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	<title>espondilolistese - Portal NDC</title>
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		<title>Mulheres a partir dos 50 são mais propensas a desenvolver espondilolistese; saiba o que é</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 12:53:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[espondilolistese]]></category>
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					<description><![CDATA[Com sintomas semelhantes aos de outras disfunções da coluna, a espondilolistese é mais comum em jovens praticantes de esportes e mulheres com mais de 50 anos. Embora acometa cerca de 2 milhões de brasileiros por ano, a espondilolistese ainda é pouco divulgada no contexto das doenças na coluna, retardando a procura por diagnóstico e tratamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-24073221" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Com sintomas semelhantes aos de outras disfunções da coluna, a espondilolistese é mais comum em jovens praticantes de esportes e mulheres com mais de 50 anos.<br /><br />Embora acometa cerca de 2 milhões de brasileiros por ano, a espondilolistese ainda é pouco divulgada no contexto das doenças na coluna, retardando a procura por diagnóstico e tratamento adequado daqueles que apresentam o problema. Caracterizada pelo escorregamento de uma vértebra sobre outra, a condição causa dor lombar intensa que se estende pelos membros, podendo ser altamente incapacitante.</p>
<h2>O que é espondilolistese?</h2>
<p data-fetch="true">A espondilolistese se dá pelo escorregamento entre duas vértebras da coluna vertebral, isto é, o deslizamento para frente, para trás ou para os lados de uma vértebra sobre a outra, causando dor e limitações funcionais do indivíduo. Ela pode se apresentar sob diversas formas, de acordo com as suas causas, sendo classificadas como:</p>
<p><strong>Espondilolistese degenerativa:</strong> causado pelo envelhecimento natural da coluna vertebral. Com o passar dos anos, tanto os discos quanto as articulações da coluna se tornam mais enfraquecidos e instáveis, favorecendo o deslizamento entre as vértebras;</p>
<p><strong>Espondilolistese ístmica:</strong> originada pela espondilólise, é um tipo de fratura na coluna causada pela sobrecarga e excesso de hiperextensão da coluna, fazendo com que as vértebras atingidas se movam uma sobre a outra;</p>
<p data-fetch="true"><strong>Espondilolistese traumática:</strong> causada por movimentos muito bruscos, acidentes e quedas que provocam o deslocamento das vértebras de forma instantânea;</p>
<p><strong>Espondilolistese iatrogênica:</strong> cujas causas são intercorrências durante procedimentos e cirurgias que manipulam a região, prejudicando as estruturas da coluna vertebral;</p>
<p><strong>Espondilolistese congênita:</strong> causada por má-formação na região, deixando as articulações mais instáveis e favorecendo a movimentação inadequada das vértebras.</p>
<p data-fetch="true"><strong>Espondilolistese patológica:</strong> aquela causada por alguma outra doença, como tumores que enfraquecem as estruturas da região;</p>
<p>Apesar da extensa classificação da espondilolistese, segundo o Dr. Alexandre Elias, neurocirurgião com foco em coluna e mestre pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), os dois tipos com mais incidência são a degenerativa, mais presente em pessoas do sexo feminino, acima de 50 anos (acredita-se que por fatores hormonais e de osteoporose), e a ístmica, comum em adolescentes e jovens adultos, principalmente praticantes de atividades físicas que demandem hiperextensão da coluna.</p>
<h2>Identificando os sintomas da espondilolistese</h2>
<p data-fetch="true">A espondilolistese provoca a dor lombar porque ao movimentar o corpo, temos o impacto direto nos segmentos instáveis e suas conexões nervosas.</p>
<p>Já a dor irradiada, ou seja, que se propaga para os membros inferiores, se dá pela compressão nervosa que o escorregamento das vértebras pode motivar.</p>
<h2>Como o médico diagnostica a espondilolistese?</h2>
<p data-fetch="true">Como os sintomas da espondilolistese são bastante semelhantes aos de outras disfunções da coluna como a hérnia de disco e o bico de papagaio (osteofitose), para além do levantamento da história de queixa do paciente, o médico especialista em disfunções da coluna deve apoiar a sua investigação em exames de imagem.</p>
<p>Em princípio, os exames mais usados para identificar a espondilolistese são o raio-x, que revela o possível desalinhamento das vértebras, e o raio-x dinâmico, capaz de exibir a existência de movimento entre as vértebras.</p>
<p>No entanto, em alguns casos, os exames de tomografia e ressonância magnética também podem ser solicitados para esta mesma finalidade, ajudando a visualizar possíveis estruturas não ósseas afetadas pelo problema.</p>
<h2>Tratamento da espondilolistese: quando a cirurgia é uma opção?</h2>
<p data-fetch="true">Na grande maioria dos casos, a espondilolistese pode ser tratada com medicação, e com o suporte de procedimento minimamente invasivo de vídeo endoscopia para o descompressão de raiz nervosa afetada pelo deslizamento da vértebra. “, afirma o neurocirurgião Alexandre Elias.</p>
<p>“Os procedimentos minimamente invasivos são soluções interessantes para o tratamento de espondilolistese, pois não provocam sangramento significativo e consequentemente evitam alterações de pressão arterial, e outras questões relacionadas às cirurgias tradicionais”, afirma o neurocirurgião Alexandre Elias.</p>
<p>Em alguns casos, será necessário a realização de cirurgia mais invasiva, fixando parafusos para a estabilização das vértebras.</p>
<p>Por fim, é sempre bom lembrar que as cirurgias para o tratamento da espondilolistese estão presentes no SUS, tendo o senão das filas para a operação, e fazem parte do rol da ANS para cobertura pelas operadoras de planos e seguros e saúde.</p>
<p> Foto: Pexels/ND</p>
<p>*ND+</p>
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