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	<title>falsa blitz - Portal NDC</title>
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		<title>Delegado é esculachado e fica sob mira de metralhadoras em falsa blitz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 01:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[falsa blitz]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) instaurou inquérito para apurar as circunstâncias de abordagem violenta sofrida pelo delegado-chefe da 17ª DP (Taguatinga Norte), Mauro Aguiar, durante falsa blitz. O policial ficou sob a mira de metralhadoras, foi xingado e ameaçado por homens que usavam viaturas e fardas pretas sem qualquer identificação funcional. A investigação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1752274787" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) instaurou inquérito para apurar as circunstâncias de abordagem violenta sofrida pelo delegado-chefe da 17ª DP (Taguatinga Norte), Mauro Aguiar, durante falsa blitz. O policial ficou sob a mira de metralhadoras, foi xingado e ameaçado por homens que usavam viaturas e fardas pretas sem qualquer identificação funcional. A investigação será conduzida pela 23ª DP (P Sul).</p>
<p data-gtm-vis-recent-on-screen-8752935_845="5759" data-gtm-vis-first-on-screen-8752935_845="5759" data-gtm-vis-total-visible-time-8752935_845="100" data-gtm-vis-has-fired-8752935_845="1">O episódio ocorreu na madrugada do último sábado (13/8), na Rodovia DF-459, que liga Samambaia a Ceilândia. Aguiar estava em serviço e exercia a função de supervisor de dia, representando o delegado-geral da PCDF. Vestido com um colete da corporação, ele estava em uma viatura descaracterizada e seguia para a 15ª DP (Ceilândia) quando avistou a blitz e atendeu ao comando dos supostos policiais, que fizeram sinal para parar.</p>
<p>Ao iluminar o interior do automóvel com uma lanterna, um dos homens que estava no ponto de bloqueio teria exigido, de forma ríspida, os documentos do carro e a identificação pessoal do delegado. “Esse colete é um pano de chão, e o distintivo é vendido em qualquer feira. Delegado é o caralho, desce do carro!”, teria dito.</p>
<h4><strong>Metralhadoras engatilhadas</strong></h4>
<p>O fato de todos os supostos policiais vestirem fardas pretas sem a identificação de qualquer corporação ou nomes de guerra chamou a atenção do delegado. O mesmo ocorreu com as viaturas, que estavam estacionadas a cerca de 300 metros do ponto de bloqueio, impossibilitando que as placas fossem vistas.</p>
<blockquote>
<p>De acordo com as investigações, quando Mauro Aguiar foi cercado pelo grupo que conduzia a falsa blitz, o delegado ouviu o estalo de armas engatilhadas e ficou sob a mira delas. Em seguida, o homem que havia feito a abordagem teria gritado que o delegado estaria embriagado. No mesmo momento, outros três que integravam o grupo reconheceram o chefe da unidade de Taguatinga Norte: “É o doutor Mauro”, disseram, em tom preocupado.</p>
</blockquote>
<p data-gtm-vis-recent-on-screen-8752935_866="8132" data-gtm-vis-first-on-screen-8752935_866="8132" data-gtm-vis-total-visible-time-8752935_866="100" data-gtm-vis-has-fired-8752935_866="1" data-gtm-vis-recent-on-screen-8752935_862="8136" data-gtm-vis-first-on-screen-8752935_862="8136" data-gtm-vis-total-visible-time-8752935_862="100" data-gtm-vis-has-fired-8752935_862="1">Aguiar exigiu falar com o comandante da operação, e um homem se identificou como “tenente Andretti, do Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) da PMDF”. O delegado acabou liberado pelos supostos policiais e seguiu para a 15ª DP, onde registrou ocorrência por injúria. Ele também se submeteu a exame de alcoolemia no Instituto Médico Legal (IML), que deu negativo.</p>
<h4><strong>Blitz fantasma</strong></h4>
<p>Na mesma madrugada, Mauro Aguiar entrou em contato com a Central de Operações da Polícia Militar (Copom) a fim de confirmar quem eram os miliares que participavam da blitz. Em resposta, foi informado de que não existia ponto de bloqueio do BPRv previsto para aquela noite naquele ponto e tampouco alguém na unidade chamado “tenente Andretti”. Quando decidiu retornar ao local em que a blitz havia sido montada, não havia mais sinal dos supostos policiais nem das viaturas.</p>
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<div class=" trc_undo_btn ">Delegado mais antigo da PCDF na área operacional, com 34 anos de carreira, Mauro Aguiar preferiu não se manifestar sobre o caso. Procurado pela coluna, falou que ainda está traumatizado com o episódio e irá acompanhar o desdobramento das investigações. Aguiar ressaltou que sempre defendeu a integração entre as forças de segurança.</div>
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<p>A reportagem acionou a PMDF para saber se, de fato, não havia blitz oficial no local mencionado pelo delegado, mas não obteve retorno até a última atualização deste texto.</p>
<h4>Entidades se manifestam</h4>
<p>Após a publicação da reportagem, o Sindicato dos Delegados de Polícia do DF (Sindepo-DF) e a Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), emitiram nota classificando como “abusiva” a abordagem. “Além de acompanhar de perto e exigir rigidez nas apurações, as Entidades Integradas irão buscar a melhoria das condições de trabalho dos delegados de polícia na supervisão de dia”.</p>
<p>O texto diz ainda que ambas “já entraram em contato com a Direção da PCDF, que se mostrou atenta ao caso e informou que irá promover mudanças quanto ao funcionamento da supervisão de dia”.</p>
<p>*Fonte: Metrópoles</p>
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