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	<title>falsa acusação - Portal NDC</title>
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		<title>Mulheres são condenadas a indenizar motorista de app em R$ 20 mil após falsa acusação de intoxicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2022 14:58:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[condenadas]]></category>
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		<category><![CDATA[Motorista de app]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas mulheres foram condenadas a indenizar em R$ 20 mil [R$ 10 mil cada] um motorista de aplicativo por danos morais. Elas divulgaram nas redes sociais que o profissional havia intoxicado ambas dentro do veículo. Segundo a decisão da juíza Andrea Aparecida Nogueira Amaral Roman, da 2ª Vara do Juizado Especial Cível de Santos, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2277837451" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Duas mulheres foram condenadas a indenizar em R$ 20 mil [R$ 10 mil cada] um motorista de aplicativo por danos morais. Elas divulgaram nas redes sociais que o profissional havia intoxicado ambas dentro do veículo. Segundo a decisão da juíza Andrea Aparecida Nogueira Amaral Roman, da 2ª Vara do Juizado Especial Cível de Santos, no litoral de São Paulo, o laudo do Instituto de Criminalística (IC) constatou que produto era álcool etílico.<br /><br />A juíza defendeu que o motorista teve a reputação, dignidade e honra ofendidas por meio de publicações em redes sociais que tiveram grande repercussão e resultaram na suspensão das atividades profissionais do homem.</p>
<p>Em novembro de 2021, o motorista conduziu a passageira e ofereceu-lhe álcool com essência de canela para higienizar as mãos. O homem disse que, após iniciar a corrida, a mulher pediu para que ele parasse o veículo, pois precisava ir a uma farmácia. Na sequência, após descer do carro, a mulher tirou fotos do veículo do motorista.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Posteriormente, o motorista soube que a passageira tinha publicado uma foto do veículo e feito um falso alerta, dizendo que o motorista queria dopá-la.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O profissional foi à Delegacia da Mulher, entregou uma amostra do produto para perícia e soube que outra passageira tinha prestado queixa contra ele, que revelou ter ficado com o psicológico abalado. As duas mulheres registraram boletim de ocorrência.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span class="highlight highlighted">Segundo a juíza</span>, <span class="highlight highlighted">os fatos que foram imputados ao motorista não são verídicos</span>. &#8220;Isso porque publicaram postagem no Facebook narrando que o autor teria cometido fatos criminosos contra a mulher, que como acima relatado, não restou comprovado, vez que o laudo do Instituto de Criminalística fulminou as versões das requeridas&#8221;.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na publicação, a mulher não divulgou o nome do autor publicamente, no entanto, terceiros propagaram e debateram as informações até chegarem no motorista, o que, segundo a juíza, demonstra a repercussão negativa das alegações, com intuito de que pessoas deixassem de utilizar os serviços dele como motorista de aplicativo. Foram publicadas fotos do veículo e da placa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A outra passageira, que também publicou o caso nas redes sociais, disse que foi ela quem compartilhou as informações, mas não conseguiu comprovar que a conta havia sido invadida.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;As condutas das requeridas foram desmedidas, abusivas e manifestamente ilegais, tendo em muito extrapolado a preocupação com o bem-estar de terceiros desconhecidos, mas expressaram uma fúria, para adentrar no propósito injustificável e inaceitável de prejudicar a imagem e reputação do autor aos integrantes da sociedade local, sem provas concretas&#8221;, disse a juíza.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <strong>g1</strong> tentou contato com a juíza, no entanto, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) afirmou que os magistrados não podem se manifestar fora dos autos, por vedação da Lei Orgânica da Magistratura (Loman) e disse que o TJ-SP não se manifesta sobre questões judiciais, pois os magistrados têm independência funcional para decidir de acordo com os documentos dos autos e seu livre convencimento.</p>
</div>
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