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	<title>escassez - Portal NDC</title>
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	<title>escassez - Portal NDC</title>
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		<title>Manaus pode sofrer escassez de peixes devido a seca que atinge o Amazonas, dizem pescadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 11:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[escassez]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes]]></category>
		<category><![CDATA[pescadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Impactos já são sentidos no bolso de quem compra e de quem depende da venda do animal para sobreviver. g1 foi as feiras ouvir comerciantes e consumidores. A seca severa que atinge o Amazonas deve ocasionar a escassez de peixe nas feiras e mercados de Manaus ainda em 2024, é o que diz a Federação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1865171401" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Impactos já são sentidos no bolso de quem compra e de quem depende da venda do animal para sobreviver. g1 foi as feiras ouvir comerciantes e consumidores.<br /><br />A seca severa que atinge o Amazonas deve ocasionar a escassez de peixe nas feiras e mercados de Manaus ainda em 2024, é o que diz a Federação de Pescadores do Amazonas (Fepesca-AM). Os impactos já são sentidos no bolso de quem compra e de quem depende da venda do animal para sobreviver.<br /><br />Na sexta-feira (20), data da atualização mais recente, o nível do Rio Negro em Manaus era de 15,08 metros. No último dia 11, a Prefeitura de Manaus declarou situação de emergência na cidade.<br /><br />Segundo a Fepesca-AM, com a redução drástica dos níveis dos rios, muitos pescadores enfrentam dificuldades para acessar os pontos de pesca tradicionais, o que pode significar uma redução na oferta de peixe no estado.<br /><br />A situação se agrava com o aumento dos custos operacionais, uma vez que os pescadores precisam se deslocar para áreas mais distantes e menos produtivas. Durante o período de seca, as embarcações têm dificuldade de acesso aos locais. Por conta dessas variáveis, o preço dos peixes também pode subir.<br /><br />“Nessa estiagem a água também pode esquentar mais do que o normal e afetar o oxigênio para os peixes. Isso faz com que a produção desembarcada na cidade de Manaus tenha uma redução, e quando há essa redução é a lei da oferta e procura, a tendência do preço é aumentar”, destacou o presidente da entidade, Walzenir Falcão.<br />O pescador ainda ressalta que, o jaraqui, uma das espécies mais consumida pelos amazonenses, pode sofrer um aumento de até 40% neste devido a dificuldade da logística no atual cenário do estado.<br /><br />Luiz Carvalho, de 52 anos, é vendedor de peixes na Feira da Manaus Moderna e garante que o frete para trazer o peixe está mais caro.<br /><br />“Hoje tem mais dificuldade do peixe chegar até o consumidor. O que vem sendo caro é a logística, canoa, carreteiro, gelo”, explicou o feirante.<br />Outro trabalhador da feira, Thiago Queiroz, de 22 anos, afirmou que a dificuldade para o transporte da produção vem desde o início da seca, em julho deste ano.<br /><br />“Quando o produto chega aqui para a gente já está muito caro. Desde que começou a secar os preços estão subindo. Por isso a gente tem que repassar o preço para o consumidor para ver se a gente ganha alguma coisa. Muita das vezes o freguês já sente isso, antigamente um peixe de 4 quilos era R$70 , hoje em dia já está R$80&#8243;, disse Thiago.</p>
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/4io2ZV4sKxy_9rPhgpvfvJQ97Ac=/0x0:1600x1200/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/f/XAiXSaTPib1ZhDRR435g/whatsapp-image-2024-08-22-at-11.32.18.jpeg" sizes="(max-width: 2400px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/j9rHS-Ds-8Lk0NQnANE51QHR4PE=/0x0:1600x1200/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/f/XAiXSaTPib1ZhDRR435g/whatsapp-image-2024-08-22-at-11.32.18.jpeg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/4io2ZV4sKxy_9rPhgpvfvJQ97Ac=/0x0:1600x1200/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/f/XAiXSaTPib1ZhDRR435g/whatsapp-image-2024-08-22-at-11.32.18.jpeg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/-cftpmKXqi3PLATklE9SLQQCW_k=/0x0:1600x1200/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/f/XAiXSaTPib1ZhDRR435g/whatsapp-image-2024-08-22-at-11.32.18.jpeg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/8niCFdwDw-WazYRETEjowLI3CQs=/0x0:1600x1200/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/f/XAiXSaTPib1ZhDRR435g/whatsapp-image-2024-08-22-at-11.32.18.jpeg 600w" alt="A piracema que ocorre no estado ainda garante estabilidade nos preços — Foto: Lucas Macedo/g1 Amazonas" width="647" height="485" /><p class="wp-caption-text">A piracema que ocorre no estado ainda garante estabilidade nos preços — Foto: Lucas Macedo/g1 Amazonas</p></div>
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</div>
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</div>
<div id="chunk-6jcqa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Os impactos já são sentidos pelos consumidores. A autônoma Célia Amazonas, 62 anos, diz que não abre mão do peixe na mesa de casa, mas se surpreendeu negativamente com os valores.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8qp8d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="21">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Eu consumo bastante peixe, só que hoje o peixe está mais caro que a carne, um absurdo. Antes comprávamos seis unidades de jaraqui por R$10, hoje em dia está custando seis (unidades) por R$25 ou R$30&#8243;, comentou.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-3ab8t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="22">
<div class="content-intertitle">
<h2>Impacto Econômico</h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Segundo a economista Michele Aracaty, uma alternativa para driblar a escassez é a importação de pescado do estado de Rondônia, mas a medida pode não surtir efeito por muito tempo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ut4h">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="36" data-block-id="24">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Tal cenário contribui para a estabilidade do preço do produto neste período de estiagem, mas poderemos ter impacto no futuro devido a elevação no preço da ração utilizada para a alimentação do pescado” explicou a economista.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-fhv49">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A economista, ressalta ainda, que o impacto da seca não se aplica só aos peixes, mas em toda a produção que é comercializada no estado por meio dos rios.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-anpt1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="55" data-block-id="26">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Levando-se em consideração a relevância regional dos rios todo e qualquer alteração ocorrida neste cenário impacta sobre o cotidiano de todos. No período da estiagem ou seca dos rios culturalmente os produtos ficam mais escassos o que eleva o seu preço para o consumidor final sem contar a ampliação do prazo de entrega&#8221;, explicou Michele</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-3rb5j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="27">
<div class="content-intertitle">
<h2>Medidas do Governo do Amazonas</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-1p1ou">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em nota, o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (IDAM), informou que o Governo do Amazonas está em fase inicial de estudos para encontrar uma solução para os pescadores que sofrem o impacto da estiagem.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-flj14">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Para mitigar os impactos da estiagem, algumas iniciativas estão sendo propostas, informou o Idam. Organizações locais e entidades governamentais estão discutindo estratégias para a recuperação dos habitats aquáticos e a implementação de sistemas de monitoramento que ajudem a prever e gerenciar melhor os recursos pesqueiros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aoj41">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="55" data-block-id="30">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“O Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) informa que está em fase de levantamento de informações, por meio de 75 Unidades Locais (UnLoc&#8217;s) e postos avançados próprios, para identificar as necessidades dos pescadores artesanais no estado, que, atualmente, são mais de 60 mil, durante a estiagem”, afirma a nota.</blockquote>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O órgão também explica que mesmo com a grande vazante das calhas dos rios, os valores dos pescados que são comercializados no estado, ainda não sofrem um grande aumento.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4e41n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="72" data-block-id="32">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Com relação ao preço do pescado durante a estiagem, embora a captura seja mais fácil por conta da baixa da água dos rios, a tendência é o aumento do valor em algumas regiões do estado devido aos entraves logísticos. Por isso, o Idam tem realizado ações de crédito para que o pescador artesanal tenha meios para custear a atividade e garantir a chegada da produção dele nos mercados consumidores”, conclui o IDAM.</blockquote>
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<p>Fonte: G1 AM</p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">44073</post-id>	</item>
		<item>
		<title>México vive crise hídrica há três meses e cidades ficam sem abastecimento de água</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mexico-vive-crise-hidrica-ha-tres-meses-e-cidades-ficam-sem-abastecimento-de-agua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 01:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crise hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[escassez]]></category>
		<category><![CDATA[falta de água]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[UNAM]]></category>
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					<description><![CDATA[Alejandro Gomez está sem água corrente há mais de três meses. Às vezes, a água dura uma ou duas horas, mas apenas um pequeno gotejamento, apenas o suficiente para encher alguns baldes. Depois nada durante muitos dias. Gomez, que mora no distrito de Tlalpan, na Cidade do México, não tem um grande tanque de armazenamento, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-631529512" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Alejandro Gomez está sem água corrente há mais de três meses. Às vezes, a água dura uma ou duas horas, mas apenas um pequeno gotejamento, apenas o suficiente para encher alguns baldes. Depois nada durante muitos dias.</p>
<p>Gomez, que mora no distrito de Tlalpan, na Cidade do México, não tem um grande tanque de armazenamento, por isso não recebe entregas de caminhões-pipa, porque simplesmente não há onde armazenar a água. Em vez disso, ele e sua família usam o que podem comprar e armazenar.</p>
<p>Quando se lavam, eles captam o escoamento para dar descarga. “É difícil”, disse ele à CNN. “Precisamos de água, é essencial para tudo.”</p>
<p>A escassez de água não é incomum neste bairro, mas desta vez parece diferente, disse Gomez. “No momento, estamos com esse clima quente. É ainda pior, as coisas são mais complicadas.”</p>
<p>A Cidade do México, uma metrópole em expansão com quase 22 milhões de habitantes e uma das maiores cidades do mundo, enfrenta uma grave crise hídrica, à medida que um emaranhado de problemas – incluindo a geografia, o desenvolvimento urbano caótico e infra-estruturas com vazamentos – são agravados pelos impactos das alterações climáticas.</p>
<p>Anos de chuvas anormalmente baixas, períodos de seca mais longos e temperaturas elevadas aumentaram o estresse num sistema de água que já se esforça para lidar com o aumento da demanda. As autoridades foram forçadas a introduzir restrições significativas à água bombeada dos reservatórios.</p>
<p>“Vários bairros sofrem com a falta de água há semanas e ainda faltam quatro meses para o início das chuvas”, disse Christian Domínguez Sarmiento, cientista atmosférico da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).</p>
<p>Os políticos minimizam qualquer sensação de crise, mas alguns especialistas dizem que a situação atingiu agora níveis tão críticos que a Cidade do México pode estar caminhando para a seca total em uma questão de meses – quando as torneiras secarem em grandes áreas da cidade.</p>
<h3>Baixas históricas</h3>
<p>A densamente povoada Cidade do México se estende pelo leito de um lago de grande altitude, a cerca de 2.200 metros acima do nível do mar. Foi construído num solo rico em argila – no qual está agora afundando – e é propenso a terremotos e altamente vulnerável às alterações climáticas. É talvez um dos últimos lugares que alguém escolheria para construir uma megacidade hoje.</p>
<p>Os astecas escolheram este local para construir a cidade de Tenochtitlan em 1325, quando era uma série de lagos. Construíram numa ilha, expandindo a cidade para fora, construindo redes de canais e pontes para trabalhar com a água.</p>
<p>Mas quando os espanhóis chegaram, no início do século XVI, destruíram grande parte da cidade, drenaram o leito do lago, encheram canais e destruíram florestas. Eles viam “a água como um inimigo a vencer para que a cidade prosperasse”, disse José Alfredo Ramirez, arquiteto e codiretor da Groundlab, uma organização de design e pesquisa política.</p>
<p>A decisão abriu caminho para muitos dos problemas modernos da Cidade do México. As zonas úmidas e os rios foram substituídos por concreto e asfalto. Na época das chuvas, inunda. Na estação seca, fica ressecado.</p>
<p>Cerca de 60% da água da Cidade do México vem de um aquífero subterrâneo, mas este tem sido tão extraído que a cidade afunda a um ritmo assustador – cerca de 50 centímetros por ano, de acordo com pesquisas recentes. E o aquífero não está sendo reabastecido com rapidez suficiente. A água da chuva escorre pelas superfícies duras e impermeáveis da cidade, em vez de afundar no solo.</p>
<p>O resto da água da cidade é bombeado a grandes distâncias colina acima, a partir de fontes fora da cidade, num processo incrivelmente ineficiente, durante o qual cerca de 40% da água é perdida através de vazamentos.</p>
<p>O sistema de água de Cutzamala, uma rede de reservatórios, estações de bombeamento, canais e túneis, fornece cerca de 25% da água utilizada pelo Vale do México, que inclui a Cidade do México. Mas a seca severa cobrou seu preço. Atualmente, com cerca de 39% da capacidade, está em um mínimo histórico.</p>
<p>“É quase metade da quantidade de água que deveríamos ter”, disse Fabiola Sosa-Rodríguez, chefe de crescimento econômico e ambiente da Universidade Autônoma Metropolitana da Cidade do México.</p>
<p>Em outubro, a Conagua, a comissão nacional de águas do país, anunciou que restringiria a água de Cutzamala em 8% “para garantir o abastecimento de água potável à população, dada a grave seca”.</p>
<p>Apenas algumas semanas depois, as autoridades reforçaram significativamente as restrições, reduzindo a água fornecida pelo sistema em quase 25%, culpando as condições meteorológicas extremas.</p>
<p>“Serão necessárias medidas para poder distribuir, ao longo do tempo, a água que Cutzamala tem, para garantir que não se esgote”, disse Germán Arturo Martínez Santoyo, diretor-geral da Conagua, em comunicado na época.</p>
<p><div id="attachment_36258" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-36258" class="size-full wp-image-36258" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/02/tagreuters.com2024binary_LYNXMPEK0M0SK-FILEDIMAGE-e1708995356328.webp" alt="" width="800" height="538" /><p id="caption-attachment-36258" class="wp-caption-text">Foto: Reuyers/Henry Romero</p></div></p>
<p>Cerca de 60% do México passa por uma seca moderada a excepcional, de acordo com um relatório de fevereiro. Quase 90% da Cidade do México está passando por uma seca severa – e a situação deve piorar com o início da estação chuvosa, ainda a alguns meses de distância.</p>
<p>“Estamos no meio da estação seca, com aumentos de temperatura esperados até abril ou maio”, disse June Garcia-Becerra, professora assistente de engenharia na Universidade do Norte da Colúmbia Britânica.</p>
<p>A variabilidade climática natural afeta fortemente esta parte do México. Três anos de La Niña trouxeram seca para a região, e depois a chegada do El Niño no ano passado ajudou a proporcionar uma estação chuvosa curta que não conseguiu reabastecer os reservatórios.</p>
<p>Mas a tendência de longo prazo do aquecimento global causado pelo homem permanece em segundo plano, alimentando secas mais prolongadas e ondas de calor mais intensas, bem como chuvas mais fortes quando chegam.</p>
<p>“As alterações climáticas tornaram as secas cada vez mais severas devido à falta de água”, disse Sarmiento da UNAM. Além disso, as altas temperaturas “fizeram com que a água disponível no sistema Cutzamala evaporasse”, disse ela.</p>
<p>No verão passado, ondas de calor brutais atingiram grandes partes do país, matando pelo menos 200 pessoas. Estas ondas de calor teriam sido “virtualmente impossíveis” sem as alterações climáticas, segundo uma análise realizada por cientistas.</p>
<p>Os impactos climáticos colidiram com as dificuldades crescentes de uma cidade em rápida expansão. À medida que a população cresce, os especialistas dizem que o sistema centralizado de água não acompanhou o ritmo.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<item>
		<title>Setor de Audiovisual vive momento de alta demanda por profissionais especializados</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/setor-de-audiovisual-vive-momento-de-alta-demanda-por-profissionais-especializados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 23:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[escassez]]></category>
		<category><![CDATA[falta de qualificação]]></category>
		<category><![CDATA[film maker]]></category>
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		<category><![CDATA[Sicav]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada com uma amostra de 300 empresas da indústria brasileira do audiovisual aponta a existência de uma demanda por profissionais especializados. O Estudo de Demanda Profissional do Setor Audiovisual foi desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) em parceria com o Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (Sicav) e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4233815185" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Uma pesquisa realizada com uma amostra de 300 empresas da indústria brasileira do audiovisual aponta a existência de uma demanda por profissionais especializados. O Estudo de Demanda Profissional do Setor Audiovisual foi desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) em parceria com o Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (Sicav) e confirma a existência de alta demanda por mão de obra, especialmente no atual momento de expansão vivido pelo mercado.</p>
<p>Segundo o estudo, contribuem para o cenário as recentes leis de cota para o cinema e para a TV paga, sancionadas pelo governo, garantindo mais espaço para as produções nacionais, somadas aos R$ 2,7 bilhões da Lei Paulo Gustavo, destinados especificamente para o audiovisual.</p>
<p>A maior parte das empresas que participaram da pesquisa (86,7%) pertence à atividade de produção e quase a totalidade (91%) são microempresas. A maioria das empresas está situada no estado do Rio de Janeiro, com 46%, seguido por São Paulo (20%), Minas Gerais (9%), Paraná (5%) e Bahia (3,3%).</p>
<p>A pesquisa foi realizada entre os dias 27 de julho e 18 de agosto de 2023.</p>
<h3>Mão de obra</h3>
<p>De acordo com a pesquisa, três a cada quatro empresas encontram dificuldades na contratação de mão de obra no Brasil, ou o equivalente a 76,7% do total consultado. Para 72,3%, a expectativa é que esse desafio permaneça no setor nos próximos três anos.</p>
<p>“A gente vê que as empresas do setor do audiovisual têm muita dificuldade na contratação de mão de obra, mas é importante destacar o período de que estamos falando, que é um período de expansão do setor e de retomada de investimentos após a pandemia. Esse cenário pode contribuir para a demanda do período atual”, explica a consultora de Estudos e Pesquisas da Firjan, Joana Siqueira, em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Ela observa, no entanto, que essa demanda não está, necessariamente, relacionada à falta de competência dos profissionais que se encontram no mercado, mas aponta para a necessidade da formação de novos profissionais.</p>
<p>Os pesquisadores detectaram que há também um caminho para a requalificação, sobretudo em temas mais atuais, relacionados às transformações e tendências modernas do mercado de trabalho. “As empresas pontuam, por exemplo, a carência de profissionais mais preparados para lidar com a Lei Geral de Proteção de Dados, novas funções exigidas pelo mercado, com funções relacionadas a tecnologia e digitalização. São esses dois caminhos que a gente percebe”, indicou Joana Siqueira.</p>
<p>Um total de 48,4% das empresas consultadas que sentem alguma dificuldade aponta para a carência de profissionais para lidar com novas tecnologias e digitalização, entre as quais a Inteligência Artificial (IA). “A gente entende que a mão de obra é um dos pilares principais para a manutenção e crescimento dos setores. Entendendo que o cenário é positivo para o setor audiovisual e tende a crescer nos próximos anos, é importante olhar para essa questão, para ter cada vez mais profissionais qualificados para atuação nesse mercado”.</p>
<h3>Desafios</h3>
<p>Os principais desafios que as empresas já enfrentam ou vão enfrentar proximamente envolvem as chamadas soft skills, que são habilidades comportamentais e socioemocionais dos profissionais que estão no mercado, relacionadas à maneira como eles lidam com os outros e consigo mesmos em diferentes situações, apontadas por 71,7% dos entrevistados, e qualidade técnica (64,3%). Em seguida, aparecem segurança e proteção de dados (LGPD), novas funções exigidas pelo mercado, novas tecnologias e digitalização do setor, e condutas e legislações que impactam o setor, como assédio, racismo, discriminação e diversidade.</p>
<p>Joana destacou que muitos dos desafios apontados são mais relacionados às tendências atuais. A demanda é bastante pulverizada, por cargos de gestão de pré e pós-produção (62,7%), por técnicos de pós-produção (61,9%), técnicos de pré-produção e produção (58,6%). “Os cargos artísticos e de desenvolvimento criativo são um pouco menos demandados no momento atual (48%)”.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Ageman multa Águas de Manaus em R$ 215 mil por falta de água e falta de informações</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Dec 2023 02:17:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[abastecimento de água]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Município de Manaus (Ageman) multou a concessionária Águas de Manaus em R$ 215 mil, por problema de falta de água ocorrido no sistema Nova Floresta e ausência de informações, as quais dificultaram a fiscalização do órgão regulador nas áreas prejudicadas com o desabastecimento. Conforme levantamento da Ageman, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1730222206" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Município de Manaus (Ageman) multou a concessionária Águas de Manaus em R$ 215 mil, por problema de falta de água ocorrido no sistema Nova Floresta e ausência de informações, as quais dificultaram a fiscalização do órgão regulador nas áreas prejudicadas com o desabastecimento.</p>
<p>Conforme levantamento da Ageman, houve paralisação no sistema Nova Floresta nos dias 31/10 e 2, 3, 4 e 9/11, prejudicando moradores das áreas Gilberto Mestrinho, Novo Reino, Nova Vitória, Cidade do Leste, comunidade de Deus, Grande Vitória, Nova Conquista, Nova Floresta, Zumbi, Monte Sião, Brasileirinho, João Paulo, Jorge Teixeira 2, 3 e 4, Santa Inês, Bairro Novo, Prourbis, Viver Melhor 3, Coliseu, São José, Tancredo Neves, conjunto Castanheira e São Lucas 1 e 2.</p>
<p>Ao tomar conhecimento do problema por meio das redes sociais, a Ageman encaminhou ofício pedindo informações à concessionária a respeito das causas e solicitou medidas reparadoras. No entanto, a empresa não atendeu à primeira solicitação.</p>
<p>Diante do não atendimento aos questionamentos, o órgão regulador notificou a concessionária a apresentar informações em um prazo de 15 dias úteis e a empresa, mesmo tendo solicitado dilatação do prazo, novamente não encaminhou as informações requisitadas, o que levou a Ageman a multar a Águas de Manaus.</p>
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<p>Com informações da assessoria</p>
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		<title>ANA declara situação crítica de escassez hídrica no Rio Madeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 00:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acre e Rondônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Usinas Hidrelétricas de Jirau]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) declarou, nesta terça-feira (10), em Brasília, a situação crítica de escassez de recursos hídricos no Rio Madeira, na Amazônia. A medida foi publicada em portaria no Diário Oficial da União e vale até (30) de novembro de 2023. Segundo o documento, a decisão foi tomada durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-434828422" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) declarou, nesta terça-feira (10), em Brasília, a situação crítica de escassez de recursos hídricos no Rio Madeira, na Amazônia. A medida foi publicada em portaria no Diário Oficial da União e vale até (30) de novembro de 2023.</p>
<p>Segundo o documento, a decisão foi tomada durante a 26ª Reunião Deliberativa Extraordinária da agência, realizada nessa segunda-feira (9), e segue a orientação do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que, na última quarta-feira (4), declarou &#8220;reconhecer a severidade da crise hidrológica de seca na Região Norte do país, observada em 2023, especialmente a situação vivenciada na Bacia do Rio Madeira, com risco de comprometer o atendimento aos estados do Acre e Rondônia.”</p>
<p>A agência informou, também, que as três principais estações fluviométricas, no Rio Madeira, estão abaixo da cota em 95% das medições. Na estação de Porto Velho, Rondônia, por exemplo, a cota do rio atingiu o menor nível observado em 56 anos de medições.</p>
<p>O acompanhamento da vazão da Bacia do Rio Madeira aponta para fluxos menores do que os registrados neste período do ano, na maior parte das medições, e os mapas mensais do Monitor de Secas apontam escassez hídrica, em diferentes níveis, nas cidades alcançadas pelos afluentes e subafluentes do rio.</p>
<p>A gravidade da seca preocupa autoridades pela importância do Rio Madeira, que atende a várias necessidades de recursos hídricos, desde a subsistência de populações que vivem às margens dele, ao transporte pela hidrovia Corredor Logístico Norte, com segundo maior fluxo de passageiros e produtos da região.</p>
<h3>Atividades suspensas</h3>
<p>Também é no Rio Madeira que funcionam as Usinas Hidrelétricas de Jirau, com capacidade instalada de 3.750 Megawatts (MW) e maior resiliência à seca; e de Santo Antônio, com capacidade instalada de 3.568 MW, o suficiente para abastecer cerca de 45 milhões de habitantes, e que está com as atividades suspensas desde o início deste mês de outubro</p>
<p>O Grupo Técnico de Acompanhamento do Plano de Contingência para Enfrentamento dos Impactos Esperados do Fenômeno El Niño sobre os Recursos Hídricos na Bacia do Rio Amazonas (GTA) é a instância da ANA que monitora a situação hidrometeorológica do Rio Madeira, junto com os órgãos gestores dos recursos hídricos dos estados alcançados pelos rios da bacia.</p>
<p>De acordo com a portaria, os impactos sobre os usos das águas identificados ao longo do período de seca deverão receber medidas de prevenção e redução dos problemas, assim como a prorrogação da declaração de escassez será analisada conforme as mudanças dos níveis de água aconteçam.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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