5 milhão) é chefiada por pessoas com ensino fundamental incompleto.<br /><br />Esses dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua): Segurança Alimentar 2023, publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo retrata a condição de segurança alimentar nos domicílios do país, usando a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia).</p>
<p>Em 1.473.840 de casas em situação de fome, o responsável pelo domicílio não conseguiu completar o ensino fundamental. Ainda nesse recorte por nível de escolaridade, 679.248 residências (21,2%) são chefiadas por pessoas formadas no ensino médio.</p>
<p>A parcela de domicílios com insegurança alimentar grave lideradas por pessoas sem instrução e com ensino fundamental incompleto ou completo é de 67,4% (2.159.496 casas).</p>
<p>Apenas 92.916 domicílios (2,9%) com insegurança alimentar grave têm responsáveis pela renda da família com ensino superior completo. Na sequência, há 67.284 residências (2,1%) chefiadas por pessoas com ensino superior incompleto.</p>
<p>Dos 3,2 milhões domicílios em situação de fome:</p>
<ul>
<li><strong>403.704 domicílios</strong> (12,6%) são chefiados por pessoas sem instrução;</li>
<li><strong>1.473.840 domicílios</strong> (46%) são chefiados por pessoas com ensino fundamental incompleto ou equivalente;</li>
<li><strong>281.952 domicílios</strong> (8,8%) são chefiados por pessoas com ensino fundamental completo ou equivalente;</li>
<li><strong>205.056 domicílios</strong> (6,4%) são chefiados por pessoas com ensino médio incompleto ou equivalente;</li>
<li><strong>679.248 domicílios</strong> (21,2%) são chefiados por pessoas com ensino médio completo ou equivalente;</li>
<li><strong>67.284 domicílios</strong> (2,1%) são chefiados por pessoas com ensino superior incompleto ou equivalente; e</li>
<li><strong>92.916 domicílios</strong> (2,9%) são chefiados por pessoas com ensino superior completo.</li>
</ul>
<div class="flourish-embed flourish-table" data-src="visualisation/17734296">
<p>Com isso, a Pnad Contínua mostra que domicílios com responsáveis com baixa escolaridade tendem a ter maior participação na insegurança alimentar. Mas por que isso acontece? O <strong>Metrópoles</strong> conversou com especialistas para entender os impactos.</p>
<p>Nathalie Beghin, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), afirma que a baixa escolaridade é “uma das múltiplas causas da fome, pois revela um amplo espectro de outras carências”. “A fome e a miséria são a expressão de falta de Estado, o que resulta na violação de direitos de parte da população, especialmente a empobrecida”, afirma.</p>
<blockquote>
<p>“Sem emprego, sem renda ou com pouca renda, não conseguem se alimentar. Ou seja, o analfabetismo ou a baixa escolaridade estão acompanhados de outras carências, uma não vem sem a outra”, explica.</p>
</blockquote>
<p>Ela destaca que a situação é “mais grave” entre os grupos populacionais considerados excluídos, como mulheres e pessoas negras. “A combinação do racismo e do patriarcado com a pobreza produz uma fome com cor e sexo.”</p>
<h4>Políticas públicas</h4>
<p>Para Beghin, a única forma de superar esse quadro no Brasil é com a aplicação de “políticas públicas de qualidade” nos setores de educação, saúde, assistência social, habitação social, saneamento básico, segurança alimentar e nutricional, entre outras.</p>
<p>Lorena Gonçalves Chaves Medeiros, professora do curso de nutrição do Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos (Uniceplac), diz que que o nível de escolaridade gera impactos no grau de segurança alimentar, devido à renda, à concorrência dentro do orçamento familiar com outras contas da casa e à falta de conhecimento sobre alimentação saudável.</p>
<p>Segundo a professora, o nível de instrução também é “crucial” para manter uma rotina de cuidado com a própria saúde: “Ter conhecimento sobre hábitos alimentares mais saudáveis proporciona maior autonomia para fazer escolhas alimentares conscientes”.</p>
<p>“Assim, um maior nível de educação não apenas está ligado à renda, mas também influencia diretamente a capacidade das pessoas de fazerem escolhas alimentares que promovam uma vida mais saudável”, afirma.</p>
</div>
<div class="flourish-embed flourish-map" data-src="visualisation/17704353"> </div>
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<div data-src="visualisation/17704353">Fonte: Metrópoles </div>
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		<item>
		<title>ONU se pronuncia e informa que Israel está deixando palestinos com fome propositalmente</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/onu-se-pronuncia-e-informa-que-israel-esta-deixando-palestinos-com-fome-propositalmente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 02:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[palestinos]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) acusaram Israel, em um comunicado divulgado nesta terça-feira (5), de “deixar intencionalmente o povo palestino de fome” na Faixa de Gaza. “Israel tem intencionalmente feito o povo palestino passar fome em Gaza desde (8) de outubro. Agora, eles têm como alvo civis que procuram ajuda humanitária e comboios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-498487419" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) acusaram Israel, em um comunicado divulgado nesta terça-feira (5), de “deixar intencionalmente o povo palestino de fome” na Faixa de Gaza.</p>
<p>“Israel tem intencionalmente feito o povo palestino passar fome em Gaza desde (8) de outubro. Agora, eles têm como alvo civis que procuram ajuda humanitária e comboios humanitários”, afirmaram vários especialistas da ONU no documento.</p>
<p>“Israel deve acabar com a sua campanha de fome e parar de atacar civis.” Israel negou consistentemente ter civis como alvo, alegando que a sua guerra é contra o Hamas. As autoridades israelenses dizem regularmente que “não há limite para a quantidade de ajuda humanitária para os civis em Gaza”.</p>
<p>Mas um porta-voz do Ministério da Saúde palestino disse, no último domingo (3), que o número de crianças que morreram de desidratação e desnutrição no norte de Gaza aumentou para 15.</p>
<p>A CNN não pode confirmar de forma independente as mortes das crianças ou as suas causas devido à falta de acesso da mídia internacional a Gaza, mas tem havido avisos cada vez mais urgentes sobre a fome na faixa por parte de agências internacionais que entram.</p>
<p>Especialistas da ONU também condenaram a “violência desencadeada pelas forças israelenses” depois que mais de 100 palestinos foram mortos tentando obter ajuda alimentar na Cidade de Gaza, na quinta-feira.</p>
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<p>Fonte:  CNN</p>
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		<item>
		<title>Três em cada dez famílias brasileiras não têm acesso suficiente a alimentos e passam fome</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/tres-em-cada-dez-familias-brasileiras-nao-tem-acesso-suficiente-a-alimentos-e-passam-fome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 11:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
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					<description><![CDATA[Três em cada dez famílias brasileiras enfrentam algum nível de falta de alimentos e passam fome. É o que mostra um estudo da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (PENSSAN), divulgado nesta quarta-feira (14). Em números absolutos, são 125,2 milhões em insegurança alimentar. Dados regionais A maior proporção de famílias nessa situação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1383161242" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Três em cada dez famílias brasileiras enfrentam algum nível de falta de alimentos e passam fome. É o que mostra um estudo da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (PENSSAN), divulgado nesta quarta-feira (14). Em números absolutos, são 125,2 milhões em insegurança alimentar.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="5">
<div class="content-intertitle">
<h2>Dados regionais</h2>
</div>
<p><span class="highlight highlighted">A maior proporção de famílias nessa situação está nas regiões Norte e Nordeste do país.</span> <strong>Alagoas</strong> é o estado em que os casos de insegurança alimentar grave são mais frequentes, atingindo 36,7% das famílias pesquisadas.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em segundo lugar, vem o <strong>Amapá</strong>, com 32% dos domicílios nessa situação. Na sequência, estão Pará e Sergipe, ambos com 30% da população atingida.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="34" data-block-id="9">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Os resultados refletem as desigualdades regionais registradas no relatório do II VIGISAN, e evidenciam diferenças substanciais entre os estados de cada macrorregião do país&#8221;, aponta, em nota, o coordenador da Rede Penssan, Renato Maluf.</blockquote>
<p>&#8220;Não são espaços homogêneos do ponto de vista das condições de vida. Há diferenças socioeconômicas nas regiões que pedem políticas públicas direcionadas para cada estado que as compõem”, completa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="11">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Números absolutos</span></p>
<p>Apesar de proporcionalmente atingir mais as regiões Norte e Nordeste, a maior concentração de pessoas que passam fome em números absolutos está no Sudeste, região mais populosa do país.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os dados são puxados principalmente por São Paulo, com 6,8 milhões de pessoas nessa situação, e pelo Rio de Janeiro, com 2,7 milhões.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="14">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">A pesquisa</span></p>
<p>Os pesquisadores foram de casa em casa, de novembro do ano passado a abril deste ano. Eles visitaram 12.745 domicílios em 577 cidades, em todos os estados do país e no Distrito Federal.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span class="highlight highlighted">Além do grande número de atingidos pela fome, eles constataram que o problema se agravou após a pandemia, com queda na renda das famílias e aumento do custo de vida.</span></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="18">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que é insegurança alimentar?</h2>
</div>
<p><strong>O conceito de insegurança alimentar foi dividido pelo estudo em três níveis:</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="47" data-block-id="20">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Leve:</strong> quando há preocupação ou incerteza se vai conseguir alimentos no futuro;</li>
<li><strong>Moderada:</strong> quando há uma redução concreta da quantidade de alimentos e o padrão saudável de alimentação é rompido por falta de comida;</li>
<li><strong>Grave:</strong> quando a família sente fome e não come por falta de dinheiro.</li>
</ul>
<p>Considerando o recorte nacional, a insegurança alimentar grave atinge 15,5 das famílias, enquanto a insegurança alimentar moderada afeta 15,2%.</p>
<p>Foto: Reprodução</p>
<p>*g1</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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