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	<title>EUA - Portal NDC</title>
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	<title>EUA - Portal NDC</title>
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		<title>Avião faz pouso forçado em bairro residencial e atinge casas; VEJA VÍDEO</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/aviao-faz-pouso-forcado-em-bairro-residencial-e-atinge-casas-veja-video/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 23:59:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Falha mecânica após decolagem provocou queda da aeronave em área residencial de Phoenix EUA – Um avião de pequeno porte caiu sobre duas casas em um bairro residencial no norte de Phoenix, no estado do Arizona, nos Estados Unidos, na quarta-feira (04/03), após apresentar falha mecânica logo depois da decolagem. O impacto deixou três pessoas com ferimentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3490228717" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Falha mecânica após decolagem provocou queda da aeronave em área residencial de Phoenix<br /><br /><strong>EUA</strong> – Um avião de pequeno porte caiu sobre duas casas em um bairro residencial no norte de Phoenix, no estado do Arizona, nos Estados Unidos, na quarta-feira (04/03), após apresentar falha mecânica logo depois da decolagem. O impacto deixou três pessoas com ferimentos leves e mobilizou equipes de emergência na região.<br /><br />Câmeras de segurança captaram momentos antes da queda. As imagens mostram a aeronave fazendo uma curva no ar e descendo em direção às casas. Pouco depois, o avião desaparece atrás dos telhados e ocorre a colisão.<br /><br />Informações iniciais apontam que o avião, modelo Piper PA-28 com quatro lugares, atingiu primeiro o telhado de uma residência com uma das asas. O choque arrancou várias telhas e provocou a separação de parte da asa e de um painel lateral da fuselagem. A perda dessas estruturas levou a aeronave a girar no ar antes de mergulhar com a parte frontal no quintal da casa vizinha.<br /><br />Imagens aéreas divulgadas pela emissora local 12 News mostram a aeronave apoiada sobre a parte frontal, com estrutura metálica bastante deformada. A asa e o painel que se desprenderam ficaram espalhados na área próxima às residências atingidas.<br /><br />Moradores relataram um forte estrondo no momento do impacto. A primeira casa atingida pertence a uma família com um bebê de quatro meses. O quarto da criança apresentou os maiores danos. Um adulto estava no imóvel no momento do impacto e conseguiu sair instantes antes de ficar preso sob os escombros. O morador sofreu traumatismo craniano, escoriações e queimaduras, recebeu atendimento médico e já deixou o hospital.<br /><br />A aeronave também transportava duas pessoas, um instrutor de voo e um aluno piloto. Ambos receberam atendimento de paramédicos no local. O voo partiu do aeroporto Deer Valley Airport, conhecido pelo intenso movimento de aeronaves particulares na região.<br /><br />O capitão do Corpo de Bombeiros de Phoenix, Todd Keller, comentou o resultado do acidente. “Em situações como essa, com várias residências envolvidas e pessoas entrando e saindo das casas, foi um milagre que ninguém tenha se ferido gravemente”, afirmou.<br /><br />Equipes de emergência evacuaram casas próximas enquanto profissionais especializados atuaram para conter vazamento de combustível. A Federal Aviation Administration informou que a aeronave apresentou falha mecânica ao tentar retornar ao aeroporto e participa da investigação para identificar as causas da queda.<br /><br /><strong>Veja vídeo: </strong></p>
<div style="width: 740px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-62327-1" width="740" height="416" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2026/03/queda-aviao_d24am.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2026/03/queda-aviao_d24am.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2026/03/queda-aviao_d24am.mp4</a></video></div>
<p><br /><br /><br /><em>Fonte: D24am.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
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		<title>Lula critica ações dos EUA na Venezuela e defende multilateralismo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-critica-acoes-dos-eua-na-venezuela-e-defende-multilateralismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 02:42:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Afirmações estão no jornal The New York Times deste domingo Em artigo publicado neste domingo (18) no jornal The New York Times, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os bombardeios dos Estados Unidos em território venezuelano e a &#8220;captura&#8221; do presidente do país, ocorridos no início de janeiro, representam “mais um capítulo lamentável da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-669828006" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Afirmações estão no jornal The New York Times deste domingo</p>
<p>Em artigo publicado neste domingo (18) no jornal <em>The New York Times</em>, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os bombardeios dos Estados Unidos em território venezuelano e a &#8220;captura&#8221; do presidente do país, ocorridos no início de janeiro, representam “mais um capítulo lamentável da contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida após a Segunda Guerra Mundial”.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1675293&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1675293&amp;o=node" /></p>
<p>No texto, <strong>Lula critica o que classifica como ataques recorrentes de grandes potências à autoridade da Organização das Nações Unidas (ONU) e de seu Conselho de Segurança.</strong> Segundo o presidente, “quando o uso da força para resolver disputas deixa de ser exceção e passa a ser regra, a paz, a segurança e a estabilidade globais ficam ameaçadas”.</p>
<p>Lula afirma ainda que a aplicação seletiva das normas internacionais compromete o sistema global.</p>
<blockquote>
<p>“Se as normas são seguidas apenas de forma seletiva, instala-se a anomia, que enfraquece não apenas os Estados individualmente, mas o sistema internacional como um todo”, escreveu.</p>
</blockquote>
<p>Para o presidente, “sem regras coletivamente acordadas, é impossível construir sociedades livres, inclusivas e democráticas”.</p>
<h2>Democracia</h2>
<p><strong>No artigo, Lula reconhece que chefes de Estado ou de governo, “de qualquer país”, podem ser responsabilizados por ações que atentem contra a democracia e os direitos fundamentais.</strong></p>
<p>No entanto, ressalta que “não é legítimo que outro Estado se arrogue o direito de fazer justiça”. Segundo ele, “ações unilaterais ameaçam a estabilidade em todo o mundo, desorganizam o comércio e os investimentos, aumentam o fluxo de refugiados e enfraquecem a capacidade dos Estados de enfrentar o crime organizado e outros desafios transnacionais”.</p>
<p>O presidente afirma ser “particularmente preocupante” que essas práticas estejam sendo aplicadas à América Latina e ao Caribe.</p>
<p>Segundo Lula, elas levam “violência e instabilidade a uma parte do mundo que busca a paz por meio da igualdade soberana das nações, da rejeição ao uso da força e da defesa da autodeterminação dos povos”.</p>
<p><strong>Ele destaca que, “em mais de 200 anos de história independente, esta é a primeira vez que a América do Sul sofre um ataque militar direto dos Estados Unidos”.</strong></p>
<p>Ao tratar da região, Lula afirma que a América Latina e o Caribe, com mais de 660 milhões de habitantes, “têm seus próprios interesses e sonhos a defender”. Em um mundo multipolar, “nenhum país deveria ter suas relações externas questionadas por buscar a universalidade”.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Não seremos subservientes a empreendimentos hegemônicos” e defende que “construir uma região próspera, pacífica e plural é a única doutrina que nos serve”.</p>
</blockquote>
<h2>Agenda regional</h2>
<p>Lula também defende, no artigo, a construção de uma agenda regional positiva, capaz de superar diferenças ideológicas.</p>
<p>“Queremos atrair investimentos em infraestrutura física e digital, promover empregos de qualidade, gerar renda e ampliar o comércio dentro da região e com países de fora dela”, afirma. Segundo o presidente, “a cooperação é fundamental para mobilizar os recursos de que tanto precisamos para combater a fome, a pobreza, o tráfico de drogas e as mudanças climáticas”.</p>
<p><strong>Sobre a Venezuela, Lula afirma que “o futuro do país, assim como o de qualquer outro, deve permanecer nas mãos de seu povo”.</strong></p>
<blockquote>
<p><strong>&#8220;</strong>Apenas um processo político inclusivo, liderado por venezuelanos, levará a um futuro democrático e sustentável”.</p>
</blockquote>
<h2>Cooperação</h2>
<p>No texto, Lula diz ainda que o Brasil continuará trabalhando com o governo e o povo venezuelanos para “proteger os mais de 1.300 quilômetros de fronteira compartilhada” e aprofundar a cooperação bilateral.</p>
<p>Ao tratar da relação com os Estados Unidos, o presidente afirma que Brasil e EUA são “as duas democracias mais populosas do continente americano”. Segundo Lula, “unir esforços em torno de planos concretos de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir”.</p>
<p>“Somente juntos podemos superar os desafios que afligem um hemisfério que pertence a todos nós.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Com tarifaço de Trump, exportações para EUA caem 6,6% em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/com-tarifaco-de-trump-exportacoes-para-eua-caem-66-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 21:13:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[Alta nas vendas para China e União Europeia compensaram recuo Em um ano marcado pelo tarifaço do governo Donald Trump, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 6,6% em 2025, somando US$ 37,716 bilhões, ante US$ 40,368 bilhões registrados em 2024. No sentido oposto, as importações de produtos norte-americanos cresceram 11,3% no ano passado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2024569045" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Alta nas vendas para China e União Europeia compensaram recuo</p>
<p>Em um ano marcado pelo tarifaço do governo Donald Trump, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 6,6% em 2025, somando US$ 37,716 bilhões, ante US$ 40,368 bilhões registrados em 2024. No sentido oposto, as importações de produtos norte-americanos cresceram 11,3% no ano passado, alcançando US$ 45,246 bilhões, contra US$ 40,652 bilhões no ano anterior.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1674337&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1674337&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Com a queda das exportações e a alta das importações, o Brasil encerrou 2025 com déficit de US$ 7,530 bilhões na balança comercial com os Estados Unidos.</strong> Os números foram divulgados nesta terça-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).</p>
<p>O resultado reflete os efeitos do tarifaço imposto pelo governo do presidente Donald Trump. Em novembro, o mandatário norte-americano anunciou a retirada da tarifa adicional de 40% aplicada a uma série de produtos brasileiros. Ainda assim, conforme cálculos do próprio Mdic, 22% das exportações do Brasil para os Estados Unidos, o equivalente a US$ 8,9 bilhões, continuam <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/tarifaco-continua-afetar-22-das-exportacoes-diz-alckmin" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">sujeitas às tarifas estabelecidas em julho</a>.</p>
<p><strong>Nesse grupo estão tanto produtos que pagam apenas a sobretaxa de 40% quanto aqueles que acumulam a tarifa extra com a taxa-base de 10%.</strong> Outros 15% das exportações, o equivalente a US$ 6,2 bilhões, seguem sujeitos apenas à tarifa de 10%.</p>
<p>Um total de 27%, cerca de US$ 10,9 bilhões, são atingidos pelas tarifas da Seção 232, que incidem sobre importações que os Estados Unidos consideram como ameaça à segurança nacional. Apenas 36% das vendas brasileiras ao mercado norte-americano estão livres de encargos adicionais.</p>
<h2>Dezembro</h2>
<p>Mesmo após a retirada parcial das tarifas, as exportações brasileiras aos Estados Unidos caíram 7,2% em dezembro, totalizando US$ 3,449 bilhões, frente a US$ 3,717 bilhões no mesmo mês de 2024. <strong>Foi a quinta queda consecutiva nas vendas ao mercado norte-americano desde a imposição da sobretaxa de 50% anunciada em julho pelo governo Trump.</strong></p>
<p>As importações de produtos estadunidenses, por sua vez, recuaram 1,5% em dezembro na comparação anual.</p>
<h2>Negociações</h2>
<p>Em entrevista coletiva, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a estratégia de negociação e diálogo com Washington. <strong>Segundo ele, as conversas já resultaram na redução do número de produtos atingidos pelo tarifaço.</strong> </p>
<p>“O trabalho de redução continua”, afirmou.</p>
<p><strong>Alckmin também destacou que o governo busca melhorar as condições para os 22% da pauta exportadora ainda afetados pelas tarifas.</strong> Ele destacou as boas relações entre Lula e Trump.</p>
<p>“Em relação à questão comercial, o presidente Lula tem um bom relacionamento com o presidente Trump e pode avançar ainda mais. Podemos ter um ganha-ganha, tanto na questão tarifária, como não tarifária, em terras raras, datacenters. Podemos ter a aprovação da Redata [regime especial para centros de dados], que estimula investimentos. O Brasil tem energia abundante e renovável”, acrescentou Alckmin.</p>
<h2>China e União Europeia</h2>
<p><strong>Enquanto as vendas aos Estados Unidos recuaram, o comércio brasileiro com outros parceiros avançou em 2025.</strong> As exportações para a China cresceram 6%, totalizando US$ 100,021 bilhões, ante US$ 94,372 bilhões em 2024. As importações de produtos chineses subiram 11,5%, para US$ 70,930 bilhões, resultando em superávit de US$ 29,091 bilhões para o Brasil.</p>
<p><strong>Já as exportações para a União Europeia aumentaram 3,2% no ano passado, somando US$ 49,810 bilhões. As importações do bloco cresceram 6,4%, para US$ 50,290 bilhões, o que gerou déficit de US$ 480 milhões.</strong> Apenas em dezembro, mês marcado pelo adiamento da assinatura do acordo Mercosul–União Europeia, as exportações brasileiras ao bloco avançaram 39% na comparação com o mesmo mês de 2024.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>EUA e Coreia do Sul anunciam acordo comercial</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/eua-e-coreia-do-sul-anunciam-acordo-comercial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 17:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Coreia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Acerto entre Washington e Seul inclui tarifas sobre automóveis e especifica os compromissos de investimento; informações foram confirmadas pelo mandatário americano, Donald Trump A Coreia do Sul e os Estados Unidos anunciaram, nesta quarta-feira (29), que concluíram um acordo comercial negociado ao longo de vários meses, após uma reunião entre o presidente americano, Donald Trump, e seu homólogo sul-coreano, Lee [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3741158538" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Acerto entre Washington e Seul inclui tarifas sobre automóveis e especifica os compromissos de investimento; informações foram confirmadas pelo mandatário americano, Donald Trump</p>
<div class="content-premium">
<p>A <strong>Coreia do Sul</strong> e os <strong>Estados Unidos</strong> anunciaram, nesta quarta-feira (29), que concluíram um acordo comercial negociado ao longo de vários meses, após uma reunião entre o presidente americano, <strong>Donald Trump</strong>, e seu homólogo sul-coreano, Lee Jae-myung. “Chegamos a um acordo. Fizemos muitas coisas diferentes. Ótima reunião”, declarou o americano, durante uma visita à cidade sul-coreana de Gyeongju para a reunião de cúpula do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec).</p>
<p>Os dois países finalizaram um amplo acordo que inclui tarifas sobre automóveis e especifica os compromissos de investimento da Coreia do Sul, confirmou Kim Yong-beom, principal assessor do presidente sul-coreano. Segundo Yong-beom, o acordo prevê uma redução para 15% das tarifas que ambos os países impõem mutuamente sobre os automóveis.</p>
<p>Inclui também um plano de investimentos sul-coreanos no valor de US$ 350 bilhões (R$ 1,8 trilhão) nos Estados Unidos, “dos quais US$ 200 bilhões (R$ 1,07 trilhão) serão em dinheiro e US$ 150 bilhões (R$ 805 bilhões) para cooperação no setor de construção naval”, afirmou.</p>
<p>“Basicamente, finalizamos o nosso acordo comercial e discutimos outras questões relacionadas à segurança nacional, etc. Acho que chegamos a uma conclusão sobre muitos pontos muito importantes”, disse Trump durante um jantar com líderes da Apec.</p>
<p>Em julho, Trump havia concordado em reduzir para 15% as tarifas que implementou sobre os produtos sul-coreanos, em troca do compromisso de Seul de investir US$ 350 bilhões nos Estados Unidos. Contudo, as tarifas elevadas sobre os veículos foram mantidas e os dois países discordaram constantemente sobre a estrutura do compromisso de investimentos.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>EUA retiram taxa das exportações nacionais de celulose e ferro-níquel</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/eua-retiram-taxa-das-exportacoes-nacionais-de-celulose-e-ferro-niquel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2025 20:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2024, Brasil exportou quase US$ 1,84 bilhão desse grupo de produtos A Ordem Executiva nº 14.346, divulgada pelo governo dos Estados Unidos no último dia 5, tornou livre de tarifas adicionais a maior parte das exportações brasileiras aos EUA de celulose e de ferro-níquel. Na prática, nesses produtos não incidirão nem a alíquota de 10%, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-716512942" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em 2024, Brasil exportou quase US$ 1,84 bilhão desse grupo de produtos</p>
<p>A Ordem Executiva nº 14.346, divulgada pelo governo dos Estados Unidos no último dia 5, tornou livre de tarifas adicionais a maior parte das exportações brasileiras aos EUA de celulose e de ferro-níquel. <strong>Na prática, nesses produtos não incidirão nem a alíquota de 10%, anunciada em abril, nem a sobretaxa de 40%, aplicada em 30 de julho.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1658496&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1658496&amp;o=node" /></p>
<p>Em 2024, o Brasil exportou cerca de US$ 1,84 bilhão desse grupo de produtos aos EUA, o que representa 4,6% do total exportado para aquele país, com destaque para celulose, em particular pastas químicas de madeira não conífera e pastas químicas de madeira conífera, no valor de US$ 1,55 bilhão.</p>
<p><strong>Com a nova exclusão, no total, chega a 25,1% o montante das exportações brasileiras aos EUA livre da alíquota de 10% e da sobretaxa de 40% impostas pelo governo estadunidense aos produtos brasileiros.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O governo segue empenhado em diminuir a incidência de tarifas dos EUA sobre os produtos brasileiros. A mais recente ordem executiva dos EUA representa um avanço sobretudo para o setor de celulose do Brasil. Mas ainda há muito a ser feito e seguimos trabalhando para isso”, afirmou o vice-presidente e mMinistro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin.</p>
</blockquote>
<p>Dados do ministério, do último dia 11, mostram que, do total de exportações brasileiras aos Estados Unidos, que soma US$ 40 bilhões, 34,9% (US$ 14,1 bilhões) estão sujeitas às tarifas adicionais de 10% e 40% (totalizando 50%); 16,7% (US$ 6,8 bilhões), a 10%; 25,1% (US$ 10,1 bilhões) estão livres de tarifas adicionais; e 23,3% ou US$ 9,4 bilhões, sujeitas a tarifas específicas, aplicadas a todos os países.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>&#8220;Saúde e soberania não se negociam&#8221;, diz Padilha após sanção dos EUA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/saude-e-soberania-nao-se-negociam-diz-padilha-apos-sancao-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 11:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Médicos]]></category>
		<category><![CDATA[Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Visto]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo Trump revogou visto de secretário ligado ao Mais Médicos Após o governo dos Estados Unidos revogar os vistos de integrantes do governo ligados ao Mais Médicos, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu na noite desta quarta-feira (13) o programa. Segundo o ministro, o Mais Médicos &#8220;sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja&#8221;, assim [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3394065766" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Governo Trump revogou visto de secretário ligado ao Mais Médicos</p>
<p><strong>Após o governo dos Estados Unidos revogar os vistos de integrantes do governo ligados ao Mais Médicos, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu na noite desta quarta-feira (13) o programa.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1654330&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1654330&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o ministro, o <strong>Mais Médicos &#8220;sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja&#8221;, assim como o Pix</strong>, sistema de pagamento brasileiro que também já foi alvo de críticas do governo de Donald Trump.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira. Não nos curvaremos a quem persegue as vacinas, os pesquisadores, a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como Ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman&#8221;, disse em postagem nas redes sociais.</p>
</blockquote>
<p>Mais cedo, <strong>o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou a revogação dos vistos de funcionários do governo brasileiro, ex-funcionários da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e seus familiares.</strong></p>
<p>De acordo com comunicado,<strong> foram revogados os vistos de Mozart Julio Tabosa Sales, secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, e Alberto Kleiman, ex-assessor de Relações Internacionais do ministério e atual coordenador-geral para COP30.</strong></p>
<p>A justificativa do governo de Donald Trump foram que <strong>eles desempenharam um papel na implementação do programa enquanto trabalhavam no Ministério da Saúde do Brasil e que são cúmplices &#8220;com o trabalho forçado do governo cubano&#8221; por meio do programa. </strong></p>
<p>Nas redes sociais, Padilha afirmou ainda que, nos últimos dois anos, o número de profissionais no programa dobrou.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Temos muito orgulho de todo esse legado que leva atendimento médico para milhões de brasileiros que antes não tinham acesso à saúde. Seguiremos firmes em nossas posições: saúde e soberania não se negociam. Sempre estaremos do lado do povo brasileiro&#8221;, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p>Criado em 2013, o Programa Mais Médicos atende regiões remotas, de difícil acesso, vulneráveis e com escassez desses profissionais. Na época, foram contratados médicos cubanos por meio de cooperação com a Opas, até 2018. Em 2023, o governo federal retomou o programa, rebatizado de Mais Médicos para o Brasil, com prioridade para profissionais brasileiros e abertura de vagas para outras áreas de saúde, como dentistas, enfermeiros e assistentes sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Governo Trump eleva para US$ 50 milhões a recompensa pela captura de Nicolás Maduro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-trump-eleva-para-us-50-milhoes-a-recompensa-pela-captura-de-nicolas-maduro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 14:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[à prisão]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[levem]]></category>
		<category><![CDATA[maduro]]></category>
		<category><![CDATA[oferecem]]></category>
		<category><![CDATA[por]]></category>
		<category><![CDATA[US$ 50 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, valor foi dobrado pelo presidente da Venezuela ser ‘um dos maiores narcotraficantes do mundo’ e ‘representar uma ameaça à segurança nacional do país’ Nesta quinta-feira (7), o governo dos Estados Unidos elevou para US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) a recompensa por informações que levem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4249804741" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Segundo a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, valor foi dobrado pelo presidente da Venezuela ser ‘um dos maiores narcotraficantes do mundo’ e ‘representar uma ameaça à segurança nacional do país’<br /><br />Nesta quinta-feira (7), o governo dos Estados Unidos elevou para US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) a recompensa por informações que levem à prisão ou condenação do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O valor anterior, estipulado em US$ 25 milhões, foi dobrado após a administração americana classificar Maduro como uma crescente “ameaça à segurança nacional”. A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, anunciou a decisão e afirmou que o presidente venezuelano é considerado “um dos maiores narcotraficantes do mundo”. O Departamento de Justiça dos EUA acusa formalmente Maduro de liderar uma organização de narcoterrorismo. As acusações incluem conspiração, tráfico de drogas, importação de cocaína e uso de armas para apoiar atividades criminosas. De acordo com as autoridades americanas, Maduro seria o líder do “Cartel de los Soles”, um grupo que Washington classifica como uma organização terrorista.<br /><br />Ainda segundo a procuradoria-geral dos Estados Unidos, a intensificação da pressão sobre o líder venezuelano inclui ações práticas. Recentemente, autoridades americanas apreenderam mais de US$ 700 milhões em bens supostamente ligados a Maduro e seus aliados, entre eles jatos particulares e veículos de luxo. Além disso, foram interceptadas 30 toneladas de cocaína vinculadas ao grupo, sendo que parte da droga estaria misturada com fentanil, um opioide sintético de alto risco. Apesar do aumento significativo na recompensa, analistas apontam que a medida tem, por enquanto, um efeito mais político do que prático, já que Maduro permanece no poder na Venezuela.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Plano de contingência sobre tarifas dos EUA já foi apresentado a Lula</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/plano-de-contingencia-sobre-tarifas-dos-eua-ja-foi-apresentado-a-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 15:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Haddad, o Brasil não sairá da mesa de negociações O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira (28) o plano de contingenciamento para ajudar empresas afetadas pela tarifa de 50% aos produtos brasileiros impostas pelos Estados Unidos, disse nesta noite o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele reiterou que o Brasil não pretende sair [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-931155046" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Segundo Haddad, o Brasil não sairá da mesa de negociações</p>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira (28) o plano de contingenciamento para ajudar empresas afetadas pela tarifa de 50% aos produtos brasileiros impostas pelos Estados Unidos, disse nesta noite o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele reiterou que o Brasil não pretende sair da mesa de negociações e continuará a dar prioridade ao diálogo para tentar reverter a medida.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1652386&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1652386&amp;o=node" /></p>
<p>Formulado pelos Ministérios da Fazenda; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; das Relações Exteriores; e pela Casa Civil, o plano de contingência agora está sob análise de Lula, que tomará uma decisão, caso os Estados Unidos não adiem a entrada em vigor da tarifa, prevista para a próxima sexta-feira (1º).</p>
<blockquote>
<p>“Nós nos debruçamos sobre isso hoje. Os cenários possíveis já são de conhecimento do presidente [Lula]. Ainda não tomamos nenhuma decisão, porque nem sabemos qual será a decisão dos Estados Unidos no dia 1º. O importante é que o presidente tem na mão os cenários todos que foram definidos pelos quatro ministérios”, declarou Haddad, que não adiantou detalhes sobre o plano de socorro.</p>
</blockquote>
<p>Apesar da apresentação do plano de contingência,<strong> Haddad informou que a prioridade do governo brasileiro continua a ser o diálogo com os Estados Unidos.</strong> Mais cedo, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, informou que o governo brasileiro está tendo diálogos “com reserva” com o governo estadunidense.</p>
<blockquote>
<p>“Combinamos de apresentar para ele [Lula] o plano de contingência com todas as possibilidades que estão à disposição do Brasil e dele à frente da Presidência da República. O foco continua sendo as negociações”, afirmou Haddad, em entrevista a jornalistas ao deixar o ministério na noite desta segunda.</p>
</blockquote>
<p><strong>O ministro da Fazenda afirmou que Alckmin está em “contato permanente e à disposição permanentemente” das autoridades estadunidenses.</strong> &#8220;O foco, por determinação do presidente, é negociar, tentar evitar medidas unilaterais, mas, independentemente da decisão que o governo dos Estados Unidos vai tomar, nós vamos continuar abertos à negociação”, reiterou Haddad.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Secretário dos EUA diz que entrada em vigor de tarifas não será adiada</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/secretario-dos-eua-diz-que-entrada-em-vigor-de-tarifas-nao-sera-adiada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 17:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxação aos produtos brasileiros deve começar em 1º de agosto O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que as tarifas aos produtos brasileiros previstas para iniciarem em 1º de agosto não serão adiadas. Os produtos importados do Brasil pelos EUA serão taxados em 50%. A afirmação foi feita neste domingo (27) durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-37120683" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Taxação aos produtos brasileiros deve começar em 1º de agosto<br /><br />O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que as tarifas aos produtos brasileiros previstas para iniciarem em 1º de agosto não serão adiadas. Os produtos importados do Brasil pelos EUA serão taxados em 50%.<br /><br />A afirmação foi feita neste domingo (27) durante entrevista do secretário ao programa Fox News Sunday. <br /><br />&#8220;Com certeza não haverá mais prorrogações, não haverá mais [período de] carência. As tarifas estão programadas para o dia 1º de agosto. Colocaremos a Alfândega para começar a coletar o dinheiro&#8221;, disse. <br /><br />Lutnick afirmou que o presidente Donald Trump estará aberto a &#8220;negociar e conversar com as grandes economias&#8221;. Ele, no entanto, ponderou que tais conversas podem esbarrar em dificuldades. <br /><br />&#8220;Obviamente, após 1º de agosto, as pessoas ainda poderão falar com o presidente Trump. Ele está sempre disposto a ouvir. Até lá, acho que o presidente vai falar com muitas pessoas. Se elas podem fazê-lo feliz é outra questão&#8221;, acrescentou. <br /><br />Entenda<br />No dia 9 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que anuncia a imposição de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao país norte-americano a partir do dia 1º de agosto.<br /><br />No documento, Trump diz ter adotado a medida sob a justificativa de que o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, estaria sofrendo perseguição política.<br /><br />Os Estados Unidos também iniciaram uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram supostamente “desleais”. Entre elas, o Pix.<br /><br />O governo de Trump também revogou os vistos do ministro Alexandre de Moraes, seus familiares e “aliados na Corte”.<br /><br />Na última sexta-feira (25), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que está aberto a negociar com Trump e disse que o presidente dos Estados Unidos foi induzido a acreditar “em uma mentira”. O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é ministro da Indústria, Comércio e Serviço, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, lideram as iniciativas para uma solução diplomática com o país norte-americano. O governo também criou um comitê para discutir as taxações com o setor produtivo brasileiro.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Estados Unidos monitoram Pix desde 2022</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/estados-unidos-monitoram-pix-desde-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 14:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento de agência federal cita sistema de pagamento O Pix está sob o escrutínio das autoridades estadunidenses desde, pelo menos, 2022. Há três anos, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, do inglês) já revelava, em um documento oficial, que o país estava preocupado com os impactos da popularização da plataforma brasileira de pagamentos instantâneos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1360072618" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Documento de agência federal cita sistema de pagamento</p>
<p>O <strong>Pix está sob o escrutínio das autoridades estadunidenses desde, pelo menos, 2022</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1651288&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1651288&amp;o=node" /></p>
<p>Há três anos, o <strong>Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, do inglês) já revelava, em um documento oficial, que o país estava preocupado com os impactos da popularização da plataforma brasileira de pagamentos instantâneos</strong>, em uso desde novembro de 2020.</p>
<blockquote>
<p>“Os Estados Unidos estão monitorando de perto os desenvolvimentos relacionados ao mercado de pagamentos eletrônicos de varejo no Brasil para garantir que o Banco Central [BC] brasileiro facilite condições equitativas para todos os participantes do mercado, dado o papel duplo do BC como regulador e operador do Pix, um serviço de pagamento de varejo em tempo real”, apontou o <a href="https://ustr.gov/sites/default/files/2022%20National%20Trade%20Estimate%20Report%20on%20Foreign%20Trade%20Barriers.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">USTR em seu relatório anual</a> sobre as perspectivas das exportações.</p>
</blockquote>
<p>No documento, o <strong>USTR tece comentários sobre o que classifica como “barreiras comerciais estrangeiras” com o potencial de afetar as exportações</strong>, os investimentos e o comércio eletrônico dos EUA com 63 nações, incluindo o Brasil, mais o Reino Unido.</p>
<p>A edição de 2022 do relatório foi a primeira – e única &#8211; a mencionar nominalmente o Pix, embora documentos posteriores tenham voltado a mencionar o sistema financeiro brasileiro.</p>
<p>O USTR é uma agência federal que integra o gabinete executivo da presidência dos EUA. Responsável pelo desenvolvimento e coordenação da política de comércio internacional, o escritório tornou público, nesta quinta-feira (16), que instaurou uma investigação para apurar, entre outras ações comerciais brasileiras, o estímulo governamental ao uso do Pix.</p>
<p>Segundo o principal dirigente do USTR, Jamieson Greer, a investigação foi solicitada pelo próprio presidente Donald Trump para apurar “os ataques do Brasil às empresas de mídia social americanas, bem como outras práticas comerciais desleais que prejudicam empresas, trabalhadores, agricultores e inovações tecnológicas” dos Estados Unidos.</p>
<h2>Concorrência</h2>
<p>Conforme a <strong>Agência Brasil</strong> noticiou, analistas avaliam que as críticas do governo dos Estados Unidos podem ser explicadas pela concorrência que o sistema de pagamento eletrônico brasileiro, público e gratuito, faz aos serviços oferecidos por operadoras de cartão de crédito <strong>tradicionais e ao Whatsapp Pay, chegando mesmo a tornar-se uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais.</strong></p>
<p>De acordo com o Banco Central, só no ano passado, o Pix movimentou cerca de R$ 26,4 trilhões.</p>
<p>“O Brasil desenvolveu uma forma de meio de pagamento que oferece uma série de vantagens. O Pix é ágil, promoveu um processo de bancarização, de inclusão de pessoas que não tinham conta. E faz parte da lei de competência e de concorrência oferecer um produto cada vez melhor”, afirmou a economista Cristina Helena Mello, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p><strong>Um dos possíveis motivos para a reação tardia de Donald Trump é a possibilidade das autoridades estadunidenses entenderem que, ao lançar o Pix, em 2020, o Banco Central teria prejudicado os planos de negócios da Meta</strong>, empresa que pertence ao empresário Mark Zuckerberg, aliado de Trump, e que anunciou, em junho do mesmo ano, o lançamento da funcionalidade Whatsapp Pay no Brasil.</p>
<p>Na época, a Meta anunciou que os brasileiros seriam os primeiros usuários do WhatsApp a poder enviar e receber dinheiro utilizando cartões de crédito pré-cadastrados no aplicativo.</p>
<p>Uma semana depois do anúncio, o BC e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspenderam a função, com a justificativa de que seria necessário avaliar riscos da operação, potenciais riscos para a concorrência e garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamento Brasileiro (SPB).</p>
<p>“O WhatsApp criou uma forma de transferência de dinheiro de pessoas para pessoas, mas estava fazendo isso fora do sistema financeiro legal. Não estava fazendo com integração com o nosso sistema financeiro. Portanto, escapava da regulação do Banco Central, o que fere regras brasileiras de acompanhamento de transações monetárias”, acrescentou Cristina Helena, avaliando que a medida que o BC adotou à época foi correta.</p>
<p>A<strong> Agência Brasil</strong> consultou o Banco Central e o Ministério das Relações Exteriores sobre as menções do USTR ao Pix e ao setor financeiro brasileiro, mas não teve retorno até o momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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