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	<title>FGV - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>FGV - Portal NDC</title>
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		<title>Economia brasileira cresce 1,6% no 1º trimestre, mostra prévia da FGV</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/economia-brasileira-cresce-16-no-1o-trimestre-mostra-previa-da-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 22:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 12 meses, alta é de 3,5% A economia brasileira cresceu 1,6% no primeiro trimestre do ano em comparação com o último trimestre de 2024. Já na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, a expansão observada é de 3,1%. No acumulado de 12 meses, a alta é de 3,5%. As estimativas são do Monitor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3625208004" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em 12 meses, alta é de 3,5%</p>
<p><strong>A economia brasileira cresceu 1,6% no primeiro trimestre do ano em comparação com o último trimestre de 2024.</strong> Já na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, a expansão observada é de 3,1%. No acumulado de 12 meses, a alta é de 3,5%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1643107&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1643107&amp;o=node" /></p>
<p>As estimativas são do Monitor do PIB, estudo mensal do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (19).</p>
<p><strong>O levantamento faz estimativas sobre o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB)</strong>, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país, e serve como prévia do dado oficial, divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O desempenho do primeiro trimestre de 1,6% é dessazonalizado, ou seja, foram excluídas variações típicas da época do ano, para que efeitos do calendário não distorçam a comparação entre períodos diferentes.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>A economista Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, aponta que a agropecuária teve “forte crescimento” de 12,2% no primeiro trimestre, sendo o grande destaque do período.</p>
<p>Ela frisa ainda que o crescimento de 1,3% no setor de serviços, atividade de maior peso no PIB, também colaborou para o bom desempenho da economia.</p>
<blockquote>
<p>“Com isso, o resultado do primeiro trimestre reverte a tendência declinante da economia, que se observava desde o terceiro semestre de 2024”, analisa Trece. </p>
</blockquote>
<p>No fim de 2024, o resultado trimestral havia sido quase nulo, com apenas 0,1% de alta ante o trimestre imediatamente anterior.</p>
<p><strong>A economista disse que as exportações voltaram a crescer (2,8%) no primeiro trimestre, com grande influência de produtos agropecuários.</strong></p>
<p>O ponto negativo, revela a pesquisadora, foi a estagnação da indústria. </p>
<blockquote>
<p>“Embora a maior parte das atividades industriais tenha registrado crescimento, a retração na indústria de transformação [segmento que transforma matéria prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria], atividade de maior peso na indústria, explica esse desempenho”, explica.    </p>
</blockquote>
<h2>Comportamentos</h2>
<p><strong>O levantamento do Ibre/FGV aponta que o consumo das famílias cresceu 2,7% no primeiro trimestre ante o mesmo período do ano passado</strong>. Apesar de estar no campo positivo, esse resultado mostra trajetória decrescente. No quarto trimestre de 2024, por exemplo, a evolução tinha sido de 3,7%.</p>
<p>A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que mostra o comportamento dos investimentos, registrou 6,9% no primeiro trimestre deste ano ante o mesmo período do ano passado, sendo também outro indicador com tendência decrescente. No terceiro trimestre de 2024, a expansão tinha sido de 10,8%.</p>
<p><strong>Em valores monetários, a FGV estima o PIB brasileiro do primeiro trimestre em R$ 3,393 trilhões.</strong></p>
<h2>Resultado oficial</h2>
<p>O Monitor do PIB da FGV é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também divulgado nesta segunda-feira, que indicou expansão de 1,3% na passagem do quarto trimestre de 2024 para o primeiro trimestre de 2025, e de 4,2% no acumulado de 12 meses.</p>
<p><strong>O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo IBGE. A divulgação referente ao primeiro trimestre deste ano será em 30 de maio.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>FGV e USP organizam COP-Belém; e as instituições da Amazônia?</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fgv-e-usp-organizam-cop-belem-e-as-instituicoes-da-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 13:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[COP-Belém]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[Marilene Corrêa, Violeta e Paes Loureiro, pesquisadores da região, criticam o colonialismo interno na organização da COP-30, que acontecerá em Belém A escolha da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Universidade de São Paulo (USP) para planejar e organizar a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas no Brasil (COP-30), marcada para novembro em Belém [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1227366447" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Marilene Corrêa, Violeta e Paes Loureiro, pesquisadores da região, criticam o colonialismo interno na organização da COP-30, que acontecerá em Belém<br /><br />A escolha da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Universidade de São Paulo (USP) para planejar e organizar a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas no Brasil (COP-30), marcada para novembro em Belém (PA), é problematizada por pesquisadores da região.<br /><br />“Esse é mais um caso de colonialismo interno”, reagiu a pesquisadora da Universidade Federal do Pará (UFPA) Violeta Loureiro, em rodada de conversas sobre mudanças climáticas promovida pela Valer Teatro, em Manaus.<br /><br />O poeta e escritor Paes Loureiro, também da UFPA, expressou, no mesmo evento, a sua preocupação com essa escolha, que passa pelo crivo do governo federal, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores (MRE), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e da Casa Civil da Presidência da República.<br /><br />Para a socióloga Marilene Corrêa, a reputação e a competência das duas instituições não estão em questão. Mas a pesquisadora adverte que é preciso vigilância sobre a metodologia a ser aplicada na formulação do documento final do encontro. Isso para que as demandas das populações amazônicas não sejam deixadas de lado.</p>
<h4 id="h-colonialismo" class="wp-block-heading"><strong>Colonialismo</strong></h4>
<p>Violeta Loureiro disse que apesar da boa intenção do presidente Lula de colocar R$ 4 bilhões em Belém para preparar a COP-30, a entrega da organização do evento à USP e à Fundação Getúlio Vargas só reforça a sua tese que a Amazônia sempre foi e ainda é colônia do Brasil.</p>
<p>Ela é autora do livro Amazônia colônia do Brasil (Valer), lançado em Manaus (AM) na Valer Teatro, em sessão de autógrafos. O livro é resultado de estudos das etapas do colonialismo na região e seus efeitos na contemporaneidade amazônica.</p>
<p>Ela justifica que a sua inquietação se refere à escolha de duas instituições de impacto nacional para montar um evento da dimensão da COP-30, porque esse comportamento ignora os saberes e conhecimentos que existem na Amazônia.</p>
<p><em>“A escolha dos grupos [FGV e USP), instituições de alta competência, mas, de certa forma, é a reprodução de uma mentalidade colonialista que se reproduz internamente. É mais um exemplo desse comportamento de como o governo central brasileiro, historicamente, sempre, e até hoje, imagina a Amazônia como uma colônia do resto do Brasil”,</em> reafirma.</p>
<h4 id="h-fora-da-regiao" class="wp-block-heading"><strong>Fora da região</strong></h4>
<p>“A COP-30 está sendo organizada fora da região. Já vi, por exemplo, investimento fantásticos em atividades artísticas e culturais em grandes grupos de fora daqui”, advertiu Loureiro.</p>
<p>Há, segundo ele, uma sensação muito grande de que a COP-30 deixe apenas benefícios materiais para Belém, em razão do dinheiro destinado à preparação da cidade para receber o evento.</p>
<p>“A COP-30 pode vir a ser, também, o exemplo melancólico do conhecimento produzido na Amazônia e do conhecimento das pessoas, lá de fora, acham ter sobre a região”, afirmou.</p>
<p>Na avaliação de Loureiro, a Amazônia sofre hoje os efeitos da história de silenciamento da sua própria história, da sua própria cultura. No entanto, infere que a força da função do imaginário possui é absolutamente original e diversa.</p>
<p>A Amazonia é uma diversidade diversa. Não é uma diversidade comum. Ela tem muitos mais sentidos e diferenças que outras regiões”, sustentou o Paes Loureiro.</p>
<h4 id="h-metodologia" class="wp-block-heading"><strong>Metodologia</strong></h4>
<p>No entendimento de Marilene Corrêa, as populações da Amazônia estão contempladas na COP-30. No caso, por meio dos debates que antecedem ao evento. Mas reconhece que a metodologia de sintetização dos interesses dos segmentos sociais deveria ser elaborada por instituição mais próximas desses diálogos.</p>
<p>“Por que a FGV? Por que a USP”, questiona a pesquisadora?</p>
<p>Ela explicou que essa observação é importante porque somente os chefes de estados, diplomatas e assessores parlamentares terão acesso às sínteses produzidas pelos grupos sociais. O mais providencial, então, seria uma metodologia elaborada e realizada por instituições que vivenciam a realidade Amazônica.</p>
<p>Ela demarcou três grupos, ministérios, com interesses que podem se chocar:</p>
<p>1 – Ministério do Meio Ambiente dialogou com a comunidade academia e, sobretudo, com grupos de ongs;</p>
<p>2 – Relações Exteriores (Itamaraty) acolheu lideranças quilombolas, indígenas, trabalhadoras e políticos da região amazônica;</p>
<p>3 – Ciência e Tecnologia dialogou, em parte, com a comunidade acadêmica, em parte, com as instituições diplomáticas e, em parte, com as ongs.</p>
<p>“Não posso dizer que os grupos sociais, especialmente os do interior da Amazônia não estivessem mobilizados para os debates da pré-COP”, argumenta Marilene Corrêa.</p>
<p>O que deve ser evidenciado, para ela, é que os interlocutores do evento mudaram nessa COP. “Não são mais só os acadêmicos, as instituições acadêmicas, os campos disciplinares e os ditos intelectuais. Agora participam todos as sujeitas e sujeitos dos movimentos sociais”, acentuou Marilene Corrêa.</p>
<p>É nesse contexto que ela sugere que as instituições próximas aos debates preparatórios também coordenassem a elaboração do documento final, ao invés da FGV e da USP que são instituições distantes da vivência amazônica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: BNC Amazonas</em></p>
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		<item>
		<title>Inflação do aluguel sobe 1,3% em novembro e acumula 6,33% em 12 meses</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inflacao-do-aluguel-sobe-13-em-novembro-e-acumula-633-em-12-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 16:03:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[índice da inflação]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[produtos agropecuários]]></category>
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					<description><![CDATA[Preço de produtos agropecuários pressionou índice da FGV O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), popularmente conhecido com “inflação do aluguel”, perdeu força na passagem de outubro para novembro e fechou em 1,3% por cento. O resultado fica abaixo do 1,52% de outubro. A desaceleração não significa que os preços ficaram mais baixos, mas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2559030414" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Preço de produtos agropecuários pressionou índice da FGV<br /><br />O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), popularmente conhecido com “inflação do aluguel”, perdeu força na passagem de outubro para novembro e fechou em 1,3% por cento. O resultado fica abaixo do 1,52% de outubro. A desaceleração não significa que os preços ficaram mais baixos, mas que subiram menos.<br /><br />No acumulado de 12 meses, o índice alcança 6,33%, o maior desde outubro de 2022 e acima dos 5,59% acumulados em outubro. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Em novembro do ano passado, o IGP-M tinha sido de 0,59% e o acumulado de 12 meses estava no terreno negativo, -3,46%.<br /><br />De acordo com comentário divulgado pelo economista do Ibre Matheus Dias, assim como em outubro, “a alta do IGP foi influenciada por commodities agropecuárias”.<br /><br />Commodities são produtos primários, como minerais ou agrícolas, produzidos em grande escala e negociados com preços internacionais.<br /><br />O IGP-M tem três componentes, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que apura os preços no atacado; o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a variação de custo para as famílias; e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).<br /><br />De acordo com Dias, no IPA, os principais destaques foram a carne bovina, o milho e a soja.<br /><br />No IPC, a maior influência veio da carne bovina, que apresentaram alta de 6,1%. <br /><br />O IGP-M coletou preços no período de 21 de outubro a 20 de novembro. O índice é conhecido como inflação do aluguel porque serve como base para cálculo de reajuste anual de muitos contratos imobiliários.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>BR-319 e rodovias do Norte são temas do Diálogos Amazônicos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/br-319-e-rodovias-do-norte-sao-temas-do-dialogos-amazonicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 14:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[BR-319]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getúlio Vargas]]></category>
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					<description><![CDATA[Convidado do webinar da FGV, que começa às 19h pelo YouTube, é o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro A Escola de Economia de São Paulo, ligada à Fundação Getúlio Vargas (FGV EESP), promove nesta segunda-feira (9), mais um debate por meio do webinar “Diálogos Amazônicos”. Marcado para às 19h (18h em Manaus), pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1053773237" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Convidado do webinar da FGV, que começa às 19h pelo YouTube, é o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro</p>
<p>A Escola de Economia de São Paulo, ligada à Fundação Getúlio Vargas (FGV EESP), promove nesta segunda-feira (9), mais um debate por meio do webinar “Diálogos Amazônicos”.</p>
<p>Marcado para às 19h (18h em Manaus), pelo canal do <a href="https://www.youtube.com/live/rtfXPo2A3zo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Youtube da FGV</a>, o encontro virtual vai debater sobre as rodovias da Amazônia com a presença do secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro.</p>
<p>Segundo ele, o Ministério dos Transportes está empenhado em recuperar a infraestrutura de transportes no país e promover o reequilíbrio da matriz logística nacional.</p>
<p>“Trata-se de um grande desafio em um país de dimensão continental e alta diversidade regional como o Brasil”, disse Santoro.</p>
<p>De acordo com o moderador do “Diálogos Amazônicos”, professor da FGV EESP, Márcio Holland, no evento desta segunda-feira, os debatedores vão falar com uma das maiores autoridades no assunto rodoviário brasileiro e procurar entender como o governo federal vem conduzindo essa agenda e, em especial, na Amazônia onde algumas rodovias importantes, como a BR 319, carecem de investimentos para a integração ao território nacional.</p>
<p>Além de Holland, também participa do webinar o professor Daniel Vargas, da FGV EESP, mestre e doutor em Direito pela Havard University.</p>
<p>O webinar Diálogos Amazônicos é uma plataforma digital para discutir com toda a sociedade civil organizada temas de interesse do desenvolvimento socioeconômico sustentável da Amazônia brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ovo está em falta: item é o único da cesta básica que ficou mais caro em todas as capitais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ovo-esta-em-falta-item-e-o-unico-da-cesta-basica-que-ficou-mais-caro-em-todas-as-capitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 11:36:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo levantamento sobre cesta básica, feito pela empresa de inteligência Horus em parceria com o Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV), mostra que o único item que aumentou de preço em todas as capitais pesquisadas foi o ovo. Na média, a dúzia de ovos brancos passou de R$ 10,49 em janeiro, para R$ 11,43 em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1865238008" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Um novo levantamento sobre cesta básica, feito pela empresa de inteligência Horus em parceria com o Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV), mostra que o único item que aumentou de preço em todas as capitais pesquisadas foi o ovo. Na média, a dúzia de ovos brancos passou de R$ 10,49 em janeiro, para R$ 11,43 em fevereiro. Ainda assim, o produto já está em falta em alguns mercados.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A maior inflação foi registrada em Fortaleza (CE), onde o preço subiu 4,7%. Em seguida, aparecem São Paulo (SP), com 4,1%, Belo Horizonte (MG), com 3,0%, e Brasília (DF), com 2,9%. Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Salvador (BA) e Manaus (AM) fecham a lista com menos de 2% de aumento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Dados da Neogrid, empresa de software para gestão de suprimentos, mostram ainda que está faltando ovo nas prateleiras do supermercado. O chamado índice de ruptura — medido com base nas vezes em que um item faltou no estoque — chegou a 16% em fevereiro, contra 14,5% em janeiro. A taxa média do ano passado foi de 13,9%.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="7">
<div class="content-intertitle">
<h2>Alto custo de produção</h2>
</div>
<p>Segundo Luiza Zacharias, diretora de novos negócios da Horus, a alta no preço do ovo reflete o aumento no custo de produção e de alimentação das aves, sobretudo o milho e o farelo de soja.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— No acumulado de 12 meses, a inflação do ovo já chega a quase 20%. Em parte, por conta do preço das <em>commodities</em>, que ficaram mais caras na pandemia e com a <a class="" href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/assunto/guerra-na-ucrania/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Guerra na Ucrânia</a>. A base da alimentação dos animais encareceu bastante — explicou.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="13" data-block-id="10">
<p>Outro ponto é que a <a class="" href="https://oglobo.globo.com/busca/click?q=infla%C3%A7%C3%A3o+alimentos&amp;p=8&amp;r=1678827042856&amp;u=https%3A%2F%2Foglobo.globo.com%2Fblogs%2Fmiriam-leitao%2Fpost%2F2023%2F01%2Finflacao-de-2022-teve-duas-temperaturas-baixa-para-combustiveis-alta-para-alimentos-e-os-pobres-foram-mais-atingidos.ghtml&amp;syn=False&amp;key=0dd52116e73de26cff51403e05b43623" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">inflação dos alimentos</a> pressionou o preço da carne, do frango e de outras proteínas no ano passado. Então, o ovo acabou sendo o principal substituto, <a class="" href="https://oglobo.globo.com/busca/click?q=infla%C3%A7%C3%A3o+alimentos&amp;p=11&amp;r=1678827042890&amp;u=https%3A%2F%2Foglobo.globo.com%2Fblogs%2Fmiriam-leitao%2Fpost%2F2022%2F10%2Finflacao-de-alimentos-continua-alta-e-corroi-a-renda-dos-mais-pobres.ghtml&amp;syn=False&amp;key=aee1d9a6eee284f8b1d7d0fec2d1af2b" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">especialmente para famílias de baixa renda</a>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="12">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Efeito Páscoa</span></p>
<p>Mas parte do aumento também é sazonal. Juliana Ferraz, analista do mercado de ovos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP), diz ser comum o aumento no consumo de ovos na <a class="" href="https://oglobo.globo.com/busca/click?q=quaresma&amp;p=2&amp;r=1678827240583&amp;u=https%3A%2F%2Foglobo.globo.com%2Fbrasil%2Fsaiba-que-a-quaresma-que-comeca-na-quarta-feira-de-cinzas-25415535&amp;syn=False&amp;key=1a0f6de0bc334ffde5d3f7eefa326d4d" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Quaresma</a>.</p>
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<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/DFBbMPFoIed88HRDWo08NQvMgRg=/0x0:1280x853/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/t/B/PzP6AjRsuWsVlxZopvGQ/whatsapp-image-2023-01-25-at-20.37.32.jpeg" alt=" Nas alturas. Preço dos ovos subiu nos EUA com surto de gripe aviária, mas já está em queda — Foto: Hiroko Masuike/The New York Times" /></figure>
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<p class="content-media__description ">Nas alturas. Preço dos ovos subiu nos EUA com surto de gripe aviária, mas já está em queda — Foto: Hiroko Masuike/The New York Times</p>
<p>— A procura por ovos cresce. Somado a isso, tem uma menor oferta de ovos no mercado brasileiro. O custo de produção subiu muito nos últimos anos, então os produtores reduziram a oferta — comentou.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em relação ao aumento no índice de ruptura, Zacharias, da Harus, também pontua que a inflação pode ter estimulado um movimento de queda na produção, com o setor agropecuário diminuindo a atividade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O patamar elevado do preço deve se manter até o final da quaresma, explicou Ferraz. No início de abril, pode arrefecer pela diminuição na demanda, mas ainda com repasses do alto custo de produção.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="20">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Gripe aviária não explica preços</span></p>
<p>As duas especialistas avaliam que a inflação dos ovos <a class="" href="https://oglobo.globo.com/busca/click?q=ovo+gripe&amp;p=10&amp;r=1678827265780&amp;u=https%3A%2F%2Foglobo.globo.com%2Feconomia%2Fnoticia%2F2023%2F01%2Fovo-some-da-prateleira-e-vira-produto-de-luxo-em-varios-paises-sera-que-pode-faltar-no-brasil.ghtml&amp;syn=False&amp;key=730cb51c44156350e0e6873458b48b26" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">não é uma consequência da gripe aviária</a>, que matou dezenas de milhões de aves ao redor do mundo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na Nova Zelândia, país que consome mais ovos por pessoa do que boa parte do planeta, a alta de preços levou muitas pessoas a comprarem a própria galinha. As vendas de animais e de ração subiram até 190% em alguns sites.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já nos Estados Unidos, segundo dados do Departamento do Trabalho, o preço dos ovos caiu pela primeira vez em cinco meses, diminuindo 6,7% depois de recordes de aumento. O país chegou a fazer mais de duas mil apreensões de contrabando de ovos na fronteira com o México.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="24">
<p>No Brasil, ao contrário de outros países do mundo, os efeitos não foram significativos, porque os cuidados foram redobrados durante o desencadeamento da crise.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A gripe aviária não atingiu o Brasil porque os produtores tomaram medidas para evitar que isso aconteça. Não podemos dizer que houve impacto no preço por conta dessa crise — concluiu Zacharias.</p>
</div>
<div class="mc-column content-media" data-block-type="backstage-embed-webstories" data-block-id="27">
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<div class="i-amphtml-story-player-main-container i-amphtml-story-player-loaded">*O Globo</div>
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