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	<title>feminicídio - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>feminicídio - Portal NDC</title>
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		<title>Três Poderes lançam pacto para enfrentamento ao feminicídio no Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/tres-poderes-lancam-pacto-para-enfrentamento-ao-feminicidio-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 17:02:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
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					<description><![CDATA[País registra quatro vítimas e 10 tentativas de feminicídio por dia O governo federal, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário lançam nesta quarta-feira (4) o Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio. A iniciativa prevê atuação coordenada e permanente entre os Três Poderes com o objetivo de prevenir a violência contra meninas e mulheres [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-255418307" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>País registra quatro vítimas e 10 tentativas de feminicídio por dia</p>
<p><strong>O governo federal, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário lançam nesta quarta-feira (4) o Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1677009&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1677009&amp;o=node" /></p>
<p>A iniciativa prevê atuação coordenada e permanente entre os Três Poderes com o objetivo de prevenir a violência contra meninas e mulheres no Brasil.</p>
<p>O acordo reconhece que a violência contra mulheres no país figura como uma crise estrutural que não pode ser enfrentada por ações isoladas.</p>
<p><strong>Será lançada ainda uma campanha orientada pelo conceito Todos Juntos por Todas, convocando toda a sociedade a assumir papel ativo no enfrentamento à violência.</strong></p>
<h2>Objetivos</h2>
<p><strong>Dentre os objetivos do pacto está acelerar o cumprimento de medidas protetivas, fortalecer as redes de enfrentamento à violência em todo o território nacional, ampliar ações educativas e responsabilizar agressores, combatendo a impunidade.</strong></p>
<p>O acordo prevê compromissos voltados à transformação da cultura institucional dos três Poderes, à promoção da igualdade de tratamento entre homens e mulheres, ao enfrentamento do machismo estrutural e à incorporação de respostas a novos desafios, como a violência digital contra mulheres.</p>
<p>A estratégia inclui ainda o <em>site</em> <a href="http://todosportodas.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">TodosPorTodas.br</a>, que vai reunir informações sobre o pacto, divulgar ações previstas, apresentar canais de denúncia e políticas públicas de proteção às mulheres, além de estimular o engajamento de instituições públicas, empresas privadas e da sociedade civil.</p>
<p>A plataforma vai disponibilizar um guia para <em>download</em>, com informações sobre os diferentes tipos de violência, políticas de enfrentamento e orientações práticas para uma comunicação responsável, alinhada ao compromisso de salvar vidas.</p>
<h2>Comitê</h2>
<p><strong>O pacto também prevê a criação do Comitê Interinstitucional de Gestão, coordenado pela Presidência da República. </strong>O colegiado vai reunir representantes dos Três Poderes, com participação permanente de ministérios públicos e defensorias públicas, assegurando acompanhamento contínuo, articulação federativa e transparência.</p>
<p>Pelo Executivo, integram o comitê a Casa Civil, a Secretaria de Relações Institucionais e os ministérios das Mulheres e da Justiça e Segurança Pública.</p>
<h2>Números</h2>
<p>Dados do sistema judiciário mostram que, em 2025, a Justiça brasileira julgou em média <strong>42 casos de feminicídio por dia</strong>, totalizando 15.453 julgamentos – alta de 17% em relação ao ano anterior.</p>
<p><strong>No mesmo período, foram concedidas 621.202 medidas protetivas, o equivalente a 70 medidas por hora, segundo o Conselho Nacional de Justiça.</strong></p>
<p>Já o Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher, registrou média de 425 denúncias por dia, em 2025.</p>
<p>Confira, a seguir, as principais mudanças previstas pelo governo com o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio:</p>
<ul>
<li>medidas protetivas mais rápidas e que funcionem de verdade – menos tempo entre a denúncia e a proteção efetiva da mulher. A ideia é que decisões judiciais, polícia, assistência social e rede de acolhimento passem a agir de forma coordenada, sem empurra-empurra;</li>
<li>Três Poderes olhando para o mesmo caso – Executivo, Legislativo e Judiciário, além de órgãos de controle, compartilham informações e acompanham os casos de forma integrada, desde o pedido de ajuda até o desfecho, reduzindo falhas que hoje colocam mulheres em risco;</li>
<li>mais prevenção antes da violência virar morte – campanhas permanentes, educação para direitos, capacitação de agentes públicos e ações para mudar a cultura de violência – envolvendo, inclusive, homens como parte da solução;</li>
<li>agressores responsabilizados com mais rapidez – processos mais céleres, menos impunidade e respostas mais firmes a quem descumpre medidas protetivas ou comete violência;</li>
<li>atenção especial a quem corre mais risco – foco em mulheres negras, indígenas, quilombolas, periféricas, do campo, com deficiência, jovens, idosas e moradoras de áreas remotas ou em maior vulnerabilidade;</li>
<li>resposta a novas formas de violência – enfrentamento da violência digital, como perseguição, ameaças e exposição <em>online</em>, que muitas vezes antecedem agressões físicas;</li>
<li>cobrança pública de resultados – relatórios periódicos, metas e prestação de contas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Pensão para filhos de vítimas de feminicídio deve ser paga em dezembro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pensao-para-filhos-de-vitimas-de-feminicidio-deve-ser-paga-em-dezembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 16:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[pensão]]></category>
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					<description><![CDATA[Informação é da ministra das Mulheres, Márcia Lopes A pensão especial para filhos e dependentes menores de 18 anos de vítimas de feminicídio deve começar a ser paga a partir de dezembro. A informação é da ministra das Mulheres, Márcia Lopes. “Temos a previsão de iniciar esse pagamento a partir de dezembro. Vou confirmar, mas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2123580381" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Informação é da ministra das Mulheres, Márcia Lopes</p>
<p>A pensão especial para filhos e dependentes menores de 18 anos de vítimas de feminicídio deve começar a ser paga a partir de dezembro. A informação é da ministra das Mulheres, Márcia Lopes.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1668607&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1668607&amp;o=node" /></p>
<p>“Temos a previsão de iniciar esse pagamento a partir de dezembro. Vou confirmar, mas o ministro Wolney [Queiroz], da Previdência [Social], que é o órgão responsável por fazer esse pagamento, [definiu] para começar a partir de dezembro.”</p>
<p>Em entrevista a emissoras de rádio durante o programa <em>Bom Dia, Ministra,</em> produzido pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC),</strong> Márcia classificou o pagamento como “uma reparação mínima do Estado brasileiro”.</p>
<blockquote>
<p>“De fato, é muito trágico. Crianças, adolescentes, jovens até 18 anos perderem a mãe por feminicídio e, às vezes, terem que viver com a avó ou com alguns parentes, mas sem nenhum tipo de renda.”</p>
</blockquote>
<p><strong>“Isso dificulta muito a vida das pessoas. Então, queremos que elas estejam muito mais protegidas. Claro que não volta a dor da ausência da mãe, mas é uma medida que o governo federal tomou em defesa da proteção”, completou a ministra.</strong></p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O decreto que cria a pensão especial foi publicado no <em>Diário Oficial da União</em> no fim de setembro. O benefício garante um salário mínimo mensal – atualmente, R$ 1.518 – a órfãos menores de 18 anos em razão de feminicídio.</p>
<p>O texto define como principal requisito para a concessão do benefício uma renda familiar mensal por pessoa que seja igual ou inferior a 25% do salário mínimo. No caso de vítimas com mais de um filho ou dependente, a pensão será dividida em partes iguais entre os que têm direito.</p>
<p><strong>Os beneficiários devem ter inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), atualizado a cada 24 meses.</strong></p>
<p>De acordo com o decreto, filhos e dependentes de mulher transgênero vítima de feminicídio e órfãos pelo feminicídio que estejam sob tutela do Estado também têm direito à pensão especial.</p>
<p>A pensão não pode ser acumulada com benefícios previdenciários do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) ou do sistema de proteção social dos militares.</p>
<p><strong>O pagamento da cota individual da pensão especial será encerrado quando o filho ou o dependente completar 18 anos. Filho ou dependentes com mais de 18 anos na data de publicação da lei não têm direito à pensão.</strong></p>
<h2>Requerimento</h2>
<p>O requerimento da pensão especial deve ser feito pelo representante legal dos filhos e dependentes da vítima do crime. Porém, é vedado que crianças e adolescentes sejam representadas pelo autor, coautor ou participante do crime de feminicídio tanto para requerer quanto para administrar o benefício mensal.</p>
<p><strong>O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é o responsável por receber, processar e decidir sobre a concessão. Equipes das unidades socioassistenciais devem orientar as famílias para atualizarem as informações do CadÚnico sobre a nova composição familiar, com a ausência da mulher vítima de feminicídio.</strong></p>
<p><strong>A pensão especial deverá ser revisada a cada dois anos para avaliação da continuidade das condições que lhe deram origem.</strong></p>
<p>O pagamento do benefício será devido a partir da data do requerimento. Portanto, não tem efeito financeiro retroativo à data de morte da vítima.</p>
<h2>Documentação</h2>
<p>O solicitante da pensão especial deve apresentar documento pessoal de identificação oficial com foto da criança ou do adolescente ou, na impossibilidade deste, a certidão de nascimento.</p>
<p><strong>Para os filhos menores de idade nesta situação, deve ser apresentado um dos seguintes documentos que relacionem o fato a um feminicídio:</strong></p>
<p>&#8211; auto de prisão em flagrante;  </p>
<p>&#8211; denúncia E conclusão do inquérito policial;</p>
<p>&#8211; decisão judicial.</p>
<p><strong>Se a pensão for devida a um dependente da mulher vítima de feminicídio, deverá ser apresentado o termo de guarda ou de tutela provisória ou definitiva.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Homem é condenado a 33 anos de prisão por matar mulher grávida em Rondônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/homem-e-condenado-a-33-anos-de-prisao-por-matar-mulher-gravida-em-rondonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 14:04:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Rondônia]]></category>
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					<description><![CDATA[Gabriel Henrique Santos assassinou Antonieli Nunes em fevereiro de 2022; réu mantinha um relacionamento extraconjugal com a mulher e cometeu o crime para não assumir a paternidade do bebê O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) condenou Gabriel Henrique Santos a 33 anos e 1 mês de prisão pelo assassinato de Antonieli Nunes e o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-161561530" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Gabriel Henrique Santos assassinou Antonieli Nunes em fevereiro de 2022; réu mantinha um relacionamento extraconjugal com a mulher e cometeu o crime para não assumir a paternidade do bebê</p>
<p>O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) condenou Gabriel Henrique Santos a 33 anos e 1 mês de prisão pelo assassinato de Antonieli Nunes e o aborto do filho que ela esperava. O <strong>réu mantinha um relacionamento extraconjugal com a mulher e cometeu o crime para não assumir a paternidade do bebê</strong>.</p>
<p>O crime ocorreu em fevereiro de 2022.</p>
<p>A sentença foi determinada na noite da última segunda-feira (24). A pena foi fixada em regime fechado, sem possibilidade de recorrer em liberdade. O júri reconheceu que Gabriel cometeu feminicídio qualificado, com agravantes como motivo torpe, meio cruel e a impossibilidade de defesa da vítima.</p>
<p>Segundo a denúncia, Antoniele foi asfixiada e esfaqueada no pescoço. O crime ocorreu logo após ela informar à Gabriel que estava grávida de um filho dele. À época, Gabriel, que era casado, disse em seu depoimento à polícia que teve um ataque de pânico e aplicou um “mata-leão” em Antonieli. Ainda segundo a decisão, o réu cometeu o crime com o intuito de esconder a gravidez da vítima.</p>
<p>Além do crime de feminicídio, Gabriel também foi condenado pelo crime de aborto sem o consentimento da gestante, previsto no artigo 125 do Código PenaL, pois a morte de Antoniele resultou na morte do feto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: CNN</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lei Maria da Penha avança, mas não coíbe alta de crimes contra mulher</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lei-maria-da-penha-avanca-mas-nao-coibe-alta-de-crimes-contra-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Em média, quatro mulheres morrem por dia vítimas de feminicídio A Lei nº 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, foi sancionada há exatos 18 anos, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O nome homenageia a biofarmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes que sofreu duas tentativas de homicídio pelo marido, em 1983, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2718116031" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em média, quatro mulheres morrem por dia vítimas de feminicídio</p>
<p>A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei nº 11.340/2006</a>, conhecida como Lei Maria da Penha, foi sancionada há exatos 18 anos, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O nome homenageia a biofarmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes que sofreu duas tentativas de homicídio pelo marido, em 1983, e se tornou ativista da causa do combate à violência contra as mulheres.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1606822&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1606822&amp;o=node" /></p>
<p>A lei, que atinge agora a maioridade, prevê a adoção de medidas protetivas de urgência para romper o ciclo de violência contra a mulher e impedir que o agressor cometa novas formas de violência doméstica, seja ela física, moral, psicológica, sexual ou patrimonial.</p>
<p>Antes da lei, este tipo de violência era tratado como crime de menor potencial ofensivo. A diretora de Conteúdo do Instituto Patrícia Galvão, Marisa Sanematsu, aponta que muitas mulheres foram agredidas e assassinadas em razão da leniência contra esses crimes, que ficavam impunes ou sujeitos a penas leves, chamadas de pecuniárias, como o pagamento de multas e de cestas básicas, suavizadas por argumentos como o da legítima defesa da honra de homens.</p>
<p>“As agressões contra mulheres eram tratadas como uma questão menor, um assunto privado, a ser resolvido entre quatro paredes. Quando a justiça era acionada, a violência doméstica era equiparada a uma briga entre vizinhos a ser resolvida com o pagamento de multa ou cesta básica”, relembrou Marisa Sanematsu.</p>
<p>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, avalia que a lei trouxe ganhos para a sociedade brasileira. “Primeiro, ela tipifica o crime existente: a violência física, a violência psicológica, a violência patrimonial, a violência moral e a violência sexual. E organiza o Estado brasileiro para garantir o atendimento às mulheres”, disse à Agência Brasil.</p>
<p>Como parte das celebrações do aniversário da Lei Maria da Penha, o governo federal estabeleceu o Agosto Lilás como mês de conscientização e combate à violência contra a mulher no Brasil.</p>
<h2>Avanços</h2>
<p>Para especialistas, entre as principais inovações trazidas pela Lei Maria da Penha estão as medidas protetivas de urgência para as vítimas da violência doméstica e familiar, como afastamento do agressor do lar ou local de convivência, distanciamento da vítima, monitoramento por tornozeleira eletrônica de acusados de violência doméstica, a suspensão do porte de armas do agressor, dentre outras.</p>
<p>Adicionalmente, a lei estabeleceu mecanismos mais rigorosos para coibir este tipo de violência contra a mulher e também previu a criação de equipamentos públicos que permitam dar efetividade à lei, como delegacias especializadas de atendimento à mulher, casas-abrigo, centros de referência multidisciplinares da mulher e juizados especiais de violência doméstica e familiar contra a mulher, com competência cível e criminal, entre outros equipamentos.</p>
<p>A advogada especialista na defesa de mulheres, conselheira do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFemea) e representante dessa organização no Consórcio de Monitoramento da Lei Maria da Penha, Lisandra Arantes, considera a Lei 11.340 como o principal avanço na legislação brasileira para a proteção das mulheres da sociedade brasileira e pela primeira vez, reconhece que a violência motivada pela misoginia, pelo ódio às mulheres, pelas questões de gênero.</p>
<blockquote>
<p>“A lei Maria da Penha foi o principal avanço que nós tivemos em termos de proteção à mulher contra a violência. O que não significa que ainda não tenhamos muito pra avançar.”</p>
</blockquote>
<h2>Números</h2>
<p>O avanço na legislação não tem evitado, no entanto, a alta de números de violência contra a mulher. Dados do Conselho Nacional de Justiça sobre a atuação do poder judiciário na aplicação da Lei Maria da Penha revelam que 640.867 mil processos de violência doméstica e familiar e/ou feminicídio ingressaram nos tribunais brasileiros em 2022.</p>
<p>Dados do último Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que todos os registros de crimes com vítimas mulheres cresceram em 2023 na comparação com 2022: homicídio e feminicídio (tentados e consumados), agressões em contexto de violência doméstica, ameaças, perseguição (<em>stalking</em>), violência psicológica e estupro.</p>
<p>Ao longo do ano passado, 258.941 mulheres foram agredidas, o que indica alta de 9,8% em relação a 2022. Já o número de mulheres que sofreram ameaça subiu 16,5% (para 778.921 casos), e os registros de violência psicológica aumentaram 33,8%, totalizando 38.507.</p>
<p>Os dados do anuário são extraídos dos boletins de ocorrência policiais, compilados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Outro levantamento de fórum aponta que ao menos 10.655 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil de 2015 a 2023.</p>
<p>De acordo com o relatório, o número de feminicídios cresceu 1,4% em 2023 na comparação com o ano anterior e atingiu a marca de 1.463 vítimas no ano passado, indicando que mais de quatro mulheres foram mortas por dia.</p>
<p>O número é o maior número da série histórica iniciada pelo FBSP em 2015, quando entrou em vigor a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13104.htm?ref=hir.harvard.edu" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 3.104/2015</a> , que prevê o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio e inclui o feminicídio no rol dos crimes hediondos.</p>
<p>A diretora do Instituto Patrícia Galvão sugere ações de enfrentamento mais contundentes. “Os números alarmantes de agressões e feminicídios comprovam a urgência de um pacto de tolerância zero contra a violência doméstica”, diz Marisa Sanematsu.</p>
<blockquote>
<p>“Todo feminicídio é uma morte evitável, se o Estado e a sociedade se unirem para enfrentar e denunciar todas as formas de violência que vêm sendo praticadas contra as mulheres.”</p>
</blockquote>
<h2>Desafios</h2>
<p>Apesar de reconhecer os avanços da legislação nestes 18 anos, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, analisa que entre as dificuldades enfrentadas para implementação efetiva da lei estão a oferta de serviços especializados e profissionais preparados para lidar com novos métodos de violência contra as mulheres.</p>
<p>“Para garantir que ela saia do papel e de fato aconteça, precisamos ter serviços especializados e que o todo do sistema – composto pelo judiciário brasileiro, pela OAB, etc – dê conta de avançar na análise das violências para darmos a garantia do combate à impunidade de agressores, porque isso tem feito com que muitos casos [de violência] retornem.”</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">
<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Divulgação/Presidência da República" src="https://imagens.ebc.com.br/n5g-XjYQ-xiPg-Axvzx2Vo50k_I=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/946075-16247466190_a54e788c6d_o.jpg?itok=fuK7iIiU" alt="Casa da Mulher Brasileira, arquivo" width="365" height="274" /><p class="wp-caption-text">Atualmente, país tem dez casas da Mulher Brasileira em operação &#8211; Divulgação/Presidência da República</p></div>
</div>
</div>
</div>
<p>Em atendimento à lei Maria da Penha, o Ministério das Mulheres planeja colocar em funcionamento 40 casas da Mulher Brasileira, em todos os estados e no Distrito Federal. As unidades oferecem atendimento humanizado e multidisciplinar às mulheres em situação de violência. Atualmente, dez casas estão em operação.</p>
<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aponta no <a href="https://paineis.cnj.jus.br/QvAJAXZfc/opendoc.htm?document=qvw_l%5Cpainelcnj.qvw&amp;host=QVS%40neodimio03&amp;anonymous=true&amp;sheet=shVDResumo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Painel de Monitoramento da Política de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres</a> que, em todo o Brasil, existem apenas 171 varas especializadas e exclusivas para atendimento de mulheres vítima de violência doméstica e familiar.</p>
<p>A conselheira do CFemea Lisandra Arantes aponta que muitos casos de violência doméstica sequer são denunciados e, por isso, a possibilidade de proteção não consegue alcançar as mulheres que não romperam ainda o ciclo de violência.</p>
<p>“Muitas vezes, [a violência] ocorre porque elas têm uma dependência financeira do seu agressor ou estão em uma situação de submissão, não necessariamente relacionada à questão financeira, mas por conta dessa construção patriarcal da sociedade que a gente vive. E elas voltam a viver com seus agressores, nessas situações em que não há medida protetiva, porque não houve uma denúncia, não se buscou a proteção, infelizmente”, lamentou.</p>
<p>Outro fator negativo é a desinformação. Apenas duas, em cada dez mulheres, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-02/somente-20-das-mulheres-brasileiras-conhecem-bem-lei-maria-da-penha" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">se sentem bem informadas em relação</a> à Lei Maria da Penha. Os dados são da 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência Contra a Mulher, realizada pelo Observatório da Mulher Contra a Violência (OMV) e o Instituto DataSenado, ambos do Senado.</p>
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<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arquivo pessoal" src="https://imagens.ebc.com.br/wRAF3CKwkO-ILr4dLczUGmumSOQ=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_go_6100.jpg?itok=zI-2eZ-3" alt="Brasília/DF, 12/07/2023, A jornalista Mara Régia di Perna, da Rádio Nacional, emissora da Empresa Brasil de Comunicação - EBC.  Foto: Arquivo Pessoal" width="365" height="243" /><p class="wp-caption-text">Jornalista Mara Régia no estúdio da Rádio Nacional da Amazônia &#8211; Arquivo pessoal</p></div>
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<p>A radialista Mara Régia, que apresenta o programa <em>Viva Maria</em>, na <strong>Rádio Nacional</strong> da <strong>EBC</strong> desde 1981, celebra a luta de Maria da Penha e reconhece os desafios em torno da lei.</p>
<blockquote>
<p>“A Lei Maria da Penha é específica para o âmbito doméstico, aquela violência que acontece, em geral, do marido contra a mulher. Sabemos que as resistências à lei são muitas e que, apesar de ter chegado à maioridade, a própria Maria da Penha tem sido muito atacada [nas redes sociais]. Hoje, é um dia de solidariedade a essa mulher que pagou com muita dor e violência sofrida domesticamente. E lembro que uma grande parte das mulheres do Brasil sofre essa violência em casa, todos os dias.”</p>
</blockquote>
<h2>Futuro</h2>
<p>Dezoito anos após a sanção da lei Maria da Penha, organizações feministas, ativistas, parlamentares e pensadoras destacam a importância de uma lei integral de proteção às mulheres em situação de violência de gênero, que inclua novos crimes contra a mulher que surgem, por exemplo, com inovações tecnológicas, como crimes no ambiente virtual.</p>
<p>Desde 2022, o Consórcio Lei Maria da Penha, em parceria com várias organizações de mulheres e feministas, tem debatido a criação de uma lei geral que reconheça e responda a todas as formas de violência contra mulher. Sobre o tema, o consórcio lançou o livro <em>A Importância de uma Lei Integral de Proteção às Mulheres em Situação de Violência de Gênero</em>, <a href="https://drive.google.com/file/d/1uj_BxRUPbCGDiXSiEEBIvegHRa7brSBT/view" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">disponível na versão online</a>.</p>
<p>A coautora é a advogada feminista Myllena Calasans de Matos, integrante do consórcio e do Comitê Latino Americano e do Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem) do Brasil. Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, ela disse que o consórcio tem debatido com organizações de mulheres mecanismos mais eficazes de prevenção e de melhor acesso à justiça para as mulheres.</p>
<p>“Tem sido feita uma reflexão a respeito de uma lei mais ampla, que abarque todas as formas de violência que existiam e outras que têm surgido e, por isso, necessitam também de uma regulação. Uma lei integral de enfrentamento à violência de gênero contra as mulheres, onde vamos buscar diretrizes, objetivos, as responsabilidades dos estados, dos municípios, dos poderes judiciário e legislativo, pensar também em um aparato de mecanismos no âmbito da justiça.”</p>
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		<title>Escrivão da PCDF é encontrado morto junto a companheira dentro de um apartamento</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/escrivao-da-pcdf-e-encontrado-morto-junto-a-companheira-dentro-de-um-apartamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 01:12:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[21ª Delegacia de Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[duplo homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[escrivão]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[namorada]]></category>
		<category><![CDATA[PMDF]]></category>
		<category><![CDATA[Taguatinga Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Um casal foi encontrado morto em um apartamento na Quadra 102 de Águas Claras, na manhã desta segunda-feira (18/3). Acionada para apurar o caso, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) fez perícia no imóvel, que fica no sétimo andar de um dos prédios do condomínio, e recolheu os corpos. A ocorrência ficou registrada na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-322337753" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Um casal foi encontrado morto em um apartamento na Quadra 102 de Águas Claras, na manhã desta segunda-feira (18/3). Acionada para apurar o caso, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) fez perícia no imóvel, que fica no sétimo andar de um dos prédios do condomínio, e recolheu os corpos.</p>
<p>A ocorrência ficou registrada na 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul). A coluna Na Mira apurou que as vítimas são o escrivão da PCDF Leonardo Rodrigues Ribeiro e a companheira dele, Jéssica Raianne Alves de Souza.</p>
<p>Os dois corpos foram encontrados no quarto. As linhas de investigação preliminares da polícia envolvem as hipóteses de duplo suicídio ou feminicídio seguido de suicídio.</p>
<p>Leonardo atuava na 12ª DP (Taguatinga Centro) e chegou a perder o porte de arma devido a problemas psicológicos. A reportagem apurou que, após a morte da companheira, Leonardo teria chamado um vizinho e avisou que a companheira tinha se matado. Em seguida, voltou para o próprio apartamento.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-37465 aligncenter" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/03/PCDF-investiga-morte-de-casal-dentro-de-casa-em-Aguas-Claras-3-e1710810661140.webp" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>“A polícia chegou ao local e conversou com uma testemunha, que informou que Leonardo a teria procurado, dizendo: ‘Minha esposa se matou. Peça ajuda’. Essa testemunha, então, teria descido com os filhos. Momentos depois, ouviu um disparo”, detalhou o segundo-tenente da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Carlos Cunha. Na sequência, o zelador subiu ao imóvel do casal e encontrou os corpos.</p>
<p>Vizinhos relataram ao Metrópoles que moram muitos profissionais da área de segurança tem apartamentos no condomínio e que o casal morava na Torre A. Outros moradores também comentaram que Leonardo e Jéssica Raianne teriam participado de um churrasco na piscina do residencial, nesse domingo (17/3).</p>
<h3>Perícia</h3>
<p>Por meio de nota, a PCDF informou que investigando o caso e confirmou que os corpos foram encontrados pela manhã, em um apartamento de Águas Claras.</p>
<p>“Uma arma de fogo, identificada como um revólver calibre 38, foi encontrada no apartamento e também será submetida à perícia, assim como os corpos das vítimas, a fim de determinar a dinâmica dos fatos. Novas atualizações sobre o caso serão fornecidas com o avanço das investigações”, destacou o texto.</p>
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<p>Fonte: Metrópoles</p>
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		<item>
		<title>Mulher tem casa incendiada e é morta com mais de 5 tiros pelo ex-companheiro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mulher-tem-casa-incendiada-e-e-morta-com-mais-de-5-tiros-pelo-ex-companheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 01:41:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressor]]></category>
		<category><![CDATA[ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[investigações]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[rompimento de relação]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia faz buscas pelo ex-companheiro de Sueli de 49 anos, suspeito de feminicídio, no Paraná. Conforme as investigações, o homem foi até a casa da vítima e ateou fogo no imóvel. Em seguida, ele levou Sueli de carro até uma estrada, onde ela foi morta com disparos de arma de fogo. Segundo o delegado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2344007945" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A polícia faz buscas pelo ex-companheiro de Sueli de 49 anos, suspeito de feminicídio, no Paraná. Conforme as investigações, o homem foi até a casa da vítima e ateou fogo no imóvel. Em seguida, ele levou Sueli de carro até uma estrada, onde ela foi morta com disparos de arma de fogo.</p>
<p>Segundo o delegado, a vítima não havia registrado nenhum boletim de ocorrência sobre o agressor, no qual informasse que sofria violência doméstica.</p>
<p>As informações preliminares relatam que Sueli conheceu o criminoso na metade do ano de 2022, passaram a morar juntos, mas devido aos ciúmes do homem, ficou assustada e decidiu romper a relação. Após 3 meses morando sozinha, a vítima teria conhecido e se relacionado com outro homem.</p>
<p>O ex-companheiro, inconformado, foi até a casa de Sueli de carro, discutiu com a vítima, convenceu-a a entrar no veículo e ateou fogo na casa dela. Ao cometer a ação, o homem dirigiu até 200 metros de distância da residência e parou o carro.</p>
<p>Vizinhos ouviram vítima gritar, pedindo para não ser morta. Sueli saiu do carro e correu em direção ao mato, quando o ex-companheiro efetuou mais de 5 disparos contra ela.</p>
<p>As autoridades já identificaram o autor do creme.</p>
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<p>Fonte: R7</p>
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		<title>Mulher é enforcada e enterrada viva sob três camadas de cimento</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mulher-e-enforcada-e-enterrada-viva-sob-tres-camadas-de-cimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 02:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[1 vítima]]></category>
		<category><![CDATA[DHBF]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[RJ]]></category>
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					<description><![CDATA[Homem confessa ter matado ex-companheira, que estava viva ao ser enterrada, sob três camadas de cimento, no quintal de casa. O corpo de Letícia Barbosa Leite da Silva foi encontrado no imóvel de Rafael Pereira Gomes da Silva, preso por feminicídio. Caso aconteceu em Duque de Caxias, na Baiada Fluminense (RJ). O ex-companheiro de Letícia Barbosa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3184729308" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Homem confessa ter matado ex-companheira, que estava viva ao ser enterrada, sob três camadas de cimento, no quintal de casa. O corpo de Letícia Barbosa Leite da Silva foi encontrado no imóvel de Rafael Pereira Gomes da Silva, preso por feminicídio. Caso aconteceu em Duque de Caxias, na Baiada Fluminense (RJ).</p>
<p>O ex-companheiro de Letícia Barbosa Leite da Silva, de 29 anos, que foi encontrada morta e enterrada no quintal da casa onde o homem morava, confessou o crime durante depoimento e foi preso. Identificado como Rafael Pereira Gomes da Silva, ele foi até a sede da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), na última quarta-feira (31), onde, segundo a polícia, apresentou versões inverídicas sobre o crime, mas acabou admitindo.</p>
<p>De acordo com as investigações, Leticia foi enterrada ainda com vida. O corpo foi achado por parentes que faziam buscas por ela, após seu desaparecimento, e estava escondido sob o alicerce da casa, debaixo de três camadas de cimento, onde Rafael morava.</p>
<p>Segundo a polícia, em depoimento, o preso disse que estava escondido há dias, mas acompanhava por meio de redes sociais e da imprensa que os agentes tentavam encontrá-lo.</p>
<p>A investigação buscava informações sobre o paradeiro de Rafael, uma vez que era o principal suspeito. Ele teria afirmado que preferiu comparecer à especializada para apresentar sua versão dos fatos. Rafael é acusado de feminicídio e teve prisão temporária de 30 dias decretada.</p>
<h3>Crime em casa</h3>
<p>O acusado contou que os dois tiveram relações sexuais, e, em seguida, a ex-companheira disse que levaria o filho de 2 anos embora, pois iria morar com uma outra pessoa, longe da região de Caxias. Segundo Rafael, neste momento ele teria se descontrolado e enforcado a vítima com um golpe mata-leão, em que é feito o estrangulamento, até a morte. Em seguida, enterrou o corpo.</p>
<p>Os fatos narrados, no entanto, foram contraditos pela investigação. Foi identificado que Leticia ainda estava viva quando foi enterrada, tendo como causa da morte asfixia por constrição do pescoço e por soterramento.</p>
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<p>Fonte: Extra</p>
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		<item>
		<title>Atraso na justiça: Caso de Erik Busetti e a espera por uma sentença para as vítimas de feminicídio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/atraso-na-justica-caso-de-erik-busetti-e-a-espera-por-uma-sentenca-para-as-vitimas-de-feminicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2023 00:56:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[2 vítimas]]></category>
		<category><![CDATA[delegado]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Vídeos registrados por câmeras de segurança mostram os últimos momentos de Maritza Guimarães da Costa, 41, e Ana Carolina de Souza, 16, antes de serem mortas pelo delegado Erik Busetti, em um crime cometido em março de 2020. Erik foi preso em flagrante no dia do crime e admitiu ter cometido os feminicídios. No entanto, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-596792447" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Vídeos registrados por câmeras de segurança mostram os últimos momentos de Maritza Guimarães da Costa, 41, e Ana Carolina de Souza, 16, antes de serem mortas pelo delegado Erik Busetti, em um crime cometido em março de 2020.</p>
<p>Erik foi preso em flagrante no dia do crime e admitiu ter cometido os feminicídios. No entanto, quase quatro anos depois, ainda não há uma decisão da Justiça. O júri popular está previsto para acontecer no dia (15) de maio de 2024. Nas imagens, divulgadas recentemente, é possível ver o policial discutindo e agredindo as mulheres minutos antes de atirar contra elas.</p>
<p>O policial se entregou à polícia logo após o ocorrido. De acordo com informações divulgadas pela Polícia Civil na época, a filha do casal, de 9 anos, estava dormindo em um quarto durante a ação. Após fazer os disparos, Busetti a retirou do local e deixou na casa de uma vizinha, pedindo para que chamasse a polícia, pois iria se entregar.</p>
<p>Procurada pela reportagem para comentar o novo desdobramento, o advogado do delegado, Cláudio Dalledone, afirmou que “mais do que olhar a chuva, é importante explicar como a nuvem se formou, e a defesa irá justificar o porquê do desencadeamento daquela tragédia”.</p>
<h3>Delegado não aceitava a separação</h3>
<p>A principal hipótese considerada no inquérito é a de que os assassinatos teriam relação com um processo de divórcio que estava em andamento entre Erik e Maritza. Segundo um dos advogados da família dela, que era escrivã da Polícia Civil, eles já estavam separados, e aguardavam a venda da casa para cada um comprar um imóvel.</p>
<p>“Eles já dormiam em quartos separados. Naquele dia, ela havia retornado da Operação Verão no litoral paranaense, e quando ela voltou, ele havia comprado bebida para propor uma noite romântica”, afirmou à CNN o advogado Samuel Rangel.</p>
<p>“Como já era definida a situação ela não aceitou. Com isso, ele ficou enfurecido e partiu para a agressão contra a filha dela, de um primeiro casamento. Quando Maritza ouviu as agressões, correu em socorro da filha, momento em que ele descarrega a arma nas duas”, concluiu Rangel.</p>
<p>Embora tenha admitido o crime, Erik ficou em silêncio durante o interrogatório com a polícia.</p>
<h3>Continua recebendo salário</h3>
<p>De acordo com consulta realizada pela CNN no Portal da Transparência do Governo do Paraná, mesmo que esteja detido há mais de 3 anos, Erik ainda aparece como servidor ativo, e recebe salário pelo cargo ocupado. Em novembro deste ano, ele foi remunerado com R$ 26.762,70.</p>
<p>Em 2020, a Polícia Civil afirmou que o delegado também responderia processo disciplinar administrativo, sob pena de demissão do cargo. Procurada pela CNN, a polícia não informou se o processo chegou a ser concluído ou se algum entrave foi encontrado, até a última atualização desta reportagem.</p>
<p>Além disso, em agosto de 2023 outra questão foi alvo de contestação da defesa da família. O delegado, de dentro do Complexo Médico-Penal em Pinhais, onde está detido, acessou múltiplas vezes um sistema policial de acesso restrito.</p>
<p>Segundo o inquérito aberto para investigar o caso, ele tentou consultar o próprio nome em sistemas sigilosos da Polícia Civil. Até a publicação desta reportagem, a polícia também não deu detalhes sobre o andamento da investigação.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<item>
		<title>Mulher de 39 anos morre carbonizada dentro da própria casa no interior do Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mulher-de-39-anos-morre-carbonizada-dentro-da-propria-casa-no-interior-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 03:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[1 vítima]]></category>
		<category><![CDATA[AM-010]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[carbonizada]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[IML]]></category>
		<category><![CDATA[Itacoatiara]]></category>
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					<description><![CDATA[Marineide da Silva e Silva, de 39 anos, morreu carbonizada dentro da casa que morava, na rodovia AM-010, ramal Bom Jesus, no município de Itacoatiara, interior do Amazonas, durante o último sábado (11). O marido da vítima, identificado como Francicleuton França da Silva, de 23 anos, é o principal suspeito do crime. Testemunhas contaram que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2639733787" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Marineide da Silva e Silva, de 39 anos, morreu carbonizada dentro da casa que morava, na rodovia AM-010, ramal Bom Jesus, no município de Itacoatiara, interior do Amazonas, durante o último sábado (11).</p>
<p>O marido da vítima, identificado como Francicleuton França da Silva, de 23 anos, é o principal suspeito do crime. Testemunhas contaram que o Francicleuton ateou fogo na residência enquanto a esposa ainda estava dentro do local. O marido nega a autoria do crime, mas acabou sendo preso pela polícia.</p>
<p>O Instituto Médico Legal (IML) irá investigar para saber se a vítima já estava morta quando o incêndio começou. O crime foi registrado como feminicídio.</p>
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<p>Fonte: Mix de Notícias</p>
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		<item>
		<title>Polícia diz que homem matou amante grávida para não assumir filho em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/policia-diz-que-homem-matou-amante-gravida-para-nao-assumir-filho-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 12:56:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Crime em Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) afirmou, nesta sexta-feira (4), que Débora da Silva Alves, que tinha 18 anos, foi assassinada pelo amante, o vigilante Gil Romero Machado Batista, de 41 anos. Segundo a polícia, a vítima estava grávida de oito meses, e o homem não queria assumir o filho. Gil Batista é considerado foragido. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1257979629" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) afirmou, nesta sexta-feira (4), que Débora da Silva Alves, que tinha 18 anos, foi assassinada pelo amante, o vigilante Gil Romero Machado Batista, de 41 anos. Segundo a polícia, a vítima estava grávida de oito meses, e o homem não queria assumir o filho.<br /><br />Gil Batista é considerado foragido. Na quinta-feira (3), a Polícia Civil prendeu José Nilson, conhecido como &#8220;Nego&#8221;, por participação no crime.<br /><br />O suspeitou contou à polícia que Débora teve o corpo carbonizado, com o bebê na barriga. O corpo da vítima foi encontrado, na manhã de quinta-feira, em uma área de mata localizada no Mauazinho, Zona Leste de Manaus.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a delegada Débora Barreiros, delegada adjunta da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), a área de mata faz parte do terreno da empresa onde Gil Romero trabalhava como vigilante.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em depoimento, José Nilson relatou que, no dia do crime, Gil Batista chegou ao terreno com a vítima dentro de um carro, já desacordada. Depois, segundo a polícia, os dois atearam fogo no corpo dela dentro de um camburão. Em seguida, o corpo foi jogado na área de mata.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Debora estava desaparecida desde o dia 29 de julho deste ano. A família esteve no Instituto Médico Legal (IML) na quinta-feira, e reconheceu o corpo.</p>
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</div>
<div id="chunk-252be">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Reconhecemos pelos brincos, parte dos cabelos e pelo vestido que ela estava usando. A mãe dela e eu também reconhecemos&#8221;, disse a tia da jovem, Rita de Cássia Silva.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nesta sexta-feira, a Polícia Civil afirmou que exames da arcada dentária confirmaram a identidade da vítima.</p>
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<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Desaparecimento ocorreu no sábado</span></p>
<p>A jovem desapareceu na Rua Filadelfia, no bairro Gilberto Mestrinho, também na Zona leste da capital, após sair de casa para se encontrar com o pai da criança.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a família, o homem vinha ameaçando Débora por não aceitar a gravidez. Os familiares também afirmaram que o homem é casado e temia o fim do relacionamento com a atual mulher<em>.</em></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Reprodução</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1 AM</p>
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