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	<title>esquema - Portal NDC</title>
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	<title>esquema - Portal NDC</title>
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		<title>Esquema é desarticulado e agiota preso com R$ 9 mil e cartões de vítimas no AM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 17:32:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[desarticulado]]></category>
		<category><![CDATA[esquema]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o autor, foram encontrados documentos de veículos retidos de vítimas e uma arma de fogo Lábrea &#8211; Josmar Marinho Maia, de 51 anos, conhecido como “Jabá”, foi preso na segunda-feira (15), investigado pelos crimes de extorsão e agiotagem,  no município de Lábrea (a 702 quilômetros de Manaus). Com o homem, a polícia encontrou os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3578053022" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Com o autor, foram encontrados documentos de veículos retidos de vítimas e uma arma de fogo<br /><br /><strong>Lábrea</strong> &#8211; Josmar Marinho Maia, de 51 anos, conhecido como “Jabá”, foi preso na segunda-feira (15), investigado pelos crimes de extorsão e agiotagem,  no município de Lábrea (a 702 quilômetros de Manaus). Com o homem, a polícia encontrou os cartões bancários das vítimas.<br /><br />Durante a operação policial, foram apreendidos cerca de R$ 9 mil em espécie, uma arma de fogo, 45 cartões bancários e documentos de veículos retidos de vítimas.<br /><br />Conforme o delegado Paulo Gadelha, da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Lábrea, as investigações iniciaram quando uma das vítimas registrou o Boletim de Ocorrência (BO) contra o indivíduo, relatando os crimes de extorsão e agiotagem, e desde então ele estava sendo investigado. Ele foi preso durante cumprimento de mandados de busca e apreensão.<br /><br />“Na residência do alvo, no Centro de Lábrea, a equipe policial encontrou um revólver calibre .32 municiado, e diante disso, ele foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo. Verificamos que o armamento era utilizado para ameaçar as vítimas que não conseguiam pagar os juros abusivos”, narrou Gadelha.<br /><br />Segundo o delegado, além da arma de fogo, no local foram encontrados cerca de 45 cartões bancários, possivelmente retidos das vítimas como garantia; R$ 6,6 mil em cédulas; R$ 1,8 mil em moedas; cadernos de contabilidade do crime e notas promissórias; e documentos de veículos de terceiros.<br /><br />“Ele também foi preso preventivamente pelos crimes de extorsão e usura pecuniária. O material apreendido comprova a habitualidade criminosa e o caso tem repercutido no município. As vítimas identificadas nos cadernos apreendidos serão intimadas formalmente”, afirmou.<br /><br />O delegado orienta a quem tenha sido vítima de Josmar, que compareça à delegacia para colaborar com as investigações. O sigilo está garantido.<br /><br /><strong>Procedimentos</strong><br /><br />Josmar Marinho Maia foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo e também responderá por extorsão e usura pecuniária. Ele está à disposição da Justiça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br /><em>Fonte: D24am</em></p>
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		<title>Homem que aplicava golpe do cartão é enganado por idosa que armou esquema com a polícia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/homem-que-aplicava-golpe-do-cartao-e-enganado-por-idosa-que-armou-esquema-com-a-policia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Mar 2024 00:47:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[esquema]]></category>
		<category><![CDATA[falsa central de banco]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
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		<category><![CDATA[SP]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça do Distrito Federal converteu em preventiva a prisão em flagrante de Guilherme Sousa Santos, acusado de aplicar o “golpe do cartão” no Lago Norte. Com a decisão, ele permanece detido. O homem de 28 anos, natural de São Paulo, foi encontrado pela Polícia Civil do DF (PCDF) enquanto tentava dar um golpe em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3046545501" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Justiça do Distrito Federal converteu em preventiva a prisão em flagrante de Guilherme Sousa Santos, acusado de aplicar o “golpe do cartão” no Lago Norte. Com a decisão, ele permanece detido. O homem de 28 anos, natural de São Paulo, foi encontrado pela Polícia Civil do DF (PCDF) enquanto tentava dar um golpe em uma idosa. No entanto, a senhora foi mais esperta, enganou o estelionatário e ele acabou preso em flagrante.</p>
<p>O caso aconteceu na tarde da última quinta-feira (14/3). Quando o homem chegou à casa da vítima para “recolher o cartão de crédito” — ação que faz parte do golpe da falsa central de segurança do banco —, ele encontrou policiais à espera dele.</p>
<p>De acordo com o delegado da 9ª DP (Lago Norte), Erick Sallum, o estelionatário já havia sido preso pelo mesmo crime.</p>
<p>“Geralmente, nós temos criminosos sediados em outros estados que ficam ligando aqui para o DF, buscando áreas de alto poder aquisitivo, como o Lago Norte e o Lago Sul, pescando vítimas. Quando eles conseguem essas vítimas, já com todos os seus dados pessoais, induzem essas vítimas ao erro, dizendo que seus cartões de crédito estão sendo usados de maneira fraudulenta e que um emissário do banco vai na casa da pessoa recolher esses cartões.”</p>
<p>Guilherme chegava a usar um falso crachá do Banco do Brasil para enganar as vítimas.</p>
<h3>Sobre o golpe</h3>
<p>Segundo o delegado Sallum, o golpe da falsa central de segurança do banco é comum no DF, especialmente nas áreas de maior poder aquisitivo, como o Lago Norte.</p>
<p>O golpe se inicia por meio de falsas ligações que simulam números de bancos e perguntam às vítimas sobre supostas compras efetivadas nos seus cartões de crédito, que acabam sendo induzidas a erro e convencidas a entregar os cartões para passar por “perícia no banco”.</p>
<p>“Para facilitar, o golpista diz às vítimas que irá enviar um emissário do banco para coletar os cartões na casa do cliente. De posse dos cartões, os criminosos sacam valores de contas correntes e estouram todos os limites em maquininhas em nome de laranjas”, explica o delegado.</p>
<p>Neste caso, a vítima desconfiou da ligação e, percebendo o golpe, chamou os policiais. Os agentes ficaram em campana dentro da casa, passando-se por filhos da vítima. Eles capturaram o criminoso na porta da residência, assim que ele interfonou.</p>
<blockquote><p>“Já na delegacia, o chefe da quadrilha de SP ligou para o celular de seu colega preso, orientando que ele não falasse nada e pedindo informações para enviar um advogado. Eles ficam de SP comandando a ação e equivocadamente se achando fora do alcance da PCDF. Ele não contava que estava sendo gravado, e agora é próximo na alça de mira”, diz o investigador.</p></blockquote>
<h3>Prisão</h3>
<p>O homem foi preso em flagrante por furto mediante fraude. Foram encontrados na quitinete em que ele reside, no Sudoeste, sete máquinas de cartão de crédito, celulares, crachás falsos de bancos e outros objetos usados nessa espécie de golpe.</p>
<p>Os extratos das máquinas revelaram que ele estava no DF há algumas semanas e tinha conseguido subtrair cartões de outras vítimas.</p>
<p>Todas as pessoas que reconhecerem o homem e perceberem que foram vítimas do mesmo golpe devem procurar a unidade policial mais próxima para registrar ocorrência.</p>
<p>“A população precisa ficar atenta e sempre acionar a Polícia Civil quando perceber esse tipo de golpe. Precisamos demonstrar que o DF não é um bom lugar para turismo criminal. De agora em diante, os criminosos devem ficar receosos, pois dentro de cada casa do Lago Norte em que tentarem a sorte tem grande chance de se depararem com uma equipe da 9ª DP.”</p>
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<p>Fonte: Metrópoles</p>
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		<item>
		<title>Jânio Freitas de Souza envolvido na morte de jornalista e indigenista, é transferido para a Sede da PF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/janio-freitas-de-souza-envolvido-na-morte-de-jornalista-e-indigenista-e-transferido-para-a-sede-da-pf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 22:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[acusação de assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[esquema]]></category>
		<category><![CDATA[indigenista]]></category>
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		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[Tabatinga]]></category>
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					<description><![CDATA[Jânio Freitas de Souza, apontado como braço direito do mandante dos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, foi transferido para a sede da Polícia Federal, em Manaus. A transferência aconteceu na noite do domingo (21), após ele ser preso, em Tabatinga, interior do Amazonas, no dia (18) de janeiro. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1243074115" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Jânio Freitas de Souza, apontado como braço direito do mandante dos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, foi transferido para a sede da Polícia Federal, em Manaus. A transferência aconteceu na noite do domingo (21), após ele ser preso, em Tabatinga, interior do Amazonas, no dia (18) de janeiro.</p>
<p>Segundo a Polícia Federal, o homem será indiciado pelo duplo homicídio e por ocultação de cadáveres. Jânio estava cumprindo regime semiaberto há três meses.</p>
<p>Segundo a PF, Jânio foi preso em Tabatinga, no interior do estado. No dia 5 de agosto de 2022, um mês após os assassinatos de Bruno e Dom, ele chegou a ser preso por pesca ilegal e há três meses respondia pelo crime em liberdade.</p>
<p>O pedido de prisão de Jânio foi feito após a PF identificar que ele estava coagindo testemunhas do caso e estar interferindo no andamento do processo contra ele e &#8220;Colômbia&#8221;.</p>
<p>Em setembro de 2022, dois meses depois dos crimes, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) publicou que o pescador era funcionário temporário da Prefeitura de Secretaria de Interior de Atalaia do Norte, onde ocupava a função de auxiliar de serviços gerais.</p>
<p>De acordo com a entidade, que investiga crimes contra jornalistas, mesmo preso, Jânio continuava recebendo salário da prefeitura. Ainda segundo a reportagem, em julho daquele ano, o pescador recebeu salário de R$ 1.212,00.</p>
<p><div id="attachment_34236" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-34236" class="size-full wp-image-34236" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/01/dd36c3ff-3a46-4840-b543-e6705cc8018c-e1705960547509.jpg" alt="" width="600" height="397" /><p id="caption-attachment-34236" class="wp-caption-text">Jânio aparece em uma das últimas fotos feitas de Dom Phillips com vida, segundo a investigação. Foto: Reprodução/Globoplay</p></div></p>
<p>O nome de Jânio de Freitas aparece em uma outra investigação da PF: o assassinato de Maxciel Pereira dos Santos, agente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) executado por um pistoleiro em 2019, em Tabatinga. A cidade fica próxima a Atalaia do Norte.</p>
<p>Na época em que esteve preso em 2022, Jânio chegou dar depoimento na nona sessão da audiência de instrução e julgamento do caso Bruno e Dom.</p>
<p>Ele contou que no dia da morte de Bruno e Dom, o indigenista afirmou que mandaria a Polícia Federal prender os pescadores ilegais que estavam invadindo lagos de manejo das comunidades ribeirinhas.</p>
<p>Porém, as investigações da Polícia Federal identificaram que Jânio agia além da pesca ilegal, ele é braço direto e de confiança de &#8220;Colômbia&#8221;, que ordenou a morte do indigenista Bruno Pereira, que comandava uma série de apreensões de carregamentos de peixes capturados de áreas indígenas.</p>
<p>Ainda segundo as investigações, o jornalista Dom Phillips foi morto porque acompanhava o indigenista.</p>
<p>A Polícia Federal informou que pediu a transferência para presídio federal de Jânio e &#8220;Colômbia&#8221;, por conta do risco de fuga e risco à integridade física e psíquica dos investigados.</p>
<p>Ainda segundo a polícia federal, Jânio e &#8220;Colômbia&#8221; foram indiciados pelo duplo homicídio e ocultação de cadáveres do indigenista brasileiro e do jornalista britânico.</p>
<h3>Investigações</h3>
<p>No inquérito policial que apura o homicídio de Bruno Pereira e Dom Phillips, já foram indiciados os executores, e os ocultadores dos cadáveres das vítimas.</p>
<p>Durante as investigações foi indiciado como mandante dos homicídios, Rubem Dario da Silva Villar, conhecido como “Colômbia”, bem como outros envolvidos no esquema criminoso.</p>
<p>&#8220;Registre-se que Colômbia se encontra preso em Manaus, por motivo de falsificação de documentos de identidade, bem como também por ser chefe de uma organização criminosa transnacional armada, em outro inquérito que apurou pesca ilegal e contrabando&#8221;, disse a PF.</p>
<p>Com o prosseguimento das investigações, ficou constatado em diversos documentos, que ele possuía um segurança armado. Ainda de acordo com o apurado, Colômbia dirigia sua organização criminosa por meio de informações recebidas por este segurança.</p>
<h3>Entenda o caso</h3>
<p>Bruno e Dom desapareceram quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia. Eles foram vistos pela última vez no dia 5 de junho de 2022, quando passavam em uma embarcação pela comunidade de São Rafael, em Atalaia do Norte, no Amazonas.</p>
<p>De São Rafael, seguiriam para a sede de Atalaia do Norte. A viagem de 72 quilômetros deveria durar apenas duas horas, mas eles nunca chegaram ao destino.</p>
<p>As buscas pelos dois começaram no mesmo dia, por integrantes União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), que acionaram as autoridades.</p>
<p>Após dias de buscas, os restos mortais de Bruno e Dom foram encontrados enterrados, em uma área de mata de difícil acesso, no dia 15 de junho de 2022.</p>
<p>As investigações concluíram que as vítimas foram mortas a tiros e os corpos, esquartejados, queimados e enterrados. Segundo laudo de peritos da Polícia Federal, Bruno foi atingido por três disparos, dois no tórax e um na cabeça. Já Dom foi baleado uma vez, no tórax.</p>
<p>Amarildo da Costa Oliveira, o &#8220;Pelado&#8221;, Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como “Dos santos”, e Jefferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”, foram presos suspeitos de cometerem os assassinatos.</p>
<p>Além dos três acusados, no fim de janeiro de 2023, a Polícia Federal (PF) apontou Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como &#8220;Colômbia&#8221;, como o mandante dos homicídios.</p>
<p>Colômbia está preso desde dezembro de 2022. Ele chegou a ser solto após pagar uma fiança de R$ 15 mil, em outubro. A prisão foi decretada novamente pela Justiça Federal após ele descumprir condições impostas quando obteve liberdade provisória. Colômbia também é investigado por pesca ilegal e tráfico de drogas.</p>
<p>Segundo as investigações, &#8220;Colômbia&#8221; tinha relação direta com Amarildo. No processo, o Ministério Público Federal denunciou Amarildo, Oseney e Jefferson pelo assassinato das vítimas.</p>
<p>As buscas pelos dois começaram no mesmo dia, por integrantes União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), que acionaram as autoridades.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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		<item>
		<title>Governo destitui servidor envolvido em esquema de propina no MEC com pastores</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-destitui-servidor-envolvido-em-esquema-de-propina-no-mec-com-pastores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jan 2024 13:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
		<category><![CDATA[esquema]]></category>
		<category><![CDATA[FNDC]]></category>
		<category><![CDATA[gerente de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano de Freitas Musse]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
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					<description><![CDATA[A Controladoria-Geral da União (CGU) destituiu Luciano de Freitas Musse, que ocupava o cargo de gerente de projetos do Ministério da Educação (MEC), após o fim de um processo administrativo disciplinar que concluiu que o agente público atuou em parceria com os pastores evangélicos Gilmar Silva dos Santos e Arilton Moura Correia para facilitar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2568758462" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Controladoria-Geral da União (CGU) destituiu Luciano de Freitas Musse, que ocupava o cargo de gerente de projetos do Ministério da Educação (MEC), após o fim de um processo administrativo disciplinar que concluiu que o agente público atuou em parceria com os pastores evangélicos Gilmar Silva dos Santos e Arilton Moura Correia para facilitar a liberação de recursos da pasta para prefeituras, em troca de propina.</p>
<p>O caso foi revelado em 2022, por matérias na imprensa, e levou à exoneração do então ministro Milton Ribeiro, que chefiou a pasta da Educação durante parte do governo de Jair Bolsonaro.</p>
<p>Segundo o processo disciplinar da CGU, o indiciado recebeu R$ 20 mil por indicação de um dos pastores. Além da exoneração do cargo de confiança, Musse fica proibido de ser indicado, nomeado ou tomar posse em cargo efetivo ou funções de confiança no Poder Executivo federal pelo período de oito anos.</p>
<p>Em audiência pública na Comissão de Educação do Senado, em abril de 2022, prefeitos de três municípios confirmaram aos senadores que foram abordados por pastores que pediam o pagamento de propina em troca da liberação de verbas do MEC.</p>
<p>Conforme as denúncias, mesmo sem cargos formais, os pastores tinham livre trânsito no MEC e intermediavam os pleitos de prefeituras junto ao então ministro Milton Ribeiro. Ele deixou o comando da pasta após a divulgação de áudios em que afirma dar “prioridade” ao repasse de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDC), uma autarquia vinculada ao MEC, aos “prefeitos que são amigos do pastor Gilmar Santos”.</p>
<p>Nos áudios, Ribeiro enfatizava que a prioridade atendia a um pedido do presidente Jair Bolsonaro. Em sua defesa, o ministro afirmou que não praticou atos ilícitos.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Suspeito de ajudar a matar &#8216;Rei do Brega&#8217; é preso e um segue sendo procurado pela polícia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/suspeito-de-ajudar-a-matar-rei-do-brega-e-preso-e-um-segue-sendo-procurado-pela-policia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 01:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[DEHS]]></category>
		<category><![CDATA[esquema]]></category>
		<category><![CDATA[Rei do Brega]]></category>
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					<description><![CDATA[Ricardo Junio Guimarães Fonseca, conhecido como “Pimpolho, foi preso suspeito da morte de José Carlos Leocádio Gama, conhecido como “Rei do Brega”, no dia (23) de outubro deste ano. A vítima teve a cabeça e um dos braços arrancados e carbonizado. Essa já é a quarta prisão da investigação. Além dele, Adriano Silva Valente, conhecido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1236605085" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Ricardo Junio Guimarães Fonseca, conhecido como “Pimpolho, foi preso suspeito da morte de José Carlos Leocádio Gama, conhecido como “Rei do Brega”, no dia (23) de outubro deste ano. A vítima teve a cabeça e um dos braços arrancados e carbonizado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-32734 aligncenter" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/12/2-1.jpeg" alt="" width="593" height="342" /></p>
<p>Essa já é a quarta prisão da investigação. Além dele, Adriano Silva Valente, conhecido como “Papaizinho”, Paulo Urbano da Encarnação, conhecido como “Barnabé” e Kelly Terco Barbosa Ferreira já foram presos. O local e as circunstâncias da prisão ainda não foram divulgados pela polícia que deve dar mais detalhes do caso em coletiva de imprensa.</p>
<p>José Leocádio desapareceu no dia 16 de outubro e teve o corpo encontrado uma semana depois com sinais de espancamento, no bairro Gilberto Mestrinho, zona Leste. A vítima foi assassinada com a golpes de enxada.</p>
<p>Segundo delegada Deborah Barreiros, adjunta da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Kelly é suspeita de armar uma emboscada para a vítima, quando o levou para um bar, onde quatro indivíduos aguardavam para cometer o crime.</p>
<p>“O corpo da vítima foi desmembrado e queimado, e foi encontrado uma semana depois de ser dado como desaparecido. Os criminosos da região acreditavam que José Carlos estaria denunciando o comércio de drogas, por isso premeditaram a sua morte”, destacou a autoridade policial.</p>
<p>A polícia segue em busca do quinto envolvido no caso, identificado como Marcelo, o ”Neguinho” que segue sendo procurado pela polícia. Quem tiver informações sobre o paradeiro pode entrar em contato pelo número (92) 98118-9535.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Mix de notícias</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Influencers envolvidos no esquema de rifas não podem sair da cadeia por ordem da justiça</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/influencers-envolvidos-no-esquema-de-rifas-nao-podem-sair-da-cadeia-por-ordem-da-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Oct 2023 23:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[determinação do Juiz]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[O influencer João Lucas da Silva Alves (24), conhecido como &#8220;Lucas Picolé&#8221;, investigado por suspeita de fraude com a venda de rifas pela internet, em Manaus, não poderá deixar a cadeia, mesmo após a Justiça do Amazonas ter determinado, na sexta-feira (20), a soltura dele no processo que investiga o esquema. Na sexta, a 4ª [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3332838943" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O influencer João Lucas da Silva Alves (24), conhecido como &#8220;Lucas Picolé&#8221;, investigado por suspeita de fraude com a venda de rifas pela internet, em Manaus, não poderá deixar a cadeia, mesmo após a Justiça do Amazonas ter determinado, na sexta-feira (20), a soltura dele no processo que investiga o esquema.</p>
<p>Na sexta, a 4ª Vara Criminal de Manaus determinou a liberdade provisória de Lucas Picolé, como também revogou a prisão domiciliar da influencer Isabelly Aurora Simplício Souza. Já Enzo Felipe da Silva Oliveira (24), o &#8220;Mano queixo&#8221;, também envolvido no esquema, continua preso.</p>
<p>No entanto, além da investigação de fraude com a venda de rifas pelas redes sociais, Picolé e Mano Queixo estão respondendo outro processo na justiça estadual, mas pelo crime de tráfico de drogas.</p>
<p>Nesse, os dois já foram denunciados pelo Ministério Público do Amazonas pelos crimes de tráfico, associação para o tráfico e posse de arma de fogo de uso restrito e, inclusive, viraram réus.</p>
<p>Ainda no processo, a justiça não concedeu liberdade provisória para nenhum dos dois e, por isso, mesmo beneficiado pela liberdade provisória na ação penal que investiga o esquemas rifas, Picolé vai continuar no sistema prisional do Amazonas.</p>
<p>&#8220;Ele permanece preso pela acusação de tráfico de entorpecentes, mas com certeza ele será inocentado. Como é um processo em sigilo absoluto, nós não podemos falar muita coisa&#8221;, disse o advogado do influencer, Vilson Benayon.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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